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Grimmauld Place • Exibir tópico - [EVENTOS] O EXPRESSO DE HOGWARTS

[EVENTOS] O EXPRESSO DE HOGWARTS

RPs antigas? Histórias que quer rever? Subfórum destinado ao arquivamento dos tópicos de jogo do RPG. Você veio ao lugar certo!

Moderador: RPG

Re: O EXPRESSO DE HOGWARTS

Mensagempor Sheu » 31/07/09, 19:44

A discussão seguia a plenos pulmões, enquanto Jão continuava apenas a observar a cena. Com o canto do olho, Sheu notou que ele estava ficando mais e mais angustiado com essa briga, mas a garota simplesmente não conseguia se segurar. Algo nela parecia ter despertado, como um mostro do inferno, disposto a dilacerar as entranhas da menina insolente. Pelo visto, a outra ignorava os sinais de perigo nas falas de Sheu.

- Falou a senhora sabe-tudo. Você não fica muito atrás MOCINHA. Tratas teu irmão como se fosses a dona dele e ainda vai me mandar crescer? Olha quem tu é sugeitinha, não tem coragem pra nada e ainda fica fiscalizando o irmão.

- Olha aqui, minha filha - e colocou suas mãos na cintura, com o rosto explodindo de raiva - VOCÊ - e tornou a meter o dedo na cara da outra - Não sabe absolutamente nada do que nós passamos na nossa vida! Não sabe das promessas que fizemos um para o outro! Talvez nesse mundo nossa família seja apenas nós dois e temos que nos proteger a todo custo. Pelo visto você não sabe absolutamente NADA dessa vida. Você deve ser uma filha amargurada e sozinha! - vociferou.

- Olha aqui garotinha, não venhas tentar me enrolar que isso não dará certo. Eu sei muito bem que não abri barreira nenhuma. EU NÃO PERDI O CONTROLE, VOCÊ QUE É UMA INSOLENTE QUE SE ACHA NO DIREITO DE ENTRAR NA MENTE DOS OUTROS SEM NEM AO MENOS CONHECÊ-LAS. Eu não mandei mensagem para ninguém, diferente de pessoas como você, eu não fico lendo a mente das pessoas sem a sua permissão. Você é uma linguaruda, isso sim, ou achas que eu não percebi que você está tentando desviar do assunto. Mesmo se eu tivesse usando leglimência em alguém, ninguém entra na mente dos outros sem querer entrar, ou você tem alguma explicação para como descobristes o que eu pensei naquele momento?

Sem prestar atenção na garota, Sheu tentou abrir a porta com o Alorromora.

- Ora Ora Ora, parece que a senhorita-sou-a-maioral não sabe nem destrancar uma portinha com um feitiço infantil como este? Uma leglimente que não sabe nem usar um alohomora, aonde o mundo bruxo vai parar?!

A cara de Sheu ficou inflada e vermelha de raiva. É claro que tinha usado o feitiço de forma eficaz, mas devia ter algo a mais ali, uma magia mais poderosa que impedia os de sair. Talvez obra dos professores ou talvez obra do assassino. Mas esses pensamentos foram rapidamente varridos para um canto qualquer quando a outra continuou falando.

- Olha, eu não estou impedindo ninguém de sair daqui, a culpa não é minha se você não tem nem capacidade para usar um feitiço simples como este. Será que você ainda pode dizer que é uma leglimente controlada se nem ao menos tem controle para usar um feitiço simples destes? Se você quiser posso te dar uma aulinhas, minha cara.

- Eu vou te mostrar agora o que é um feitiço bem feito!

A raiva que parecia nascer do seu sangue e se espalhar por todo o seu corpo, finalmente havia apagado as lamparinas do seu juízo. Sheu apontou a varinha perigosamente no rosto da outra garota, disposta a realmente machucá-la.

- POR FAVOR AS DUAS!! - Gritou Jão

Com o súbito grito do irmão, que poderia ser ouvido do lado de fora da cabine, sem exagero, Sheu deu um pulo e pôs a mão no coração. Nunca tinha visto seu irmão com este temperamento antes e olhava para ele como se o visse pela primeira vez.

- Vocês são muito adultas não são?! Por Merlin! se dizem adultas e ficam discutindo por besteiras. O que importa quem falou coisas ou quem pensou ou até quem leu!

Sheu sentia uma pontada de orgulho e vergonha. Orgulho por Jão finalmente parecer se portar como um adolescente responsável e uma grande vergonha por suas atitudes insensatas terem ocasionado tudo isso. Baixou sua varinha vagarosamente, ainda surpresa, e sentou no banco. Mal notou que a garota estava do seu lado, pois tratou de encarar um ponto qualquer da parede do vagão.

*O que está acontecendo comigo? Por que eu estou fazendo isso? Eu não sou assim. O que há nessa menina para me deixar tão fora de controle? Eu, que sempre fui uma pessoa centrada, equilibrada... Será que realmente tem a ver com ela? Ou será que eu fiquei mais abalada com a morte do garoto do que imaginava? Ou... ou será que depois de tudo o que aconteceu...do que eu vi e senti...eu não sou mais eu?*

Jão continuava com sua lição de moral, ignorando o fato de Sheu não estar exatamente olhando para ele. Talvez ele pensasse que ela estava apenas com vergonha de olhar em seus olhos claros e transparentes. Sheu sentia que sua alma não era mais tão pura assim: algo havia despertado.

-Eu com dor de cabeça por causa do tombo que cai lá fora e vocês fazendo intriguinhas? aaaaaaaaaaaahhhh poupem-me!!- Magias? feitiços? Qualquer um sabe isso se estudar. Ficam comparando pra ver quem é melhor, quem é não sei o que..

Um barulho consideravelmente alto, além da voz do irmão, tirou Sheu de seus devaneios. Ele balançava a porta com força, desesperadamente, tentando, inutilmente, abri-la sem magia. Sheu não conseguiu resistir a um sorriso no canto da boca.

*Esse é o Jão*

- Vocês sabiam que alguma coisa aconteceu aqui no expresso? sabiam ? Pois éé minhas caras brigonas. Não sabe-se certo o que foi. Bem eu não sei, enfim, as duas conseguiram me deixar louco!

Sheu pensou em rir, mas o dedo acusatório do irmão pareceu tirar-lhe a diversão.

- Começando por você Sheu. Nunca imaginei atos como esses vindo de ti! Tú SEMPRE foi a mais centrada! Papai não ficaria nem um pouco contente de saber disso ,aonde quer que ele esteja.

A irmã baixou os olhos. Se seu pai estivesse morto... realmente poderia reprovar as suas atitudes de onde estava. Mas e se ele não tivesse ido parar lá em cima, como dizem os trouxas? Se fosse para baixo?

*E se ele for o assassino? Reprovaria?*

Um riso irônico, talvez maldoso, tentou surgir do lado esquerdo do seu lábio, como um tic, mas a garota tratou de afastar esses pensamentos.

*Por Merlim!*

- E você Ohannah.. nem te conheço direito, mas pelo que falou uma béla moça de Beauxbatons com essas atitudes? Só pode mesmo né, a diretora de vocês é uma meio-gigante! Não é de se espantar com tamanha hostilidade.

Enfim, após as palavras ditas, corretas para a situação é verdade, Jão se jogou no banco diante das meninas e cobriu o rosto com seu casaco. Sheu demorou um pouco para conseguir colocar a mente no lugar e depois falar com o irmão. Tinha virado o rosto na direção da porta do vagão, de costas para a garota.

- Jão? - Sheu começou ao notar que ele estava se mexendo - Me desculpe - disse, sem meias palavras - Eu não deveria ter me exaltado, sequer cedido às provocações dessa menina aí - Sheu viu que seu discurso não estava indo para o lugar que ela tinha imaginado e respirou fundo para continuar - de Ohanna, é esse seu nome? E nem mesmo provocado. Tudo não passou de um mal entendido com uma boa dose de anseio, por conta da morte do garotinho. Não deveria ter sacado a varinha. É o mal de sermos bruxos, eu acho, tentamos resolver tudo com ela. Pra mim, essa discussão já deu. Da minha parte, vou tentar manter os ânimos calmos aqui, mas se não abrirem logo essa porta... eu mesma explodo ela - e olhou para a outra garota - Minha paciência tem limite.

Off: desculpe a demoraaaa...coisinhas coisinhas
off²: mega coments da nossa briga...uebaaa...a gente dá ibope
off³: lamparinas do juízo foi podre ~foge
off4zinhu: cabooooou...por hora (eu acho)


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narração ~ fala ~ pensamento ~ outros personagens ~ off
Spoiler
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fala ~ *pensamento* ~ narração ~ outros personagens
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Re: O EXPRESSO DE HOGWARTS

Mensagempor Agatha Saphira » 31/07/09, 20:30

    _______________________________________________________________________________________________

    - Olha aqui, minha filha, VOCÊ não sabe absolutamente nada do que nós passamos na nossa vida! Não sabe das promessas que fizemos um para o outro! Talvez nesse mundo nossa família seja apenas nós dois e temos que nos proteger a todo custo. Pelo visto você não sabe absolutamente NADA dessa vida. Você deve ser uma filha amargurada e sozinha

    Não, aquilo tinha sido o cúmulo, a garota tinha passado dos limites, falado o que jamais deveria ter falado aquilo. Ohanna havia nascido em uma família que preferia ter muito dinheiro e dar coisas caras para os filhos, do que pensar em montar uma família grande. Ela sempre se sentia sozinha, mas aquilo ninguém precisava saber.

    - POR FAVOR AS DUAS!! Vocês são muito adultas não são?! Por Merlin! se dizem adultas e ficam discutindo por besteiras. O que importa quem falou coisas ou quem pensou ou até quem leu!

    As barreiras de Ohanna haviam sido quebradas e ela estava sem vontade de brigar mais, ou realmente perderia a compostura. Sem nem pensar duas vezes, foi logo se sentando, mas infelizmente foi em um movimento quase que simultâneo com a outra garota, sentando uma de costas para a outra.

    - Eu com dor de cabeça por causa do tombo que cai lá fora e vocês fazendo intriguinhas? aaaaaaaaaaaahhhh poupem-me!! Magias? feitiços? Qualquer um sabe isso se estudar. Ficam comparando pra ver quem é melhor, quem é não sei o que.. Vocês sabiam que alguma coisa aconteceu aqui no expresso? sabiam ? Pois éé minhas caras brigonas. Não sabe-se certo o que foi. Bem eu não sei, enfim, as duas conseguiram me deixar louco. Começando por você Sheu. Nunca imaginei atos como esses vindo de ti! Tú SEMPRE foi a mais centrada! Papai não ficaria nem um pouco contente de saber disso, aonde quer que ele esteja.

    “Pelo jeito eu não fui a única que perdi o controle nesta cabine.”

    - E você Ohanna.. nem te conheço direito, mas pelo que falou uma bela moça de Beauxbatons com essas atitudes? Só pode mesmo né, a diretora de vocês é uma meio-gigante! Não é de se espantar com tamanha hostilidade.

    - Eu peço desculpas, mas eu odeio que as pessoas leiam a minha mente e esta história está muito mal contada, tenho certeza de que minha mente estava fechada e, se ela não tentou ler, alguma explicação deve existir para isso.

    Ohanna disse estas palavras de modo sincero, mas sem baixar a guarda. Ela estava muito irritada, mas o garoto estava certo, aquilo não era atitude de uma Beauxbatons.

    - Jão? Eu não deveria ter me exaltado, sequer cedido às provocações dessa menina aí, Ohanna, é esse seu nome? E nem mesmo provocado. Tudo não passou de um mal entendido com uma boa dose de anseio, por conta da morte do garotinho. Não deveria ter sacado a varinha. É o mal de sermos bruxos, eu acho, tentamos resolver tudo com ela. Pra mim, essa discussão já deu. Da minha parte, vou tentar manter os ânimos calmos aqui, mas se não abrirem logo essa porta... eu mesma explodo ela. Minha paciência tem limite.

    - Meu nome é Ohanna sim. Se quiser podes sair, não estou prendendo ninguém aqui, apenas baixei a trinca de cabine. E se puderem me fazer um favor, pode sair logo, garota, já me estressei o suficiente por hoje e não pretendo utilizar a minha varinha com alguém ASSIM como você.

    Ohanna começou falando isso com uma voz séria e calma, mas aos poucos foi se tornando dura, decidida e um pouco metida, mas era bem aquilo que ela queria fazer. Não era culpa de Ohanna se ela não tinha irmãos, mas falar que ela era sozinha e amarga foi demais, aquilo ia ter resposta, mas em outro dia.


    _______________________________________________________________________________________________
    Narração ~ Fala ~ "Pensamentos" ~ Off


    Off [1] Baixar a guarda? jamaaaaaais :evil:
    Off [2] Continuaremos a discussão no futuro e sem professores perto ~foge
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Re: O EXPRESSO DE HOGWARTS

Mensagempor Elizabeth Maives » 01/08/09, 01:41

narração
-fala
"pensamento"
- fala de outro personagem

Eliza achou engraçado o garoto que, perplexo, olhava dela para a porta e o caminho de volta, sem entender como ela havia parado ali. Havia muito a garota aprendera a ser silenciosa e, mesmo que não tivesse sido, o menino estava tão entretido em seus pensamento que nem perceberia.

- Pois é, eu estava justamente pensando nisso. Infelizmente eu ouvi os gritos de socorro e fui verificar, quando vi o garoto morto só pensei em fazer alguma coisa por ele. Fui impulsivo e tolo. Boa primeira impressão né? Mal chego à escola e a primeira vez que o diretor me vê é debruçado sobre o corpo de um primeiranista morto. A propósito, meu nome é Thomas. Thomas Black. Acabei de vir para a Inglaterra dos Estados Unidos, será meu primeiro ano em Hogwarts.

"Americano. Primeiro ano em Hogwarts. Por isso eu nunca tinha visto ele e por isso ele tem esse sotaque estranho. De fato os americanos ainda vão acbaar por matar o inglês

- Boa impressão é o que você não vai formar - a voz da garota não chegava a ser rude, mas era séria e até um pouco distante - Sou Elizabeth Maives, estou no quinto ano. Eu bem estranhei nunca ter te visto por aqui. Você está em que ano?

O que a jovem sonserina queria, naquele momento, era estar com seu livro, em silêncio e, preferencialmente, sozinha. Estava, porém, presa em uma cabine longe de sua bolsa e acompanhada por um novo aluno. Talvez fosse algo bom ter alguém com quem conversar naquele momento. Pelo menos as vozes faziam menos barulho. E o garoto até que parecia se rinteressante
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Re: O EXPRESSO DE HOGWARTS

Mensagempor Vinnie » 01/08/09, 01:48

"Click!" - E com um pequeno estalo as portas daquele aposento se trancaram.

Não que aquilo fosse importante naquele momento, afinal de contas Vinícius continuava o seu cochilo tranquilamente, agarrado a um grande cantil de cerveja amanteigada, mas no entanto algo ali parecia muito peculiar, claro que ali naquele expresso bruxo muitas coisas poderiam ser consideradas "peculiares" aos olhos de trouxas mais desavisados, mas o fato do garoto ter levitado durante o cochilo até ir parar no porta malas, localizado sobre os bancos da cabine era algo digno de interesse.

-"ploft" - dessa vez não parecia a porta, e o garoto definitivamente soube disso quando aconteceu, era um ruído, que seguido de uma sensação quente na sua testa indicava que já era hora de acordar.


-Ah, cara! titica de coruja não! - Pensava o garoto enquanto limpava sua testa com a manga da jaqueta jeans que vestia.

Bem, de qualquer forma já escurece, devemos estar chegando a qualquer momento, eu não devia ter esgotado meu estoque de CA do mês em um dia..-Espreguiçou-se devagar enquanto agradecia com um cafuné a coruja que piava alegremente, talvez aliviada de algum peso no intestino.

Sua visão ainda estava fora de foco, de modo que ao apoiar o primeiro pé no chão não conseguiu sentir outra coisa senão um repentino frio na barriga: não havia chão.
A coisa toda foi muito rápida, em um segundo ele já jazia no chão, se contorcendo de dor.

-Ouch! Definitivamente (ai!) tem algo de muito errado (urgh)..nesse trem hoje..

Porem ele teve a ligeira impressão de ouvir um grito enquanto fazia o a breve viagem ao carpete, aos poucos foi abrindo os olhos, e sua visão embaçada já revelava uma figura ofegante, ainda que ofuscada pela dor que ele sentia no momento, podia distinguir os cabelos negros como a noite, e um olhar penetrante, ainda que estupefato e aparentemente cansado.

-Aah..oi...você se machucou? murmurou o garoto.

off..a pessoa em questão é a Lily, então não é totalmente um flood.
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E sim, fui segundo mas minha medalha é dourada pq eu posso u.ú



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Re: O EXPRESSO DE HOGWARTS

Mensagempor Lily Weasley Potter » 01/08/09, 02:15

Narração
Fala
Pensamento
Outros
Off

Estava folheando o livro avançado de DCAT quando se deparou com um página: PERÍCIA MEDIBRUXA - Como analisar um cadáver com feitiços. Aquilo lhe chamou a atenção. Leu e releu infinita vezes. Mesmo com o ar gélido dentro da cabine e o clima mórbido do Expresso, Lily se interessava por essa área da medicina legal bruxa. Um pouco mais diferente que os trouxas, mas bem mais interessante.

Apenas que...

Mesmo lendo, Lily não se concentrara tanto como outrora, ela vagava em pensamentos, tinha um olhar obscurecido, um semblante cansado, devido as noites sem dormir que esses meses de dor lhe causaram.
"Você tem que ser forte para sustentar sua vingaça..". Ela tentava expulsar o ódio de si, mas era uma tentativa frustrada.

De repente Lily ouviu um estrondo bem ao seu lado que a fez posionar-se em forma de defesa, com varinha em riste. Mesmo que o que quer que fosse lhe tenha assustado e feito gritar no momento.


-Ouch! Definitivamente (ai!) tem algo de muito errado (urgh)..nesse trem hoje..

Lily começou a ofegar com a outra mão em seu peito, sem desmanchar a pose de ataque. O ódio intesifcou-se quado ouviu aquela voz. Ou seria...

--Aah..oi...você se machucou? Ela o ouviu murmurar. O maior de seus pesadelos estava ali. Ela estava definitivamene louca.

_ Como se atreve a.... Eu- ela avançou perigosamente para perto dele- deveria- Lily apertou os punhos com força - deveriaaaa..... - ela mordeu os lábios com raiva - ESTUPEFAÇA - gritou com raiva e com olhos faiscando


[Off]Ate eu to surpresa com meu amor aki..@_@
Editado pela última vez por Lily Weasley Potter em 01/08/09, 02:44, em um total de 4 vezes.
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Re: O EXPRESSO DE HOGWARTS

Mensagempor David Bergerson » 01/08/09, 02:18

Não desviou os olhos do garoto enquanto esperava pela resposta do mesmo. Viu-o olhar algumas boas vezes de maneira bastante confidente para o diretor, logo lhe retornando o olhar. De fato Daniel não sabia, mas David tinha a noção exata do que se passava em sua mente, talvez não das lembranças em detalhe, mas do que o garoto sentia por conta delas. Mantinha o esboço de sorriso no rosto ao que o jovem finalmente o encarava - igualmente esboçando um sorriso - para respondê-lo.

- Tudo bem, eu.. então eu vou sim, sr. Bergerson, eu... - Daniel disse, não concluindo a frase, mas obviamente nem precisaria.

Levou a mão direita às costas do garoto, já pressionando-o levemente para ajudá-lo a voltar a caminhar. Percebeu o novo olhar dele para o sr. Skuli assim que já estavam por sair rumo à cabine dos professores. Não disse nada, no entanto; podia supor que se tratava do fato de que possivelmente o agora diretor estivera presente na morte do gêmeo de Daniel. Passou às costas de Ariel, que já saía ao lado da srta. Blazek para fazer as análises pedidas pelo diretor, só então recordando-se do sussurro provocativo e da resposta indireta do outro à sugestão igualmente indireta que ele dera. Parou brevemente ali, Daniel a seu lado, e então sussurrou, no mesmo tom do outro e de maneira que somente ele ouvisse (embora não tivesse certeza se Daniel e Blazek também não acariam ouvindo):


- Eu não preciso de provas para fazer com que todos desconfiem que você tem algum envolvimento com o que aconteceu aqui. Aliás, o que é bem provável, não é, sr. Ruthven?

Sem esperar pela reação do bruxo, deu alguns passos longos, logo deixando o vagão ao lado de Daniel e dirigindo-se à cabine dos professores. Tentou não lembrar, ainda que por um tempo, de suas diferenças com Ariel. Tinha algo importante a fazer, algo para o qual fora destinado - ainda que algo extremamente difícil. Somente durante o percurso até a cabine foi que se deu conta do que exatamente teria de fazer - comunicar a um pai que seu filho estava morto. Sentiu um peso terrível ao finalmente perceber isso; afinal, ele sabia muito bem o que e como era perder um filho - na verdade dois - de maneira trágica... Bem, isto não mudava os fatos.

Tentou não demonstrar isto em sua expressão, ainda que lhe fosse extremamente difícil não fazê-lo. O garoto ao seu lado não tinha nada a ver com tudo aquilo - desta vez -, e por isso David não queria que o pobre ainda tivesse de lidar com a situação mais do que já estava lidando. Ao menos não ainda. Os dois caminharam pelo corredor sem dizer palavra, até finalmente alcançarem a cabine dos professores. Quando a adentraram, David notou que a srta. Fuku continuava em seu mais profundo sono, como se nada tivesse acontecido; olhou-a, admirado, de certa forma, e fez sinal com o indicador para que Daniel fizesse silêncio e não a despertassem. Andou lentamente até o local onde depositara o papagaio em seu poleiro. Tomou-o de lá e pediu que Daniel o segurasse por alguns instantes.


- Vou escrever um pergaminho com... bem, você sabe. Aí abrimos a janela e você libera nosso amigo, ok? - disse, em complemento ao pedido para que o garoto segurasse a ave.

Depois disso, o professor tomou de suas coisas uma folha de pergaminho e imediatamente se pôs a escrever nela a mensagem que o diretor pedira. Bem, não seria tão simples quanto talvez pudesse parecer. Demorou alguns bons minutos tentando escolher as palavras adequadas - não era como se pudesse dizer apenas "seu filho foi morto, favor comparecer imediatamente a Hogsmeade". Não sabia se era porque se importava com o homem, mas conhecia muito bem a dor que ele sentiria, e ao menos tentaria amenizá-la escrevendo-lhe a terrível notícia da melhor maneira possível. Após alguns minutos de reflexões e tentativas, finalmente concluiu a mensagem.




Prezado senhor Goodwill,

Tenho o imenso desprazer de informá-lo que seu filho, Ryan Goodwill, foi vítima de um terrível e inescrupuloso acidente durante a viagem do Expresso de Hogwarts. Peço, por gentileza, que o senhor compareça o mais breve possível a Hogsmeade para uma conversa com o sr. Skuli, diretor da escola. Os detalhes estão sendo apurados e providências sendo tomadas para que o responsável pelo ocorrido seja devidamente punido. Esperamos que tudo já esteja resolvido no momento de sua conversa com o sr. Skuli. Atenciosamente,

Sr. David Bergerson
Professor de Astronomia




Suspirou pesadamente ao terminar, os olhos baixos como que em sinal de respeito - o mínimo que fosse. Voltou os olhos a Daniel, que lhe parecia ainda um tanto quanto pensativo, e não era para menos. Caminhou com ele até a janela e a abriu. Enrolou o pergaminho, deixando-o do menor tamanho possível - com uma pequena ajuda da varinha - e então o colocou no bico de Glas, que o segurou como se já soubesse o que tinha de fazer. Murmurou-lhe, enquanto ainda nas mãos de Daniel, algo como "dwynu ato y newyddiadur", e então mirou novamente o garoto, sorrindo-lhe. Meneou levemente a cabeça e disse-lhe:

- Muito bem, acho que já pode soltá-lo pela janela. Glas irá levar a triste mensagem em segurança até seu destinatário, e voltará em segurança...

Fez sinal para que o garoto lançasse a ave pela janela, e esperou que o fizesse. Aproveitou para mirar a paisagem no horizonte. Agora tudo lhe parecia tão mais sombrio...
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Re: O EXPRESSO DE HOGWARTS

Mensagempor Vinnie » 01/08/09, 02:58

-Estupefaça! - Um segundo antes o garoto agonizava no chão da cabine, e no outro segundo ele voava novamente, dessa vez para a porta, que não se abriu com o baque porque estava lacrada magicamente. Dessa vez o garoto reagiu instintivamente por desconhecer o autor do ataque, enfiou a mão nas vestes e retirou a sua varinha, ainda nocauteado.

Ou pelo menos ele pensava ser uma, em vez disso eram fios de caramelo que ele havia comprado horas antes com a tia do doce (o.O). Seus olhos procuraram em volta da cabine, mesmo sem forças ele tinha de saber o autor daquilo.


-Hey, Jão..é você seu trasgo velho? esperou pela resposta do amigo, ao invés disso ouviu a respiração ofegante do seu agressor, e ao mesmo tempo um perfume lhe rodeava, seu coração gelou enquanto soube finalmente quem era.

-Ahn..Lily? é você..não é?..eu sei..olha, você já foi melhor nesse feitiço ahn? XD

sem obter resposta ele soube que as coisas haviam mudado

-Olha, eu sei que eu sumi e te deixei sem explicações mas..aconteceu algo..comigo..bom, não exatamente comigo mas..eu tive de voltar ao meu país..algo ruim aconteceu por lá e bem..você não leu as notícias não?

permaneceu sentado buscando alguma força pra levantar, seus olhos já fixos nos da garota, que o observava com a face contorcida de sentimentos ruins

-Hey, me escuta, eu sinto muito...eu..ah..que droga, por que você me azarou? num era pra tanto era? tu num me viu estatelado no chão já? Olha, vamos conversar melhor quando chegarmos ao castelo, mas antes, preciso saber de você, você vai me perdoar?
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Re: O EXPRESSO DE HOGWARTS

Mensagempor Serena Moon » 01/08/09, 02:58

Spoiler
Narração
Serena
Outro Personagem
(Pensamento da Serena)
OFF


Uma pessoa é inocente até que se prove ao contrário. Esse é o principal argumento usado no mundo trouxa que na verdade se aplica a tudo, afinal um possível réu sempre se diz inocente de um crime e cá entre nós de boas intenções o inferno está cheio. por isso a filosofia ingenua de Serena mudou assim que colocou os olhos na Guarda Caças do castelo. Algo nela sooava um tanto... estranho. Era bem verdade que antes dela sair já transmitia a todos ali uma presença pesada que agora tendia mais para o lado misterioso.
Assim que entrou trancou novamente a porta e voltou ao seu lugar ao lado de Nando. Logo pegou o malão e tirou de lá um frasco que contia um liquido escuro, conjurou algumas taças servindo a todos:


Bebam, pricipalmente a Srta. Rodriguez, isso vai lhe acalmar. Apesar de vocês não terem idade para beber Wisky de Fogo, estão precisando. - pronunciou numa voz forte e decidida com um leve toque de ordem - Não está envenenado.- assegurou tentando demonstrar simpatia.

(E desde quando ela foi simpática? tem alguma coisa errada nela!)- fitava Srta. Le Flay buscando algum indício incriminatório. Antes que qualquer um dos dois Nany e Nando pudessem levar aquela taça a boca Serena logo levantou a voz delicadamente:

Me desculpe Srta. Le Flay, mas ninguem aqui vai tomar nada principalmente esses dois, está bem claro que nenhum deles tem idade para esse certo tipo de bebida, acho que podemos contornar esse clima apenas com conversas, por isso nada de bebidas, feitiços, poções ou seja lá o que for. - levantou uma das sombrancelhas e continuou - Afinal somos duas adultas responsáveis e não queremos que nada de ruim aconteça nessa cabine, certo? - rapidamente sacou a varinhas fazendo as taças desaparecerem. -Nany você já está melhor num é mesmo querida?

Precaução nunca é demais em tempos incertos. Aquela postura adulta e responsável era nova para a bruxa desajeitada que aparentava um jeito sempre imaturo, era evidente seu caráter bondoso e amoroso, o que parecia irritar um pouco a Guarda Caças de Hogwarts. Outra coisa também parecia irrita-la o sorriso sincero de Serena, por isso deixou de estampá-lo no rosto por nenhum momento.

(Engraçado como tem pessoas que se irritam comigo! E eu nunca dei importância vai ver por isso se irritam mais...)- pensava e esbanjava ainda mais seu sorriso maroto.

OFF: eu eu eu sei quem foi /o/

Srta Rosa, na sala de jogos com a caneta! XD


ué no meu jogo tinha caneta :roll:
escrevia no papel pra anotar os suspeitos... (pausa - olha para os lados e observa uma mesa de sinuca)
por merlin!!! ~fiquei rosa chiclete
fui eu então? =O
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Lucas [/center]
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Re: O EXPRESSO DE HOGWARTS

Mensagempor Hokuto » 01/08/09, 03:12

- Fala
Narração
Alheios


-----------------------------------------------


    Apesar de já saber da sua anormalidade, Hokuto foi pego de surpresa pelas palavras do colega corvinal.

    -Jura que você gosta de ficar em um box cubiculo lendo um livro em um lugar super umido cheirando a xixi doq ficar em uma cabine q tem poltronas, ao menos ..


    Refletiu de forma intensa sobre isso, do jeito mais rápido que podia.

    - Bom, você devia ter imaginado que, vindo do país de onde eu venho, o fato do box ser um cubículo não é exatamente um problema, mesmo para um ser pequeno como eu. Estou devidamente adaptado. - Ele sorriu abertamente. - - Mas obrigado por se preocupar com o meu bem-estar. - Ele não sabia se tinha imprimido uma nota muito ácida na sua fala.

    Ele cruzou os braços e encarou o garoto bem de perto, de forma intimidante.

    -Ok, não vou encomodar sua leitura, sinta-se avontade para voltar em seu box e continuar a ler , e muito obrigado pela indicação do Mr. Darcy e Lizzy


    - Não se sinta mal por ter enterrompido minha leitura. Eu a interrompi. - Ele disse, fazendo pouco caso. - Se não quisesse falar com você, teria-o ignorado simplesmente - Ele deu de ombros, ainda fazendo pouco caso

    own... o final não é dos melhores.


    - Meu caro, acho que você espera muito de um livro em que os personagens principais não dão um beijo sequer. Apesar de tudo, o final pode ser aprazível para quem vê o livro com bons olhos. - Respondeu o rapagão, levantando levemente a sobrancelha.

    prazer em conhece-lo, espero vê-lo no castelo !


    - Um bom ano letivo para você. Ao que parece, ele promete muitas surpresas.

    Sem se preocupar com cortesia, Hokuto abriu o livro e continuou sua leitura, em cima da pia mesmo. Se alguém entrasse a falasse sobre o presunto, ia virar pedra. Ah, se ia...!

Off: Own, Kim. Eu não disse que o Hokuto era uma mala? ó.ò

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Re: O EXPRESSO DE HOGWARTS

Mensagempor Lily Weasley Potter » 01/08/09, 03:23

O garoto que trazia ódio a Lily cutucara o dragão dentro dela, mas antes dele ser estuporado, ele desviou, rolando para a porta que encontrava-se fechada “Ótimo, poderei azará-lo novamente” Seu sangue fervia. Lily viu o garoto com varinha em riste, assustado, ele não tinha reconhecido Lily.

-Hey, Jão..é você seu trasgo velho? Lily não respondeu, estava ofegante, o ódio circulando por suas veias como veneno de cobra. Ela sentia o gosto da raiva em sua boca, o amargo. Foi quando ele olhou diretamente para ela.

-Ahn..Lily? é você..não é?..eu sei..olha, você já foi melhor nesse feitiço ahn? XD

Ela fuzilou ele com o olhar, não dizendo absolutamente nada. “Que piada é essa agora? Ele pensa que....Ahhhh”. Lily desejava matá-lo, mas...

-Olha, eu sei que eu sumi e te deixei sem explicações mas..aconteceu algo..comigo..bom, não exatamente comigo mas..eu tive de voltar ao meu país..algo ruim aconteceu por lá e bem..você não leu as notícias não?

Ela não prestava atenção em suas palavras. Para Lily aquilo soava como palavras ao vento. Ele fizera um estrago em sua vida e agora estava se explicando? “Eu falei para Gustav e David que não queria estar aqui.... Epa? Prof David...”. Pensava com rosto amargurado enquanto o garoto olhava penetrantemente em seus olhos. Lily os desviou. Não queria olhá-lo, apenas que ele sumisse dali..

-Hey, me escuta, eu sinto muito...eu..ah..que droga, por que você me azarou? num era pra tanto era? tu num me viu estatelado no chão já? Olha, vamos conversar melhor quando chegarmos ao castelo, mas antes, preciso saber de você, você vai me perdoar?

Ela não respirou. Aproximou-se com olhar apertado, lábios contendo uma pequena linha. Seu cabelo aparentava mais negro que a noite. Aquilo não era bom.

_Como você ousa a falar comigo?- Ela o encarou, apontando a varinha em seu nariz- conversar...hahaha..ele quer conversar era uma risada maligna você...não...sabe...o que aconteceu COMIGO!!! Ela fraquejou e de repente, ali, seus olhos a traíram e uma lágrima escorregou em sua face. – EU TE ODEIO!!! Ela batia em no torax do garoto com toda sua força, rancor e amargura.
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Re: O EXPRESSO DE HOGWARTS

Mensagempor Katerina B. » 01/08/09, 05:13

    Spoiler
    Narração
    Pensamentos
    Falas
    Falas de outros


    Ao sugerir que o assassino poderia estar camuflado no trem, dentre tantas reações que Katerina poderia desejar causar entre os professores, despertar desconfiança entre eles mesmos certamente não era uma de suas prioridades. Observou com certo constrangimento a falta de postura de Bergerson, quando este escolheu a pior hora para reacender fagulhas de uma rixa entre ele e Ruthven:

    - Bem, é claro que isto pode ser verdade, srta. Blazek, mas não creio que o responsável por este terrível ocorrido esteja disfarçado de aluno neste momento. Na verdade, é possível que esteja bem perto, mais do que imaginamos... - ele alfinetou, usando olhos agudos para tornar mais explicita sua acusação ao professor de DCAT.

    O outro - pouco cuidadosamente, na opinião de Katerina - dispensou-lhe um riso irônico e debochou do julgamento viciado que ele fazia de si.


    - Creio que neste momento, o assassino nem esteja mais entre nós. E, francamente, onde está o profissionalismo, meus caros? Não é de uma boa conduta acusar alguém sem provas... - a professora de Feitiços estava pronta para concordar com o colega, ao que ele, decidido a encerrar a discussão, voltou-se para ela - Por favor, professora, queira me acompanhar.

    A voz asmática de Ariel Ruthven pareceu-lhe absurdamente horrível naquela situação. Algumas ervas mucolíticas e, talvez, uma poção beta-agonista...mas seu raciocínio condicionado para condutas clínicas não lhe era útil agora. Não eram as ervas, nem a tal poção as soluções para males muito maiores, que se agravavam a cada segundo perdido no Expresso. Não, a melhor conduta era seguir Ariel e arrancar dele até a última informação; sugar todas as palavras asmáticas do professor de DCAT. Podia ser desagradável à primeira vista, mas as maneiras que aquele homem usou foram bastante adequadas, e ela adiantou-se dele com um ligeiro e cordial aceno de sua cabeça.

    Seguiram lado a lado pelo corredor ensangüentado, suas silhuetas emparelhadas diferentes entre si em um palmo ou menos. Bergerson passou por eles e, mesmo não sendo capaz de ouvir o professor de Astronomia, Blazek sabia que ele atiçava Ruthven. Ela atentou à expressão do homem mais velho e enxergou-o pela primeira vez. Era um homem incomum, longilíneo e emagrecido, com seus ossos aparecendo em vários pontos sob a pele provavelmente anêmica e seus olhos azuis e penetrantes muito evidentes dentro das órbitas encovadas. O cabelo precisava de um corte urgente, mas não era de todo desleixado. Não era alguém atraente, nem superficialmente interessante. Uma figura misteriosa - era essa a impressão que lhe deixara.

    Voltaram à fatídica cabine, evitando as manchas de sangue na entrada. A trança severa chicoteava as costas das vestes liláses, e apenas o som de seus passos e as estocadas da inusitada bengala do professor distraíam o silêncio, que durou pouco. Ariel, sempre solene, pôs-se a observar a cabine por alguns instantes e logo começou a falar:


    - Senhora Blazek, será que posso saber como possui tanta certeza da causa da morte ter sido originada por um... envenenamento? - ele perguntou, sem tirar os olhos daquelas paredes que haviam assistido ao crime e sabiam muito mais coisas do que eles.

    De imediato, pensou que falava sozinho ou mesmo com as sábias paredes, mas a menção óbvia de seu nome a obrigou a dialogar com o sombrio colega. Deitou seus olhos quase transparentes sobre Ruthven como se agora pudesse ver um passado ao redor dele; finalmente tinha percebido seu sotaque germânico encoberto pela sibilância. Ela não sorriu, mas chegou muito próxima disso.


    - Senhorita Blazek. Sou divorciada. - corrigiu, de repente se vendo fazer gracinhas, ou o que quer que fosse aquele seu humor peculiar de gente séria. Em seu íntimo, era como se tivesse a obrigação de dividir algo pessoal com ele para retribuir a descoberta sobre suas origens.

    Ela fez uma pausa, prestes a dar sua opinião. O olhar da professora sobre Ariel tornou-se fixo, perturbador em sua clareza nem tão sincera.
    "Eu poderia lê-lo de cima a baixo", ela convenceu-se, mesmo estando diante de um professor de Defesa Contra Artes das Trevas. Tinham pressa, contudo, e ela lhe devia explicações. "Mais tarde", conteve-se. O momento ideal chegaria. Por hora, usaria de métodos menos invasivos e suspiciosos.

    - Sou curandeira, Professor. - disse em tom inexpressivo, finalmente desviando o olhar. - É natural que eu saiba que um quadro súbito e fatal de hemoptise - e apontou para as gotículas de sangue na cabine - signifique edema agudo de pulmão. O sangue espumoso não mente.

    Fez nova pausa, voltando-se para a janela:

    - Não foi nenhum feitiço, porque as janelas estiveram fechadas o tempo todo; perceba que não há sinais de chuva no interior da cabine. E, mesmo se essa possibilidade fosse atribuída a alguém do próprio trem, este alguém teria sido visto imediatamente ao ataque. Um envenenamento daria tempo suficiente ao criminoso para garantir a morte da vítima e completar de modo insuspeito sua própria fuga. O Sr. Goodwill pode ter sido envenenado até mesmo antes do Expresso partir, só Deus sabe qual é o tempo de ação do veneno. - ela mentiu, olhos ainda presos na paisagem corrente. Tinha entendido tudo quando cheirou o conteúdo do frasco e agora confiava na capacidade de Ruthven para tornar desnecessários seus próprios conhecimentos.

    "Sinceramente, Professor? Sei que foi um envenenamento, pois foi tudo rápido demais. Crianças doentes em estado terminal não vão para a escola, portanto o Sr. Goodwill não teve um infarto ou parada cardíaca causada por uma doença de base de fundo crônico. Crianças saudáveis não morrem de uma hora pra outra sem uma interferência externa abrupta", concluiu seu raciocínio firmando sua atenção outra vez em Ariel, dessa vez num olhar mais brando de quem se perde em cálculos. "Intoxicação exógena é a resposta mais cabível."

    Ela tomou devagar o ambu ensangüentado das mãos do colega, como se lhe pedisse permissão. Fingiu analisá-lo, colocando-o contra a luz da cabine e aproximando seu nariz a poucos centímetros da máscara. Queria dar o máximo de veracidade possível ao seu estudo. Ao fim de alguns minutos, devolveu-lhe o aparelho de ressuscitação e mordeu o lábio inferior, enquanto fitava a pista.

    - Eu poderia jurar que é veneno de acromântula: eficaz, malcheiroso, cor clara... - seus lábios tremeram. Ela encheu um pouco demais os pulmões para continuar. - E muito difícil de encontrar. Por acaso o senhor saberia me dizer onde um assassino poderia comprar ilegalmente veneno de acromântula?

    As mãos de Blazek foram parar elegantemente atrás de si, onde se cruzaram. Ela tentou não parecer ansiosa pelo que acabara de perguntar, mas a verdade é que, escondidos das vistas do obscuro Ariel Ruthven, seus dedos sacudiam de nervosismo.

Off¹: Post GIGAAAAANTE.
Off:² Inventei mesmo. ~morre
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Re: O EXPRESSO DE HOGWARTS

Mensagempor João M. Castells » 01/08/09, 09:28

- Jão? - Sheu começou ao notar que ele estava se mexendo - Me desculpe - disse, sem meias palavras - Eu não deveria ter me exaltado, sequer cedido às provocações dessa menina aí - Sheu viu que seu discurso não estava indo para o lugar que ela tinha imaginado e respirou fundo para continuar - de Ohanna, é esse seu nome? E nem mesmo provocado. Tudo não passou de um mal entendido com uma boa dose de anseio, por conta da morte do garotinho. Não deveria ter sacado a varinha. É o mal de sermos bruxos, eu acho, tentamos resolver tudo com ela. Pra mim, essa discussão já deu. Da minha parte, vou tentar manter os ânimos calmos aqui, mas se não abrirem logo essa porta... eu mesma explodo ela - e olhou para a outra garota - Minha paciência tem limite.

Jão estava se sentindo adulto e importante. Era um sentimento bom, que parecia inflar o peito e até o ar ficava com um cheiro diferente. Como estava ainda deitado, não se esforçou muito para não perder aquele feeling.
Mas como Jão sempre foi uma pessoa muito facil de convercer, não demorou muito até que ele levantasse a manga do casaco que estava cubrindo parte de seu rosto.

-Pfuuuuuuuuussssssshhhhhh - Jão soproua manga que saiu de cima de seu rosto, seus olhos estavam quase fechados pois a claridade fazia com que seus olhos claros ardessem um pouco.

- Olha Sheu, realmente não gostei dessa briga de vocês. Mas entendo sabe, não tenho dúvidas que um pouco foi por causa da morte do garoto. mas mesmo assim né... - Jão sorriu e deixou transparecer que já não estava mais chateado.

Jão estendeu a mão para que Sheu, esperando um cumprimento que sempre faziam depois que brigavam. No mesmo insatante Sheu entendeu o recado e tocou na mão de Jão ~like always~

Antes que Jão pudesse voltar a cobrir o rosto Ohanna começou a falar..

- Eu peço desculpas, mas eu odeio que as pessoas leiam a minha mente e esta história está muito mal contada, tenho certeza de que minha mente estava fechada e, se ela não tentou ler, alguma explicação deve existir para isso.

- Nãããão, denovo nããoo.... MERLIN!!!!- Jão revirou os olhos e tratou de cobrir rapidamente o rosto.


- Meu nome é Ohanna sim. Se quiser podes sair, não estou prendendo ninguém aqui, apenas baixei a trinca de cabine. E se puderem me fazer um favor, pode sair logo, garota, já me estressei o suficiente por hoje e não pretendo utilizar a minha varinha com alguém ASSIM como você.

Ohanna começou falando isso com uma voz séria e calma, mas aos poucos foi se tornando dura, decidida e um pouco metida, mas era bem aquilo que ela queria fazer. Não era culpa de Ohanna se ela não tinha irmãos, mas falar que ela era sozinha e amarga foi demais, aquilo ia ter resposta, mas em outro dia.
Jão sentiu que aquilo iria render mais 'pano pra manga', uma expressão trouxa muito usada.

A manga já não estava mais fazendo com que Jão pudesse se esconder, então ele lembrou que tinha alguns chocolates dentro do bolso. Jão levantou-se calmamente e enfiou as mãos nos bolsos e gritou.


- Uhhuuuuullll!! Achei!!! - Jão tratou logo de dividir em partes iguais para as duas para que não houvesse mais brigas. - Tó, comam vocês vão se sentir melhores.

Jão entregou para as duas e sentou-se novamente de frente pra elas, enfiou um pedaço consideravelmente grande na boca e puxou um assunto..

- O que... -chomp ,chomp- vocês acham - Nhack, chomp - dessa morte no trem?

Ao acabar de falar Jão se babou e chocolate derretido escorreu de sua boca, Jão não se importou mas ficou atenciosamente esperando uma resposta.



[OFF]¹Genti,, maizáá nóis em!? ahuehuahue
ahhh nosso cumprimento Sheu.. eu inventei tá.. mas como somos gemeos temos noosssos próprios uaaii ^^

² usei uma frase do Lupin.. vocês acharam ela?! ( joguinho onde esta wally lembram?! ahuehuahueh)

³Ohanna , Ohanna. Tá locoo heim, te acalma moça.. no more fights ok!? not yet ahuehuahueh
fala ~ pensamento ~ narração ~ outros personagens ~ off

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Re: O EXPRESSO DE HOGWARTS

Mensagempor Vinnie » 01/08/09, 15:44

Vinnie segurou a garota que dobrava-se em lágrimas enquanto o atacava aos gritos, aquilo já estava ficando pesado demais

-Para com isso! me escuta! Tentava ser o mais sutil possível mas o momento não era oportuno para uma conversa
-Escuta aqui Guria, eu não vou discutir com você, eu sei que o que eu fiz pode parecer muita canalhisse, mas eu fiz o que eu achava certo, não vou implorar pelo seu perdão até porque eu te conheço bem e sei que isso ia durar horas a fio aqui nessa cabine, você sabe que o que eu sinto por você é muito forte e eu vejo que você sente o mesmo, não adianta negar.

Nesse momento seu tom de voz já era mais baixo, até para não chamar a atenção de mais pessoas no vagão
-Me escuta, eu não fiz nada de errado se é o que você quer saber, mas é algo que nem eu posso explicar no momento, há muitas coisas envolvidas, eu sei que coisas estranhas aconteceram no ano passado e eu tive de buscar algumas respostas..sozinho..não tem nada a ver com você, e bem..coloca a cabeça no lugar, nós estamos quase nos formando, falta tão pouco, não é mais hora para esses joguinhos de brigas, já somos quase dois adultos, vamos agir como tal? Eu vou sentir muito se você não puder me compreender, mas se a sua decisão for essa, eu não vou fazer mais nada para mudar.

conseguiu sentar-se enfim num dos bancos, quase desmaiando, pegou os caramelos do bolso e comeu um pouco, em silêncio.

Desculpa Lily, não posso te falar nada ainda, talvez tenha sido um erro fatal nesse ponto mas bem, fiz a escolha mais sábia..

-Deixa eu te perguntar mais uma coisa..o que é que aconteceu por aqui pra trancarem as cabines??
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Re: O EXPRESSO DE HOGWARTS

Mensagempor Daniel Feather WP » 01/08/09, 15:50

Daniel deu alguns passos ao lado do professor de Astronomia, mas praticamente de um jeito "automático". Ele andava apenas se guiando pelos passos do professor, e apesar de ter ouvido antes, sem saber bem para onde estavam indo. Quando David parou por alguns instantes, perto do sr. Ruthven para lhe dizer alguma coisa qualquer (que obviamente Daniel não prestou atenção), o garoto voltou os olhos novamente na direção do local onde estavao corpo do garoto, agora coberto pelas linhas feitas por Renan. Aquilo ainda estava deixando Daniel atordoado, muito mais do que ele mesmo imaginava.

Logo o sr. Bergerson voltou a andar, e Daniel seguiu com ele. Eles andaram por alguns metros até finalmente alcançarem a cabine dos professores, local onde certamente o professor havia deixado suas coisas, inclusive o papagaio Glas. Ele concordou com a cabeça quando eles entraram e viram a professora Pri dormindo, e David lhe fez um sinal para que fizessem silêncio. Então andaram até onde o professor havia deixado suas coisas, e logo ele entregou Glas em seu poleiro nas mãos de Daniel, pedindo que o segurasse. Daniel segurou a ave, e enquanto a acariciava, David disse:

- Vou escrever um pergaminho com... bem, você sabe. Aí abrimos a janela e você libera nosso amigo, ok?

Daniel não disse nada, apenas respondeu mais uma vez balançando a cabeça. Enquanto segurava o papagaio e o professor escrevia o pergaminho que iria ser enviado ao pai do garoto que morrera, Daniel voltou a lembrar, agora ainda mais detalhadamente, daquela triste noite no final do primeiro ano. Algumas imagens vinham forte em sua cabeça, a sra. Eiluned no salão, o salgueiro, a sombria casa dos gritos, a pedra de brilho avermelhado, o salgueiro novamente, a espada... Não parecia que já tinha se passado quase 1 ano e meio desde então. As imagens daquela noite ainda estavam frescas em sua mente.

De repente, piscou os olhos, e voltou a se concentrar no que o professor de Astronomia fazia. Só então o garoto se deu conta de que David pretendia usar Glas como mensageiro ao inves de uma coruja. Daniel não sabia, mas o papagaio parecia tão frágil, não seria a melhor coisa a fazer. De certa forma, ele também já tinha se apegado a Glas, e ainda que fosse uma ave, não queria que algo acontecesse com ele. Então, enquanto o professor ainda escrevia no pergaminho, Daniel disse:

- Ele.. ele vai ficar bem?

Mas o sr. Bergerson parecia tão concentrado no que fazia, que sequer respondeu a pergunta do garoto. Quando ele finalmente terminou de escrever, deu um suspiro profundo e então se dirigiu novamente a Daniel e ao papagaio. O professor enrolou o pergaminho e o diminuiu com a varinha, e então o colocou no bico de Glas, que o segurou prontamente, como se não fosse a primeira vez que ele fazia algo assim. Daniel ouviu o professor dizer alguma coisa para a ave em um língua esquisita (e obviamente o garoto não entendeu), e logo depois abrir a janela e fazer um sinal a ele dizendo que podia soltar a ave lá fora.

- Muito bem, acho que já pode soltá-lo pela janela. Glas irá levar a triste mensagem em segurança até seu destinatário, e voltará em segurança... - David disse, e Daniel entendeu que ele finalmente estava respondendo, de algum jeito, a pergunta que ele tinha feito há pouco.

Então Daniel apoiou os braços na janela, o vento entrando forte por ela fez seus cabelos esvoaçarem. Colocou Glas do lado de fora, e no mesmo instante a ave bateu as asas e voou para longe, levando no bico o pergaminho com a triste mensagem. Daniel ficou ali ao lado do sr. Bergerson, apenas observando o pequeno Glas desaparecer no horizonte. E por alguns instantes chegou a esquecer de todos os problemas...
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Contagem inversa:
1

*Ainda não acabou...*

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Re: O EXPRESSO DE HOGWARTS

Mensagempor fênando » 01/08/09, 16:10


Nando percebia que o clima na cabine estava mais tenso e obscuro, refletia exatamente a aura de nervosismo e curiosidade que invadiu o trem depois da morte do garoto. Ele sentia muito que a vida de um garoto pudesse valer tão pouco para alguém mau intencionado, mas não conseguia sentir mais nada por um garoto que ele nunca tinha visto na vida. Era estranho olhar para a garota que sentava a sua frente na cabine e ver que ela chorava ao pensar na morte do garoto, que sentimentos poderia levar uma pessoa a sofrer por alguém com quel ela nunca trocara nenhuma palavra?

Preferiu não fazer nenhum comentário naquele momento, muito pouco do que ele dissesse poderia ajudar agora, provavelmente seria muito pior se ele dissesse o que não devia como costumava acontecer quando ele abria aquela maldita boca. Quando as portas foram trancadas, provavelmente por um feitiço de algum dos membros do corpo docente, a outra moça, Serena, “a futura jornalista do profeta”, voltou-se para a garota e tratou de confortá-la e, de certa forma, passou a confortar o Nando que se preocupava calado com a menina.

Onde está a Srta Le Flay? Engraçado, ela saiu um pouco antes do men..- Serenna falou enquanto tentava confortar Nany - ela saiu já faz um tempinho, será que ela está bem?

-provavelmente – respondeu o garoto que suspeitava bastante dessa saída repentina da guarda caças da cabine em que estavam. Logo depois a porta se escancarou e a pergunta foi respondida pela figura da guarda caças entrando pela cabine e fechando a porta logo em seguida.

Estranhamente, na mente de Ferdinand, a mulher estava com um semblante um tanto triste, “talvez seja só a preocupação com o que acabou de fazer...ou eu que posso estar completamente enganado...”, mas ao ver a mulher sentando ao seu lado novamente, deu uma leve olhada de lado como quem diz: estou de olho! Ela assim que se sentou começou a procurar alguma coisa em seu malão, Nando imediatamente colocou a mão na varinha. Ele sabia que muito pouco poderia fazer com uma bruxa experiente, mas ia fazer muito estrago antes de se entregar. Mas ela tirou apenas um frasco contendo um líquido marrom, que logo foi servido em taças recém conjuradas.

-Bebam, pricipalmente a Srta. Rodriguez, isso vai lhe acalmar. Apesar de vocês, não terem idade para beber Wisky de Fogo, estão precisando - Todos olharam para a taça:-Não está envenenado - Completou .

O clima pesou de vez na cabine, a tensão se misturava com o mistério e o temor envolvido naquela relação tão fraca que existiam entre aquelas pessoas, cada um se conhecia muito pouco, nenhum entendia o outro profundamente e as especulações sobre o que se passava na mente de cada um naquele momento deixava o ambiente carregado como os momentos que precedem a detonação de uma bomba. Ele não pretendia realmente beber aquilo, mas era uma espécie de ordem de uma funcionária da escola, e naquele momento quisesse Nando ou não, ele estava sob seu “comando”. Mas para seu completo alívio a Srta. Moon se levantou:

Me desculpe Srta. Le Flay, mas ninguem aqui vai tomar nada principalmente esses dois, está bem claro que nenhum deles tem idade para esse certo tipo de bebida, acho que podemos contornar esse clima apenas com conversas, por isso nada de bebidas, feitiços, poções ou seja lá o que for. - levantou uma das sombrancelhas e continuou - Afinal somos duas adultas responsáveis e não queremos que nada de ruim aconteça nessa cabine, certo? - rapidamente sacou a varinhas fazendo as taças desaparecerem. -Nany você já está melhor num é mesmo querida?

Momento “salvou a pátria”. Nando ficou aliviado, mesmo que não aparentasse ao ver a taça de sua mão desaparecer. Ele reparava nos olhares entre as duas mais velhas e não gostava nada daquele ambiente, mas não podia deixá-lo por conta das portas fechadas. Olhou novamente para a paisagem que ficava cada vez mais fria e escura.

-será que estamos chegando?
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Re: O EXPRESSO DE HOGWARTS

Mensagempor Storyteller » 01/08/09, 16:29

~

A insegura locomotiva se move apressada enquanto a chuva a castiga, pune. Afinal, sangue tão vermelho quanto seu exterior agora ornava uma das cabines daquele trem.

Enfim, caros passageiros, a viagem já está perto do fim. O nosso destino se aproxima; infelizmente, o do menino assassinado cedo demais chegara. Aprontem suas coisas e vistam suas cores, meus caros, que a noite negra já vai acabar, que as torres de Hogwarts logo estarão visíveis à distância.


~
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Re: O EXPRESSO DE HOGWARTS

Mensagempor Gui M. » 01/08/09, 16:43

    Seus olhos estudavam as pequenas rachaduras banhadas pelo sangue – dessa vez mais grosso e ressecado, devido ao tempo que havia se passado – esperando para que a professora Blazek pudesse lhe transmitir o que quer que fosse a respeito daquela morte. Sua curiosidade atiçou – se com a convicção de suas palavras, as quais poderiam ser usadas como uma boa oportunidade de eliminar as suspeitas que recebia constantemente de seus fiéis opositores. Manteve - se estático, demonstrando firmeza e altivez em sua expressão. Postura era tudo naquele momento.

    Como era costume acontecer nos últimos meses, os seus pensamentos foram abruptamente desviados para outros patamares, muito mais preocuposo, diga – se de passagem. Não tinha sequer notado os pequenos detalhes que captou nos breves feitiços que pronunciou sobre o corpo do óbito. Sabia que estava cercado de uma magia negra muito forte, isso não lhe restava dúvida nenhuma. Mas, o ritual de presença de magia hostil não se limitava a uma morte. Poderia também funcionar ao caso de alguém que estivesse perto obter uma força obscura significativa. E, para piorar a situação, a presença maligna que sentiu poderia ser a do próprio executador do feitiço. No caso, o próprio Ariel.

    Seus profundos devaneios, assim como sempre aconteciam, foram interrompidos por uma voz que desejou não ouvir naquele momento. Um sussurro irritante atingiu os seus ouvidos, decodificando as palavras de acusação do professor Bergerson. Dessa vez, não deu – se ao trabalho de respaldo, permanecendo no mesmo lugar, estático. Puxou uma quantidade de ar para dentro de seus pulmões tentando manter a sua calma aparente. Percebeu que o seu grande amigo ainda estava ao lado do garoto misterioso que chamara a atenção de seu sobrinho. Estranho, nunca achou que David seria a melhor opção para a acompanhar crianças...

    Não pôde evitar de esboçar um sorriso debochado, ainda de costas para o outro. Afinal, ele era um Feather. Um Feather. E, como sabia muito bem sobre esse assunto, Bergerson era tão culpado quanto ele. Por um momento, ficou imaginando o desgosto que Leyb sentiu em possuir um irmão desses... traidor. Não merecia nem ter sido batizado com tal nome. Ouviu os passos conjuntos do professor e do jovem aluno, os quais foram em direção da saída da cabine. Ótimo. Estava na hora de voltar a sua atenção para a senhorita Blazek, assim como ela acabava de ter - lhe sugerido. Hum... senhorita.

    Devolveu o olhar fixo para a mestra de Feitiços que começava a dar o seu quadro clínico para aquela morte. Desconfiou de uma tentativa de penetrar em sua mente, usando de métodos pouco satisfatórios em relação a um professor em DCAT. Sorriu, por dentro, ao passar tal idéia por sua cabeça. Antes mesmo de saber falar, Ariel fora obrigado a saber fechar a sua mente para qualquer possível invasão. Não poderia colocar em risco os segredos mais profundos de sua família, justificando, dessa forma, a sua habilidade em Oclumência.


    - Sim eu compreendo, professora. Por favor, continue. – adicionou ao momento em que as explicações de Katerina sofreram uma breve pausa.

    Intoxicação exógena. Levou as mãos até o queixo, em gesto indagativo, analisando o significado dessas palavras. Observou atentamente a tentativa da professora Blazek ao retirar o insuflador de sua posse, vindo a colocá - lô contra a luz posteriormente. Estendeu a mão, recebendo o objeto logo após a confirmação da curandeira em afirmar que o veneno seria proveniente de acromântula. Balançou a cabeça demonstrando uma falsa concordância com as palavras de sua colega. Acromântula, Basilisco, Trestálio... não sabia diferenciar a procedência que distinguia o veneno de tantas espécies de animais bruxos bizarros.

    Não que fosse um total ignorante sobre a matéria de Poções, mas em muito tempo de sua vida as escondidas, as únicas criaturas mágicas que via eram simples corujas. Ou então, cangurus saltitantes das terras australianos onde passou muito tempo fugindo de certos assuntos. Intrigou – se com a pergunta que lhe foi dirigida, em relação se conhecia possíveis locais aos quais vendessem veneno de Acromântula. Se sabia? Era melhor preparar uma lista para anotar os lugares em que se faziam presentes tal ingrediente de poções mortíferas. Direcionou o seu olhar para o teto, dando a impressão de estar relativamente pensando sobre o questionamento que lhe fora feito. Até por que, não poderia deixar que pensassem que era um traficante do mercado negro.


    - Bem, digamos que aqui em Londres, podemos facilmente encontrar o veneno na Travessa do Tranco. Mas, devido as constantes pressões do Ministério ao local, creio que não possamos mais dizer o mesmo. Na Alemanha, até tempos atrás, esse ingrediente era legalizado... poderia encontrá – lo até mesmo em uma loja de doces. Mas depois de sucessivas mortes... erh, acho que já sabe o que realmente aconteceu em seguida.

    Fitou profundamente as expressões da bruxa, sentido uma estranha sensação a cada segundo que os seus olhos continuavam pousados sobre os dela. Estava na hora de agir. O envenenamento foi uma grande idéia.... quem mais descobriria o assassino, dessa forma? Deu alguns passos a frente colocando a sua mão sobre a parede, tocando no sangue expelido dos pulmões da criança assassinada. Esforçou – se para esconder um sorriso malicioso que teimava em aparecer em seus lábios, por um motivo ainda obscuro.

    Recomposto, voltou a olhar para a professora Blazek novamente. Aproximou – se dela com seu habitual ar de imponência, pronunciando as palavras com um perigoso tom sibilante.


    - Seus conhecimentos sobre Poções são impressionantes, não há como negar. Apenas uma pessoa com tamanha profundidade sobre esse assunto poderia preparar um envenenamento capaz de levar alguém a morte, por mais miúdo que fosse. – completou, referindo – se a massa quase insignificante do primeiranista.

    O tom que empregou em sua voz poderia ter soado como provocador, ou mesmo como uma ameaça. Não conhecia Katerina ao ponto de lhe fazer um julgamento mais afinco, mas pelo seu histórico, ela demonstrava ser alguém dos mesmos interesses compartilhados por Ariel. Ou então, muito pelo contrário. Uma incógnita, ainda.


    - Ao que me parece o trem já vai chegar à Hogsmeade. Acho melhor recolhermos os nossos pertences e nos preparar para o desembarque dos alunos. O que me diz?

    Uma estratégia de fuga? Não, não mesmo. Que a presença da professor Blazek poderia se tornar perigosa, isso ele sabia. Percebeu alguns declives em seu comportamento, enquanto os seus olhos continuavam fixos sobre a bruxa. Estaria ela nervosa? Preferiu não tentar descobrir no momento. Aquela situação em que ambos se encontravam exigia um maior grau de cautela. Tinham que eliminar suspeitas... e teriam um ano inteiro pela frente para fazerem isso.

Off ~ Post gigante ²
Só para finalizar ações \o
. Come into the light
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Re: O EXPRESSO DE HOGWARTS

Mensagempor G. R. Martins » 01/08/09, 18:10

Lugh acordou, cansado e confuso. Ele imediatamente fechou a porta da cabine, temendo que ele tivesse dormido demais. Ele imediatamente fechou as cortinas e trocou de roupas. Depois disso, ele se sentou e pegou a carta novamente, preocupado com os termos escritos ali.

"...E desconfio que você não seja o primeiro."

"Desconfio que você não seja o primeiro? Houve outro Ereshkigal fora das Artes das Trevas? Poderia ele... ter estudado aqui em Hogwarts?"

Ele já estava com suas roupas da Corvinal, esperando para começar o segundo ano, e tinha se admirado ao ver o trem novamente. Ao mesmo tempo, Lugh se sentia preocupado. Poderia o atentado ao garoto ter sido na verdade, direcionado a ele? Ele sabia que na visão dos seus outros parentes que não Raye e Uthart, ele manchava a honra da família ao não ser um bruxo das trevas. Ele também estava com o livro de Ereshkigal, cobiçado por eles como a herança perfeita. Lugh também estava confuso porque se o ataque não fosse contra ele, poderia ele ter relação com o atraso no início do ano letivo? E seria outro perigo que ele teria de enfrentar?
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Re: O EXPRESSO DE HOGWARTS

Mensagempor Lily Weasley Potter » 01/08/09, 18:49

Lily estava com muito rancor. Agiu da forma que ela menos esperava, guardara tanta frustração dentro de si que não sabia como tudo ia reagir se algo inesperado como agora acontecesse. Mas ela tinha mandado a sanidade aos tronquilhos. Ela queria esmurrá-lo.

-Para com isso! me escuta! O garoto do seus pesadelos falou com uma voz firme, mas tranquila-Escuta aqui Guria, eu não vou discutir com você, eu sei que o que eu fiz pode parecer muita canalhisse,- “Muita canalhisse? Ele ta brincando comigo..hunf”. Pensara com os pulsos presos pelo garoto - mas eu fiz o que eu achava certo, não vou implorar pelo seu perdão até porque eu te conheço bem e sei que isso ia durar horas a fio aqui nessa cabine, você sabe que o que eu sinto por você é muito forte e eu vejo que você sente o mesmo, não adianta negar.

O tom da voz do garoto diminui e Lily estava com olhos arregalados porque as últimas palavras a acertaram em cheio seu coração. Parecia sangrá-lo.

_eu-eu- ela balbuciou sem que nem ela mesmo conseguisse ouvir sua voz.

-Me escuta, eu não fiz nada de errado se é o que você quer saber, mas é algo que nem eu posso explicar no momento, há muitas coisas envolvidas, eu sei que coisas estranhas aconteceram no ano passado e eu tive de buscar algumas respostas..sozinho..não tem nada a ver com você, e bem..coloca a cabeça no lugar, nós estamos quase nos formando, falta tão pouco, não é mais hora para esses joguinhos de brigas, já somos quase dois adultos, vamos agir como tal? Eu vou sentir muito se você não puder me compreender, mas se a sua decisão for essa, eu não vou fazer mais nada para mudar.

Ele sentou-se e pôs-se a comer caramelos que tinha trazido consigo, silenciando-se. Lily conseguiu parar e observá-lo, ele parecia mais cadavérico que ela. “Pare!!!”. Ela brigava com seus pensamentos, sentimentos, angústias. Emoções que afloraram tão de repente como se ela estivesse em pura adrenalina quando jogava quadribol.

-Deixa eu te perguntar mais uma coisa..o que é que aconteceu por aqui pra trancarem as cabines??

Lily respirou fundo, precisava se controlar. Ela havia conseguido isso por meses. Escondido seu sentimento de dor no baú mais profundo do seu coração. Ela tentaria agir normalmente, apesar de sua frieza. Arqueou o queixo, em sua pose nada amigável.

_Hm... um primeiro anista foi assassinado pelo que parece, e todo Expresso está a polvorosa ela tentou puxar mais alguma coisa de sua memória e o diretor pediu para que ficássemos aqui nas cabines. Provavelmente ele enfeitiçou as cabines nos trancando por fora enquanto tomavam alguma providência.ela olhou pela janela, vagando em pensamento e já conseguindo visualizar Hogwarts. “Até que enfim..”. Pela primeira vez ela se sentia feliz em chegar na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Porque ela poderia sair logo da cabine que tanto lhe trouxeram pensamentos que ela evitara por meses.

_Bem, estamos chegando, melhor aprontarmos nossas coisas para descer ela respirou profundamente imagino qe sairmos daqui será mais cuidadoso que das últimas vezes e deverá ter muitos aurores na estação pra nos escoltar, bem ela guardou sua varinha- com licença, vou arrumar meu malão.

Virou-se e foi mexer em suas coisas, sem dar resposta alguma do que talvez Vinnie quisesse ouvir. “Amor e ódio são uma mistura estranha...”Apenas ouviu ele respirar pesadamente e levantar-se arrumando suas coisas. Lily não o olhou mais, ela sabia que seria traida por seus sentimentos se o fizesse


[Off] Finalizando açoes minhs e do amor o//
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Re: O EXPRESSO DE HOGWARTS

Mensagempor Katerina B. » 01/08/09, 19:22

    Spoiler
    Narração
    Pensamentos
    Falas
    Falas de outros


    À medida que falava, notou no comportamento de Ariel Ruthven duas coisas que se passavam por sua cabeça - e sem precisar de legilimência. A primeira, era que ele não entendia nada sobre o assunto que ela destrinchava, como se numa bizarra língua tribal africana. A segunda coisa, e a mais evidente, era que Ariel não estava disposto a comprar sua dissimulação. Fazia poucos ou nenhum movimento e, a despeito do diálogo, toda sua atenção se concentrava única e simplesmente a retribuir a intensidade do olhar dela. Se não estivesse tão determinada pelos últimos acontecimentos, Katerina não teria encontrado forças para vencer aquela prova de resistência. Aquietou-se, nem tanto aliviada, quando foi a vez dele falar sobre a disponibilidade do veneno de acromântula, e então a desconfiança trocou de lado na conversa.

    Travessa do Tranco? Alemanha? Tinha revirado todos aqueles e muitos outros buracos na Europa; qualquer imbecil procurando uma agulha num palheiro sabia que era inútil perder tempo nesses lugares. O professor estava preservando a própria reputação ao dar uma resposta tão rasa. Franziu as finas sobrancelhas, fingindo um interesse igualmente superficial.


    "Bela esquiva, Ruthven. Vai continuar pensando que eu caí nessa sua de João-sem-braço."

    Katerina escondeu um pequeno sorriso debochado bem a tempo de receber as costas de Ariel, que agora examinava o sangue seco tatuado nas paredes com mais entusiasmo. Quase impediu-o de tocar os fluidos do menino, mas aquela voz infantil e cruel dentro de si convenceu-a do contrário. Deixaria que ele sentisse os dedos formigarem, minutos mais tarde, quando os resquícios de veneno agissem fracamente sobre sua pele doentia. O pensamento vingativo fê-la ignorar a expressão maliciosa do mestre de DCAT. Ele voltou-se em sua direção - frio, imponente, secretivo - e Blazek teve a macabra impressão de que ele poderia muito bem ser capaz de um assassinato. Ariel Ruthven fazia o tipo de criminoso que não se ressentia por seus atos, mas que também não conseguia fugir das suspeitas. Talvez Bergerson estivesse certo sobre seu caráter. Sim, Bergerson...

    - Seus conhecimentos sobre Poções são impressionantes, não há como negar. Apenas uma pessoa com tamanha profundidade sobre esse assunto poderia preparar um envenenamento capaz de levar alguém a morte, por mais miúdo que fosse. – como que adivinhando suas divagações, ele usou a voz asmática para fazer com ela o mesmo que fizera com o referido professor de Astronomia.

    Katerina, no entanto, não recuou diante da provocação. Deu-lhe um sorriso de canto, dirigindo-lhe um olhar quase tranqüilo. Tinha sua especialidade como um bom álibi, mesmo que tivesse sido sempre um zero à esquerda no que dizia respeito a Poções. Não era como se realmente dominasse o conteúdo como um todo. A verdade é que sabia muito sobre veneno de acromântula, simplesmente. Aliás, perdera boa parte das férias dedicando-se a esse estudo específico. Estendeu seu sorriso e respondeu-lhe num tom ameno:


    - Professor Ruthven, eu poderia tomar suas palavras por ofensivas, se eu não tivesse certeza absoluta que acabei de lhe dizer que sou curandeira, e não assassina.

    Do lado de fora, a paisagem se tornava cada vez mais familiar e a Estação de Hogsmeade surgia na linha do horizonte como um ponto onde os trilhos encontravam seu fim. A sugestão de se aprontarem para o desembarque partiu muito bem-vinda de Ariel, e Katerina concordou delicadamente, tal se aquela pequena acusação nunca tivesse ocorrido. Devolveu-lhe o olhar pesado, no entanto, sustentando as mãos trêmulas atrás de si.

    Não conhecia o professor Ruthven, mas a posição passiva-agressiva que ele mantinha diante dos fatos traduzia uma reação exageradamente defensiva. Primeiro Bergerson, agora ela...quem mais seria o próximo acusado por ele? Será que enxergava o quão culpado parecia espalhando suspeitas para todos os lados? Talvez sentisse medo. Talvez não. Talvez fosse apenas um homem um tanto desagradável que gostava de humor negro.

    Mas a fama que o precedia...Ah, isso não era de se ignorar. Por hora, não o tomaria nem por aliado e nem por inimigo. O tempo - esse sim - revelaria a utilidade de Ariel Ruthven em seu caminho.


Off: Só pra finalizar.
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Katerina B.
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