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Grimmauld Place • Exibir tópico - Casa dos Gritos

Casa dos Gritos

RPs antigas? Histórias que quer rever? Subfórum destinado ao arquivamento dos tópicos de jogo do RPG. Você veio ao lugar certo!

Moderador: RPG

Casa dos Gritos

Mensagempor Storyteller » 09/10/08, 22:26

Casa dos Gritos

***



A Casa dos Gritos é com certeza a Casa mais mal-assombrada da Grã-Bretanha.

Localizada em Hogsmeade, em uma das ruas mais escondidas do vilarejo, é um ponto que muitos e muitos bruxos visitam por ano. Antigamente eram ouvidos gritos (não seriam uivos?) que saíam de dentro do local, e por isso recebeu esse nome (embora, hoje, o fenômeno tenha cessado).

Sua construção é de madeira muito antiga e o tempo fez com que se inclinasse um pouco para a direita, mantendo um ângulo estranho com chão. As madeiras que compõe a casa demonstram estar cedendo pouco a pouco, com pequenos buracos em que a tinta branca foi descascada, e o telhado há muito apresenta falhas, onde telhas foram arrancadas por vendavais ou quebradas pelo tempo.

Um placa a 500 metros da casa, ao lado da larga cerca, anunciava aos desavisados: "CUIDADO! PERIGO DE DESABAMENTO!"
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Re: Casa dos Gritos

Mensagempor Raven » 18/11/08, 09:49

    Magia Negra na Casa dos Gritos deveria ser um grande clichê de Hogwarts, mas nem por isso deixava de ser conveniente. Mesmo que lugares suspeitos fossem os piores possíveis para se tentar ser discreto, a placa de perigo de desabamento com certeza garantia certa privacidade. E privacidade era, certamente, algo necessário no que era feito naquele momento. Mesmo que nada fosse feito.

    Sem dar atenção à bruxa amarrada sobre uma mesa ou à criança em uma situação semelhante não muito longe das duas, Raven se sentava com as costas contra a parede, o rosto escondido nas mãos enquanto um ruído quase inaudível deixava seus lábios, ritmado e apenas entrecortado por sua respiração fraca, mal sendo possível distinguir as palavras. A varinha mantida firme entre os dedos da bruxa só se movimentava nos momentos em que era absolutamente necessária, tal era o esgotamento que o efeito do feitiço produzido provocava.

    A ladainha recitada se acelerou brevemente, apenas para ser cortada sem aviso prévio. As mãos de Raven deixaram sua face para que procurasse seu sacrifício com o olhar, apenas para descobri-lo intacto. A varinha voou em direção ao outro extremo do cômodo ao mesmo tempo que, com um bufo baixo, a bruxa recolocava suas mãos sobre o rosto.


    - Cale-se! Está certo... E vai funcionar; é só uma questão de tempo. Só preciso... Corrigir os detalhes.

    As palavras não pareciam ser dirigidas a ninguém em especial, visto que Laine nada dissera e a criança parecia inconsciente. A forma como Raven ergueu a cabeça logo após falá-las, em todo caso, sugeriu que recebera uma resposta... E uma da qual não gostara muito. Ligeiramente cambaleante e com uma das mãos ainda cobrindo parcialmente os olhos doloridos, se pôs de pé devagar, avançando em direção ao ponto onde a varinha aterrisara e em seguida se dirigindo à mesa.

    Caiu ligeiramente sobre o tampo, usando ambas as mãos para se apoiar enquanto procurava o rosto da outra bruxa com o olhar. A herbologista deveria odiá-la, naquele momento, mas não se importava. Não deveria se importar com nada, naquele momento, ou não conseguiria se concentrar no que deveria ser feito. No fim, aquilo acabaria sendo para o bem de Laine, não?

    Haviam saído juntas da festa, embora Raven não pudesse mais precisar quanto tempo atrás. Parecia que uma vida inteira se passara, na verdade,desde aquele momento em que evitara responder ao questionamento de Renan a respeito da certeza de sua partida e fora arrancar Laine dos braços de Alkin... – Não deveria pensar neles, também, se quisesse se manter firme no feitiço. – Trapacear a bruxa e nocauteá-la não havia sido muito custoso, uma vez que não haviam testemunhas e a outra estava confiando que o feitiço que faria seria para ajudá-la... E a dificuldade para levar o garoto para lá sequer era digna de menção.

    Desde então, estavam ali.

    Suas mãos estavam trêmulas quando buscou a face da outra e supunha que, por essa razão, não muito suaves enquanto afastava os cabelos de Laine do rosto e o segurava entre as palmas. Um olhar breve foi lançado em direção à poção revigorante que estava por perto, mas sabia que não deveria usá-la ainda. Já perdera a conta do número de tentativas feitas até então, mas... Seus progressos não pareciam ainda adiantados o bastante para que não considerasse que se a usasse então ela faria falta mais tarde.


    - Laine, está bem? Eu preciso... Que você continue acordada, para que eu possa continuar. Tem que me avisar quando Manuela tentar tomar conta novamente...


Açõs combinada com a Laine.
Hm... Quase.
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Re: Casa dos Gritos

Mensagempor laine fernandes » 18/11/08, 11:02

Tudo aconteceu muito rápido: Raven estava nos jardins, arrastando-a para qualquer canto; logo, estava perto da casa dos gritos, vendo um aluno caído no chão; e, agora, estava na casa dos gritos, amarrada e muito esgotada.

-Raven, o que você pensa que está fazendo?- ela perguntou.

Nenhuma palavra. A professora estava maluca de vez. Laine sentia seu pulso queimar, cada vez que tentava folgar a corda. Raven, pela primeira vez, parecia empenhada em fazer algo para ajudar a professora, no entanto, quem faz algo pela primeira vez, nem sempre pensa sobre o que é certo ou errado.

Nas primeiras horas, a professora fez de tudo para sair, ate gritar descontroladamente, mas Raven não demonstrava nenhum sinal de cansaço ou rendição. Então, quando as palavras da mulher começaram a soltar feitiços, laine apagou, dando lugar a Manuela.

Quando recobrou a consciência, Raven estava esgota e encarando-a de uma forma estranha. Por varias vezes, laine achou estar delirando enquanto manuela estava no corpo, porém, tudo que via e escutava não era fruto de sua imaginação. Raven estava fazendo magia negra e laine conhecia muito bem cada detalhe de tudo aquilo, já que ela fizera tudo.

Percebendo qual o papel da criança na historia, ela entrou em desespero e começou a mexer os braços com mais força, tentando folgar as cordas, antes que apagasse de novo.

Nesse curto período de tempo, Raven voltou para perto dela, tocando em seu rosto, com as mãos tremulas. Laine estava tão cansada que não consiga dizer nada ou tentar se debater. Mas, raven acabou falando o que não devia e, quando laine escutou as palavras da professora sobre “quando Manuela tentar tomar conta novamente...”, laine puxou as cordas com força, libertando-se, sem que a mulher visse e se jogando em cima dela.

O impacto contra o chão, fizera com que o pequeno aposento rangesse.

Fora burrice. Mas ninguém poderia culpa-la, afinal, ela nunca iria querer viver em troca da vida de um aluno.

Laine, sem sombra de duvidas, estava com mais força que a Raven, mas não conseguia fazer muita coisa. Estava em cima dela, ambas caídas no chão, laine segurando os braços da outra, olhando-a com a vista embaçada, tentando não tombar.

Sem sucesso, ela perdeu a força nos braços, que sustentava seu corpo e segurava a mulher contra o chão, tombando em cima dela e caindo mais pro lado esquerdo, ficando com o corpo em cima do braço direito da outra.


-por favor, para... não faz mais nada... a professora disse chorando, com a cabeça de lado, no chão frio, encarando o rosto da mulher que ainda olhava fixamente para cima.


EDITADO
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Re: Casa dos Gritos

Mensagempor Raven » 18/11/08, 16:16

    Lidar com bruxos, às vezes, era uma droga. Amarras bem feitas poderiam segurar um gorila, talvez, e ainda assim a mera vontade de um ser humano exausto poderia fazer com que elas caíssem, inúteis. Magia involuntária, sem varinha, partia dos impulsos mais fortes, mais primitivos de uma pessoa – e talvez por isso só costumavam se manifestar na infância – e algo daquele tipo, que batia contra o próprio princípio de auto-preservação de uma pessoa... Só servia para demonstrar o quão forte era o desejo de Laine em salvar a criança.

    Outra pessoa, em outra situação, poderia ter se comovido com o gesto; o que não era o caso.

    Desabaram juntas no chão com estrondo e sem nenhuma graça, embora mesmo a dor do impacto parecesse amortecida através dos nervos enfraquecidos pela magia. – apenas seu batimento cardíaco revelava qualquer força por todo o corpo, e esta era tal que fazia com que todo seu peito parecesse vibrar a cada batida. Laine estava por cima, para variar; se estivessem seguindo o padrão habitual, aquela seria a hora em que Raven soltaria uma provocação qualquer... Ou levaria um soco.

    Não era o padrão, e nenhuma das duas possibilidades se concretizou. Laine tombou, meio de lado, sobre seu braço direito, sem que Raven se virasse para acompanhá-la com o olhar. A madeira pútrida do teto logo acima parecia tentar consumir toda sua atenção, sem permitir que um naco sequer fosse poupado para que se focasse na herbologista... Ou, talvez, Raven simplesmente desejasse que assim fosse. É, essa explicação faria sentido... Já bastava ouvir as lágrimas, se ainda tivesse de vê-las...


    - Parar? Pa...?

    Deixou que sua voz morresse e fosse substituída por uma risada tão sem vida quanto era sua expressão ao que virou-se para olhar nos olhos de Laine. Manteve o contato silencioso apenas por um instante antes que sua mão esquerda atravessasse por sobre o próprio corpo e fosse utilizada para afastar as lágrimas da outra bruxa.

    - Não faz mesmo idéia do que sou, faz? – os últimos vestígios da risada desapareceram, substituídos por um olhar um tanto mais calmo – Bruxa das Trevas nunca lhe pareceu um termo muito... Vago?

    Ergueu o tronco devagar, usando a mão esquerda apenas para girar o corpo de Laine levemente e liberar a outra mão, que ainda portava a varinha. Ela nem sabia o que exatamente conquistara ao conseguir chegar àquela fórmula, pela qual tantos já haviam desperdiçado suas vidas... E nem sabia o que exatamente aquilo requeria de quem executaria a magia. Por um instante a dúvida que surgiu em sua mente quase a divertiu: Teria Laine esperado que Meig@ o fizesse? Meig@... Whollf, Woodcroft?

    Prendeu a varinha entre os dentes, mantendo seu olhar firme no dela enquanto apanhava uma das cordas ao pé da mesa logo ao lado e procurava manter as mãos firmes o bastante para que juntasse os pulsos de Laine e os atasse à frente do corpo desta.


    - São para Manuela. As cordas, digo. Até agora, nesta noite que passou, já escutei mais ameaças de morte do que em to o restante de minha vida... E esteja certa de que isso não é pouco.

    Após checar a firmeza das amarras uma última vez, pôs-se de pé com um bocado mais de dificuldade do que da última vez, logo se dirigindo à cômoda sobre a qual apanhou o revigorante e uma já bem conhecida faca – que, para sua surpresa, estivera com Laine até então – Deixando de lado as preocupações que tivera anteriormente a este respeito, virou todo o líquido quente do frasco em um só gole, logo sentindo um início de seus efeitos.

    - Eu não queria ter de deixá-la para trás quando acabássemos, na enfermaria, e sim levá-la comigo. Mas sinto a sorte nesta tentativa... E sinto também que qualquer força que venha em apoio será bem vinda. Estou certa de que, mesmo que as poções de Gaby não tenham sido feitas para tratar este tipo específico de fadiga mágica, elas lhe servirão bem.

    Sem perder mais tempo com deliberações ou explicações, ajoelhou-se ao lado da bruxa, pousando a varinha no piso de madeira logo diante de seus joelhos enquanto erguia o punhal. As poucas palavras introdutórias pronunciadas em um idioma morto correram rapidamente, e logo a lâmina buscava o ponto de seu braço esquerdo que já talhara inúmeras vezes no decorrer daquela noite e tornava a se banhar com seu sangue.

    Fechou os olhos fortemente ao conter um gemido baixo, não pela dor do corte e sim pela queimação nos olhos que novamente se manifestava, e com a qual já começara a se familiarizar após senti-la pela maior parte da noite. Seria a última, aquela tentativa, sim... E então, nada mais de dor para ela. Já podia sentir o gosto do sucesso, e apenas de imaginar a fabulosa porta que o evento daquela descoberta de Laine poderia lhe abrir...


    - Liberdade para nós duas, Laine, vamos lá.


Balinha pra quem souber chutar o que Raven é :~
Tia Laine, razão da última partezinha e da Raven ter deixado a varinha ao alcance e fechado os olhos: Ela não vai achar as duas se tiver de adinhar onde tão, e que deveriam ser achadas, sabe? Mande logo esse patrono e seja feliz. Mais fácil só se a eo mandar por vc –‘
E eu não sei se fiz meu post antes ou depois de vc editar, então... Qualquer coisa eu edito aqui ~capota
~vai reler o post da Laine
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Re: Casa dos Gritos

Mensagempor Daniel Feather WP » 19/11/08, 16:48

Ouviu um estrondo. Escuro. Tudo escuro. Estava de olhos fechados; não porque ele queria, mas porque não conseguia abrí-los. Por que seu corpo estava todo dolorido? Na verdade, a maior pergunta deveria ser: onde exatamente estava? Por alguns instantes, ele imaginou que estava no dormitório, que talvez tivesse passado mal, ou algo do tipo, e algum ser bondoso o tinha levado para lá. Mas no caso, o local onde estava deitado (?) não parecia exatamente um colchão macio. Era incômodo. Seria essa a razão da dor um tanto mais forte em suas costas?

Abriu vagarosamente os olhos. Não fez muita diferença - continuava um tanto quanto escuro. Mas talvez não tanto quanto ele gostaria... Aquele lugar... Conhecia aquele lugar. E não era o dormitório grifinório. Era... a Casa dos gritos. Olhou ao redor, movendo lentamente a cabeça e sem levantar o tronco de onde quer que estivesse. Como tinha ido parar ali? Por que ali, justamente ali? Quem estava fazendo isso com ele? A última vez que ele estivera ali foi ao lado de David e de Gui, pouco antes de... Daniel tentou se levantar, mas notou que seus pulsos estavam amarrados e presos ao lugar onde estava deitado. Forçou o tronco, ao mesmo tempo tentando livrar-se das amarras. O que afinal estava acontecendo?

Foi quando ele avistou, um pouco a sua frente, umafigura se erguendo do chão. A princípio não pôde identificar quem era; mas ao ouvir a voz, aquela voz, não teve dúvidas. Raven. Daniel não chegou a dar atenção ao que a mulher disse, ele ainda tentava entender o que acontecia e o que faziam ali. Havia visto a sra. Eiluned pela última vez ainda na festa de Halloween, pouco antes de... Não. Depois disso. Antes dele e da sra. Woodcroft chegarem ao dormitório, eles foram abordados por uma moça, perguntando o que havia acontecido. Daniel não se lembrava direito, mas pedira para ser deixado sozinho, ainda no salão principal. Depois disso... sim, Raven se aproximara dele novamente. Convidou-o a sair dali, queria desculpar-se pelo que acontecera na festa. Daniel não sabia por que, mas aceitara. E após tudo isso, já nao lembrava de mais nada. Mas estava certo de que fora ela quem o trouxera ali.

Sentiu raiva. Ela havia feito aquilo de propósito, certamente. Por que ainda o amarrara ali? Continuou forçando o braço, tentando se desamarrar, enquanto o vulto da mulher abaixava-se novamente até o chão. Ergueu um pouco mais o tronco para "acompanhá-lo", e só então notou que havia mais alguém ali, deitado no chão. Mas quem? Não podia ver claramente; os poucos raios de luz que entravam pelas frestas do teto e das paredes não eram suficientes para que ele pudesse definir. Ouviu quando a sra. Eiluned disse algumas breves palavras estranhas, e em seguida estendeu um objeto pontiagudo na direção do próprio braço. Que tipo de...?

Para a surpresa do garoto, no entanto, sua mão esquerda conseguiu desprender-se da corda numa nova tentativa de se libertar. Cuidadosamente, puxou a corda que prendia o outro braço, e em seguida a das pernas - o que lhe deu um certo trabalho e lhe custou alguns segundos. Para não chamar atenção, tentou conter a respiração ofegante, embora fosse difícil - a situação não era nada "tranquilizadora", sem falar nas lembranças que aquele lugar lhe traziam. Desceu de onde estava - uma mesa de madeira, ainda com mais cuidado. Caminhou devagar, o mais que podia, e na ponta dos pés, aproximando-se mais da mulher e ficando às costas dela. Iria pagar por lhe estar fazendo aquilo... Daniel cerrou os punhos, ao que o sentimento de ódio e medo cresciam juntos dentro dele. E só então ele pôde ver quem era a outra pessoa que jazia ali.

A srta. Fernandes! Não conteve o espanto ao ver, agora mais claramente, a figura da ex-mestra de Herbologia enfraquecida, caída diante da sra. Eiluned, cujo braço esquerdo sangrava. Daniel sentia cada vez mais dificuldade para se controlar, o ar parecia explodir em seus pulmões. Ele sabia que não podia ser visto; não ainda. Ainda parado ali, ele notou a varinha jogada no chão, diante dos joelhos de Raven. Teve uma idéia que achou maluca, mas era sua chance. De escapar? Não. De "ajudar" a srta. Fernandes? Também não pensava nisso. De se vingar por tudo aquilo. Era isso, e somente isso que desejava naquele momento. Precisava ser rápido. E apesar de toda a mistura de sentimentos (ou por causa dela), conseguiu. Ele "mergulhou", lançando-se no chão bem a frente da mulher (entre ela e Laine), tomou a varinha e num outro impulso rápido rolou o corpo na direção contrária, finalmente colocando-se de pé e dando alguns passos para trás.

- Por que? Por que você tá fazendo isso comigo?- ele disse, erguendo a varinha na mão direita e a apontando na direção de Raven - Por que me trouxe aqui, justamente aqui, hein? Você quer me torturar, é isso? O que foi que eu fiz pra você? Não importa. Vai pagar por isso.

A expressão do rosto de Daniel mudou completamente. Ele não duvidava que faria algo mais sério naquele momento - se fosse capaz. Mas ele sabia que não era. Bom, faria o que fosse possível. Mas... exatamente o que? Não era como se ele tivesse muitas opções... Manteve a varinha estendida na direção de Raven enquanto pensava, já começando a se sentir nervoso novamente, o que se refletia no próprio braço estendido, que agora começava a tremer. Sua respiração se tornava cada vez mais ofegante. Ficou ali por alguns segundos, até ter a impressão de que a sra. Eiluned ameaçara se levantar de onde estava. Assustado, o garoto arregalou os olhos e disse, em meio à respiração pesada.

- Não se aproxime, não se aproxime... Não se mova. - deu uns passos para trás, enquanto agitava a varinha desordenadamente, e nisso tropeçou em um objeto qualquer que estava atrás dele e caiu de costas no chão.

Daniel fechou os olhos após a queda, sentindo o corpo ainda mais dolorido. Porém, quando ele abriu novamente os olhos, ele viu que parte do teto e da parede à esquerda deles estava agora em chamas; chamas que ele havia provocado ao agitar a varinha. Distraído pelo fogo que se alastrava aos poucos, continuou caído no chão, "esquecendo" de Raven - um erro que poderia lhe ser fatal.



off - combinado tb =)
Spoiler
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*Ainda não acabou...*

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Re: Casa dos Gritos

Mensagempor Meig@ » 19/11/08, 23:39

    Já fazia horas que a festa tinha acabado , Meig@ tinha deixado Daniel supostamente em segurança e dentro do castelo, o fato era que a reação dele tinha deixado a professora de poções muito preocupada, aquela reação e aquela sensação estranha que tinha ficado sobre a o garoto não era nada bom

    Foi até seus aposentos entrou na parte privada onde tinha uma cama grande e macia e um enorme guarda roupa ao lado um grande baú de sete chaves, retirou a varinha do bolso e apontou para o grande armário e depois para sua própria cabeça em instantes sua fantasia da festa fora trocada por um vestido longo de cetim, o cabelo que estava preso agora estava solto e liso, olhou-se no espelho, estava com uma aparência tranqüila, porem um pouco abatida. Sai da área particular do seu aposento e passou por uma escrivaninha onde selecionou vários livros , queria consultar mais sobre o que estava atormentando o garotinho, por entender sentir e saber muito sobre sentimento tinha estudado muito sobre isso, e o pequeno grifinório era muito jovem para sofrer tal tormento.


    Ficou um tempo lendo um livro com o titulo “Tormento”, não conseguia se concentrar na leitura, tinha algo estranho no ambiente , algo que estava difícil de bloquear, Ficou com os pensamentos suspensos durante um tempo e só despertou quando uma coruja entrou silenciosa pela janela e pousou cuidadosamente na poltrona que ela estava sentada.


    - Ola amiguinha o que bons ventos atrasem aqui em meu aposento... – acariciou a corujinha branca com penas cinzas e desamarrou um pedaço de pergaminho de sua perna.

    Sorriu abertamente quando reconheceu ser a caligrafia de seu marido, a carta porem era simples e com poucos dizes apesar de carinhosos. Ao terminar de ler a carta pegou sua capa aveludada roxa, colocou-a no bolso interno a varinha, a carta e seu pequeno estojo de poções que sempre a acompanhava e que ajudará em diversas situações.

    Saiu dos aposentos o castelo porem já estava silencioso e vazio, os aluno provavelmente já em seus salões. Passou rapidamente pelo saguão, saiu para o jardim dando de encontro com o salgueiro lutador. Passando por ele foi caminhando pelo estreito túnel, ao se aproximar da casas dos gritos estranhou a claridade do local e acima de tudo a movimentação e vozes.

    Entrou silenciosamente caminhou de encontro com a claridade, as vozes ficando mais nítidas, porém Meig@ já sabia quem eram as pessoas que esta ali e não gostou nada. Abriu um fresta da porta do cômodo iluminado.

    Ouviu a voz aterrorizada do garoto quê a pouco lhe causará grande preocupação.


    “ O que ele faz aqui... ou melhor por que ele Raven...”

    A professora de poções parecia simplesmente ter esquecido qual tinha sido o proposito de estar ali e acena diente de seus olhos era o que menos esperava no momento . No desespero de se vingar e se livrar da mulher o garoto ateou fogo em uma das paredes fazendo-o perder a concentração no alvo principal e seu olhos entraram em pânico olhando para as chamas, não sabia o que se passava por ali sentia o que se passava por ali e isso era muito pior. Retirou rapidamente a varinha do bolso e apontou para o fogo e em um feitiço silencioso o apagou. Segurava a varinha com força e determinação, agora não tinha como se esconder, entrou na sala apontando a varinha diretamente para Raven.

    Daniel ...você está bem? – apontou com muita agilidade a varinha pra o garoto e lançou um feitiço de proteção e no mesmo segundo já estava apontada a varinha novamente para a ex professora – preciso que se esconda, mas onde possa ter você sob meu campo de visão pode fazer isso ? Você armou uma festinha articular e não me chamou querida irmã... – apesar da fala irônica o seu tom era suave e não estava carregado.- Laine....você esta bem....- sem tirar os olhos de Raven aproximou-se de Laine tocando lhe a face, novamente em uma movimento rapido e agil apontou para amiga arrebentando as cordas que a prendiam, libertando - a.

    Porque você bebeu?Você se acha tão esperta e julga tão mal meus conhecimentos, por que passa pela sua humilde mente que eu não conheceria tal feitiço? Acha mesmo que só estudei a arte da magia branca? É incrível com você ainda me subestima...olha como está fraca, indefesa...

*************
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Re: Casa dos Gritos

Mensagempor Raven » 21/11/08, 10:22

    Manuela! O nome da bruxa quase escapou por seus lábios ao que o gesto abrupto pôde ser notado logo diante dos joelhos de Raven, e o impulso de dirigir um golpe do punhal à bruxa logo foi detido pelo pensamento de que aquilo poderia arruinar todo o feitiço. Seus olhos abertos revelaram uma realidade distinta da imaginada, no entanto. Daniel. Passos adiante. Com sua varinha. Recuou apenas alguns centímetros, ainda abaixada, girando a arma na palma de forma que sua lâmina estivesse voltada para dentro, erguida de forma a defender seu braço, que ocultava parte do rosto, contra um possível feitiço.

    E só então percebeu o quanto a atitude era patética – que tipo de feitiço um garoto daquela idade poderia sequer imaginar para feri-la?

    As palavras dele eram fortes o bastante, no entanto, e revelavam certamente o ódio que ele sentia naquele momento. A princípio não entendeu bem o questionamento a respeito do local, até que percebeu a que ele se referia. David. Jogou o pensamento de lado em um instante, antes mesmo que ele pudesse chegar a preocupá-la, permitindo apenas que um discreto sorriso surgisse entre seus lábios conforme observava a compreensão de que a varinha lhe seria inútil chegar ao garoto.

    Ameaçou se erguer, e logo a resposta veio por parte de Daniel. Assustado demais para que a ameaça com a varinha realmente surtisse qualquer efeito. Se pôs de pé sem demonstrar qualquer preocupação com o que ele poderia vir a fazer, em parte por ele não parecer mais tão preocupado em monitorar as ações da bruxa. Estava ocupado demais agitando a varinha sabe-se lá com que finalidade... E caindo no chão.

    Sua chance de neutralizá-lo sem ter de usar o punhal e tornar necessária a busca de outro sacrifício.

    A menos que o fogo que o infeliz criara ao cair fizesse o serviço primeiro – criança estúpida. No fim das contas, teria de acabar salvando o garoto do fogo que ele mesmo fizera? A pergunta se respondeu sozinha no segundo em que a fez, ao que as chamas se esvaíram por conta própria; algo que certamente Daniel não estava em condições de provocar. O olhar de Raven voou de Laine para a porta, encontrando nesta a explicação do que ocorrera. Uma varinha que realmente poderia ser capaz de feri-la.

    O feitiço de proteção que se fez em torno do garoto era de certa forma desnecessário, visto que ela não possuía uma varinha, mas não chegou a comentar o fato em voz alta. Estava ocupada demais observando a varinha que se mantinha fixamente apontada para si – e que, daquela vez, não parecia estar para brincadeira. Meig@ Whollf. As palavras dela surpreenderam Raven brevemente, até que finalmente considerou fatos anteriores.

    Apenas recuou um pouco quando a bruxa se aproximou de Laine, terminando por parar mais perto do esconderijo de Daniel ao fazê-lo. Manuela ainda não estava ali, aparentemente, visto que ainda não tentara morder Meig@. Meig@, Meig@... Sua irmã? Um sorriso surgiu em seu rosto quando escutou as palavras proferidas, e logo a lâmina estava novamente erguida, apesar da fraqueza que podia sentir por todo o corpo.


    - Por isso todo seu interesse em meu pai biológico, não? É o mesmo senhor simpático que me recebeu quando fui para o Alasca... Quão fofo isso pode ser? – fez um gesto desgostoso, como se procurasse dispensar o pensamento, acrescentando um tom sádico no sorriso antes de continuar – Olhe direito, irmãzinha. A essa altura já deveria saber que indefesa é tudo o que não sou. Obrigada por aparecer, em todo caso. Eu precisava de alguém com quem Laine se importasse para que tudo funcionasse corretamente, e agora tenho uma reserva caso Daniel morra em vão. Fora que... Você não tem idéia do poder que tem sacrificar alguém com quem você possui laços de sangue, tem? Agora...

    Sem dar à bruxa a chance de sequer prever seu gesto, deixou que o punhal esgorregasse até que a lâmina estivesse em sua palma, o girando de forma a deixar que o cabo apontasse para o alto e lançando a arma com precisão absoluta na direção de Meig@; da mão que empunhava a varinha.



postzin infelizo x.x
~sem criatividade

Meig@, tu tem a faca e às vezes perdeu a varinha.
Wanna finish it? ;D
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Re: Casa dos Gritos

Mensagempor Daniel Feather WP » 21/11/08, 23:43

Daniel só se deu conta de que havia cometido um grave erro quando talvez já fosse tarde demais. E realmente seria se não acontecesse algo para intervir na situação assim que a sra. Eiluned se levantou do chão, provavelmente para ir até ele. Na verdade, alguém interviu. Daniel olhou surpreso para o teto e para as paredes ao ver as chamas se apagarem rapidamente, tão rápido quanto elas haviam aparecido. E só quando Raven olhou na direção da porta, foi que ele também viu e entendeu. A sra. Woodcroft estava ali, agora apontando a varinha para a ex-mestra de DCAT.

Daniel continuou na posição em que estava, ainda portando a varinha de Raven. Ele apenas observou quando a professora de Poções fez um gesto rápido com a varinha na direção dele, lançando-lhe um feitiço, algo que ele não entendeu muito bem no momento; em seguida, ela já apontava a varinha novamente para a sra. Eiluned, enquanto falava com ele:

- Daniel ...você está bem? preciso que se esconda, mas onde possa ter você sob meu campo de visão pode fazer isso ?

O menino apenas balançou a cabeça, dizendo que sim, enquanto se levantava do chão, sem deixar a varinha. Antes de dar qualquer passo, acompanhou com o olhar enquanto a sra. Woodcroft falava com Raven e se dirigia até a srta. Fernandes, que continuava no chão, parecendo muito cansada. Meig@, novamente num gesto muito rápido com a varinha, desprendeu as mãos de Laine, voltando-a logo na direção de Raven outra vez. Enquanto a sra. Woodcroft dizia algo a Raven sobre conhecer um certo feitiço, Daniel deu dois passos em direção a um canto da sala onde estavam, e onde havia alguns objetos velhos empilhados, disposto a obedecer ao que a professora de Poções lhe pedira. Até o momento em que ele ouviu Raven falando.

- ...e agora tenho uma reserva caso Daniel morra em vão.

O garoto parou onde estava, no meio do caminho entre o ponto onde tinha caído e o canto para o qual se dirigia, no exato momento em que ouviu as palavras da antiga professora. Morrer? Então ela não queria apenas torturá-lo; queria matá-lo? Será que o odiava tanto assim? Sem sequer parar pensar, ou tentar entender o que realmente estava acontecendo ali, Daniel virou-se novamente na direção de Raven, a tempo de vê-la lançando um punhal que tinha em mãos na direção da professorra Meig@. Mas ele já não estava se importando com isso. Só o que lhe interessava naquele momento era se vingar, da maneira que fosse. Não pensava em mais nada.

Daniel girou o corpo totalmente, caminhando dessa vez até as duas mulheres, mais precisamente entre as duas, parando no espaço de alguns centímetros que as separavam - de frente para Raven e de costas para Meig@, como se nem estivesse notando a professora de Poções ali, e muito menos a srta. Fernandes logo ao lado. O menino estendeu outra vez a varinha para a sra. Eiluned. Ele tinha no rosto a mesma expressão de raiva de antes, e da mesma forma sua respiração continuava ofegante, apesar disso. Tentou se lembrar de algum feitiço, qualquer um, com que pudesse atacar - era isso mesmo que queria. Mas todos os feitiços que aprendera pareciam ter desaparecido de sua cabeça. Na verdade ainda não havia aprendido muitos (ou quase nenhum) para ocasiões como aquelas...

Na falta de qualquer coisa decente, resolveu usar a primeira coisa que lhe veio à cabeça. Certo, não era realmente um feitiço para atacar pessoas. Na verdade não era para atacar coisa nenhuma, mas por alguma razão (idiota) ele achou no momento que aquilo iria funcionar de alguma maneira. Com a varinha apontada para a ex-professora (e a mão pelo menos um pouco mais firme que da última vez), ele a sacodiu e disse:

- Flipendo!

Por que ele ainda esperava que alguma coisa acontecesse com aquele feitiço? No caso, alguma coisa com a pessoa que queria atingir... Era óbvio que aquilo não faria um arranhão em Raven, a não ser que que houvesse um objeto qualquer entre eles, e esse objeto fosse empurrado para cima dela; ainda assim, isso no máximo a distrairia por um curto tempo. Mas não havia objeto nenhum naquele pequeno espaço. Não ali. "Espantado" por nada ter acontecido, ele abaixou a varinha e ficou apenas olhando para a mulher a sua frente, sem perceber que com o movimento que fizera, uma caixa grande e velha de madeira que estava à direita dele era "empurrada" em sua própria direção. Até que, por fim, atingiu em cheio suas pernas, especialmente a direita, que pelo estalo produzido (e pela dor que o garoto sentiu)saberia-se ter fraturado. Daniel caiu com as costas no chão, as pernas por sobre a caixa. Os olhos fechados, e os pulsos cerrados por causa da dor mais intensa que sentia, o garoto permanceu ali, achando-se um completo imbecil por aquilo tudo... Se o seu irmão estivesse ali...



Off- David se intrometendo aqui pq é irmão e pode, obrigado u_ú

Tá, era pra ser trágico, mas o fato do Daniel conseguir ser mais atrapalhado que o David é extremamente coisante ><

*rola

ahauaaaahau

tá, parei u.ú
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*Ainda não acabou...*

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Re: Casa dos Gritos

Mensagempor laine fernandes » 23/11/08, 01:56

Uma risada gélida ecoou por todo o aposento escurecido. E, exatamente como a risada, Raven encarou a Professora de Herbologia: Sem vida. Um olhar tão morto quanto à dona. Laine, que estava com uma aparecia tão frágil, apenas demonstrava vida através de seus olhos molhados.

Laine fechou os olhos, pois, por alguns minutos não queria vê-la, porém, não conseguiu, e, novamente, encarou a face da mulher, como tantas outras vezes. Raven tocou em seu rosto, com suas mãos tremulas, fazendo laine fechar os olhos e derramar mais gostas de lagrima.


-Não faz mesmo idéia do que sou, faz?-ela perguntou. - Bruxa das Trevas nunca lhe pareceu um termo muito... Vago?

-talvez... -laine pensou, enquanto sentia seu corpo caindo para o lado.

Mais uma vez ela estava amarrada. Seus pulsos de tão machucados, já nem reclamaram quando a mulher forçou a corda neles.

- São para Manuela. As cordas, digo. Até agora, nesta noite que passou, já escutei mais ameaças de morte do que em to o restante de minha vida... E esteja certa de que isso não é pouco.

-talvez fosse melhor que ela acabasse com você...-laine disse em um sussurro, voltando a fechar os olhos, novamente.

-Eu não queria ter de deixá-la para trás quando acabássemos, na enfermaria, e sim levá-la comigo. Mas sinto a sorte nesta tentativa... E sinto também que qualquer força que venha em apoio será bem vinda. Estou certa de que, mesmo que as poções de Gaby não tenham sido feitas para tratar este tipo específico de fadiga mágica, elas lhe servirão bem.

A falta de sentido que as palavras da Raven faziam na cabeça da laine, fez com que a mulher batesse de leve, a cabeça na parede de madeira. Tentando entender, em que ponto de sua vida, fizera algo para que um dia chegasse naquelas condições.

Raven começou a pronunciar palavras que não teria sentido para muitas pessoas, no entanto, laine entendia perfeitamente aquela língua, pois há muito tempo estuda qualquer coisa que esteja relacionado a línguas mortas. Ela abriu os olhos, em tempo de ver Raven rasgando o próprio braço, com o punhal.


- Liberdade para nós duas, Laine, vamos lá.

-você está louca!

Então, em movimentos tão rápidos que laine quase não conseguiu acompanhar, Daniel mergulhou entre as duas, pegando algo no chão e erguendo-se rapidamente.

- Por que? Por que você tá fazendo isso comigo?- ele disse, erguendo a varinha na mão direita e a apontando na direção de Raven - Por que me trouxe aqui, justamente aqui, hein? Você quer me torturar, é isso? O que foi que eu fiz pra você? Não importa. Vai pagar por isso.

Laine balançou a cabeça. Ninguém nunca fugia quando tinha chance. Todos sempre cometiam a mesma burrice e laine estava cansada de ver isso. Cansada de ver as pessoas que sempre estiveram com ela morrendo, por motivos idiotas. Daniel, pobrezinho, provavelmente ganharia o mesmo destino.

Sentiu seus olhos mais pesados. Não agüentaria ficar acordada por muito tempo. Sua cabeça começara a latejar. Manuela estava querendo voltar a superfície, e ela estava com ódio.

Chamas fortes surgiram, junto com um calor abominável e, tão rápido quanto veio foram embora. Laine tentou erguer o olhar, mas não conseguia ver mais que vultos. As vozes pareciam distorcesse, quando ela escutou a voz de Meiga ao longe, sentiu vontade de gritar e mandá-la tirar o menino do local, porém, não tinha mais forças.

Em volumes diferentes, conseguia fragmentar a conversa entre Meiga e Raven, no entanto, um barulho de estouro de algo quebrando, fora o mais longe que chegou.

Manuela estava de volta, ou não.

Laine apóia o corpo no joelho e encosta a cabeça no chão. A dor era insuportável. O ódio que a outra sentia, parecia perfurar seu peito, enquanto lutava para não perder seu corpo para ela.

Se conseguisse pedir algo, naquele momento, certamente pediria para que Raven acabasse com sua vida, antes que Manuela matasse alguém
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Re: Casa dos Gritos

Mensagempor Meig@ » 08/12/08, 12:39

Até onde iria a insanidade de Raven, a professora de poções não fazia idéia. O pior de tudo é que sua loucura vinha de uma maldição que ela mesma escolhera para sim e seu pior pecado tinha sido matar a única pessoa que a amava, alias, ela tinha matado quase todas as pessoas que amavam ela.
Mas quando menos se esperava Raven surpreendia com alguns atos que ela mesma desconhecia. Mas o seu pior erro ainda era achar que sabia e dominava mais o lado negro que outras pessoas e que era maior e melhor.


“quanto maior a árvore maior a queda..." - Pensou

Meig@ ouvi-a falar sobre a visitinha que tinha feito a seu pai, ou melhor, ao pai delas, não se importou ele saberia se defender muito bem daquela mulher caso ela ameaçasse qualquer um. Ouvia as palavras da mulher que geralmente eram para feri-la ou para meter medo e não se deu ao trabalho de sequer mudar sua expressão.

Raven o que adianta EU ter interesse no seu biológico, se você não se deu conta nem de cuidar da sua mãe, sua própria família, pode morrer de ser irônica comigo, infelizmente tem coisas que não escolhemos na vida... IRMÃOSesta nessa lista... Eu sei bem que não é indefesa. Você é e sempre será inconseqüente, perdida em si mesma, e uma pessoa que adora MENTIR pra si mesma. - Continuava encarando a irmã olho no olho, Raven estava com uma cara perfeita de moribunda.
Ah... Laine não é criança também, ela sabe muito bem se defender ... Inclusive de Manuela ela sabe disso. E Daniel você só acaba de provar pra ele o quão as suas desculpas e pedidos são vazios e falsos, assim como sua expressão sádica.

Quer me sacrificar ??
- Meig@ não agüentou e caiu na gargalhada e logo em seguida parou muito mais seria do que antes – TENTE... Se puder...

O ambiente estava muito pesado o clima de tensão, dois inocentes que não tinha nada com a briga das duas, mais que ao mesmo tempo tinha certa importância para elas. Reven tinha noção da quão fraca estava mais em contra partida Meig@ sabia que burra ela não era e muito menos que se renderia.

Um segundo, por apenas um segundo um punhal quase a acertou, ou melhor, quase acertou o garoto... Que por mais que meiga desse recomendações era teimoso e desobediente, impulsivo de mais para sua idade.
O que ele tinha na cabeça vencer Raven com Flipendo? Meig@ lançou um feitiço que tirou o garoto do caminho e ainda desse tempo de pegar o punhal com uma das mãos,

Sentiu sua pele cortar e uma dor lacerante correr nas suas veias, sentiu todas as mortes que ela tinha causado, e o pior de tudo sentiu ODIO, não por ela ter atirado o punhal, mas pela mal que ela tinha causado com ele.
Segurou o punhal com a mão ainda gotejando de sangue e na outra mão a varinha, caminhou firme, fria, impassível, direta, chegava a ter um expressão cruel.

Lançou uma feitiço que deixou Raven caída no chão como se cordas estivessem prendendo ela. Subiu em cima da ex professora de DCAT, e deu um sorriso que tinha certeza Raven jamais se esqueceria dele. Não era um sorriso meigo quase esperava, era um sorriso doentio frio e calculista.

O fato é que o contato do punhal tem uma reação nas pessoas - A MORTE. Mais a reação do sangue de Meig@ com o punhal tinha sido outro. A mão sangrava o corte era profundo, pois a lamina era muito afiada, porem as gotas de sangue foram ignoradas por Meig@.

A cena era mais ou menos essa: Daniel sob feitiço lançado para um lado, e provavelmente caído semi desacordado. Laine de outro lado brigando com Manuela, gotas de sangue por quase toda extensão da casa e Meig@ sobre Raven com varinha e punhal em suas mãos.

Apesar da Reação provavelmente apavorante que a professora de poções se apresentava, ela estava em plena consciência, porem o punhal tinha colocado um pouco mais da vida de Raven dentro dela. Aproximou-se do ouvido da mulher e sussurrou muito baixinho:


Você não tem a menor noção do que é se sacrificar por alguém[color][color=#BF0000] - agora brincando com o punhal na mão ensangüentada.

Você não é indefesa... as vezes você é burra mesmo e nem se da conta de tantas burrices -deu alguns risadinhas sádicas.

Não sei se você percebeu ou é burra mesmo para perceber... eu não tenho medo de suas ameaçinhas e rosnadinhos, sua mascara de prepotente não tem o menos efeito comigo...Você não se cansa de culpar os outros por suas frustrações?Por ser uma assassina? - essa palavras ela falou tão baixo e fria que Raven pode sentir na alma.

Meig@ parou de brincar com o punhal e posicionou de uma forma que uma única apunhalada seria fatal. O olhos de Meig@ verdes e seu olhar que sempre fora acolhedor e compreensivo não estavam ali no lugar deles os olhos estavam azuis frios gelados e sem vida.


Me de um único motivo para que eu não te mate?Um motivo real, do seu coração e você melhor do que ninguém sabe que não pode mentir pra mim... Vê esse corte que causou? Foi mais um erro da sua ignorância... por que sei bem qual é sua maldição, o porque você mereceu ela ...e sei muito mais coisas sobre você do que você possa imaginar... - e encarando Raven friamente – Eu sei por que ele não me matou não me afetou como você gostaria, e o punhal também sabe qual é minha maior defesa... E então já para qual motivo você mereça viver?




*************
Ação
Fala
Pensamentos








Ok crianças que estão assistindo não se assustem com a tia meig@ uhauahuah.

Laine e Daniel/David - Não interfiram nem reagem agora plis...

Raven - Deixei-a sem movimento nenhum, sem reação nenhuma, então não de uma de 007 pq ainda to com avarinha e o punhal... Vou mandar MP pra falarmos sobre o faremos...
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Re: Casa dos Gritos

Mensagempor Daniel Feather WP » 29/12/08, 21:34

Por alguns instantes, Daniel imaginou e acreditou que de fato tinha sido atingido pela caixa que supostamente havia atraído ao tentar "atingir" Raven. Mas quando abriu os olhos, até então apertados pela dor forte que ele estava sentindo, notou que estava errado: ele se encontrava agora a alguns metros de onde estavam Raven e Meig@. Não havia sido exatamente a caixa que o tinha atingido, mas sim ele que atingira a caixa, ou os dois ao mesmo tempo. Mas o fato era que ele tinha sido lançado para fora do "conflito", provavelmente pela professora de Poções.

Daniel se sentiu ainda mais irritado, não com a sra. Woodcroft, mas sim com ele mesmo. Na verdade estava tão "cego" naquele momento que sequer "notava" qualquer outra pessoa ali além dele e da sra. Eiluned. Só pensava agora em se levantar novamente (do jeito que fosse) e de algum modo atacar a ex-mestra de DCAT, não importava as consequências. Ele tentou se levantar, mas sentiu um pontada forte na perna direita. Mesmo assim, ele continuou. Se apoiou com os braços na própria caixa, forçando a perna esquerda para não abusar da outra. Quando já estava de pé, viu a professora de Poções com o punhal na mão ferida parada diante de Raven.

Era estranho pensar que se ele estivesse "normal" naquele momento, jamais estaria agindo daquele jeito. Imaginando que ele era apenas um garoto de 12 anos no meio de uma casa escura e empoeirada, com o chão agora cheio de gotas de sangue, uma mulher desacordada, e duas bruxas poderosas a ponto de se enfrentar (uma delas com um punhal nas mãos), normalmente estaria com medo, com um pouco que fosse. Mas não era o seu caso.

Sem pensar em qualquer outra coisa, Daniel caminhou até que rápido, apesar de mancando, pondo-se agora no espaço ao lado de Meig@ e de Raven. Por sorte, apesar do que acontecera, ele tinha conseguido manter a varinha da sra. Eiluned em suas mãos; e foi com ela mesma que ele voltou a "ameaçar" sua ex-professora, apontando-a na direção dela, e falando num tom totalmente "perdido":

- Eu vou me vingar, eu! Por tudo o que você me fez, eu não sei por que me odeia tanto, mas agora chega! Vou me vingar por mim e pelo meu irmão...


Off post combinado =)
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Re: Casa dos Gritos

Mensagempor Meig@ » 12/01/09, 20:04

    A mulher de cabelos negros respondeu e nada fez, era verdade que Meig@ estava em vantagem, não tinha nenhum ferimento que lhe retirasse energia, somente o corte profundo da mão que latejava.

    Fitou a mulher por mais um tempo o clima tenso do lugar e para ajudar Meig@ estava com sua amiga e um aluno teimoso, alias um dos mais teimosos que ela já tinha visto, pois mesmo o mandandoele manter a distancia por duas vezes mais uma vez o garoto se achou forte o suficiente para tentar investir algo contra Raven.

    Mais Meig@ não estava mais em seu juízo perfeito de todo, sua expressão fria, olhou para o garoto que meio aos berros jurava vingança contra Raven. Encarou os olhos azuis (?) do Garoto, com seus olhos azul mar frio. Lá no fundo Meig@ sabia e não queria fazer nada com o garoto, mas esse era realmente desobediente, não se lembrava de David ser tão teimoso assim.

    Sustentava o punhal de uma forma fatal ainda sobre Raven, Soltou um suspiro irritado:

    Ah garoto não pensei que você fosse tão estúpido, sinceramente quem é você para querer se vingar de alguma coisa aqui, tem muito que aprender, tem muito que viver - deu uma risadinha irônica - com que pretende matar ela?Com a própria varinha dela?hahha...

    Puxou o garoto pelo colarinho, com uma enquanto a outra se mantinha em Raven que soltava um riso debochado apesar de tudo, mas não se mexia sabia que não poderia arriscar com o punhal.

    Cresça, aprenda, seja forte... e um dia você deixará de ser apenas um garoto medíocre e aprender a ser um Bruxo de verdade

    Ao terminar de empurrou o garoto longe, mas o empurrão foi mais mental do que com a mão, Daniel foi lançado longe, praticamente do outro lado do cômodo.

    Raven estava quieta demais, submissa de mais algo estava errado e Meig@ não teve tempo de fazer nada. Começaram a brigar, Meig@ não sabia se ela queria o punhal ou a varinha, isso foi deixando a professora de poções ainda mais irritada. Como uma mulher que esta com um punhal praticamente cravado no coração reage?

    Rolaram pela sala empoeirada deixando uma mistura de sangue poeira. A briga pareceu longa, mas não durou menos que alguns segundos. Segundos suficiente para que Meig@ cravasse o punhal em Raven no ombro do lado esquerdo, tão perto e tão longe ao mesmo tempo de ter a matado.


    UM CLARÂO

    A dor era insuportável, seu músculos nãos respondiam, sua respiração era acelerada, sua boca estava seca, varias imagens passando em sua mente.

    Onde estava?E Porque estava ali?

    Viu como em um piscar de olhos TUDO o que Raven já tinha feito e sentido na vida.

    Curiosidade, Amor, medo, raiva, pânico, infelicidade, felicidade... E tantos outros sentimentos que aquela mulher teve...

    Um velho ensinado, um amante, uma família, não duas famílias... A dela própria e a que tinha "adotado", mortes...
    Todos os segredos dela... Tudo estava agora em sua mente...

    Leona...

    Encarou a mulher nos olhos e notou que já não estavam vermelhos e que a tal maldição a do punhal talvez não tivesse mais efeito.

    *************************
    A mistura do sangue de Meig@ e de Raven causou o efeito inesperado tanto para uma como para outra. Em Raven a maldição já não estava ali... Ou se estava já não tinha a mesma força e concentração, já em Meig@ ela tinha sentiu todas as dores que a outra passou.
    ********************************


    Percebeu que não era só ela que tinha gritado, e sentido dor muita dor...
    Raven tinha ficado inconsciente, Mas Meig@ não, estava zonza e se sentindo muito cansada, ofegante... Conseguiu então soltar o punhal se jogou ao lado da irmã e o retirou, a quantidade de sangue tinha aumentado no chão. Ela se jogou do lado recuperando o fôlego, seus olhos já estavam verdes e brandos novamente.

    Pegou a varinha que tinha caído de sua mão, ela estava encostada na cômoda do ambiente, a madeira clara a varinha se destacava entre o sangue e a madeira velha e puída.

    Pegou a varinha e murmurou feitiços fortíssimos em outra língua para fechar o ferimento da mulher. Infelizmente não seria o necessário para mante-la bem e viva.

    A professora pensou no marido nos filhos nos pais, na irmã... IRMÃ,... Definitivamente aquela mulher não era a sua irmã, podia ter o seu sangue, ser filha do mesmo pai... Mais Meig@ não conseguia sentir que ela era realmente sua irmã... Sentia apenas dó... mas jamais falaria isso para outra que ficaria recalcada e de certo teria uma resposta malcriada na ponta da língua. “eu não preciso que sinta nem faça nada por mim...” ou coisa do tipo.

    No fim pode constatar que Leona fora uma assassina infeliz, uma pessoa que causou mortes desnecessárias para carregar em seu ombro para o resto da vida e quarto a isso Meiga nada podia fazer

    Agora estava bem apenas com um enorme amargor na boca e com a mão latejando, com a varinha fechou sua própria feriada, rasgou um pedaço de sua capa e a marrou na mão.

    Caminhou até o garoto desacordado estava ferido, por um instante levou um susto, como ela poderia ter feito isso, mas ela sabia a resposta antes mesmo de fazer a pergunta. Deitou o menino cuidadosamente e fechou a ferida do menino também, mas pare Cia que alguns ossos tinham sido quebrados, logo ele também iria para enfermaria.

    Chegou perto de sua amiga, parecia desacorda, mas assistira a tudo, o lado Laine tinha ficado horrorizado, mas o lado Manuela deveria ter adorado o showzinho, chegou próximo da amiga e sorriu, ela retribuiu um sorriso sincero mais frio.

    Conversaram durante algum tempo, não se sabe o quanto, mais foi o suficiente para a decisão de Laine fazer Meig@ chorar como criança que perde algo muito importante. Chorou de soluçar, assentiu positivamente com a cabeça respeitando a decisão da amiga.

    Sentiu um vazio no peito, mais uma pessoa amada precisava se distanciar dela. Ajudou a amiga a se levantar, deu um abraço nela muito forte, enxugou as lagrimas e deu um sorriso meigo, mas triste. Ali foi uma despedida, agora só Merlin saberia se um dia se encontrariam novamente.

    Laine saiu da casa dos gritos sem dizer mais nenhuma palavra, apenas deu uma olhada ao redor de onde estava, virou-se e saiu.


    **********************
    Meig@ receberia uma carta de Laine anos depois dizendo onde estava, mas a carta era simples apenas informando em estava na África, no meio de muitas plantas, e que estava bem.

    *********************

    A professora de poções conjurou duas macas grandes e as fez levitar até Raven e depois sobre Daniel, colocou delicadamente levitando-os e com u movimento da varinha fez com que ambas as macas a seguisse até a Ala Hospitalar. Afinal as poções que carregava consigo não era suficiente para curar tais feridas e não daria para duas pessoas.


    Off: Ala Hospitalar
    Off2: postagem da Laine foi autorizada, até ultima informação ela não vai postar por enquanto.
    Off3 fim da RP cada um na sua vidinha ...;)
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Re: Casa dos Gritos

Mensagempor Thomas_Black » 14/08/09, 19:21

- Agora corram! - Disse a garota que entrara na floresta, guiando o caminho. Thomas recolocou a garota com a perna quebrada no ombro e correu. Não demorou muito até ver as vassouras vindo na direção deles. Os três montaram nas vassouras e zuniram o mais rápido possível para longe dos centauros, que continuavam perseguindo os três, disparando flechas contra eles.

Finalmente eles atingiram a beira da Floresta e Thomas suspirou de alívio. Estamos salvos, concluiu Thomas, deduzindo que os centauros não se atreveriam a entrar nos jardins de Hogwarts. Doce ilusão. Os centauros nem hesitaram e continuaram perseguindo os três mesmo depois de cruzarem a fronteira da Floresta. Thomas viu pela visão periférica a garota virar a vassoura bruscamente em direção ao Salgueiro Lutador e a seguiu, relutante. Pouco após isso viu a garota cair no chão. Imediatamente Thomas parou sua vassoura, na exata distância onde os galhos revoltados do Salgueiro Lutador não podiam alcançá-lo, e ficou voando em círculos lançando feitiços nos centauros para dar tempo para que a garota voltasse para sua vassoura. No entanto a garota não fez isso, e com um feitiço fez um pedaço de galho tocar um nó no tronco do Salgueiro e Thomas assistiu boquiaberto quando uma passagem se abriu abaixo do tronco, e a garota com a perna quebrada se precipitou para dentro dela. Thomas decidiu que sua situação não podia piorar, então seguiu a garota passagem a dentro, sendo seguido pela garota que abrira a passagem.

- Espero que isso os faça desistir por um tempo. Aiii...aí...dói. Precisamos curar sua perna Bruh. Vê se não faz esforço com ela por favor. - Disse a garota que abrira a passagem.

Thomas estava analisando sua situação. Exceto por muitos cortes e arranhões por todo o corpo, estava bem. Se pelo menos tivesse usando algo mais além de sua calça de pijama, não estaria tão arranhado, nem sentindo frio. A viagem de vassoura à toda velocidade pela floresta fizera o ar parecer bem gelado contra a pele de Thomas.

- Alguma de vocês sabe curar ferimentos? Confesso que meus conhecimentos de magia medicinal são bem pequenos, quase nulos. - Confessou Thomas. - Aliás, onde estamos no momento? Onde essa passagem vai dar? - Perguntou o garoto, já imaginando como poderia explicar aos pais que fora expulso da escola no primeiro dia de aula.

Off: Se nós conseguirmos voltar ao castelo sem sermos descobertos e expulsos, vou ficar eternamente grato, rs.
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Re: Casa dos Gritos

Mensagempor Bru Evans » 14/08/09, 20:07

Narração
Pensamentos
Fala da Bru
fala da Emme
Fala do Thomas
OFF
Bru começara a se desesperar... não havia escapatória para eles...
O que eles fariam agora?

- Alarte Ascenderae - Bru ouviu Emmeline pronunciar fazendo alguns centauros cairem longe.
Para em seguida, Emme mandar eles correrem.

Mas, Bru não teve nem ao menos tempo de tentar pois o garoto sonserino a colocara em seus ombros novamente, acabando por dar um solavanco em seu estômago.

Que Merlin não permita que eu vomite nele...

Então ele começara a correr.

ai...ai...ai...não vomite... não vomite... não vomite...

Então de repente pararam. Mas por que pararam?

Foi então que Bru viu três vassouras vindo rapidamente na direção deles, e logo ela pôde sentir o chão abaixo de seus pés, mas, em seguida teve de começar a montar na vassoura. Os centauros não haviam parado...

- O que eu fiz Merlin? o que? - Bru murmurava baixinho enquanto ganhava velocidade e altura em cima da vassoura.

Os centauros, ao contrário do que ela imaginava, não pararam quando eles atravessaram o terreno de Hogwarts.

que estranho...

Mas, logo Bru viu Emmeline tomar uma direção diferente... ela ia direto para o salgueiro lutador.

Em instantes o salgueiro jogara Emmeline longe, mas ela não desistira.

Logo, Bru pôde ver Emmeline tocar com um galho o nó do salgueiro... e agora Bru entendera.
Bru sabia para onde estavam indo.

Emmeline pretendia entrar na Casa dos Gritos.

Bru aproveitou a chance e jogara-se com tudo dentro da passagem.

Com a queda ela fizera um novo corte, desta vez em sua bochecha direita.
E tudo em seu corpo começava a arder, mas pelo menos por enquantoe stavam salvos.

Em segundos Bru vira o garoto e Emme, também entrar na passagem e cairem ao seu lado.

Então bru ouviu eles se fazerem pronunciar.

- Espero que isso os faça desistir por um tempo. Aiii...aí...dói. Precisamos curar sua perna Bruh. Vê se não faz esforço com ela por favor. -

- acho que não teria como eu piorar muita coisa aqui Emme... mas valeu pela preocupação - bru falou tentando sorrir para a amiga.

- Alguma de vocês sabe curar ferimentos? Confesso que meus conhecimentos de magia medicinal são bem pequenos, quase nulos. - Aliás, onde estamos no momento? Onde essa passagem vai dar? - ele perguntou.

- Bom, eu sei algumas coisas, acho que vou poder ajudar... - Bru respondeu e continuou - Nossa! você não sabe mesmo onde estamos? - Bru perguntou começando a rir.

- Então, meu estranho amigo sonserino, tenho o prazer de lhe apresentar... Seja bem vindo à Casa dos Gritos! - bru falou começando a rir novamente.

- Hm... aliás, qual é o seu nome? - Bru perguntara enquanto começava a fechar alguns cortes que via espalhados pelo corpo de garoto que a ajudara.


OFF:
Xuxu, pare de ter tanto medo!
o máximo que conseguiremos será uma detençãozinha... psh! kkkk
acho que agora é um daqueles momentos onde as pessoas ficam conversando um tempo... até que algo acontece...
vamos lá?
Bjs!
Emme: vamos agitar Hogsmeade pela manhã ou vamos voltar pro castelo amora?
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Re: Casa dos Gritos

Mensagempor Thomas_Black » 14/08/09, 20:34

- Bom, eu sei algumas coisas, acho que vou poder ajudar, disse a menina de perna quebrada, respondendo à primeira pergunta de Thomas. - Nossa! você não sabe mesmo onde estamos? - Então, meu estranho amigo sonserino, tenho o prazer de lhe apresentar... Seja bem vindo à Casa dos Gritos!

- Ah, eu não sabia. Acontece que só cheguei aqui esse ano, fui transferido dos Estados Unidos. - Respondeu Thomas, olhando em volta e analisando o lugar onde estavam.

- Hm... aliás, qual é o seu nome? - Perguntou a garota enquanto fechava os cortes e arranhões pelo corpo de Thomas com um feitiço. Isso fez Thomas perceber o quanto sua situação era embaraçosa. Lá estava ele usando apenas a calça de seus pijamas, sem camisa e descalço, em frente a duas garotas que não conhecia.

- Er... meu nome é Thomas, Thomas Black. Mas por favor, não se preocupe comigo. Cuide da sua perna, está bem pior que meus cortes. - Disse Thomas, um pouco sem jeito.

Off: Eu não tô com medo não, mas o Thomas estaria. Tenho que ser fiel à personalidade dele. Ele está preocupado pois não gostaria de ser expulso da escola. Ele é Sonserino a final de contas, está começando a achar que não tem vantagem nenhuma pra ele em se meter nessa encrenca, e possívelmente muitas desvantagens entende? Mas que toda essa confusão foi muito divertida, isso foi. :mrgreen:
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Re: Casa dos Gritos

Mensagempor Emmeline Lupin » 14/08/09, 21:19

Narração
Fala
Pensamentos
Fala da bru
Fala do Thomas
off

Emmeline estava toda machucada. Seus ombros não poderiam estar em pior estado. Um com uma marca sabe-se lá dada por quem. E no outro, o local de onde saía muito sangue, onde fora atingida pela flecha daquele centauro. Seu corpo estava cheio de arranhões e seus braços e joelhos estavam todos ralados. Havia se machucado bastante com a corrida e a queda da vassoura.

Mas estava preocupada com os outros. Não era justo eles se machucarem por culpa sua. Se bem que ela não podia dizer que era sua própria culpa, estava enfeitiçada afinal.

- Alguma de vocês sabe curar ferimentos? Confesso que meus conhecimentos de magia medicinal são bem pequenos, quase nulos. Aliás, onde estamos no momento? Onde essa passagem vai dar?


- Bom, eu sei algumas coisas, acho que vou poder ajudar...
- Bru respondeu e continuou - Nossa! você não sabe mesmo onde estamos? - Bru perguntou começando a rir.

- Então, meu estranho amigo sonserino, tenho o prazer de lhe apresentar... Seja bem vindo à Casa dos Gritos!
- bru falou começando a rir novamente.

- Hm... aliás, qual é o seu nome?


Emmeline via Bru bombardeando o garoto de perguntas. Nem dava tempo dele responder.

Ah, eu não sabia. Acontece que só cheguei aqui esse ano, fui transferido dos Estados Unidos. Er... meu nome é Thomas, Thomas Black. Mas por favor, não se preocupe comigo. Cuide da sua perna, está bem pior que meus cortes.

Graças a Merlin ela sabia bastante sobre curar ferimentos. Primeiro começou com os de sua amiga Bru. Não foi tão difícil. Por sorte com os dela um Episkey, curaria os ferimentos.


-Seja bem vindo a Hogwarts Thomas. Embora tenha sido um começo um tanto diferente. Sinto muito que tenha entrado nessa confusão toda.- dizia sorrindo enquando usava a varinha para curar os piores arranhões - Sou Emmeline Vance. - dizia se aproximando do sonserino para cuidar dos ferimentos dele.


- Bem tirando o estado de suas roupas. Você já não tem mais nenhum corte. - agora que Emmeline parara para reparar. Ele estava apenas com a calça de pijama, sem sapatos e camisa. "Ele tem um ótimo porte físico e é bem bonito...Emmeline pare de pensar isso já!"

- Acho que vou precisar de ajuda com meu ombro esquerdo. Aquela flecha que me atingiu foi profunda demais. Não dá para curar sem poções. Mas, preciso que alguém coloque uma atadura para mim, não posso fazer isso sozinha. Algum dos dois pode me ajudar? - enquanto isso, usando um feitiço, cortou parte de sua capa para servir como atadura.

Seu estado era péssimo. Sua vestes estavam destruídas. Rasgos nas costas e na frente, sua saia estava em um estado deplorável.
Conseguira estancar um pouco do sangue que fluía de seu ferimento, mas precisava da atadura.
Os dois estavam imóveis, enquanto ela fazia caretas de dor.


off - tadinho!! fica tranquilo que não vai acontecer nada...talvez detenções..mas isso nem é tão ruim...
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Re: Casa dos Gritos

Mensagempor Thomas_Black » 14/08/09, 21:38

- Seja bem vindo a Hogwarts Thomas. Embora tenha sido um começo um tanto diferente. Sinto muito que tenha entrado nessa confusão toda. Sou Emmeline Vance. - Disse a garota que tinha entrado na Floresta, e agora que podia vê-la com mais calma, viu que seu estado era lastimável. Ela era a mais machucada dos três e aparentemente tinha tomado uma flechada no ombro. No entanto, Thomas precisava admitir, era uma menina muito bonita, mesmo com todos os machucados.

- Acho que vou precisar de ajuda com meu ombro esquerdo. Aquela flecha que me atingiu foi profunda demais. Não dá para curar sem poções. Mas preciso que alguém coloque uma atadura para mim, não posso fazer isso sozinha. Algum dos dois pode me ajudar? - Perguntou a garota, trazendo Thomas de volta à realidade. Sem responder Thomas pegou o pano da mão da garota e começou a enfaixar seu ombro. Não era a primeira vez que enfaixava um ferimento, portanto Thomas sabia exatamente o que fazer. Na verdade tinha mais familiaridade com medicina trouxa do que bruxa, o que era de fato paradoxal já que Thomas era filho de bruxos e neto de bruxos.

- Bem, e agora, o que acham que devemos fazer? - Perguntou Thomas enquanto terminava de enfaixar o ombro da garota.

Off: Detenção tá de boa, sem problema, rs. Agora eu vou sair, vou demorar pra voltar. Se vocês quiserem mover o Thomas de alguma forma, saírem daí por exemplo, por mim tudo bem. Ele acompanha vocês até que eu volte pra postar ok? Até depois!
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Re: Casa dos Gritos

Mensagempor Emmeline Lupin » 14/08/09, 22:45

Narração
Fala

Pensamentos
Fala do Thomas
Fala da Bru
off

Enquanto Emmeline falava sentia o olhar de Thomas sobre si. Com certeza ela estava num estado pior do que podia imaginar. Logo em seguida aproximou-se dele para poder curar seus ferimentos. Os dele não eram graves, não demorou muito e todos os cortes haviam desaparecido.

Assim que pedira ajuda, automaticamente Thomas a ajudou. Pegou o pedaço de pano que estava em suas mãos e começou a enfaixar seu ombro. Ele parecia realmente saber o que estava fazendo. Emmeline estava realmente grata pelo que ele havia feito até o presente momento.

- Obrigada Thomas! - dizia delicadamente - Não só por enfaixar meu ferimento mas por salvar minha vida lá na floresta.


- Bem, e agora, o que acham que devemos fazer? - ele perguntara enquanto terminava de enfaixar seu ombro.

Emmeline percebeu que ele estava frio quando o ajudou com os ferimentos.


- Você deve estar sentindo muito frio Thom. Posso chamá-lo assim?
- era fácil ser gentil com ele. Um sonserino diferente do padrão. - Acho que por hora é melhor subirmos para a csa dos gritos propriamente dita. Talvez haja algo lá em cima com o que possa se cobrir, pelo menos por enquanto, até irmos ao castelo. Preciso descansar um pouco. Não sabemos se eles ainda estão lá fora. E estou me sentindo cansada e fraca demais.


Dizendo isso Emmeline se levanta, ainda tentando se equilibrar e começa a andar em direção a escadaria. Estava mancando, mas nada a parava. Sua perna latejava muito. "Mas como se curei todos os meus ferimentos? Eu curei... não é...?"Aparentemente não. Havia um ferimento ainda aberto na parte posterior de sua coxa e um outro em seu tornozelo. "Como foi que não reparei nisso!"

Mas agora era tarde. Emmeline perdera as forças e caíra com tudo na escadaria. Teria que ficar por ali mesmo. Mesmo com seus cortes curados, eles não eram tão simples. Preferiu não dizer nada para os dois. talvez fosse pior se falasse. Seu corpo ficaria dolorido por um bom tempo. E esses dois ferimentos abertos só a atrapalhava ainda mais.

-Ahhhhh...aiiiiiiii - além dos ferimentos ainda havia a marca. Na qual sentiu uma fisgada. A dor era intensa demais.

Agora Emmeline chorava. Mas lágrimas de dor.


off- tadenhaaa...se continuar assim vou matar minha personagem...isso não pode...kkkkkkkkk
Bruh...acho nada de agitar Hogsmead por enquanto, deixa para a próxima enrascada...rsrsrs
Afinal...ainda temos o problema de entrar no castelo. As portas foram fechadas. Teremos que ou encontrar uma janela aberta o que acho difícil. Ou quebrarmos uma. huauahuah
Adoro nossos posts malucos!!!
Quero mais!!!
Editado pela última vez por Emmeline Lupin em 15/08/09, 07:01, em um total de 1 vez.
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Re: Casa dos Gritos

Mensagempor Bru Evans » 14/08/09, 23:22

Narração
Fala da Bru
Fala da Emme
Fala do Thomas
Pensamentos
OFF

Bru continuara ali sentada sentindo sua perna doer... e como doía.

mas, ela tinha que se distrair. E resolvera conversar

Ah, eu não sabia. Acontece que só cheguei aqui esse ano, fui transferido dos Estados Unidos.- Er... meu nome é Thomas, Thomas Black. Mas por favor, não se preocupe comigo. Cuide da sua perna, está bem pior que meus cortes.

- Ah, que legal! Eu sou da França, mas sempre quis conehcer os Estados Unidos... como é lá?

- E meu nome é Bruna, Bruna Widfride Evans. Mas, me chame só de Bru ok? - bru pediu lhe dando um sorriso.


Bru em seguida acompanhou enquanto Thomas cuidava do ferimento que Emmeline tinha no ombro.
Bru estava preocupada com a amiga, mas, não queria arriscar machucá-la mais, tentando ajudar...
E thomas estava fazendo um ótimo trabalho.

ai merlin! nunca pensei que elogiaria um sonserino!


Logo Bru ouvira Emmeline se pronunciar.

- Acho que por hora é melhor subirmos para a csa dos gritos propriamente dita. Talvez haja algo lá em cima com o que possa se cobrir, pelo menos por enquanto, até irmos ao castelo. Preciso descansar um pouco. Não sabemos se eles ainda estão lá fora. E estou me sentindo cansada e fraca demais.


- acho que a Emme tem razão, é melhor subirmos. - Bru falou pensativa.

Mas, assim que Emmeline começara a subir as escadas, ela caiu.

Ahhhhh...aiiiiiiii - ela falou chorando caida no chão.

- o que foi Emme? - bru perguntou preocupada

- Thomas, acho que é melhor carregarmos ela lá pra cima... vocÊ me ajuda? - Bru perguntara.

Enquanto ela e o garoto se aproximavam e começavam a erguer Emmeline, sem querer suas mãos se tocaram e Bru se afastou, pois sentira sua pele queimar.

que estranho...

eu hein? o que será que há de errado com esse Sonserino?

Bru voltara a ajudá-lo com Emmeline, mas sempre com o cuidado de não encostar no estranho garoto que a estava ajudando.

Quando finalmente chegaram no andar de cima, eles colocaram uma dolorida Emme na puida cama que havia alí e foram se sentar em um sofá mofado do outro lado do quarto.

- ai, é melhor deixarmos ela descansar...- bru falou preocupada com a amiga.

- er... então Thomas, o que fez você vir dos EUA pra cá? - Bru falara tentando quebrar o irritante silencio que se instalara, enquanto tentava dar um jeito em seus ferimentos e em sua perna para aliviar a dor.

OFF: ai gente, como iremos voltar?? kkk
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Re: Casa dos Gritos

Mensagempor Thomas_Black » 15/08/09, 04:05

- Obrigada Thomas! Não só por enfaixar meu ferimento mas por salvar minha vida lá na floresta. Você deve estar sentindo muito frio Thom. Posso chamá-lo assim? Acho que por hora é melhor subirmos para a csa dos gritos propriamente dita. Talvez haja algo lá em cima com o que possa se cobrir, pelo menos por enquanto, até irmos ao castelo. Preciso descansar um pouco. Não sabemos se eles ainda estão lá fora. E estou me sentindo cansada e fraca demais. - Disse Emmeline enquanto Thomas terminava de enfaixar seu ombro. Thomas nem teve tempo de responder que ela podia sim chamá-lo de Thom e que não sentia mais frio. Emmeline mal se pusera a subir as escadas quando caiu, aparentemente exaurida.

- Thomas, acho que é melhor carregarmos ela lá pra cima... vocÊ me ajuda? - Perguntou Bru. Thomas já estava se curvando para pegar Emmeline e carregá-la o quanto fosse necessário. Simplesmente fora criado assim, seu pai sempre insistia em dizer a Thomas que os homens deviam ser sempre cavalheiros com as mulheres.

Por cavalheirismo também resolveu aceitar a ajuda de Bru para carregar Emmeline escada acima. Não queria que a garota pensasse que estava esnobando sua ajuda. Quando os dois estenderam os braços para erguer Emmeline, suas mãos acidentalmente se tocaram e Bru recolheu rapidamente sua mão, como se tivesse sentido dor. Thomas no entanto não sentira nada e pensou que a garota devia estar simplesmente encabulada com o toque repentino.

Ao fim da escada os três finalmente entraram na famosa Casa dos Gritos. Thomas ouvira falar da construção antes. Supostamente era o lugar mais mal assombrado da Grã Bretanha, mas Thomas não tinha medo de assombrações. Especialmente depois de enfrentar uma horda enfurecida de centauros. Thomas e Bru colocaram Emmeline sobre uma cama que encontraram em um dos quartos e depois se sentaram num sofá neste mesmo quarto. Thomas olhava à sua volta para todos os lados. Era a primeira vez que visitava aquele lugar sombriamente interessante. A casa tinha aquele típico aspecto decadente de qualquer residência abandonada por anos a fio.

- Er... então Thomas, o que fez você vir dos EUA pra cá? - Perguntou Bru, no típico tom de alguém querendo quebrar o gelo.

- Meu pai trabalha no Ministério de Magia americano, no Departamento de Relações Internacionais. Foi transferido para cá como represente do Ministério americano dentro do Ministério inglês. E assim, eu acabei transferido para Hogwarts. Creio que teria uma vida mais tranqüila em Durmstrang hein? - Disse Thomas, com um sorriso torto no rosto. - E então, alguma idéia de como vamos fazer para voltar ao castelo? - Perguntou Thomas.

Creio que possamos passar a noite aqui e voltar amanhã bem cedo, fingindo que simplesmente acordamos mais cedo que os demais e decidimos passear pelos jardins, pensou Thomas, sabendo que essa estória tinha vários furos de argumento e torcendo para que uma das duas tivesse um plano melhor do que o seu.

Off: Voltei, postei, e agora vou dormir! Até amanhã meninas! :mrgreen:
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