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Grimmauld Place • Exibir tópico - [CASTELO] Jardins de Hogwarts

[CASTELO] Jardins de Hogwarts

RPs antigas? Histórias que quer rever? Subfórum destinado ao arquivamento dos tópicos de jogo do RPG. Você veio ao lugar certo!

Moderador: RPG

Re: Jardins de Hogwarts

Mensagempor Gui M. » 29/07/08, 21:04

    Ainda que um pouco relutante, Gui foi em direção aos dois garotos de volta ao túnel que dava acesso a passagem secreta debaixo do Salgueiro Lutador. Era claro a sua intenção de convencer David e Daniel de voltarem para a escola no caminho mais seguro. Tudo bem que se eles optassem por irem pelo vilarejo de Hogsmeade algum professor poderiam pegá - los e até os expulsarem da escola. Mas isso não era problema para o sonserino, que de detenções já estava acostumado. Ainda na Casa dos Gritos, fez menção de ficar parado onde estava, tentando demonstrar o seu receio em continuar por aquele caminho. O mesmo sentimento que o atingiu quando Ary morreu voltou ao seu corpo... não era um bom presságio. Fechou os olhos por alguns instantes e esquecendo - se de tudo o que havia acontecido, foi atrás dos gêmeos.

    Acendeu a varinha novamente e entrou no túnel mais uma vez. Sua visão parecia cada vez mais prejudicada pela penumbra, uma vez que não conseguia enxergar nada a um palmo de distância do seu rosto. Foi andando com um pouco de cautela, sentindo a sua cabeça começar a latejar lentamente. Mais essa. Como se já não bastasse o perigo que corriam em estar voltando pelo caminho do Salgueiro e em até mesmo carregar aquela misteriosa pedra, Gui sempre tinha que sentir alguma coisa nos momentos em que ele precisava estar mais atento ao seu redor. Um pouco a frente de onde estava ele ouviu um baque surdo, como se alguém tivesse caído no chão. Correu ainda sem ver muita coisa, percebendo que um dos dois estava de joelhos no meio do túnel, enquanto o outro tentava ajudar o irmão. Aproximou - se um pouco mais, percebendo que quem havia caído era David. Tentou pronunciar alguma coisa ali, naquele momento, mas calou - se diante da situação. Os gêmeos agora se abraçavam de uma maneira um tanto quanto estranha. Pela cabeça de Gui passou pequenos trechos de quando os dois garotos haviam se encontrado pela primeira vez, não entendo como que eles haviam resolvido todos aqueles problemas.

    Pigarreou em um tom alto, como se estivesse tentando trazer os dois de volta para os seu real objetivo. Na verdade, aquela cena balançou um pouco com os sentimentos do garoto, que mais do que nunca sentia falta de alguém em que pudesse se amparar. Iluminou o caminho, percebendo que faltava poucos metros para a saída do local em direção aos jardins. Antes de continuar a sua caminhada, virou - se para David que vinha sendo ajudado pelo seu irmão.


    - Está tudo bem David? O que aconteceu? Se não estiver se sentindo muito bem, acho melhor ficar aqui enquanto buscamos ajuda.

    Como se em resposta a sua pergunta, David vira - se e continua caminhando. Aos poucos os garotos iam chegando até a saída do túnel, revelando o céu chuvoso e o gramado molhado dos jardins. Parecia que muitas pessoas agora se aventuravam em fazer não sei o que no local. Esperou a saída dos dois meninos à sua frente, não percebendo o que acabava de acontecer. Assustado, ouviu um grito distante os alertando de algo. Demorou um tempo até Gui conseguir entender, mas era sobre o Salgueiro Lutador. Olhou para cima temeroso, observando que a árvore já não estava parada como antes, e mexia – se velozmente. Os seus galhos balançavam de um lado para o outro, tentando interceptar alguém que se atrevesse a cruzar o seu caminho. Deu alguns passos atrás na procura de David. Quem sabe a espada poderia funcionar novamente, mas onde ele estava... foi então que o viu, caído no chão, aparentemente ferido.

    Tentou correr em seu auxílio, mas algo extremamente grande o atingiu no peito. Um grosso galho de árvore veio em sua direção velozmente, não dando tempo para qualquer reação. Gui caiu fortemente sobre o chão, levando suas mãos rapidamente para o local ferido. Não tinha mais forças para se levantar... O ar pareceria ter extinguido em seus pulmões. Levantou a cabeça com certa dificuldade, quando percebeu que David estava vindo em direção do salgueiro com a sua espada em mãos; em posição de ataque. Tentou avisá – lo sobre o perigo que corria, mas a sua voz não saiu dessa vez. Outro galho da árvore veio em sua direção, mas desta vez o garoto conseguiu escapar de ser esmagado pelo salgueiro, rolando para o lado contrário do ataque. Levantou – se rapidamente, ao momento de ver David sendo atingido no rosto pelo salgueiro. Virou – se para Daniel, que ainda não sofrera nenhum dano, e gesticulou para o mesmo como sinal para que ficasse parado no local onde estava. Seria difícil dele fazê – lo, o qual obviamente queria ajudar o seu irmão ferido. Começou a correr rapidamente em direção ao corpo de David, que parecia ter algumas dificuldades em manter – se acordado. Ajoelhou – se a seu lado, percebendo que o amigo não estava nada bem.


    – David! Não vá desmaiar agora... Você tem que sair daqui!tentava reanimá – lo segurando a sua cabeça com cuidado.

    Não demorou muito para que outro galho do salgueiro viesse na direção dos dois. Levantou – se de um salto, tentando chamar a atenção da árvore e levando – a para longe do corpo de David. Começou a fugir, mas não por muito tempo. Outro galho veio na direção contrária e o jogou para longe, atingindo as suas costas. O seu corpo doía. Não sabia o que fazer. Tentou levantar – se mas caiu novamente, não suportando a dor.
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Re: Jardins de Hogwarts

Mensagempor Daniel Feather WP » 30/07/08, 13:21

Daniel caminhou até a entrada do túnel logo depois de David ter entrado. Antes de entrar, ele notou que Gui continuava parado no mesmo lugar, pelo visto o amigo ainda achava melhor que esperassem até o dia seguinte e voltassem pelo caminho "normal". Mas Daniel sabia que o irmão não mudaria de idéia; então, ainda olhando para Gui, ele deu de ombros, pois não podia fazer nada, e entrou também no buraco. Pensando bem, ele também achava melhor esperarem, mas pelo pouco que já conhecia do seu irmão, ele sabia que não adiantaria falar.

Andaram alguns minutos pelo túnel, com as varinhas acesas, e Daniel tinha a impressão de que estava mais escuro do que antes. Pelo menos agora tinha parado de espirrar, seu nariz chegara a ficar avermelhado por causa do pó na casa dos gritos. Olhou para o lado, vendo David e percebendo que o gêmeo não estava bem. Na verdade não precisava nem notar, já que sentia isso. Olhou mais para trás, procurando por Gui. O garoto estava uns poucos metros atrás deles, e Daniel se perguntou se ele estaria bem. Ouviu um barulho e virou-se novamente para o lado, vendo que David estava de joelhos no chão. Rapidamente ele se abaixou um pouco, pôs uma mão nas costas de David e estendeu a outra pra que o gêmeo segurasse e levantasse. David levantou com alguma dificuldade e deu um abraço em Daniel. O menino teve uma sensação estranha, não saberia explicar direito. Sentiu medo, medo de perder o irmão que praticamente tinha acabado de "descobrir". Logo que terminaram o abraço, Gui chegou até eles e disse:

- Está tudo bem David? O que aconteceu? Se não estiver se sentindo muito bem, acho melhor ficar aqui enquanto buscamos ajuda.

- É David, isso seria melhor, você não parece bem... - Daniel disse, concordando.

David olhou para os dois, ficando alguns segundos em silêncio, pensativo. Depois disse apenas, antes de se virar e continuar andando:

- Acho que as coisas estão chegando ao fim. Finalmente...

Daniel olhou para Gui, balançou a cabeça dizendo que não tinha jeito, e continuou andando, alcançando logo David para ajudá-lo e não deixar que caísse de novo. Andaram mais alguns metros, e finalmente chegaram na abertura da saída do túnel. Daniel ajudou David a sair primeiro, se incomodando um pouco com a chuva que agora voltaria a molha-los. Ficou preocupado pelo irmão que já não estava bem, e agora tomaria mais chuva. Depois saiu também, rolando para a grama molhada quando conseguiu deixar o buraco, e segurando firme a pedra de Harfang na mão direita. E o que ele viu então o deixou completamente paralisado.

David estava a alguns metros de distância, gritando algo para eles, mas não conseguiu entender exatamente o que. Não demorou muito pra que ele entendesse. Gui, que há pouco tempo estava um pouco atrás dele, foi atingido por um galho, e caiu no chão, ferido. Daniel foi até ele, abaixando-se para tentar ajudá-lo, e quando o garoto ergueu a cabeça, tiveram que se desviar rapidamente de um outro galho que vinha na direção deles. Enquanto isso, David tomou a espada que tinha e correu na direção de um outro enorme galho do salgueiro, que agora estava se movendo. David não conseguiu acertar o galho, e foi logo atingido fortemente por ele no rosto. Daniel gritou o nome do irmão, e já estava pronto para correr até ele quando Gui passou ao seu lado, fazendo sinal para que ficasse onde estava. Daniel concordou com a cabeça, vendo Gui correr até onde David estava e ajoelhar-se ao lado dele. Daniel ficou preocupado, o irmão parecia desmaiado, ou pelo menos quase. Torceu para que ele acordasse e Gui o tirasse dali. Mas não foi o que aconteceu.

Um galho foi na direção deles, e Gui levantou-se rapidamente e correu, atraindo-o para longe de David. Daniel estava assustado, não poderia deixar o irmão ali sozinho. Começou a correr na direção de David, mas parou no meio do caminho quando viu Gui ser atingido por um galho e ser lançado para longe, caindo e não conseguindo se levantar. Arregalou os olhos, sem saber o que fazer, e olhando para o lado viu David se levantando, ainda a alguns metros dele. Ficou aliviado, mas queria que o irmão saísse logo dali. Olhou para trás, com medo de que um galho estivesse vindo na direção dele e do irmão, mas o que viu foi outra coisa. Um dos galhos atirou a espada de David (que tinha caído perto do tronco da árvore) para cima, e um galho mais alto bateu nela, atirando-a com força na direção de Daniel. O menino ficou parado, espantado, era como se não pudesse se mover, mesmo que quisesse. A espada logo o atingiria com tudo. Na sua mão direita, a pedra de Harfang emitia um brilho avermelhado, que foi aos poucos se tornando negro, até escurecer quase completamente. Mas talvez ninguém percebesse aquilo...


Off- Recado Davidiano: não interfiram nessa ação do Daniel de agora, por favor! =z

*capota
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Re: Jardins de Hogwarts

Mensagempor David Bergerson » 31/07/08, 00:04

Seus pensamentos voavam enquanto permanecia deitado na grama úmida. Estava perdendo a consciência. Sentia o corpo tornando-se mais leve, a força dos braços e pernas ia esmaecendo aos poucos. Já quase não sentia os pingos gelados de chuva caindo sobre si e encharcando ainda mais sua roupa. Se entregava aos poucos à sensação de que seria melhor ficar ali, perdido nos pensamentos, nos sonhos - assim não sentiria dor. E de fato já quase não sentia mais nada; não sentia, não ouvia, não falava... Até ouvir uma voz familiar perto de si. Acima de si. Abriu os olhos lentamente, vendo a expressão preocupada do rosto de Gui bem acima de sua cabeça, que por sinal o rapaz segurava, tentando reanimá-lo. Não teve tempo de pensar qualquer coisa, e viu o rosto do amigo se afastando, e logo em seguida um vulto passando velozmente por cima dele. Levou alguns segundos até entender que aquilo fora um galho do salgueiro, e que Gui correra dali para que não fosse atingido. Não podia ficar parado. Não ainda.

Com muito esforço, colocou-se sentado, fazendo uma careta ao sentir uma dor terrível no rosto e algo além das gotas de chuva escorrendo do nariz - estava quebrado. Levou as duas mãos ao nariz, passando-as depois por sobre os lábios, que estavam sujos de sangue. Virou-se lentamente para o lado, e viu Gui sendo atingido por um galho que viera do lado contrário do qual ele fugia antes. "GUI!", exclamou alto, a voz estranha por causa do nariz quebrado. Pôs-se de pé, cambaleando num primeiro momento, mas logo firmando-se. Notou que havia outras pessoas ali além dos três, todas já "envolvidas" de alguma forma na confusão que se sucedia - e igualmente "derrubadas" pelos galhos do salgueiro. Na escuridão do local, não pôde identificar exatamente quem eram, mas havia três, quatro ali. A srta. Fernandes e... Raven? Não podia ter certeza - e não tinha tempo para acender a varinha somente para conferir. Havia uma garota também, caída perto de uma delas. Ph? Não, parecia... Prii. Havia um garoto também. E Ph? Esperava que ela não aparecesse ali também. Não queria que nenhum mal lhe acontecesse... não a ela.

Voltou a olhar na direção de Gui, que permanecia caído, certamente ferido. Notou a tempo um outro galho aproximar-se do sonserino; uma nova pancada poderia ser fatal, já que Gui não poderia se desviar ou mesmo se defender de alguma forma. Retirou rapidamente a varinha do bolso e fez a primeira e única coisa que lhe veio em mente. Apontou-a na direção do galho (mesmo que corresse, não chegaria a tempo de tirar o amigo do caminho dele), e praticamente gritou "Incendio!" Imediatamente, chamas foram lançadas no galho. David apenas olhou, um tanto surpreso, pois de fato nunca antes realizara um feitiço com tanta... "perfeição". Mas não era hora para pensar nisso. O galho agitou-se, debatendo-se no ar, e com os movimentos e a própria chuva, logo as chamas lançadas por David foram apagadas. Contudo, afastou-se de Gui, retornando na direção do próprio salgueiro. David sorriu, satisfeito. Ao menos o amigo estava a salvo, pelo menos por hora. Não sabia ainda exatamente quem estava ali perto dele, mas fez sinal apontando na direção do sonserino caído, esperando que, quem quer que fosse, fossem ajudá-lo. Contudo, para sua surpresa, o galho que atingira retornava, agora em sua direção. Apesar do mal-estar e do nariz e braço machucados, abaixou-se rapidamente, conseguindo desviar-se; porém, quando se levantou, notou a varinha partida ao meio ao seu lado. "Droga", pensou somente. Mas... e Daniel? Só então lembrou-se do irmão. Onde estava?

Olhou ao redor, procurando pelo gêmeo, até finalmente avistá-lo, um pouco adiante da fenda pela qual haviam saído. Por que o garoto não tinha saído logo dali? Jamais se perdoaria se acontecesse qualquer coisa a seu irmão. Estava pronto para gritar pedindo que Daniel corresse logo para longe da árvore, mas o garoto virou-se na direção dela, talvez receoso por algum galho que eventualmente viesse a seu encontro. Porém, o que os dois viram ao olharem para a árvore foi algo pior. Dois dos galhos do salgueiro agilizaram-se, como que de propósito, atirando a espada para cima e então lançando-a violentamente. Na direção de Daniel. David arregalou os olhos, vendo o irmão parado, sem reação. E tudo o que ocorreria a seguir seria em uma fração de segundos.

- DANIEL! NÃO!!! - David gritou, tão alto quanto nunca antes.

Começou a correr, num impulso, e em segundos já estava a alguns poucos centímetros do irmão. Tão rápido quanto a espada se aproximava do gêmeo, David deu um salto, empurrando-o com tudo pelas costas. Não tinha escolha. Não dessa vez. Daniel, surpreso, caiu para o lado, com o rosto na grama. David virou-se de frente; estava "na mira" da espada, exatamente no lugar do gêmeo. E no mesmo instante, sentiu o aço frio e cortante da espada entrando em sua barriga, pouco abaixo do peito. Perdeu o ar por alguns instantes, apertando os olhos com força por causa da dor gélida que o invadia. Levou as mãos ao cabo da espada que o atravessara, ainda de olhos fechados. Dezenas de imagens começaram a passar por sua mente naquele momento. As confusões e idas à ala ao lado de Ph; o breve momento agradável que tivera ao lado do irmão, há poucas horas; a "aventura" na Casa dos gritos, ao lado dele e de Gui; o horror vivido em um dos corredores, há tempos atrás; amigos como Prii, Seth, Ary, Raisa, Biel, Gabriela... Outros não tão "amigos", mas que igualmente fizeram parte de sua vida; a infância na casa dos tios, na companhia dos primos; os professores de Hogwarts... Raven, com quem tanto se assustara e ao mesmo tempo sentira-se 'protegido'; Renan, que ainda como curandeiro o ajudara tanto, e como soubera por Daniel, mesmo depois; Gaby, a paciente irmã gêmea do professor, que como curandeira o ajudara tanto quanto o irmão; Beatrice, a jovem professora de quem desconfiara certa vez; Jessica, de quem chegara a guardar um rancor amargo pelo que lhe fizera; do simpático diretor Fled e sua esposa Meig@; do jovem Alkin, que proporcionara certas reações estranhas nas colegas nas aulas; e de Laine, a quem traiçoeiramente ele entregara um anel amaldiçoado, e que mais tarde encontraria no corredor, dizendo-lhe as palavras das quais agora recordava-se perfeitamente: "cuidado com objetos cortantes... Eles podem te levar ao inferno ou céu... Dependendo do que andou fazendo ultimamente." Era isso. Só não achava que fosse tão... cedo. As palavras da srta. Fernandes agora ecoavam em sua mente. Só então entendeu.

Já sem forças para agüentar o próprio peso, deixou-se cair por sobre as pernas trêmulas, pondo-se quase de joelhos na grama e apenas murmurando pela dor. Inclinou-se para a frente, incapaz de retirar a espada atravessada em seu corpo por si mesmo. Não abriu os olhos, porém. Não precisava ver o que estava sentindo. Não queria que o irmão o visse... daquele jeito. Mas veria. Porém, estava satisfeito. Havia feito a coisa certa. Finalmente. Algo de que não se arrependeria... jamais. Daniel estava a salvo. Vivo. E bem. Era isso que importava. Se não tivesse feito o que fez, o irmão agora estaria no seu lugar. E isto ele não suportaria. Totalmente sem força, soltou as mãos do cabo da espada, deixando-as cair pesadamente sobre a grama. Depois, sem qualquer resistência, apenas sentiu o tronco cair para trás, até finalmente tocar com a cabeça e as costas no chão frio. Valera a pena. Essa era a única certeza que tinha naquele momento.
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Re: Jardins de Hogwarts

Mensagempor laine fernandes » 31/07/08, 11:04

Caída no chão molhado, laine procurava uma razão para levantar. As gotas gélidas escorriam pelo seu rosto, quase tão rápidas quantos caiam do céu. O mesmo já muito escuro. Respirou fundo. Razoes para lutar ela tinha de sobra. Mas não tinha razoes o suficiente para continuar deitada.

Apertou a varinha entre os dedos e levantou-se. Seus ossos reclamaram aplicando em seu corpo uma dor alucinante no joelho. Apertou os olhos com força, tentando esquecer a dor. Não conseguia enxergar quase nada. Procurava pelos alunos, mas não podia distinguir quem era quem. Praguejou alto.

Uma pancada seca no chão chama atenção da professora, era Gui, mais uma das vitimas do salgueiro. Ele estava caído e a poucos segundos de ser esmagado por um dos galhos. Laine aponta a varinha, porém, antes que fizesse qualquer feitiço, David fora mais rápido e incendiou o galho. Ela sorriu. Fora um ótimo feitiço.

Correu em direção do menino caído. Teria que tira-lo daquele lugar. Naquela distancia qualquer galho o atingiria facilmente. Escutava gritos, palavras distorcidas pela chuva e pelo vento. Os zumbidos de galhos e passos rapidos na lama, eram os mais constantes. Enxergar qualquer coisa na escuridão se tornava cada vez mais difícil. No momento, laine se conduzia pelas chamas brilhosas do feitiço de david, as mesmas estavam sumindo com a chuva. O brilho bonito refletia nos seus óculos.

Estava a quase um metro do corpo caído no chão. Talvez, ele estivesse acordado, mas não poderia afirmar com toda certeza. Em um gesto rápido, a mulher se agachou no chão, escapando por pouco de uma galhada na cabeça. Sorriu, no entanto, muito cedo. Um galho enlaçou seu tornozelo, puxando-a com força, fazendo a professora cair de cara no chão. Sentiu seu corpo sendo arrastado na grama e lançado contra o céu. Achou que iria desmaiar enquanto flutuava no ar em uma velocidade incalculável.

Seus óculos caíram do seu rosto com impacto que teve com o chão. Queria morrer rápido, não agüentaria sentir a dor de ossos quebrados quando voltasse como uma bala em direçao ao solo. Alguma coisa passa em direção oposta a sua, descendo, enquanto ela subia. O brilho da lamina da espada brilhou meio a escuridão. O objeto pontudo desceria em uma velocidade tremenda. Laine sentiu a planta largando o seu pé. Agora, era só esperar o impacto. Achou que desceria de cabeça, assim, como subiu, porém, seu corpo foi posto no sentido contraio.

Olhou para o chão. Alguma coisa se movimentava. E, como o relâmpago do céu. Laine entendeu o que iria acontecer. Seu corpo descia. Ela sentiu o ódio de ter mais uma vitima no qual ela não poderia salvar. Mais um aluno. A professora bateu em um Galho que estava em seu caminho. Agarrou-o com força, sentindo sua mão deslizar por causa da água que se estendia por todos os galhos. Uma idéia surgiu.


-Glacius! ela gritou enquanto agitava a varinha.

Em segundos, flocos de neve saíram da sua arma magica. O feitiço enroscava na planta como uma samambaia. Congelando tudo que estivesse molhado. Aquilo não teria efeito caso a planta não estivesse devidamente molhada. Pra sua sorte, ela estava totalmente molhada. Principalmente pelos movimentos que fizera. Fazendo com que a água entrasse em todo o seu tronco.

Na medida em que os galhos eram congelados, eles paravam impossibilitados pelo gelo de se mexer. Em minutos toda a planta estava congelada e antes que chegasse ao solo, laine deteve o feitiço. A planta ficaria assim por uns trinta minutos, já que a chuva trataria de derreter o gelo. Cansada e sem energia, por ter congelado uma planta daquele porte, a professora sentiu seus dedos se soltarem da planta e seu corpo colidir sobre o chão molhado
.

-David...ela susssurou.

O menino estava caído a poucos centímetros de distancia. Com a lamina que laine tinha visto descer. Quase nao podia ver o rosto dele. Ela sentiu as lagrimas brotarem de seus olhos, mas era impossível de distingui-las da chuva e na escuridão. Tentou se mexer mais parou. Teria que esperar seu corpo descansar. Mas gritos desesperados surgiram em seus ouvidos. Imaginou se seria só na sua cabeça, ou de fato, pertenceria aos alunos e a outra professora. Não era justo que mais um aluno perdesse a vida e ambas as professoras continuassem vivas. Era sorte ou um castigo? Provavelmente ambas não saberiam responder. Mas pensariam apenas em uma das alternativas.
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Re: Jardins de Hogwarts

Mensagempor Erick Slytherin » 31/07/08, 20:29

Erick não havia chegado a ver o que estava acontecendo nos jardins, ms veio, puxado pela namorada. Seguiram até o salgueiro lutador, one estavam Laine e Raven, além de Gui, David e um outro garoto do qual Erick não sabia o nome. Ele tinha um sorriso bobo no rosto, que sumiu assim que chegaram. Pararam perto do lugar, mas longe o suficiente para que os galhos do salgueiro não pudesse tocá-los. Ainda chovia bastante e Erick ficou imprecionado com a perspicácia da professora de herbologia ao congelar a árvore. Olhou em volta. Viu Gui caido e começou a andar em direção a ele, mas uma visão o parou. David caido no chão, sua tão querida espada transpassada em seu peito. Ficou em dúvida por um instante em o que fazer, mas voltou a correr em direção à Gui. E se o amigo tivesse por um fio e não fizesse nada? O remorso seria muito pior do que deixar um garoto que não só ele mal conhecia, mas que várias vezes havia brigado. Além do mais, achava que o grifinório já estava morto. Quis correr os ultimos meros até o amigo, mas não conseguiu. Uma raiz um pouco maior e que ele não tinha visto o fez cair, torcendo o pé. Ele pode ouvir os ossos estalarem e depois a dor lascinante. Voltou a sussurar alguns palavrões, tentando livrar o pé da raiz, mas cada movimento era uma grande pontada de dor

off:nossa, quanta coisa! é só eu voltar que vocês resolvem aprontar u_u
off²: editado, deu me preguiça escrever tudo de novo, ai eu fiquei com uma metade xD
Editado pela última vez por Erick Slytherin em 31/07/08, 23:58, em um total de 1 vez.
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Re: Jardins de Hogwarts

Mensagempor Ph Granger » 31/07/08, 20:53

    A noite molhada e gélida invadiam as roupas de Ph como um manto envolvendo uma criança. A garota se sentia menor do que era envolvida em toda aquela escuridão. Procurava por David, Daniel e Gui, mas principlamente por David, eles tinham muito o que conversar.

    A chuva molhava seu uniforme e ela nem pensara em pegar sua capa de chuva antes de atravessar as portas do castelo, estava muito preocupada, nada mais parecia ocupar a mente da pequena garota de quase 12 anos. Andou por todo o jardim se afastando cada vez mais na densa escuridão. Seu queixo tremia pelo frio e seus cabelos grudavam na cabeça a deixando com um aspecto estranho ao ser vista de longe. Os óculos embassado só atrapalhavam ainda mais a visão então logo os tirou.

    Caminhando rapidamente e olhando atenta para todos os cantos lembrou de um lugar e particular onde não havia procurado ainda e que considerava a opção bem viável, aos arredores do Salgueiro Lutador. Era verdade que ela tinha um certo medo de andar sozinha por aqueles lados, mas estava determinada, iria achá-lo e logo.

    Não precisou andar muito qunaod avistou de longe uma chama em um dos galhos do salgueiro, aquilo a assustou, o que estaria acontecendo? Foi então que percebeu vultos ao redor da árvore e escutou a voz que procurava.

    - DANIEL! NÃO!!! - Era David gritando pro seu irmão gêmeo.

    Ph se sobressaltou e na hora correu. Correu mais do que suas pernas poderiam aguentar e muito mais do que podia imaginar conseguir. Então dalí, de onde estava correndo, observou, sem nada poder fazer, seu amigo, seu companheiro, talvez a pessoa com quem mais se importava em todo o mundo naquele momento, sendo golpeado por uma espada sem mãos.

    Não haviam pernas o suficiente para fazê-la chegar mais rápido junto a ele. Não podia acreditar no que seus olhos viam, só podia ser uma peça sendo pregada em sua mente. Viu quando David ajoelhou e depois caiu por terra, descansando sua cabeça na grama gelada.

    Escutou quando alguém lançou um feitiço na arvore assassina e os galhos pararam de se mexer, a essa altura Ph estava a apenas alguns passos do corpo ainda se movimentando de David. Ela se joga no chão o alcançando. Ele estava com a respiração ofegante e Ph colocou a cabeça do amigo em seu colo, afastando os cabelos colados na testa do tão frágil David.

    Seus cabelos escuros estavam escorridos e caiam pingos da chuva no rosto do amigo vindo deles, ela o olhava e não tinha certeza mais do que saía de seu rosto, mais lágrimas do céu ou de seus olhos? Não podia acreditar no que estava vendo.

    - David, por favor, não me deixe.. Vamos, vou te levar para aenfermaria.. a Gaby irá curá-lo mais uma vez.. - As palavras saíam entre os soluços. O que poderia fazer?

    Viu então o cabo reluzir aquilo que o feria. Era a espada que sempre o protegia, aquela que um dia ela mesma portou e sentiu toda aquela força e vitalidade que ela proporcionava. A garota não pensou, apenas agiu. Com as duas mãos ela segura no cabo da espada e a puxa, mas nada aconteceu, então com a mão direita apóia a lâmina enquanto a esquerda ajudava a puxar. Ela sente a lâmina afiada rasgar sua pele, mas estava fazendo progresso. Com muito esforço, a lâmina manchada não somente com o sangue de David, mas com o seu também é removida peito do rapaz. Um grito de dor é escutado e a arma cai na grama ao lado deles.

    Sua atenção se volta mais uma vez ao rapaz agonizante em seu colo. Ela precisava fazer algo, mas o que?

    - Socorro! Alguém!! Ele precisa de ajuda, não o deixem morrer! - Ph gritava para qualquer pessoa que a pudesse ouvir, foi nesse momento que percebeu ter mais um garoto por perto, mas a chuva e a loucura cegavam seus olhos, então se vira para aquele que segurava agora seu braço como que a impedindo - Você não ouse morrer, entendeu? Eu o proíbo! David, fique comigo.. por favor..

    As ultimas palavras da garota saíram quase num sussurro e seu rosto estava encostado no de David. Seus lábios beijaram a testa do garoto que parecia querer falar-lhe algo. Pediu-lhe que ficasse quieto, que se polpasse para melhorar, mas ele não parecia querer escutá-la. Então ela aguça os ouvidos e espera pelo que o rapaz tem a dizer.

Off: Apenas seguindo o script ^^ Tuuuuuuuuuuuuuudo combinado rsrsrs

Aviso à pedido da prof Laine Fernandes ^^
Érick, a professora pede para vc editar não mexendo os alunos ou os professores para não mudar o que tinha sido planejado.. quaçquer dúvida entra em contato com ela ^^
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Re: Jardins de Hogwarts

Mensagempor Rah ~ » 31/07/08, 21:45

Ao sair da Ala, Raisa foi em direção ao jardim, aonde vira a confusão rolar pela janela.Ela vinha em passos acelerados sem contar que dava pequenas corridinhas as vezes, ainda segurando Erick pela mão.Chegando no foco da confusão, a garota parou estática, sem saber muito bem o que fazer.Era uma cena horrivel: Gui caido de um lado, totalmente machucado, Raven, Laine, Daniel...mas o pior estava por vir.David estava caido, palido, com sua espada ultrapaçando seu corpo.Ela fico com a boca entre-aberta.Chocada.Não, aquilo não podia estar acontecendo, Ary agora David?Não sabia muito bem o que fazer.Sentiu seus olhos arderem e logo lagrimas escorreram sobre eles.A chuva ainda caia, era realmente uma cena horrivel.Ela "acordou" e olhou em volta, a procura do motivo daquilo ter acontecido, foi então que viu o Salgueiro, congelado.Não havia perigo aonde estava, o Salgueiro mesmo com seus maiores galhos não podiam a alcançar.Raisa já não sentia suas pernas direito, que foram ficando fracas, e quando se deu conta caira ajoelhada no chão.Queria fazer alguma coisa, queria poder ir lá e ajudar, mas não conseguia.Tudo aquilo acontecendo no mesmo dia?!Só podia ser um pesadelo!Seus olhos agora estavam vermelhos e chorava sem controle.Era obviu que David estava morto.Suas maos cobriam seu rosto , e em sua mente só passavam lembranças do amigo, das conversas que teve no salão comunal, na noite que foram atacados pelo ladrão de Hallows, de quando estava na enfermaria ajudando-o.Quando olhou novamente devagar para a cena, viu uma menina correr na direção de David e de longe escutou um som triste, de esperanças e ordens que iriam ser jogadas ao ar em vão, pois parecia tarde demais para David, e Raisa sabia disso, sentia isso.Ela queria poder levantar, mas já não conseguia nem ao menos controlar seu choro.
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Re: Jardins de Hogwarts

Mensagempor Gui M. » 01/08/08, 15:52

    Sabia que se continuasse parado ali no chão poderia ser tarde demais. A árvore se mexia furiosamente, de uma maneira que Gui jamais a viu antes. Tentou erguer - se, mas a dor em seu corpo era muito maior do que a sua simples vontade. Apenas fechou os olhos, tentando não ver qualquer tipo de ataque que ele poderia sofrer do salgueiro. Com uma certa dificuldade, foi arrastando - se para fora do alcance da árvore que aparentemente derrubava mais outras pessoas que estavam nos jardins. Não pôde ver quem eram, mas sabia que várias pessoas além dos três garotos, foram atingidas pelo salgueiro. Perguntou - se o que faziam ali... até por que o tempo não era o mais propício para um passeio no local. Aos poucos, o garoto foi conseguido se levantar, mesmo que um pouco tonto devido as inúmeras pancadas que recebeu. Rapidamente, avistou um outro galho, dessa vez mais fino do que os outros, vindo em sua direção. Não teve tempo para fazer mais nada a não ser jogar – se no chão novamente, o que de fato surtiu algum efeito, já que ele conseguiu escapar do ataque. Ao menos, por enquanto.

    Parecia que o lugar estava enchendo – se de outros bruxos rapidamente, e assim como era de se esperar, eles eram atacadas pelo enfurecido salgueiro lutador. Ao seu lado viu a professora Fernandes passar correndo, certamente indo em auxílio de David. Não demorou muito para que uma raiz pegasse o seu pé e a lançasse no ar. Tentou segurar em alguma parte do corpo da professora, para assim a trazer de volta, mas ele demorou demais. Viu quando Laine era arremessado no ar, sem poder fazer nada para ajudá – la. Se as coisas continuassem assim, alguém poderia sair dali com sérios problemas... mas não era hora para ser pessimista. Tinha que sair dali, antes que fosse esmagado pela árvore. E seria isso que aconteceria se não fizesse alguma coisa para sair dos jardins. Um outro galho do salgueiro veio descendo velozmente ao encontro de Gui. O garoto tentou escapar, mas dessa vez não restava forças nem para se mover. Pela maneira que estava, ainda deitado no chão, qualquer golpe poderia ser fatal. Instintivamente, fechou os olhos e levou os braços à cabeça, como medida para tentar se proteger. Como se aquilo fosse adiantar alguma coisa. Não tinha como escapar, ele seria atingido.

    Algum tempo se passou sem que Gui abrisse os olhos novamente. Ficou esperando o golpe que não chegou a vir, pesaroso. Ainda com um pouco de medo, retirou os braços do seu rosto e viu que o galho que até então estava vindo lhe atacar, sendo posto em chamas e retornando para a árvore. Mas quem teria feito aquilo? Com um impulso, começou a olhar a sua volta procurando quem fora o seu salvador. David estava parado a alguns metros, com a varinha em punho. Sim, ele havia lançado o feitiço sobre a árvore. Deixou escapar um sorriso para o amigo, e sinalizou em agradecimento para o mesmo. Realmente fora um feitiço perfeito... nunca imaginou que alguém tão novo conseguisse fazer alguma coisa do tipo. Aliás, se não fosse pela habilidade de David, ele não estaria mais ali. Mas a sua alegria durou muito pouco. Virou – se para o outro lado, quando percebeu que a espada de David passou acima de sua cabeça, a qual havia sido arremessada pelo salgueiro. Retirou a varinha de seu bolso, apontando a mesma para a espada, tentando com um feitiço convocatório capturá – la antes que pudesse ferir alguém. Mas o seu braço tremia alucinadamente, sem dar alguma condição para que o garoto pudesse mirar no objeto. Rapidamente avistou a espada indo em direção à Daniel, que continuava estático, sem nenhuma reação.


    – DANIEL! Saia daí... Não fique parado, vamos!

    Tentou alertá – lo de todas as formas possíveis do perigo que corria, mas uma cena o chocou intensamente. Aquilo ficaria em sua memória pelo resto de sua vida. David empurrou o irmão para o lado, ficando no exato local em que a espada o atingiria. Ele havia se sacrificado pelo irmão... A espada, que tanto lhe trouxera poder e o salvara inúmeras vezes estava agora fincada em sua barriga. Gui deixou a varinha cair de sua mão, não sentindo mais os movimentos de seu corpo. Naquele momento, não soube o que fazer. Apenas ficou parado, estático. Queria ajudá – lo, mas aquela cena era forte demais; fechou os olhos, tentando pensar em algo de útil. Mas o que lhe veio foram apenas lágrimas. Assim como na morte de Ary, elas eram silenciosas, mas de intensa dor. Ajoelhou – se no chão, derrotado. Não sabia o que fazer... primeiro ele perde sua namorada Ary. Agora David. Isso não podia estar acontecendo. Ao seu lado percebeu alguém passando correndo, desesperado. Era Ph, a amiga de David que tanto andava com o garoto. Ficou olhando de longe toda a sua dor, não medindo esforços para reanimar o seu amigo.

    Levantou – se do chão, percebendo o sangue escorrer pela sua roupa. Caminhou em direção ao corpo de David no momento em que Ph retirava a espada. Ouviu o grito agonizante de dor, percebendo que o amigo estava muito ferido. Não podia perder mais uma pessoa que tanto gostava. Não no mesmo dia. Seria demais para Gui. Ajoelhou – se ao lado de David olhando em seus olhos, relembrando de suas últimas aventuras juntos. Lembrou – se do seu sentimento na casa dos gritos; se ao menos tivessem vindo pelo caminho de Hogsmeade aquilo tudo não teria acontecido. Sentiu – se culpado por não se opor naquele momento, e por não ter feito nada para ajudar David na hora em que ele mais precisou... Lágrimas começaram a escorrer de seu rosto sem controle, deixando transparecer todo o seu sofrimento com aquilo. E tudo, apenas para ajudar o seu irmão que ele mal conhecia. Apesar de David ter sofrido sérios danos, Gui se emocionara com o gesto.


    - David... Você vai sair dessa. Seja forte... Você consegue. sua voz saiu em um sussurro, quase inaudível. Tentava alimentar esperanças de que o amigo ficaria bom, mas se demorassem mais um pouco ali poderia ser o fim para ele.
. Come into the light
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Re: Jardins de Hogwarts

Mensagempor Renan » 01/08/08, 17:21

Teve que diminuir a velocidade (e a ansiedade) de seu próprio corpo quando chegou aos jardins do castelo. A chuva forte, não de agora, tratara de encharcar toda a grama e todos os que ali estavam presentes. Presentes que a visão não tão boa do mago mal conseguiu contemplar devidamente.

Ignorando a água que despencava sobre os escuros terrenos da escola, Renan experimentou dar um passo para fora da antiga construção de pedra, seguro abrigo. Contorceu a face ao sentir as gotas frias atingirem seu rosto. O professor não se moveu por alguns segundos enquanto analisava o cenário a sua frente.

A pessoa mais próxima dele era a mestra de Defesa, Raven, com quem o bruxo teve um memorável atrito no Expresso de Hogwarts. A bruxa, entretanto, não portava sua expressão costumeira na face. Ela parecia - a seu modo - chocada. O antigo curandeiro andou até emparelhar com a professora e, feito isso, dirigiu seu olhar para mais longe, para o Salgueiro Lutador.

A detestável árvore, magicamente congelada (e com sucesso), parecia querer lançar seu galhos sobre as figuras que estavam mais próximas a ele. Mas não podia. Perguntando-se quem poderia ter conjurado aquela magia, Renan correu os olhos pelas pessoas naquela área... e sua face perdeu toda a cor quando os olhos saltaram de uma Laine sem forças para um ensangüentado David Feather. Uma espada jazia ao seu lado, lavada do sangue que certamente a banhou momentos antes.

O professor de História não conseguiu (re)agir. A chuva, que caía com mais força que nunca, chegava a machucar seu rosto desprotegido ao passo em que várias pessoas passavam ao seu lado em alta velocidade para se aproximar de David. Por mais que tentasse entender como aquilo acontecera, os sentidos renovados do homem acusavam a míngua da presença mágica de grifinório. Uma verdade irrefutável e derradeira.

Encharcado, livrou-se da pesada capa negra que trajava. O peso sobre ele não parecia diminuir. Sua estúpida mania de se sentir culpado por qualquer coisa voltava a lhe afligir. A idéia de não ter ajudado, ter sido útil... Aquilo o cortava tal como a lâmina molhada devia ter cortado o jovem Feather. De novo, aquela solidão morna e escura tentava aprisioná-lo. Talvez fosse mesmo melhor se recolher a um canto. Ministraria suas aulas, escreveria seus textos, atenderia seus alunos. E por quanto tempo negaria a ausência de um de seus alunos mais aplicados?

Como se a chuva começasse a despertar o professor, Renan tratou de andar na direção do pequeno grupo que se formava às proximidades do salgueiro.
"A morte é algo impressionante, não é...", murmurou depois de lançar um breve olhar à Raven, "A vida só faz sentido por que existe a morte e, mesmo assim, tentamos evitá-la.".

Quando foi se aproximando da aglomeração, o coração do mago começou a bater mais velozmente. Não queria acreditar que era um fato. Não queria que o próprio espírito entoasse o grito de todos aqueles outros ali.


"David... não morra... por favor, viva...".

E a água que escorria por seu corpo teimava em não afastar dele a mórbida máxima.
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Re: Jardins de Hogwarts

Mensagempor Prii » 01/08/08, 20:34

Narração
-Fala
Fala de outros personagens

    Prii sentia chuva caindo sobre o seu corpo, sentia tanta dor nas costas que mal conseguia respirar. Olhou para o lado e viu a professora Raven ainda ali.
    Começou a ouvir gritos e reconheceu a voz da professora Laine, tentou levantar a cabeça, mas não conseguia ver onde ela estava.


    -Pense no que esta fazendo... Essa arvore pode machucar David e os outros meninos... não é hora de deixar malditas emoções serem mais fortes... pense com sua cabeça droga... Não tem apenas uma pessoa em perigo.

    Ouviu isso no momento em que um galho vinha em direção a sua cabeça, tentou rolar para o lado, mas não foi tão rápida, levou uma pancada na cabeça, bem mais fraca do que se não tivesse se movido, mas que a deixou tonta por alguns segundos e com uma tremenda dor de cabeça. Apertou os olhos tentando controlar a dor e a tontura.
    Não conseguia ver nem entender o que estava acontecendo. Ouvia vários gritos, mas nenhum alto o suficiente como o que reconheceu ser de David.


    - DANIEL! NÃO!!!

    Abriu os olhos e tentou focar a imagem. Viu um vulto, aparentemente batendo no outro. Olhou em volta e viu muitos outros vultos, pessoas correndo e caídas no chão. Só então, notou que o salgueiro parecia não estar mais se movendo e viu a chegada de novos vultos, um deles, correu em direção de onde tinha ouvido o grito de David e começou a gritar também:

    - Socorro! Alguém!! Ele precisa de ajuda, não o deixem morrer!

    Morrer? Ela se perguntou se estava ouvindo direito. Morrer! Alguém estava morrendo, mas não conseguia entender quem. Seria Daniel? Não sabia.
    Viu um numero cada vez maior de vultos se aglomerando, então tentou se levantar. Estava com muita dor, mas conseguiu se por de pé, mas quanto deu o primeiro passo viu tudo rodando e cambaleou alguns metros. Anda! Você consegue! Abriu e fechou os olhos e foi cambaleando até onde estavam os vultos.
    Quando chegava perto, começou a reconhecê-los e viu também pessoas que não estavam ali antes.


    - David... Você vai sair dessa. Seja forte... Você consegue.

    Ela paralisou de susto. David? David era quem estava morrendo? Mas como? Olhou mais de perto e viu a espada, a espada de David, cheia de sangue. Ouviu Ph gritando por ajuda, tentou pensar no que fazer, mas não conseguia. Como era difícil pensar quando sua cabeça está doendo e você mal consegue fica de pé de dor nas costas. Então, fez somente o que podia fazer, caiu de joelhos ao lado de Ph, e mesmo com seu corpo reclamando o frio que começou a sentir com isso, tirou a capa que a professora Raven avia lhe emprestado a apenas alguns minutos atrás, e começou a estende-la sobre David.

    -Calma Ph, aqui coloque isso sobre ele.

    Só então notou que estava chorando, quase soluçando. Como aquilo poderia estar acontecendo? David! David o seu amigo! Isso não poderia estar certo. Sentiu mais uma vez sua cabeça girar e piscando algumas vezes, olhou para o rosto de David.


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Re: Jardins de Hogwarts

Mensagempor Daniel Feather WP » 07/08/08, 23:29

Tudo estava acontecendo muito rápido. Tão rápido quanto a espada se aproximava de Daniel... Ele queria se mover, sair dali, ouvia gritos, alguém dizendo para que não ficasse parado, parecia ter sido Gui; depois um grito alto, uma voz muito familiar, que era a voz de David. Daniel queria atende-los, sair dali, abaixar-se, fazer qualquer coisa, mas era como se suas pernas, ou seu corpo inteiro estivesse paralisado. Olhando na direção de onde vinha a espada, começou a ficar quase que hipnotizado, os olhos apenas oservando o objeto pontiagudo que estava prestes a destruí-lo. Na mão direita, a pedra de Harfang escurecia já quase totalmente.

A espada já estava a praticamente um metro dele, ou um pouco menos. Daniel sabia que ia morrer, mas sentia como se não pudesse evitar aquilo. Não sabia por que... Só sabia que tinha que ficar ali e esperar pela dor terrível que iria sentir quando a espada lhe atingisse. Nem fechou os olhos; primeiro porque antes disso seria acertado, e também porque realmente não conseguia. Nem seus olhos se moviam. De repente,quando já via o brilho da espada reluzindo bem na sua frente, sentiu um empurrão forte, duas mãos que tocaram em suas costas, e com isso acabou caindo com tudo no gramado molhado, batendo com o rosto no chão, o que o deixou bastante atordoado. Nem percebeu também que a pedra de Harfang tinha caído de sua mão com o impacto. E percebeu menos ainda, como talvez ninguém tivesse percebido, que ela, que agora estava na grama, retornava aos poucos a ter a cor avermelhada de antes.

Daniel ouviu um gemido, depois gritos, choro. Alguma coisa havia acontecido, mas ele não sabia o que e nem com quem. Estava totalmente atordoado com a pancada na cabeça de quando caíra no chão. Não conseguia se levantar, e nem se virar para olhar. Apesar e além disso, ele sentia uma dor muito forte no peito, uma dor tão forte que ele se perguntava se tinha sido atingido pela espada e agora estava morrendo. Ainda caído, Daniel levou a mão ao lugar onde sentia dor, e porque suas roupas estavam encharcadas por um momento ele imaginou que o que havia em sua camisa era sangue. Mas, aos poucos começou a voltar a si, logo percebendo que não estava ferido, a não ser por um pequeno corte na testa. Sentou vagarosamente, respirando fundo e abrindo os olhos, tentando fazer sua visão desembaçar. Quando olhou para o lado, ele viu algo que jamais iria querer ter visto, e que nunca mais iria esquecer: seu irmão, o irmão que praticamente acabara de conhecer, estava quase ao seu lado, a pouco mais de um metro, ferido pela espada.

Só viu isso quando uma garota, que logo reconheceu como sendo a amiga de David que ele tinha conhecido no corredor, Ph, retirava a espada do corpo ferido do irmão. Daniel estava em choque, e tudo o que conseguia fazer era observar a cena. Uma lágrima rolou em seu rosto, depois outra e mais outra, logo se misturando com as gotas da chuva forte que caía. Viu Ph pedindo por socorro, pedindo a David que não morresse. Logo outros se aproximaram, primeiro Gui, depois uma garota que ele não conhecia, mas que pelo visto conhecia o gêmeo. Viu outras pessoas ao longe, a srta. Fernandes, a sra. Eiluned, um sonserino que tropeçara e estava caído, Raisa, a garota que conhecera a pouco, e até mesmo o sr. Black, perto de Raven. Só então Daniel notou que o salgueiro havia parado; estava totalmente congelado. Mas não se importou com isso. David... seu irmão... não podia ser. Ainda sentado ali, só então começou a entender o que havia acontecido.

As mãos que sentira quando foi empurrado eram do gêmeo. David tinha lhe empurrado, e com isso Daniel caiu, desviando da rota da espada. Mas David, ao empurrá-lo, acabara ficando na rota dela, e não tivera tempo de se desviar, acabando por ser atingido pela espada. No lugar de Daniel. Ele não podia acreditar, não queria acreditar. David não podia morrer, não agora. Não assim. Daniel finalmente conseguiu mostrar alguma reação, balançando lentamente a cabeça, as lágrimas agora caíam aos montes. Então, saindo do estado de choque, ele sentiu seu corpo tremendo e gritou, tão alto e forte que mesmo com o barulho da chuva pesada seu grito poderia ser ouvido a metros de distância:

- NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO!!!

Sem sequer esitar, levantou de onde estava e quase com um pulo se colocou ao lado de David, deitando o tronco sobre ele e o abraçando, enquanto soluçava, sem se importar com qualquer outra coisa. Não podia perde-lo, não podia.. O irmão segurava com uma mão o braço de Ph, e com a outra envolveu Daniel, como que o abraçando também. Daniel já não conseguia falar, apenas chorava. Daniel tentou pedir ao irmão que não o deixasse, que ele não podia abandoná-lo naquele momento; mas só o que saíam eram palavras distorcidas pelos soluços e pelo choro. Porém ele sabia que não precisava falar. Os dois se entendiam perfeitamente bem, até mesmo naquela situação. Sentiu que David retirava o braço de sobre as suas costas, e então se levantou, colocando-se de joelho ao lado do gêmeo. Olhou para Ph, e notou que David queria falar algo. Daniel voltou a ficar calado, observando o irmão. Ainda tinha esperança de que ele vivesse, não iria desistir. Se sentiria culpado pelo resto de sua vida se o irmão morresse daquela forma, por causa dele... estava realmente envolvido com isso, e por isso até acabou esquecendo da pedra de Harfang, que agora quase desaparecia na grama molhada, já sem brilho algum e apenas como uma simples pedra vermelha, do mesmo jeito que eles a tinham encontrado na casa dos gritos...
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Re: Jardins de Hogwarts

Mensagempor Alkin » 09/10/08, 20:40

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Tenso... Muito³³³³³³³³ Tenso u_u


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Há! Eu sou o sonserino do mês ù__________u
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