Ala Hospitalar

Curta as magias do Castelo de Hogwarts!
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Emmeline Lupin
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Re: Ala Hospitalar

Post by Emmeline Lupin »

Narração
Fala

Pensamentos
Fala da professora


Emmeline sentia suas dores e seu cansaço aumentarem. Sua atadura já estava repleta de sangue.
Estava tão quieta e pensativa que quando ouviu a voz da Professora de Poções sobressaltou-se. Tudo ali estava tão quieto. Pensara realmente que não havia mais ninguém na Ala Hospitalar.
Pálida de susto, Emmeline olhava para a professora, que começara a falar diretamente com ela.


- Muito bonita Srta Emmeline, pelo visto andou passeando fora do castelo em horário inapropriado e seus coleguinhas também. E pelo visto não sairam inteiros do "passeio".


Aproximando-se de Emmeline a professora tirou um estojo das vestes. Retirou as ataduras manchadas de sangue e pingou algumas gotas de uma poção em seu ferimento. Sentia seu braço adormecer. Em seguida ela limpou o ferimento e pronunciou um feitiço em outra lingua. A ferida estava fechada e o braço novamente em uma atadura branca.


-Assim esta melhor, pela sua cara pálida parece que logo teremos visita do diretor à ala... Bom e quem mais temos aqui? Posso saber o que aconteceu?


Quando Emmeline ia começar a dizer o que lhes aconteceu, um urro e depois o barulho de algo caindo a impediu. Estava arrepiada. "O que foi isso?...O que está havendo em Hogwarts?"
Se antes Emmeline estivera apavorada, nem se comparava ao que sentia nesse instante. Olhou para os outros que estavam tão pálidos quanto ela. Em seguida desviou o olhar, baixando-o para suas próprias mãos trêmulas.
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May WP
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Re: Ala Hospitalar

Post by May WP »

Narração

Depois do acontecido, May chega carregada a ala hospitalar, branca igual cera com muitas dores pelo corpo e zonza, não estava reconhecendo ninguém por onde passava, a noite inteira teve alucinações, mesmo depois de medicada. Quando acordou pela manhã já estava um pouco melhor mais ainda com as fortes dores pelo corpo, só conseguia se lembrar da forte luz que havia visto e de quem era aqueles passos no lugar,ela pensou que se achasse a pessoa que estava lá, saberia o que era a luz, quando olhou para a cama do lado percebeu que tinha alguém ali, e que esse alguém era Emme, então pensou, o que ela faz aqui o que será que ouve com ela, May então ficou esperando Emme acordar, para le perguntar o que havia acontecido.
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Thomas_Black
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Re: Ala Hospitalar

Post by Thomas_Black »

- Bem, pra mim já deu. Eu não vou mais esperar, depois o diretor pode me convocar à sala dele se quiser me punir. - Disse Thomas, levantando da cadeira em que estivera sentado esperando. - Emme, Bru, espero que se recuperem logo. Vou procurar vocês depois pra saber se estão bem. - Disse o Sonserino, sem aguardar resposta, virando-se e saindo do local em direção à Sala Comunal da Sonserina. Talvez eu ainda consiga dormir um pouco.

Off: Post curto só pra liberar o personagem. Dias já esperando na ala hospitalar, quero jogar.
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Non serviam
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David Bergerson
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Re: Ala Hospitalar

Post by David Bergerson »

Era ele. David não tinha dúvidas. Sabia muito bem que tudo fora real, inclusive pela dor que estava sentindo. Sua respiração estava ofegante, e pelo rosto escorriam algumas gotas de suor frio. Da boca, ainda caíam gotas de sangue. Havia sido atacado, ali mesmo, em plena Hogwarts. Mas não era como se ele não soubesse que - em seu caso - isso era perfeitamente possível... Além disso, sabia muito bem o motivo daquilo. E como sabia...

Tentou se levantar, fazendo força com as pernas, mas ao fazer isso a dor no abdômen somente aumentou, forçando o professor a ajoelhar-se novamente. Iria fazer com que ele pagasse, não importava os meios que tivesse de utilizar. Acabaria de vez com a raça do maldito. Cerrou os punhos e os dentes, sentindo agora, além da dor, o gosto forte e amargo do ódio que sentia por aquele que, tinha certeza, fora o responsável por aquele "ataque".

Enquanto ainda remoía seus sentimentos, uma presença se fez notória ao adentrar o recinto (só então se deu conta de onde estava). A sra. Woodcroft ajoelhou-se ao lado do professor, imediatamente pondo-se a limpar o sangue que lhe escorria da boca com um lenço. Ele não teve reação alguma, a não ser manter os olhos fitos na mulher, ainda buscando entender tudo o que acontecia ali. Após alguns instantes, ela finalmente quebrou o estranho silêncio, sussurrando-lhe ao pé do ouvido, e afagando-lhe o rosto:


- David... esta tudo bem... pelo menos agora esta... Você me fez ter incríveis calafrios tenebrosos...

David não respondeu. Apenas continuou encarando a professora de Poções, quase da mesma maneira que ela o encarava, agora segurando-lhe o rosto entre as duas mãos, e o analisando como se lhe fosse algo muito interessante. Passaram alguns segundos ali, e David chegou a reparar no rosto da bela sra. Woodcroft, belo, ainda que razoavelmente sofrido - não muito diferente do seu próprio. Ouviu-a, então, quebrar novamente o silêncio, perguntando-lhe o que havia acontecido e dizendo que sentira arrepios estranhos e doloridos na presença dele - na verdade, quase o mesmo que ele sentira há alguns instantes atrás.

Meig@ retirou as mãos do rosto de David, logo sentando-se ao seu lado, e permanecendo em silêncio. O professor de Astronomia, por sua vez, não fez nada muito diferente daquilo por alguns bons minutos depois - permaneceu ajoelhado ali, sem dizer uma palavra sequer, apenas encarando o horizonte. Obviamente não poderia sequer pensar na hipótese de contar o que quer que fosse à sra. Woodcroft, de maneira alguma. Ela não iria compreender, jamais entenderia seus motivos - nem ela e nem ninguém mais. Não podia correr o risco de ter de retornar ao seu exílio. Não aguentaria mais dez anos vivendo às escondidas...

Balançou a cabeça, já em sinal de que não falaria coisa alguma, mas que talvez a professora não entendesse a princípio. Com algum esforço, pôs-se de pé, já sentindo que a dor diminuíra. Ainda assim, levou a mão à altura do abdômen ao terminar de se levantar, embora mais por instinto. Tentou esboçar um sorriso à mulher que permanecera sentada, mas talvez a intenção tenha ficado apenas em seu pensamento, já que em seu rosto os lábios quase não se moveram de fato. Então limitou-se a apenas estender a mão para ajudá-la a se levantar, de maneira cordial, e respondeu, recompondo-se, como se nada (inclusive os fatos anteriores à ida para a ala) tivesse acontecido:


- Estou melhor agora, sra. Woodcroft, obrigado. Não é nada que descanso não resolva, afinal, passamos a noite em claro e, bem... além da noite agitada, acabei exagerando um pouco...

Manteve a expressão de tentativa-de-sorriso no rosto, e também a mão estendida à professora de Poções. Não a conhecia tão bem a ponto de saber sobre suas habilidades, mas esperava que ela não pudesse descobrir seus pensamentos. Isto sim poderia ser perigoso. Perigoso demais. Para os dois...



Off- Post descoisado, só pra continuar os coisos u.u
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Lily Weasley Potter
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Re: Ala Hospitalar

Post by Lily Weasley Potter »

Narração
Fala
Pensamento
Outros
Off

Lily saiu da cozinha pela manhã pensativa, depois de ter passado a madrugada lá comendo chocolate par superar sua solidão. Mas seus planos foram por água abaixo, havia muitas pessos, que até a entusiasmaram, mas o garoto corvinal apareceu lhe dando um ultimato. "Nervoso daquele jeito não vou saber levar...Hm...Apesar que...". Caminhava rumo à Ala Hospitalar pensando nas possibilidades que encontrara pra resolver esses conflitos. Tocou no seu bolso lembrando do livro que carregara e estava ansiosa para encontrar o prof pra tirar dúvidas

_Tenho que perguntar ao Prof Ariel sobre o que demarquei aqui - murmurou a si mesma, lembrando das anotações.

Aumentou os passos, lembrando que o motivo que levar até a Ala Hospitalar era seu padrinho e professor, David Bergerson, que estava lá. Lily ficara preocupada, mesmo que ele fosse frio e arrogante às vezes, ela precisava vê-lo. Era o último elo que tinha com seus pais, as lembranças. Ela amava seu padrinho de qualquer modo e aquela certa teimosia de Lily herdara dele. Sempre que se viam, mesmo que poucas vezes, ela o observava imitando seus modos de persuasão e da forma de quando persistia em algo.

Lembrou que seu intuito no início de vê-lo na Ala Hospitalar era pra dizer aos berros para ele do porquê a trancafiou dentro de Hogwarts, que hoje era mais perigoso do que as viagens que queria fazer, que era uma injustiça, que ele não recordava como foi seu sofrimento nas férias. Ela queria vingança e agir como uma rebelde sem causa. Mas seus ânimos estavam calmos.

Repassou seus pensamentos e planos e seguiu até lá murmurando consigo mesma baixinho o que tinha pensado em falar. Com seu padrinho era como pisar em ovos de dragão. Nunca cututá-lo. E só enfrentá-lo qundo ele visse que realmente ela estava brava. Mas não estava. Ter visto Vinnie a fez dimuinuir sua ansiedade.


_Bosta de dragão viu... fez um muchucho, vendo que já estava perto de um leito e acabara de chutá-lo, sorte que ninguém percebeu. Respirou aliviada.

Avistou num dos leitos mais a frente seu padrinho David que estava acompanhado da Prof Meig@, sentada ao seu lado. O silêncio era sepulcral. Observou as mãos de seu padrinhos estendidas à Profa, aquilo lhe soou estranho
"Tenho que me fazer presente senão..."Pensou rapidmente no que fazer.

Rum.. Rum.. Desculpe eu -viu que quebrara o silêncio e tentou esboçar um pequeno sorriso amistoso a seu padrinho antes que ele a fuzilasse com o olharDindo... Digo.. Er... Prof Bergerson... Desculpe minha intromissãofez um olhar desesperador par que ele compreendesse que ela estava ali pra vê-lo. Respirou e continuouApenas vim saber como o senhor está, os alunosOviamente que se referia a sua pessoinhaestavam preocupados. Vo-você está bem?Segurou firmemente com uma de suas mãos num leito próximo, para não mostrar insegurança, sorriu afetuosamente e após recobrar sua coragem olhou para a Profa Meig@Olá professora, espero não estar atrapalhando.

Baixou a cabeça fingindo estar constrangida, senão ela sabia que seu padrinho a fuzilaria. Ele estava com aparência cadavérica, meio suado e com olhos apreensivos que assustvm qualquer aluno despreparado a lidar com seu humor"Preciso fazer cara séria para lembrá-lo que foi ele que me enfiou naquele Expresso, exigindo que eu estivesse nesse ano em Hogwarts. Senão to frita"

Sua posição manteve-se firma próxima a eles e ela levantou sua fronte, esboçando a expressao de 'quero explicações agora!'"Eu sei que ele entendeu...Travou a mndíbula segurando um sorriso que teimava querer sair. Aquilo denunciar sua guarda baixa.



[Off]Weee, consegui!!
Msm q dudel saia logo eu consegui...hohoho
Vc me deve explicações bb dudel u.ú
Meiguissima num se assuste cmg...
a srta Aaron é apenas uma adolescente rebelde
teimosa e brava que quer testara pciência do padrinho.... :twisted:
Um bjaum procês
Meig@
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Re: Ala Hospitalar

Post by Meig@ »

  • O Silencio permanecia. Bom não era bem silencioso ali, o silencio era na mente de Meig@ e provavelmente da mente do Sr Begerson também. Ele parecia não querer responder a pergunta que ela tinha feito, pois ficou ali a encarando por um tempo. Bom pelo menos ele tinha os olhos intensos. Quando ela se sentou, ele desviou o olhar, parecia perdido no espaço e no seu próprio tempo.

    Meig@ estava cansada de se apegar a qualquer coisa ou pessoa que futuramente a deixaria sem explicação. Por esse motivo não estava enxergando nada nem ninguém. O fato é que sabe se La por que esse ocorrido tinha a afetado diretamente e fizera com que ela recobrasse uma parte da consciência sobre as pessoas ao redor. Ou seria só com o rosto dele que isso tinha acontecido.

    Mesmo assim ela tentou manter as coisas como se nada tivesse acontecido com ela, por que de fato ninguém via, ou melhor, sentia como ela sentia as coisas ao redor e ninguém sabia com ela estava por dentro. "quebrada". David parecia ter feito um sinal de que não falaria, ela deu os ombros como se não importasse. Mas der repente ela se importava sim, por tinha sentido tudo o que tinha de ruim ao tocar a pele do professor quando ele se encontrava no "estado de choque".

    Como ela se odiava por isso, se importar com os outros mais do que com ela mesma. Isso a deixou irritada, ela não queria saber nada de fato dele ou de qualquer pessoa, ou aluno ou mesmo qualquer bicho de estimação. Ela estava ali tão somente para ensinar poções. E isso ela sabia que fazia com exelencia. Mesmo que não com a mesma paixão.

    Estava perdida em seus próprios pensamentos que nem notou quando o professor de Astronomia se levantou. Quando ela o olhou novamente tinha um péssima tentativa de sorriso mal sucedido no rosto.
    Ela o encarou seria, olhando - de baixo para cima sempre expressão aparentemente. E pegou a mão do homem para se levantar. O movimento que ela fez para se levantar foi extremamente rápido, delicado e leve, como se nem tivesse precisado do apoio (e talvez nem precisasse mesmo).



    - Estou melhor agora, Sra. Woodcroft, obrigado. Não é nada que descanso não resolva, afinal, passamos a noite em claro e, bem... Além da noite agitada, acabei exagerando um pouco...


    Agora estava frente a frente ao professor. E ele sentia um certo tipo de medo de ser descoberto, ela o olhou fundo nos olhos. Suspirou um pouco irritada e falou em um tom frio. Um tom totalmente diferente d que tinha acabado de falar quando o homem estava com o rosto entre suas mãos.

    Eu sei que esta melhor Sr. Bergenson... Infelizmente não acho que com uma noite de sono os seus ou os meus problemas serão resolvidos... Noites agitadas eu tenho todo dia... você exagerou um pouco? - ela ergueu a sobrancelha com a expressão indignada - você fez uma papel ridículo na frente dos alunos e dos novatos disso não tenha duvida... Porem não acha que esse tenha sido o seu problema, de qualquer forma, ainda bem que esta melhor uma coisa menos pra se preocupar - ela estava um cubo de gelo e isso não era normal, nem seu estado catatônico, até agora ela tinha conseguido manter sua calma e seu tom "meigo", mas as falas eram duras, talvez por que fosse exatamente o contrario do que ela gostaria de falar.

    Ela estava com uma auto defesa enorme, ela queria mesmo era ajudar ele no fosse, queria se preocupar com isso. Mas ela não podia simplesmente deixar NINGUEM entrar de novo.

    Algo fez barulho atrás deles e claro Meig@ já sabia que era uma aluna, por tanto nem se virou para responder quando a garota se fez presente.


    Rum. Rum. Desculpe eu, Dindo... Digo.. Er... Prof Bergerson... Desculpe minha intromissão. Apenas vim saber como o senhor está, os alunos obviamente que se referia a sua pessoinha estavam preocupados. Vo-você está bem? Olá professora, espero não estar atrapalhando.



    Ai... Realmente as coisas começaram nesse castelo, a falta de privacidade, alunos zanzando fora do horário permitido, ainda mais com alerta do diretor... - ela massageou as temporas com um ar irritada e fazendo expressão de que falava com sigo mesmo - Na verdade Srta Aron esta atrapalhando SIM... Mas acho que isso não faz muito sentido já que todos os alunos têm esse péssimo habito de serem inconvenientes, espero que seu padrinho lhe ensine isso.... - ela o encarou - Não tenho mais nada para fazer aqui... Ao que parece temos ouvidos demais por aqui... E eu não sou responsável pela Ala... Graças a Merlin por que isso aqui esta sempre um enxames de abelhas... digo de aluno... Passar bem...

    Ela se virou e saiu da ala, lentamente com passos que parecia estar deslizando e não olhou para os lados, nem se importando com os alunos que estava ali.
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Re: Ala Hospitalar

Post by Gaby Lovegood »

A curandeira supostamente deveria ter retornado ao seu posto antes mesmo do final da cerimônia de abertura do ano letivo. Supostamente e teoricamente, pois naquela noite Gabriella Skuli não retornou a ala hospitalar para olhar pelos primeiros bastardos, digo alunos, que se acidentavam por toda escola. E muito embora seu paradeiro não fosse ser revelado com tanta facilidade, era visível nas olheiras da mulher que ela havia passado toda a noite em claro. Seu humor também não era o dos melhores, estava tão perdida em seus próprios pensamentos que nem se deu conta de que estava passando pela professora de Poções quando entrou na sua ala.

- Uff, eu deveria imaginar que esse lugar já estaria assim a essa hora do dia. - o comentário foi tão espontâneo como quando se fecha os olhos num ambiente muito claro, havia alguns alunos que não pareciam acidentados, porém estavam deitados na maca como quem toma um solzinho na primavera. Um professor -o mesmo que havia bebido demais durante a cerimônia- e uma aluna próxima a ele. A curandeira respirou fundo antes de prender o cabelo com a própria varinha e se dirigiu aos presentes da Ala.

- Aqueles que não estão sangrando, com partes do corpo faltando ou possuído por um demônio, peso que se retirem da ala e liberem leitos, paramos de hospedar alunos desde do ultimo ano, e creio que este ano nossos leitos serão usados para verdadeiros doentes. - Mesmo com a sincera intenção de lançar um aviso geral a todos da ala, seus olhos caíram principalmente sobre os alunos que estavam nas macas mais próximas a ela, ser simpatica e amavel não era uma ideia que estava funcionando nos ultimos dias. - Contudo caso realmente sintam que estão morrendo, ou é claro perdendo qualquer parte do corpo, sintam-se livre para me procurar, que serei pronta a remendá-los.

Gabriela passou pelos alunos se dirigindo ao professor David.

- E quanto ao Sr professor... Professor... - a curandeira parou por um minuto, não conseguia se lembrar do nome do professor, mas isso não era sua culpa, foram raras as vezes que eles dividiram o mesmo ambiente, ainda mais trocando palavras, sendo assim era totalmente normal ela ignorar o nome de um dos professores de Hogwarts, não? - Como ia dizendo, professor, Há algo que posso fazer pelo Sr, algum indicio de ressaca? - a mulher não pode deixar de reparar em uma leve manchinha de sangue na face do professor- ou quem sabe indicio de tuberculose, ou qualquer coisa que lhe faça expelir uma substancia vermelha e viscosa?

Aquele definitivamente não era um bom dia para a mulher, ela ficou parada em frente ao professor sorrindo, e ignorando totalmente a outra aula que estava por perto, afinal, ela só queria saber se teria que trabalhar ou não, a partir do momento que isso fosse esclarecido ela deixaria o professor em paz e todos viveriam felizes para sempre.
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Re: Ala Hospitalar

Post by Vinnie »

Vinnie entrou com alguma carregando com alguma dificuldade o novato da corvinal que havia desmaiado na cozinha, sabia que a ala hospitalar era distante mas não imaginava o quanto seria difícil levar o guri até lá, ainda mais quando se deu conta de que havia perdido sua varinha e portanto não poderia carregá-lo de maneira mágica.

-Hey guri, tá me ouvindo? estamos chegando, você vai melhorar logo..Ia dizendo enquanto o carregava, mesmo sabendo que o rapaz não responderia.

eu fico imaginando o que esse garoto deve ter comido por lá, só não quero pensar que aquela sonserina fez alguma coisa com ele, mas não pode ser, eles estavam se dando bem..aparentemente

Deitou o corpo inerte do rapaz em uma das macas, quando ouviu uma voz feminina.
- Aqueles que não estão sangrando, com partes do corpo faltando ou possuído por um demônio, peso que se retirem da ala e liberem leitos, paramos de hospedar alunos desde do ultimo ano, e creio que este ano nossos leitos serão usados para verdadeiros doentes

No mesmo momento um pequeno grupo de alunos se levantou das macas praguejando contra a mulher, enquanto se dirigiam para foram murmurando algo como " aonde vamos encontrar uns alucinógenos agora?"

Oh, ótimo..será que tem um demônio no corpo dele? não..se não ele não estaria tão calmo, bem..talvez se eu fizer ele sangrar um pouco, quem sabe essa fresca me ajude com ele..

Observou que agora ela conversava com um homem mais velho, um professor talvez, ele não teria se recordado dele, sendo um aluno? de qualquer modo, não deu importância ao velho e foi logo correndo falar com a mulher

-Com licença, senhorita...eu tenho um novato ali que está passando mal, ele perdeu a consciência enquanto estavamos na co..estavamos na corvinal, é.. Será que é permitido estar na cozinha? melhor ficar na minha mesmo.. - E então ele ficou branco do nada e caiu, bem, eu acho que ele precisa de ajuda..
E dizendo isso ele se afastou um pouco, mais pelo estado do professor deitado ali.
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Re: Ala Hospitalar

Post by Elizabeth Maives »

Elizabeth chegou à ala hospitalar logo após o corvinal que, de uma maneira bem estúpida, levava Lugh nos braços. Chegou a tempo de ouvir o aviso da curandeira e reparar que logo ali estava o professor de astronomia, o mesmo que a havia ameaçado e feito todas aquelas acusações no salão principal na cerimônia de abertura que seria melhor denominada como desastre total. Seu rosto tinha uma expressão decidida e não se intimidou com o aviso da curandeira, sabia que o garoto tinha algo sério. Por algum motivo, ela achava que o que ele tinha era bem parecido com o que ela poderia tewr a qualquer instante. Aquela poção... Quem sabe não seira aquilo? Aproximou-se do novato empurrando o corvinal mais velho para o lado e começou a procurar, tomando todo o cuidado possível. Onde estaria o maldito vidrinho!? Não o encontrou nos lugares mais óbvios e não ousou ir muito além. Só então virou-se para o corvinal, achando que ele estaria pronto a atacá-la, sendo ela uma sonserina e tudo mais. Provavelmente ele achava que ela causara tudo aquilo.

- Antes que você pense qualquer coisa, não fui que o enfeiticei ou qualquer coisa do tipo. E, não, eu não estava tentando rouba-lo ou abusar dele de qualquer maneira. Ele havia falado qualquer coisa sobre tomar uma poção e talvez isso possa reanimá-lo. Estava com ele, mas não vou sair procurando mais ainda pelas vestes do garoto.

Virou-se então para a curandeira e explicou-lhe novamente a situação. Que ela procurasse a poção. Na verdade, esperava que o garoto acordasse antes disso. Pareceu-lhe que não deveria ser de todos o conhecimento de que era feita a poção. Continuou a procurá-la discretamente com os olhos, para ver se o fazia antes da enfermeira.

"E eu aqui por causa de um maldito moleque. Devo estar ficando louca!"

off: não peguei a poção por que não sabia se o Lugh ia deixar. :x
off²: Lugh, se quiser que eu ache e esconda para a curandeira não achar, no problens, sei lá o que tem essa poção :x
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Renan
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Re: Ala Hospitalar

Post by Renan »

  • Silêncio. Ele rodeara Renan e Stella ao longo de todo o caminho até a Ala Hospitalar. Nem o som abafado dos pés pesados de sono contra a grama, e depois contra a pedra, perfurou aquela redoma de silêncio. Tampouco o fizeram o farfalhar da capa negra ao sabor da brisa e o som do bruxo tentar ajeitar o cabelo com a mão livre. Vez ou outra olhava de esguelha para a bruxa um pouco mais baixa e então apertava um pouco mais o fardo negro que carregava debaixo do braço enquanto sentia a frieza do ouro confiscado mais cedo. Sorria pra si mesmo em reação ao constrangimento da bruxa e do significado de confiscar.

    Quando estava chegando à Ala, descobriu que a lentidão dos passos provavelmente lhe poupara algum trabalho. Viu um menino sujo e sem camisa – se não lhe falhava a memória, Thomas Black, sonserino – saindo apressado do lugar. Algo lhe dizia que era um dos alunos do tumulto que Stella relatara, mas a mulher não parecia muito atenta ao que estava adiante dos sapatos. Inclinara-se um pouco em sua direção assim que Black cruzara com eles no corredor.

    “Deveria ficar mais atenta, senhorita”, sussurrou e sorriu. “Pode perder detalhes importantes, se quer saber.” Antes de se endireitar, esperou que a bruxa virasse a cabeça para ele e conseguiu o que queria: contato visual. Descobriu alguma coisa sobre seus próprios cabelos e só.

    Sorrindo de canto abriu as portas duplas do hospital, mas sua face voltou à apatia de antes quando se deu conta dos presentes. Lá estavam Meig@, saindo no instante em que ele chegara; o mestre não mais tão atordoado David Bergerson, conversando com Lily Aaron; um pequeno corvinal deitado numa maca, ao lado de Vinnie; duas meninas imundas e machucadas, porém tratadas; e sua irmã, Gabriella.

    A apatia logo deu lugar ao mau-humor. Ao seu lado Stella parecia um pouco desconfortável, talvez tanto quanto ele mesmo. Sua presença em meio àquelas todas lhe parecia afável. (Só a contragosto percebeu que não conseguia sentir raiva pela curandeira). Decidiu, porém, que deveria abordar os calamitosos antes de falar com a irmã.

    “Muito bem”, principiou em alto e bom som para que todos lhe voltassem a atenção, “fico feliz que a Ala Hospitalar esteja tão cheia quanto sempre esteve – o que quer dizer que as pessoas ainda só se machucam.”

    Lançou mais um olhar amplo pelo ambiente. Remexeu o fardo negro que carregava e apertou o punho da varinha, a mão já doída de tanto o fazer.

    “Primeiro, vocês duas”, enunciou ao apontar para as meninas – que reconheceu como Emmeline Vance e Bruna Evans, grifinórias. Adiantou-se na direção delas ao mesmo tempo que Elizabeth Maives entrava carregando um corvinal. Mirou nelas os olhos azuis acinzentados duramente e indagou-lhes com firmeza. “Suponho que eram vocês as meninas que estavam na Floresta Proibida, não? Com muita ênfase na parte do ‘proibida’. Onde está o menino?”

    Sentia-se gárgula mais uma vez e de súbito foi assolado pela vontade de descansar. Olhou de relance para a sua esquerda e viu que Stella estava ali. De novo, sentiu o mesmo impulso que o engolfara mais cedo, quando pousara os olhos sobre o vira-tempo.

    “São mesmo elas, não são, senhorita Di Fiori?”, perguntou, encarando mais uma vez a mulher dos cabelos castanhos.

    Definitivamente, gostava cada vez da mania de invadir os outros (nem todos) com o olhar.


    OFF
    (1) Escrevendo ao som das batalhas de Nárnia =D
    (2) Desculpa pela demora u.ú
RPG // Renan Shellden Skuli

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Stella Di Fiore
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Re: Ala Hospitalar

Post by Stella Di Fiore »

  • Durante o caminho de volta, privou-se de falar qualquer coisa, ainda que fosse perguntar aonde dormiria - algo muito importante nas atuais circunstâncias -, pois o cansaço se abatia sobre a moça a ponto de fazê-la não regular das idéias de forma coerente. Era perigoso saber que poderia soltar qualquer coisa incoveniente sobre si mesma ou qualquer outra coisa comprometedora. Mas não pode evitar um sorriso quando percebeu que o homem andava de forma barulhenta, parecendo se arrastar, enquanto ela ostentava a leveza que anos de balé lhe ensinara. Protegida pelo manto grosso de cabelos castanhos, ela se permitiu sorrir e soltar um ruido praticamente imperceptível, que se assemelhava a uma risada extremamente contida não pela timidez, mas pela incoveniência da atitude num momento como aquele.

    Apesar de estar focada nas sapatilhas, a visão periférica lhe permitia olhar diretamente para o patrão e em como a luz do sol lhe fazia mais justiça que a luz de um punhado de velas ou a do luar... E também viu o pequeno trombadinha seminu saindo da Ala. Não disse uma palavra para evitar a saída. Aos que fogem, a punição sempre é pior. Especialmente para alguém capaz de dizer, sem pudor algum, na cara de alguém as suas falhas e mazelas, como Stella era. Aceitou de bom grado o sermão sobre atenção do diretor. Era estranho aparentemente falhar no que ela enunciara como uma de suas qualidades. Tirando os cabelos da face, ela respondeu um "Sim, senhor." sem conter um sorriso um tanto mais aberto do que a ocasião exigia.

    Alguma coisa se inquietou dentro quando viu um sorrisinho e virou uma sensação incômoda quando a expressão séria voltou. Já devia ser a segunda vez durante o tempo que estava em Hogwarts que ela suspeitava de transtorno de dupla personalidade, apesar de, relutantamente, permitir-se envaidecer um pouco por ele não mostrar sempre a expressão severa com ela.

    A ala estava movimentada e Stella certamente estava perdida novamente. Não conhecia por nome ninguém de lá, exceto o diretor. E de rosto, só as grifinórias machucadas e encrencadas e o sonserino seminu fujão. Se era ruim não conhecer ninguém, imagine não conhecer ninguém, mas reconhecer a tensão entre certas pessoas. E isso ficou mais do que claro quando Renan fitou uma moça e, de apático, passou para azedo em questão de milésimos de segundo. Contendo uma vontade aleatória de tocar-lhe o ombro de forma confortadora, ela ficou nas meninas de estado deplorável.

    Com um riso contido que mais parecia um fungado diante do comentário sobre Ala Hospitalar cheia do diretor e sussurrou para as meninas, com um senso de humor, no mínimo, estranho:


    - Desculpe a demora. Arrastar um sujeito cheio de obrigações como o diretor é difícil, ainda mais porque parece que essa noite todo mundo precisa dele de alguma forma. - Ela deu um sorriso estranho que certamente a teria feito mais feia.

    Os pensamentos lhe denunciaram, ela também precisava dele. Corar diante da conclusão foi inevitável, mas juntando o restinho de dignidade que o cansaço não lhe tirara ainda, ela se posicionou com altivez ao lado esquerdo do diretor, escutando a forma dura com ele se dirigia as meninas, quase como um pai faria com um filho. E ela não queria, definitivamente, ser filha do Diretor Renan! Quando ela perguntou onde estava o menino, Stella respondeu, de forma divertida e com a voz profunda:


    - Diretor, nós o vimos fugir. Ele deve estar tão cansando quanto eu, elas... Ou mesmo você. - Ela concluiu olhando diretamente e exibindo um sorriso mal contido. Arrependeu-se em seguida de ter aberto a boca.

    A forma um tanto íntima com que o tratara ia completamente contra com o que ela estava acostumada. E a seriedade da situação não combinava em nada com o que ela tinha dito. Como não podia voltar no tempo, limitou-se a olhar as meninas que provavelmente teriam recebido algum tipo de atendimento.

    Ela a olhou de novo e dessa vez ela o encarou sem reservas. Devia ser o cansaço que lhe fazia agir dessa maneira. Talvez a ciência de quanto mais rápido ele resolvesse os problemas, também descansaria - e ele realmente precisava. Mas encará-lo definitivamente não fazia parte de acelerar a resolução de problemas. Aliás, isso criava problemas cardíacos para ela, já que o coração acelerava - de nervoso, ela tentava se convencer. Quando questionada sobre as garotas, ela respondeu:


    - Sim, senhor. Como lhe disse antes, eu não faço idéia do que aconteceu, mas pelo estado delas coisa sadia e permitida - Stella deu ênfase na última palavra - não foi. A coisa deve ser séria. O outro lá fugiu enquanto era tempo. - Ela se permitiu desdenhar.

    Stella não é assim, sarcástica e mordaz, mas alguma coisa com a mocinha de cabelo castanho e pele de cera de vela não lhe parecia seguro, digamos assim.
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Emmeline Lupin
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Re: Ala Hospitalar

Post by Emmeline Lupin »

Narração
Fala

Pensamentos
Fala da curandeira
Fala do diretor
Fala da senhorita Di Fiore

Emmeline estivera absorta por muito tempo. Antes aquela Ala estava praticamente vazia, agora estava apinhada de alunos. Mas não prestara realmente atenção ao fato, até que a curandeira a sobressaltou. Ao que parecia seu humor também não era dos melhores.

- Aqueles que não estão sangrando, com partes do corpo faltando ou possuído por um demônio, peso que se retirem da ala e liberem leitos, paramos de hospedar alunos desde do ultimo ano, e creio que este ano nossos leitos serão usados para verdadeiros doentes.


Ao restante da frase Emmeline já não prestava atenção. Enquanto a curandeira se pronunciava mais alunos entravam na Ala Hospitalar. Mas somente um parecia estar mal. Um primeiranista talvez.

Emmeline queria sair dali. Aquele urro que escutara ainda a deixava assustada e nervosa. Mas a bibliotecaria havia sido clara ao pedir que permanecessem ali, esperando pelo diretor. De tempos em tempos Emmeline olhava Bru. A amiga que ficara silenciosa por bastante tempo, também parecia incomodada com a situação.


“Muito bem fico feliz que a Ala Hospitalar esteja tão cheia quanto sempre esteve – o que quer dizer que as pessoas ainda só se machucam.”


A voz do diretor era inconfundível. No mesmo instante, todos se viraram para encarar a face do diretor. A bibliotecária também estava ali ao lado dele.

“Primeiro, vocês duas" - o diretor se adiantara em direção a Bru e Emmeline. - “Suponho que eram vocês as meninas que estavam na Floresta Proibida, não? Com muita ênfase na parte do ‘proibida’. Onde está o menino?”

Os olhos castanhos de Emmeline focaram-se nos olhos do diretor. As amigas não tiveram tempo de se pronunciar o diretor já havia dirigido sua pergunta a bibliotecária.

“São mesmo elas, não são, senhorita Di Fiori?”


- Sim, senhor. Como lhe disse antes, eu não faço idéia do que aconteceu, mas pelo estado delas coisa sadia e permitida não foi. A coisa deve ser séria. O outro lá fugiu enquanto era tempo.


Mais uma vez a senhorita Di Fiore declarava Thomas como culpado pelo que havia acontecido. Emmeline já estava se sentindo incomodada com isso. Massageando as têmporas enquanto ouvia a voz desdenhosa da bibliotecária, sentia uma raiva crescendo. O jeito da senhorita Di Fiore a irritava profundamente.

- Com licença, diretor. Éramos nós sim. Mas não é bem do jeito que a senhorita Di Fiore fala. - ao prununciar o nome dela sua raiva aumentou, mas a conteve
- Havia um garoto conosco sim, ele saiu daqui minutos antes de vocês chegarem. Mas ele não estava fugindo. Ele estava cansado. Se não fosse pela ajuda dele. Não seria duas mortes em Hogwarts, mas quatro.

Emmeline fez uma pausa para respirar.

- Ainda não entendi muito bem o que aconteceu. - principiava com a explicação - Eu não conseguiria dormir tão cedo depois de tudo o que havia acontecido. Quis ver minha coruja, ela me faria relaxar um pouco, então fui ao corujal. Encontrei Bru lá. Estávamos conversando quando eu ouvi algo me chamando. Isso não faz muito sentido, mas era uma gargalhada. Não conseguia deixar de obedecer e andei diretamente para a floresta. Sendo seguida por Bru. - fechara os olhos relembrando o que havia acontecido. - Quando já estava bem no interior, onde não conseguia avistar a escola, fui ordenada a parar. Ouvi muitos passos. Centauros. De repente um feitiço me atingiu no ombro e parece que na Bru também. - Emmeline inclinou-se mostrando seu ombro direito, onde agora repousava uma marca. A estrela de cinco pontas dentro de uma Lua, na qual a ponta isolada estava voltada para baixo. A mesma que estava no pulso de Bru

- Os centauros também pareciam enfeitiçados. Nos atacaram. Foi aí que o Thomas apareceu. Não sei quando nem onde ele nos viu ir para a Floresta, mas ele nos ajudou. Um centauro começou a falar algo estranho.
- Emmeline fazia esforço para se lembrar. Foi quando se lembrou daquela voz sombria lhes dizendo.
"À meia noite, na floresta proibida duas garotas irão entrar... Passando dali em diante, ao caminho do mal atravessar... Pois marcadas pela lua serão, as próprias que ele terá de enfrentar... E com a chacina terão que acabar para a maldição terminar...” - mas não queria repetir o que ele disse. Apenas fitava os olhos do diretor enquanto falava.

- Nós corremos muito, quando eles avançavam novamente. Thomas conjurou vassouras. Saímos da floresta nelas mas os centauros continuavam a nos atacar. Me atingiram.- mostrou seu outro ombro que estava na atadura. - Para nos livrar-mos deles, fomos direto para o Salgueiro Lutador onde abri a passagem. Ficamos um tempo por lá. Quando constatamos ser seguro sair, usamos as duas vassouras que restavam inteiras para chegarmos a Torre de Astronomia. Onde a senhorita Di Fiore nos encontrou.



Contando assim parecia uma história ridícula. Se desse para ele ver o que havia acontecido seria muito mais fácil. Emmeline estava cansada, aquela marca ardia. Boa coisa não era. Era arte das trevas e sabia disso.
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G. R. Martins
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Re: Ala Hospitalar

Post by G. R. Martins »

O nada. Lugh flutuava no vazio... O vazio não era bom. O vazio também não era ruim. Era nada.

"A última coisa de que me lembro foi de ver L. e Raye duelando... Mas o que isso significa?"

Ele continuou no nada por algum tempo, até que uma voz despertou seus sentidos...

-Hey guri, tá me ouvindo? Estamos chegando, você vai melhorar logo...

"Vinnie?! Mas... o que será que aconteceu?!"

Ele tentou se mover, mas seu corpo não o obedecia... Ele sentiu que era colocado em uma maca e logo em seguida ouviu a voz da curandeira...

- Aqueles que não estão sangrando, com partes do corpo faltando ou possuído por um demônio, peso que se retirem da ala e liberem leitos, paramos de hospedar alunos desde do ultimo ano, e creio que este ano nossos leitos serão usados para verdadeiros doentes.

"Acho que meu timing não foi muito bom... Mas porque eu estou assim?! Preso dentro do corpo, podendo pensar perfeitamente, mas sem poder agir!"

Ele parou de prestar atenção nas vozes por um instante, sentiu que seu paladar retornava... Ele sentiu o gosto da torrada, um leve vislumbre do gosto da poção de Raye e um gosto quente e delicioso... Um gosto que não era doce, nem salgado, mas além... melhor...

"Meu... sangue..."

Ele se assustou com o pensamento e tentou voltar a ouvir... Parece que Elizabeth estava ali também...

- Antes que você pense qualquer coisa, não fui que o enfeiticei ou qualquer coisa do tipo. E, não, eu não estava tentando roubá-lo ou abusar dele de qualquer maneira. Ele havia falado qualquer coisa sobre tomar uma poção e talvez isso possa reanimá-lo. Estava com ele, mas não vou sair procurando mais ainda pelas vestes do garoto.

Ele tentou abrir os olhos, mas nada... Por quanto tempo ele teria que aguentar aquela tortura sicológica de saber o problema mas não poder agir de forma alguma...

"Eu tenho qeu sair dessa! Ugh..."

Uma imagem entrou em sua mente...

Ele estava dentro do banheiro masculino novamente, carregando o livro de Ereshkigal... O lugar estava vazio. Ele tirou a capa e a camisa, mas ficou com as calças. Ele então pegou um caco de vidro e cortou o próprio pulso. Com o pulso sangando, ele lambeu o pulso, saboreando o sangue...

"O-o que é isso?! Eu quero acordar! Eu preciso acordar!"

Lugh sentiu uma onda nova de adrenalina pelo corpo e antes que pudesse controlar, ele levantou se até ficar sentado e abriu os olhos, assustado. Estava de volta na Ala Hospitalar. Estava vivo.

-Eu... preciso me livrar dela. L. estava certo... A poção... não funciona mais...

Ele não sabia por que ou pra quem dizia aquilo... Ele apenas se sentia calmo com L. e impressionado novamente com os alunos dali...

"Nergal dizia para nos livrarmos dos fracos... Mas aqui... em um momento de fraqueza, me trazem até a Ala Hospitalar... É um ambiente novo, sem tanta maldade e mentiras..."

-Vinnie... obrigado... Eu sei que você me trouxe até aqui mesmo estando se divertindo lá... Acho que tudo o que posso fazer é... agradecer... E Elizabeth... Acho que eu te preocupei, né? Foi mal...

"Nergal... o primeiro psicopata entre os Ereshkigal. Acho melhor impedí-lo."

Off: Na verdade, a poção era o problema agora, mas tudo bem...
Off²: A explicação sobre a poção é beem longa, então... esperem um pouco, ok?
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Re: Ala Hospitalar

Post by Vinnie »

- Antes que você pense qualquer coisa, não fui que o enfeiticei ou qualquer coisa do tipo. E, não, eu não estava tentando rouba-lo ou abusar dele de qualquer maneira. Ele havia falado qualquer coisa sobre tomar uma poção e talvez isso possa reanimá-lo. Estava com ele, mas não vou sair procurando mais ainda pelas vestes do garoto.-Dizia a garota sonserina que havia o empurrado para o lado antes mesmo dele ter visto que ela estava ali.

Hm..será que ela agora é uma legimens?

Ele pensava que ela pudesse praticar a legiminencia pelo fato dela se adiantar a ele, mesmo ele não tendo dito nada, mesmo momentos mais tarde ele admitindo ser absurda essa idéia, se lembrando do olhar bem significativo que lançara a ela na cozinha, quando o garoto caiu, e também por ser uma coisa praticamente impossível de se praticar por um aluno comum..

Olha..me desculpe se pareceu que eu desconfiava de você, é que esse ano tem sido uma loucura esse castelo, e..bem, esqueça..

Ótimo, cá estou eu me desculpando com alguém que eu nunca vi..bem, talvez o garoto só tenha ficado nervoso perto de uma garota, ainda mais uma garota bela como ela..

De qualquer forma, agora que estamos aqui, deixa a curandeira se virar.. E nem foi preciso, o garoto já estava acordado no segundo seguinte, ainda aparentemente atordoado ele tentou levantar, mas foi impedido.

-Vinnie... obrigado... Eu sei que você me trouxe até aqui mesmo estando se divertindo lá... Acho que tudo o que posso fazer é... agradecer... E Elizabeth... Acho que eu te preocupei, né? Foi mal...
-Me divertindo, é? ainda bem que pareceu isso, espero que pros outros também..

-Ok, sem problemas guri, você deu um pequeno susto na gente mesmo..- disse, lançando outro olhar para a garota, que ainda permanecia calma, a velha calma sonserina, opu seria frieza? não sabia, mas de algum modo não se assustava, até achava melhor, do que ter alguém histérico choramingando ali..e continuou - De qualquer modo, é melhor você descansar um pouco aqui..ahn, a senhorita..Só então se deu conta que não sabia o nome da sonserina, mesmo achando que não era a melhor hora, resolveu se apresentar.-desculpe, eu não sei o seu nome, prazer, meu nome é Vinícius, mas pode me chamar de vinnie mesmo..como eu ia dizendo Lugh..é lugh né? tá..então, ela me disse que você mencionou uma poção..voc~e bebeu disso antes de se sentir mal? posso saber o que você faz com um frasco de poção assim?

Se sentiu um tanto inconveniente mas sabia que era hora de saber de alguma coisa antes que o jovem se matasse na sala comunal da Corvinal por não saber os perigos do mal uso de magia..
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Re: Ala Hospitalar

Post by Renan »

  • Bem... Não fora exatamente difícil lidar com aquela situação, ou até mesmo julgá-la. Primeiro, porque Stella estava anormalmente leve, por assim dizer; seus jeitos e trejeitos, de algum modo, singelamente atraentes – e tudo aliviava um pouco da tensão existente em Renan. Segundo, porque Emmeline Vance, estupidamente ou não, fitava os olhos do diretor por todo o tempo ao longo de sua confissão. Não era necessário invadir a mente da pobre garota para descobrir que ela não mentia, mas que mal faria, sendo ele o diretor?

    Sutilmente, depois de ouvir o relato, fez cara de pensativo e investigou os segredos que jaziam por detrás dos olhos da grifinória. Não era muita coisa, mas assistiu dos olhos da menina a versão acelerada da história relatada. Apreendeu a tal profecia dos centauros e notou que a menina lançava muitos olhares para o garoto sonserino que se transformava em coiote. Então entendeu o tom de voz de Stella ao se referir ao jovem animago.

    Um animago.

    De volta à ala, piscou duas vezes. A menina o olhava confusa, talvez, ou curiosa. Ele permaneceu por alguns segundos quieto, mudo. Guardou a varinha e levou a mão direita a cabeça, remexendo o cabelo.

    “Então, senhorita Vance”, começou um tanto quanto perdido, mas logo resolveu seu foco, “relata que adentrou a Floresta Proibida na companhia de mais dois colegas; enfrentaram, os três, um bando de centauros; tomaram uma passagem supostamente secreta para a Casa dos Gritos; e voaram para a Torre de Astronomia nesse estado... Impressionante.”

    Como se houvesse acabado de decretar uma sentença e ter dado um caso por encerrado, cessou a fala e ergueu-se categoricamente. Sacou mais uma vez a varinha e acendeu a ponta com uma luz púrpura. Apontou-a para as jovens grifinórias e, como suspeitava, detectou a magia negra nas imagens que foram gravadas em sua pele. Naturalmente, não pôde deixar de ficar preocupado – e seus olhos denunciaram esse deslize; só não havia muito que fazer, de acordo com o que entendia de magia negra. E era bastante, a julgar pelos últimos meses.

    “Certo, certo...”, disse quase que para si mesmo. “Se as duas estão tratadas, peço que se recolham para seu salão comunal. Mais tarde cumprirão sua detenção: irão esvaziar a sala da Profª Yuna Urahara sem magia, sob supervisão de algum professor, e farão o inventário de tudo o que estiver lá. Também comunicarei seu amigo – que aliás poderia encontrar conforto em um dos leitos aqui –, fiquem tranqüilas...” e então lançou um olhar profundo para a menina que ao animago lançava olhares, “por menos prudente que seja.”

    Renan tinha certeza que a jovem não viria a entender, mas sabia que Stella, ainda ao seu lado, teria compartilhado do divertimento que ele teve ao dizê-lo. Acenou com a cabeça para as meninas e virou-se para a bibliotecária e sorriu-lhe discretamente. Depois, eliminando o sorriso do rosto, caminhou para onde estava sua irmã.

    “Pois então, que faz que ainda há tantos enfermos aqui?”, provocou, tentando não se divertir com a situação.
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Re: Ala Hospitalar

Post by Agatha Saphira »

  • Ohanna decididamente não estava passando um dia muito bom, no Expresso de Hogwarts ela trombou com uma sujeitinha e por pouco não duelam, vai para a cozinha comer um pouco e rapidamente um multidão surge no local e quando vai até a Ala Hospitalar para devolver a varinha daquele corvinal que a deixou cair, ela acaba tendo certeza de que não deveria estar ali, pois também haviam muitas pessoas.

    Ela não sabia se deveria ir diretamente entregar a varinha para aquele aluno, pois não sabia se deveria ou não se meter entre ali, então preferiu aguardar na entrada da Ala, onde tinha certeza de que não iria precisar se preocupar em atrapalhar ninguém ou arranjar problemas.

    Ela ficou observando aquele grupo de pessoas conversando de modo nada amigável, os rostos pareciam tensos. Ele haviam estado na cozinha, mas parece que isso não era algo bom, já que ele mentiu dizendo que o outro garoto havia passado mal na Corvinal.

    Ela se escorou na porta e ficou ali esperando até que Vinnie passasse para ela entragar a varinha.


    Off [1] Só passei para devolver a varinha
    Off [2] Post completamente sem sal :|


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Re: Ala Hospitalar

Post by G. R. Martins »

-Ok, sem problemas guri, você deu um pequeno susto na gente mesmo...

Lugh se sentiu um pouco semgraça ao ouvir aquilo... Ele ficou envergonhado e só pôde responder:

-E-eu... me desculpem, mas é que...

- De qualquer modo, é melhor você descansar um pouco aqui..ahn, a senhorita... - Lugh percebeu que Vinnie hesitou um pouco; era óbvio que eles não se conheciam - - desculpe, eu não sei o seu nome, prazer, meu nome é Vinícius, mas pode me chamar de vinnie mesmo..como eu ia dizendo Lugh..é lugh né? tá..então, ela me disse que você mencionou uma poção..você bebeu disso antes de se sentir mal? posso saber o que você faz com um frasco de poção assim?

-Sim, é... e essa poção... o problema é muito diferente do que vocês pensam. Isso aconteceu porque L. estava certo... E porque Raye mentiu para mim...

Percebendo que sua fala provavelmente deixaria o garoto ainda mais confuso, ele continuou:

-Eu posso explicar tudo se quiser. Mas não aqui... - disse, se levantando - precisamos de outro lugar... mais vazio... O que me diz?

"Acho melhor omitir alguns detalhes... Como minhas alucinações e a lembrança sangrenta... Mas não há nada sobre os Ereshkigal que eu precise ocultar. Elizabeth já sabe sobre eles e não acho que ela me odeie..."

Lugh então sentiu algo dentro da sua calça; o frasco tinha ido parar ali dentro?! Ele tentou tirar da maneira mais discreta possível e o colocou novamente num bolso da calça; ele ainda seria útil se os temores de Lugh estivessem certos.

"Melhor guardar isto para mais tarde..."

Off: Elizabeth, ainda bem que vc não disse que achou o frasco... Seria bem... uh... inconveniente...
Off²: Eu vou para de arrastar vcs se quiserem, é que Lugh está impressionado com o jeito novo das pessoas que achou aqui...
Off³: Onde dentro da calça? Deixo pra imaginação de vcs... 8)
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Re: Ala Hospitalar

Post by Elizabeth Maives »

- Olha..me desculpe se pareceu que eu desconfiava de você, é que esse ano tem sido uma loucura esse castelo, e..bem, esqueça..

Elizabeth não respondeu nada ao pedido de desculpas do corvinal mais velho. Era melhor assim ou acabaria começando uma discussão ali.

De qualquer forma, agora que estamos aqui, deixa a curandeira se virar...

E como se fossem palavras mágicas, Lugh abriu os olhos e tentou sentar-se na cama.

-Eu... preciso me livrar dela. L. estava certo... A poção... não funciona mais..

Mentalmente anotou aquelas palavras no mesmo lugar que anotara tudo mais que o garoto dissera na cozinha. O que a intrigava não era o garoto em si e sim seu mistério. Ficou feliz por ele ter acordado antes de qualquer outra coisa acontecer, alguém tentar mecher com a poção ao qualquer coisa do tipo. Segredos são segredos.

-Vinnie... obrigado... Eu sei que você me trouxe até aqui mesmo estando se divertindo lá... Acho que tudo o que posso fazer é... agradecer... E Elizabeth... Acho que eu te preocupei, né? Foi mal...

Se a preocupara? Só a incompetência do outro corvinal. Certo, não podia ser assim tão severa com seus próprios sentimentos. Elizabeth reconhecera no garoto sintomas do que ela pr´ria sentia e teve um certo medo por ele. Bem, talvez fosse outra coisa

-Ok, sem problemas guri, você deu um pequeno susto na gente mesmo... - por um instante Elizabeth sentiu o olhar do corvinal mais velho recair sobre ela e respondeu com um olhar impassivo - De qualquer modo, é melhor você descansar um pouco aqui..ahn, a senhorita.. desculpe, eu não sei o seu nome, prazer, meu nome é Vinícius, mas pode me chamar de vinnie mesmo..como eu ia dizendo Lugh..é lugh né? tá..então, ela me disse que você mencionou uma poção..voc~e bebeu disso antes de se sentir mal? posso saber o que você faz com um frasco de poção assim?

"Estúpido inconveninte! O que ele tem com isso?"

A vontade de Elizabeth era mandar que vinnie se calesse, mas não o fez. Lugh parecia muito interessado me contar todos aqueles mistérios para o colega corvinal. Bem, escolha dele...

-Sim, é... e essa poção... o problema é muito diferente do que vocês pensam. Isso aconteceu porque L. estava certo... E porque Raye mentiu para mim... - disse Lugh - -Eu posso explicar tudo se quiser. Mas não aqui... Precisamos de outro lugar... mais vazio... O que me diz?

Antes que Vinícius pudesse se manifestar, Elizabeth se intrometeu

- Sou a senhorita Maives, Vinnie.

Não fazia a menor questão que o corvinal a chamasse pelo primeiro nome ou por qualquer apelido, pronunciando o dele com ironia evidente. Virou-se depois para Lugh. Não daria nenhum sermão, ele que fizesse o que achasse melhor. A verdade é que queria, agora já conhecera o começo, saber de toda a história. Não para ajudar o garoto nem nada do tipo, mas apenas para satisfazer sua curiosidade.

- As paredes escutam nesse castelo, literalmente. Se quiser contar sua história, sugiro a torre de astrônomia, que costuma ficar bem vazia quando não está teno aula, ou alguma das salas abandonadas. Elas são abundantes no cominho pra torre da corvinal.

Por dentro sentia certa ansiedade, mas seu rosto e sua voz continuaram impassíveis. Quem sabe que histórias poderia ouvir dali?

off¹: lugh, seria beeeeeeeeem estranho se a Elizabeth tivesse acahdo a apoção e aidna poderia ser enquadrado como abuso xD
off²: Vinnie, a eEliza é chata com tudo, não é só com você não, ok? Não é pessoal e, se você quiser, vence esse tipinho mal dela ;D
off³: Agora que atiçou a curiosidade da Eliza ela só para qunado descobrir D:
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Re: Ala Hospitalar

Post by Vinnie »

Aquela história estava se tornando mais estranha do que Vinnie imaginara, o garoto que num minuto estava imóvel numa maca, no outro minutos já estava tentando se levantar, apesar da tentativa de Vinnie de impedir que ele se esforçasse, decidiu não interfeir mais..

Sim, é... e essa poção... o problema é muito diferente do que vocês pensam. Isso aconteceu porque L. estava certo... E porque Raye mentiu para mim... Nesse momento a mente do garoto, que já tentava entender alguma coisa sobre o jovem deu um nó de vez.

- Sou a senhorita Maives, Vinnie.
Ah, legal.. naquele momento, o tom de ironia na voz da garota deu a ele a sensação de que qualquer tentativa de conversa amigável com ela seria perda de tempo, estava odiando aquela cara que ela fazia quando era obrigada a lhe dirigir a palavra, e sinceramente, ser tratado como um lixo não era seu tipo.

já vi que essa garota é um pé no saco, é uma pena..odeio ignorar alguém, parece rude demais mas já chega.. Resolveu continuar com o garoto.

-Hm..garoto, eu não quero me intrometer mais..só que isso não foi muito esclarecedor -Eu posso explicar tudo se quiser. Mas não aqui... - disse, se levantando - precisamos de outro lugar... mais vazio... O que me diz?

Ele ia aceitar a proposta, e pensar em algum lugar, o garoto parecia bem melhor, e os professores presentes ali com a curandeira não pareciam se importar muito com a saúde de algum aluno, então não seria ele a dar pitacos na saúde do guri. esse castelo vai de mal a pior..

- As paredes escutam nesse castelo, literalmente. Se quiser contar sua história, sugiro a torre de astrônomia, que costuma ficar bem vazia quando não está teno aula, ou alguma das salas abandonadas. Elas são abundantes no cominho pra torre da corvinal. - Começou a sonserina novamente.

hm..é, ela está certa. e o melhor de tudo, as masmorras de Sonserina são pro outro lado, quem sabe ela some..

ok então, vamos subindo? você me conta o que tá acontecendo no caminho, se quiser também, eu não vou pressionar você a isso, só tome cuidado com os segredos que voce guarda, muitos alunos já caíram aqui, enganados por seres que vagam por esses corredores, nenhum objeto sequer é considerado inofensivo aqui..quanto mais frascos de poção para garotos de sua idade..mas ok, vamos?
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E sim, fui segundo mas minha medalha é dourada pq eu posso u.ú



Venha para o Lado Azul da força!


Vinnie Lily
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Sheu
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Re: Ala Hospitalar

Post by Sheu »

Sheu olhava para os pés, destraída, imersa em pensamentos confusos, enquanto caminhava para a biblioteca. A garota não sabia mais o que fazer para tentar desvendar os mistérios que cercavam a sua vida e se agarrava à esperança de que na biblioteca, uma das maiores fontes de conhecimento do mundo da magia, descobriria algo.

*De que adiantam suspeitas se eu não posso provar nada?*

Enquanto caminhava pelos corredores, a garota se descobriu próxima à Ala Hospitalar onde sempre havia uma intensa mobilização. A garota achava, inclusive, que aquele local era mais movimentado do que uma aula. Não era diferente, agora. Sheu viu que as pessoas saíam com certa rapidez e impaciência do local e sua curiosidade a fez se aproximar. Com cuidado para não chamar atenção, a garota espiou o que acontecia.

De onde estava, Sheu viu que o diretor estava de costas, junto com a nova bibliotecária, dando uma dura nas duas meninas da grifinória que tinham entrado na Floresta.

*Merlim, eu tenho que agradecer à Prof Sophie que não comentou com o diretor sobre o incidente do ano passado*

Deu uma olhada no ambiente e viu que aquela menina da corvinal entregava uma varinha ao Vinnie, namorado da Lily Aaron. Sentiu seu corpo estremecer e um calor enrubescer sua face, fechando os punhos imediatamente. Não sabia explicar o porquê daquela menina provocar sentimentos tão agressivos nela e nem por que não conseguia se conter. Quando seus olhos se encontraram com a corvinal, imediatamente a garota os semicerrou. Tocou sua varinha no bolso interno da sua vestimenta, por instinto, e ela liberou pequeninas faíscas.

Sheu não notou nenhuma movimentação enquanto encarava a menina com um olhar de menosprezo e raiva. Por alguns minutos elas ficaram se encarando, medindo a intensidade de seus olhares ocmo se medissem o poder de suas varinhas. Existia algum tipo de ligação entre elas misteriosa, que motivava as garotas a entrar em conflito toda vez que se encontravam.

*Se aquela menina acha que eu esqueci e acovardei sobre o nosso assunto, é melhor deixar bem claro que isso não aconteceu*

De forma bastante sutil, Sheu apontou para a menina, depois para si e socou uma mão na outra. Era um típico sinal de que as coisas entre elas não estavam resolvidas e que Sheu não havia esquecido. Numa situação oportuna, certamente o castelo iria tremer. Deu um sorriso de desdém, com uma pitada de ironia, jogou os cabelos e deu as costas, para continuar o seu caminho.

Off1: post coisado na cocó pra provocar a ohanny ^^
off2: ohanny, num vou poder postar hoje pq vou pro jogo do Brasil (uebaaaaa, me procurem com cartaz e peruca amarela)
0ff3: quem quiser falar cmg ateh pode, mas num vai dar pra bater papo
off4: preparem-se... Hogwarts vai tremer...muahahahahaaaaaaa
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narração ~ fala ~ pensamento ~ outros personagens ~ off
Spoiler
RPG
fala ~ *pensamento* ~ narração ~ outros personagens
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