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Grimmauld Place • Exibir tópico - [CASTELO] Floresta Proibida

[CASTELO] Floresta Proibida

RPs antigas? Histórias que quer rever? Subfórum destinado ao arquivamento dos tópicos de jogo do RPG. Você veio ao lugar certo!

Moderador: RPG

Re: Floresta Proibida

Mensagempor laine fernandes » 24/03/08, 20:24

Laine desejou dormir apenas isso, porem imagens passavam em sua cabeça: infância, adolescência, adulta. Tudo era tão confuso, parecia ser sua vida, caso Manuela nunca existisse. Porem tudo que é bom dura pouco e quando finalmente estava ao lado de Ed, o rosto dele se transformou em algo horripilante, coberto de sangue e sua voz era assustadora e dizia: você tirou minha vida... E eu te amava!

Seus olhos abriram dolorosamente e o grande céu estrelado foi sua única vista, antes que adormecesse por mais alguns minutos, aproveitando esses minutos finais encostada em alkin. Infelizmente logo chegaram a orla da floresta.

-Para onde eu a levo? Enfermaria ou para qual lugar?

Escutou vagamente essas palavras tentando não chorar. Estaria prestes a fazer algo muito duro. De uma forma nada confortável, sentiu sua capa sendo recolocada em seu corpo, a mesma estava um pouco gelada, talvez pela roupa úmida de raven. Antes que alkin tomasse seu corpo em seus braços, laine abriu os olhos:

-coloque-me no chão, por favor, professor alkin.-disse tentando não colocar nenhum carinho em suas palavras.

Apoiou sua mão no pescoço do homem e encarou raven por alguns segundos, depois caminhou desajeitadamente, tomando um espaço entre ela e alkin. Passou a mão no pelo do animal que ainda estava presente e ignorando a pergunta do homem, ela diz:

-esqueça tudo que eu fiz... evite me procurar...falava olhando o movimento de sua mão. Sentia tanta dor, que talvez fosse impossível segurar as lagrimas. – Não gosto de você... sinto muito...

Começou a caminhar, mancando, em direção ao castelo. Seu joelho estava tão dolorido que no meio do caminho, laine deu um passo desajeitado e quase caiu. Continuou seu caminho e quando entrou no castelo, as lagrimas caíram desesperadas. Não iria conseguir subir as escadas ate chegar à enfermaria, mas não pediria a ajuda de alkin. Por mais que fosse errada sua atitude, ela queria romper todos os laços com o homem, antes que sua morte o fizesse.
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Re: Floresta Proibida

Mensagempor David Bergerson » 24/03/08, 22:24

David e Ph saíram da ala, totalmente revigorados. Era estranho sentir-se tão bem (?) pouquíssimo tempo depois de estar tão exausto e sabe-se lá mais o quê. Andou com Ph pelo corredor, pensando primeiramente em ir trocar aquela roupa - que por mais que não estivesse mais molhada ainda estava manchada de sangue, desde sua penúltima visita à ala, graças aos "acidentes" na aula de Feitiços. Sugeriu à amiga que fossem rapidamente até o salão comunal. Lá, David foi para o seu dormitório, pegou suas coisas, só então lembrando da espada embaixo da cama. Sem esquecer de Ph, que também havia ido trocar sua roupa, o garoto retirou a espada de baixo do colchão, certificando-se de que ninguém mais estava por ali. Observou quase que hipnotizado a lâmina da espada, quase a pondo colada no rosto. Brilhava. Algo nela parecia atrai-lo. Nunca antes tinha sentido isso. Gastou alguns segundos ali, movendo lentamente a espada na frente dos olhos.

Num "estalo", lembrou-se de Ph. Ainda sequer havia pegado novas roupas. Fez isso o mais rápido que pôde, assim que guardou a espada novamente, logo trocando as roupas sujas. Já ia saindo do dormitório, quando notou algo na janela. Na verdade, pensou ter visto um vulto "voando" lá fora. Talvez fosse impressão sua, afinal já era noite e poderia ter sido alguma coruja que passara voando. Um tanto curioso, resolveu ir até a janela para conferir. À primeira vista, não viu nada. "Foi uma coruja", pensou. Virou o corpo para ir para a porta. Sentiu um sopro gelado nas suas costas. Voltou-se para a janela, e viu nada mais que um vulto, numa fração de segundos, cruzando os jardins e indo na direção da floresta. O que seria..? Sentiu arrepios ao lembrar, não se sabe por que, dos fatos ocorridos naquele lugar há pouco tempo. Num instinto estranho (embora mais tarde ele entenderia), pensou em ir atrás daquela coisa para se certificar de que não era uma ameaça. Claro que não seria estúpido de entrar na floresta, mas pelo menos iria até o início dela. Ainda não era tão tarde, e àquela hora ainda haveriam pessoas nos jardins. Haveria ajuda se precisasse, e ao mesmo tempo ninguém o notaria naquela escuridão.

Ia saindo, mas lembrou-se de que talvez a espada - como de costume - fosse útil. Ao menos para ajudá-lo como daquela vez. Tomou novamente o objeto e o colocou debaixo da capa, ceritificando-se também de que sua varinha estava no bolso interno. Olhou para os lados e deixou o dormitório, só então se recordando de Ph. Não queria envolvê-la outra vez, mas ao mesmo tempo não queria magoá-la e deixá-la sozinha, esperando. Sentou-se numa das poltronas do salão e, não muito depois, a amiga descia com roupas limpas e mais quentes. Achou que não era necessário dizer nada, já que seu rosto demonstrava que havia visto ou sentido algo estranho. Mas mesmo assim disse baixinho ao ir de encontro a Ph:

- Eu preciso ir lá fora, eu vi.. eu não sei, uma coisa estranha, como eu sei que você não vai querer ficar aí, é melhor a gente ir logo!

Praticamente puxando Ph antes mesmo que ela respondesse, David corre, atravessando rapidamente os jardins na direção da floresta, enquanto olhava para todos os lados, temendo que fossem vistos por algum professor. Tentou explicar melhor a Ph enquanto corriam, mas pouco se pôde entender, devido a sua respiração ofegante (e não só por causa da corrida). Quando já se aproximavam da floresta, avistou alguns vultos ao longe; pareciam sair da floresta. Ao que foram chegando mais perto, percebeu que não eram vultos - eram professores. Raven, Laine e Alkin. O que faziam àquela hora...? Não pôde deixar de notar a expressão de fraqueza no rosto das professoras, que não pareciam nada bem. Parou e olhou para Ph; novamente, sabia que a amiga pensava o mesmo que ele. Continuaram andando, até finalmente alcançarem os professores. De maneira inocente, sem sequer se tocar que poderia tomar uma detenção por estar ali àquela hora, David lhes pergunta:

- O que.. o que houve? As senhoras estão bem?

Para os olhos demoradamente na mão da srta. Fernandes, notando o anel em seu dedo. Desvia os olhos para a sra. Eiluned em seguida (numa atitude quase de cúmplice), e os fixa no professor de TCM, enquanto aguardava pela resposta.
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Re: Floresta Proibida

Mensagempor Raven » 24/03/08, 22:58

Afastou-se de Laine como se tivesse levado um choque eplo contato de sua pele com a dela ao perceber que ela acordara, desviando o rosto sem ousar sustentar o olhar deLaine ao perceber que ela a encarava. Logo pôde virar-senovamente, porém, ao perceber que a bruxa se dirigia a Alkin. Pensou em interrompê-la ao perceber o que a bruxa fazia, suspeitando que de alguma forma o seu momento na floresta com ela poderia ter auxiliado naquela decisão.

Olhou para o bruxo e deu de ombros ao perceberque ela se afastava, hesitando por um instante antes de se adiantar em direção à bruxa que começava a andar para o Castelo. No meio do caminho, porém, foi impedida pela chegada dedois alunos que já conhecia bem. Fez um sinal breve para indicar que Laine já sabia ao perceber a cumplicidade da expressão de David, pedindo que aguardassecom uma dasmãos. No dia seguinte explicaria a ele o que acontecera.

Percebendo o olhar do aluno para Alkin, e a forma como o professor os encarava sem entender, indicou o bruxo mais velho com a cabeça, falando para o menino em um tom que não deixava margem para discussão:


- Estamos bem na medida do possível, David. Faça companhia ao prof. Foulk, pode ser? Depois nos falamos.

Sem esperar pela resposta do aluno, terminou de vencer a distância até Laine, percebendo só então que a bruxa estava chorando. Estendeu a mão para ela como se para tocar em seu rosto como havia feito na floresta, detendo-se apoucos centímetros dapele e desviando sua atenção para Ph. Em um tom anormalmente gentil, falou:

- Querida, receio que vá precisar de ajuda para levar a profª Fernandes... Você tem mais experiência em carregar feridos, certo? Poderia me apoiar aqui...?

Indicou Laine com a cabeça, passando um dos braços da mulher por sobre seu ombro aguardando pela aluna antes que deixassem os rapazes para trás. Percebendo a dúvida no olhar da menina, explicou quando já estavam fora do campo de audição dos dois:

- Nem todos os relacionamentos são bonitinhos como o seu e de David, como pode ver...

Virou-se então para Laine:

- Não precisava terminar assim, você sabe... Eu não queria ter de dizer isso, mas você merece...

Deixou a voz morrer, incapaz de terminar a frase. Não pretendia levar laine à enfermaria. Como a bruxa queria segredo, suspeitava que Meig@ poderia ajudar melhor... E certamente não seria difícil fazer os dois alunos se calarem.


OFF Raven T_T nao ficou coisadinho como vc coisa, mas tentei socar as mesmas cores... ah, sou eu a laine XD OFF
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Re: Floresta Proibida

Mensagempor Ph Granger » 24/03/08, 23:46

    Ph achou que iria descansar um pouco ao chegar na sala comunal, mas ao descer do dormitório feminino e encontrar David com a expressão que já conhecia bem, sabia que isso não aconteceria tão cedo.

    - Eu preciso ir lá fora, eu vi.. eu não sei, uma coisa estranha, como eu sei que você não vai querer ficar aí, é melhor a gente ir logo! - Do que ele estava falando? é claro que ela não iria ficar de fora.

    Saíram correndo da sala comunal descendo as escadas e entrando no jardim, Ph era arrastada por David que tentava explicar o que vira, mas ouvia quase nada por causa da respiração ofegante do garoto devido à corrida, a menina tentava entender mas nada melhor do que ver com seus próprios olhos. Chegaram às margens da floresta proibida e viram 3 vultos de longe que logo ficaram mais visíveis e foram reconhecidos como os professores Alkin, Laine e Raven. as duas ultimas estavam com uma expressão de quase mortas, pareciam realmente cansadas, enquanto o professor parecia um pouco confuso.

    Ph e David se entreolharam e logo sabiam o que fazer, ignorando a possibilidade de ganharem uma detenção, se aproximaram e David perguntou se estava tudo bem. Ph viu no dedo da srta Fernandes um anel já conhecido, na mesma hora olhou para o amigo e em seguida para Raven, notando um olhar de cumplicidade entre os dois, o que lhe causou um arrepio na espinha, mas sua atenção foi desviada ao ouvir Raven dizer que estavam bem na medida do possível e pediu que David fizesse companhia ao professor Foulk.

    A professora Laine parecia a que mais precisava de cuidados no momento e para surpresa de Ph, a mestra de DCAT, num tom excepcionalmente gentil, pediu-lhe ajuda.

    - Querida, receio que vá precisar de ajuda para levar a profª Fernandes... Você tem mais experiência em carregar feridos, certo? Poderia me apoiar aqui...? - Ph semi-cerrou os olhos para Raven, entedera bem a ironia apesar da doçura na voz falando sobre carregar feridos, mas a herbologista parecia necessitar de verdadeiros cuidados, então se apressou a ajudar sem pestanejar. Era praticamente do mesmo tamanho de Raven, o que facilitou o transporte de Laine. Jogou o braço livre da professora enferma ao redor de seu ombro e começou a andar juntamente à Raven enquanto a olhava ainda confusa imaginando o que teria acontecido para estarem em tal estado, quando Raven se dirigiu a ela.

    - Nem todos os relacionamentos são bonitinhos como o seu e de David, como pode ver...

    - Eu e o David o que? - Ph tentou protestar, mas a atenção da professora de olhos vermelhos estava voltada para a enferma agora.

    - Não precisava terminar assim, você sabe... Eu não queria ter de dizer isso, mas você merece...

    Ph decidiu se calar, seja lá o que tivesse acontecido alí, ela não precisaria perguntar, saberia o necessário no tempo certo.
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Re: Floresta Proibida

Mensagempor laine fernandes » 25/03/08, 12:54

Laine não estava muito antenada com o mundo. Encarava o seu caminho, como alguém que encara uma passagem minada. Desviou seus olhos, quando David e Ph surgiram, levando-os em direção a cabeça de David, que tinha se machucado por sua culpa. Mas nada foi visto.

- O que.. o que houve? As senhoras estão bem?

Por sorte de David, laine ignorou sua pergunta e, desviou seus olhos antes que avistasse o menino olhando para seu dedo. Pensou em caminhar, mas antes que fizesse isso esperaria todos sumirem, assim não ficaria envergonhada caso caísse escada a baixo.

As lembranças eram tão fortes, que tudo ao seu redor sumia e surgia como abrir e fechar de seus olhos. Pensou em convidar sua irmã para passar alguns dias com ela, os últimos, mas teria que perguntar tudo que a mesma gostava para Farah. Sempre agradeceu pela mulher de seu tio cuidar de ambas, sem ela a sua irmã sofreria muito.


- 11 ou 12... não lembro quantos anos ela esta fazendo...sussurrou.

Sentiu seus braços serem colocados em torno de dois ombros, um deles um pouco mais baixo, achou que eram os da raven, mas percebeu que não. Ph poderia ser um enfermeira, comentou mentalmente. Laine não pensou nessa profissão pelo fato da menina sempre carregar feridos, mas pela menina ser muito carinhosa. Queria dizer um obrigado, porem foi cortado pelo comentário da mulher ao lado, raven.

- Nem todos os relacionamentos são bonitinhos como o seu e de David, como pode ver...

Desviou o rosto da menina, pois a vermelhidão se apossou de seu rosto e caso estivesse mais forte, chutaria a canela da professora por não calar a boca. Uma das suas pernas parecia de pano, pois estava praticamente sendo arrastada.

- Não precisava terminar assim, você sabe... Eu não queria ter de dizer isso, mas você merece...

- Me poupe dessas suas palavras... comentou bem perto da professora, evitando que a aluna escutasse. – eu não existo e logo não me terá por perto, então faça o favor de não me dizer o que eu mereço ou deixo de merecer... ah, não fique preocupada... farei com que Manuela esqueça do Anel e... laine olhou pra frente. E aproximou sua boca mais perto do ouvido da mulher.tente... tente preencher o seu vazio, talvez, você também merece ter uma vida melhor, Caster.

Apertou carinhosamente o obro da mulher, e algumas lagrimas derramaram pelo seu rosto, misturando-se ao sangue seco, que escorreu no seu rosto quando caiu na floresta. quem olhasse a mulher, naquele momento, acharia que a mesma derramava gotas de sangue. Era deprimente.
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Re: Floresta Proibida

Mensagempor Raven » 25/03/08, 14:02

    Narração; Fala; Pensamento; Off;

_†_
None of my business, but still…
_†_


    - Não estou preocupada com o anel. Estou preocupada quanto a você cumprir a promessa que me fez de não hesitar por conta de... Bem, você sabe.

    Foi tudo o que respondeu, dando de ombros o melhor que podia enquanto continuava a seguir para o leste à fim de vencer logo o caminho que a levaria da Floresta ao Castelo. Escutara com atenção a tudo que a professora dissera, mas sabia não poder responder a maior parte em frentea Ph. Quanto ao anel... Não era nada de que já não soubesse, embora não fosse exatamente aconselhável que revelasse à herbologista que não ligava para o fato de aquela aluna em especial saber do objeto.

    Havia escutado também o início de protesto da aluna quando falara de David, e só então sua ficha caiu de que os dois não eram um casal. Engano fácil de se cometer: Era impossível vê-los separados. Continuou em frente, em silêncio, ainda tentando manter sua mente longe do que acontecera na floresta. Era de certa forma estranho escutar a mulher a chamando pelo verdadeiro sobrenome... Embora fosse agradável que, após tanto tempo, alguém o fizesse.

    As palavras da professora passaram quase completamente despercebidas por sua mente. Já havia passado da fase de tentar arrumar algo para substituir o vazio que a maldição causava. Apenas quando pesou o que dissera antes, porém, percebeu a idéia errada que poderia ter passado a Ph. Se a menina estava ajudando, deveria pelo menos ter o direito de saber um mínimo...


    - Quanta hostilidade, srtª Granger. Não é segredo que não gosta de mim pela dica que dei ao David, mas poderia pelo menos disfarçar...

    Olhou deliberadamentepara o anel na mão de Laine, indicando à herbologista com um gesto que mais tarde explicaria o que David e Ph tinham a ver com aquilo. Com Laine debilitada, pelo menos não precisava se preocupar em explicar rápido antes que ela voasse nos pescoços – literalmente – dos dois alunos. Enquanto ajudava a herbologista a transpôr as escadas que as levariam ao Saguão de Entrada, continuou:

    - Infelizmente, a profª Fernandes e eu tivemos um pequeno encontro com um grupo de centauros na floresta... Um particularmente violento, liderado por um tal Rosli. E como temos algumaspendências com os seres que habitam essas matas... Depois que conseguimos tirar o prof Foulk de perigo acabamos por deixar a situação ficar um pouco mais feia do que o recomendável. Demos sorte de conseguir sair dela, creio.

    Olhou para Laine brevemente, como se pedisse desculpas por falar demais, antes de continuar em voz baixa:

    - Infelizmente, algo do que foi discutido enquanto estávamos sozinhas parece ter colocado na cabeça dessa infeliz que ela não merece estar com Alkin... Não que isso seja da sua conta, mas enfim, também não é da minha... E minha capacidade de levar relacionamentos adiante e de dar conselhos não é assim tão mais desenvolvida do que a de uma garota de onze anos deve ser, então, fique à vontade se quiser ajudar a por juízo nisso daí...

    Completou, girando os olhos nas órbitas.

    - Mas se insiste tanto em querer que Alkin e eu sejamos felizes, Laine, poderíamos dar um jeito, afinal, quem disse que temos de fazer isso cada um por si... E ele não parece ser exatamente do tipo que se joga fora, apesar de ter um gosto terrível para mulheres...

    Sorriu sarcasticamente, esperando a infeliz resposta que sabia que receberia.


Off: Se quiserem offar, à vontade ù.u
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Re: Floresta Proibida

Mensagempor Ph Granger » 25/03/08, 15:10

    Sentiu o peso da professora mais alta que ela em seus ombros cobertos por sua sueter de lã, não se permitia mostrar a fadiga que sentia pelo peso, levantou a cabeça e caminhou a largos passos para acompanhar Raven. Pensou no comentário de Raven sobre carregar feridos, essa não era a primeira vez e sentia que não seria a ultima também, estava começando a considerar a possibilidade de seguir os passos da srta Lovegood, a quem tinha visitado tantas vezes ultimamente.

    Ph se perdia em seus pensamentos do que seria quando crescesse quando percebeu que as professoras praticamente sussurravam uma para a outra, percebendo assim que não deveria ouviro que tinham a falar, principalmente Laine, que apesar e parecer muito cansada, não perdia seu ar de doçura que sempre demonstrou nas aulas.

    Estavam caminhando ainda quando Raven comentou com a voz um pouco mais alta, a ponto de Ph ouvir o que dizia.

    - Não estou preocupada com o anel. Estou preocupada quanto a você cumprir a promessa que me fez de não hesitar por conta de... Bem, você sabe. - O que elas estariam se referindo? Promessa? Ph estava quase desistindo de se perder em seus pensamentos para tentar adivinhar o que estava acontecendo com aquelas duas quando ouviu mais uma vez a mestra de DCAT.

    - Quanta hostilidade, srtª Granger. Não é segredo que não gosta de mim pela dica que dei ao David, mas poderia pelo menos disfarçar... - Ph ficou aliviada ao saber que a professora sabia do que se tratava, achava que cairia em esquecimento.

    - Ainda bem que a sra. sabe do que se trata. - Mas logo a professora prosseguiu.

    - Infelizmente, a profª Fernandes e eu tivemos um pequeno encontro com um grupo de centauros na floresta... Um particularmente violento, liderado por um tal Rosli. E como temos algumas pendências com os seres que habitam essas matas... Depois que conseguimos tirar o prof Foulk de perigo acabamos por deixar a situação ficar um pouco mais feia do que o recomendável. Demos sorte de conseguir sair dela, creio.

    A professora olhou para a outra como que pedindo desculpas, Ph conhecia bem aquela expressão. Em seguida continuou com a voz baixa:

    - Infelizmente, algo do que foi discutido enquanto estávamos sozinhas parece ter colocado na cabeça dessa infeliz que ela não merece estar com Alkin... Não que isso seja da sua conta, mas enfim, também não é da minha... E minha capacidade de levar relacionamentos adiante e de dar conselhos não é assim tão mais desenvolvida do que a de uma garota de onze anos deve ser, então, fique à vontade se quiser ajudar a por juízo nisso daí... Mas se insiste tanto em querer que Alkin e eu sejamos felizes, Laine, poderíamos dar um jeito, afinal, quem disse que temos de fazer isso cada um por si... E ele não parece ser exatamente do tipo que se joga fora, apesar de ter um gosto terrível para mulheres...

    Ph ficou tentada a rir com o comentário da professora, mas se segurou apenas dando de ombros. Conselhos? Ela? Para uma professora? O que entederia sobre isso? Ficou pensativa e quase num sussurro se dirigiu a Laine.

    - Acho que a professora Raven tem razão, srta Fernandes. Porque ficar sozinha e infeliz se tem alguém que realmente a ama e pelo que me parece é correspondido? E se existe algum problema, apesar do jeito meio estranho de dizer, Professora Raven parece oferecer ajuda, e se adiantar, eu estou à disposição para ajudar também.

    Se sentiu meio ridícula, ela, uma pirralha, oferecendo ajuda à uma adulta, mas não pôde deixar de falar. Se sentia assim. Não sabia porque, mas a fez lembrar de David toda aquela conversa.

Off: Vcs estão corrompendo uma criança de 11 anos.. tsc tsc
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Re: Floresta Proibida

Mensagempor Alkin » 25/03/08, 16:53

    Narração
    Fala
    Pensamento
    Outros Personagens
    Off

    Alkin, logo pegaria Laine para levá-la a um lugar no qual seria sarada dos ferimentos que havia concebido nos momentos em que Alkin não presenciara na floresta proibida; mas, Laine, com uma fala "fria" dispensou:

    coloque-me no chão, por favor, professor alkin

    O professor não queria pô-la ali de pé no chão, estava muito debilitada para ficar em pé, mas, Alkin aprendera a sempre obedecer ordens de uma mulher, caso contrário, efeitos colaterais poderiam ser causados; então mesmo de má vontade, ele a desceu e deixou-a de pé em meio àquelas gramíneas dias anteriores, o cenário era de bagunça e loucura para os que estavam no momento em que aquele acontecimento deu-se, mas mesmo assim, fora ótimo, conheceu Laine ali melhor e despertou no ser do professor algo maior que qualquer sentimento que imaginara; de repente, Laine se pronunciou:

    esqueça tudo que eu fiz... evite me procurar... Não gosto de você... sinto muito...

    O mestre em TCM percebeu que aquilo eram palavras vagas, por algum motivo, ela estava fazendo aquilo, não contraria Laine por enquanto, mas era quase que impossível, não era do feitio de Alkin guardar coisas que estava prestes a falar, em breve tudo oq ue Alkin gostaria de dizer seria dito, nada poderia impedí-lo... Tentou ir para mais perto de Laine, porém dois alunos "entraram" na orla da floresta, e logo, Raven pediu para que Ph segurasse Laine e que David o acompanhasse.

    O professor então disse a David:

    David, realmente não há necessidade, então me desculpe mas tenho assuntos a tratar... Depois falo com você.

    O professor sem mesmo esperar David falar se encaminhou para junto de Laine e Raven, escutando algumas partes da conversa das duas e de Ph.

    - Infelizmente, algo do que foi discutido enquanto estávamos sozinhas parece ter colocado na cabeça dessa infeliz que ela não merece estar com Alkin... Não que isso seja da sua conta, mas enfim, também não é da minha... E minha capacidade de levar relacionamentos adiante e de dar conselhos não é assim tão mais desenvolvida do que a de uma garota de onze anos deve ser, então, fique à vontade se quiser ajudar a por juízo nisso daí...

    Alkin estava o mais quieto possível, não queria que sentissem sua presença, e ouviu o resto da conversa, e o que mais o deixou contrariado foi uma das últimas falas de Raven:

    - Mas se insiste tanto em querer que Alkin e eu sejamos felizes, Laine, poderíamos dar um jeito, afinal, quem disse que temos de fazer isso cada um por si... E ele não parece ser exatamente do tipo que se joga fora, apesar de ter um gosto terrível para mulheres...

    Só deu tempo mesmo de Ph se pronunciar sobre o assunto, e Alkin apareceu para as três.

    Desculpem a interrupção, mas é necessária, quero tirar um assunto a limpo e esse é o momento certo...

    O professor mesmo pondo risco tudo o que poderia ter com Laine disse:

    Só antes de dizer tudo o que preciso, quero esclarecer algo... Raven, não tenho gosto terrível por mulheres, tenho um gosto ótimo, tenho certeza de que nenhuma mulher chega aos pés de Laine, tanto em beleza física como interior, você não vê o encanto que Laine tem, e realmente você perde por não percebê-lo. E obrigado pelo elogio e também pela ajuda.

    O professor em um movimento de pura vontade, pediu licença à Raven e tomou seu lugar em segurar Laine:

    Laine, já percebi que algo aconteceu, e devo admitir que suas palavras ficaram extremamente à mostra que não eram verdadeiras; só quero te dizer, que o que for que aconteceu para você tomar esta atitude não me importa, não me imorto o que aconteça, eu nunca sairei de perto de você e nunca te largarei, até porque eu não consigo, você é especial pra mim e nada no mundo fará com que você perca essa especialidade no meu coração e nos meus sentimentos por você, e não importa o que aconteceu ou o que irá acontecer... Você sempre será a minha Laine, e não aceito que essa sua atitude seja tomada, não me importo com as conseqüências que possam ser adquiridas por mim pelo motivo de sua decisão anterior.

    Em um momento que nem o professor percebeu, ele puxou Laine totalmente para seus braços e abraçou-a, que de conseqüência um beijo veio.

    Alkin sorriu, era tudo o que queria fazer...


    Em um breve comentário que só Laine pôde ouvir ele disse em seus ouvidos:

    Eu te amo
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Tenso... Muito³³³³³³³³ Tenso u_u


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Há! Eu sou o sonserino do mês ù__________u
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Re: Floresta Proibida

Mensagempor David Bergerson » 25/03/08, 19:54

Notou o sinal discreto que Raven fez quando olhou para ela. O que ela queria dizer com aquilo? Só esperava que não acabasse sobrando para ele. Que ela não tivesse contado a Laine... Não poderia imaginar isso. Enquanto olhava para o professor de TCM, a sra. Eiluned o apontou com a cabeça e disse:

- Estamos bem na medida do possível, David. Faça companhia ao prof. Foulk, pode ser? Depois nos falamos.

David sequer pôde responder, e a professora já se dirigia até a srta. Fernandes, levando Ph consigo (pedira para que a garota a ajudasse a carregar a professora de Herbologia, que de fato estava bastante abatida). David lançou um olhar perdido a Ph antes que ela saísse. Era como se fosse sentir a falta dela, embora soubesse que ela voltaria logo. Pelo menos esperava... Quando as duas já caminhavam carregando Laine na direção do castelo, David virou-se para o sr. Foulk, passando a simplesmente olhar confuso para ele, sem saber o que dizer. Mas mesmo que soubesse, não poderia - quase nem um minuto depois, o professor lhe disse:

- David, realmente não há necessidade, então me desculpe mas tenho assuntos a tratar... Depois falo com você.

Antes que David dissesse qualquer coisa, Alkin caminhou apressadamente na direção das três, que já estavam a uma boa distância dali. O garoto murmurou um "tá...", obviamente mais para si mesmo. Pensou em sair logo dali, mas logo lembrou que certamente Ph o procuraria naquele lugar quando terminasse de ajudar a levar Laine. Sem ter muito o que fazer, e estranhamente sem qualquer receio de ficar ali sozinho no escuro, sentou-se sobre a capa na grama úmida, retirando a espada para observá-la mais uma vez. Novamente sentia aquela estranha atração... Desta vez aproximou tanto o objeto do rosto que acabou fazendo um pequeno corte no nariz. A afastou e sorriu. Agora lembrava de coisas que havia vivido, fatos da sua infância. Levantou-se e começou a brincar com a espada, como um garotinho qualquer. Nunca antes havia feito isso. Dava golpes no ar e sorria, contente. Nem ele mesmo entendia por que.

De repente, porém, sentiu um vento gélido nas suas costas. Virou-se rápido, apontando a espada, e visivelmente assustado. Parecia não haver nada ali. Foi se virando devagar, até dar uma volta completa, olhando para todos os lados. Nada. De repente, um barulho brusco nas folhas de uma das árvores. Olhou na direção de onde viera, e viu o que não esperava (ou esperava?). O vulto que vira na janela; só pôde ver a sombra, e pensou ter visto olhos vermelhos. Apontou a espada, tremendo. Achou melhor guardar a espada e tomar a varinha. Afinal, vultos não poderia ser atingidos por espadas. Ao que retirou a varinha do bolso e ergueu a cabeça novamente, viu o vulto avançando velozmente na sua direção. Não conseguiu segurar o grito. Depois, pensou não ter visto mais nada. Era como se tudo tivesse apagado, talvez pelo pavor que sentira. Quando se deu por si, estava ajoelhado, encolhido embaixo de uma árvore. Tremia e suava frio. Ainda segurava a varinha, o que lhe fez pensar que não havia desmaiado ou coisa do gênero. Agora, além de assustado, ainda estava confuso.
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Re: Floresta Proibida

Mensagempor laine fernandes » 25/03/08, 22:09

Escutou as palavras de Raven, mas seus planos já estavam traçados e não desejava muda-los, não ainda. Seus olhos vagueavam pelos rostos das mulheres, ou da criança e da mulher, quando ambas falavam sobre os acontecimentos na floresta. Se perguntou curiosamente, como David e a Ph estavam envolvidos na historia do anel.

- Mas se insiste tanto em querer que Alkin e eu sejamos felizes, Laine, poderíamos dar um jeito, afinal, quem disse que temos de fazer isso cada um por si... E ele não parece ser exatamente do tipo que se joga fora, apesar de ter um gosto terrível para mulheres...

laine franziu a testa e como uma menina que é contrariada, pensou em mostra a língua, porem esse ato foi perdido, quando a mais jovem das mulheres, ph, disse:

- Acho que a professora Raven tem razão, srta Fernandes. Porque ficar sozinha e infeliz se tem alguém que realmente a ama e pelo que me parece é correspondido? E se existe algum problema, apesar do jeito meio estranho de dizer, Professora Raven parece oferecer ajuda, e se adiantar, eu estou à disposição para ajudar também.

laine sorriu espontaneamente, pois o conselho que a menina deu parecia ser tão fácil de resolver qualquer coisa. Passou a mão na cabeça dela, fazendo um carinho desajeitado já que não conseguia deixar de apoiar-se nela por muito tempo. Pensou em uma resposta, mas não queria dizer pra menina que logo não estaria mais nas suas estufas, dando suas aulas.

-Desculpem a interrupção, mas é necessária, quero tirar um assunto a limpo e esse é o momento certo...

Laine pensou em dizer alguma coisa, mas não teria chance, já que alkin começou a falar:

-Só antes de dizer tudo o que preciso, quero esclarecer algo... Raven, não tenho gosto terrível por mulheres, tenho um gosto ótimo, tenho certeza de que nenhuma mulher chega aos pés de Laine, tanto em beleza física como interior, você não vê o encanto que Laine tem, e realmente você perde por não percebê-lo. E obrigado pelo elogio e também pela ajuda.

A mulher ficou vermelha, mas fechou a face tentando demonstra que não ligava pra nenhuma palavra. Porem ligava tanto que mordeu levemente seus lábios superiores, para evitar desviar seus olhos e fingir que não queria ouvi-lo. Em ato educado, alkin trocou de lugar com raven e voltou a falar:

-Laine, já percebi que algo aconteceu, e devo admitir que suas palavras ficaram extremamente à mostra que não eram verdadeiras; só quero te dizer, que o que for que aconteceu para você tomar esta atitude não me importa, não me imorto o que aconteça, eu nunca sairei de perto de você e nunca te largarei, até porque eu não consigo, você é especial pra mim e nada no mundo fará com que você perca essa especialidade no meu coração e nos meus sentimentos por você, e não importa o que aconteceu ou o que irá acontecer... Você sempre será a minha Laine, e não aceito que essa sua atitude seja tomada, não me importo com as conseqüências que possam ser adquiridas por mim pelo motivo de sua decisão anterior.

Laine apertava com força o pano da camisa do homen, sem olhar nos olhos dele, evitando qualquer coisa que falasse o quanto ela queria esta nos braços dele novamente, porem não precisou de nada para que o homem entendesse. Novamente estava junto ao peito dele, sentindo sua respiração seu amor, logo um beijo fora roubado de seus lábios.

Eu te amo

Disse alkin, de uma forma que so ela tivesse a chance de escutar. Laine o abraçou e passou a mão em sua nuca e fazendo um leve carinho em seus cabelos aloirados.

-Eu também te amo...- disse ela, tomando os lábios dele entre os seus.alkin, ficar comigo significa sofrer mais tarde e, realmente, deseja isso? – encarou o homem nos olhos.
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Re: Floresta Proibida

Mensagempor Raven » 26/03/08, 02:06

    Narração; Fala; Pensamento; Off;

_†_
Honestly?
_†_


    Raven sorriu ao escutar as palavras da aluna, percebendo que Laine fazia o mesmo. Por um instante, pensou em deter Laine ao ver a forma que ela adulava Ph, pensando que assim só acabaria constrangendo a menina ainda mais, mas acabou se contentando com rir divertida da cara que a pequena – que não era assim tão pequena, visto que era quase de sua altura – fez. Escutara o comentário anterior da menina, embora houvesse fingido que não o fizera, mas ainda assim podia entender perfeitamente a razão de ela estar com um pé atrás quanto a Raven.

    David parecia ser alguém com quem você se preocuparia o tempo todo caso se importasse com ele: E Raven não andara exatamente facilitando as coisas para ele. Olhando para trás e o vendo sozinho no escuro, sorriu ao pensar que se houvesse qualquer tipo de encrenca em um raio de cem quilômetros, ela encontraria seu caminho para chegar a David. E, embora geralmente de formas inofensivas, ela sorriu sombriamente ao perceber que geralmente se enquadrava nesse quesito ao se aproximar do garoto.

    Apenas um segundo depois foi pensar em onde diabos estava Alkin , já que o aluno estava sozinho. Ainda olhando para o garoto, sobressaltou-se ao perceber que o professor se aproximara pelo outro lado, não tendo exatamente escolha quanto a ceder ou não quando ele pediu para carregar Laine. Embora duvidasse que isso facilitaria a decisão dela – ainda era contrária ao que ela definira como certo, mas não achava justo que tivesse de escolher sob pressão – não relutou muito. Ainda buscava lembrar que nada daquilo era da conta dela. E em todo caso... Não era como se estivesse cem por cento para encarar o longo trajeto pelas escadas móveis até a sala do diretor – onde provavelmente encontrariam Meig@.

    Os seguiu a uma pequena distância, logo atrás de Ph e prestando apenas meia atenção às palavras de David. Parou nas portas duplas que levavam ao Saguão de Entrada, percebendo que David parecia brincar com qualquer coisa nos jardins e sorrindo sinceramente enquanto voltava-se para dentro à tempo de escutar as palavras de Laine e ver ela retribuir o beijo de Alkin. Piscando brevemente para Ph, apanhou sua varinha no bolso e fez um movimento breve, dando a Alkin um terrível mau hálito – capaz de provocar ânsias de vômito em qualquer ser humano decente – que provavelmente não sairia pelas próximas horas.

    Queria dizer a Alkin que não era exatamente ela quem tinha problemas em reconhecer o valor de Laine, e sim a própria herbologista, mas isso era algo que não admitiria sequer para si mesma. Com um mau humor que pretendia que soasse verdadeiro, mas que estava distante de fazê-lo, falou, passando exatamente entre os dois e ajudando Laine a ficar de pé quando tirou o apoio de Alkin:


    - Tudo bem, já chega: Estão os dois demitidos.

    Indicou Ph brevemente com um olhar significativo, cruzando os braços em seguida e quase deixando a herbologista cair.

    - Já não os proibi de fazer isso em público?

    Não chegou a esperar a resposta, porém, meio se recordando de que não deveria deixar alunos sozinhos fora do castelo no meio da noite e meio com a impressão de que escutara algo estranho lá fora. Seu olhar alarmado se encontrou com o da aluna, e logo entregou Laine de volta a Alkin.

    - Vá direto até Whollf, e tente convencê-la – por favor – que não é exclusivamente minha culpa que Laine esteja assim... Acho que nossa querida primeira-dama já me odeia o suficiente sem achar que ando por aí espancando herbologistas.

    Passou a mão inconscientemente pelo pescoço ao dizer a última parte, logo se detendo, porém. Não perdeu mais tempo, puxando a varinha enquanto acenava para que Ph a seguisse e se apressava pelas portas duplas afora. Geralmente não levaria uma pirralha junto, mas após alguns passos revelou a ela a razão de estar fazendo isso. A ardência nos pulmões causada pelo veneno meio-inalado voltou, e logo acenou para que a menina encontrasse David enquanto tentava recuperar o fôlego. Seguiu a menina com o olhar enquanto ela buscava o amigo, apenas retomando o passo ao perceber que ela já o havia encontrado.
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Re: Floresta Proibida

Mensagempor Ph Granger » 26/03/08, 03:04

    Ph sentiu o rosto corar ao receber o afago da professora de herbologia, se sentiu ainda mais ridícula ao ver Raven rindo também dela, mas deu de ombros e deixou que as adultas vissem que até uma garota teria a capacidade de ver que aquele problema poderia ter solução se os envolvidos não complicassem tanto. É claro que essa era a visão de uma menina de 11 anos, então não se prendeu mais a esses pensamentos.

    Quando começou a se sentir mais à vontade entre as professoras e quase a rir de si mesma, levou um susto com a interrupção do professor Alkin. O alto homem chegara de mansinho e se metera na conversa não tão de mansinho assim. Logo tomou o lugar de Raven ao carregar a srta Fernandes e depois de suplicas apaixonadas a carregou por completo livrando os ombros já cansados de Ph. Dentro deste gesto surgiu um beijo apaixonado seguido de palavras da professora Laine e mais outro beijo, sendo esse encrementado pela professora de DCAT, percebido por Ph por causa de uma piscadela dada pela professora. Era estranha a forma como Ph vinha se sentindo em relação a Raven, não a achava mais tão perigosa, apenas mal-humorada de propósito para passar a impressão de durona, mas ainda sentia que deveria proteger David dela de uma forma ou de outra, nos ultimos tempos, sentia que devia protegê-lo até dele mesmo.

    Logo em seguida a professora interrompeu o casal com uma piada nada bem-humorada e depois, indicando a garota alí parada ainda estatalada com a cena de cinema, os sensurou pela cena em público.

    Nesse momento Ph escutou algo que lembrava um grito e imediatamente olhou para Raven, pensou logo "David!" A professora parecia ter entendido porque logo tratou de encerrar sua participação na cena romantica.

    - Vá direto até Whollf, e tente convencê-la – por favor – que não é exclusivamente minha culpa que Laine esteja assim... Acho que nossa querida primeira-dama já me odeia o suficiente sem achar que ando por aí espancando herbologistas.

    Sem demora a sra Eluined sai pelas portas duplas acenando para Ph. A garota estava estranhando todo aquele apego à ela, mas logo foi explicado, a professora se sentia debilitada devido à meio-inalação de um veneno amarelo e pediu que a menina encontrasse o amigo enquanto se recuperava. Ph não pensou duas vezes, correu o máximo que pôde ao encontro do amigo, chegando às margens da floresta começou a gritar seu nome o procurando.

    O garoto estava encolhido debaixo de uma árvore, ajoelhado e segurando sua varinha. Suava frio e tremia. Ph se aproximou do amigo e o abraçou confortando-o, o coração da garota estava disparado, não somente pela corrida que dera, mas o pensamento de algo ter acontecido com o menino a fez tremer de medo e lembrar das coisas que tinha visto. Se ajoelhara junto a ele, querendo que soubesse que estava tudo bem.

    -Calma, estou aqui, está tudo bem. Me conta o que aconteceu. - Passava a mão em sua testa enxugando-lhe o suor.

    Olhou mais adiante, viu que Raven se recuperava e agora estava vindo ao seu encontro. Ela poderia ajudar.
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Re: Floresta Proibida

Mensagempor David Bergerson » 26/03/08, 09:49

Com os olhos fechados, e visivelmente assustado, David olhava para um ponto fixo no chão. Na verdade já não via mais nada, mas tinha receio de olhar para qualquer outro lado e acabar vendo novamente. Achava melhor ficar ali parado. E de olhos fechados. Quando ouviu o barulho surdo de passos na grama, tremeu ainda um pouco mais. A princípio não abriu os olhos, não queria ver. Mas ao ouvir uma voz conhecida, acabou por abri-los.

- Calma, estou aqui, está tudo bem. Me conta o que aconteceu.

Era Ph. Estava já ajoelhada ao seu lado, e passava a mão em sua testa. David sentiu que a mão da garota estava muito quente; na verdade, ele é que estava gelado. Notou que Ph olhava para trás, imaginando por alguns segundos que ela estava vendo o que ele vira. Ao ver porém o vulto de uma mulher se aproximando, confirmou não ser o caso. Só então conseguiu coragem e forças para responder à amiga, ainda assim de maneira ofegante.

- Eles, Ph, eles tão atrás de mim.. Não vão sossegar.. Eu não posso... eu não posso mais ficar aqui..

Nem ele mesmo sabia direito do que estava falando. Mas no fundo entendia. Não queria mais ficar ali porque seria arriscado para os seus amigos. Seria arriscado para Ph. Não queria que fizessem algum mal a ela. Isso ele não permitiria. Embora soubesse que, se tentassem, não poderia fazer nada para impedir. David ainda sentia a horrível sensação de pavor, e não conseguia deixar de pensar naquelas coisas.


Off- mini-post.. =/
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Re: Floresta Proibida

Mensagempor Ph Granger » 26/03/08, 16:32

    David parecia delirar. Suando frio mirava todos os lados com um olhar pertubado.

    - Eles, Ph, eles tão atrás de mim.. Não vão sossegar.. Eu não posso... eu não posso mais ficar aqui.

    A garota após ouvir as palavras desordenadas do amigo o apertou contra o peito, não sabia o que fazer, a não ser abraça-lo para passar um pouco de segurança.

    - Calma David, eles não estão aqui. Se estavam, já foram. Veja, é a Raven que vem alí, mais ninguém. Venha, levante-se, vamos entrar. Vc está tremendo, vamos, isso.. apoie-se em mim, com calma agora.

    Ph não sabia o que fazer. Lançou um olhar que dizia o quanto estava preocupada com David para Raven, não sabia mais o que fazer e sabia que a ajuda da professora seria de muita utilidade. Tentava acalmá-lo enquanto o levantava e torcia para que Raven os alcansasse logo.

    Ph estava se sentindo impotente naquele momento, vendo seu amigo alí, indefeso, sem poder fazer nada, nenhuma visão para acalmá-lo naquele momento vinha, mostrando que tudo ficaria bem, pelo contrário, sentia apenas a certeza de algo maior estava para acontecer mais breve do que podia imaginar e estranhamente, podia sentir que não era algo bom. Abaixou a cabeça, respirou fundo e ajudou o amigo a levantar-se afastando aquele sentimento ruim. Não queria que nada de ruim polúisse seus pensamentos naquele momento, precisava de suas forças.

Off.: Droga.. post pequeno tbm, não me deixou muita opção.. salve-nos Raven.. huhuhu
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Re: Floresta Proibida

Mensagempor Raven » 27/03/08, 20:30

    Narração; Fala; Pensamento; Off;

_†_
A little more than you'd tell
_†_


    Raven ainda demorou alguns segundos para se recuperar, durante os quais permaneceu abaixada com as mãos apoiadas nos joelhos enquanto tentava recuperar o fôlego. Ergueu a cabeça a tempo de ver Ph gritando pelo menino, e logo passou a segui-la a passos lentos enquanto segurava a barra da comprida capa de Laine com uma das mãos para que não arrastasse no chão, percebendo que a aluna se abaixara junto a uma árvore quando afinal a voz da menina se silenciou.

    Quando se aproximou mais, percebeu que David estava sentado ali, abraçado pela amiga e procurou apressar o passo o máximo que seria possível sem que isso comprometesse seu já frágil estado. O aluno lhe parecia assustado, e logo que escutou precariamente às palavras dele franziu a testa, sem entender bem o que acontecia ali.

    Com uma pulga atrás da orelha, parou logo atrás da aluna e permaneceu ali, os observando, enquanto ela o erguia. A preocupação continuava evidente em seu rosto, embora supusesse que os alunos tomariam a expressão pelo habitual mau humor. Logo que percebeu que a varinha parecia desnecessária, a enfiou em um bolso, tomando o cuidado de encontrar um que estivesse razoavelmente vazio e acabando por enfiar junto a algo que lhe pareceu ter qualquer coisa escrita. Lhe impressionava a capacidade de Laine de manter os bolsos sempre cheios de tranqueiras, e realmente não entendia como ela as localizava tão fácil quando precisava.

    Não iria reclamar das tralhas da herbologista, porém: Mais de uma vez já havia sido salva por elas. Mas perceber tantas coisas nos bolsos, a levou por um segundo a se recordar de algo que desaparecera de seu próprio. Precisava recuperar aquilo... E não fazia idéia de onde havia perdido.

    Se levou de volta para a realidade quando percebeu que os alunos aguardavam que fizesse qualquercoisa, soltando um quase inaudível “Oh” enquanto se aproximava. Voltar a dar atenção a David apenas fez com que a discreta ruga depreocupação que surgia quando franzia a testa ficassemais visível, ainda desconfiada enquanto parava junto do aluno. Segurou nos dois ombros dele, se abaixando um bocado – visto que ele não era nem de longe da altura de Ph, que fazia Raven se sentir mais baixinha toda vez que a via – e olhando fixamente nos olhos do menino, como se procurasse extrair qualquer coisa dali:

    Falhou miseravelmente em fazê-lo, como esperava, se perdendo logo no primeiro nó emocional e só conseguindo sentir uma gotinha do medo que ele sentira pouco antes. Legilemência definitivamente não era como andar de bicicleta, e embora um dia já tivesse sido competente com isso, atualmente prever um movimento era o máximo que conseguiria fazer. Percebendo que os dois provavelmente deveriam ter notado o que tentava fazer, sacudiu a cabeça brevemente, tentando disfarçar seu gesto com mera preocupação, enquanto relaxava a testa.


    - Hey, que história é essa de não poder ficar aqui? O único lugar que você vai agora é para dentro deste castelo, a menos que eu diga o contrário, estamos combinados?

    Embora procurasse escolher as palavras de forma a não soar muito autoritária, o tom era ríspido, e procurou mantê-lo ao prosseguir:

    - Não me agrada bancar a Laine e cooperar com alunos felizes sem pedir umas pelas explicações quanto ao que fazem antes, mas podemos abrir uma exceção seprometerem contar a ela que não tentei ser legal por um segundo...

    Girou os olhos, se permitindo um breve sorriso antes de voltar a encarar os alunos. Sua tentativa fracassada de legilemência a frustrara, e deixara mais preocupada do que deveria: Não era a falta de uso que levara a sensibilidade mágica a sumir, era o excesso dela. Se acostumara a mantê-la no limite à fim de se proteger da própria maldição, e a distância com o vetor dela a fez perceber que dependia dele para ter um mínimo da capacidade de manipular os sentidos: Poderia ter algo – ou alguém – logo atrás deles, e ela não perceberia antes que fosse tarde demais.

    Se forçando a lembrar que quem estava assustado ali era David, e não ela, e que provavelmente tudo aquilo não passava de delírio do aluno – gente pirando era mesmo tão raro naquela escola? – indicou o castelo com um gesto rápido, olocando as mãos nos bolsos e procurando sorrir.


    - Vamos, vocês dois já deveriam estar em suas salas comunais... Não se preocupe, David. Se qualquer coisa acontecer, eu te protejo...

    Falou a última frase em um tom ligeiramente sarcástico, como se não estivesse dando muito crédito à história do aluno e os lembrasse de que não estava em condições sequer de correr, mas um segundo antes de virar as costas para ele, um brilho diferente passou por seu olhar apenas por um segundo. Algo diferente do comum, algo... Perigoso. Mais para ela do que para qualquer outro, quando pensava nas razões de fazer aquilo. Mas a mensagem era clara... Falava sério.

    “Oh, só o que me faltava... Cuidar de mais um feliz ímã de confusão agora... ¬¬”


Off: O último de vcs que postar aqui offa os três? \o
Enchi lingüiça legal :~
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Re: Floresta Proibida

Mensagempor David Bergerson » 28/03/08, 12:24

O garoto ainda estava bastante abalado, espantado. Continuou ali sentado, tentando, no fundo, se acalmar. Não por si mesmo, mas pela amiga. Mas não conseguia. Seus braços tremiam, seu corpo todo tremia. Ph o abraçou forte (e isso o surpreendeu de certa forma), e disse, com voz calma:

- Calma David, eles não estão aqui. Se estavam, já foram. Veja, é a Raven que vem alí, mais ninguém. Venha, levante-se, vamos entrar. Vc está tremendo, vamos, isso.. apoie-se em mim, com calma agora.

Olhou para a frente novamente, certificando-se de que era mesmo a professora de DCAT que se aproximava, lentamente. Também lentamente, David foi se levantando, com a ajuda de Ph. Notou que a amiga parecia querer dizer algo, mas era como se não tivesse nada para dizer; ou se tinha, não queria dizer. E David podia imaginar por quê. Ao que Raven agora já estava bem próxima, David quase que inconscientemente escondeu bem a espada debaixo da capa, para que ela não a visse. Não podia correr o risco de perder a espada. Nunca.

A sra. Eiluned então se pôs ao lado deles, e David quase não notou a expressão de seu rosto (que à primeira vista parecia de mau-humor), assustado que estava. Quando ela se abaixou e segurou firme nos ombros de David, ele apertou forte a espada por baixo da capa e arregalou os olhos, achando que a professora havia visto ou percebido. No entanto, a professora apenas manteve os olhos dela fixos nos dele, como se quisesse ver alguma coisa. O garoto, confuso, somente piscava vez ou outra, mas não desviava o olhar. O que ela estaria fazendo? Alguns segundos depois, Raven se ergueu, sacudindo a cabeça, e logo disse num tom ríspido (como de costume):

- Hey, que história é essa de não poder ficar aqui? O único lugar que você vai agora é para dentro deste castelo, a menos que eu diga o contrário, estamos combinados? Não me agrada bancar a Laine e cooperar com alunos felizes sem pedir umas pelas explicações quanto ao que fazem antes, mas podemos abrir uma exceção se prometerem contar a ela que não tentei ser legal por um segundo...

David apenas chacoalhou a cabeça afirmativamente, seus olhos ainda demonstrando certo medo. Olhou para Ph, como que dizendo que deviam ir logo antes que a professora mudasse de idéia, e ao voltar-se novamente para Raven notou que ela dava um breve sorriso. A mulher indicou o castelo num rápido gesto, depois pôs as mãos nos bolsos e sorriu. David achou aquilo estranho, mas não disse nada. Aos poucos o medo estava passando; só então começou a notar. A professora voltou a falar, dessa vez num tom que pareceu a David ser de brincadeira:

- Vamos, vocês dois já deveriam estar em suas salas comunais... Não se preocupe, David. Se qualquer coisa acontecer, eu te protejo...

Mesmo sabendo que aquilo não era sério, o garoto fez que "sim" com a cabeça. Já mais calmo e tremendo menos, olhou para Ph, dizendo que podiam ir. Percebeu que a professora havia parado e por alguma razão agora estava o encarando, e assim ficou por um certo tempo. Sentiu-se um tanto embaraçado com aquilo, e imaginou que talvez tivesse relação com a "tarefa" que a professora lhes dera de ir até a biblioteca pegar qualquer coisa lá. Por isso, antes que a professora saísse dali, lhe disse, também antes de ir lentamente com Ph para o salão comunal:

- Me desculpe por não ter ido na biblioteca fazer o favor que me pediu, mas realmente não deu tempo.. Prometo que amanhã cedo vamos lá..



Off- 1. Dormindo, obrigado u_u

2. Encheu lingüiça não, post feliz o/
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Re: Floresta Proibida

Mensagempor Alkin » 28/03/08, 17:09

    Narração
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    Outros Personagens
    Off

    A atitude era arriscada... daria certo ou não? Não daria para saber enquanto não terminasse... Era a única escolha a se tomar. Alkin fez tudo nos conformes, e para seu contentamento, dara certo:

    Eu também te amo... Alkin, ficar comigo significa sofrer mais tarde e, realmente, deseja isso?

    Laine, pode vir tudo... tudo mesmo, não me importo, se for para ficar ao seu lado, nada me fará desistir de você.

    Alkin já ia beijar Laine novamente quando raven, tirou Laine de seus braços e a apoiou, deixando a professora de herbologia quase cair, Alkin já sabia o que iria vir: reclamações.

    Tudo bem, já chega: Estão os dois demitidos.

    O professor fez que bocejou, porém foi só ironia, para deixar Raven mais zangada, apesar de que o mesmo tinha uma certa gratidão com a mulher, de praxe, Alkin ouviu Raven até sua última fala:

    Vá direto até Whollf, e tente convencê-la – por favor – que não é exclusivamente minha culpa que Laine esteja assim... Acho que nossa querida primeira-dama já me odeia o suficiente sem achar que ando por aí espancando herbologistas.

    O professor concordou e pegou Laine em seus braços sorrindo para a mesma, já indo em direção à Meig@.

    Duvido que haverá outro dia melhor que esse.
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Tenso... Muito³³³³³³³³ Tenso u_u


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Há! Eu sou o sonserino do mês ù__________u
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Re: Floresta Proibida

Mensagempor Ph Granger » 28/03/08, 18:56

    Ph ficou contente ao ver Raven em pé logo atrás dela, ela estava sendo legal com os alunos, não podia-se negar tal fato, mas Ph ainda tinha um pouco de dúvidas em relação a seus motivos, mas naquele momento nada daquilo importava.

    A professora segurou David pelos ombros e olhou-o bem nos olhos, Ph quase perguntou se estava tentando descobrir algo do garoto, mas achou melhor ficar calada. Logo em seguida a professora já estava falando co eles numtom mais informal, dando uma bronca de brincadeira. Ph sorria para a professora quando a mesma pediu para que eles não contasse a professora Fernandes que ela estava sendo legal. Ph gostava daquele jogo delas, acha engraçado.

    Quando a professora sugeriu que fossem para sua sala comunal, David lançou um olhar para Ph quase q pedindo para aproveitar a oportunidade e irem logo, a garota entendeu e começaram a andar lentamente em direção ao castelo já iluminado naquela hora. Mas logo o garoto se voltou para a professora.

    - Me desculpe por não ter ido na biblioteca fazer o favor que me pediu, mas realmente não deu tempo.. Prometo que amanhã cedo vamos lá..

    Ph não sabia do que se tratava, mas tinha certeza que arrancaria do amigo no caminho para a sala comunal. Ficou lembrando do dia cheio que tivera hoje e imaginando o que os aguardariam no dia seguinte, cada dia estava sendo uma aventura diferente e cheia de surpresas. Sentiu sua barriga reclamar e ficou brincando de advinhar o que teriam no jantar.

Off: Por aí.. sei lá aonde.
Off td mundo.. Final feliz para o dia.. hahaha
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Re: Floresta Proibida

Mensagempor laine fernandes » 29/03/08, 19:45

Laine, pode vir tudo... tudo mesmo, não me importo, se for para ficar ao seu lado, nada me fará desistir de você

Laine sentiu uma explosão de felicidade e um enorme pesar em seu peito, já que seus planos seriam difíceis e no final, provavelmente iria ser muito doloroso para alkin. O desejo de abraça-lo com força foi repreendido por Raven:

Tudo bem, já chega: Estão os dois demitidos. Já não os proibi de fazer isso em público?

¬¬

Raven se enfiou entre os dois e por um segundo, laine achou que iria cair. Mas a mulher deu lhe o apoio necessário que tinha perdido, porem por pouco tempo, já que foi jogada aos braços de alkin novamente:

Vá direto até Whollf, e tente convencê-la – por favor – que não é exclusivamente minha culpa que Laine esteja assim... Acho que nossa querida primeira-dama já me odeia o suficiente sem achar que ando por aí espancando herbologistas

Laine quase não notou as palavras da mulher, pois olhava a saída, onde levaria a floresta. Sentiu algo estranho então, seus olhos voltaram pra raven e Ph, percebeu que ambas estavam muito agitadas. David, por onde o rapazinho andaria? Questionou mentalmente, mas não tivera chance de comentar com alkin, pois o mesmo já estava carregando seu corpo em busca da Meiga.

-seja o que for... Raven deve conseguir dar conta...
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Re: Floresta Proibida

Mensagempor L-sama » 05/04/08, 17:32

Lyon se aproximava silenciosamente dali, mas percebeu que haviam pessoas ali, pessoas que não ficariam felizes em encontrá-lo

"Ninguém nunca fica... Eu me surpreenderia se dessa vez fosse diferente..." pensou ele, se escondendo...

- ...deve conseguir dar conta...

Ele então viu um flash de luz e percebeu que aquela sensação horrível que Leon tinha descrito iria acontecer... Ele ia entrar em um profundo e doloroso turbilhão de lembranças... Ele caiu no chão, liberando um soluço alto antes de perder a consciência...
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