Corredores
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Re: Corredores
May acabara de sair da ala hospitalar estava andando pelos corredores do castelo pensando, quando derrepente deu um encontrão de frente com seu colega Lugh,viu que ele estava sendo carregado por uma outra menina. May então ouve Lugh dizer:
-Não vai me levar para a Ala Hospitalar, não é? Não gostaria de ter que explicar porque eu estou desse jeito. E me entregar para a inconsciência é uma impossibilidade. Não quando há tanto acontecendo, tanto para se fazer! Me deixe no chão.
May então pensou é lógico que ele tem que ir para a ala hospitalar olha o estado que eles estão, parou e perguntou
-Lugh, o que aconteceu, quer ajuda, vocês precisam ir o mais rápido possivel para a ala hospitalar
off: só vim aqui pra perseguir o primo Luh hsuasuahsuahs no RPG tbem
-Não vai me levar para a Ala Hospitalar, não é? Não gostaria de ter que explicar porque eu estou desse jeito. E me entregar para a inconsciência é uma impossibilidade. Não quando há tanto acontecendo, tanto para se fazer! Me deixe no chão.
May então pensou é lógico que ele tem que ir para a ala hospitalar olha o estado que eles estão, parou e perguntou
-Lugh, o que aconteceu, quer ajuda, vocês precisam ir o mais rápido possivel para a ala hospitalar
off: só vim aqui pra perseguir o primo Luh hsuasuahsuahs no RPG tbem
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- Elizabeth Maives
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Re: Corredores
-Não me importa o que pensa, Elizabeth. Eu não podia deixá-la simplesmente ali, desacordada misteriosamente. L. não importa se para chegar até ele eu tiver de deixar meus amigos para trás.
A declaração do garoto deixou Elizabeth perturbada, mas não quis demonstrar isso. Então ele deixaria tudo para trás para ajudá-la, ela, uma garota que ele conhecia há tão pouco tempo! Aquilo não fazia sentido. Não para ela.
-Limites existem para serem superados. Desafios existem para nos mostrar coisas. E esse mostrou muito para mim. Mostrou que eu não estou pronto para enfrentar tudo. Mostrou que eu posso me superar ainda mais. E também mostrou que por mais que a chama dos meus desejos passionais de achar L. e derrotar Nergal sejam fortes, ainda tenho a calma gelada para prosseguir passo a passo, criando uma teia de planos engenhosa e incortável.
Foi então que finalmente Elizabeth percebeu que o garoto não era só um garoto e o que não acreditara até então finalmente entrou em sua cabeça. Ele era tão maduro quanto ela fora em sua idedade, não muito menos do que era agora.
-Sobre a ave de L... Acha mesmo que eu seria descuidado a ponto de deixá-la simplesmente ignorada? Vejo ela vindo. Na verdade, ela está voando atrás de nós discretamente, porque não quer ser vista.
Elizabeth deixou o meio sorriso tomar seus lábios finos. O garoto não estava ali para brincadeiras. Ele era muito mais perspicaz do que ela pensava
-Não vai me levar para a Ala Hospitalar, não é? Não gostaria de ter que explicaqr porque eu estou desse jeito. E me entregar para a inconsciência é uma impossibilidade. Não quando há tanto acontecendo, tanto para se fazer! Me deixe no chão.
Elizabeth não gostou do tom imperioso do garoto, mas o fez voltar ao chão suavemente. Se ele não queria ir para a ala hospitalar, bem, o problema era todo e completamente dele. A verdade é que sentiu-se acusada. Ele não iria se entregar a inconciencia naquela situação só mostrava o quanto ela era fraca por fazê-lo. A última coisa que a garota queria era mais alguém para chamá-la de fraca
- Façamos como você preferir. Eu já estou bem melhor e, se quiser que continue...
Mas não pôde terminar. Uma garota com vestes grifinórias que passava por ali trombou em Lugh, quase o levando ao chão.
-Lugh, o que aconteceu, quer ajuda, vocês precisam ir o mais rápido possivel para a ala hospitalar
A voz desesperada e aflita da garota só irritou mais a sonserina
- Primeiro: eu não preciso ir à Ala Hospitalar e, segundo, se o Lguh disse que está bem assim, que assim seja. Os ferimentos dele são superficiais e até eu posso tratá-los. Obrigada pela atenção.
Essa última frase veio em tom completamente sarcástico, ainda mais fria que o resto da fala da garota. Queria sair dali e resolver por fim toda a situação
off: may, quem tá machucado é o lguh e eu que estava carregando ele, no ar, fato, mas anyway.
A declaração do garoto deixou Elizabeth perturbada, mas não quis demonstrar isso. Então ele deixaria tudo para trás para ajudá-la, ela, uma garota que ele conhecia há tão pouco tempo! Aquilo não fazia sentido. Não para ela.
-Limites existem para serem superados. Desafios existem para nos mostrar coisas. E esse mostrou muito para mim. Mostrou que eu não estou pronto para enfrentar tudo. Mostrou que eu posso me superar ainda mais. E também mostrou que por mais que a chama dos meus desejos passionais de achar L. e derrotar Nergal sejam fortes, ainda tenho a calma gelada para prosseguir passo a passo, criando uma teia de planos engenhosa e incortável.
Foi então que finalmente Elizabeth percebeu que o garoto não era só um garoto e o que não acreditara até então finalmente entrou em sua cabeça. Ele era tão maduro quanto ela fora em sua idedade, não muito menos do que era agora.
-Sobre a ave de L... Acha mesmo que eu seria descuidado a ponto de deixá-la simplesmente ignorada? Vejo ela vindo. Na verdade, ela está voando atrás de nós discretamente, porque não quer ser vista.
Elizabeth deixou o meio sorriso tomar seus lábios finos. O garoto não estava ali para brincadeiras. Ele era muito mais perspicaz do que ela pensava
-Não vai me levar para a Ala Hospitalar, não é? Não gostaria de ter que explicaqr porque eu estou desse jeito. E me entregar para a inconsciência é uma impossibilidade. Não quando há tanto acontecendo, tanto para se fazer! Me deixe no chão.
Elizabeth não gostou do tom imperioso do garoto, mas o fez voltar ao chão suavemente. Se ele não queria ir para a ala hospitalar, bem, o problema era todo e completamente dele. A verdade é que sentiu-se acusada. Ele não iria se entregar a inconciencia naquela situação só mostrava o quanto ela era fraca por fazê-lo. A última coisa que a garota queria era mais alguém para chamá-la de fraca
- Façamos como você preferir. Eu já estou bem melhor e, se quiser que continue...
Mas não pôde terminar. Uma garota com vestes grifinórias que passava por ali trombou em Lugh, quase o levando ao chão.
-Lugh, o que aconteceu, quer ajuda, vocês precisam ir o mais rápido possivel para a ala hospitalar
A voz desesperada e aflita da garota só irritou mais a sonserina
- Primeiro: eu não preciso ir à Ala Hospitalar e, segundo, se o Lguh disse que está bem assim, que assim seja. Os ferimentos dele são superficiais e até eu posso tratá-los. Obrigada pela atenção.
Essa última frase veio em tom completamente sarcástico, ainda mais fria que o resto da fala da garota. Queria sair dali e resolver por fim toda a situação
off: may, quem tá machucado é o lguh e eu que estava carregando ele, no ar, fato, mas anyway.
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Re: Corredores
May ouve a garota que esta com Lugh responder:
- Primeiro: eu não preciso ir à Ala Hospitalar e, segundo, se o Lugh disse que está bem assim, que assim seja. Os ferimentos dele são superficiais e até eu posso tratá-los. Obrigada pela atenção.
May pensou nossa ela poderia ser um pouquinho mais educada ne, eu só quiz ajudar. A verdade é que sentiu-se indesejada ali, mais mesmo assim insistiu.
-Nossa Elisabeth seu nome ne, pois bem eu so quiz ajudar e o Luh precisa ir sim para a ala hospitalar, esse meu primo e mais teimoso que uma mula cruzes, não se preocupe eu levo ele.
off: hsuausaushuahs eu num sabia Elisabeth que era ele q estava machucado, eu num fui até a torre nem sabia o q tinha acotecido, mais já editei
- Primeiro: eu não preciso ir à Ala Hospitalar e, segundo, se o Lugh disse que está bem assim, que assim seja. Os ferimentos dele são superficiais e até eu posso tratá-los. Obrigada pela atenção.
May pensou nossa ela poderia ser um pouquinho mais educada ne, eu só quiz ajudar. A verdade é que sentiu-se indesejada ali, mais mesmo assim insistiu.
-Nossa Elisabeth seu nome ne, pois bem eu so quiz ajudar e o Luh precisa ir sim para a ala hospitalar, esse meu primo e mais teimoso que uma mula cruzes, não se preocupe eu levo ele.
off: hsuausaushuahs eu num sabia Elisabeth que era ele q estava machucado, eu num fui até a torre nem sabia o q tinha acotecido, mais já editei
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Re: Corredores
- Façamos como você preferir. Eu já estou bem melhor e, se quiser que continue...
-Bom ver que você me entendeu. Acha mesmo que eu seria descuidado. Um detalhe é a minha abertura... - começou ele, mas não terminou porque a grifinória que dera um encontrão neles falou, aparecendo ali.
-Lugh, o que aconteceu, quer ajuda, vocês precisam ir o mais rápido possivel para a ala hospitalar!
Lugh queria responder aquela desconhecida que, excentricamente sabia seu nome, mas Elizabeth interveio antes.
- Primeiro: eu não preciso ir à Ala Hospitalar e, segundo, se o Lugh disse que está bem assim, que assim seja. Os ferimentos dele são superficiais e até eu posso tratá-los. Obrigada pela atenção.
-Se você diz, Elizabeth. Apenas não tire a cicatriz do meu pulso, sinto que ela está conectada com algo muito maior.
-Nossa Elisabeth seu nome ne, pois bem eu so quiz ajudar e o Lugh precisa ir sim para a ala hospitalar, esse meu primo e mais teimoso que uma mula cruzes, não se preocupe eu levo ele.
Lugh estava embasbacado; a garota o chamou de "primo"? Ele queria ignorá-la e sair dali, ofendido com a possibilidade de ter uma parenta de quem nem sabia a existência no Castelo. Porém, era mais fácil que a ave chegasse até eles se eles se mantivessem parados.
-Vai me obrigar, é? Acho melhor não. A Ala Hospitalar está cheia de pessoas que precisam estar lá, ao contrário de mim, que apesar de não parecer, estou perfeitamente bem.
"Primo? A audácia dela me impressiona. Mas acho melhor ter cuidado como fala, garota. Talvez eu não me sinta tão gentil."
Lugh estava irritado com como as pessoas o tratavam. Ele não era um fracote exausto, mas sim uma mente perfeitamente capaz pronta para maquinar novamente com o novo fluxo de informações que obtivera.
-Se quiser ir para a Ala Hospitalar, sinta-se livre, senhorita, mas não espere que eu vá junto.
Off: Que história é essa de me chamar de "primo"?
Off²: Foi mal, mas o Lugh odeia que o tratem como frágil.
Off³: Posso só imaginar como a Elizabeth está no meio de tudo isso.
-Bom ver que você me entendeu. Acha mesmo que eu seria descuidado. Um detalhe é a minha abertura... - começou ele, mas não terminou porque a grifinória que dera um encontrão neles falou, aparecendo ali.
-Lugh, o que aconteceu, quer ajuda, vocês precisam ir o mais rápido possivel para a ala hospitalar!
Lugh queria responder aquela desconhecida que, excentricamente sabia seu nome, mas Elizabeth interveio antes.
- Primeiro: eu não preciso ir à Ala Hospitalar e, segundo, se o Lugh disse que está bem assim, que assim seja. Os ferimentos dele são superficiais e até eu posso tratá-los. Obrigada pela atenção.
-Se você diz, Elizabeth. Apenas não tire a cicatriz do meu pulso, sinto que ela está conectada com algo muito maior.
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Lugh estava embasbacado; a garota o chamou de "primo"? Ele queria ignorá-la e sair dali, ofendido com a possibilidade de ter uma parenta de quem nem sabia a existência no Castelo. Porém, era mais fácil que a ave chegasse até eles se eles se mantivessem parados.
-Vai me obrigar, é? Acho melhor não. A Ala Hospitalar está cheia de pessoas que precisam estar lá, ao contrário de mim, que apesar de não parecer, estou perfeitamente bem.
"Primo? A audácia dela me impressiona. Mas acho melhor ter cuidado como fala, garota. Talvez eu não me sinta tão gentil."
Lugh estava irritado com como as pessoas o tratavam. Ele não era um fracote exausto, mas sim uma mente perfeitamente capaz pronta para maquinar novamente com o novo fluxo de informações que obtivera.
-Se quiser ir para a Ala Hospitalar, sinta-se livre, senhorita, mas não espere que eu vá junto.
Off: Que história é essa de me chamar de "primo"?
Off²: Foi mal, mas o Lugh odeia que o tratem como frágil.
Off³: Posso só imaginar como a Elizabeth está no meio de tudo isso.
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Re: Corredores
O feitiço pegou a corvinal de surpresa e a atingiu em cheio, fazendo se curvar de tanto rir. Sheu ficou observando a cena com um sorriso na cara, simplesmente porque era divertido. A garota conseguiu recuperar seu controle mais rápido do que o esperado.
- Finite Incantatem! Pois bem, parece que a garotinha quer se divertir um pouco, não é?! Tudo bem, também tenho um presente para você. TARANTALLEGRA!
- Proteg...
Mas o movimento rápido de Ohanny não deixou que Sheu conseguisse se proteger da forma adequada e foi atingida pelo feitiço da outra menina. Imediatamente perdeu o controle de suas pernas, que iniciaram uma dança frenética que mais parecia uma mistura de salsa, sapateado e algo que lembrava Michael Jackson. Sheu não tinha controle daquilo e estava morrendo de vergonha do papelão que fazia no meio do corredor.
*Ainda bem que ninguém está vendo*
- Está me parecendo que a garotinha gosta de dançar, mas infelizmente os teus passos não são adequados para o momento. Que tal outro feitiço?
Imediatamente Sheu apontou a varinha para si mesma e sussurrou.
- Finite Incantatem.
Ao mesmo tempo a outra menina lhe lançava um segundo ataque.
- LOCOMOTOR MORTIS...
Em milésimos de segundos Sheu percebeu que não haveria jeito de proteger-se com sua varinha e, num reflexo afinado, jogou-se de encontro à parede. Viu o feitiço passar a centímetros do seu corpo, em câmera lenta. Ergueu a varinha mais uma vez e atiçou contra a outra garota.
- Confundus!
Embora a história ali tivesse começado com muita tensão e raiva, agora Sheu exibia um certo sorriso no canto dos lábios. Não poderia evitar sentir aquela excitação da luta e o divertimento do duelo.
off: você baixou a varinha sim.
off2: nem deixou eu escolher se ia ser atingida...feia! Devia devolver u.u
off3: a gente tá só brincando *assovia*
- Finite Incantatem! Pois bem, parece que a garotinha quer se divertir um pouco, não é?! Tudo bem, também tenho um presente para você. TARANTALLEGRA!
- Proteg...
Mas o movimento rápido de Ohanny não deixou que Sheu conseguisse se proteger da forma adequada e foi atingida pelo feitiço da outra menina. Imediatamente perdeu o controle de suas pernas, que iniciaram uma dança frenética que mais parecia uma mistura de salsa, sapateado e algo que lembrava Michael Jackson. Sheu não tinha controle daquilo e estava morrendo de vergonha do papelão que fazia no meio do corredor.
*Ainda bem que ninguém está vendo*
- Está me parecendo que a garotinha gosta de dançar, mas infelizmente os teus passos não são adequados para o momento. Que tal outro feitiço?
Imediatamente Sheu apontou a varinha para si mesma e sussurrou.
- Finite Incantatem.
Ao mesmo tempo a outra menina lhe lançava um segundo ataque.
- LOCOMOTOR MORTIS...
Em milésimos de segundos Sheu percebeu que não haveria jeito de proteger-se com sua varinha e, num reflexo afinado, jogou-se de encontro à parede. Viu o feitiço passar a centímetros do seu corpo, em câmera lenta. Ergueu a varinha mais uma vez e atiçou contra a outra garota.
- Confundus!
Embora a história ali tivesse começado com muita tensão e raiva, agora Sheu exibia um certo sorriso no canto dos lábios. Não poderia evitar sentir aquela excitação da luta e o divertimento do duelo.
off: você baixou a varinha sim.
off2: nem deixou eu escolher se ia ser atingida...feia! Devia devolver u.u
off3: a gente tá só brincando *assovia*
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narração ~ fala ~ pensamento ~ outros personagens ~ off
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Re: Corredores
-Nossa Elisabeth seu nome ne, pois bem eu so quiz ajudar e o Lugh precisa ir sim para a ala hospitalar, esse meu primo e mais teimoso que uma mula cruzes, não se preocupe eu levo ele.
May acabara de dizer, quando Lugh a respondeu:
-Vai me obrigar, é? Acho melhor não. A Ala Hospitalar está cheia de pessoas que precisam estar lá, ao contrário de mim, que apesar de não parecer, estou perfeitamente bem.
"Primo? A audácia dela me impressiona. Mas acho melhor ter cuidado como fala, garota. Talvez eu não me sinta tão gentil."
May ficara abobada com o que estava ouvindo, ele não sabia ou fingia muito bem, quando ouviu ele novamente dizendo.
-Se quiser ir para a Ala Hospitalar, sinta-se livre, senhorita, mas não espere que eu vá junto
May já estava literalmente extressada, estava a ponto de extuporar alguém, mais só respondeu:
- "Ah é mesmo? vc é capaz de fazer o que quiser? então tá otimo
May se retira de perto do garoto sem nem olhar para tras.
off: Estou indo para a biblioteca
off: eh Luh depois agente conversa
May acabara de dizer, quando Lugh a respondeu:
-Vai me obrigar, é? Acho melhor não. A Ala Hospitalar está cheia de pessoas que precisam estar lá, ao contrário de mim, que apesar de não parecer, estou perfeitamente bem.
"Primo? A audácia dela me impressiona. Mas acho melhor ter cuidado como fala, garota. Talvez eu não me sinta tão gentil."
May ficara abobada com o que estava ouvindo, ele não sabia ou fingia muito bem, quando ouviu ele novamente dizendo.
-Se quiser ir para a Ala Hospitalar, sinta-se livre, senhorita, mas não espere que eu vá junto
May já estava literalmente extressada, estava a ponto de extuporar alguém, mais só respondeu:
- "Ah é mesmo? vc é capaz de fazer o que quiser? então tá otimo
May se retira de perto do garoto sem nem olhar para tras.
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Agatha Saphira
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Re: Corredores
- - Confundus!
O feitiço passou a centímetros de Ohanna, mas aquilo não foi suficiente para lhe atingir. Havia sido atacada uma vez, mas aquilo havia sido o suficiente para lhe aguçar os sentidos. Não queria criar problemas nos seus primeiros dias de Hogwarts, escolheu usar feitiços pequenos, fáceis, para não fazer nenhum dano muito forte.
- Sabe, minha queridinha, você parece ter um sorriso muito bonito, mas acho que tem aglo de errado nos teus dentes.
Ohanna falou aquilo com uma voz de falsete e riu ao perceber que a garota pareceu confusa com aquilo, possivelmente achando que tinha realmente algo de errado ali.
- Densaugeo!
Aquele duelo estava ficando sem graça e Ohanna estava se cansando daquilo, resolver dar então uma "animada".
- Estou amando esta nossa brincadeira, mas será que você não poderia duelar de verdade: Isso aqui está tedioso demais.
Não estava pensando em usar nada muito perigoso, como o crucio, mas iria se divertir um a pouco mais. A garota era Grifinória e isso lhe deu uma idéia de feitiço, porque não usar um raio vermelho conta uma aluna da casa vermelha...
- Estupefaça
Off [1] Brincadeira de criança, como é bom, como é bom...
Off [2] Naum usei Crucio pq o Renan fez cara de mau quando eu perguntei
Off [3] Nao sabia o que mais escrever, estou sem imaginação
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Re: Corredores
-Ah, é mesmo? Você é capaz de fazer o que quiser? Então tá otimo!
Lugh esperou a garota ir embora para falar com Elizabeth, estava tudo premeditado.
-Griffa louca. Enfim, como eu dizia antes da imterrupção... Não agi como um tresloucado emocional. O simples fato de que L. começou o jogo, e não eu prova que ele é quem tem mais interesse. Ou seja, é uma impossibilidade que a ave dele fosse simplesmente embora... de fato... - parou o garoto, estendendo o braço esquerdo - ...posso perceber que ela está chegando...
"Espera... como eu fiz isso?! É mesmo possível que eu tenha pressentido? Na verdade... desde a Torre... me sinto mais vivo... mais observador..."
Ele manteve o braço estendido e a ave pousou nele. A ave simplesmente deixou a carta de L. ali, na mão esquerda de Lugh. Lugh acariciou o pássaro com a mão direita. Era mesmo uma ave esplendorosa!
"Não acredito que pensamos em simpesmente capturar você. É a ave mais bela que eu já encontrei... A ave-do-paraíso."
-Obrigado. Aqui, poderia levar isto? - disse Lugh pegando a carta para L. de seu bolso. A ave pareceu estar surpresa, mas pegou a carta com o bico e voou, deixando apenas uma pena azul no lugar onde ela tinha pousado.
-E lá vai ela. Não podemos capturá-la, Elizabeth. Ela é bela demais para o cativeiro e sei que L. cortatria contato se o fizermos. - disse Lugh. A carta ficou fechada ali, e Lugh não abriria até que pedissem que ele o fizesse.
Off: Hey, esclarecendo, eu NÃO tenho uma prima no Castelo. A May escorregou nessa xD
Off²: Preparando a próxima (gigante) carta de L.
Lugh esperou a garota ir embora para falar com Elizabeth, estava tudo premeditado.
-Griffa louca. Enfim, como eu dizia antes da imterrupção... Não agi como um tresloucado emocional. O simples fato de que L. começou o jogo, e não eu prova que ele é quem tem mais interesse. Ou seja, é uma impossibilidade que a ave dele fosse simplesmente embora... de fato... - parou o garoto, estendendo o braço esquerdo - ...posso perceber que ela está chegando...
"Espera... como eu fiz isso?! É mesmo possível que eu tenha pressentido? Na verdade... desde a Torre... me sinto mais vivo... mais observador..."
Ele manteve o braço estendido e a ave pousou nele. A ave simplesmente deixou a carta de L. ali, na mão esquerda de Lugh. Lugh acariciou o pássaro com a mão direita. Era mesmo uma ave esplendorosa!
"Não acredito que pensamos em simpesmente capturar você. É a ave mais bela que eu já encontrei... A ave-do-paraíso."
-Obrigado. Aqui, poderia levar isto? - disse Lugh pegando a carta para L. de seu bolso. A ave pareceu estar surpresa, mas pegou a carta com o bico e voou, deixando apenas uma pena azul no lugar onde ela tinha pousado.
-E lá vai ela. Não podemos capturá-la, Elizabeth. Ela é bela demais para o cativeiro e sei que L. cortatria contato se o fizermos. - disse Lugh. A carta ficou fechada ali, e Lugh não abriria até que pedissem que ele o fizesse.
Off: Hey, esclarecendo, eu NÃO tenho uma prima no Castelo. A May escorregou nessa xD
Off²: Preparando a próxima (gigante) carta de L.
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Re: Corredores
-Se você diz, Elizabeth. Apenas não tire a cicatriz do meu pulso, sinto que ela está conectada com algo muito maior.
- Como quiser - disse, fazendo pouco caso.
E a conversa parou ali, porque a grifinória parecia não querer ir embora
-Nossa Elisabeth seu nome ne, pois bem eu so quiz ajudar e o Lugh precisa ir sim para a ala hospitalar, esse meu primo e mais teimoso que uma mula cruzes, não se preocupe eu levo ele.
"Garotinha intrometida!"
Elizabeth não precisou destilar nem mais um pouco de seu veneno. Lugh foi mais rápido
-Se quiser ir para a Ala Hospitalar, sinta-se livre, senhorita, mas não espere que eu vá junto
"Lugh :1, Grifinória intrometida: -4"
E a garotoa podia ter indo embora, mas, obvimente ela não iria assim. Tinha que dar uma respostinha, a qual Elizabeth ignorou, comemorando com um sorriso sarcástico, porém satisfeito que não mudou mais que o canto de seus lábios
-Griffa louca. Enfim, como eu dizia antes da imterrupção... Não agi como um tresloucado emocional. O simples fato de que L. começou o jogo, e não eu prova que ele é quem tem mais interesse. Ou seja, é uma impossibilidade que a ave dele fosse simplesmente embora... de fato... - o garoto parou um instante e estendeu o braço - ...posso perceber que ela está chegando...
Com uma graciosidade estupenda, a ave pousou sobre o braço estendido do jovem corvinal e depositou na palma da mão do garoto a nova carta de L. Elizabeth se surpreendeu por ele ter previsto a chegada da ave, mas de Lugh já esperava muitas coisas. Só de olhar para a ave Elizabeth sabia que não poderiam capturá-la, mesmo que quisessem. Era como tentar botar uma fêniz numa gaiola. Simplemente impossível. Deixou que Lguh acariciasse a ave e entregasse para ela a carta que havia sido escrita para L. Com mais um incrível movimento, a ave pegou a carta no bico e partiu em seu belo vôo(off: recuso-me a tirar o acento. Morram novas regras !)Concordou com um aceno de cabeça ao comentário de Lguh sobre não ser possível prender aquela ave. Concordava completamente! Mesmo ela que nunca fora de dar muita importância a vida selvagem de qualquer espécia, sentiu-se tocada pela delizadez, nobreza e beleza da ave. Observou a carta de Lugh, que continuava fechada em sua mão. O garoto ainda tinha cortes pelo corpo causados pela ave e parecia pálido, talvez pelo cansaço. Além do que, precisavam de um lugar para sentar e terminar de resolver tudo aquilo.
- Quer ir até a cozinha? Lá podemos conversar em relativa paz, terminar de cuidar desses ferimentos e comer alguma coisa
A verdade é que não haviam percebido o passar do tempo. Já entardecia lá fora e a última refeição que tiveram fora com o dia amanhecendo. Elizabeth não tinha percebido até então, mas estava com bastante fome
off: Lugh, se resolver ir pra cozinha, pode me mover!
- Como quiser - disse, fazendo pouco caso.
E a conversa parou ali, porque a grifinória parecia não querer ir embora
-Nossa Elisabeth seu nome ne, pois bem eu so quiz ajudar e o Lugh precisa ir sim para a ala hospitalar, esse meu primo e mais teimoso que uma mula cruzes, não se preocupe eu levo ele.
"Garotinha intrometida!"
Elizabeth não precisou destilar nem mais um pouco de seu veneno. Lugh foi mais rápido
-Se quiser ir para a Ala Hospitalar, sinta-se livre, senhorita, mas não espere que eu vá junto
"Lugh :1, Grifinória intrometida: -4"
E a garotoa podia ter indo embora, mas, obvimente ela não iria assim. Tinha que dar uma respostinha, a qual Elizabeth ignorou, comemorando com um sorriso sarcástico, porém satisfeito que não mudou mais que o canto de seus lábios
-Griffa louca. Enfim, como eu dizia antes da imterrupção... Não agi como um tresloucado emocional. O simples fato de que L. começou o jogo, e não eu prova que ele é quem tem mais interesse. Ou seja, é uma impossibilidade que a ave dele fosse simplesmente embora... de fato... - o garoto parou um instante e estendeu o braço - ...posso perceber que ela está chegando...
Com uma graciosidade estupenda, a ave pousou sobre o braço estendido do jovem corvinal e depositou na palma da mão do garoto a nova carta de L. Elizabeth se surpreendeu por ele ter previsto a chegada da ave, mas de Lugh já esperava muitas coisas. Só de olhar para a ave Elizabeth sabia que não poderiam capturá-la, mesmo que quisessem. Era como tentar botar uma fêniz numa gaiola. Simplemente impossível. Deixou que Lguh acariciasse a ave e entregasse para ela a carta que havia sido escrita para L. Com mais um incrível movimento, a ave pegou a carta no bico e partiu em seu belo vôo(off: recuso-me a tirar o acento. Morram novas regras !)Concordou com um aceno de cabeça ao comentário de Lguh sobre não ser possível prender aquela ave. Concordava completamente! Mesmo ela que nunca fora de dar muita importância a vida selvagem de qualquer espécia, sentiu-se tocada pela delizadez, nobreza e beleza da ave. Observou a carta de Lugh, que continuava fechada em sua mão. O garoto ainda tinha cortes pelo corpo causados pela ave e parecia pálido, talvez pelo cansaço. Além do que, precisavam de um lugar para sentar e terminar de resolver tudo aquilo.
- Quer ir até a cozinha? Lá podemos conversar em relativa paz, terminar de cuidar desses ferimentos e comer alguma coisa
A verdade é que não haviam percebido o passar do tempo. Já entardecia lá fora e a última refeição que tiveram fora com o dia amanhecendo. Elizabeth não tinha percebido até então, mas estava com bastante fome
off: Lugh, se resolver ir pra cozinha, pode me mover!
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Re: Corredores
-Quer ir até a cozinha? Lá podemos conversar em relativa paz, terminar de cuidar desses ferimentos e comer alguma coisa.
Lugh olhava para Elizabeth: cozinha? O mesmo lugar onde toda aquela loucura tinha começado?
"A Cozinha?! Onde aquele povo todo apareceu? Mas... é verdade que comida não faria mal algum..." - Lugh riu. Era uma bela oportunidade; afinal, a Cozinha deveria estar vazia.
-Claro, vamos. Ah, sim. Acho melhor abrirmos a carta quando chegarmos lá. Ela parece pesada.
Lugh andou em direção a Cozinha, seguido por Elizabeth, pensativo.
"Uma carta pesada... Há algo de misterioso aqui... Mas algo interessante."
Off: Lugh e Elizabeth, para a Cozinha!
Lugh olhava para Elizabeth: cozinha? O mesmo lugar onde toda aquela loucura tinha começado?
"A Cozinha?! Onde aquele povo todo apareceu? Mas... é verdade que comida não faria mal algum..." - Lugh riu. Era uma bela oportunidade; afinal, a Cozinha deveria estar vazia.
-Claro, vamos. Ah, sim. Acho melhor abrirmos a carta quando chegarmos lá. Ela parece pesada.
Lugh andou em direção a Cozinha, seguido por Elizabeth, pensativo.
"Uma carta pesada... Há algo de misterioso aqui... Mas algo interessante."
Off: Lugh e Elizabeth, para a Cozinha!
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- Sheu
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Re: Corredores
O feitiço lançado por Sheu quase atingiu a corvinal, passando a poucos centímetros do alvo.
- Sabe, minha queridinha, você parece ter um sorriso muito bonito, mas acho que tem aglo de errado nos teus dentes.
Essa era uma frase que não fazia o menor sentido no meio de uma batalha. Primeiro porque Sheu cuidava muito bem de seus dentes e, segundo, porque a garota ainda não tinha capacidade de lançar feitiços não-verbais. Sheu sentiria se fosse atingida. Passou a língua nos dentes, só por garantia e percebeu a tempo que era uma jogada de distração da oponente.
- Densaugeo!
- Protego! - desviou com segurança o feitiço.
- Estou amando esta nossa brincadeira, mas será que você não poderia duelar de verdade: Isso aqui está tedioso demais.
O sangue borbulhou na face da grifinória.
- Estupefaça!
- Protego! - desviou com certa afetação e assumiu uma postura rígida - Densaugeo? Estupefaça? E você ainda tem a ousadia de me perguntar se eu não poso duelar de verdade? - riu largamente da outra garota - Faça-me o favor. Não me diga que está com medinho de levar detenção? - a outra garota titubeou um pouco - Oh, é isso? Está com medinho de ser pega? Quem sabe pelo dono da sala adiante? - o olhar de confusão ficou claro na expressão da outra, enquanto trocavam passos alternados, em círculo no corredor, de varinhas em punho - Sim, minha cara. Esse corredor vai dar na sala do professor Ariel. Será que você tem a coragem necessária para duelar realmente ou vai continuar com o seu nível tão tedioso? - bocejou falsamente.
O clima estava mais tenso, Sheu podia sentir no ar. Talvez fosse até interessante se o professor realmente as pegasse. Novamente a situação hipotética passou por sua mente. Se estivesse sozinha vagando ali seria suspeito e perigoso, se ele fosse realmente o assassino. Mas junto com aquela garota...poderia se tornar algo mais... interessante.
- Minha vez. Aqua Eructo!
Lançou um jato forte de água na adversária, que desviou muito bem, mas Sheu já esperava por isso. Aproveitou os segundos para se aproximar ainda mais da outra garota e lançar um outro feitiço.
- Impedimenta!
Da distância em que estava era impossível errar e, com certeza, doeria caso a garota se batesse contra a parede.
- Ainda tedioso? - sorriu, irônica, ajeitando uma mecha dos cabelos - Posso melhorar ainda mais.
Off: se quem tem q aparecer nao aparecer vou lançar avadas
off2: morri com meu nome na sua legenda ^^
off3: devolvendo qnd vc me mexeu *momento dumal*
off4: medenho do retorno (tentando motivar sua criatividade)
- Sabe, minha queridinha, você parece ter um sorriso muito bonito, mas acho que tem aglo de errado nos teus dentes.
Essa era uma frase que não fazia o menor sentido no meio de uma batalha. Primeiro porque Sheu cuidava muito bem de seus dentes e, segundo, porque a garota ainda não tinha capacidade de lançar feitiços não-verbais. Sheu sentiria se fosse atingida. Passou a língua nos dentes, só por garantia e percebeu a tempo que era uma jogada de distração da oponente.
- Densaugeo!
- Protego! - desviou com segurança o feitiço.
- Estou amando esta nossa brincadeira, mas será que você não poderia duelar de verdade: Isso aqui está tedioso demais.
O sangue borbulhou na face da grifinória.
- Estupefaça!
- Protego! - desviou com certa afetação e assumiu uma postura rígida - Densaugeo? Estupefaça? E você ainda tem a ousadia de me perguntar se eu não poso duelar de verdade? - riu largamente da outra garota - Faça-me o favor. Não me diga que está com medinho de levar detenção? - a outra garota titubeou um pouco - Oh, é isso? Está com medinho de ser pega? Quem sabe pelo dono da sala adiante? - o olhar de confusão ficou claro na expressão da outra, enquanto trocavam passos alternados, em círculo no corredor, de varinhas em punho - Sim, minha cara. Esse corredor vai dar na sala do professor Ariel. Será que você tem a coragem necessária para duelar realmente ou vai continuar com o seu nível tão tedioso? - bocejou falsamente.
O clima estava mais tenso, Sheu podia sentir no ar. Talvez fosse até interessante se o professor realmente as pegasse. Novamente a situação hipotética passou por sua mente. Se estivesse sozinha vagando ali seria suspeito e perigoso, se ele fosse realmente o assassino. Mas junto com aquela garota...poderia se tornar algo mais... interessante.
- Minha vez. Aqua Eructo!
Lançou um jato forte de água na adversária, que desviou muito bem, mas Sheu já esperava por isso. Aproveitou os segundos para se aproximar ainda mais da outra garota e lançar um outro feitiço.
- Impedimenta!
Da distância em que estava era impossível errar e, com certeza, doeria caso a garota se batesse contra a parede.
- Ainda tedioso? - sorriu, irônica, ajeitando uma mecha dos cabelos - Posso melhorar ainda mais.
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narração ~ fala ~ pensamento ~ outros personagens ~ off
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Agatha Saphira
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Re: Corredores
Claramente Ohanna estava querendo se divertir aos custos da irritação da outra guria e percebeu que seu objetivo havia sido alcançado.
- Protego! Densaugeo? Estupefaça? E você ainda tem a ousadia de me perguntar se eu não poso duelar de verdade?
“Ria enquanto pode, mocinha”.
- Faça-me o favor. Não me diga que está com medinho de levar detenção?
Ohanna titubeou algumas palavras mas preferiu não falar nada. Ela não estava preocupada com detenção em si, mas com algumas pessoas que poderiam saber desta detenção.
- Oh, é isso? Está com medinho de ser pega? Quem sabe pelo dono da sala adiante? Sim, minha cara. Esse corredor vai dar na sala do professor Ariel. Será que você tem a coragem necessária para duelar realmente ou vai continuar com o seu nível tão tedioso?
“CLIMA TEDIOSO? Você vai ver quando me ver irritada.”
Ohanna quase entrou no “clima” da garota e respondeu, mas preferiu ficar quieta, estava pensando em um feitiço a altura. Queria usar algo forte, poderoso, mas sabia que como aluna não poderia fazer isso.
- Minha vez. Aqua Eructo!
Perdida em seus pensamentos, ela quase foi atingida pelo jato d’água que Sheu lançara, mas esta escapada fez com que Ohanna acabasse caindo no chão.
- Impedimenta!
Sheu aproveitou para se aproximar quando Ohanna se desviou do feitiço e ela não teve escapatória. Ohanna foi lançada na parede próxima e bateu duramente com a cabeça na parede.
- Ainda tedioso? Posso melhorar ainda mais.
Aquilo definitivamente havia passado dos limites. Sem preocupar-se com seu cabelo dessarrumado ou com a forte dor de cabeça que lhe atingira, Ohanna pegou sua varinha e apontou-a para Sheu, concentrando toda a sua raiva. Ela foi caminhando, com passos firmes, enquanto a garota arrumava uma mecha de seus cabelos.
- Tens certeza, minha cara! Chega de brincadeiras, vamos fazer algo de verdade. INCARCEROUS!
O feitiço atingiu Sheu, que acabou se desequilibrando e caiu no chão. A garota não podia se mover e, naquele momento, Ohanna poderia fazer algumas coisas “desagradáveis”. Aproveitando aquele momento, Ohanna ficou bem próxima dela e falou com voz de falsete.
- Concordo com o que meu pai sempre dizia, não existe feitiço fraco ou forte, pois tudo depende do modo que os utilizamos, você não acha? Está me parecendo que a garotinha foi imobilizada, o que será que devo fazer com ela agora??
Ohanna estava se divertindo com aquilo. A garotinha metida estava aos seus pés, aquilo sim estava divertido.
- Ora, ora, oraaaa. Aonde foi parar toda a sua coragem, pois estou vendo um nítido medo no seu olhar.
Ohanna estava com um amplo sorriso após dizer aquelas palavras. Haviam passos se aproximando no corredor, mas ainda estavam longe e ela não pode ver quem era, mas aproveitou aquilo para dizer algo.
- Alguém se aproximando! Bem que poderia ser o ladrão da relíquia, você não acha? Quem sabe ele te levaria embora e nos privaria da sua presença. Acho que ninguém iria te procurar, não é? Se bem que, acho que ele não te agüentaria por muito tempo, afinal, somente o teu irmão conseguiu fazer isso até hoje, nem a tua mãe suportou vc por muito tempo.
Off [1] Só para dar uma incrementada pros posts futuros
Off [2] Ainda bem que eu gosto da Sheu
Pois estes posts estão estranhos
Off [3] Que tal o Sr Ariel aparecer logo? Estamos enrolando demais isso aqui e tah ficando chato
Off [4] Você sabe que não falei nada sério, né Sheu?!
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Narração ~ Fala ~ Sheu ~ "Pensamentos" ~ Off

- Sheu
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Re: Corredores
Depois dos ataques de Sheu, a garota da Corvinal estava com seu cabelo completamente dessarumado, como se tivesse levado um choque. A outra ergueu sua varinha e aproveitou para arrumar uma mecha, fazendo jus a sua combinação de ataques contra a garota.
- Tens certeza, minha cara! Chega de brincadeiras, vamos fazer algo de verdade. INCARCEROUS!
- Proteg...
Mais uma vez, por pouco Sheu não conseguiu repelir o feitiço.
*Droga, falha minha!*
Cordas surgiram do nada e amarraram a garota de tal forma que a fez cair no chão, com um baque surdo, derrubando sua varinha das mãos. Sheu não conseguia se libertar das cordas e, sem a varinha nas mãos, nada poderia fazer.
- Concordo com o que meu pai sempre dizia, não existe feitiço fraco ou forte, pois tudo depende do modo que os utilizamos, você não acha?
Sheu começou a se debater nas cordas, tentando parecer desesperada, mas, na verdade, sua intenção era se aproximar de sua varinha. A outra garota parecia muito segura de si, tanto quanto Sheu estava minutos antes, e isso já tinha se mostrado um grave erro. A grifinória já tinha aprendido a não subestimar a garota e, em instantes, a corvinal também teria sua lição.
- Está me parecendo que a garotinha foi imobilizada, o que será que devo fazer com ela agora??
Sheu continuava a se debater, enquanto a garota sorria. Estava a poucos centímetros de pegar a varinha com as mãos, quase podia sentir ela querendo voltar para suas mãos.
*Só mais um pouco...só mais um pouco...*
- Ora, ora, oraaaa. Aonde foi parar toda a sua coragem, pois estou vendo um nítido medo no seu olhar.
*Medo? Essa garota não sabe mesmo o que se passa na minha mente*
Sheu ouviu alguns passos e aproveitou para olhar de relance onde estava a varinha. Faltava muito pouco. A garota se aproximou dela, a fim de dar um basta. Pelo menos era isso que Sheu esperava.
- Alguém se aproximando! Bem que poderia ser o ladrão da relíquia, você não acha? Quem sabe ele te levaria embora e nos privaria da sua presença. Acho que ninguém iria te procurar, não é? Se bem que, acho que ele não te agüentaria por muito tempo, afinal, somente o teu irmão conseguiu fazer isso até hoje, nem a tua mãe suportou vc por muito tempo.
*Peguei!*
- Minha mãe morreu por doença degenerativa, sua idiota. Mas ela sempre amou muito a gente. Não é o seu caso, é? - aproveitando-se do momento de instabilidade da outra garota, Sheu resolveu agir - Diffindo!
Em instantes as cordas se romperam do seu corpo, cortadas pelo feitiço. Algumas marcas ficaram marcadas no lugar onde o feitiço também lhe atingiu a pele, permitindo um filete de sangue escorrer. Aproveitando-se que a garota ainda parecia processar como aquilo estava acontecendo, atacou.
- Expelliarmus! - a varinha voou da mão da garota e Sheu continuou - Depulso! - empurrando a garota para trás.
Por azar, a garota caiu justamente com a mão em cima da varinha. Sheu correu em direção da garota para dar um ponto final naquele duelo, mas a garota se levantou e Sheu apontou a varinha ameaçadoramente para a corvinal, que fez o mesmo. As duas ficaram ali, se encarando, arfando, cansadas desse duelo sem fim, mas com os olhos banhados em orgulho e raiva. Estavam sujas, suadas, descabeladas e com escoriações pelo corpo. Nada que uma passada na Ala não resolvesse. Os passos altos no corredor anunciavam a aparição iminente de alguém e, a julgar pelo que tinha adiante, Sheu fazia idéia de quem fosse.
Off: cena congelada até alguém postar...ou nos materemos com avadas
- Tens certeza, minha cara! Chega de brincadeiras, vamos fazer algo de verdade. INCARCEROUS!
- Proteg...
Mais uma vez, por pouco Sheu não conseguiu repelir o feitiço.
*Droga, falha minha!*
Cordas surgiram do nada e amarraram a garota de tal forma que a fez cair no chão, com um baque surdo, derrubando sua varinha das mãos. Sheu não conseguia se libertar das cordas e, sem a varinha nas mãos, nada poderia fazer.
- Concordo com o que meu pai sempre dizia, não existe feitiço fraco ou forte, pois tudo depende do modo que os utilizamos, você não acha?
Sheu começou a se debater nas cordas, tentando parecer desesperada, mas, na verdade, sua intenção era se aproximar de sua varinha. A outra garota parecia muito segura de si, tanto quanto Sheu estava minutos antes, e isso já tinha se mostrado um grave erro. A grifinória já tinha aprendido a não subestimar a garota e, em instantes, a corvinal também teria sua lição.
- Está me parecendo que a garotinha foi imobilizada, o que será que devo fazer com ela agora??
Sheu continuava a se debater, enquanto a garota sorria. Estava a poucos centímetros de pegar a varinha com as mãos, quase podia sentir ela querendo voltar para suas mãos.
*Só mais um pouco...só mais um pouco...*
- Ora, ora, oraaaa. Aonde foi parar toda a sua coragem, pois estou vendo um nítido medo no seu olhar.
*Medo? Essa garota não sabe mesmo o que se passa na minha mente*
Sheu ouviu alguns passos e aproveitou para olhar de relance onde estava a varinha. Faltava muito pouco. A garota se aproximou dela, a fim de dar um basta. Pelo menos era isso que Sheu esperava.
- Alguém se aproximando! Bem que poderia ser o ladrão da relíquia, você não acha? Quem sabe ele te levaria embora e nos privaria da sua presença. Acho que ninguém iria te procurar, não é? Se bem que, acho que ele não te agüentaria por muito tempo, afinal, somente o teu irmão conseguiu fazer isso até hoje, nem a tua mãe suportou vc por muito tempo.
*Peguei!*
- Minha mãe morreu por doença degenerativa, sua idiota. Mas ela sempre amou muito a gente. Não é o seu caso, é? - aproveitando-se do momento de instabilidade da outra garota, Sheu resolveu agir - Diffindo!
Em instantes as cordas se romperam do seu corpo, cortadas pelo feitiço. Algumas marcas ficaram marcadas no lugar onde o feitiço também lhe atingiu a pele, permitindo um filete de sangue escorrer. Aproveitando-se que a garota ainda parecia processar como aquilo estava acontecendo, atacou.
- Expelliarmus! - a varinha voou da mão da garota e Sheu continuou - Depulso! - empurrando a garota para trás.
Por azar, a garota caiu justamente com a mão em cima da varinha. Sheu correu em direção da garota para dar um ponto final naquele duelo, mas a garota se levantou e Sheu apontou a varinha ameaçadoramente para a corvinal, que fez o mesmo. As duas ficaram ali, se encarando, arfando, cansadas desse duelo sem fim, mas com os olhos banhados em orgulho e raiva. Estavam sujas, suadas, descabeladas e com escoriações pelo corpo. Nada que uma passada na Ala não resolvesse. Os passos altos no corredor anunciavam a aparição iminente de alguém e, a julgar pelo que tinha adiante, Sheu fazia idéia de quem fosse.
Off: cena congelada até alguém postar...
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Re: Corredores
Daniel caminhava pelo corredor totalmente sem rumo. Pelo menos ele já tinha visto que o sr. Bergerson estava bem, e isso o deixou mesmo aliviado, apesar de não saber bem por que. Sem falar que felizmente não tinha acontecido nada "de mais" na ala, contando que o professor de Astronomia e o professor de DCAT haviam ficado frente a frente, e que o sr. Ruthven, para piorar, era quem tinha ficado bebado dessa vez.
Depois de ter saído da ala, Daniel não sabia bem o que fazer. Primeiro porque, depois de toda a confusão da cerimonia de abertura ter passado (só em parte porque obviamente as coisas no castelo não continuavam nada boas, por conta do sumiço do chapéu seletor e da morte do aluno no trem, e da professora de Transfiguração), ele se descobriu sozinho novamente. Continuava não tendo amigos ali, nem mesmo seus colegas do terceiro ano, e então não tinha exatamente com quem conversar. As aulas ainda não haviam começado realmente. E os professores estavam ocupados e preocupados com tudo o que acontecia, além de outras coisas (sabe la mais o que).
Então, sem saber o que fazer ou para onde ir, o garoto ficou andando pelos corredores feito um idiota, dando voltas e graças ao movimento das escadas, chegando a passar duas ou tres vezes pelo mesmo lugar. Felizmente não estava encontrando muito movimento, eram poucos os alunos que estavam se aventurando pelos corredores naquele fim de tarde. A maioria ou ficava no salão e jardins (apesar do tempo não muito agradável lá fora), onde tinha sempre muita gente, ou permaneciam nos dormitórios. O clima era realmente estranho e um tanto pesado, mas Daniel já estava acostumado com isso, depois de tantas coisas...
Além de tudo, ele não tinha medo de ficar andando sozinho pelos corredores já um tanto escuros. Ele sabia muito bem que se algo tivesse que acontecer, aconteceria de qualquer jeito (e ele mesmo era a maior prova disso). Claro que tinha que tomar cuidado algumas vezes, mas... Para isso ele carregava consigo, além da varinha, a sua espada. Escondida. Tinha prometido a Renan que não ficaria andando pelo castelo com ela, mas naquela situação, ela talvez fosse sua única defesa. O que ele poderia fazer com a varinha contra um bruxo adulto? Praticamente nada. A não ser com a espada, mesmo que ela lhe trouxesse lembranças ruins.
De repente, um barulho. Daniel parou onde estava, apertando a espada que estava por baixo da capa, tentando descobrir o que fora aquilo. Olhou ao redor, toda a extensao do corredor, mas não viu nada. Tudo estava em silencio, como antes. Mesmo que ainda um pouco desconfiado, o garoto deu de ombros e continuou a andar. Mas não por muito tempo. Quando se deu conta, Daniel teve seus braços segurados e seu rosto tapado com um pano ou algo assim. Ele ainda tentou se debater e gritar, mas sua voz foi abafada. E em alguns poucos segundos, o garoto foi perdendo suas forças, até sentir os braços e pernas pesados, e seu corpo se entregando. De repente tudo ficou muito mais escuro...
Off Gente, eu to em outro corredor tá, outro andar (se ainda tem alguem coisando aqui). Não coisem comigo porque isso tava previsto! E também isso pode não tá acontecendo bem ao mesmo tempo que as ações de voces u.u =)
Depois de ter saído da ala, Daniel não sabia bem o que fazer. Primeiro porque, depois de toda a confusão da cerimonia de abertura ter passado (só em parte porque obviamente as coisas no castelo não continuavam nada boas, por conta do sumiço do chapéu seletor e da morte do aluno no trem, e da professora de Transfiguração), ele se descobriu sozinho novamente. Continuava não tendo amigos ali, nem mesmo seus colegas do terceiro ano, e então não tinha exatamente com quem conversar. As aulas ainda não haviam começado realmente. E os professores estavam ocupados e preocupados com tudo o que acontecia, além de outras coisas (sabe la mais o que).
Então, sem saber o que fazer ou para onde ir, o garoto ficou andando pelos corredores feito um idiota, dando voltas e graças ao movimento das escadas, chegando a passar duas ou tres vezes pelo mesmo lugar. Felizmente não estava encontrando muito movimento, eram poucos os alunos que estavam se aventurando pelos corredores naquele fim de tarde. A maioria ou ficava no salão e jardins (apesar do tempo não muito agradável lá fora), onde tinha sempre muita gente, ou permaneciam nos dormitórios. O clima era realmente estranho e um tanto pesado, mas Daniel já estava acostumado com isso, depois de tantas coisas...
Além de tudo, ele não tinha medo de ficar andando sozinho pelos corredores já um tanto escuros. Ele sabia muito bem que se algo tivesse que acontecer, aconteceria de qualquer jeito (e ele mesmo era a maior prova disso). Claro que tinha que tomar cuidado algumas vezes, mas... Para isso ele carregava consigo, além da varinha, a sua espada. Escondida. Tinha prometido a Renan que não ficaria andando pelo castelo com ela, mas naquela situação, ela talvez fosse sua única defesa. O que ele poderia fazer com a varinha contra um bruxo adulto? Praticamente nada. A não ser com a espada, mesmo que ela lhe trouxesse lembranças ruins.
De repente, um barulho. Daniel parou onde estava, apertando a espada que estava por baixo da capa, tentando descobrir o que fora aquilo. Olhou ao redor, toda a extensao do corredor, mas não viu nada. Tudo estava em silencio, como antes. Mesmo que ainda um pouco desconfiado, o garoto deu de ombros e continuou a andar. Mas não por muito tempo. Quando se deu conta, Daniel teve seus braços segurados e seu rosto tapado com um pano ou algo assim. Ele ainda tentou se debater e gritar, mas sua voz foi abafada. E em alguns poucos segundos, o garoto foi perdendo suas forças, até sentir os braços e pernas pesados, e seu corpo se entregando. De repente tudo ficou muito mais escuro...
Off Gente, eu to em outro corredor tá, outro andar (se ainda tem alguem coisando aqui). Não coisem comigo porque isso tava previsto! E também isso pode não tá acontecendo bem ao mesmo tempo que as ações de voces u.u =)
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Re: Corredores
Bem, seguiu a jovem professora até certo ponto. Seu raciocínio rápido, no entanto, agora já quase que totalmente restabelecido, passou a incomodá-lo. Se a srta. Crawfort não quisera falar sobre o assunto que lhe interessera antes, porque iria falar agora? As pessoas não mudam de opinião assim tão rapidamente, mesmo em meio a tantos infortúnios, a menos que sejam volúveis. E David sabia bem que não devia confiar em pessoas volúveis. Jamais.
Porém, era óbvio que aquele não seria um motivo forte o suficiente para simplesmente abandonar a pobre mulher sem dizer palavra. Teria de correr o risco de ser pressionado sobre algo de que não gostaria de falar? Algo que jamais poderia revelar? Teria ela visto ou percebido qualquer coisa? Em qualquer dos casos, não teria escolha. E não era como se já não tivessem acontecido tragédias demais nas últimas horas...
Morte. Depois de uma certa convivência, você acaba se acostumando com ela. Tanto que começa a sentir quando ela está se aproximando; um arrepio percorre toda a sua espinha e você percebe que o ar ao seu redor fica mais gelado. Se isso, porém, já lhe for costumeiro, você não se importa - como David não se importava. Não normalmente. Das últimas 48 horas em diante, ele sabia muito bem o que tinha de fazer quando tivesse tais sensações. E naquele exato momento, ali no corredor, não seria diferente.
Ficou onde estava, deixando que a srta. Crawfort se adiantasse a passos largos em direção ao lugar no qual viriam a ter a conversa - que jamais aconteceria - sem, talvez, perceber que ele ficara para trás. Permaneceu imóvel, quieto, quase que unindo-se às paredes do corredor escuro e vazio. Precisava concentrar-se. Sim. Além de tudo, o garoto ainda estava por perto. Em vista dos novos acontecimentos, não era como se pudesse esperar mais. Tinha de acabar logo com aquilo - de uma vez por todas. Em instantes, localizou-o, mentalmente. E sem hesitar, apressou os passos na direção do local por onde o garoto perambulava. Só esperava que ele estivesse sozinho; do contrário, haveriam mais baixas...
Estava bem próximo. A poucos metros de distância. Pôde ver a sombra do pequeno movimentando-se lentamente pelo corredor. Estava só. Era o momento. Caminhou lentamente na direção do garoto, a mão entranhada no bolso interno da longa capa tão escura quanto a noite que chegara; não deveria assustá-lo. Não poderia saber se havia mais alguém por perto. Prendeu a respiração. Tão perto chegou, que podia a ouvir a respiração do aluno. Aprontou-se para abordá-lo. O momento decisivo, mais um, estava prestes a acontecer...
... quando, subitamente, um vulto surgiu, do outro lado, pôs-se por detrás do garoto e, prendendo seus braços, o desacordou com algo que colocou em seu rosto. Ainda sem poder identificar o sujeito, David escondeu-se por detrás da parede, às sombras do corredor. Ele viu quando o sujeito arrastou o corpo inerte do garoto pelo corredor; seguiu-o, com muito mais cuidado do que há pouco. Tomou a varinha do bolso, mantendo-a em punho. O garoto não estava morto; ainda. E por isso mesmo, quando o sujeito movimentou-se por três vezes seguidas, de um lado para outro, e em seguida puxou o garoto para dentro de uma porta que acabara de surgir, o professor de Astronomia não teve dúvidas do que deveria fazer. Não tinha dúvidas de que era ele. E por isso tinha de ser rápido.
Num impulso, lançou-se em direção à porta ainda aberta, imediatamente segurando o braço do sujeito (que deixou o garoto cair no chão), apontando-lhe a varinha e dizendo, com voz firme:
- Pare imediatamente. É melhor não tentar nada... Ainda não estou certo sobre quem você é, e por que está fazendo isso, mas vou confirmar minhas suspeitas agora mesmo.
Ainda não podia idenficar seu rosto em meio às sombras, mas um Lumus resolveria rapidamente o problema. David acendeu a varinha, e no mesmo instante descobriu o rosto da figura por trás de todos os infelizes eventos recentes. Arregalou os olhos, estupefato.
- Você... C-como...? O-o que...? - murmurou de maneira quase incompreensível.
O momento de hesitação e certa surpresa, porém, foi um erro. Quase que fatal. Um erro que ele jurara não cometer nunca mais - a promessa fora quebrada. E isto poderia lhe custar muito caro. Numa fração de segundos, sentiu um soco terrível no abdômen; fora estuporado, e devido à pequeníssima distância entre os dois, o impacto foi muito maior do que o normal. Tanto que, antes que se desse por si, o professor já tinha seu corpo arremessado para trás, e sua varinha praticamente voou de sua mão para um lugar qualquer do corredor. O pior: não conseguiu reagir antes de atravessar e arrebentar, com o próprio corpo, a janela do outro lado do corredor. Tarde demais.
Três dedos. Foram estes os únicos fatores que impediram David de despencar da janela do sétimo andar. Com um esforço fora do comum, o professor manteve-se agarrado ao beiral da janela, sentindo a dor aguda espalhar-se do abdômen para praticamente todo seu corpo; os dentes cerrados por conta do esforço, permeados do sangue que lhe saía da boca e do nariz. Ele sabia que estava por um triz - literalmente. Sua capa, negra como a noite, esvoaçava com o vento gelado que soprava. Sua mão, a que o mantinha preso à janela, já começava a tremer. E, por fim, o rosto escancaradamente sem compaixão, distorcido, da figura agora ainda mais sombria surgiu da janela, por sobre ele. Bastava um movimento da varinha, ou mesmo um toque em seus dedos. Mais uma vez, soube que estava perto do fim. E de repente a morte já estava bem ao seu lado...
Off- Tan dam u.u *capota
ah, ainda não acabou u.u
oi, Dvd morre ou não morre? Você decide ;D
tá, parei u_ú
Porém, era óbvio que aquele não seria um motivo forte o suficiente para simplesmente abandonar a pobre mulher sem dizer palavra. Teria de correr o risco de ser pressionado sobre algo de que não gostaria de falar? Algo que jamais poderia revelar? Teria ela visto ou percebido qualquer coisa? Em qualquer dos casos, não teria escolha. E não era como se já não tivessem acontecido tragédias demais nas últimas horas...
Morte. Depois de uma certa convivência, você acaba se acostumando com ela. Tanto que começa a sentir quando ela está se aproximando; um arrepio percorre toda a sua espinha e você percebe que o ar ao seu redor fica mais gelado. Se isso, porém, já lhe for costumeiro, você não se importa - como David não se importava. Não normalmente. Das últimas 48 horas em diante, ele sabia muito bem o que tinha de fazer quando tivesse tais sensações. E naquele exato momento, ali no corredor, não seria diferente.
Ficou onde estava, deixando que a srta. Crawfort se adiantasse a passos largos em direção ao lugar no qual viriam a ter a conversa - que jamais aconteceria - sem, talvez, perceber que ele ficara para trás. Permaneceu imóvel, quieto, quase que unindo-se às paredes do corredor escuro e vazio. Precisava concentrar-se. Sim. Além de tudo, o garoto ainda estava por perto. Em vista dos novos acontecimentos, não era como se pudesse esperar mais. Tinha de acabar logo com aquilo - de uma vez por todas. Em instantes, localizou-o, mentalmente. E sem hesitar, apressou os passos na direção do local por onde o garoto perambulava. Só esperava que ele estivesse sozinho; do contrário, haveriam mais baixas...
Estava bem próximo. A poucos metros de distância. Pôde ver a sombra do pequeno movimentando-se lentamente pelo corredor. Estava só. Era o momento. Caminhou lentamente na direção do garoto, a mão entranhada no bolso interno da longa capa tão escura quanto a noite que chegara; não deveria assustá-lo. Não poderia saber se havia mais alguém por perto. Prendeu a respiração. Tão perto chegou, que podia a ouvir a respiração do aluno. Aprontou-se para abordá-lo. O momento decisivo, mais um, estava prestes a acontecer...
... quando, subitamente, um vulto surgiu, do outro lado, pôs-se por detrás do garoto e, prendendo seus braços, o desacordou com algo que colocou em seu rosto. Ainda sem poder identificar o sujeito, David escondeu-se por detrás da parede, às sombras do corredor. Ele viu quando o sujeito arrastou o corpo inerte do garoto pelo corredor; seguiu-o, com muito mais cuidado do que há pouco. Tomou a varinha do bolso, mantendo-a em punho. O garoto não estava morto; ainda. E por isso mesmo, quando o sujeito movimentou-se por três vezes seguidas, de um lado para outro, e em seguida puxou o garoto para dentro de uma porta que acabara de surgir, o professor de Astronomia não teve dúvidas do que deveria fazer. Não tinha dúvidas de que era ele. E por isso tinha de ser rápido.
Num impulso, lançou-se em direção à porta ainda aberta, imediatamente segurando o braço do sujeito (que deixou o garoto cair no chão), apontando-lhe a varinha e dizendo, com voz firme:
- Pare imediatamente. É melhor não tentar nada... Ainda não estou certo sobre quem você é, e por que está fazendo isso, mas vou confirmar minhas suspeitas agora mesmo.
Ainda não podia idenficar seu rosto em meio às sombras, mas um Lumus resolveria rapidamente o problema. David acendeu a varinha, e no mesmo instante descobriu o rosto da figura por trás de todos os infelizes eventos recentes. Arregalou os olhos, estupefato.
- Você... C-como...? O-o que...? - murmurou de maneira quase incompreensível.
O momento de hesitação e certa surpresa, porém, foi um erro. Quase que fatal. Um erro que ele jurara não cometer nunca mais - a promessa fora quebrada. E isto poderia lhe custar muito caro. Numa fração de segundos, sentiu um soco terrível no abdômen; fora estuporado, e devido à pequeníssima distância entre os dois, o impacto foi muito maior do que o normal. Tanto que, antes que se desse por si, o professor já tinha seu corpo arremessado para trás, e sua varinha praticamente voou de sua mão para um lugar qualquer do corredor. O pior: não conseguiu reagir antes de atravessar e arrebentar, com o próprio corpo, a janela do outro lado do corredor. Tarde demais.
Três dedos. Foram estes os únicos fatores que impediram David de despencar da janela do sétimo andar. Com um esforço fora do comum, o professor manteve-se agarrado ao beiral da janela, sentindo a dor aguda espalhar-se do abdômen para praticamente todo seu corpo; os dentes cerrados por conta do esforço, permeados do sangue que lhe saía da boca e do nariz. Ele sabia que estava por um triz - literalmente. Sua capa, negra como a noite, esvoaçava com o vento gelado que soprava. Sua mão, a que o mantinha preso à janela, já começava a tremer. E, por fim, o rosto escancaradamente sem compaixão, distorcido, da figura agora ainda mais sombria surgiu da janela, por sobre ele. Bastava um movimento da varinha, ou mesmo um toque em seus dedos. Mais uma vez, soube que estava perto do fim. E de repente a morte já estava bem ao seu lado...
Off- Tan dam u.u *capota
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Re: Corredores
Sheu ainda apontava a varinha para Ohanny, arfando, cansada, mas sem jamais admitir tais coisas. Se tivesse que duelar durante semanas, não baixaria a guarda nenhuma vez sequer.
Em instantes, uma figura elegante surgiu das sombras da esquina do corredor, atraindo a atenção para si e paralisando as meninas. Sheu sentiu um arrepio percorrer todo seu corpo ao mesmo tempo em que sentia o sangue aquecer o seu rosto.
- Mas isto só pode ser uma ilusão...
Sheu e Ohanny trocaram olhares desconcertados, pois foram pegas no flagra. Afastaram-se uma da outra e guardaram suas varinhas. Enquanto isso, o professor continuava a bradar em seu ritmo peculiar, sua voz arranhada e, Sheu pudia jurar, um levemente embolada.
- Duelando, em plenos corredores de Hogwarts, no horário em que deveriam estar em seus dormitórios. Lamentável, lamentável. E, o delito mais grave de todos, estavam invadindo os limites dos meus aposentos.
À medida que o Prof Ariel se aproximava, parecia se apoiar um pouco mais do que o comum em sua bengala. Na realidade, por alguns minutos, Sheu achou que ele estava caminhando inclinado demais. Ele passou direto entre as meninas, sem lhes dirigir a palavra. Contudo, foi impossível disfarçar o cheiro de álcool que vinha dele. Sheu balançou a mão próxima ao nariz e fez uma careta, olhando com repreensão para as costas do professor.
- Para isso, apenas digo: detenção! Agora, na minha sala. Acompanhem – me.
Nesse momento, porém, o perigo lhe pareceu muito maior do que o esperado. Um possível assassino, cheirando a álcool, disfarçando teatralmente e levando duas alunas para uma sala da qual poucas pessoas sabem a localização.
*Droga! Se esse tiro sair pela culatra, o que eu vou fazer? Uma varinha contra um adulto não significa lá muita coisa*
Caminhou altiva atrás do professor, para manter uma certa diginidade diante da corvinal. Sabia que ambas estariam preocupadas com a detenção de Ariel, mas nenhuma queria dar o braço a torcer. Tinham feito coisa errada, de qualquer forma.
*Esta é a desculpa perfeita para entrar na Sala do professor e tentar encontrar alguma pista que deponha contra ele. Foi muita providência que essa garota tenha me seguido e o Prof Ariel nos encontrado. Até parece que Hogwarts quer que eu descubra algo. Mas agora, não posso facilitar para um possível ataque* segurou a varinha no bolso com força *Se ele for o assassino, devo me manter fria como pedra e não demonstrar nenhuma emoção. Vamos, Sheu. Apenas respire*
Em seguida fechou os olhos e deixou escapar um suspiro de concentração. As cartas estavam lançadas e o futuro já soprava ao pé do ouvido.
off: sala do Ariel
Ariel, pegael ~foge
Em instantes, uma figura elegante surgiu das sombras da esquina do corredor, atraindo a atenção para si e paralisando as meninas. Sheu sentiu um arrepio percorrer todo seu corpo ao mesmo tempo em que sentia o sangue aquecer o seu rosto.
- Mas isto só pode ser uma ilusão...
Sheu e Ohanny trocaram olhares desconcertados, pois foram pegas no flagra. Afastaram-se uma da outra e guardaram suas varinhas. Enquanto isso, o professor continuava a bradar em seu ritmo peculiar, sua voz arranhada e, Sheu pudia jurar, um levemente embolada.
- Duelando, em plenos corredores de Hogwarts, no horário em que deveriam estar em seus dormitórios. Lamentável, lamentável. E, o delito mais grave de todos, estavam invadindo os limites dos meus aposentos.
À medida que o Prof Ariel se aproximava, parecia se apoiar um pouco mais do que o comum em sua bengala. Na realidade, por alguns minutos, Sheu achou que ele estava caminhando inclinado demais. Ele passou direto entre as meninas, sem lhes dirigir a palavra. Contudo, foi impossível disfarçar o cheiro de álcool que vinha dele. Sheu balançou a mão próxima ao nariz e fez uma careta, olhando com repreensão para as costas do professor.
- Para isso, apenas digo: detenção! Agora, na minha sala. Acompanhem – me.
Nesse momento, porém, o perigo lhe pareceu muito maior do que o esperado. Um possível assassino, cheirando a álcool, disfarçando teatralmente e levando duas alunas para uma sala da qual poucas pessoas sabem a localização.
*Droga! Se esse tiro sair pela culatra, o que eu vou fazer? Uma varinha contra um adulto não significa lá muita coisa*
Caminhou altiva atrás do professor, para manter uma certa diginidade diante da corvinal. Sabia que ambas estariam preocupadas com a detenção de Ariel, mas nenhuma queria dar o braço a torcer. Tinham feito coisa errada, de qualquer forma.
*Esta é a desculpa perfeita para entrar na Sala do professor e tentar encontrar alguma pista que deponha contra ele. Foi muita providência que essa garota tenha me seguido e o Prof Ariel nos encontrado. Até parece que Hogwarts quer que eu descubra algo. Mas agora, não posso facilitar para um possível ataque* segurou a varinha no bolso com força *Se ele for o assassino, devo me manter fria como pedra e não demonstrar nenhuma emoção. Vamos, Sheu. Apenas respire*
Em seguida fechou os olhos e deixou escapar um suspiro de concentração. As cartas estavam lançadas e o futuro já soprava ao pé do ouvido.
off: sala do Ariel
Ariel, pegael ~foge
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narração ~ fala ~ pensamento ~ outros personagens ~ off
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Agatha Saphira
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Re: Corredores
- Aquela sombra que vinha pelos corredores se aproximava mais e mais, aos poucos tomando formas mais nítidas. Ela não sabia muito bem quem era, tinha somente uma leve impressão, mas uma rápida olhada para Sheu fez ela entender quem era aquele homem. Como não havia reconhecido, ele era uma dos professores daquela escola, mas nã estava lembrando em nada um professor. Ele estava bêbado, mas isso não fez com que ele ficasse menos autoritário.
- Duelando, em plenos corredores de Hogwarts, no horário em que deveriam estar em seus dormitórios. Lamentável, lamentável. E, o delito mais grave de todos, estavam invadindo os limites dos meus aposentos. Para isso, apenas digo: detenção! Agora, na minha sala. Acompanhem–me.
Aquele dia não iria terminar tão cedo. Se não bastasse ter sua conversa com aquela garota interrompida novamente, agora tinha de acompanhar um professor que mais lembrava um bêbado. Ambas as garotas pareciam demonstrar medo, mas elas ainda estavam com muita raiva e as varinhas continuavam em punho. Elas andavam a passos fortes e marcados, mas algo chamava a atenção de Ohanna.
"Um professor que anda bêbado pelos corredores de Hogwarts? Ele podia facilmente ter alguma relação com a morte daquela professora, pois sempre ouvira que pessoas que exageram no álcool podem fazer coisas que ninguém imaginaria. Ele parece autoritário mesmo após beber, pessoas assim podem ser muito perigosas..."
Cansada daquilo e sem vontade de se incomodar com aqueles dois, seu estômago estava dando fortes sinais de que precisava de algo e Ohanna caminhou, imune a todos, até o Salão Principal.
Off [1] Desculpem o post ruim, estou completamente sem idéia do que postar
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Narração ~ Fala ~ Sheu ~ "Pensamentos" ~ Off
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Re: Corredores
Agora o contador de histórias irá falar.
O vilão se revelara, e mais duas vitimas atacara. O garoto grifinório desmaiado ao chão, e o professor prestes a despencar da torre. Será que mais sangue será derramado?
x----------------Vilão ----------------x
O vilão se revelara, e mais duas vitimas atacara. O garoto grifinório desmaiado ao chão, e o professor prestes a despencar da torre. Será que mais sangue será derramado?
x----------------Vilão ----------------x
- Deveria terminar tudo ali mesmo e agora, mas o tempo e as circunstâncias não estavam sendo muito favoráveis. Precisava se apressar. Apesar de ter a faca e o queijo na mão não podia fraquejar e por o plano por ralo a baixo. Tempo. Tempo era algo precioso, e felizmente a situação do professor de Astronomia já estava literalmente por um fio, ou melhor, por alguns dedos. Seus olhos brilharão ao ver a cena, e sinistramente soltou um sorriso um tanto quanto “medonho”.
De fato, não parecia ser a mesma pessoa. Olhou por um estante para o menino desmaiado no canto da sala e soltou um suspiro de satisfação, logo depois voltou a admirar a cena lamentável do professor a sua frente. Ainda segurando a varinha firmemente, a olhava, admirando por algum tempo antes de começar a falar.
-Que situação mais ridícula. Um professor ser surpreendido assim? Tão facilmente? Patético! – Ainda ostentava um sorriso maldoso e olhos que mostravam tanta astucia quanto de uma cobra. – Não tenho muito tempo... Irei terminar logo com a sua insignificância...
Sem hesitar, e sem demonstrar nenhum arrependimento apontou a varinha para o rosto do professor pronto para lançar um Avada Kedavra, quando no céu algo chamou sua atenção. Um falcão sobrevoava a alguns metros de distancia, piava freneticamente e tão alto como nunca escutara antes. Os olhos, antes cheio de ódio desmancharam em uma preocupação. Como se estivesse recebendo ordens de alguém ou estivesse sendo descoberto após fazer uma travessura.
- Felizmente para você, estou sem tempo... Deixarei que caia sozinho, sem magia. Uma morte um tanto ridícula... Perfeita para alguém como você!
Pisou com uma certa força na mão do professor, algo mais para sentir dor do que para fazê-lo soltar. Logo depois pegou o garoto no chão e colocou em cima de uma vassoura que logo subira. Deu uma ultima olhada para o professor pendurado e saiu voando pela mesma janela que este estava se segurando, sumindo de vista.
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Re: Corredores
Lugh andava meio cansado, querendo chegar logo para o Salão Comunal. Ele estava extremamente curioso para saber o que havia dentro daquela mochila pesada que L. tinha deixado para ele no lugar estranho em que ele esteve durante sua viagem, mas ele sabia que precisaria pensar um pouco em tudo, então preferia estar sentado confortavelmente e rodeado de azul.
-Tenho que esvaziar a mochila logo. Acho que ela vai servir para pegar de novo meus livros na Cozinha.
Lugh então colocou a mão no bolso e sentiu o que havia dentro dele: o vidrinho de Raye, um pedaço de sua antiga camiseta que ele tinha amarrado ao redor da cabeça e um último biscoito que ele levara da Cozinha. Parou por um instante e pegou o biscoito.
-Acho que é hora de comê-lo.
Ele mordiscou os cantos do biscoito quando pensou ter ouvido algo. Um som estranho, mas ao mesmo tempo familiar.
-Esse som... Ugh...
O biscoito caiu no chão. O livro de Ereshkigal e a mochila o seguiram. Lugh estava lá, mas não estava. A alucinação voltara, ainda mais viva...
"Que... que lugar é esse? L.? Raye? De novo?"
L. e Raye olhava um para o outro, sem verem Lugh ali... Ele tentou estender a mão para eles, mas antes que pudesse, ouviu uma voz falando:
-Ele é muito novo para tudo isso! Não posso deixar que você o coloque em tanto perigo!
-Lugh é mais velho do que você pensa, Raye. Na hora certa, eu o acordarei, e o Lugh que você conheçe se perderá para sempre...
-Eu não deixarei, L. Você e eu. Um duelo. Quem vencer decide o destino de Lugh.
Nesse momento, Lugh tentou gritar com eles: tão tolos! Mas uma dor incrivelmente forte atingiu-o e ele começou a suar frio...
"Perigo... Mas... onde?! Ugh... não tenho forças... para me mover... E o que L. disse... Me acordar...?"
Antes de cair desacordado novamente, uma fala saiu pelos seus lábios...
-...Raye... estava certo...?
-Tenho que esvaziar a mochila logo. Acho que ela vai servir para pegar de novo meus livros na Cozinha.
Lugh então colocou a mão no bolso e sentiu o que havia dentro dele: o vidrinho de Raye, um pedaço de sua antiga camiseta que ele tinha amarrado ao redor da cabeça e um último biscoito que ele levara da Cozinha. Parou por um instante e pegou o biscoito.
-Acho que é hora de comê-lo.
Ele mordiscou os cantos do biscoito quando pensou ter ouvido algo. Um som estranho, mas ao mesmo tempo familiar.
-Esse som... Ugh...
O biscoito caiu no chão. O livro de Ereshkigal e a mochila o seguiram. Lugh estava lá, mas não estava. A alucinação voltara, ainda mais viva...
"Que... que lugar é esse? L.? Raye? De novo?"
L. e Raye olhava um para o outro, sem verem Lugh ali... Ele tentou estender a mão para eles, mas antes que pudesse, ouviu uma voz falando:
-Ele é muito novo para tudo isso! Não posso deixar que você o coloque em tanto perigo!
-Lugh é mais velho do que você pensa, Raye. Na hora certa, eu o acordarei, e o Lugh que você conheçe se perderá para sempre...
-Eu não deixarei, L. Você e eu. Um duelo. Quem vencer decide o destino de Lugh.
Nesse momento, Lugh tentou gritar com eles: tão tolos! Mas uma dor incrivelmente forte atingiu-o e ele começou a suar frio...
"Perigo... Mas... onde?! Ugh... não tenho forças... para me mover... E o que L. disse... Me acordar...?"
Antes de cair desacordado novamente, uma fala saiu pelos seus lábios...
-...Raye... estava certo...?
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- Renan
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Re: Corredores
- Ele estava quente; e ele realmente não lidava muito bem com essa coisa toda de mudar constantemente de quente pra frio e de volta. A mão dele estava quente. As mãos deles estavam quentes.
Renan não saberia dizer se havia falado muito ou pouco durante os minutos que caminhara ao lado de Stella; não saberia sequer dizer se eles haviam conversado, na verdade. Mas ele sabia que haviam de alguma forma se conectado.
Era estranho, o bruxo pensava. De que importava o resto naquele instante? Ele estava inexplicavelmente tranqüilo, tão assombrosamente leve... O mundo seria relevante então? Por que motivo ele haveria de se preocupar com a libertação dos elfos domésticos, com o que o Profeta estaria a publicar sobre ele, com a professora morta, com o destino da escola e...
O mago quase pôde ouvir o estalido de algum tipo de circuito sendo ligado dentro de sua cabeça. O diretor entendeu que, mesmo depois de o que parecia ser uma vida de seriedade forçada e cansaço constante ele ainda era capaz de entregar-se àquilo que ele considerava certo – apesar de se esforçar para calcular tudo racionalmente.
Ainda assim, sua descoberta mais importante foi a que brotara ao sentir Stella apertar sua mão. Aquele único gesto, naquele devido momento, foi capaz de fazer Renan cogitar confiar de novo nos outros e não só nele mesmo. Mais que isso: ele finalmente redescobriu que era capaz de se entregar não apenas a uma causa, mas a alguém.
“Você só pode ter me confundido”, disparou numa velocidade que não era dele e com a ansiedade que nem lembrava ter. Ignorou o barulho de vidro estilhaçado que pensou ter ouvido àquela altura. “Acho que ainda não te disse, então: seja bem vinda.”
De repente o feiticeiro teve plena noção do peso do livro sanguessuga, aninhado debaixo do braço. Queria soltá-lo – mas não era prudente deixar tal prova em qualquer canto; quase o fez... Seria mais simples girar a moça para o lado com as duas mãos. Puxou a italiana contra si com a mão livre e fez questão de não dizer mais nada. Sentia-se estuporado e estranhamente alegre por estar quase oculto na escuridão do corredor. Cerrou os olhos e se tocaram os lábios.
Uma única pulsação solitária, uníssona, na escuridão em que os dois caíram voluntariamente, antes de um jato de luz púrpura cortar o ar.
O clarão pôde ser percebido através das pálpebras fechadas, mas não foi isso que assustou Renan. O mais perturbador era o sangue em seu rosto. Seu medo só fez crescer quando abriu os olhos para a escuridão impenetrável do corredor.
Por um instante ele não soube o que fazer, mas ao perceber mais uma precipitação de magia em sua direção, num átimo, o diretor abandonou o fardo negro e sustentou a moça com o braço esquerdo ao mesmo tempo em que a mão direita sacou a varinha num assovio cortando o ar.
“PROTEGO!”, bradou com todo o ar dos pulmões e refletiu um jorro de luz vermelha de volta para o atacante invisível. O inimigo explodiu o encanto e finalmente a escuridão ao seu redor foi quebrada pelo brilho rubro como de chama. Renan não capturou detalhe algum do assassino em potencial, mas teve um relance da varinha que portava. “INCARCEROUS!”, emendou, mas as cordas encantadas não atingiram ninguém.
Um segundo depois, a escuridão dissipou feito pó. Era mágica também, e findou no instante em que o oponente misterioso se fora. No próximo segundo, o homem quase teve vontade de gritar e então entendera o sangue no seu rosto que lhe jorrou sem dor. Era do mesmo sangue que escorria do talho acima do ombro de Stella.
O pouco calor fugiu do corpo inteiro. O vislumbre da arma apontada contra si o perturbava, mas muito menos que a face da mulher a sua frente, distorcida pela dor excruciante e pelas feições de quem formou um grito que nunca saiu.
De pronto, Renan recordou das medidas que aprendera no passado que lhe parecia remoto. Convocou seu athame, cortou um círculo na própria mão e, pronunciando algumas palavras, foi fechando a ferida de Stella.
“Vai... Tudo vai ficar bem!”, prometeu, trêmulo. “Garanto... vai...”
Deixou a voz morrer em um outro canto arcaico repicado por feitiços simples de cura. Só ele sabia das preces que fazia no escuro.


