[CASTELO] Ala Hospitalar
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- Renan
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Renan assistiu Laine dispensar Ridd (do qual se despediu com um sorriso singelo) e convocar Vê Evans para uma visita a Sala da Diretora. Antes de ir, a professora de Herbologia se dirigiu ao curandeiro.
- Perfeitamente professora, perfeitamente... - disse com uma voz carregada de seriedade - Bem, até mais ver Vê!
Despedindo-se com um aceno de mão, viu Vê, acompanhado de Laine, saírem em direção a sala da Diretora. Renan suspirou e olhou para a Ala. Acenou a varinha e o aposento, imediatamente, tomou ordem. Depois disso, aumentou a intensidade de luz no lugar e conjurou um café para si a fim de esperar a chegada de Laine.
*Deve ser realmente sério*
[color=red]Laine[/color] wrote:Renan... volto assim que resolver essa situação.
- Perfeitamente professora, perfeitamente... - disse com uma voz carregada de seriedade - Bem, até mais ver Vê!
Despedindo-se com um aceno de mão, viu Vê, acompanhado de Laine, saírem em direção a sala da Diretora. Renan suspirou e olhou para a Ala. Acenou a varinha e o aposento, imediatamente, tomou ordem. Depois disso, aumentou a intensidade de luz no lugar e conjurou um café para si a fim de esperar a chegada de Laine.
*Deve ser realmente sério*
- laine fernandes
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Laine volta bem rápido pra Ala. Assim que entra percebe certas diferenças no ambiente. Procura pelo renan, que tomava café em uma lado da enfermaria.
Espero que ele conheça esse tipo de poção.
Ola Renan! acho que deve estar curioso... com meu suspense. Não queria falar na frente dos meninos. E essa confusão com o vê... ele nunca aprende. Voltando pro assunto... Preciso de sua ajuda. Normalmente falo com a meiga, mas ela ta com alguns problemas e não quero perturbar a cabeça dela mais do que já ta.
Laine suspirou e olhou pros cantos, certificando que a ala estava vazia. Depois encarou o homem nos olhos, como uma alma em desespero.
Eu tenho... Uma dupla personalidade. Ela só pode ser contida com uma poção. Fazia tempo que eu não tomava e... Ela voltou com força total. Tenho todos os ingredientes caso não saiba quais são... Preciso da poção todo mês e como eu passei anos sem tomar... Tem que ser bem mais forte. Andei pesquisando e se tudo der certo, vou conseguir uma cura. Achei que já estava curada por isso parei de tomar... essa pessoa que fica dentro de mim... me engana de uma forma surpreendente, mas com sua ajuda posso derrota-la.
Laine ficou esperando a resposta do curandeiro.
Espero que ele conheça esse tipo de poção.
Ola Renan! acho que deve estar curioso... com meu suspense. Não queria falar na frente dos meninos. E essa confusão com o vê... ele nunca aprende. Voltando pro assunto... Preciso de sua ajuda. Normalmente falo com a meiga, mas ela ta com alguns problemas e não quero perturbar a cabeça dela mais do que já ta.
Laine suspirou e olhou pros cantos, certificando que a ala estava vazia. Depois encarou o homem nos olhos, como uma alma em desespero.
Eu tenho... Uma dupla personalidade. Ela só pode ser contida com uma poção. Fazia tempo que eu não tomava e... Ela voltou com força total. Tenho todos os ingredientes caso não saiba quais são... Preciso da poção todo mês e como eu passei anos sem tomar... Tem que ser bem mais forte. Andei pesquisando e se tudo der certo, vou conseguir uma cura. Achei que já estava curada por isso parei de tomar... essa pessoa que fica dentro de mim... me engana de uma forma surpreendente, mas com sua ajuda posso derrota-la.
Laine ficou esperando a resposta do curandeiro.
- Renan
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O curandeiro se surpreende com o rápido e inesperado retorno de Laine à Ala Hospitalar. Ele se levantou prontamente desmaterializando seu café e conjurando mais uma cadeira para a professora se sentar.
*Realmente estava... Curiosidade irritante é meu ponto forte (u.u) * - pensou encarando a professora com o sorriso de canto muito apreensivo, aliás.
Renan teve de se reajeitar na cadeira demonstrando surpresa. Ele mirou os olhos quase suplicantes de Laine e se admirou: nunca tinha visto a mulher daquele jeito. Por um instante fechou os olhos para absorver toda a informação e, quando os reabriu, esboçava um sorriso reconfortante.
- Laine, por uma infeliz coincidência, minha irmã apresenta esse mesmo 'problema'. Eu já tive que lhe ministrar uma poção desse tipo, uma vez só. Então, poderei ajudá-la sim! Não se desespere!
A professora pareceu um tanto aliviada, mas Renan teve de continuar.
- Entretanto, não sou muito experiente nesse tipo de poção... mas prometo prepará-la com perfeição! - disse entusiasmado - Agora, vamos a alguns detalhes técnicos... uma poção forte assim não ficará pronta imediatamente... você tem o poder de conter essa sua outra face?
[color=red]Laine[/color] wrote:Ola Renan! acho que deve estar curioso... com meu suspense.
*Realmente estava... Curiosidade irritante é meu ponto forte (u.u) * - pensou encarando a professora com o sorriso de canto muito apreensivo, aliás.
[color=red]Laine[/color] wrote:Preciso de sua ajuda. [...] Eu tenho... Uma dupla personalidade. Ela só pode ser contida com uma poção. Fazia tempo que eu não tomava e... Ela voltou com força total. Tenho todos os ingredientes caso não saiba quais são... Preciso da poção todo mês e como eu passei anos sem tomar... Tem que ser bem mais forte. Andei pesquisando e se tudo der certo, vou conseguir uma cura. Achei que já estava curada por isso parei de tomar... essa pessoa que fica dentro de mim... me engana de uma forma surpreendente, mas com sua ajuda posso derrota-la.
Renan teve de se reajeitar na cadeira demonstrando surpresa. Ele mirou os olhos quase suplicantes de Laine e se admirou: nunca tinha visto a mulher daquele jeito. Por um instante fechou os olhos para absorver toda a informação e, quando os reabriu, esboçava um sorriso reconfortante.
- Laine, por uma infeliz coincidência, minha irmã apresenta esse mesmo 'problema'. Eu já tive que lhe ministrar uma poção desse tipo, uma vez só. Então, poderei ajudá-la sim! Não se desespere!
A professora pareceu um tanto aliviada, mas Renan teve de continuar.
- Entretanto, não sou muito experiente nesse tipo de poção... mas prometo prepará-la com perfeição! - disse entusiasmado - Agora, vamos a alguns detalhes técnicos... uma poção forte assim não ficará pronta imediatamente... você tem o poder de conter essa sua outra face?
- laine fernandes
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No primeiro momento, laine achou que Renan não poderia ajudá-la. Sentiu medo da resposta, quando o homem fechou os olhos, mas seu susto se foi com um sorriso do curandeiro.
- Laine, por uma infeliz coincidência, minha irmã apresenta esse mesmo 'problema'. Eu já tive que lhe ministrar uma poção desse tipo, uma vez só. Então, poderei ajudá-la sim! Não se desespere!
Sua irmã deve sofre muito. Agradeço por esta me ajudado... não tenho muitas pessoas a recorrer.
- Entretanto, não sou muito experiente nesse tipo de poção... mas prometo prepará-la com perfeição!Agora, vamos a alguns detalhes técnicos... uma poção forte assim não ficará pronta imediatamente... você tem o poder de conter essa sua outra face?
Quando ela vem... Normalmente não consigo conter, mas tomei uma poção hoje... E mesmo a poção sendo fraca. Posso me controlar... Por duas semanas ate três...
Laine suspirou e olhou pro homem, ela sabia que esse tipo de poção poderia durar um mês de preparo ou ate mais. Pra sua sorte maioria dos ingredientes, já estava em mão.
Renan... Tenho maioria dos ingredientes. Eu posso conseguir com a professora meiga alguns... O único problema é o tempo. E justamente isso que eu dependo da sua ajuda. As ervas que precisão ficar de molho por alguns dias eu posso cuidar disso com perfeição. O que tem a dizer? Você consegue me ajudar em menos de um mês?
- Laine, por uma infeliz coincidência, minha irmã apresenta esse mesmo 'problema'. Eu já tive que lhe ministrar uma poção desse tipo, uma vez só. Então, poderei ajudá-la sim! Não se desespere!
Sua irmã deve sofre muito. Agradeço por esta me ajudado... não tenho muitas pessoas a recorrer.
- Entretanto, não sou muito experiente nesse tipo de poção... mas prometo prepará-la com perfeição!Agora, vamos a alguns detalhes técnicos... uma poção forte assim não ficará pronta imediatamente... você tem o poder de conter essa sua outra face?
Quando ela vem... Normalmente não consigo conter, mas tomei uma poção hoje... E mesmo a poção sendo fraca. Posso me controlar... Por duas semanas ate três...
Laine suspirou e olhou pro homem, ela sabia que esse tipo de poção poderia durar um mês de preparo ou ate mais. Pra sua sorte maioria dos ingredientes, já estava em mão.
Renan... Tenho maioria dos ingredientes. Eu posso conseguir com a professora meiga alguns... O único problema é o tempo. E justamente isso que eu dependo da sua ajuda. As ervas que precisão ficar de molho por alguns dias eu posso cuidar disso com perfeição. O que tem a dizer? Você consegue me ajudar em menos de um mês?
- Gaby Lovegood
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*Uma coruja negra entra pela janela da enfermaria, despeja um embrulho e uma carta em cima da mesa de Renan e sai sem lançar um unico pio*
Nan,
Há dois dias, eu acordei aqui no St Mungus, no inicio eu não me lembrava do que tinha acontecido, mas agora me lembro...
Apesar disso estou escrevendo essa carta para lhe dizer que te amo demais, maninho, sinto muito se não sou capaz de te proteger, de estar ao seu lado quando nosso pais morreram foi isso que eu me prometi "te proteger" mas no final eu só acabei te trazendo mais problemas.
Portanto quero que não se preocupe mais comigo, não sei o que farei da minha vida, mas não vou mais interferir na sua, esqueça o Henry, e
não tente me procurar também. Eu sei que você irá me odiar por isso, mas ouvi dizer que agora você e a Dani tem um bebe, não posso ameaçar sua existencia mais e você sabe que apenas trago pesares para aqueles que estão proximos de mim...
Talvez nunca mais nos encontremos maninho, mas saiba que sempre irei te amar ! Posso estar longe de você mas nossas almas são gêmeas Nan, meu coração sempre estará do seu lado quando precisar, Por favor não fica bravo comigo, e não me procure, é para o seu bem...
ps: No dia em que voltei a Hogwarts, aquele em que conheci o Henry, eu queria te entregar algo que encontrei, mas acabei me esquecendo, agora envio para você espero que goste.
*Junto a carta havia um embrulho retangular, ao abrir Renan pode ver a imagem de seus pais abraçados olhando ele e sua irmã que brincavam de se esconder atras de uma arvore *
Nan,
Há dois dias, eu acordei aqui no St Mungus, no inicio eu não me lembrava do que tinha acontecido, mas agora me lembro...
Apesar disso estou escrevendo essa carta para lhe dizer que te amo demais, maninho, sinto muito se não sou capaz de te proteger, de estar ao seu lado quando nosso pais morreram foi isso que eu me prometi "te proteger" mas no final eu só acabei te trazendo mais problemas.
Portanto quero que não se preocupe mais comigo, não sei o que farei da minha vida, mas não vou mais interferir na sua, esqueça o Henry, e
não tente me procurar também. Eu sei que você irá me odiar por isso, mas ouvi dizer que agora você e a Dani tem um bebe, não posso ameaçar sua existencia mais e você sabe que apenas trago pesares para aqueles que estão proximos de mim...
Talvez nunca mais nos encontremos maninho, mas saiba que sempre irei te amar ! Posso estar longe de você mas nossas almas são gêmeas Nan, meu coração sempre estará do seu lado quando precisar, Por favor não fica bravo comigo, e não me procure, é para o seu bem...
Do seu outro eu,
Gabriela Lovegood
Gabriela Lovegood
ps: No dia em que voltei a Hogwarts, aquele em que conheci o Henry, eu queria te entregar algo que encontrei, mas acabei me esquecendo, agora envio para você espero que goste.
*Junto a carta havia um embrulho retangular, ao abrir Renan pode ver a imagem de seus pais abraçados olhando ele e sua irmã que brincavam de se esconder atras de uma arvore *
- Renan
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[color=red]Laine[/color] wrote:- Renan... Tenho maioria dos ingredientes. Eu posso conseguir com a professora meiga alguns... O único problema é o tempo. E justamente isso que eu dependo da sua ajuda. As ervas que precisão ficar de molho por alguns dias eu posso cuidar disso com perfeição. O que tem a dizer? Você consegue me ajudar em menos de um mês?
- Consigo Laine, com certeza! Então, não temos tempo a perder! Vamos, se tiver os ingredientes vamos começar o mais depressa possível! - Exclamou com novo ânimo.
Entretanto, tal ímpeto foi abalado quando uma coruja completamente negra pousou na janela da Ala. Presa à sua pata estava uma carta muito brilhante em meio a escuridão. Acenou para Laine e foi buscar a mensagem. Abriu-a. A coruja simplesmente desapareceu, deixando cair uma foto, a qual mal deu atenção.
Seus olhos correram linha a linha da caligrafia inclinada e delicada de sua irmã. Os olhos teimaram e derrubar lágrimas de dor, mas conteve-as bravamente. Seu coração apertava cada vez mais, ao que cerrava o punho direito cada vez mais forte, machucando sua própria mão.
Ao terminar a leitura queimou a carta com as mãos nuas, sem cerimônia. Em seguida, convocou a foto que caíra e, no instante que seus olhos flagraram a imagem, sentiu-se quase sufocado... e desta vez não pôde conter algumas lágrimas. Chorou, sem emitir som. Teve a impressão de que a profª de Herbologia estava infinitamente desconfortável naquela situação e, assim, secou o rosto e materializou um porta-retrato para aquela fotografia tão especial... a única que possuia - agora - de seus pais. Colocou-a em cima de uma cama e finalmente retomou sua voz.
- Errm, desculpe Laine... Uhm, vamos!
*Obrigado... By...*
- laine fernandes
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- Consigo Laine, com certeza! Então, não temos tempo a perder! Vamos, se tiver os ingredientes vamos começar o mais depressa possível!
Laine não conseguiu esconder o sorriso. A vontade era de abraça o curandeiro, mas seu sorriso mudou rapidamente, pois uma coruja tinha pousado na janela. Sem duvidas era uma bela ave, só que sua imagem passava uma sensação estranha.
Quem será o portador dessa coruja?
Seu pensamento foi interrompido, pelo homem que tentava esconder algumas lagrimas. Laine olhou pra sua mão, tentando não observa a cena. Ela estava um pouco envergonhada, então se lembrou da pedra no bolso. Tirou e observou que a cor não avia mudado, ainda continuava roxa.
Isso é um bom sinal.como sera que a meiga esta.
Voltou a olhar pro curandeiro, ele estava chorando com um papel na mão. Laine não olhou, mas achou que fosse uma fotografia bruxa. O homem voltou a se aproximar e fala.
Errm, desculpe Laine... Uhm, vamos!
Tenho certeza... que podemos ajudar sua irmã também. Temos que ralar muito. Ao todo são 6 ingredientes. Um deles eu posso conseguir com a meiga. Dois deles estão perfeitamente prontos... Outros dois ficaram prontos amanha, pois passaram muito tempo guardado e necessitam ficar na lua crescente por um dia.
Laine parou um pouco, pois o ultimo seria o crucial pra sua cura. O único problema será o sacrifico que poderia levara a sua morte ou a perda da sua alma definitivamente. Ela sabia que em parte estava mentindo pro curandeiro, então resolveu contar tudo.
Renan... Tenho que te contar a verdade. Eu encontrei a cura, mas essa poção não evita totalmente a minha outra personalidade a aparecer. Ela da forças pra ela... Pois pra que eu consiga a cura eu tenho que beber essa poção com esses 5 ingredientes por dois meses. Nesses dois meses a poção vai ajudar essa minha personalidade a sair... E quando isso acontecer, essa mesma poção com esses cinco ingredientes tem que ta pronta...
Laine respirou, como se fosse contar a pior parte.
É nessa parte que eu vou precisar muito da sua ajuda e de outras duas pessoas. Quando a minha personalidade aparecer... você precisa pegar o meu sangue... ao todo tem que da vinte gotas. Alguém tem que me segurar e outra tirar meu sangue... você vai esta preparando a poção... Assim que o sangue for tirado... Você vai me fazer beber junto com a poção. De maneira nenhuma... Não pode existir demora. O sangue dela tem que começar a derramar as 23:00 e ser terminada antes da meia noite... caso eu beba depois da meia noite... ela vai ficar com o meu corpo.
Laine não conseguiu esconder o sorriso. A vontade era de abraça o curandeiro, mas seu sorriso mudou rapidamente, pois uma coruja tinha pousado na janela. Sem duvidas era uma bela ave, só que sua imagem passava uma sensação estranha.
Quem será o portador dessa coruja?
Seu pensamento foi interrompido, pelo homem que tentava esconder algumas lagrimas. Laine olhou pra sua mão, tentando não observa a cena. Ela estava um pouco envergonhada, então se lembrou da pedra no bolso. Tirou e observou que a cor não avia mudado, ainda continuava roxa.
Isso é um bom sinal.como sera que a meiga esta.
Voltou a olhar pro curandeiro, ele estava chorando com um papel na mão. Laine não olhou, mas achou que fosse uma fotografia bruxa. O homem voltou a se aproximar e fala.
Errm, desculpe Laine... Uhm, vamos!
Tenho certeza... que podemos ajudar sua irmã também. Temos que ralar muito. Ao todo são 6 ingredientes. Um deles eu posso conseguir com a meiga. Dois deles estão perfeitamente prontos... Outros dois ficaram prontos amanha, pois passaram muito tempo guardado e necessitam ficar na lua crescente por um dia.
Laine parou um pouco, pois o ultimo seria o crucial pra sua cura. O único problema será o sacrifico que poderia levara a sua morte ou a perda da sua alma definitivamente. Ela sabia que em parte estava mentindo pro curandeiro, então resolveu contar tudo.
Renan... Tenho que te contar a verdade. Eu encontrei a cura, mas essa poção não evita totalmente a minha outra personalidade a aparecer. Ela da forças pra ela... Pois pra que eu consiga a cura eu tenho que beber essa poção com esses 5 ingredientes por dois meses. Nesses dois meses a poção vai ajudar essa minha personalidade a sair... E quando isso acontecer, essa mesma poção com esses cinco ingredientes tem que ta pronta...
Laine respirou, como se fosse contar a pior parte.
É nessa parte que eu vou precisar muito da sua ajuda e de outras duas pessoas. Quando a minha personalidade aparecer... você precisa pegar o meu sangue... ao todo tem que da vinte gotas. Alguém tem que me segurar e outra tirar meu sangue... você vai esta preparando a poção... Assim que o sangue for tirado... Você vai me fazer beber junto com a poção. De maneira nenhuma... Não pode existir demora. O sangue dela tem que começar a derramar as 23:00 e ser terminada antes da meia noite... caso eu beba depois da meia noite... ela vai ficar com o meu corpo.
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[color=red]Laine[/color] wrote:Quando a minha personalidade aparecer... você precisa pegar o meu sangue... ao todo tem que dar vinte gotas. Alguém tem que me segurar e outra tirar meu sangue... você vai esta preparando a poção... Assim que o sangue for tirado... Você vai me fazer beber junto com a poção. De maneira nenhuma... Não pode existir demora. O sangue dela tem que começar a derramar as 23:00 e ser terminada antes da meia noite... caso eu beba depois da meia noite... ela vai ficar com o meu corpo.
Renan, que sorria até o momento, estacou em surpresa. Não imaginava que a situação fosse tão tenebrosa. No entanto, continuou com um leve sorriso na face.
- Por pior que a situação possa parecer, não há porque se desesperar. Eu vou te ajudar no que precisar. Apesar de ser difícil, vamos conseguir - disse num tom tão encorajador que até ele estranhou.
Ele fez uma pausa e acalmou seu ânimo, dando uma olhada para o retrato que acabara de receber.
- Ótimo. Resumindo, a partir de amanhã posso começar o preparo dessa poção. E, daqui certo tempinho... bem, pensamos nisso depois. Aliás... essa sua outra personalidade é maligna?
- laine fernandes
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Quando a mulher terminou de falar, voltou-se pro curandeiro. Ele se mantinha firme e sorridente, aquilo foi um alivio para professora.
- Por pior que a situação possa parecer, não há porque se desesperar. Eu vou te ajudar no que precisar. Apesar de ser difícil, vamos conseguir.
Muito... Muito obrigado.
- Ótimo. Resumindo, a partir de amanhã posso começar o preparo dessa poção. E, daqui certo tempinho... bem, pensamos nisso depois. Aliás... essa sua outra personalidade é maligna?
Sim! Ela é muito maligna... eu vou te mandar a lista de ingrediente... com os que eu tenho. Os outros dois mando amanha, quando terminar de pegar um molho da luz da lua. Vou procurar a professora meiga... assim vou conseguir o ultimo dos cincos. Renan, como todo curandeiro você deve saber muitas palavras mágicas de cura. Isso é muito importante em todo o andamento... e isso eu não sei nada... então ate a volta.
Laine se levantou e sorriu pro homem. Saiu da enfermaria com um bom pressentimento.
OFF catando a meiga OFF
- Por pior que a situação possa parecer, não há porque se desesperar. Eu vou te ajudar no que precisar. Apesar de ser difícil, vamos conseguir.
Muito... Muito obrigado.
- Ótimo. Resumindo, a partir de amanhã posso começar o preparo dessa poção. E, daqui certo tempinho... bem, pensamos nisso depois. Aliás... essa sua outra personalidade é maligna?
Sim! Ela é muito maligna... eu vou te mandar a lista de ingrediente... com os que eu tenho. Os outros dois mando amanha, quando terminar de pegar um molho da luz da lua. Vou procurar a professora meiga... assim vou conseguir o ultimo dos cincos. Renan, como todo curandeiro você deve saber muitas palavras mágicas de cura. Isso é muito importante em todo o andamento... e isso eu não sei nada... então ate a volta.
Laine se levantou e sorriu pro homem. Saiu da enfermaria com um bom pressentimento.
OFF catando a meiga OFF
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Renan ouviu a resposta que ele requisitara e assistiu, sorrindo, a saída de Laine da Ala Hospitalar. Talvez bons ventos estavam começando a soprar em sua direção. No instante em que deu as costas para as portas duplas de madeira escura, assustou-se com a chegada de mais uma coruja, dessa vez com grandes olhos amendoados de cor laranja-escuro. Suas penas, de uma coloração castanha, perfeitamente alinhadas pareciam imóveis ao vento que balançava as árvores ao longe.
O curandeiro dirigiu-se à coruja e desatou de sua pata um pequeno rolo de pergaminho em cujo selo se via uma varinha com duas serpentes enrosacadas a ela, uma mirando diretamente os olhos da outra. Imediatamente após a soltura do pergaminho, a coruja alçou vôo inabalável ao vento cortante. Ao correr seus olhos pelas palavras azuladas da mensagem, seu rosto foi se enchendo de cor e seu interior pareceu um pouco mais quente. Correu voluptuosamente para a escrivaninha de seus aposentos e riscou qualquer coisa num bilhete para a diretora, a fim de que soubesse para onde ia e para que fim. Bateu a varinha no pedaço de pergaminho que se dobrou na forma de uma garça de origami.
- Vá até a sala da diretora NaHh e só se abra quando ela lhe tocar. - ordenou de olhos fechados e concentrando-se o máximo possível no caminho até a diretoria e na aura da diretora da escola.
Ao que seu pequeno pássaro de papel partiu, ele convocou sua capa de viagem negra, pegou um frasco vazio de cima de uma cômoda e murmurou "Portus" enquanto indicava a varinha para o objeto. Este tremeu e estacou.
**Bem, depois a ministra ajeita isso para mim.** - pensou rindo internamente.
E, em alguns segundos, um turbilhão de cores transportou Renan até o Hospital dos bruxos.
<center>----- Editando, dia 03 de Agosto -----</center>
Ao cruzar os portões da escola, Renan desfez o Feitiço da Desilusão de Cláudia e passou a correr pelos jardins de Hogwarts desesperadamente. Explodiu pelas portas de carvalho do Grande Salão e continuou sua trajetória pelas escadarias, enfim chegando a Ala Hospitalar. A Ministra da Magia socava o ar e chamava por sua mãe, chorando. Finalmente, o curandeiro adentrou a Ala e pôs Cláudia num dos leitos do local: controlara o choro mas não parava de resmungar.
- Ministra, por favor, tente se lembrar... o que houve com você?
O curandeiro dirigiu-se à coruja e desatou de sua pata um pequeno rolo de pergaminho em cujo selo se via uma varinha com duas serpentes enrosacadas a ela, uma mirando diretamente os olhos da outra. Imediatamente após a soltura do pergaminho, a coruja alçou vôo inabalável ao vento cortante. Ao correr seus olhos pelas palavras azuladas da mensagem, seu rosto foi se enchendo de cor e seu interior pareceu um pouco mais quente. Correu voluptuosamente para a escrivaninha de seus aposentos e riscou qualquer coisa num bilhete para a diretora, a fim de que soubesse para onde ia e para que fim. Bateu a varinha no pedaço de pergaminho que se dobrou na forma de uma garça de origami.
- Vá até a sala da diretora NaHh e só se abra quando ela lhe tocar. - ordenou de olhos fechados e concentrando-se o máximo possível no caminho até a diretoria e na aura da diretora da escola.
Ao que seu pequeno pássaro de papel partiu, ele convocou sua capa de viagem negra, pegou um frasco vazio de cima de uma cômoda e murmurou "Portus" enquanto indicava a varinha para o objeto. Este tremeu e estacou.
**Bem, depois a ministra ajeita isso para mim.** - pensou rindo internamente.
E, em alguns segundos, um turbilhão de cores transportou Renan até o Hospital dos bruxos.
<center>----- Editando, dia 03 de Agosto -----</center>
Ao cruzar os portões da escola, Renan desfez o Feitiço da Desilusão de Cláudia e passou a correr pelos jardins de Hogwarts desesperadamente. Explodiu pelas portas de carvalho do Grande Salão e continuou sua trajetória pelas escadarias, enfim chegando a Ala Hospitalar. A Ministra da Magia socava o ar e chamava por sua mãe, chorando. Finalmente, o curandeiro adentrou a Ala e pôs Cláudia num dos leitos do local: controlara o choro mas não parava de resmungar.
- Ministra, por favor, tente se lembrar... o que houve com você?
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Claudia estava em londres. NO hospital Saint Mungus e acordou sentindo-se estranha. Ela não tinha visto nehhum espelho então não tinha ideia da sua idade e do seu tamanho. Mas sua cabeça e suas lembranças regrediram a quando tinha 12 anos. Ela era Claudia aluna da lufa-lufa que acabara de regressar para Hogwarts para cursar o seu segundo ano de escola!.
Em londres um jovem curandeiro a agarrou num lugar imenso e cheio de pessoas de verde - o hospital - um garoto levado lançou um feitiço que fez seus dentes crescerem e ela tentou ir atras dele!
A jovem foi segura pelo mesmo rapaz que agora estava perguntado coisas absurdas. Ela tentou arranhá-lo , gritou e chorou e berrou quando chegaram em Hogsmead!
Não sabia porque ou qual a razão dele trata-la com tanta intimidade.
Claudia resmungava o tempo todo chamando-o de cahto e pedindo sua mae!!
- Ministra, por favor, tente se lembrar... o que houve com você?
Eu num sou Ministra... o Ministério é dirigido por .. ela oolhou para ele ficou com aquela cara de quem tentava se lembrar de algo!
- ahh seu professor chato!.. eu quero minha mãe! a professora olha pra os lados e reconhece a enfermaria - chame a Sra. Princenton!!!
Ela não sabia que a antiga enfermeira ja havia se aposentado! Claudia continuou resmungando enquanto o enfermeiro a olhava perplexo!!
Em londres um jovem curandeiro a agarrou num lugar imenso e cheio de pessoas de verde - o hospital - um garoto levado lançou um feitiço que fez seus dentes crescerem e ela tentou ir atras dele!
A jovem foi segura pelo mesmo rapaz que agora estava perguntado coisas absurdas. Ela tentou arranhá-lo , gritou e chorou e berrou quando chegaram em Hogsmead!
Não sabia porque ou qual a razão dele trata-la com tanta intimidade.
Claudia resmungava o tempo todo chamando-o de cahto e pedindo sua mae!!
- Ministra, por favor, tente se lembrar... o que houve com você?
Eu num sou Ministra... o Ministério é dirigido por .. ela oolhou para ele ficou com aquela cara de quem tentava se lembrar de algo!
- ahh seu professor chato!.. eu quero minha mãe! a professora olha pra os lados e reconhece a enfermaria - chame a Sra. Princenton!!!
Ela não sabia que a antiga enfermeira ja havia se aposentado! Claudia continuou resmungando enquanto o enfermeiro a olhava perplexo!!
- Renan
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O comportamento de Cláudia frente a sua pergunta foi perturbador: Ela realmente não sabia que voltou a ser uma aluna da escola, levando em conta o quesito comportamental e psicológico.
*Era o que eu temia...*
Ele correu em direção aos fundos da enfermaria fazendo algazarra ao procurar uma poção específica para ministrar a Cláudia. Encontrado o frasco correto, que continha um líquido rosado e tão leve que não parecia um líquido. O curandeiro se dirigiu prontamente a ministra, que chorava de modo extremamente infantil, e olhou diretamente nos seus olhos.
- Errm... Srta Evans, a Sra Princenton teve de sair do cargo e eu a estou substituindo por hora. Por favor, tome essa poção para que durma enquanto tento contactar seus pais. - mentiu o curandeiro da melhor forma que pôde.
Renan virou o frasco numa taça para que a mulher bebesse seu conteúdo. No instante em que a poção tocou os lábios de Cláudia, esta reagiu como se tivesse tomado um choque. Ergueu-se prontamente aos pés da cama do hospital da Escola e, com um aceno de sua própria varinha, trocou suas vestes. Depois, olhou confusa para Renan.
- Renan... o que realmente está acontecendo? - indagou a ministra, agora com a mente normal.
- Ministra... aconteceu um terrível efeito colateral quando se submeteu àquele ritual com os centauros. Você voltou bem, procedi da forma combinada... mas acho que, por ter cedido alguma parcela de sua vida... - disse Renan, pausando para assimilar os fatos. - Bem, a questão é que sua mente regrediu, suponho que para algum ponto de sua vida estudantil... Eu vou conseguir manter sua mente assim, estabilizada no presente, por um tempo... mas seu efeito vai cessar, com certeza.
Dizendo-o, Renan esperou alguma manifestação de Cláudia.
*Era o que eu temia...*
Ele correu em direção aos fundos da enfermaria fazendo algazarra ao procurar uma poção específica para ministrar a Cláudia. Encontrado o frasco correto, que continha um líquido rosado e tão leve que não parecia um líquido. O curandeiro se dirigiu prontamente a ministra, que chorava de modo extremamente infantil, e olhou diretamente nos seus olhos.
- Errm... Srta Evans, a Sra Princenton teve de sair do cargo e eu a estou substituindo por hora. Por favor, tome essa poção para que durma enquanto tento contactar seus pais. - mentiu o curandeiro da melhor forma que pôde.
Renan virou o frasco numa taça para que a mulher bebesse seu conteúdo. No instante em que a poção tocou os lábios de Cláudia, esta reagiu como se tivesse tomado um choque. Ergueu-se prontamente aos pés da cama do hospital da Escola e, com um aceno de sua própria varinha, trocou suas vestes. Depois, olhou confusa para Renan.
- Renan... o que realmente está acontecendo? - indagou a ministra, agora com a mente normal.
- Ministra... aconteceu um terrível efeito colateral quando se submeteu àquele ritual com os centauros. Você voltou bem, procedi da forma combinada... mas acho que, por ter cedido alguma parcela de sua vida... - disse Renan, pausando para assimilar os fatos. - Bem, a questão é que sua mente regrediu, suponho que para algum ponto de sua vida estudantil... Eu vou conseguir manter sua mente assim, estabilizada no presente, por um tempo... mas seu efeito vai cessar, com certeza.
Dizendo-o, Renan esperou alguma manifestação de Cláudia.
- Petyr Van Abel
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Henry nunca tivera forma,devia ser um ser sem forma e sem definições...Sim ele era as sombras naquele momento,apenas seus olhos brilhavam no escuro e ele sabia que Renan o pressentiria logo,pois um mestre de magia perceberia outro tão poderoso quanto ele...Era hora de se apresentar,a massa disforme que era a escuridão tomou forma de um homem atlético, usando roupas pretas e seus olhos alaranjados brilhavam mais que nunca, saindo do escuro sua voz,fria,congelante e maldosa,Voz típica dos Anjos da Morte ele se pronunciou
-Caro e inesquecível amigo,Renan! Como esta caro amigo? E pode ser pretensão a minha...Mas Evans Black...esta de volta e gostaria de obter informações sobre sua irmã...Lembro que a ultima vez que a vi no St. Mungus ainda estava em coma...Eu não tive tempo de visitá-la mais...Por isso estava aqui perto e resolvi perguntar p/ você diretamente e quem sabe podemos tomar um café?Absinto?Chá?Vinho?
O garoto deixou escapar um sorriso sarcástico...Finalmente o Anjo da morte...Henry...havia acordado e agora o velho Leto estava lacrado em seu devido lugar,no fundo da alma. Ele se dirigiu a um canto da sala,o mais escuro,conjurou uma cadeira e se assentou
-Então? Dirá-me algo ou esta atônito demais para falar comigo?Achou que eu não retornaria?Pois bem eu também estou surpreso em ter coragem de voltar depois de tudo que causei aqui! Mas precisei voltar...Perdoe-me se estou sendo rude...Mas Sou um anjo da morte e não tenho certa "delicadeza"
O garoto conjurou um copo de liquido roxo e passou a entrona-lo a espera da reação do homem a sua frente!
-Caro e inesquecível amigo,Renan! Como esta caro amigo? E pode ser pretensão a minha...Mas Evans Black...esta de volta e gostaria de obter informações sobre sua irmã...Lembro que a ultima vez que a vi no St. Mungus ainda estava em coma...Eu não tive tempo de visitá-la mais...Por isso estava aqui perto e resolvi perguntar p/ você diretamente e quem sabe podemos tomar um café?Absinto?Chá?Vinho?
O garoto deixou escapar um sorriso sarcástico...Finalmente o Anjo da morte...Henry...havia acordado e agora o velho Leto estava lacrado em seu devido lugar,no fundo da alma. Ele se dirigiu a um canto da sala,o mais escuro,conjurou uma cadeira e se assentou
-Então? Dirá-me algo ou esta atônito demais para falar comigo?Achou que eu não retornaria?Pois bem eu também estou surpreso em ter coragem de voltar depois de tudo que causei aqui! Mas precisei voltar...Perdoe-me se estou sendo rude...Mas Sou um anjo da morte e não tenho certa "delicadeza"
O garoto conjurou um copo de liquido roxo e passou a entrona-lo a espera da reação do homem a sua frente!

E do riso fez-se o pranto!!!
E hoje em dia... como é que se diz eu te amo?
- Renan
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Renan simplesmete perdeu toda a cor da sua face e todo o calor de seu corpo. Não era medo, mas ódio que transpirava por todos os seus poros. Desviou os olhos da ministra da magia, cada vez mais atônita e acompanhou a movimentação daquele asqueroso Anjo.
O curandeiro fechou os olhos e os reabriu quase que instantaneamente. Brilhavam de raiva.
- Ah, mas é claro que vou tomar chá com você. Nada mais absolutamente normal entre duas pessoas absolutamente normais.. Ops, quase esqueci que você tentou matar minha irmã. - disse com veemência - e que não passa de um inseto que se orgulha de tal!
Renan proferiu aquelas palavras sentindo um ódio afiado... mas mesmo assim falava num tom casual. Talvez isso fosse sintoma da própria frieza que o ódio lhe proporcionara. O antigo corvinal tirou de dentro das vestes o anel que o recém chegado havia deixado ao partir de Hogwarts.
- Toma. É seu por direito... se bem que tão belo anel não deveria repousar em dedos imundos e fétidos... - disse jogando o anel de qualquer jeito para Henry - ... e cujo sobrenome me faz ter nojo de carregar a mesma alcunha.
Agora o homem estava realmente como ele esperava estar. Suas feições obscurecidas, suas têmporas pulsando forte. Olhou para Henry com tamanho desprezo que Cláudia, que só assistia, poderia não te-lo reconhecido. Renan apertou forte a varinha tão negra quanto seu ânimo e, involuntariamente, fez com que alguns frascos se quebrassem.
- Será que é homem o suficiente, Black, para admitir que não está nem ao menos perto de ser um anjo?
- Caro e inesquecível amigo, Renan! Como esta caro amigo? E pode ser pretensão a minha... Mas Evans Black...esta de volta e gostaria de obter informações sobre sua irmã... Lembro que a ultima vez que a vi no St. Mungus ainda estava em coma...Eu não tive tempo de visitá-la mais...Por isso estava aqui perto e resolvi perguntar p/ você diretamente e quem sabe podemos tomar um café? Abscinto? Chá? Vinho? [...] Então? Dirá-me algo ou esta atônito demais para falar comigo? Achou que eu não retornaria?
O curandeiro fechou os olhos e os reabriu quase que instantaneamente. Brilhavam de raiva.
- Ah, mas é claro que vou tomar chá com você. Nada mais absolutamente normal entre duas pessoas absolutamente normais.. Ops, quase esqueci que você tentou matar minha irmã. - disse com veemência - e que não passa de um inseto que se orgulha de tal!
Renan proferiu aquelas palavras sentindo um ódio afiado... mas mesmo assim falava num tom casual. Talvez isso fosse sintoma da própria frieza que o ódio lhe proporcionara. O antigo corvinal tirou de dentro das vestes o anel que o recém chegado havia deixado ao partir de Hogwarts.
- Toma. É seu por direito... se bem que tão belo anel não deveria repousar em dedos imundos e fétidos... - disse jogando o anel de qualquer jeito para Henry - ... e cujo sobrenome me faz ter nojo de carregar a mesma alcunha.
Agora o homem estava realmente como ele esperava estar. Suas feições obscurecidas, suas têmporas pulsando forte. Olhou para Henry com tamanho desprezo que Cláudia, que só assistia, poderia não te-lo reconhecido. Renan apertou forte a varinha tão negra quanto seu ânimo e, involuntariamente, fez com que alguns frascos se quebrassem.
- Será que é homem o suficiente, Black, para admitir que não está nem ao menos perto de ser um anjo?
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Henry gargalhava a cada palavra,adorava ver o ódio fluir no corpo do garoto...Sim Renan não passava de um criança no momento e ele um velho asqueroso banhado em sangue,ele se levantou apontou a varinha a Renan
-Eu disse ANJO DA MORTE,o anjo caído aquele que traz consigo os males da terra,o ódio,a ira,a inveja,a luxuria,a gula, a agonia,a tortura,e claro O prazer de matar e ver a morte! Trago comigo as recordações das guerras,trago comigo o sentimento das feras!Trago comigo o desejo de matar aquele que grita comigo! Renan não grite e não seja tão presunçoso você sabe muito bem que mesmo que me mate poderia ser ferido de tal forma que não duraria tanto quanto pensa! Sua irmã sobreviveu e voltou a andar pela terra e sabe por quê? Porque ela teve a sorte de Leto assumir o controle de novo! Senão eu teria matado com total e absoluta certeza mas ele me impediu e sabe como? Ele me implorou por você e tão somente pelo seu nome! Eu aceitei porque você é um AMIGO O MEU ÚNICO AMIGO!Mas se prefere guerrear terás guerra!
O garoto se acalmou deixou seu manto se abaixar,a boca produzir novamente saliva que esta já estava seca com sua palavras rápidas e frias...Ele não queria falar assim com Renan mas se eles teriam que se confrontar ele não teria medo...Pensou em Gaby Ela estaria em algum lugar vagando e ele brigando com o Irmão dela...por causa da maldita garota..Ah como ele se arrependia de não tê-la matado quando pode
-Renan...Renan...não me force a te enfrentar...eu não quero isso,não voltei para isso
Voltei para pedir perdão...Eu sou mortal...que quer ser um anjo...mas não sou!
(P.S: Narração de Henry agora 1ª pessoa)
Olho um animal
Seu olhar me parece mortal
Me curvo surto
Olho uma balança
De um lado a morte
Do outro a esperança
Droga! Saia daqui Leto não se intrometa! Você devia ter morrido junto com sua maldita irmã...Suma de minha mente
-Ela não é sua Anjo cai fora você,você já matou muito em meu nome desapareçaaaaa
Acho que perderas novamente Leto,sabes que é mais fraco! Regrida!
----------------------------------------------------------------------------------------------
(fim da narração de Henry)
Henry se curvou tendo leves tremeliques,odiava aquele castelo,Leto sempre se libertava ali,isso não era bom,não com Renan ali.Henry se levantou,de seu olho esquerdo corriam lagrimas negras,Leto chorava Henry se pronuncia enquanto sua mão cobria a "outra metade(Leto)",o desdém em sua voz fora gigantesco
-Vejo que você não mudou nada "Nan"
Renan wrote:- Será que é homem o suficiente, Black, para admitir que não está nem ao menos perto de ser um anjo?
-Eu disse ANJO DA MORTE,o anjo caído aquele que traz consigo os males da terra,o ódio,a ira,a inveja,a luxuria,a gula, a agonia,a tortura,e claro O prazer de matar e ver a morte! Trago comigo as recordações das guerras,trago comigo o sentimento das feras!Trago comigo o desejo de matar aquele que grita comigo! Renan não grite e não seja tão presunçoso você sabe muito bem que mesmo que me mate poderia ser ferido de tal forma que não duraria tanto quanto pensa! Sua irmã sobreviveu e voltou a andar pela terra e sabe por quê? Porque ela teve a sorte de Leto assumir o controle de novo! Senão eu teria matado com total e absoluta certeza mas ele me impediu e sabe como? Ele me implorou por você e tão somente pelo seu nome! Eu aceitei porque você é um AMIGO O MEU ÚNICO AMIGO!Mas se prefere guerrear terás guerra!
O garoto se acalmou deixou seu manto se abaixar,a boca produzir novamente saliva que esta já estava seca com sua palavras rápidas e frias...Ele não queria falar assim com Renan mas se eles teriam que se confrontar ele não teria medo...Pensou em Gaby Ela estaria em algum lugar vagando e ele brigando com o Irmão dela...por causa da maldita garota..Ah como ele se arrependia de não tê-la matado quando pode
-Renan...Renan...não me force a te enfrentar...eu não quero isso,não voltei para isso
Voltei para pedir perdão...Eu sou mortal...que quer ser um anjo...mas não sou!
(P.S: Narração de Henry agora 1ª pessoa)
Olho um animal
Seu olhar me parece mortal
Me curvo surto
Olho uma balança
De um lado a morte
Do outro a esperança
Droga! Saia daqui Leto não se intrometa! Você devia ter morrido junto com sua maldita irmã...Suma de minha mente
-Ela não é sua Anjo cai fora você,você já matou muito em meu nome desapareçaaaaa
Acho que perderas novamente Leto,sabes que é mais fraco! Regrida!
----------------------------------------------------------------------------------------------
(fim da narração de Henry)
Henry se curvou tendo leves tremeliques,odiava aquele castelo,Leto sempre se libertava ali,isso não era bom,não com Renan ali.Henry se levantou,de seu olho esquerdo corriam lagrimas negras,Leto chorava Henry se pronuncia enquanto sua mão cobria a "outra metade(Leto)",o desdém em sua voz fora gigantesco
-Vejo que você não mudou nada "Nan"

E do riso fez-se o pranto!!!
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Renan não pôde deixar de se abalar com o que o garoto dissera. Simplesmente, inacreditável. Sabia que a conexão entre os dois Black era forte... mas não a ponto do interior de Henry gritar em favor de outro indivíduo. Renan se atreveu a caminhar alguns passos em direção ao rapaz que estava a sua frente.
*Renan... você tem um coração de manteiga...*, pensou consigo mesmo, odiando-se.
- Aquele que pede perdão, Henry, deve ter se arrependido do que fez. Vejo em sua face que não é isso o que se passa em sua mente. Não é você que eu praticamente adotei como irmão, a pessoa que fez minha irmã de verdade sorrir. Você, Henry, é um assassino... um pobre e mero mortal.
Mesmo as palavras lhe atingindo fundo no peito, ele não se deixou desestabilizar, avançando mais ainda na direção do jovem Black. Queria sua mente sã e o mais centrada possível. Não se deixaria levar pelas coisas que sempre lhe foram importantes. Estava na hora de mudar.
Subitamente, Henry se curvou, o corpo tremendo, lágrimas correndo por um de seus olhos. Nessas lágrimas, Renan viu aquele Henry; o Henry que lhe fora amistoso e que amou sua irmã. O curandeiro por um instante hesitou, mas quando ouviu o jovem - a voz carregada de desdém - dizendo que ele continuava o mesmo "Nan", o curandeiro se recompôs uma segunda vez.
- Não se atreva - disse com um tom altivo na voz - a me chamar desse modo. Tenho pena de você Henry... pena. Deve achar que eu não estou pronto para te enfrentar, mas um homem é repleto de facetas (como você deve saber muito bem) e muda. Eu não sou o mesmo de algum tempo atrás... mas talvez você queira retornar... já que ainda não me atacou.
Dizendo-o, Renan olhou direto na íris esquerda de Henry. Piscou para ele e, inesperadamente, desferiu um soco com sua mão direita, que ainda apertava a varinha, na face do rapaz. Renan - pelo canto do olho - tentou ver o que fazia Cláudia nesse interim, mas não pode perceber nada. Então, segurou forte no ombro do jovem.
- Eu vou ajudar você, mas não do modo como me convém. - disse, recuando alguns passos e apontando a varinha firme para o oponente, o braço esquerdo livre e posicionado a frente do peito. Sua voz saiu fria e áspera - Só peço que me leve a sério, como o mero mortal que você é.
*Renan... você tem um coração de manteiga...*, pensou consigo mesmo, odiando-se.
- Renan... Renan... não me force a te enfrentar... eu não quero isso, não voltei para isso! Voltei para pedir perdão... Eu sou mortal... que quer ser um anjo...mas não sou!
- Aquele que pede perdão, Henry, deve ter se arrependido do que fez. Vejo em sua face que não é isso o que se passa em sua mente. Não é você que eu praticamente adotei como irmão, a pessoa que fez minha irmã de verdade sorrir. Você, Henry, é um assassino... um pobre e mero mortal.
Mesmo as palavras lhe atingindo fundo no peito, ele não se deixou desestabilizar, avançando mais ainda na direção do jovem Black. Queria sua mente sã e o mais centrada possível. Não se deixaria levar pelas coisas que sempre lhe foram importantes. Estava na hora de mudar.
Subitamente, Henry se curvou, o corpo tremendo, lágrimas correndo por um de seus olhos. Nessas lágrimas, Renan viu aquele Henry; o Henry que lhe fora amistoso e que amou sua irmã. O curandeiro por um instante hesitou, mas quando ouviu o jovem - a voz carregada de desdém - dizendo que ele continuava o mesmo "Nan", o curandeiro se recompôs uma segunda vez.
- Não se atreva - disse com um tom altivo na voz - a me chamar desse modo. Tenho pena de você Henry... pena. Deve achar que eu não estou pronto para te enfrentar, mas um homem é repleto de facetas (como você deve saber muito bem) e muda. Eu não sou o mesmo de algum tempo atrás... mas talvez você queira retornar... já que ainda não me atacou.
Dizendo-o, Renan olhou direto na íris esquerda de Henry. Piscou para ele e, inesperadamente, desferiu um soco com sua mão direita, que ainda apertava a varinha, na face do rapaz. Renan - pelo canto do olho - tentou ver o que fazia Cláudia nesse interim, mas não pode perceber nada. Então, segurou forte no ombro do jovem.
- Eu vou ajudar você, mas não do modo como me convém. - disse, recuando alguns passos e apontando a varinha firme para o oponente, o braço esquerdo livre e posicionado a frente do peito. Sua voz saiu fria e áspera - Só peço que me leve a sério, como o mero mortal que você é.
- Cláudia
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Cláudia estava atonita e não entendia nada sobre o que estava acontecendo ali. Aquele jovem alunos discutindo e brigando com Renam, o enfermeiro - curandeiro da escola, seu genro!
-Por Merlin o que está havendo???
A professora estava confusa, pois a sensação é de que tinha acabado de acordar de um sonho. Mas a conversa entre Renam e o garoto a deixou deveras intigrada, já que nehum dos dois sequer se lembrou que ela estava parada e sentanda, mais uma vez, na maca daquela enfermaria em Hogwarts!!
ela por sua vez, ainda cansada e lembrando-se de sua ultima incursão na Floresta Proíbida, resolveu ficar em silêncio, apenas observando.
Chega de se meter em encrenca, vamos aguardar e ver o que ocorre com esses dois, até porque preciso que Renam me diga o que efetivamente está acontecendo e o que estou fazendo aqui!
Ela olha para si e vê que está com roupas estranhas!
Ainda mais assim , vestida com roupas do saint Mungus! Será que estive lá?
Um tanto quanto estranha e ainda meio perdida, como nunca se sentira na vida, a mestra de trato das criaturas continuou olhando para os dois, discretamente, ficando surpresa quando Renam segura o jovem e desfere-lhe um soco! Logo em seguida a ponta a varinha e lança um feitiço deixando o jovem completamente insconsciente!
O loco... Renam perdeu o juízo?
Claudia tenta se levantar e ir até eles, mas Renam muito mais agil e rapido já está colocando o jovem numa das macas! Volta-se para ela e pergunta:
- Está tudo bem!.. sorrindo ele continua - não ligue. Problemas pessoais!. Precisamos resolver o seu problema e rápido!
Ela continua atonita e sem entender muita coisa, quando então o jovem rapaz lhe explica rapidamente q tudo que acontecera desde que ela acordou em Saint Mungus!. A professora ainda intrigada olha pra o jovem rapaz, porém sua mente fervilha. è possível ver que seu cerebro está girando em imensa velocidade!
- Renam! O garoto vai ficar bem? - depois que ele assente, ela respira com calma e volta-se pra ele dizendo - Temos um sério problema!. Eu não havia previsto que o ocorrido na floresta causaria este efeito colateral! eu fiquei mesmo parecendo uma menina?? -
Mesmo depois de Renam lhe confirmar novamente, ela ainda o olha de forma incrédula!
- HUmmmm! Se é assim, temos que ser rápidos! Aliás acho que rapidez não vai resolver neste caso! ela suspira cansada - sabe Renam, tem horas que queria dormir e nunca mais acordar! Já não tenho mais uma parte demeu corpo ou alma sem cicatriz! Mas deixemos minhas dores de lado!.
Ela então pede que ele lhe traga água. Sua boca está seca e ela cansada. Enconsta-se na cama e pede que o curandeiro sente.
Nossa conversa será longa! Cadê minha varinha?
Depois disso e quando Renam entrega-lhe a varinha ela faz um pequeno movimento muito sutil, e sem dizer uma palavra um livro aparece voando e chega até suas mãos. Ela realmente era muito boa em feitiços não verbais! Facilidade que sempre encontou seus colegas!.
-Renam este livro tem a receita de uma poção. Uma poção única que irá reverter o efeito do que eu vivi. sim porque vc sabe que a poção que me deu agora terá efeito temporário. Ms preste atenção: Ninguém pode ver este livro, ok? è muito perigoso!
Ele lhe responde afirmativamente ddeixando claro que ela teria no máximo 2 dias.
- Dois dias não vão dar nem pro cheiro! Há certos ingredientes que serão muito dificieis de encontrar e o preparo de tudo levará 4 meses ou até mais! Você precisará me manter segura e livre de encrencas!
ela sorri de forma nervosa...
O que garanto não será fácil, afinal eu com 12 anos não era nada anjinho!!
- Um dos ingredientes eu posso conseguir já. Vou até a floresta! eu tenho um testralio e sei que seu eu pedir ele me fornecerá aquilo que precisamos! Equanto isso, vá lendo a receita e resolva o problema com seu amigo!
ela se levanta com certa rapidez até, dado seu estado fisico.
Eu voltarei em duas horas. Se não voltar procure-me!
Falando isso ela tirou um certo anel que usava no ultimo dedo da mão esquerda e entregou ao curandeiro depois de proferir algumas palavras mágicas.
-Com esse anel, que vc deve carregar no pescoço, você poderá ver onde quer que eu esteja! Basta tocar e pensar em mim!. Você verá onde estou!
Entregrando o livro a Renam ela levanta-se para sair, quando então o escuta perguntar:
- Você não está esquecendo nada??
Seu olhar desce pelo corpo da ex-diretora de cima até embaixo, fazendo-a corar e olhar para si mesma, quando então percebe estar vestida apenas com uma capa e a camisola do hospital. Um sorriso amarelo surge em seu rosto:
- Precisamos mudar isso!.. Novamente um aceno de varinha e um belo vestido verde surge sobrevoando como se fosse um fantasma. Ela então veste por cima da camisola mesmo. Dá um beijo no rosto do curandeiro e sai calma pra fora da enfermaria!
Renam começa a ler a receita e a cada linha fica mais e mais preocupado!
-O curandeiro está parado no meio da sala com um olhar completamente apavorado.
off.1. Henry fique desmaiado pleaseeee!!!
off.2. renam divirta-se em terminar de bolar um poção complicadessima ! ahahahahahahahah
off.3 FLORESTA PROIBIDA
-Por Merlin o que está havendo???
A professora estava confusa, pois a sensação é de que tinha acabado de acordar de um sonho. Mas a conversa entre Renam e o garoto a deixou deveras intigrada, já que nehum dos dois sequer se lembrou que ela estava parada e sentanda, mais uma vez, na maca daquela enfermaria em Hogwarts!!
ela por sua vez, ainda cansada e lembrando-se de sua ultima incursão na Floresta Proíbida, resolveu ficar em silêncio, apenas observando.
Chega de se meter em encrenca, vamos aguardar e ver o que ocorre com esses dois, até porque preciso que Renam me diga o que efetivamente está acontecendo e o que estou fazendo aqui!
Ela olha para si e vê que está com roupas estranhas!
Ainda mais assim , vestida com roupas do saint Mungus! Será que estive lá?
Um tanto quanto estranha e ainda meio perdida, como nunca se sentira na vida, a mestra de trato das criaturas continuou olhando para os dois, discretamente, ficando surpresa quando Renam segura o jovem e desfere-lhe um soco! Logo em seguida a ponta a varinha e lança um feitiço deixando o jovem completamente insconsciente!
O loco... Renam perdeu o juízo?
Claudia tenta se levantar e ir até eles, mas Renam muito mais agil e rapido já está colocando o jovem numa das macas! Volta-se para ela e pergunta:
- Está tudo bem!.. sorrindo ele continua - não ligue. Problemas pessoais!. Precisamos resolver o seu problema e rápido!
Ela continua atonita e sem entender muita coisa, quando então o jovem rapaz lhe explica rapidamente q tudo que acontecera desde que ela acordou em Saint Mungus!. A professora ainda intrigada olha pra o jovem rapaz, porém sua mente fervilha. è possível ver que seu cerebro está girando em imensa velocidade!
- Renam! O garoto vai ficar bem? - depois que ele assente, ela respira com calma e volta-se pra ele dizendo - Temos um sério problema!. Eu não havia previsto que o ocorrido na floresta causaria este efeito colateral! eu fiquei mesmo parecendo uma menina?? -
Mesmo depois de Renam lhe confirmar novamente, ela ainda o olha de forma incrédula!
- HUmmmm! Se é assim, temos que ser rápidos! Aliás acho que rapidez não vai resolver neste caso! ela suspira cansada - sabe Renam, tem horas que queria dormir e nunca mais acordar! Já não tenho mais uma parte demeu corpo ou alma sem cicatriz! Mas deixemos minhas dores de lado!.
Ela então pede que ele lhe traga água. Sua boca está seca e ela cansada. Enconsta-se na cama e pede que o curandeiro sente.
Nossa conversa será longa! Cadê minha varinha?
Depois disso e quando Renam entrega-lhe a varinha ela faz um pequeno movimento muito sutil, e sem dizer uma palavra um livro aparece voando e chega até suas mãos. Ela realmente era muito boa em feitiços não verbais! Facilidade que sempre encontou seus colegas!.
-Renam este livro tem a receita de uma poção. Uma poção única que irá reverter o efeito do que eu vivi. sim porque vc sabe que a poção que me deu agora terá efeito temporário. Ms preste atenção: Ninguém pode ver este livro, ok? è muito perigoso!
Ele lhe responde afirmativamente ddeixando claro que ela teria no máximo 2 dias.
- Dois dias não vão dar nem pro cheiro! Há certos ingredientes que serão muito dificieis de encontrar e o preparo de tudo levará 4 meses ou até mais! Você precisará me manter segura e livre de encrencas!
ela sorri de forma nervosa...
O que garanto não será fácil, afinal eu com 12 anos não era nada anjinho!!
- Um dos ingredientes eu posso conseguir já. Vou até a floresta! eu tenho um testralio e sei que seu eu pedir ele me fornecerá aquilo que precisamos! Equanto isso, vá lendo a receita e resolva o problema com seu amigo!
ela se levanta com certa rapidez até, dado seu estado fisico.
Eu voltarei em duas horas. Se não voltar procure-me!
Falando isso ela tirou um certo anel que usava no ultimo dedo da mão esquerda e entregou ao curandeiro depois de proferir algumas palavras mágicas.
-Com esse anel, que vc deve carregar no pescoço, você poderá ver onde quer que eu esteja! Basta tocar e pensar em mim!. Você verá onde estou!
Entregrando o livro a Renam ela levanta-se para sair, quando então o escuta perguntar:
- Você não está esquecendo nada??
Seu olhar desce pelo corpo da ex-diretora de cima até embaixo, fazendo-a corar e olhar para si mesma, quando então percebe estar vestida apenas com uma capa e a camisola do hospital. Um sorriso amarelo surge em seu rosto:
- Precisamos mudar isso!.. Novamente um aceno de varinha e um belo vestido verde surge sobrevoando como se fosse um fantasma. Ela então veste por cima da camisola mesmo. Dá um beijo no rosto do curandeiro e sai calma pra fora da enfermaria!
Renam começa a ler a receita e a cada linha fica mais e mais preocupado!
receita maluka de tia clau wrote:
Um litro e meio de agua pura sem qualquer tipo de mistura colhida na primeira noite de lua cheia
5 gotas de sangue de testralio tirado com consentimento
pó de asfodelo salpicado lentamente apos a quarta noite de descanso da mistura numero 1
...
-O curandeiro está parado no meio da sala com um olhar completamente apavorado.
off.1. Henry fique desmaiado pleaseeee!!!
off.2. renam divirta-se em terminar de bolar um poção complicadessima ! ahahahahahahahah
off.3 FLORESTA PROIBIDA
- Petyr Van Abel
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Henry se levantou derradeiro,tonto,perdido,Renan lhe dera um belo soco,sem pensar duas vezes atacou,dando um soco no estomago de Renan o viu se curvar,lhe dera um gancho fazendo-o voar e se esparramar em alguma maca que havia ali,aproximando-se do jovem caído
-Eu também mudei,por mais fraco e mutável eu seja,por mais ganancioso e maleável,por mais mortal e fatal que eu seja,não aceito ser agredido facilmente "Nan",Não me chame de mortal,Não me agrida verbalmente,existe muita gente que precisa de você "Nan" recomponha-se e as ajude...Eu tenho que por fim a algumas vidas inúteis e nojentas,mas eu voltarei e sua face novamente,eu verei só não espere que Leto te defenda...Não espere que vá me segurar...Posso querer não te matar mas não disse nada sobre feri-lo ou deixa-lo inconsciente!Vejo-te em breve...muito mais breve do que queria...E não me subestime nunca o subestimei talvez tenha ate te vangloriado algum dia...Mas vejo que lhe dei créditos a mais do que merece "Nan"
Henry se misturou as sombras,a escuridão disforme...ao ódio enorme que sentia,sumiu,e com seu véu na noite,o anjo desapareceu!Entrando no mais puro breu e sua mente a flutuar, deixou o tempo passar e a noite...virar
Off ~> Algum lugar
Off2~> Claudia apanhar e ficar caído não é meu estilo por isso sai deixando uma recordação p/ ele =D espero que não fique chateada
-Eu também mudei,por mais fraco e mutável eu seja,por mais ganancioso e maleável,por mais mortal e fatal que eu seja,não aceito ser agredido facilmente "Nan",Não me chame de mortal,Não me agrida verbalmente,existe muita gente que precisa de você "Nan" recomponha-se e as ajude...Eu tenho que por fim a algumas vidas inúteis e nojentas,mas eu voltarei e sua face novamente,eu verei só não espere que Leto te defenda...Não espere que vá me segurar...Posso querer não te matar mas não disse nada sobre feri-lo ou deixa-lo inconsciente!Vejo-te em breve...muito mais breve do que queria...E não me subestime nunca o subestimei talvez tenha ate te vangloriado algum dia...Mas vejo que lhe dei créditos a mais do que merece "Nan"
Henry se misturou as sombras,a escuridão disforme...ao ódio enorme que sentia,sumiu,e com seu véu na noite,o anjo desapareceu!Entrando no mais puro breu e sua mente a flutuar, deixou o tempo passar e a noite...virar
Off ~> Algum lugar
Off2~> Claudia apanhar e ficar caído não é meu estilo por isso sai deixando uma recordação p/ ele =D espero que não fique chateada

E do riso fez-se o pranto!!!
E hoje em dia... como é que se diz eu te amo?
- Renan
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Renan fora jogado contra uma maca pela resposta de Henry ao seu golpe. Sentiu dor, óbvio, mas sorriu. Não esperava nenhum tipo de golpe sem resposta. Se recompôs e mirou os olhos sombrios do rapaz a sua frente.
*Eu não te subestimo, nem nunca subestimei. Só que é chegado o momento de tomar decisões... que não são fáceis pra mim. Anseio em te ver tão logo quanto acha que eu não gostaria.*
Renan se ajeitou e assistiu a saída de Henry da enfermaria, tal como a de Cláudia. Tomou o anel que a Ministra lhe entregara e o repousou sobre a página aberta do livro que recebera. Estava de todo intrigado: tinha duas poções dificílimas para preparar e ainda assuntos pendentes com Henry para resolver... Mal sabia o curandeiro que mais coisas estavam por vir.
Tirou os olhos do livro e olhou pela janela... Era noite de lua cheia. Rapidamente, girou a varinha num círculo perfeito no ar, conjurando uma fina, mas resistente, corrente de prata. Uniu o anel à corrente e pendurou-o no pescoço. Acariciou-o por um tempo e, em seguida, passou a olhar sua própria varinha cuidadosamente.
*Acho que teremos bons duelos juntos...*
Inevitavelmente voltou a ler as instruções para a poção de Cláudia.
Renan estava de queixo caído ao término da leitura. Simplesmente era uma poção dificílima de ser preparada.
- Ótimo... duas poções magnificamente complexas. Se mate Renan.
Dizendo-o, guardou o livro e começou a destilar água, colocando-a numa vasilha de cristal que refulgia à luz da lua cheia.
- Vejo-te em breve... muito mais breve do que queria... E não me subestime, nunca o subestimei talvez tenha ate te vangloriado algum dia... Mas vejo que lhe dei créditos a mais do que merece "Nan"
*Eu não te subestimo, nem nunca subestimei. Só que é chegado o momento de tomar decisões... que não são fáceis pra mim. Anseio em te ver tão logo quanto acha que eu não gostaria.*
Renan se ajeitou e assistiu a saída de Henry da enfermaria, tal como a de Cláudia. Tomou o anel que a Ministra lhe entregara e o repousou sobre a página aberta do livro que recebera. Estava de todo intrigado: tinha duas poções dificílimas para preparar e ainda assuntos pendentes com Henry para resolver... Mal sabia o curandeiro que mais coisas estavam por vir.
Tirou os olhos do livro e olhou pela janela... Era noite de lua cheia. Rapidamente, girou a varinha num círculo perfeito no ar, conjurando uma fina, mas resistente, corrente de prata. Uniu o anel à corrente e pendurou-o no pescoço. Acariciou-o por um tempo e, em seguida, passou a olhar sua própria varinha cuidadosamente.
*Acho que teremos bons duelos juntos...*
Inevitavelmente voltou a ler as instruções para a poção de Cláudia.
[color=red]Poção da Tia Clau, o retorno[/color] wrote:Depois de salpicar o pó de asfódelo, dar 3 mexidas na poção no sentido horário a cada 7 minutos. Nesses intervalos, o preparador deverá adicionar 7 gotas de essência de murtisco, uma por minuto.
Proceder assim durante uma semana EXATAMENTE.
No fim deste período, deixar a mistura em descanso por 3 dias, durante os quais dever-se-á preparar uma nova mistura de ingredientes, sendo eles: hemeróbios, fio de cabelo de quem tomará a poção e 30 gotas do sangue do preparador. A nova mistura deve ser aquecida a fogo baixo durante uma hora, depois da qual dever-se-á mexer rápida e continuamente no sentido anti-horário por mais 5 horas. O ciclo deve ser repetido até o término dos 3 dias.
Depois desses dois procedimentos, misturar as duas poções em CINCO MINUTOS após o término simultâneo da mistura 1 e da mistura 2, formando uma mistura 3. Esta deverá ter coloração azulada e um forte cheiro de leite de cobra. Deixar descansar por 2 semanas, quando deve ser colocada em frascos hermeticamente fechados em, no máximo, 3 minutos depois do descanso.
Renan estava de queixo caído ao término da leitura. Simplesmente era uma poção dificílima de ser preparada.
- Ótimo... duas poções magnificamente complexas. Se mate Renan.
Dizendo-o, guardou o livro e começou a destilar água, colocando-a numa vasilha de cristal que refulgia à luz da lua cheia.

