[HOGSMEADE] Casa dos Gritos
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- Salas Wulfric
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Salas não havia se movido mesmo com tudo aquilo que havia ocorrido. Sabia que corria um risco muito grande de ficar ali, mas ele tinha que confirmar que tudo estava bem. Ele olhou para seu relogio e viu que estava já na hora do baile que encerramento do passeio pelas ruas.
Mesmo com tudo isso eu tenho que manter as aparências, não desconfiam de mim.
Ele deu um passo e passou os olhos pelo único objeto que restava em um quarto da casa, ele estava intocado como na última vez que Salas havia estado ali. Á tão pouco tempo. Dirigiu-se para a porta da casa, e deu sorte naquelo local não havia ninguém, o que ele estranhou muito o feitiço de Dieggo normalmente chamaria muita atenção.
Isto é bom, mas ao mesmo tempo muito estranho. É sorte de mais.
Ele deu alguns passou e sai de vez do terreno da casa, estava já na rua e via lá em baixo a festa que começava. Deu mais uma olhada para trás. E começou a andar para baixo tentando ser o mais usual possível. Mas seus olhos eram frios.
Ela está segura ainda, por enquanto.
Salas apressou o passo em direção a festa.
[off] Ruas de Hogsmeade
Mesmo com tudo isso eu tenho que manter as aparências, não desconfiam de mim.
Ele deu um passo e passou os olhos pelo único objeto que restava em um quarto da casa, ele estava intocado como na última vez que Salas havia estado ali. Á tão pouco tempo. Dirigiu-se para a porta da casa, e deu sorte naquelo local não havia ninguém, o que ele estranhou muito o feitiço de Dieggo normalmente chamaria muita atenção.
Isto é bom, mas ao mesmo tempo muito estranho. É sorte de mais.
Ele deu alguns passou e sai de vez do terreno da casa, estava já na rua e via lá em baixo a festa que começava. Deu mais uma olhada para trás. E começou a andar para baixo tentando ser o mais usual possível. Mas seus olhos eram frios.
Ela está segura ainda, por enquanto.
Salas apressou o passo em direção a festa.
[off] Ruas de Hogsmeade

As bolas do Salas
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- Luiza
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*narração*
-fala-
<pensamento>
~outros personagens~
-Por Merlin,... o que está acontecendo??????? Polkis porque vocÊ trouxe o Prof. Wulfric contigo?-
*A Diretora esperava uma resposta ao que estava acontecendo,... estava numa mistura de aflição com preocupação*
-fala-
<pensamento>
~outros personagens~
-Por Merlin,... o que está acontecendo??????? Polkis porque vocÊ trouxe o Prof. Wulfric contigo?-
*A Diretora esperava uma resposta ao que estava acontecendo,... estava numa mistura de aflição com preocupação*
Ao final restam apenas três certezas:
* a de ter acreditado no ideal, no justo e no certo;
* a de ter feito o melhor possível;
* a da verdade do amor que une os Evans!
Orgulho de ser uma EVANS!
The Junnim´s Love
* a de ter acreditado no ideal, no justo e no certo;
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- Polkis
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- Salas Wulfric
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Salas havia sido levado, desconfiando porque, na verdade tendo quase certeza. Luluka peguntou porque Polkis o havia levado até la, Polkis respondeu de cara que Salas havia feito a horcrux, isto o surpreendeu.
-Dá onde você tirou isso garoto? Eu não fiz nenhuma horcrux.
Salas emanava odio com o que dizia.
-Dá onde você tirou isso garoto? Eu não fiz nenhuma horcrux.
Salas emanava odio com o que dizia.

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- Polkis
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*Narração*
-fala
%Pensamentos%
%Me desmentindo, eh?%
*Olhando vigorosamente para Salas, procurando argumentos plausiveis de todas as suas investigações.*
-Primeiramente, professora, eu acho que se a senhora encontrar uma cama ali dentro poderá comprovar que de fato é uma Horcrux. Agora, meu caro professor, ouvi muitas conversas sua com aquela tal Confraria da Bombarda. Tenho certeza que é o senhor e tenho certeza que aí dentro teremos a prova disso!
%Se eu entrar em detalhes eu vou me enrolar todo%
*Temendo novas perguntas, Polkis entra na Casa dos Gritos esperando que eles o seguissem*
-fala
%Pensamentos%
%Me desmentindo, eh?%
*Olhando vigorosamente para Salas, procurando argumentos plausiveis de todas as suas investigações.*
-Primeiramente, professora, eu acho que se a senhora encontrar uma cama ali dentro poderá comprovar que de fato é uma Horcrux. Agora, meu caro professor, ouvi muitas conversas sua com aquela tal Confraria da Bombarda. Tenho certeza que é o senhor e tenho certeza que aí dentro teremos a prova disso!
%Se eu entrar em detalhes eu vou me enrolar todo%
*Temendo novas perguntas, Polkis entra na Casa dos Gritos esperando que eles o seguissem*

- Salas Wulfric
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Salas não gostava daquilo, não era nada parecido com o que havia planejado.
-O que uma cam...
Sala havia começado a falar, mas parou Polkis se dirigiu para dentro da casa. Ele olhou para Luluka tentando se acalmar e não deixar nada transparecer. Entrou também. E foi até Polkis.
-Uma cama não diz nada. Como você vai falar que ela é uma horcrux, você um mero aluno, vai me dizer que descobriu. Mais eu vou ser sincero então, sim eu fiz uma horcrux, sim você acertou é essa cama maldita. Você provavelemten descobriu pelas bobageiras que aquele Blood ficou falando, ainda mais juntando Lana e Raven, que do nada apareceu. Mas vamos acabar com isso logo. Vocês descobriram, eu não posso fazer nada com isso. O que querem de mim?
Salas olhou para os dois ali dentro.
-O que uma cam...
Sala havia começado a falar, mas parou Polkis se dirigiu para dentro da casa. Ele olhou para Luluka tentando se acalmar e não deixar nada transparecer. Entrou também. E foi até Polkis.
-Uma cama não diz nada. Como você vai falar que ela é uma horcrux, você um mero aluno, vai me dizer que descobriu. Mais eu vou ser sincero então, sim eu fiz uma horcrux, sim você acertou é essa cama maldita. Você provavelemten descobriu pelas bobageiras que aquele Blood ficou falando, ainda mais juntando Lana e Raven, que do nada apareceu. Mas vamos acabar com isso logo. Vocês descobriram, eu não posso fazer nada com isso. O que querem de mim?
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- Luiza
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*narração*
-fala-
<pensamento>
~outros personagens~
-Polkis querido,... acho melhor que você retorne à festa,.. Deixe que agora eu resolvo as coisas aqui com o professor WUlfric-
<Por Merlin,.. porque ele fez isso,... eu deveria chamar o ministério,... mas se tratando de um Wulfric eu não posso fazer isso,... eu tenho o dever de protegê-lo>
-Polkis querido, pela sua granse astúcia e sabedoria concedo a você 50 galeões e a casa CORVINAL 50 PONTOS. Mas agora acho melhor você ir,...-
*Luluka falava com Polkis mas olhava fixamente para Salas,.. Muitas coisas e recordações passavam por sua cabeça,.. Ela aguardava que Polkis ser retirasse para poder conversar com o Professor Wulfric*
-fala-
<pensamento>
~outros personagens~
-Polkis querido,... acho melhor que você retorne à festa,.. Deixe que agora eu resolvo as coisas aqui com o professor WUlfric-
<Por Merlin,.. porque ele fez isso,... eu deveria chamar o ministério,... mas se tratando de um Wulfric eu não posso fazer isso,... eu tenho o dever de protegê-lo>
-Polkis querido, pela sua granse astúcia e sabedoria concedo a você 50 galeões e a casa CORVINAL 50 PONTOS. Mas agora acho melhor você ir,...-
*Luluka falava com Polkis mas olhava fixamente para Salas,.. Muitas coisas e recordações passavam por sua cabeça,.. Ela aguardava que Polkis ser retirasse para poder conversar com o Professor Wulfric*
Ao final restam apenas três certezas:
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- Polkis
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*narração*
-fala-
<pensamento>
~outros personagens~
-Salas,.. você sabe que o que vocÊ fez eh muito grave né,.. eu deveria chamar o Ministério,.. e vocÊ estaria bem encrencado,.. poderia ir parar em Azkaban,... Mas eu não posso fazer isso,.. -
*Luluka tentava manter a calma, embora estivesse bastante nervosa*
- Querido,...cinco ou seis anos atrás,.. A Cláudia, que como tu sabe é minha irmã, estava viajando pelo Egito antigo,.. Visitando Pirâmedes,.. e construções antigas,.. Acontece que aconteceu uma desgraça,.. um desmoronamento em uma pirâmede fez com que minha irmã desaparecesse. Todos acreditavam que ela estivesse MORTA,... Fizeram buscas por toda parte,.. e ninguém conseguia encontrá-la,.. até que um dia desistiram de procurá-la-
*Luluka sentia um nó em sua garganta,.. essas memórias lhe eram realmente dolorosas*
-Eu logicamente não me conformei com a idéia de ter perdido minha irmã tão amada,... resolvi entao ir para o Egito e só voltar quando encontrasse minha irmã,.. fosse no estado em qeu ela estivesse,.. Passei muitos dias lá,.. Foram os piores e mais longos dias de minha vida,.. Mas eu não me conformava,.. não podia desistir de minha própria irmã-
*Um sigelo sorriso tornava à sua face*
-Foi quando tive uma surpresa, ao procurar noticias nos vilarejos descobri que minha irmã estava viva,.. Um casal havia encontrado ela ainda desacordada,.. a levaram para casa e cuidaram dela até que ela acordasse,... Cláudia havia perdido a memória e por isso não sabia quem era e eles não podiam avisar ninguém sobre o fato de a terem encontrado. Minha alegria era imensa,.. não conseguia encontrar palavras para agradecer aquele casal por terem salvo a vida de minha irmã. Nada poderia pagar o gesto lindo e generoso que ele tiveram. Então, como prova de minha gratidão, prometi que protegeria e zelaria pelo filho do casal. Nunca mais esquecerei o nome deles Branz e Siera Dietch Wulfric-
*Luluka ve a cara de espanto e surpresa de Salas*
-Sim Salas, eram seus pais, e eu prometi que protegeria VOCÊ!-
*Luluka respira fundo tentando se recompor,.. essa situação toda, somada a tantas lembranças dolorosas abalavam muito a diretora*
-Agora Salas, não sei quais foram os motivos que o levaram a fazer isso, mas precisamos destruir esse horcrux IMEDIATAMENTE-
*Luluka tinha agora um olhar duro e severo para Salas*
-fala-
<pensamento>
~outros personagens~
-Salas,.. você sabe que o que vocÊ fez eh muito grave né,.. eu deveria chamar o Ministério,.. e vocÊ estaria bem encrencado,.. poderia ir parar em Azkaban,... Mas eu não posso fazer isso,.. -
*Luluka tentava manter a calma, embora estivesse bastante nervosa*
- Querido,...cinco ou seis anos atrás,.. A Cláudia, que como tu sabe é minha irmã, estava viajando pelo Egito antigo,.. Visitando Pirâmedes,.. e construções antigas,.. Acontece que aconteceu uma desgraça,.. um desmoronamento em uma pirâmede fez com que minha irmã desaparecesse. Todos acreditavam que ela estivesse MORTA,... Fizeram buscas por toda parte,.. e ninguém conseguia encontrá-la,.. até que um dia desistiram de procurá-la-
*Luluka sentia um nó em sua garganta,.. essas memórias lhe eram realmente dolorosas*
-Eu logicamente não me conformei com a idéia de ter perdido minha irmã tão amada,... resolvi entao ir para o Egito e só voltar quando encontrasse minha irmã,.. fosse no estado em qeu ela estivesse,.. Passei muitos dias lá,.. Foram os piores e mais longos dias de minha vida,.. Mas eu não me conformava,.. não podia desistir de minha própria irmã-
*Um sigelo sorriso tornava à sua face*
-Foi quando tive uma surpresa, ao procurar noticias nos vilarejos descobri que minha irmã estava viva,.. Um casal havia encontrado ela ainda desacordada,.. a levaram para casa e cuidaram dela até que ela acordasse,... Cláudia havia perdido a memória e por isso não sabia quem era e eles não podiam avisar ninguém sobre o fato de a terem encontrado. Minha alegria era imensa,.. não conseguia encontrar palavras para agradecer aquele casal por terem salvo a vida de minha irmã. Nada poderia pagar o gesto lindo e generoso que ele tiveram. Então, como prova de minha gratidão, prometi que protegeria e zelaria pelo filho do casal. Nunca mais esquecerei o nome deles Branz e Siera Dietch Wulfric-
*Luluka ve a cara de espanto e surpresa de Salas*
-Sim Salas, eram seus pais, e eu prometi que protegeria VOCÊ!-
*Luluka respira fundo tentando se recompor,.. essa situação toda, somada a tantas lembranças dolorosas abalavam muito a diretora*
-Agora Salas, não sei quais foram os motivos que o levaram a fazer isso, mas precisamos destruir esse horcrux IMEDIATAMENTE-
*Luluka tinha agora um olhar duro e severo para Salas*
Ao final restam apenas três certezas:
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- Salas Wulfric
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Salas estava muito surpreso com aquela história, tudo aquilo havia ocorrido enquanto ele estava em Hogwarts e seus pais nunca haviam lhe contado nada. Ele agora sabia que o que o havia levado a fazer aquela horcrux era inutil. Ele agora já começava a ter um ar como antigamente, já entendia tudo e sabia que Luluka estava certa no que dizia, eles tinham que acabar com aquilo, era o melhor para todos.
-Sim Luluka, eu sei temos que destruir isto. Juntos nós dois faremos isso de uma maneira mais segura. Eu não coloquei nenhum feitiço protegendo a cama nem nada, achava que somente o segredo por trás disso tudo era suficiente. O único risco que corremos é dá energia que a propria cama contém.
Salas foi até a cama, passou sua mão pelo docel da mesma, ele agora só queria acabar com aquilo, aquela semana havia sido pessima para ele. Virou-se novamente para Luluka.
-O primeiro feitiço que me vem a cabeça agora é o Bombarta, destruiriamos de vez a cama e acabaria com tudo. Devemos fazer isto juntos. Concorda?
Salas foi andando para uma diagonal da cama, Luluka fez o mesmo, formavam com a cama um triangulo, era só realizarem o feitiço.
-Sim Luluka, eu sei temos que destruir isto. Juntos nós dois faremos isso de uma maneira mais segura. Eu não coloquei nenhum feitiço protegendo a cama nem nada, achava que somente o segredo por trás disso tudo era suficiente. O único risco que corremos é dá energia que a propria cama contém.
Salas foi até a cama, passou sua mão pelo docel da mesma, ele agora só queria acabar com aquilo, aquela semana havia sido pessima para ele. Virou-se novamente para Luluka.
-O primeiro feitiço que me vem a cabeça agora é o Bombarta, destruiriamos de vez a cama e acabaria com tudo. Devemos fazer isto juntos. Concorda?
Salas foi andando para uma diagonal da cama, Luluka fez o mesmo, formavam com a cama um triangulo, era só realizarem o feitiço.

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- Luiza
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*narração*
-fala-
<pensamento>
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~O primeiro feitiço que me vem a cabeça agora é o Bombarta, destruiriamos de vez a cama e acabaria com tudo. Devemos fazer isto juntos. Concorda?~
-Sim querido,.. faremos ele,.. você tomou a decisão certa,.. estou muito feliz por isso-
<Que Merlin nos proteja>
*Luluka notou que Salas ja estava preparado e toma sua posição também*
-No três,...-
*Luluka olha fixo para o horcrux, depois faz um sinal com a cabeça confirmando com Salas que estavam prontos*
-Um,..-
*Luluka e Salas levantam suas varinhas em sincronia*
-Dois,..-
*Eles começam os movimentos circulares com a varinha para realizar o feitiço*
-TrÊs,...-
*Ambos falam em um tom forte e alto BOMBARTA,... uma forte luz sai de suas varinhas,.. em poucos instantes estava tudo destruido,... *
*Luluka sente um alívio tão grande que se aproxima de Salas e lhe dá um forte abraço fraternal,... sentia aliviada por estar tudo resolvido, e feliz por ter podido retribuir um pouco de sua dívida com o casal Wulfric*
-Vamos querido,.. vamos sair daqui-
-fala-
<pensamento>
~outros personagens~
~O primeiro feitiço que me vem a cabeça agora é o Bombarta, destruiriamos de vez a cama e acabaria com tudo. Devemos fazer isto juntos. Concorda?~
-Sim querido,.. faremos ele,.. você tomou a decisão certa,.. estou muito feliz por isso-
<Que Merlin nos proteja>
*Luluka notou que Salas ja estava preparado e toma sua posição também*
-No três,...-
*Luluka olha fixo para o horcrux, depois faz um sinal com a cabeça confirmando com Salas que estavam prontos*
-Um,..-
*Luluka e Salas levantam suas varinhas em sincronia*
-Dois,..-
*Eles começam os movimentos circulares com a varinha para realizar o feitiço*
-TrÊs,...-
*Ambos falam em um tom forte e alto BOMBARTA,... uma forte luz sai de suas varinhas,.. em poucos instantes estava tudo destruido,... *
*Luluka sente um alívio tão grande que se aproxima de Salas e lhe dá um forte abraço fraternal,... sentia aliviada por estar tudo resolvido, e feliz por ter podido retribuir um pouco de sua dívida com o casal Wulfric*
-Vamos querido,.. vamos sair daqui-
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Os dois realizam o feitiço em segundos nada mais da cama existia, somente uma marca no chão sobre o local onde ela ficava, Luluka abraçou Salas e este e também o fez, não sabia o porque só o fez.
-Muito obrigado. Mas agora vamos sair daqui Luluka, temos que descer para a festa, amanha teremos que contar tudo para todos, mas antes vamos nos divertir um pouco e deixar todos se divertirem.
Luluka e Salas olharam mais uma vez para onde estava a cama e deram as costas para o local, andando praticamente juntos sairam da casa e desceram para a festa mais em baixo na mesma rua. Em fim aqui havia acabado.
[OFF] Luluka e eu: RUAS DE HOGSMEADE
-Muito obrigado. Mas agora vamos sair daqui Luluka, temos que descer para a festa, amanha teremos que contar tudo para todos, mas antes vamos nos divertir um pouco e deixar todos se divertirem.
Luluka e Salas olharam mais uma vez para onde estava a cama e deram as costas para o local, andando praticamente juntos sairam da casa e desceram para a festa mais em baixo na mesma rua. Em fim aqui havia acabado.
[OFF] Luluka e eu: RUAS DE HOGSMEADE

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- Vê Evans
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Vê acorda em algum lugar.Ainda não sabe exatamente onde esta.Ele só esta jogado ali em lugar escuro,Esta todo sujo de neve e de terra.Esta com uma fortissima dor de cabeça.coloca a mão sobre o machucado.esta sangrando,ele olha para frente e vê um bilhete.O péga e coneça a ler.a carta falava assim.
Caro Sr. Vê você esta em uma das passagens secretas para a casa dos gritos.Isso que esta aconteçemdo com você é só um avizo.
Lembre-se.O que é importante para você?Cuide disso muito,pois pode o/a perder.
Liza...!
Vê se levanta e vai direto para o castélo a Procura de Liza.Quando Vê vai pegar se móstra tudo para ver se éla esta bem.Ele não o encontra.
O desgraçado pegou meu mapa.
Ele corre em direção ao castélo.Queria achar LIza de qualquer jeito.
off-algum lugar do castélo.
Caro Sr. Vê você esta em uma das passagens secretas para a casa dos gritos.Isso que esta aconteçemdo com você é só um avizo.
Lembre-se.O que é importante para você?Cuide disso muito,pois pode o/a perder.
Liza...!
Vê se levanta e vai direto para o castélo a Procura de Liza.Quando Vê vai pegar se móstra tudo para ver se éla esta bem.Ele não o encontra.
O desgraçado pegou meu mapa.
Ele corre em direção ao castélo.Queria achar LIza de qualquer jeito.
off-algum lugar do castélo.
- Petyr Van Abel
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Henry estava escondido ali,queria ficar so havia acabado de entrar por uma passagem secreta e viu Vê sair correndo,viu onde ele estava caido e la havaia um "mapa"
-que belo mapa senhor Vê...
Henry simplesmente resolveu voltar ao lago quando ouviu um barulho procurando a sua volta nada viu achaando q era imaginação dele se dirigiu ao lago
Off>>beira do lago
-que belo mapa senhor Vê...
Henry simplesmente resolveu voltar ao lago quando ouviu um barulho procurando a sua volta nada viu achaando q era imaginação dele se dirigiu ao lago
Off>>beira do lago

E do riso fez-se o pranto!!!
E hoje em dia... como é que se diz eu te amo?
- David Bergerson
- Na Copa Mundial de Quadribol

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- Location: Aqui, coisando, obrigado ú_u
Re: Casa dos Gritos
Andaram por um bom tempo ao entrarem pelo buraco debaixo do salgueiro, tendo como "guia" apenas a fraca iluminação produzida pelas varinhas. O túnel, um tanto estreito, talvez não fosse tão longo, mas para David, ao menos, a impressão era de que era muito extenso. Os poucos minutos que passaram ali de fato lhe pareceram horas. Talvez estivesse descobrindo que não gostava de lugares escuros; ou simplesmente não lhe agradava a idéia de permanecer, por pouco tempo que fosse, num túnel que ficava sabe-se lá "onde" e que levava a um lugar do qual apenas ouvira falar e que diziam ser "mal-assombrado". Era melhor esquecer essas coisas se quisesse seguir firme "até o fim". Pelo menos ali estavam "a salvo" da chuva fina e gelada que caía, embora já estivessem totalmente encharcados. Mas nem por isso David conseguiria tão rápido fazer as pernas pararem de tremer...
O túnel ergueu-se numa leve subida, em seguida uma curva, e então David pôde ver, através de uma pequena abertura no fim, um filete de luz azulada e fraca. Haviam chegado. Só não sabia ainda se ao lugar "certo", mas se tudo tinha dado certo até o momento, então provavelmente estavam mesmo "às portas" da Casa dos Gritos. Espiou pela abertura, vendo por ela, em meio a sombras, um lugar razoavelmente... bagunçado; na verdade, caindo aos pedaços. Pelo que ouvira falar, era ali mesmo. Porém, sentiu-se um tanto receoso ao pensar em entrar, lembrando-se das histórias horripilantes que o tio contava sobre o lugar, e também imaginando que talvez encontrassem ali muito mais do que apenas a pedra de Harfang... Só de pensar que pessoas haviam morrido ali... Sem falar que tinha calafrios em imaginar que poderia acabar dando de cara com aquela figura estranha de olhos vermelhos...
- Bem, acho que é aqui... - ele disse, tentando disfarçar o medo que sentia.
Não tinha outro remédio. O jeito era entrar e encontrar logo a pedra, e quem sabe enfrentar qualquer coisa "a mais" que eventualmente estivesse ali. E foi o que fez, acompanhado por Daniel e Gui, saindo pelo buraco do túnel. O lugar estava escuro, a pouca luz azulada da noite que haviam visto entrava pelas enormes frestas nas paredes, mas não iluminava nada. Somente com as varinhas acesas, não podiam enxergar muito longe, mas logo David notou que a "casa" estava bastante empoeirada, tábuas se desprendiam do chão, e espalhados pela sala onde agora estavam havia várias "tranqueiras", móveis velhos, quebrados, tudo o que se pudesse imaginar. Se procurar a pedra já não seria fácil, procurá-la num lugar pouco iluminado e cheio de objetos velhos e sujeira era ainda pior. Virou-se para os dois garotos, e pondo a varinha acesa em seu rosto de modo a ser enxergado por eles, disse, já imaginando como seria quase impossível encontrarem a pedra se ela fosse pequena:
- Eu não sei nada sobre o tamanho da pedra, mas tô começando a torcer pra ela ser um pouco grande...
O túnel ergueu-se numa leve subida, em seguida uma curva, e então David pôde ver, através de uma pequena abertura no fim, um filete de luz azulada e fraca. Haviam chegado. Só não sabia ainda se ao lugar "certo", mas se tudo tinha dado certo até o momento, então provavelmente estavam mesmo "às portas" da Casa dos Gritos. Espiou pela abertura, vendo por ela, em meio a sombras, um lugar razoavelmente... bagunçado; na verdade, caindo aos pedaços. Pelo que ouvira falar, era ali mesmo. Porém, sentiu-se um tanto receoso ao pensar em entrar, lembrando-se das histórias horripilantes que o tio contava sobre o lugar, e também imaginando que talvez encontrassem ali muito mais do que apenas a pedra de Harfang... Só de pensar que pessoas haviam morrido ali... Sem falar que tinha calafrios em imaginar que poderia acabar dando de cara com aquela figura estranha de olhos vermelhos...
- Bem, acho que é aqui... - ele disse, tentando disfarçar o medo que sentia.
Não tinha outro remédio. O jeito era entrar e encontrar logo a pedra, e quem sabe enfrentar qualquer coisa "a mais" que eventualmente estivesse ali. E foi o que fez, acompanhado por Daniel e Gui, saindo pelo buraco do túnel. O lugar estava escuro, a pouca luz azulada da noite que haviam visto entrava pelas enormes frestas nas paredes, mas não iluminava nada. Somente com as varinhas acesas, não podiam enxergar muito longe, mas logo David notou que a "casa" estava bastante empoeirada, tábuas se desprendiam do chão, e espalhados pela sala onde agora estavam havia várias "tranqueiras", móveis velhos, quebrados, tudo o que se pudesse imaginar. Se procurar a pedra já não seria fácil, procurá-la num lugar pouco iluminado e cheio de objetos velhos e sujeira era ainda pior. Virou-se para os dois garotos, e pondo a varinha acesa em seu rosto de modo a ser enxergado por eles, disse, já imaginando como seria quase impossível encontrarem a pedra se ela fosse pequena:
- Eu não sei nada sobre o tamanho da pedra, mas tô começando a torcer pra ela ser um pouco grande...
- Daniel Feather WP
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Re: Casa dos Gritos
Daniel seguiu ao lado de David e de Gui pelo túnel, que era um pouco mais "apertado" do que talvez ele estava esperando. Estava muito escuro ali também, e mesmo com as três varinhas acesas eles não conseguiam enxergar muito longe. Mas só o fato de eles terem saído da chuva já lhes dava pelo menos uma sensação de "alívio" por não estarem ficando mais encharcados do que já estavam. Daniel só esperava que eles não acabassem pegando uma gripe ou algo pior, apesar de que isso seria bem provável.. Bem, se isso acontecesse, a curandeira teria alguma poção para isso, ou algo do tipo. Assim ele esperava..
Continuaram caminhando até que o túnel começou a subir, depois uma curva e finalmente, em cima, uma pequena fresta por onde entrava uma luz fraca. Era o fim do túnel. Ficaram parados ali por um tempo, após David dizer que achava que era ali. Daniel podia notar que o irmão estava com um pouco de medo, mas tinha certeza que não era só por estar escuro e pelas histórias que ele conhecia a respeito da Casa dos gritos. Ele pensou em dizer alguma coisa, mas nessa hora David passou pelo buraco e desapareceu da vista deles. Daniel olhou para Gui, só então percebendo que ele mesmo também estava com receio, mas logo saiu também do túnel, encontrando David de pé olhando o lugar.
Estavam mesmo na Casa dos Gritos, que aliás, era ainda mais "velha" do que ele pensava. Havia ali muitos objetos, móveis velhos, e nas paredes algumas frestas enormes. Sem falar na poeira que cobria tudo ali, que logo fez Daniel começar a espirrar. A direita de onde estavam, havia uma porta que provavelmente dava acesso a outros lugares da casa. Mas a princípio Daniel pensou que não gostaria de passar por aquela porta e "visitar" a casa sem saber exatamente o que havia lá, apesar de que até aquele momento não tinham ouvido gritos ou qualquer coisa que fosse. E também era óbvio que talvez a pedra não estivesse ali naquela sala, e então teriam que vasculhar toda a casa de qualquer jeito...
- Eu não sei nada sobre o tamanho da pedra, mas tô começando a torcer pra ela ser um pouco grande... - David disse.
Daniel sorriu de leve, era justamente o que ele estava pensando naquele momento. Quanto maior fosse a pedra, mais fácil seria de achar, apesar de que seria mais difícil para carregá-la. E como, segundo o pergaminho, ele teria que fazer isso, já não sabia se torcia para que ela fosse tão grande assim. Depois, ele deu alguns passos ao redor da sala, apontando a varinha acesa a algumas direções e a uma cadeira velha e quebrada que estava um pouco a frente deles. Virou-se para o gêmeo e para o amigo e disse, coçando o nariz, que já estava avermelhado:
- Bom, agora que chegamos, mãos à obra! Quanto mais rápido a gente achar essa pedra e sair daqui, melhor..
Continuaram caminhando até que o túnel começou a subir, depois uma curva e finalmente, em cima, uma pequena fresta por onde entrava uma luz fraca. Era o fim do túnel. Ficaram parados ali por um tempo, após David dizer que achava que era ali. Daniel podia notar que o irmão estava com um pouco de medo, mas tinha certeza que não era só por estar escuro e pelas histórias que ele conhecia a respeito da Casa dos gritos. Ele pensou em dizer alguma coisa, mas nessa hora David passou pelo buraco e desapareceu da vista deles. Daniel olhou para Gui, só então percebendo que ele mesmo também estava com receio, mas logo saiu também do túnel, encontrando David de pé olhando o lugar.
Estavam mesmo na Casa dos Gritos, que aliás, era ainda mais "velha" do que ele pensava. Havia ali muitos objetos, móveis velhos, e nas paredes algumas frestas enormes. Sem falar na poeira que cobria tudo ali, que logo fez Daniel começar a espirrar. A direita de onde estavam, havia uma porta que provavelmente dava acesso a outros lugares da casa. Mas a princípio Daniel pensou que não gostaria de passar por aquela porta e "visitar" a casa sem saber exatamente o que havia lá, apesar de que até aquele momento não tinham ouvido gritos ou qualquer coisa que fosse. E também era óbvio que talvez a pedra não estivesse ali naquela sala, e então teriam que vasculhar toda a casa de qualquer jeito...
- Eu não sei nada sobre o tamanho da pedra, mas tô começando a torcer pra ela ser um pouco grande... - David disse.
Daniel sorriu de leve, era justamente o que ele estava pensando naquele momento. Quanto maior fosse a pedra, mais fácil seria de achar, apesar de que seria mais difícil para carregá-la. E como, segundo o pergaminho, ele teria que fazer isso, já não sabia se torcia para que ela fosse tão grande assim. Depois, ele deu alguns passos ao redor da sala, apontando a varinha acesa a algumas direções e a uma cadeira velha e quebrada que estava um pouco a frente deles. Virou-se para o gêmeo e para o amigo e disse, coçando o nariz, que já estava avermelhado:
- Bom, agora que chegamos, mãos à obra! Quanto mais rápido a gente achar essa pedra e sair daqui, melhor..
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- Gui M.
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Re: Casa dos Gritos
- Apesar da fama que aquele passagem secreta tinha em toda a escola, Gui nunca se arriscou ao ponto de entrar nela. Também, quem seria o doido que correria o risco de ser abatido pelo Salgueiro Lutador apenas para faz uma visita ao povoado de Hogsmeade? Bem, ninguém. Ninguém em sã consciência, é claro. Ainda estava um pouco chocado com o fato de terem passado ileso pelos jardins, graças ou não, a espada de David. Mas isso não tinha mais importância agora. Finalmente os três estavam dentro do túnel que levava até a Casa dos Gritos. Parecia um pouco estreito a princípio, e se não fosse a luz das varinhas de Daniel e David logo mais a frente, certamente Gui teria ficado para trás e se perdido no meio do caminho. Não que houvesse algo que o pudesse confundir, mas a sua presença naquele túnel não estava agradando em nada o garoto.
Continuaram andando pelo túnel, até que o mesmo começou a subir ligeiramente e logo em seguida direcionou - se para uma ligeira curva. Na medida em que ia se aproximando dos dois, pôde ver que algumas réstias de luz iluminavam um local além do túnel. Isso já era um bom sinal, o que comprovava que os garotos não ficariam por muito tempo no escuro. Enfim, eles haviam chegado ao local destinado. Percebeu que toda aquela casa estava parecendo que levou uma grande explosão. Ao seu lado, Gui percebeu alguns outros caminhos e portas que rangiam assombradamente. Não deu muita importância aos barulhos e ao medo em que sentia em estar ali. Sempre soube da condição daquele lugar e prometeu a si mesmo que se um dia colocasse os pés por ali, não sentiria nenhum tipo de pavor. Até por que, já tinha passado por momentos muito piores. Mesmo assim era inevitável esconder o medo que os três meninos estavam em entrar pela primeira vez na conhecida casa dos gritos.
- Não sei enquanto a vocês, mas este lugar me dá arrepios. - disse, dando uma olhando a toda a sua volta. - Não sei por que foram esconder a pedra bem neste lugar, mas enfim, vamos procurar.
Foi em direção ao meio do local, quem sabe assim não pudesse ter uma noção mais exata de toda a sua extensão. Com a varinha acessa foi andando de um lado para o outro tentando encontrar vestígios de qualquer coisa que viesse a assemelhar - se a uma pedra. Avistou ao lado oposto de onde estava um grande baú, que aparentemente estava tão velho como aquela casa. Aproximando - se um pouco mais, retirou o pó que cobria a tampa do recipiente e o iluminou mais de perto. Tentou abrir, mas estava trancado. Era só o que faltava! Talvez usasse magia... não, não foi preciso. Como se tivesse aparecido do nada, uma pequena chave dourado apareceu ao seu lado enquanto tentava abrir o baú. Rapidamente o garoto o coloca na fechadura e abre o objeto. Cartas, pergaminhos, varinhas, livros e mais pó. Mas nada da pedra de harfang. Suspirou impaciente com o tempo perdido e deixou o baú de lado. Pensativo, Gui começou a andar de um lado para o outro como se buscasse alguma idéia repentina para encontrar a pedra.
- É isso! Como eu não havia pensado nisso antes... Tem que dar certo. Só pode ser isso.
Como se algo houvesse lhe despertado bruscamente, Gui levanta a sua varinha e com um feitiço convocatório invoca a pedra de Harfang. Sim, ele havia aprendido aqueles feitiços nas aulas com o professor Fled e esse seria o melhor momento para poder usá - los. Mas nada aconteceu. Mais calmo, ele murmura novamente um "Accio Pedra de Harfang". Nada aconteceu também dessa vez. Decepcionado, Gui abaixa a cabeça e começa a girar a varinha entre os dedos, contendo a raiva que ele sentia em ter falhado mais uma vez. Mas o que ele não viu foi um objeto estranho entrar "voando" dentro da sala onde estavam. Se não tivesse percebido a presença da coisa, certamente ela o atingiria. Rapidamente o garoto levantou a mão, capturando o objeto entre os dedos. Cautelosamente ele estende a palma de sua mão, revelando uma pequena pedra avermelhada. Enfim, eles haviam encontrado a Pedra de Harfang.
- Então, aqui está. - disse estendendo a pedra para David e Daniel. - Será que já podemos voltar, ou seria melhor esperarmos para irmos pelo caminho de Hogsmeade?
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- Daniel Feather WP
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Re: Casa dos Gritos
- Não sei enquanto a vocês, mas este lugar me dá arrepios. Não sei por que foram esconder a pedra bem neste lugar, mas enfim, vamos procurar. - Gui disse, olhando ao redor.
Daniel concordou com a cabeça ao ouvir Gui dizer que o lugar lhe dava arrepios, pois ele sentia o mesmo. O lugar durante o dia já devia ser bastante assustador, e durante a noite então, era duas ou três vezes pior, por causa da escuridão. Daniel começou a se perguntar também sobre por que teriam colocado a pedra justamente ali. Talvez fosse só para deixar mais difícil para eles acharem, ou somente porque a última pessoa que estava com ela a tinha deixado ali. De qualquer jeito, tinham que procurar. Os três se dividiram e começaram a busca, Daniel foi até um canto e revirou um amontoado de madeiras velhas que havia ali, apontando a varinha acesa para enxergar melhor, e se esforçando para controlar os espirros por causa do pó.
Por um momento, ele pensou ter encontrado a pedra, pois parecia haver um objeto no meio dos pedaços de madeira. Revirou mais, tentando alcançar o objeto, até conseguir pegá-lo. Apontou a varinha direto para ele, e realmente era uma pedra, mas preta. Olhando melhor, com a luz da varinha, viu que era apenas um pedaço de carvão, e o jogou para longe, contrariado. Continuou procurando naquele canto, até que ouviu Gui dizendo:
- É isso! Como eu não havia pensado nisso antes... Tem que dar certo. Só pode ser isso.
Daniel olhou para Gui, e depois para David, curioso, assim como o gêmeo estava, para saber o que seria "isso" que Gui estava falando. Ficou parado observando e esperando pelo que o amigo faria. Logo, Gui levantou sua varinha e usou um feitiço para "chamar" a pedra de harfang. Daniel olhou para David, curioso; ele pelo menos não conhecia o feitiço, talvez pelo fato de ter faltado boa parte das aulas de Feitiços, e de qualquer outra matéria. Porém, nada aconteceu após Gui te-lo usado. Daniel continuou parado olhando, e logo Gui tentou novamente. Mas de novo, a pedra não "apareceu", nem deu sinal algum. O amigo então baixou a cabeça, provavelmente um pouco decepcionado. Daniel estava pronto para dizer algo quando, de repente, um objeto avermelhado entrou voando pela sala, e Gui ergueu a mão e o pegou. Logo, o garoto abriu a mão e lhes mostrou o objeto. Era a pedra de harfang.
- Então, aqui está. Será que já podemos voltar, ou seria melhor esperarmos para irmos pelo caminho de Hogsmeade? - Gui disse, estendendo a pedra na direção dos gêmeos.
Daniel olhou para David, e se aproximou para observar a pedra. Ele sabia o que tinha que fazer. Então estendeu a mão vagarosamente e pegou a pedra, erguendo-a até a altura dos olhos. Parecia não ter nada de especial, era só uma pedra normal, mas de cor vermelha. Olhou então para o irmão, esperando para ver o que ele diria sobre a última coisa que Gui tinha perguntado, se voltariam naquela hora pelo túnel ou esperariam. Apesar de que ele já sabia a resposta...
Daniel concordou com a cabeça ao ouvir Gui dizer que o lugar lhe dava arrepios, pois ele sentia o mesmo. O lugar durante o dia já devia ser bastante assustador, e durante a noite então, era duas ou três vezes pior, por causa da escuridão. Daniel começou a se perguntar também sobre por que teriam colocado a pedra justamente ali. Talvez fosse só para deixar mais difícil para eles acharem, ou somente porque a última pessoa que estava com ela a tinha deixado ali. De qualquer jeito, tinham que procurar. Os três se dividiram e começaram a busca, Daniel foi até um canto e revirou um amontoado de madeiras velhas que havia ali, apontando a varinha acesa para enxergar melhor, e se esforçando para controlar os espirros por causa do pó.
Por um momento, ele pensou ter encontrado a pedra, pois parecia haver um objeto no meio dos pedaços de madeira. Revirou mais, tentando alcançar o objeto, até conseguir pegá-lo. Apontou a varinha direto para ele, e realmente era uma pedra, mas preta. Olhando melhor, com a luz da varinha, viu que era apenas um pedaço de carvão, e o jogou para longe, contrariado. Continuou procurando naquele canto, até que ouviu Gui dizendo:
- É isso! Como eu não havia pensado nisso antes... Tem que dar certo. Só pode ser isso.
Daniel olhou para Gui, e depois para David, curioso, assim como o gêmeo estava, para saber o que seria "isso" que Gui estava falando. Ficou parado observando e esperando pelo que o amigo faria. Logo, Gui levantou sua varinha e usou um feitiço para "chamar" a pedra de harfang. Daniel olhou para David, curioso; ele pelo menos não conhecia o feitiço, talvez pelo fato de ter faltado boa parte das aulas de Feitiços, e de qualquer outra matéria. Porém, nada aconteceu após Gui te-lo usado. Daniel continuou parado olhando, e logo Gui tentou novamente. Mas de novo, a pedra não "apareceu", nem deu sinal algum. O amigo então baixou a cabeça, provavelmente um pouco decepcionado. Daniel estava pronto para dizer algo quando, de repente, um objeto avermelhado entrou voando pela sala, e Gui ergueu a mão e o pegou. Logo, o garoto abriu a mão e lhes mostrou o objeto. Era a pedra de harfang.
- Então, aqui está. Será que já podemos voltar, ou seria melhor esperarmos para irmos pelo caminho de Hogsmeade? - Gui disse, estendendo a pedra na direção dos gêmeos.
Daniel olhou para David, e se aproximou para observar a pedra. Ele sabia o que tinha que fazer. Então estendeu a mão vagarosamente e pegou a pedra, erguendo-a até a altura dos olhos. Parecia não ter nada de especial, era só uma pedra normal, mas de cor vermelha. Olhou então para o irmão, esperando para ver o que ele diria sobre a última coisa que Gui tinha perguntado, se voltariam naquela hora pelo túnel ou esperariam. Apesar de que ele já sabia a resposta...
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- David Bergerson
- Na Copa Mundial de Quadribol

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Re: Casa dos Gritos
Assim como Daniel, David consentiu com o comentário de Gui a respeito daquele lugar. Contudo, não falou nada. Estava estranhamente preocupado; não que a situação realmente não fosse preocupante por si só, mas estava mais preocupado do que normalmente estaria. Quando "se dividiram" para procurar pela pedra, David respirou fundo algumas vezes, sentindo-se até um pouco... sufocado. Ergueu o braço e esfregou a manga da capa na testa, afastando os cabelos e limpando o suor; estava suando frio. Começou a imaginar se já não estaria ficando doente pela chuva que havia tomado. Virou-se para trás, "espiando" Daniel, que apesar dos espirros por causa da poeira parecia perfeitamente bem. Gui também não demonstrava haver algo de errado.
Respirou fundo novamente e continuou a busca, caminhando na direção da porta que estava à direita deles. Foi até a entrada dela, estendendo a varinha acesa e notando um corredor e ao fundo dele algo que parecia ser o começo de uma escada. Bem, deveria ter um sótão ali; só esperava que não precisassem ir até lá. E, obviamente, não entraria no corredor sozinho. Deu uns passos para o lado e começou a vasculhar no meio de alguns móveis velhos de madeira que jaziam ao lado da porta que dava para o corredor. Sentiu a visão embaçar um pouco; piscou duas ou três vezes, tentando fazê-la melhorar, e continuou vasculhando. Não podia parar, de jeito nenhum.
Levantava um assento de cadeira, procurando por baixo dele, quando ouviu a voz de Gui. Virou-se para vê-lo, percebendo que o amigo parecia empolgado com algo que aparentemente tinha lembrado. Percebeu o olhar curioso de Daniel, logo o retribuindo - David também estava. Ficou parado onde estava, observando Gui levantar a varinha e utilizar um feitiço (do qual David sinceramente não se recordava, ou não sabia se serviria naquele caso), uma, duas vezes. Nada. A pedra continuava escondida, onde quer que fosse, e David já começava a questionar se ela de fato estaria ali, ou mesmo se existiria de verdade, quando algo passou "voando" bem ao lado dele e indo na direção de Gui. O sonserino só notou quando o objeto já se encontrava bem perto dele, e logo ergueu a mão para pegá-lo. Em seguida, o amigo estendeu a mão e a abriu, finalmente revelando o objeto: era a pedra de Harfang. O feitiço havia funcionado. David caminhou até ele, assim como Daniel, notando a pedra de cor avermelhada na mão do sonserino, que disse:
- Então, aqui está. Será que já podemos voltar, ou seria melhor esperarmos para irmos pelo caminho de Hogsmeade?
Gui estendeu a pedra na direção deles, e Daniel logo a tomou; pelo que dizia o pergaminho, ele deveria carregá-la. David se perguntava se deveriam confiar no pergaminho que receberam, mas se tudo estava dando "certo" até o momento, então por que não continuarem "seguindo" o que ele dizia? Não tinham nada a perder. Sem falar que a pedra que supostamente causaria um mal terrível a eles e a seus amigos parecia totalmente inofensiva... Não sabia, porém, o que fariam com ela; provavelmente deveriam destruí-la. Mas não ali. Só "deixou" os pensamentos ao notar o olhar do gêmeo, que certamente já sabia o que ele diria a respeito do que Gui havia perguntado. David respirou fundo outra vez, como se o que fosse dizer fosse um tanto difícil, mas na verdade apenas tomava fôlego para falar, devido ao mau-estar que sentia.
- Acho que podemos voltar, Gui. Se formos esperar, corremos o risco de ser apanhados por algum professor e... bem, não gostaria que você acabasse em encrenca por nossa culpa. Então é melhor irmos já! E... obrigado pela ajuda.
Esboçou um sorriso sinceramente grato, logo virando-se e caminhando na direção do buraco que dava acesso ao túnel que os levaria de volta à escola. Esperava que toda aquela aventura realmente valesse a pena - que tendo a pedra de Harfang nas mãos, e destruindo-a, pudessem livrar-se da ameaça a eles e seus amigos. Mas tinha uma estranha sensação de que não era só isso; de que havia algo a mais, de que o pergaminho não dizia toda a verdade... Desejava estar enganado. Esfregou mais uma vez a mão pelo rosto, voltando-se outra vez para ver o gêmeo e o amigo antes de finalmente entrar no túnel...
Off-1. De volta para o futuro o/
~hoho
2. "and now the end is near and so I face the final curtain.."
*capota
*chora
Respirou fundo novamente e continuou a busca, caminhando na direção da porta que estava à direita deles. Foi até a entrada dela, estendendo a varinha acesa e notando um corredor e ao fundo dele algo que parecia ser o começo de uma escada. Bem, deveria ter um sótão ali; só esperava que não precisassem ir até lá. E, obviamente, não entraria no corredor sozinho. Deu uns passos para o lado e começou a vasculhar no meio de alguns móveis velhos de madeira que jaziam ao lado da porta que dava para o corredor. Sentiu a visão embaçar um pouco; piscou duas ou três vezes, tentando fazê-la melhorar, e continuou vasculhando. Não podia parar, de jeito nenhum.
Levantava um assento de cadeira, procurando por baixo dele, quando ouviu a voz de Gui. Virou-se para vê-lo, percebendo que o amigo parecia empolgado com algo que aparentemente tinha lembrado. Percebeu o olhar curioso de Daniel, logo o retribuindo - David também estava. Ficou parado onde estava, observando Gui levantar a varinha e utilizar um feitiço (do qual David sinceramente não se recordava, ou não sabia se serviria naquele caso), uma, duas vezes. Nada. A pedra continuava escondida, onde quer que fosse, e David já começava a questionar se ela de fato estaria ali, ou mesmo se existiria de verdade, quando algo passou "voando" bem ao lado dele e indo na direção de Gui. O sonserino só notou quando o objeto já se encontrava bem perto dele, e logo ergueu a mão para pegá-lo. Em seguida, o amigo estendeu a mão e a abriu, finalmente revelando o objeto: era a pedra de Harfang. O feitiço havia funcionado. David caminhou até ele, assim como Daniel, notando a pedra de cor avermelhada na mão do sonserino, que disse:
- Então, aqui está. Será que já podemos voltar, ou seria melhor esperarmos para irmos pelo caminho de Hogsmeade?
Gui estendeu a pedra na direção deles, e Daniel logo a tomou; pelo que dizia o pergaminho, ele deveria carregá-la. David se perguntava se deveriam confiar no pergaminho que receberam, mas se tudo estava dando "certo" até o momento, então por que não continuarem "seguindo" o que ele dizia? Não tinham nada a perder. Sem falar que a pedra que supostamente causaria um mal terrível a eles e a seus amigos parecia totalmente inofensiva... Não sabia, porém, o que fariam com ela; provavelmente deveriam destruí-la. Mas não ali. Só "deixou" os pensamentos ao notar o olhar do gêmeo, que certamente já sabia o que ele diria a respeito do que Gui havia perguntado. David respirou fundo outra vez, como se o que fosse dizer fosse um tanto difícil, mas na verdade apenas tomava fôlego para falar, devido ao mau-estar que sentia.
- Acho que podemos voltar, Gui. Se formos esperar, corremos o risco de ser apanhados por algum professor e... bem, não gostaria que você acabasse em encrenca por nossa culpa. Então é melhor irmos já! E... obrigado pela ajuda.
Esboçou um sorriso sinceramente grato, logo virando-se e caminhando na direção do buraco que dava acesso ao túnel que os levaria de volta à escola. Esperava que toda aquela aventura realmente valesse a pena - que tendo a pedra de Harfang nas mãos, e destruindo-a, pudessem livrar-se da ameaça a eles e seus amigos. Mas tinha uma estranha sensação de que não era só isso; de que havia algo a mais, de que o pergaminho não dizia toda a verdade... Desejava estar enganado. Esfregou mais uma vez a mão pelo rosto, voltando-se outra vez para ver o gêmeo e o amigo antes de finalmente entrar no túnel...
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