[CASTELO] Jardins de Hogwarts

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Anah Esteves
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Re: Jardins de Hogwarts

Post by Anah Esteves »

Anah não via mais nada, estava absorta em seus sonhos durante o desmaio. Então, sem Anah perceber, Kim levou-a para o corujal.
Lá, Anah concerteza descubriria o que aconteceu com ela.


OFF: Corujal ^^
Narração
Fala
Pensamento
Outros personagens


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AG ~ Venha para O movimento e para A casa ;D ()
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Nanay~
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Re: Jardins de Hogwarts

Post by Nanay~ »

Ela anda vagarosamente pelos terrenos do Castelo, mas nada nem ninguém lhe parece familiar.
Resolve sentar um pouco, suas pernas já doíam de tantas andanças. Acha uma boa árvore e se encosta. Tira um pequeno chiclete do bolso e põe-se a masca-lo.

" Como seria maravilhoso ter alguém para conversar... Estou me sentindo tão sozinha... Hogwarts nem parece mais minha casa..."

Nanay continua a olhar ao redor, mas nada a alegra.
Pega a varinha, aponta para uma pedra no chão e murmura um feitiço que aprendera com sua mãe:

- Ribockshux!

A pequena pedra se transforma em um lindo cata-vento colorido que solta purpurina roxa quando se movimenta. Ela fica observando o brinquedinho enquanto espera que algo interessante aconteça ao seu redor.
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Gui M.
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Re: Jardins de Hogwarts

Post by Gui M. »

    narração
    - fala
    fala de outros personagens
    pensamentos

    Passos rápidos e sem direção. Era o movimento contínuo do jovem garoto da sonserina. Gui saiu do Três Vassouras sem falar ao menos uma palavra sobre a pesarosa notícia que havia recebido de sua professora. Sem palavras; para expressar a sua intensa dor que nunca havia sentido em toda a sua vida. Por um momento não quis acreditar em nada daquilo, e desejou voltar para o monótono dormitório de sua casa e dormir um longo e profundo sono. Mas isso, não voltaria a acontecer tão cedo.

    Ary. Sua namorada. Morta. O sumiço dela por muitos dias foi logo explicado, de uma forma não muito sutil. Por que não contaram isso antes? Afinal, onde estaria o corpo? Era uma falta de compaixão e humanidade por parte dos diretores de Hogwarts, que o coração de Gui se encheu de ódio e raiva. Nunca sentira aquela sentimento antes, estava com medo de si mesmo, mas temia ainda mais com quem ousasse cruzar o seu caminho.

    Lágrimas, dolorosas e ardentes saíam de seus olhos de uma maneira espantosa. Pela primeira vez em muitos anos, Gui McKinnon desabou em prantos. Não se importou com os olhares estranhos de alguns alunos que ocupavam o jardim naquele começo de noite. Sempre foi um menino frio e sem calor humano, mas com a notícia da morte de sua eterna companheira, um ascendente sentimento de dor tomava conta de todo o seu corpo. As raízes de sua família das trevas haviam despertado no pequeno e tranqüilo garoto sonserino.

    Seu olhar calmo e sereno rapidamente se transformou em uma maneira de enxergar a angústia e o sofrimento de todo o mundo. Por um tempo, fechou os olhos pausadamente, tentando resguardar apenas os melhores momentos em que passou com Ary Riddle. As lembranças de Hogsmeade, as bagunças com Erick e Raisa, e os eternos The Bad Ones voltaram a mente de Gui com intensa vivacidade. Queria continuar com aqueles pensamentos de prazer para o resto de sua vida. Mas ele não podia fraquejar. Tinha que levantar e seguir em frente...

    Por que? Por que comigo? Eram as perguntas que fazia em seu momento de maior desespero. A luta com o ladrão das hallows, ou até mesmo a sensação de quase morte, nada se comparava a esse momento. Foi caminhando pela extensão dos jardins até se sentar na grama fofa do local. Jogou - se no chão e levou suas mãos até a cabeça, a qual estava em intenso conflito interno. Seus olhos ardiam com o gotejar de suas inacabáveis lágrimas... Tudo parecia perdido. Mas, qual era a razão de tudo aquilo? Por que os seus momentos de felicidade não duravam por muito tempo?

    Um grito alto e doloroso. Juntou toda a sua força que ainda restava em seu corpo para exclamar todo aquele sentimento que crescia dentro de si. Tentou levantar - se, inultimente. Caiu no chão, sem forças, sem fôlego, sem vida. Ficou por ali, estático, tentando de alguma forma voltar a erguer - se novamente e trilhar a sua vida como era antes. Seria algo difícil, ele sabia, mas uma hora ele tinha que parar de lamentar - se e voltar à real. Uma chuva fina começou a descer do céu escuro. O impacto que as gotas faziam em seu corpo eram iguais a de facas flamejantes que foram injetadas em sua pele. Aos poucos Gui ia se recuperando daquele imenso fardo, mas não tinha mais ânimo para continuar... Ele precisava de ajuda mais do que nunca, como nunca precisou antes. Ajuda, que se demorasse, poderia ser tarde de mais.


Off ~ Sim, post trágico. =X
Last edited by Gui M. on 25/06/08, 23:24, edited 1 time in total.
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Rah ~
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Re: Jardins de Hogwarts

Post by Rah ~ »

Após sair da Beira do lago, Raisa foi em direção ao jardim.Não sabia o porque de estar indo aquele lugar, mas algo estava levando-a , talves sua intuição.Ao chegar lá viu que não havia muitos alunos, alguns grupos da Lufa² e da corvinal, talves fosse o tempo o causador do jardim esta tão deserto.As nuvens estavam carregadas, aos poucos a garota sentia as gostas caindo e batendo contra sua pele.Ainda sem saber para onde ir, ela avistou um garoto, que não parecia nada bem.Parecia não conseguir se levantar."Deve estar passando mal", pensou a garota que imediatamente acelerou o passo ao socorro do garoto, que por suas vestes viu que era da Sonserina.

-Oi?!Você esta be...

Não deu tempo de terminar a pergunta.Quando a garota chegou perto o suficiente do garoto, viu que era Gui.Nunca havia visto o garoto daquele jeito.Estava em prantos, mal conseguia ficar de pé.Raisa ficou um pouco imovel ao ver aquela cena, o que causara aquilo?Ela procurou sinais de agressão ou algo relacionado que pudesse ter uma explicação.Ela tinha um certo receio de perguntar, com medo talves da resposta, ou da reação do amigo, mas era presciso perguntar.Ela parou em frente ao amigo e o segurou em sua frente, não sabia o que fazer.

-Gui?!O que está havendo?!Por favor se acalme...Me explica o que esta acontecendo, pramim poder te ajudar...
Kimdin
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Re: Jardins de Hogwarts

Post by Kimdin »

# Kirchner chega ao jardim com Anah, meio em choque pelo q ela falará na Ala hospitalar vai em direção á uma arvore#

¨¨Bom... éé... até um namorado ...¨¨

#Disse kirchner em um tom arrogante#

¨¨Bom se aparecer algum amigo eu lhe apresento ok ?¨¨

#Disse ele sentando no tronco da arvore (¬¬)


Mas não faz sentindo falar com pessoas que têm um lar, elas não têm ideia de como é procurar segurança em outras pessoas, procurar um lar onde você possa descansar a cabeça.

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Toda noite eu costumava rezar para achar pessoas como eu - e finalmente achei - na estrada. Não tínhamos nada a perder, nada a ganhar, nada que desejássemos mais - exceto transformar nossas vidas em uma obra de arte.Viva rápido. Morra jovem. Seja selvagem. E se divirta.
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David Bergerson
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Re: Jardins de Hogwarts

Post by David Bergerson »

Cruzaram as portas do salão rapidamente, saindo logo para o exterior do castelo. David finalmente começou a correr por conta própria, e não puxado pelo irmão. Agora que já estava lá fora, procurou concentrar-se mais no que tinham que fazer. Já estava escuro, e a garoa que caía era gelada. Mas não podiam parar. Depois voltariam, se secariam e se aqueceriam. Se voltassem... Esperava que sim. Lembrou-se do risco que correra caso Raven tivesse visto a espada que ele carregava por debaixo da capa, e ficou satisfeito ao perceber que a havia escondido bem. Começou a cruzar os jardins ao lado do gêmeo, decidido a fazer o que tivesse que fazer, custasse o que custasse. Estava mesmo confiante, e sabia que Daniel também estava.

Porém, enquanto ainda cortavam os jardins em direção à "árvore feroz", ouviram um grito, um grito alto, que de alguma forma fez David recordar-se de quando se escondera na torre de astronomia, logo após descobrir a verdade sobre seus pais. Parou imediatamente onde estava, fazendo com que Daniel também parasse. Olhou ao redor, tentando descobrir de onde viera o grito; não parecia de longe, parecia ter vindo de algum lugar dos jardins mesmo. E como já estava escuro, tornava-se difícil enxergar claramente algo que não estivesse a menos de 1 ou 2 metros deles. Mesmo assim, olhava fixamente para todos os lados; até que viu alguém ao longe jogado no gramado, alguém que pela silhueta parecia conhecido... Olhou para Daniel, e sem precisar dizer mais nada puseram-se a correr até a figura que viam.

Passaram por algumas pessoas no caminho, alguns poucos alunos que ainda se aventuravam a ficar ali ao ar livre no frio e no escuro simplesmente por que queriam. Quando já se aproximavam da pessoa que viam - era um garoto, e sonserino pelas vestes; Gui? -, uma jovem caminhava até ele; era Raisa. Estava agora parada na frente do garoto, que David surpreendeu-se ao notar que de fato era o amigo sonserino. Olhou de relance para Daniel e finalmente chegaram até os dois. David se espantou ainda mais ao ver a expressão no rosto de Gui, que parecia transtornado e terrivelmente... triste. David não fazia idéia do que podia ter acontecido; há poucas horas, Gui estava bem, ajudando-o com a tarefa de levar as caixas de arquivos até a sala de Raven...

- Gui! O que... o que houve? - disse, sem conseguir disfarçar o espanto na voz.

Pensou em explicar ao garoto o que lhe havia acontecido, afinal tinha saído daquela maneira da sala de Raven... Mas achou que aquele não era o momento para explicações. Gui visivelmente não estava nada bem, e por um momento David se perguntou se aquilo não tinha algo a ver com a tal pedra. Talvez não. De qualquer forma, estava realmente preocupado com o amigo. Não poderia simplesmente sair dali agora, não sem saber exatamente o que acontecera, ou ajudar Gui da maneira que pudesse. Deixaria o resto para depois...
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Gui M.
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Re: Jardins de Hogwarts

Post by Gui M. »

    Aos poucos o garoto foi tentando manter o equilíbrio de sua mente e de seu corpo, mas ainda cambaleava ao tentar se levantar dos gramados dos jardins. Enxugou os seus olhos na barra da manga de suas vestes, ainda com uma visão embaçada devido a grande quantidade de lágrimas que ainda escorriam de seu rosto. A morte de Ary abalou Gui de tal forma, que ele mesmo nunca imaginou que um dia pudesse chegar aquele estado. Sempre pensou que ninguém era tão sem emoções e possuísse sentimentos frios que nem ele; várias situações de extrema dificuldade o sonserino já havia enfrentado, mas aquela notícia mudaria o comportamento de Gui eternamente.

    Apoiou as suas mãos sobre os joelhos e começou a chorar silenciosamente. Em silêncio, mas ao mesmo tempo doloroso e irremediável. A chuva acentuava - se cada vez mais nos campos de Hogwarts, levando assim, os poucos alunos que ainda se arriscavam a se aventurar pelos jardins. Deu uma rápida olhada e viu um lugar desolado e sem vida. Seria dessa forma, que ele se sentiria daqui em diante. Não tinha mais motivos de continuar com a sua vida normal e feliz que o calmo garoto sempre cultivou.

    Não soube por quanto tempo ficaria por ali, jogado pelos jardins. Afinal, a última coisa que Gui pensaria em fazer era voltar para o salão comunal da sonserina, local onde ele e Ary se encontravam toda a noite antes de se dirigirem para os seus respectivos dormitórios. Estava tão perdido em seus pensamentos e abalado em seu tristeza que não percebeu que alguém estava vinda em sua direção. Mais essa! Quem seria o infeliz que resolvera lhe importunar dessa vez? Seja quem fosse, Gui não estava para conversas. Mas ao momento em que viu Raisa, uma crescente dor em seu peito começou a latejar, ao mesmo tempo em que sentia o alívio de poder contar com a sua amiga.

    - Gui?! O que está havendo?! Por favor se acalme...Me explica o que esta acontecendo, para eu poder te ajudar...

    Coragem. Onde estaria ela quando o sonserino precisava. Não tinha condições de repetir todo o que a professora Bea havia lhe dito com a mesma calma e frieza; afinal Raisa também era amiga de Ary e certamente iria chocar - se com a história assim como Gui. Olhou nos olhos da menina mais uma vez, como se buscasse forças de sua antiga e duradoura amizade com ela para poder resgatar algum tipo de coragem que ele mesmo não sabia se seria possível. Permaneceu em silêncio, quando avistou a figura de duas pessoas correndo em sua direção.

    A princípio não conseguiu descobrir quem realmente eram, mas com uma olhada mais detalhada Gui percebeu que eles eram extremamente iguais. Mas será possível. Estaria vendo coisas? Fitou mais uma vez os dois garotos por um longo tempo. Passado alguns segundos, reconheceu os dois irmãos David e Daniel. Logo se lembrou do episódio de momentos atrás, quando ainda estava na sala de Raven no momento em que David descobriu a verdade sobre os seus pais. Mas e Daniel? Pelo que se recordava, os gêmeos estavam brigando pelos corredores até que veio a intervenção de Renan. Depois disso, Gui havia seguido para Hogsmeade de onde acabava de chegar com aquela penosa notícia.


    - Hum... David, mas você e ele... O que fazem juntos? - lançou um olhar indiferente para o outro garoto que se mostrava um pouco confuso com toda aquela situação. - Bem, deixa isso para lá.

    Com uma certa dificuldade, levantou - se do chão pela primeira vez. Sentiu - se um pouco tonto, chegando a cambalear mas estabeleceu o equilíbrio posteriormente. Retirou sua capa de viagem, que estando praticamente toda encharcada trazia um peso adicional ao seu corpo. Parou com as lágrimas por um instante; parecia que a calma e frieza de Gui estava voltando aos poucos novamente. Percebeu o espanto com que David estava ao ver aquela cena. Ouviu pesaroso a pergunta que o amigo fizera em relação ao seu estado.

    - A professora Bea...ela...ela...me falou no Três Vassouras. A Ary está morta.

    Sentiu um forte baque dentro de si para pronunciar aquelas palavras. Não sabia como os amigos iriam reagir diante daquela notícia, mas Gui esperava que nenhum deles continuassem fazendo perguntas sobre o caso. Até por que, o próprio garoto não sabia muita coisa sobre a morte de sua namorada e nem esperava saber mais nada futuramente.


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David Bergerson
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Re: Jardins de Hogwarts

Post by David Bergerson »

Permaneceu calado enquanto observava Gui, ao mesmo tempo que desviava o olhar, por uma fração de segundos, para Daniel e Raisa. Estava realmente preocupado, mas imaginou que ficaria mais ainda se aquilo, o que quer que fosse, tivesse alguma relação com a pedra que ele e o irmão deveriam encontrar. Mas Gui não demorou a se manifestar, embora fosse claro que o garoto fazia um esforço para falar:

- Hum... David, mas você e ele... O que fazem juntos? Bem, deixa isso para lá.

David olhou rapidamente para Daniel, e retornou o olhar para Gui, satisfeito por não ter que explicar tudo o que se passara nas últimas poucas horas; pelo menos não naquele momento, que realmente não parecia propício para isso. Por isso, continuou calado, assim como os outros amigos, enquanto Gui esforçava-se para se levantar, chegando a cambalear um pouco ao por-se de pé (David estendeu o braço para ajudá-lo, mas não foi preciso). O garoto retirou a capa, que estava encharcada (a chuva, aliás, parecia aumentar, mas talvez fosse só impressão pelo fato de já estarem bastante molhados). David aguardava pela resposta de Gui, que não demorou a chegar:

- A professora Bea...ela...ela...me falou no Três Vassouras. A Ary está morta.

David arregalou os olhos, mantendo o olhar fixo onde Gui estivera sentado há pouco. Ary... morta? Mas como? De fato, já fazia algum tempo que não a via, mas... Estaria isso mesmo relacionado à pedra? Não sabia, e não teve forças para olhar para Daniel, que certamente entenderia o que ele estava pensando. Estava chocado, afinal mais uma pessoa morrera naquele lugar, e desta vez alguém que ele conhecera, uma das primeiras pessoas com quem conversara. Não conseguiu dizer nada. E, por alguns instantes, lhe pareceu que ninguém conseguira. Só ouviu o leve barulho das gotas de chuva caindo sobre o gramado escassamente iluminado. As mesmas gotas de chuva que caíam sobre ele, que escorriam dos cabelos que já quase lhe cobriam os olhos. Por que tudo parecia sombrio naquele momento? Por que lhe parecia que Ary não seria a única... Se a morte da amiga tinha ou não a ver com a pedra de Harfang, não importava. Só sabia que não poderia deixar que nada de mau acontecesse aos seus amigos. E nisso, lembrou-se de que deveriam se apressar.

Porém, só então lhe passou pela cabeça o quanto Gui deveria estar arrasado com aquilo - afinal, além de amiga, Ary era namorada do sonserino. Pensou em sugerir ao amigo que saísse daquela chuva, fosse até o salão e tomasse a sopa que estavam servindo. Mas talvez aquilo fosse "simples" demais para quem acabara de receber uma notícia daquelas. Talvez se Raisa sugerisse soasse melhor, já que era garota. De qualquer forma, David estava imóvel, sem saber o que fazer. Mas sabia que alguma coisa tinha que fazer; só não podia ficar parado ali. Por poucos segundos, lembrou-se de Ph; por que lembrara-se dela? Perguntou-se se a amiga estaria bem.. Esperava que sim.

Imaginou, por alguns instantes, se Gui não gostaria de ir com eles até... Não, não sabiam do que realmente se tratava, era arriscado. E Gui talvez ainda estivesse muito abalado, não seria bom... Mas ao mesmo tempo, talvez com aquela pequena "aventura" o amigo pudesse esquecer o ocorrido, um pouco que fosse. Virou-se para Daniel, e novamente não precisou falar para que o gêmeo entendesse. Então voltou a olhar para Gui (que estava.. estranho), ao lado de Raisa, e resolveu falar, sem contudo revelar o que estavam por fazer.

- Bem, eu... sinto muito, Gui, não sei como... - achou melhor não continuar com aquilo; parecia que o sonserino não queria falar mais sobre o assunto. Então continuou - Eu e o Daniel precisamos ir, temos que... fazer uma coisa e... bom, estamos um pouco... atrasados...

Não sabia se seria entendido, mas o olhar "misterioso" ao dizer aquilo talvez dissesse tudo. Voltou até o lado de Daniel, esperando que alguém se manifestasse. Se só hovuesse silêncio, os dois se despediriam e retornariam ao que tinham planejado. O que tivesse que acontecer, aconteceria...



Off- Letras miúdas são felizes.. ~hoho Azar de quem não enxerga u.u

*foge dos míopes que nem o Daniel :mrgreen:
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Re: Jardins de Hogwarts

Post by Rah ~ »

Ainda tentando acalmar Gui, Raisa observou que se aproximava duas pessoas, após estas chegarem mais perto viu que era David e Daniel, mas não comentou nada, apenas fitou Gui, ainda esperando a resposta.Muitas coisas passavam pela a cabeça da garota para tentar justificar o que estava acontecendo com Gui, mas nada era muito convincente.Será que Gui iria sair de Howgarts?Não isso seria muito exagero!Deveria ser algo muito grave, mas não fazia ideia do que.Agora David perguntara o que estava havendo, o garoto tambem parecia muito confuso e aflito por aquela situação, igualmente a Raisa nunca devia ter visto Gui tão desesperado.A chuva agora começava a apertar e os pequenos grupos de alunos já entrava para o castelo, alguns alunos olhavam na direção de Gui, e faziam alguns comentarios, mas depois de cruzar o grande portao de carvalho desapareciam, e só o que sobrava no jardim era um dia triste e chuvoso.Gui apesar de pouco, parecia ter se recuperado, pois agora já estava levantando, e retirando sua capa.Finalmente olhou nos olho dos amigos e falou:

Gui
[- A professora Bea...ela...ela...me falou no Três Vassouras. A Ary está morta.]


Ao ouvir essas palavras a garota pôs as mãos sobre a boca, em sinal de espanto.Realmente, que noticia era aquela?!Ary morta?!Como?!Aquilo não fazia sentido!Primeiramente Raisa achou que Gui estava zoando com a cara deles, mas não podia ser verdade!Ele estava em estado de choque.Não aquilo não era mentira, era verdade.Demoro alguns minutos para cair a ficha da garota.Sentiu seus olhos arderem, e logo lagrimas escorrerem sobre seu rosto.Ela olhou para David que tambem parecia triste e surpreso, realmente não esperavam receber essa noticia, principamente sobre a morte de Ary.Passou alguns minutos, e o silencio era mortal, só ouviam o barulho da chuva caindo no lago, realmente o dia parecia estar triste, agora muito mais do que antes.

David
[-Bem, eu... sinto muito, Gui, não sei como... Eu e o Daniel precisamos ir, temos que... fazer uma coisa e... bom, estamos um pouco... atrasados...]


Raisa aonda continuou em silencio sem acreditar.Nenhum tipo de manifestação foi feita pelas palavras de David, que logo após falar virou-se com seu irmão e foi em bora.Novamente o silencio.A garota olhou para Gui tristemente, não sabia o que falar, não sabia como reagir, era estranho.Ela não queria perguntar mais nada, pelo menos não agora, não queria piorar a situação.Ela apenas cruzou os braços e de um modo triste falou com Gui:

-Sinto muito...não fazia ideia, ninguem me avisou...
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Daniel Feather WP
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Re: Jardins de Hogwarts

Post by Daniel Feather WP »

Daniel, assim como David, ficou preocupado quando escutou aquele grito. Quando descobriram de onde tinha vindo, os dois correram até lá. E David pareceu ter ficado muito espantado quando notou que o grito fora de seu amigo, o garoto sonserino que também estava na confusão que haviam tido no corredor, há pouco tempo atrás. Havia também uma outra menina ali, que Daniel não conhecia, tentando ajudar o garoto. O sonserino perguntou o que os dois faziam juntos, claro, pois não fazia muito estavam brigando no corredor. Mas David logo perguntou o que tinha acontecido com ele, e se levantando do chão, o garoto logo respondeu, com alguma dificuldade:

- A professora Bea...ela...ela...me falou no Três Vassouras. A Ary está morta.

Daniel, David e a garota ficaram muito espantados, obviamente. Mas David e a menina grifinória pareciam saber quem era Ary; Daniel não sabia, mas imediatamente lembrou-se da garota que tinha entrado na Floresta e que ele acabou encontrando morta, após ter visto uma luz estranha ao longe. Havia sido ele também quem contou à professora Bea, na verdade não que a menina estava morta, mas que a tinha visto na Floresta. Daniel pensou em contar tudo isso, mas todos estavam em silêncio. Talvez o garoto, que David chamara de Gui, não quisesse falar muito sobre aquilo, e Daniel o entendia. Talvez fosse melhor assim. E poderia contar isso em alguma outra oportunidade; só sabia que aquela não era a hora..

Daniel notou o olhar de David, alguns segundos depois, e soube que o irmão pensava em contar o que estavam fazendo, mas não só isso. Daniel ficou em dúvida se deviam fazer aquilo, afinal seria mesmo arriscado, e Gui talvez estivesse muito abalado ainda. Mas achou que o irmão devia decidir, sabia que faria a coisa certa; então, só balançou a cabeça de leve, concordando. Logo David disse que os dois precisavam ir, que tinham algo a fazer e estavam atrasados. Daniel entendeu o que ele fazia, mas achou que não deviam ficar ali parados (David ainda estava imóvel). Então disse, um pouco pesaroso:

- É, precisamos mesmo ir, é algo... muito importante... eu acho...

Daniel somente olhou para David, que entendeu, e os dois viraram-se e voltaram na direeção do caminho que faziam antes. Não sabia se seriam seguidos ou não, mas o que tivesse que acontecer, aconteceria. Só esperava que tudo desse certo no final...


Off- *Bate no David u.u :evil:
Spoiler
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Contagem inversa:
1

*Ainda não acabou...*

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Re: Jardins de Hogwarts

Post by Nanay~ »

Viu um garoto se aproximar, cair. Quando levantava-se para ajudar, mais 3 alunos se amontoaram perto dele. Perdeu a coragem.

"O que será que deve ter acontecido com aquele pobre menino? Ela parece arrasado!"

Levantou, decidida a se aproxima.

- Com licença - falou à mocinha-, está tudo bem com você, garoto? Quer que eu te leve pra enfermaria, ou pra algum outro lugar?

De perto, ele parecia ainda mais abatido.

- Meu nome é Nanay Granger - esticou a mão para a menina-, vi você passar mal mas eles foram mais rápidos.

Se ajoelha ao lado deles e fica esperando alguma respostas.
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Re: Jardins de Hogwarts

Post by Gui M. »

    Por um momento lutou consigo mesmo para não dar aquela notícia aos outros. Além da dor que sentiria em mencionar no caso novamente, Gui desejava que poucas pessoas da escola ficassem sabendo desse acontecimento. Sabia que Ary era uma pessoa conhecida em Hogwarts, e sua morte seria algo que iria despertar a curiosidade de muitos no local. Se essas pessoas quisessem descobrir a causa de seu falecimento, algo que nem Gui sabia ao certo, a primeira pessoa em que pensariam em questionar seria o seu namorado. Assim, se em cada passo que fosse dar um aluno infeliz lhe perguntasse sobre Ary, nunca mais a trágica lembrança desse dia iria sair de sua mente.

    Mesmo sabendo das dificuldades que enfrentaria em seu caminho dali para a frente, Gui sentiu - se altamente encorajado para dar a informação. Mesmo que a sua fala gaguejante demostrasse o seu nervosismo, os três que ali estavam em sua frente eram pessoas que de certa forma, lhe transmitiam extrema confiança. Até mesmo Daniel, com quem o garoto teve um desentendimento no início do dia, parecia ser aquela pessoa que as suas amigas tanto insistiam em falar. Percebeu que o gêmeo de David não entendia nada daquilo, mas Gui sentiu que algo dentro do garoto pudesse lhe ser de utilidade naquela situação.

    Apesar do repentino sentimento de coragem que acabara de sentir, foi só mencionar no nome de Ary e associar com a palavra "morte", que aquele mesmo baque de antes atingiu o garoto. Fechou os olhos fortemente, tentando impedir que as lágrimas escorressem novamente. Ficou assim, diante do intenso silêncio de seus amigos, abrindo os olhos logo depois. Percebeu que David parecia extremamente chocado, fixando o seu olhar em um ponto distante. Já Raisa, como era mais íntima de Ary, começava a demonstrar os primeiros sinais de choro em seu rosto. Olhou novamente para Daniel; por um momento pensou que ele queria manifestar alguma coisa em relação a morte de sua namorada, mas se calou diante do profundo silêncio que pairava nos jardins; a não ser do barulho da chuva caindo suavemente no gramado do lugar.

    Diferentemente como temia, ninguém prolongou - se no assunto por muito tempo. Os três apenas falaram algumas palavras de consolo e rapidamente desviaram sua atenção do caso. Observou uma outra menina vindo em sua direção, uma das poucas que ainda se arriscavam a ficar no local, sentando - se de joelhos ao seu lado. Estranhou a atitude da mesma mas logo ela se identifica e oferece educadamente alguma ajuda à Gui.


    - Prazer, pode me chamar de Gui McKinnon. Muito obrigado, mas já está tudo sobre controle. Foi só...um momento infeliz da minha vida que vou querer esquecer.

    David votou a pronunciar - se, mas de uma maneira que intrigava Gui. Percebeu os seus estranhos olhares enquanto falava e não entendeu nada o que ele queria transmitir naquele momento. Deslocou os olhos para Daniel, o qual confirmou a idéia de seu irmão da mesma maneira que ele. Ainda sem entender muito o que aquilo tudo significava, ficou por uns tempos parado tentando encaixar as suas idéias.

    - Eu e o Daniel precisamos ir, temos que... fazer uma coisa e... bom, estamos um pouco... atrasados...

    Ainda sem dizer nada sobre o misterioso assunto dos dois garotos, Gui lança um último olhar de despedida para Raisa e segue os dois irmãos que iam em direção ao caminho que faziam anteriormente. Não sabia se havia entendido o correto, mas conhecendo David, Gui certamente teria feito a opção certa em segui - los mesmo não sabendo para onde.

Off ~ Pois é né, David. O que eu te falei sobre essas coisas?
hauahauahauahau uú
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David Bergerson
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Re: Jardins de Hogwarts

Post by David Bergerson »

David caminhava na direção da "árvore furiosa" ao lado de Daniel, sem olhar para trás. Estava tentando se concentrar novamente no que tinham que fazer, afinal não seria nada fácil - na realidade não faziam idéia da dimensão da dificuldade que poderiam encontrar. De repente, ouviu passos atrás deles. Virou-se lentamente, notando a figura de Gui, que já se aproximava deles. Sorriu de leve, parando (Daniel fez o mesmo) para que o amigo os alcançasse. A princípio não disse nada, apenas continuaram caminhando um pouco mais à frente; desta vez David olhava constantemente para trás, para certificar-se de que não estavam sendo vistos - ao menos não por alguém que estivesse pelos jardins, pois era praticamente impossível saber se alguém os observava do castelo (o que era provável.. ou não).

Felizmente (ou infelizmente) era o momento certo para esse tipo de "aventuras" - a chuva, o frio e a escuridão da noite espantavam a multidão de alunos dali. Ou seja, tinham "caminho livre" para fazer o que precisavam - ou assim ele esperava. Caminharam por mais alguns metros na direção norte, fazendo o contorno no castelo até a parte de trás, e andando mais um pouco até finalmente postarem-se diante da "árvore furiosa" que procuravam - o famoso salgueiro, sob o qual encontrava-se uma passagem secreta para o lugar para onde deviam ir. David parou ali ao lado de Daniel e de Gui, e antes de avançarem (a árvore ainda não se manifestara), achou que era hora de contar a Gui, resumidamente, o que estava acontecendo, e para onde estavam indo.

- Bom, recebemos um pergaminho que ameaçava a nós e.. aos nossos amigos. Eu... acho que tem alguma ligação com... a minha família. Dizia que uma pedra escondida num certo lugar causaria algumas coisas... terríveis...

David parou instantaneamente, não porque de fato achasse que já era suficiente, mas porque talvez aquilo parecesse "esquisito" demais contado daquela maneira... Poderia parecer que estavam inventando aquilo simplesmente para arranjarem algo para fazer, mas David sabia que Gui não pensaria isso, por mais estranho que parecesse. Virou a cabeça, por alguns instantes na direção do salgueiro, que permanecia imóvel. Se ficasse assim, ótimo. Mas sabia que não ficaria... Não seria tão simples. Sabia que a passagem se encontrava sob as raízes da árvore, mas chegar até lá sem que esta "despertasse" e os atacasse seria praticamente impossível pelo que ele já ouvira falar...

- Precisamos ir até a Casa dos Gritos, Gui.. e, bem, você já deve ter ouvido sobre a passagem.. debaixo do salgueiro. É o único jeito...

David imaginou que tanto Gui quanto Daniel sabiam tão bem como ele o que aquilo significava. Ainda que fossem os bruxos mais experientes de Hogwarts, teriam muita dificuldade para passar - feitiços aparentemente não ajudariam. Se as varinhas não ajudariam, talvez a espada... Mas o que a espada poderia fazer? Bem, já tinha feito tantas coisas... David imaginou que não custava tentar. Além do que, não podiam perder mais tempo. Olhou para o gêmeo e para o amigo, respirou fundo, e sem lhes dizer qualquer palavra, retirou a espada debaixo da capa e deu alguns passos na direção do salgueiro. Talvez estivesse se arriscando demais; mas David não pensou nisso naquela hora. Ergueu a espada em direção ao salgueiro, não na horizontal, como se fosse atacar, mas verticalmente, como se simplesmente a mostrasse para a árvore. Continuou caminhando, lentamente, passo a passo. Estava cada vez mais perto; o salgueiro continuava parado. A espada refletia um pouco a luz fraca e azulada da noite, e David a olhava admirado, vendo ao fundo, e cada vez maior, o salgueiro. Finalmente parou, sentindo que tocara com o pé uma das raízes da árvore. E nisso percebeu que estava agora a menos de um metro do tronco da mesma.

Olhou para baixo, estava um tanto escuro ali, mas mesmo assim pôde perceber uma pequena "oca" por entre as grossas raízes - só podia ser a entrada. Virou-se para os amigos, sorrindo, e sem talvez notar uma eventual expressão de espanto dos dois pelo que estava acontecendo (ou, no caso, pelo que não estava acontecendo - o ataque do salgueiro), fez sinal para que eles se aproximassem e apontou na direção do buraco, mostrando-lhes que havia encontrado a passagem. Ao que os dois foram até ele, acendeu a pequena luz na ponta da varinha e entrou no buraco; de fato as coisas estavam sendo mais fáceis do que até mesmo ele teria desejado...



Off- 1. No lugar feliz *-* ~hoho

2. É, Gui, tô vendo o.o' *capota ahauahauaahau

3. O salgueiro não se moveu pq isso tinha que acontecer para os planos futuros.. E isso foi autorizado u.u

*credenciado u.u

*se morre

4. Por favor, ninguém os viu entrando ali, e por isso ninguém deve seguí-los, ok? Desculpem, mas realmente precisamos disso pra concluir os coisos.. =z
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Daniel Feather WP
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Re: Jardins de Hogwarts

Post by Daniel Feather WP »

Daniel continuou caminhando na chuva ao lado do seu irmão. Não demorou muito para que eles voltassem ao caminho que estavam fazendo antes de terem ouvido o grito do amigo sonserino. Mas enquanto caminhavam, notaram que alguém vinha atrás deles, e Daniel até achou engraçado não se espantar quando se virou e viu que era Gui. Os dois pararam e esperaram o amigo alcançá-los, e então continuaram o caminho para o salgueiro, contornando o castelo e andando mais alguns metros até finalmente se aproximarem da árvore.

Então, David explicou resumidamente para Gui tudo o que tinha acontecido, e porque estavam indo para aquele lugar. Daniel apenas ouviu, estava realmente preocupado pensando em como eles fariam para passar pelo salgueiro e encontrarem a passagem secreta. Era muito perigoso, só agora que estava na frente daquela árvore enorme ele se dava conta do tamanho do perigo... Mas não tinham saída; era o "único jeito", como David acabava de dizer...

Daniel ainda pensava em algo quando David puxou a espada que estava por baixo da capa, a levantou e começou a andar lentamente na direção do salgueiro. Daniel arregalou os olhos, David estaria louco? Indo daquele jeito, o gêmeo rapidamente levaria uma pancada do galho da árvore e voaria longe, ou então seria esmagado facilmente. Mas para o seu espanto, David continuava avançando, e o salgueiro sequer fazia mensão de se mover. Mesmo assim, estava muito preocupado com o irmão, não queria perde-lo assim tão rápido.. Por isso dizia:

- Não, David... cuidado...

David, porém, parecia nem ouvir o que Daniel estava dizendo. Continuou andando, e Daniel ficou ainda mais espantado quando o gêmeo ficou bem de frente para a árvore, quase encostado nela, e nada acontecera. Virou-se para Gui, não sabia qual tinha sido a reação do garoto para aquilo, mas ele estava mesmo espantado. Sabia que aquela árvore não era comum, que era "violenta"... mas começou a pensar que talvez, por alguma razão, ela não estivesse mais "funcionando" ou algo do tipo. Bem, sorte deles, o que quer que fosse. Quando David fez sinal para eles, Daniel sorriu, deu de ombros e foi ao lado de Gui até onde o irmão estava. Depois, entrou logo após o irmão no buraco que dava acesso à passagem, acendendo também a ponta de sua varinha, mas com alguma dificuldade. Estava tudo muito fácil até então; fácil até demais...


Off- No lugar feliz também, junto com os dois! o/
Spoiler
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Contagem inversa:
1

*Ainda não acabou...*

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Ta WP
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Re: Jardins de Hogwarts

Post by Ta WP »

~Legenda na assinatura~

Depois de um dia de alguns dias de estudos(?), Talita resolveu da r uma volta pelos terrenos, trazia sua mochila,nas costas, e um livro de feitiços na mão, sentou-se na orla da floresta onde o ventava moderadamente, colocou a mochila de lado e folheou o livro...

Porque será que a mamãe me mandou um livro sobre feitiços domésticos?

Ela estava distraida,quando ouviu um ruido, se levantou e puxou a mochila, com isso ouviu o som de pano rasgando, olhou ao redor, e percebeu que não era nada...

Talvez seja só um unicórniou, ou...

Ela, olhou adiante e não viu nada,mas foi se afastando, talvez ter sentado ali não teria sido uma boa escolha, quando estava a uma distância considerável, foi procurar o rasgo em suas roupas e reparou que era em sua mochila, pegou a varinha, que estava no bolso de sua calça

Agora eu estou morta

A alça da bolsa rasgara, e ela não sabia o que fazer, olhou para o livro, e chegou a uma compreensão

tah a mamãe é adivinha

Pendurou a bolsa pela alça boa, e a varinha e o livro na outra mão e voltou para o castelo

Off: Na sala cominal da Grifinóra, tentando arrumar a mochila! ¬¬'
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Gui M.
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Re: Jardins de Hogwarts

Post by Gui M. »

    Caminhava de cabeça baixa, indo atrás dos gêmeos Feather. Tentou imaginar para onde os dois pretendiam ir, mas não havia muitas opções nos jardins a não ser... mas certamente não seria, é claro. Um pouco mais adiante, David e Daniel refrearam os seus passos para esperar a chegada de Gui, que ainda calado, não estava entendendo nada do que realmente estava acontecendo. Lembrou - se do pergaminho na sala de Raven, e por um certo momento imaginou que todo aquele mistério teria alguma relação com o mesmo. Ainda não tinha muitas das respostas que desejava obter, assim como a estranha amizade dos dois irmãos que até pouco tempo atrás, estavam rolando pelos corredores. Lançou um olhar intrigado para os dois garotos ao seu lado; tudo parecia normal entre eles. Mas aquele normal, era no mínimo muito estranho.

    Andaram por mais um tempo até darem a volta nos jardins e irem em direção ao lado de trás do castelo. Percebeu que tanto David quanto Daniel haviam cessado os seus passos. Gui olhou em toda a volta e não consegui achar qual seria o destino que os dois estavam indo em busca. Ignorou a presença da grandiosa árvore a sua frente, desprezando a sua postura estática em frente aos garotos. Demorou mais algum tempo até que o sonserino conseguiu identificar que aquela não era uma árvore qualquer, mas sim o famoso Salgueiro Lutador. Mas por que estava parado, e não atacando furiosamente os garotos? Isso ele não sabia responder. Sorte deles.


    - Bom, recebemos um pergaminho que ameaçava a nós e.. aos nossos amigos. Eu... acho que tem alguma ligação com... a minha família. Dizia que uma pedra escondida num certo lugar causaria algumas coisas... terríveis...

    Ouviu a explicação de David atentamente, mas sem retirar os olhos do salgueiro. Por fim, algumas idéias iam se encaixando em sua cabeça. Mas qual era o motivo de estarem parado em frente ao salgueiro? Seria por causa de uma suposta indicação feita pelo tal pergaminho de que falavam? Fez menção de perguntar para algum dos dois sobre o assunto, mas resolveu ficar calado. Olhou em sua volta; nenhum sinal de qualquer outro aluno por ali. Também, ninguém em sã consiência chegaria tão perto de uma árvore assassina.

    - Precisamos ir até a Casa dos Gritos, Gui.. e, bem, você já deve ter ouvido sobre a passagem.. debaixo do salgueiro. É o único jeito...

    Casa dos Gritos. Realmente era o último lugar em que Gui pensou que poderia ir. Instintivamente olhou para baixo, em direção à passagem que levava até o local. O garoto conhecia muito bem a história de uma passagem debaixo do salgueiro lutador, a qual dava acesso direto para a "mal assombrada" casa em Hogsmeade. Não entendia como que os dois pretendiam passar pela árvore ilesos e entrarem dentro da fenda, a qual seria a única maneira de chegarem ao destino requisitado. Percebeu que David ia se aproximando do salgueiro aos poucos, e logo depois retirou um objeto de dentro de suas vestes. Rapidamente Gui a reconheceu como sendo a espada do amigo, a mesma que ele usara ano anterior contra o efeito de um feitiço do ladrão das hallows.

    Apesar de obter um poder oculto que ele não sabia, de nada ela seria útil para um eventual ataque caso o salgueiro resolvesse despertar. Mas essa não era a intenção de David. Para o espanto de Gui e Daniel, o garoto empunhou a espada verticalmente indo cauteloso em direção à passagem. Por incrível que pareça, o salgueiro continuou imóvel. Ou aquela espada era extremamente poderosa, ou o salgueiro estaria sobre o efeito de um feitiço. Sinalizando para os outros dois, David acende a ponta de sua varinha e entra dentro da passagem debaixo da grande árvore. Daniel, ainda um pouco espantado com tudo isso, segue o irmão e também acaba entrando na toca. Estavam todos loucos? Gui permaneceu por alguns instantes imóvel, até que foi andando em direção da passagem cautelosamente. Rapidamente, o garoto acende a ponta de sua varinha e se joga dentro da passagem em direção a casa dos gritos.

Off ~ House of screams o/
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Re: Jardins de Hogwarts

Post by Anah Esteves »

Anah chegara com Kirchner aos jardins, e percebeu que estava chovendo. O amigo estava meio mau-humorado, mas apenas disse à ele:

- Relaxa Kim, o negócio que eu te disse na Ala era apenas uma brincadeirinha...! - o amigo já dizia alguma coisa sobre algum amigo dele, mas Anah não estava escutando, começou a brincar na chuva, com um sorriso de criança no rosto, não fazia aquilo havia tempos...então, parando de repente, viu um menino que parecia estar morrendo, e logo quatro pessoas se amontoaram em volta dele. Após um tempo, o menino, com outros dois, que eram iguaizinhos por sinal, deixaram uma menina lá e seguiram na direção do Salgueiro Lutador. A menina parecia igualmente triste, estava chorando de mais, com uma mão na boca. Logo um outro rapaz, que pelas vestes Anah viu ser da Corvinal chegou e foi falar com a menina que estava chorando. Pouco tempo depois, ele já se jogava na grama e chorava também. Anah não se conteve - não conseguia ver pessoas, mesmo que ela não conhecesse naquele estado. Saiu correndo em direção à eles, e disse docemente:

- Olá, meu nome é Anah Esteves. Calma - disse Anah rapidamente, percebendo que eles pediriam pra ela deixá-los sozinhos. -, não vou fazer perguntas...Mas vamos para o Salão, tomar uma sopa, vocês vão ficar doentes...Bem, o que quer que tenha acontecido, sinto muito. - disse ela, olhando para baixo. Enquanto isso, pensava se tinha sido uma boa idéia ela ter ido falar com eles.
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Re: Jardins de Hogwarts

Post by Rah ~ »

Aquilo tudo era muito dificil de acreditar, Ary morta?!Era realmete dificil de acreditar.Raisa ainda permanecia com o rosto coberto por lagrimas e tristeza, e ficar imovel estava sendo tarefa dificil, pois suas pernas não paravem de tremer.Ela se lembrou dos ultimos momentos que teve com Ary, da primeira vez que falou com a amiga, dos momentos felizes, dos momentos tristes e de grande perigo, lembrou do voo de trestalio que deram e quando encontraram o ladrao de Hallows.Um silencio tomou conta dos amigos, que só foi quebrado com a chegada de uma menina, que Raisa não conhecia, gui fez questão de responder a garota, e logo depois olhou para Raisa e seguiu David e Daniel.

-O que será que eles estão aprontando...?

Seus pés já estavam se movendo na direção que Gui seguira, mas logo esbarrou em alguem, ou melhor, alguem esbarrou na garota.Ao procurar o autor daquilo, vir ser Biel , que tambem parecia chocado com a morte da amiga.Primeiramente ela não falou nada, nunca foi muito boa para dizer algo nesses momentos.Ela apenas o olhava e escutava o que biel tinha a dizer, e sem notar novas lagrimas cobriram seu rosto.Biel agora sentara no chão, que estava coberto por lama, e lamentava com as lagrimas a morte da amiga.

-Não posso acreditar...não consigo...quem contou isso a voces?Como ela...?
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Re: Jardins de Hogwarts

Post by Erick Slytherin »

Devolta ao castelo e, Erick esperava, por um bom tempo. O tempo que passara na Itália, sem avisar ninguem, não fora lá muito bom. Tinha prazer em sentir de novo o cheiro daquele lugar mágico e mistico. Andava com calma pelo jardim, procurando alguém que conhecesse. Já fazia um bom tempo que tinha ido, mas esperava que as pessoas o reconhecessem. Sorriu quando viu, ao longe, Raisa e logo a reconheceu. Não chegou a correr, mas andou rápido até ele. So quando chegou muito perto percebeu que ela chorava. Se perguntou o que havia acontecido. Parou à alguns passos dela, sem saber o que dizer

- Raisa...

Foi a única coisa que conseguiu dizer naquele momento. Queria abraçá-la, mas não sabia se podia.
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And so
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Em busca de mais um oscarito. Até que meu nome seja gravado no hall da fama!
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Re: Jardins de Hogwarts

Post by Rah ~ »

Raisa não estava conformada com aquela situação.Como poderia ser verdade?Ela observava o amigo chorar, sem saber muito bem o que fazer, pois como poderia?Estava tão atordoada com a noticia que não conseguia pensar em nada, muito menos como ajudar alguem.Ela olhou para o céu, que ainda chovia, tentando não chorar mais, mas era inevitável.As lagrimas corriam dos olhos da garota sem ela querer, nesse exato momento queria ajudar os outros , mas não sabia como.O som das gotas de chuvas foram quebrados por uma voz que chamava seu nome, ela se virou e viu algo que não acreditou, Erick.Ele estava parado, olhando auqela situação, concerteza se perguntava o que estaria acontecendo em seus pensamentos.As pernas da garota se moveraum sozinhas e quando percebeu, já estava abraçada ao namorado.

-Erick..sua irma me falou que estava na Italia. - Ela o largou e encarou aqueles olhos verdes.- A Ary morreu...

Aquilo saiu de sua boca com muita dificuldade.Não saberia qual seria a reação de Erick.Era estranho rever-lo do nada.Depois que falou da triste noticia, voltou e sentou ao lado de Biel sem dar mas nenhuma palavra.
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