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Grimmauld Place • Exibir tópico - O Paciente Inglês [Fic Nova da Regina] TERMINADA!!!

O Paciente Inglês [Fic Nova da Regina] TERMINADA!!!

Publiquem suas fics aqui para os outros opinarem.
Não se esqueçam de também postarem no Floreioseborroes.net.

Moderadores: O Ministério, Equipe - Godric's Hollow

Mensagempor Zoé Magnus » 29/04/06, 17:40

Demorei mas li tudinho :mrgreen: ! Ai é tão bom chegar no grim no findi e achar um tantão de capitulos seus pra ler! To adorando esse "novo-velho" Snape! Ta muito bom (como sempre)!
:palmas :palmas :palmas
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Mensagempor Morpheus-O- » 02/05/06, 19:09

Poxa?!?
Hoje não teve Capitulo! :shock:
Puxa! Bem é esperar por amanhã!!! :lol:
Ps:Entre, leia e comente as minhas fic's:
---------->História da Fundação-<----------
e a nova:
----------> Resolvendo o Passado (Lupin/Mary)<----------

sem mais,
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Mensagempor Pedro Potter Rincewind » 02/05/06, 21:42

REGINA,por acaso o kra seria o S...... S.... ???Brigaduuuuuuuu
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Mensagempor Regina McGonagall » 03/05/06, 08:42

Morpheus-O- escreveu:Poxa?!?
Hoje não teve Capitulo! :shock:
Puxa! Bem é esperar por amanhã!!! :lol:


Perdoe-me... aqui estava uma loucura, ontem, e como sempre reviso o capítulo antes de postar, não deu tempo.

Este é curtinho, praticamente sem ação, apenas reflexões de nosso já nem tão desmemoriado paciente inglês...

=================================


Cap 11

A semana transcorreu sem maiores incidentes. O Natal se aproximava, Sarah viajou de volta para comprar os presentes, mas ele não quis acompanhá-la. Nem pensar em mais um passeio pelo shopping!
Berenice foi com ela, e como se demorariam talvez mais de um dia por lá, Snape se viu na perspectiva de ficar sozinho na casa, tendo apenas Martinho e Beatriz por companhia.
Aproveitou o dia sem a presença dela para realmente pensar no que fazer, agora que já sabia quem e o que era.

Sua memória voltava aos poucos, começava a recordar os acontecimentos após sua fuga de Hogwarts, mas não queria falar nada a respeito, não ainda. Além de confuso, era doloroso. Mesmo agindo sob ordens do próprio Dumbledore, fora seu assassino. E enfrentara muitos momentos difíceis depois daquilo.
E ainda havia Harry Potter... eles ainda tinham uma questão pendente para resolver.

Ler os livros fora uma experiência realmente reveladora. Perceber o quanto suas ações eram sempre mal interpretadas pelo garoto, desde o início, perceber a insistência dos outros em fazer com que Harry o respeitasse como professor, ver a relutância de Harry em aceitar que ele, Snape, fosse o dono daquele livro que o ajudara tanto em poções...tudo isso o atingira intensamente e abalara algumas de suas convicções.
Riu ao pensar nisso. Claro que o ataque a Draco o fez desconfiar, ainda mais que Harry não conseguia ser um bom oclumente mesmo. E mais uma vez fora Hermione Granger quem revelara a verdade para o incrédulo Harry. Aquela garota merecia o seu respeito... por mais que o irritasse... mas porque era mesmo que ela o irritava? Talvez por lembrá-lo de si mesmo...

Snape passou as mãos pelos cabelos, e seu gesto o fez lembrar-se de Sirius. Passou a mão pelo rosto, sentindo a barra cerrada e sorriu. Não é que devia estar parecido com o “Pulguento”?
Não haviam resolvido suas diferenças, afinal. Não tiveram tempo. E concluiu que Sarah tinha razão. Eles nunca haviam buscado resolver aquilo, se envolveram nos ressentimentos e se deixaram levar por isso. Apenas Lupin parecia ter passado imune por aqueles anos...
Recordou o trecho do livro em que Lupin dizia a Harry que era agradecido a ele, Snape, por ter feito a poção por um ano inteiro, sem adulterá-la propositadamente, o que o teria prejudicado.
Descobriu que o outro o respeitava, embora as circunstâncias não permitissem que o chamasse de “amigo”.

Amigo... Quem fora seu amigo? Provavelmente, apenas Dumbledore, o homem que ele matara...

Mas aqueles que viviam naquela casa o chamavam de amigo... E o consideravam como sendo da família. E ele realmente se sentia “em casa”, sentimento que Severus Snape realmente nunca tivera em lugar nenhum. Nem mesmo em Hogwarts, nos onze anos de calmaria, claro, antes de Potter chegar! Mas espantou a imagem do garoto de olhos verdes da mente, para se concentrar nesse novo e desconhecido sentimento. Depois de tantos dias naquele convívio tão íntimo, descobrira que sentia aquela família como sendo sua, afinal. Via em Sarah a irmã que gostaria que tivesse existido...
Então, por um segundo, lembrou-se da cena vista na regressão. Se era verdade que existira uma outra criança na casa dos Snape, como teria sido se eles tivessem crescido juntos? Será que ele teria se tornado um homem diferente, pelo simples fato de ter um irmão ou irmã?

Da cadeira que passara a ser seu ponto favorito no canto mais escondido da varanda, invisível aos olhos externos devido à grande samambaia “chorona” cujas folhas extremamente longas quase varriam o chão, permaneceu em silêncio, ouvindo os sons da casa que o hospedava, como sempre fazia sempre que seus pensamentos o atormentavam por não chegar a nenhuma conclusão clara.
Da cozinha, chegava-lhe o cantarolar de Beatriz, sempre preparando algum quitute. Martinho ouvia música clássica na biblioteca. O que era hoje? Chopin, reconheceu de pronto, já conhecedor dos gostos do velho bombeiro.
Berenice viajara com Sarah, também precisava comprar presentes de Natal, e os filhos de Helena hoje haviam lhe dado uma trégua...
Mas ele até que gostara de debater com eles sobre “os livros”, de ouvi-los dizer que Harry era muito burro... Ah, como isso o divertira!

O telefone tocou lá dentro, e Martinho atendeu. E foi um supreso Snape que ouviu o homem dizer que o seu filho Felipe queria falar era com ele!
A conversa fora rápida. Felipe dizia que tinha novidades, que no dia seguinte queria conversar com ele, sem tardar. Ele ficou curioso. O que o médico poderia ter descoberto, diferente do que ele já sabia?
Ou será que o uso que fizera de sua varinha fora detectado, e alguém fizera contato com o médico, procurando por ele?
Não... isso não. Se assim fosse, teriam aparatado direto naquele jardim, atrás dele. Então, imaginou que atravessara algum tipo de barreira para estar naquele mundo, e suas magias não eram registradas.
Resolveu por isso à prova e fazer algumas transfigurações extras. Afinal, também precisaria providenciar alguns presentes de Natal... E imaginou o velho diretor sorrindo por cima dos oclinhos de meia lua.
- É, Dumbledore. Você acreditaria nisso? Acho que sim, afinal, você sempre teve o hábito de acreditar no melhor... E eu sempre duvidei disso... Agora, aqui estou, sentado numa varanda de uma cidade do interior do Brasil, veja só, pensando em presentes de Natal. Decididamente, eu já não sou o mesmo Severus Snape de sempre! E não venha me dizer que já não era sem tempo!

- Falando sozinho, meu amigo? – Martinho chegou à varanda – Olha que isso é sinal de velhice!
- Ou de loucura... qual deles é melhor? Ou... como Sarah diria: “menos pior”?
Os dois riram juntos, e Snape entrou em casa, o outro com o braço pousado paternalmente em seu ombro. Beatriz chamava para o lanche, e ele sempre ficava muito feliz com aquela versão “mineira” do seu saudoso chá inglês...que não deixava a desejar pra nenhum preparado pelos elfos de Hogwarts.

Nos dias seguintes, a casa fervia, com os últimos preparativos do casal Laurent para o Natal. E Snape se viu envolvido por eles nos preparativos para a ocasião. Embora a árvore já estivesse montada desde o início de dezembro, coisa que lhe causou estranheza, pois de onde vinha era costume só montá-la na véspera, havia coisas a fazer. Presentes dos netos e filhos para preparar, compras de supermercado, alterações na disposição dos móveis, completamente desnecessárias no seu entendimento. Enfim, Martinho e Beatriz estavam em uma enorme ansiedade, esperando as “crianças” como se os filhos não aparecessem há anos.
André acabara mudando de idéia, chegando um dia antes de Sarah e Berenice voltarem da Capital. Infelizmente, sua namorada Susan, não pudera viajar com ele, devido a "comproimissos familiares". Então, olhou espantado para aquele homem pálido, alto e magro, conversando com seu pai na sala, e também ocupando seu antigo quarto.
Snape já se desculpava ao saber disso, mas Martinho o tranqüilizou:
- Ah, isso não é problema, o que não falta nesta casa é quarto e cama para se dormir.
- Então, se há outro aposento na casa, eu faço questão. Se estou no quarto de André, eu é que tenho que me mudar, afinal, eu é que sou o hóspede, ele é da família.
- Você também é da família, Prof. Snape. – Martinho sorriu – Mas isso não é problema, realmente.
- Prof Snape? – André o fitou com estranheza.
- É meu nome... Quer dizer, seus sobrinhos decidiram que sou a cara do Prof. Snape, então, eu sou ele.
Ele disse isso com tanta naturalidade, dando de ombros como se fosse realmente uma brincadeira de crianças, que André aceitou. Martinho ainda explicou:
- Nosso amigo ainda não recuperou a memória, então, por enquanto, este é seu nome. Simpático, aliás, você não acha?
Como André também já lera os livros, não concordou inteiramente com o pai... mas concordou que o amigo estrangeiro da irmã “se parecia mesmo com Alan Rickman” e ficou por isso mesmo, para alívio de Snape.

À tardinha, as duas irmãs chegaram, cheias de embrulhos e caixas, e também ficaram surpresas por ver o irmão mais novo.
E a algazarra se generalizou, fazendo Snape erguer as sobrancelhas, divertido. Por um momento, imaginou a Sra Weasley recebendo todos os sete filhos para o Natal, mais os “agregados”: noras oficiais, pretendentes a noras e também a genro... e sua alegria se esvaiu, como sempre acontecia quando se lembrava dele: Harry Potter.
Sarah pareceu perceber e o fitou, preocupada. Mas ele lhe sorriu e se afastou do grupo familiar, sentindo-se momentaneamente o que era: um estranho.
Mas não conseguiu se manter à parte por muito tempo, pois Beatriz já o puxava de volta em seu abraço, e logo ele se viu envolvido de novo no calor da família Laurent.

Na mudança de quarto, ele ficou ao lado do quarto de Sarah e Berenice, e ela achou divertido chamá-lo de “vizinho”. Mas ele teve trabalho em esconder dela a surpresa que preparara para todos. Não queria que ninguém visse que ele também “comprara” presentes para toda a família.

========================
se der, posto o 12 também, daqui a pouco (sei que você entra à tarde, Morpheus, vou fazer o possível) :lol:
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Mensagempor Trinity_Skywalker » 03/05/06, 09:24

Regina, sou recente nesse fórum e só hoje entrei na sua fic pra ler. Pretendia começar pelos primeiros capítulos, ir devagarzinho até chegar no atual, mas não deu: não consegui parar de ler até chegar no capítulo de hoje!! Você escreve super bem, ADOREI!! Adorei a idéia (também sou fã de Snapefics), o tratamento que você dá ao Snape/alma-torturada-e-carente, é muito próximo do que eu acho dele também... A idéia de combinar o filme/livro "O paciente inglês" com o universo Harry Potter foi genial!! E, claro, quem poderia ser um "paciente inglês" melhor do que o nosso Ranhoso ??? Hehe... Enfim, adorei, virei sua fã.
Vou acompanhar direitinho a partir de agora. Capítulo novo hoje à tarde, será? :lol: Tomara!!
Ah, quando puder, dá uma passada na minha fic, SOMBRAS DA PRIMEIRA GUERRA pra dar uma lida e dizer o que acha... :oops: :D Confesso que ler a sua fic me deu umas idéias pra usar pro meu Severo jovenzinho... sem plágio, claro, mas acho que a sua caracterização do morcegão se afina bem com a minha!
PS: quanto à sua vocação Hermiônica, entendo completamente... 8) :wink:
Um beijão pra você!
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Mensagempor Morpheus-O- » 03/05/06, 09:41

Na verdade Regina McGonagall, eu não saio do Forum!
Risos...
Ando numa faze meio parada no trabalho e suas fic's são sem duvidas um passatempo mais do que divertido!
Mal posso esperar pra saber o que ele "comprou" de presente!
Gargalhadas!
ps: Realmente Alvus sempre teve razão!
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sem mais,
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Mensagempor Sally Owens » 03/05/06, 12:40

Finalmente!

Passei a uma boa perte da tarde e da noite conferindo e nada do capítulo novo!

Hoje veio :mrgreen:
Ebaaaaaa!

Estou louca para ver o encontro do "novo" Snape com seu mundo antigo!
Tomara que dê para vc postar mais um hj!

Quanto ao capítulo :palmas :palmas :palmas (sempre)

Beijão!
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Mensagempor Regina McGonagall » 03/05/06, 13:53

hehe... pra compensar vocês...
mais um pouquinho.
Feliz Natal!

(desculpem, não achei o link pra foto que eu queria colocar aqui... um certo alguém com o gorro de Papai Noel...)===============================

Cap 12

Na manhã seguinte, bem cedo, Felipe chegou. E foi logo dizendo ao hóspede da família que precisava mesmo lhe falar. Porém, era véspera de Natal e os irmãos o envolviam a todo instante, o que dificultou a conversa que queria ter com “John Smith” a sós.
O almoço foi a coisa mais ruidosa que Snape já vira na vida. E olha que ainda faltava a família de Helena...

À noite, todos foram para a infalível “Missa do Galo”. Martinho e Beatriz nunca deixavam de ir, e este ano fizeram questão de todos os filhos – e convidado – acompanhando.
Quando Sarah chegou à sala, os irmãos, brincaram com ela, assobiando e fazendo piadinhas. Ela usava um vestido preto, os cabelos presos num “rabo de cavalo” alto, brincos de argola de prata, sapatos de salto, enfim, ela estava “arrasando”.
Mas o que chamou a atenção de Snape foi outra coisa... Ao ajeitar a echarpe que acompanhava o vestido, ela deixou à mostra uma corrente de prata em seu pescoço, que sustinha um pequeno medalhão também de prata, em forma oval.
Esquecido de qualquer coisa, sem ao menos imaginar que poderia ser considerado inconveniente, ele caminhou até ela, resoluto, e tomou o medalhão entre os dedos, que ao ser tocado por ele, soltava suaves faíscas azuis e verdes... Examinou-o com atenção, causando estranheza a todos, que silenciaram, esperando sua explicação.
- Onde você conseguiu isso? – ele perguntou por fim.
- Tenho desde criança... – Sarah respondeu, em tom assustado.
- Sim, meu filho. Era a única coisa que ela tinha consigo, quando a encontrei. Além das roupinhas, claro – Martinho tentou ser engraçado, mas Snape o fitou, sério:
- Você tem certeza disso? – perguntou.
- Claro, homem. – Martinho parecia exasperado com sua repentina rispidez - Ela o tinha no pescoço, eu até achei isso muito perigoso, uma corrente tão fina no pescoço de uma criança é algo completamente impróprio... mas até foi daí que tiramos a idéia de chamá-la de “Sarah”.
- Esqueceu, meu velho? Que a primeira idéia foi Serena? – Beatriz atalhou – Por causa da inscrição atrás?
Enquanto Snape virava a pequena medalha para tentar ler a inscrição em letra muito fina e miúda, pra caber no pequeno espaço, Martinho explicou:
- Sim... era o nome gravado em sua roupa... Mas o achamos muito estranho... então optamos por Sarah.
- Ah, então “tá” explicado! – Berenice exclamou, quebrando a tensão – Por isso ela gostava da Serena... Mas vocês podiam ter usado esse nome mesmo, qual o problema?
- Até parece que você não conhece o pai que tem... – André comentou por sua vez, brincalhão.
Sarah tomou a mão de Snape, fazendo-o soltar o medalhão, pois já começava a sentir-se mal com aquilo.
Ele percebeu que fora longe demais, então deu uma desculpa esfarrapada de ser apreciador de jóias antigas e aquela o ter atraído irresistivelmente como colecionador que era... mas Sarah não se deu por satisfeita.
Ela própria começou a analisar a jóia, não pela primeira vez, mas com associações novas brotando em sua mente.

Não sabia o detalhe de ter o nome “Serena” gravado em suas roupas de bebê, e sempre atribuíra àquela jóia a escolha do nome por seus pais. Um duplo “S” em prata, com uma minúscula esmeralda cravada no centro, gravado em uma placa de prata pouco menor que uma moeda de dez centavos. Só agora, no entanto, percebia não ser um duplo “s” como sempre pensara. Era na verdade, um “S” apenas, com uma espécie de serpente lhe servindo de “sombra”.
Então, ela se lembrou do que poderia ter parecido a Snape. Sim, só podia ser. Ele associara o “S” e a serpente a Salazar Slyterin... Mas, como ela poderia ter algo que fizesse alusão a um dos fundadores de Hogwarts? Era só coincidência...
- Não é? – perguntou a ele, na caminhada até a igreja, que ficava apenas a algumas quadras.
- O que? – ele perguntou, como se não soubesse do que ela estava falando.
- Coincidência. Minha medalha ter algo que parece o símbolo de Salazar Slyterin...
- Acredito que sim. Mas, sinceramente, por um momento, me assustei ao vê-lo. E também...
- O que? – Sarah se assustou com sua expressão sinistra, pela primeira vez tendo consciência de que era um bruxo, e dos mais poderosos, ali ao seu lado.
- É que – Snape suspirou, como se desistisse de esconder algo dela – Há uma forte irradiação de magia nele, eu pude sentir, pude ver, mesmo sem a varinha. Amanhã, por favor, me deixe examiná-lo direito. Quero ler a inscrição do verso. Talvez seja a resposta...
Sarah sobressaltou-se. Como ela poderia trazer por tanto tempo um objeto mágico consigo, sem saber?
Felipe, próximo a eles, acompanhou a conversa com expressão enigmática, pensando consigo mesmo que não poderia adiar mais a conversa com seu amigo “desmemoriado”. E que, pelo jeito, ele não estava mais tão desmemoriado assim...

Eles chegavam à igreja. Tomaram lugar num dos compridos bancos de madeira, toda a família cumprimentando e sendo cumprimentada por conhecidos, o “hóspede” chamando atenção de várias cabeças que se viravam para observá-lo não tão discretamente, como seria de se esperar. Helena, os filhos e o marido já estavam lá, e logo a família Laurent estava ainda maior, com os sogros e cunhados de Helena se juntando a eles.
No retorno para casa, todos se preocuparam em colocar seus presentes sob a árvore, pois o almoço de Natal, Helena e os filhos estariam lá, era o momento em que a família abria tradicionalmente os presentes.
Somente após todos terem feito isso, e terminado mais um imperdível e delicioso lanche de “mamãe” Beatriz, é que se recolheram. Então, quando a casa se fez em silêncio, Snape saiu de seu quarto e colocou também seus presentes sob a árvore.
Por um minuto, ficou olhando as luzes que piscavam. Lembrou-se do salão principal de Hogwarts, invariavelmente enfeitado pelas árvores que Hagrid trazia da floresta e os professores ornamentavam de forma mágica.
Lembrou-se do teto encantado da escola, refletindo o céu estrelado e também neve caindo. Não, não teria neve em seu Natal este ano. Mas teria presentes e almoço em família... isso sim era novidade para Severus Snape!

O dia amanheceu mágico e lindo, como Sarah se apressou em comentar ao abrir a janela da sala.
O sol brincava lá fora, e muitas crianças já iam pela rua, experimentando e mostrando aos outros os brinquedos novos.
- Esta é a melhor parte da manhã de Natal. Por isso, gosto quando não chove. – ela explicou para Snape, que a fitava curioso, enquanto se reuniam para o café da manhã em família.
A mesa esta manhã estava ainda mais caprichada, com bolos confeitados, frutas, doces, enfeites. Beatriz se superara, como se isso fosse possível.
Quando Snape lhe disse isso, e ela respondeu com um tímido “bondade sua”, as filhas cutucaram-se entre si e dispararam a rir.
A mãe ralhou com elas, vermelha como uma das maçãs na mesa, mas seus beijos a fizeram esquecer a brincadeira.

Os votos de “Feliz Natal” a cada vez que mais um membro da família chegava à grande mesa da cozinha eram sinceros e contagiantes.
A manhã passou entre preparativos, onde até Snape se viu às voltas com legumes na cozinha, desejando intimamente poder usar sua varinha e resolver logo o problema, mas Sarah adivinhou seus pensamentos e brincou:
- Uma vez na vida, você terá um Natal trouxa, meu caro professor de poções! – e piscou para ele.
Ele sorriu de volta, e de repente, isso foi bom. Sorrir era novidade para o sempre carrancudo e mal-humorado ex-professor, mas estava se tornando cada vez mais comum em seus dias ali.
Mas não tinha certeza se aquele Natal seria totalmente trouxa... afinal, Sarah ainda não vira seus presentes!

***

Snape estava certo em imaginar a reação de Sarah ao entender o que ele tinha feito. Só uma coisa não previra: ela ficara realmente preocupada com ele! Com sua segurança! Afinal, feitiços executados em presença de trouxas mereciam advertência imediata, pelo menos, era assim nos livros.
Depois de tranqüilizá-la sobre isso, pois os fizera em condições especiais de proteção, repreendeu-a por não ter aberto o seu ainda, ao invés de ficar entretida com o “falso” xadrez de bruxo que ele dera aos filhos de Helena, peças iguais às do filme de Harry Potter, que se moviam para a casa enunciada em voz alta pelos jogadores. “Tecnologia japonesa” fora a conclusão de Martinho e explicação ideal para todos.

Sarah obedeceu, mesmo ainda curiosa com os presentes dos outros. E maravilhou-se ao ver o lindo vestido que ele lhe dera. A etiqueta interna dizia ser de Madame Malkin.
Era um vestido de festa, num tom de verde oliva, tomara que caia, levemente drapeado até uma faixa larga, bordada de dourado e prata, que deixava a cintura bem marcada. A saia abria em roda suave, levemente pregueada também. O tecido parecia veludo, porém mais fino e suave.Poderia parar por aí e seria um vestido normal, que ela poderia usar em qualquer festa que fosse, mas tinha um xale, ou melhor, um falso xale. Na verdade era um bolerinho com uma imensa gola xale, terminando num barrado da mesma faixa bordada que marcava a cintura. O xale cobria os ombros e braços até a altura dos cotovelos.

Enquanto todos agradeciam os presentes incomuns, mas seguramente não mágicos, ele tranqüilizou Sarah mais uma vez – com exceção do jogo de xadrez que ele apenas “incrementara um pouco” - foi a sua vez de receber presentes. Isso sim o surpreendeu. Martinho e Beatriz, Berenice e até os filhos de Helena haviam se preocupado em presenteá-lo.
Sarah brincou que desta vez, apenas desta vez, atendera ao seu gosto pessoal, presenteando-o com uma camisa de seda, preta.
Ele riu. E, de repente, sentiu-se realmente parte daquela família. E beijou Sarah no rosto, dizendo-lhe com sinceridade:
- Se eu tivesse uma irmã, teria que ser você! Este é o melhor Natal que já tive, obrigado.
Ela o fitou com os olhos cheios d’água, e até Martinho pareceu emocionado com tal declaração.

Felipe foi o único a permanecer em silêncio, observando-os. E decidiu-se: depois do almoço, sem falta, conversaria com o inglês. Aquilo precisava ser esclarecido o quanto antes, e a família toda estaria envolvida, afinal. Então, resolveu que a conversa teria a participação também de seu pai.

=================

Calma, gente! Já sei o que estão pensando, e a resposta é Não! R.A.B. não passou por aqui! :lol:
Regina McGonagall
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Mensagempor Morpheus-O- » 03/05/06, 14:35

Regina McGonagall escreveu:Calma, gente! Já sei o que estão pensando, e a resposta é Não! R.A.B. não passou por aqui! :lol:


Ufa! Ainda bem!

Mas eu tb quero um Xadrez de Bruxo!!!!!
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Mensagempor Pedro Potter Rincewind » 03/05/06, 17:00

MASSA ESTE NOVO CAP....VLW REGINA
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Mensagempor Sally Owens » 04/05/06, 13:08

:palmas :palmas :palmas

Quero saber da conversaaa!!!!!!

Beijão!
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Mensagempor Regina McGonagall » 04/05/06, 14:46

Sally Owens escreveu:
Quero saber da conversaaa!!!!!!

Bem... quanto a isso, não prometo nada por enquanto, mas alguns fatos já ficarão mais claros, neste pequeno capítulo:

=================================

Cap 13

Sarah observara preocupada, quando Felipe chamara Snape e, em companhia também de seu pai, eles entraram para a biblioteca e fecharam a porta, antes que ela conseguisse alcançá-los e entrar.
Quando eles saíram de lá, porém, quase uma hora depois, Felipe e Martinho riam pra valer de algo que Snape fizera ou dissera.
Ele ria com os dois homens, mas sua expressão não enganava a Sarah, algo muito grave fora dito ou acontecera naquela sala. Mas eles conversavam descontraídos, Martinho perguntava sobre os planos do filho de ir para o exterior no próximo ano.
Snape veio sentar-se no seu canto favorito da varanda, enquanto a casa se enchia de gente a chegar e a sair.
Sarah, mesmo contra a vontade, pois queria sentar-se ao seu lado e perguntar sobre o que haviam conversado por tanto tempo a portas fechadas, se viu cumprimentando amigos, parentes, contando e ouvindo casos, sorrindo e brincando com todos. Mas seu olhar sempre se dirigia para o canto silencioso da varanda, de onde Snape observava a todos em silêncio, sorrindo educado quando alguém se dirigia a ele.

Ele tinha muito em que pensar, e não achava conveniente, pelo menos por enquanto, revelar a Sarah o teor daquela conversa, as suspeitas que Felipe levantara e investigara por própria conta. Suas descobertas eram surpreendentes. Sua própria vida, as convicções que tivera durante grande parte dela, precisariam ser revistas. Evidentemente,usara um obliviate sobre os dois homens, era mais seguro assim. Entretanto, o que mais o intrigava ainda era como tinha ido parar ali, com um espaço de tempo tão grande.

Lembrava-se agora exatamente daquela noite, a sua última noite “normal”: recebera um chamado urgente de Harry Potter, um dos comensais ainda soltos fora visto em Londres, e causara algum estrago por lá. Após a derrota de Voldemort, muitos haviam enlouquecido verdadeiramente, alguns se fingiam de loucos, mas todos davam trabalho à equipe de aurores e também aos membros da Ordem da Fênix.
E ele, mais uma vez, era necessário para auxiliar na captura de um dos mais perigosos. Isso só era possível, porque praticamente nenhum dos comensais soubera que traíra o Lord, ou melhor, fora sempre um espião no meio deles.
Isso tornava mais fácil para ele, se aproximar sem que eles ficassem alertas, e, quando possível, dar o sinal para os aurores.
Mesmo a marca negra tendo sumido de sua pele, graças a uma poção desenvolvida por Dumbledore, com a ajuda preciosa de Flamel, usando apenas duas gotas do Elixir da Vida conjugadas com uma lágrima de Fawkes, e sua pele se reconstituíra, eliminando a marca negra.
Por dezesseis anos, ele guardara aquele precioso frasco, aguardando o momento oportuno de usá-lo, já que Dumbledore sempre suspeitara de que Voldemort ainda ressurgiria, como de fato aconteceu.

Compreendeu então que a marca rosada que ainda permanecia era pela necessidade de forjar a marca ainda por algumas vezes, prejudicando assim a recuperação total de sua pele.

Enquanto ouvia a voz suave de Sarah, conversando com suas primas na sala ao lado, ele se lembrou...

Depois de passar pela casa dos Weasley, para pedir a Molly um pequeno favor, aparatara direto no Caldeirão Furado. O comensal fora visto indo para o Beco, Lupin e outro membro da Ordem o seguiram. Apenas Harry recebeu Snape. Sentaram-se afastados, não apenas pela necessidade do disfarce, mas porque ainda não se suportavam.
Inesperadamente, o comensal voltara para o Caldeirão Furado, encaminhando-se para a porta. Snape ergueu-se para segui-lo rapidamente. O homem, porém, já percebera que era seguido, então se virou, lançando feitiços pra todos os lados, correndo para a saída.
Saiu tão intempestivamente, que se chocou com uma mulher que passava ou se preparava para entrar, derrubando-a.
Snape saiu em seu encalço, Harry o alcançou. O homem percebeu ser uma cilada e tentou reagir. Mas Snape e Harry se defendiam bem, e pareciam não querer feri-lo de morte. Queriam capturá-lo vivo, mas ele também se defendia bem.
De repente, viu a mulher caída, ela se ferira. Ou perdera a varinha, ou estava zonza pelo tombo, ou era uma trouxa, para ter continuado no meio da luta daquele jeito. E ele viu que poderia distrair aqueles dois idiotas que pensavam que ele não era esperto o suficiente... eles iriam ver... Não queriam tanto defender toruxas e sangues-ruins? Que o fizessem então...
Atacou-a com um feitiço mortal, mas Snape, percebendo sua intenção, pulou à sua frente. A mulher, parecendo despertar de um rápido desfalecimento, gritou algo, erguendo os braços, como se imaginasse que Snape caía sobre ela e tivesse a intenção de aparar sua queda. E aconteceu.
Snape foi atingido pelo feitiço, uma cópia mal arranjada de seu “sectumsempra” enquanto luzes explodiam ao seu redor, e que, estranhamente, pareciam partir da mulher caída. Harry lançara um feitiço sobre o comensal, interrompendo-o, mas o maior mal já estava feito... e Snape viu tudo se apagar à sua volta, tendo a sensação de estar caindo num poço em chamas... até acordar naquele hospital...


- Você etá bem longe, hein, amigo? – Martinho bateu em seu ombro, despertando-o de suas lembranças.
Snape o fitou, meio perdido. Mas depois sorriu, disfarçando sua preocupação.
Acompanhou-o para dentro de casa, participando de forma discreta da conversa na sala, mas intimamente, tinha certeza de uma coisa: precisava recuperar aquela jóia que estava com Sarah. Aquilo era algum tipo de chave de portal, que o trouxera para este mundo, para este tempo... Não apenas reconhecera o rosto jovem de Sarah em suas próprias lembranças, como também se lembrara do que ela mesma lhe contara, na ocasião em que um filme que assistiam juntos a fizera recordar algo daquela noite...
Assim, planejou em silêncio o momento certo para recuperá-la, e mantê-la em seu poder, sem que Sarah desconfiasse. Ela o retirara na noite anterior e o guardara novamente, não falando mais do assunto. E ele acharia um jeito de pegá-lo entre suas coisas, sem que ela percebesse.

A oportunidade chegou, antes que ele esperava: ela saiu com Berenice e as primas, então foi fácil dar uma desculpa, recolher-se ao seu quarto e, de lá, aparatar para o quarto ao lado. Então, em silêncio, usou a varinha para encontrar a jóia, guardada em uma caixinha de veludo, e aparatou de volta para seu quarto, de lá retornando à sala, a caixinha disfarçada com um feitiço desilusório, em segurança, no bolso de suas vestes.
Quando ela voltasse para casa, daria um jeito de lhe confundir a lembrança, para que ela não se lembrasse de usar a jóia outra vez.

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Mensagempor Tina Granger » 04/05/06, 15:25

Deus... quando eu acho que consegui entender alguma coisa, voce acaba com o meu entendimento! Ai ai... Ve se dá uma :idea: mais adiante... senao to lascada!
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Duas mulheres - A um passo - A irmã da Serpente

mais fics? olhe no fanfiction.net...

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Mensagempor Morpheus-O- » 04/05/06, 18:02

HEHEHHE
De volta aos velhos modos!
Gostei disso!

========================
Mas nos não vamos saber sobre a conversa mesmo?!?! :cry: ?
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Mensagempor Regina McGonagall » 05/05/06, 15:07

Pra vocês se divertirem no fim de semana...
mais um capítulo.
(o último da parte II)
ah, Sally, agora sim, nossa personagem favorita será citada pela primeira vez... fique atenta!


=======================

Cap 14

O dia seguinte amanheceu ainda mais agitado, como se isso fosse possível.
Mas Snape logo descobriu o motivo: iriam para a praia, toda a família, na madrugada do dia seguinte.
Malas, utensílios, suprimentos, tudo estava sendo separado, conferido, embalado, colocado nos carros, como numa verdadeira operação de guerra. E Snape teve uma visão de como teria sido o Cel Martinho em plena atividade: dinâmico, decidido, visão abrangente. Conseguia saber até o que cada membro da família estaria esquecendo para trás. Foi ele inclusive, quem questionou Sarah, se esta providenciara “para o Professor” uma sunga ou calção, um boné, uma camisa de algodão e bermuda, proteção solar fator 30, aliás, este item para ela também, que era uma distraída quando chegava à praia.
Sarah rira, meio constrangida. À primeira vista, se esquecera sim. Martinho, ou melhor, Cel Martinho, já se preparava para ler um de seus sermões, antes de mandá-la ao centro comercial urgente, quando ela sacudiu à sua frente uma mochila. Estivera brincando com o pai, tudo já estava pronto,”sim, senhor. Positivo, senhor”.

Quando, finalmente, todos os itens checados, casa fechada, vizinha incumbida de regar as preciosas plantas de Beatriz, Snape concluiu que as semelhanças entre a família Weasley e a família Laurent certamente não incluíam viagens ou partidas de crianças para a escola.
Comentou isso com Sarah, que sorriu, meio aliviada. Ela o estava achando muito estranho, desde a noite anterior, e já pensava se ele não estaria em uma recaída de Snape, quer dizer, recuperando o famoso e até agora distante mau humor...

Como Berenice e André foram juntos no carro de Felipe, apenas Snape acompanhou Sarah em seu carro. A viagem foi tranqüila e agradável, o pequeno “comboio Laurent”, como Berenice chamara, avançando com segurança e tranqüilidade.
Como haviam partido bem cedo, escuro ainda, chegaram ainda antes do almoço ao seu destino. Ver o sol nascendo, ainda na estrada, causara uma euforia tão grande a Sarah, que Snape por um momento pensou em enfeitiçar o carro para que andasse sozinho. Ela parecia uma criança!

Enquanto marido e filhos cuidavam de descarregar as coisas e ajeitar a casa, Beatriz fora direto para a cozinha. A família toda estava com fome.
Snape ajudou sem pestanejar, apesar de a toda hora ter vontade de enfeitiçar as caixas e malas para que fossem flutuando para dentro. Precisava admitir, era hora de voltar pra casa. Estava ficando cada vez mais difícil manter a vigilância e não usar magia. Ficava impressionado em como os trouxas conseguiam tantas coisas, sem uma ajudinha mágica. Aquilo tudo seria tão mais cômodo e prático se apenas sacudisse sua varinha e...
- Psiu! Conheço esta expressão. Sossega! – Sarah o repreendera, mas sorria.

Ele sorriu em resposta, e relaxou. Seu tempo ali estava acabando, mas não poderia dizer isso a ela, não ainda. Precisava esperar um dia ou dois. Enquanto isso, que aproveitasse o sol... não teria esta chance por muito tempo... Não sabia se os responsáveis por sua “liberdade condicional” aceitariam a explicação de que uma chave de portal maluca é que o fizera sumir por 8 anos ou mais...
Assim, ele decidiu aproveitar ao máximo. E nos dias seguintes, agiu como qualquer turista encantado com as maravilhas de “um país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza”.

Sarah ria a valer, vendo-o tentar jogar futebol com seus irmãos e seu pai, que estava velho e pesado, mas ainda tinha agilidade de causar inveja a qualquer homem 20 anos mais jovem.
Quando um deles gracejara, dizendo que ele nem parecia ter vindo da terra que inventara o futebol,, ele quase respondera que estava mais acostumado a jogar sentado em uma vassoura. Mas se segurara a tempo, assim como tentava não se referir à única bola em jogo como “goles”.
Sarah percebia sua confusão, e se divertia vendo-o tão sem jeito.
Ou então, os dois caminhavam juntos por um longo trecho da paria que parecia interminável.

Num desses momentos, Snape aproveitara para dizer a Sarah que partiria nos próximos dias. Era preciso.
- Você... já recuperou toda a memória, pelo visto.
- Sim – ele dissera – E tenho compromissos que não podem mais ser adiados.
- Mas... você não será preso em Azkaban, será? – ela perguntara em tom aflito.
Snape se sensibilizou pela preocupação dela de que ele fosse preso, e respondeu em um tom tranqüilizador e meio brincalhão:
- Não... não... Embora tenha que achar uma desculpa convincente pra ter ficado fora por tanto tempo... mas acho que minha aparência ajudará, não?
Ela parou, virou-se para ele, e examinou-o com atenção, antes de dizer:
- Bem, eles irão concluir que ou você descobriu a verdadeira poção da juventude ou então que está falando a verdade.
- É... vai depender do meu... como vocês dizem aqui? “Agente de condicional”, é isso?
- Você assistiu a muitos filmes, meu caro...- eles riram, e ela perguntou- Já que... você tem um “guardião”, digamos assim, quem é ele?
- Não é capaz de adivinhar?
Sarah o fitou, curiosa... e pela sua expressão, deu um grito de espanto:
- Não me diga que... Harry Potter?
- Ele mesmo. E se ele realmente já se formou como auror, como imagino que tenha acontecido, deve estar incumbido de me encontrar, embora talvez... – ele pareceu se perder em alguma lembrança - Pode ser... ela também já deve estar... – então, parecendo se recuperar do devaneio, explicou com voz firme - Hoje à noite, mandarei uma mensagem pra ele. Dizendo onde estou.
- Hoje? Já? – os olhos dela se turvaram, cheios de lágrimas repentinas – Você... não pode esperar pelo menos... o Ano Novo?
Snape a fitou. Sentiu vontade de jogar às favas toda a sua reserva e contar a ela que... Não, não poderia fazer isso. Destruiria a vida dela com informações completamente desnecessárias. Ele sim, podia carregar mais aquele fardo... guardar segredos era seu forte, mas ela... tinha que ser poupada daquela loucura a qualquer custo...
Num impulso, abraçou-a com força, mantendo-a junto a si, em silêncio, por algum tempo. Quando finalmente a soltou, percebeu que o gesto a surpreendera e... constrangera.
- Me perdoe – ele pediu – Eu fui sincero, aquela noite. Se eu pudesse ter uma irmã, seria você, acredite. Mas, agora preciso voltar pro meu mundo, pro meu lugar, pra minha vida. É o que tem que ser feito. Temo que minha permanência aqui por mais tempo possa causar danos irreparáveis a este mundo, à vida de todos vocês, e não quero colocá-los em perigo. Não pessoas a quem... prezo tanto. A minha família, de verdade. A família que nunca sonhei ter. Posso me lembrar de vocês dessa forma, não?
- Claro que sim! E também lembraremos de você assim, como um membro da família, mesmo que.. nunca mais...
Sarah não conseguiu continuar. Estava realmente triste por sua partida iminente. Então, recomeçou a caminhar, agora em silêncio, pensativa, olhando para as ondas do mar que quebravam mansas na areia.
Snape a acompanhou, também em silêncio. Não diria a ela que seria obrigado a alterar as lembranças de toda a família. Isso seria facilitado por estarem todos no mesmo lugar, ao mesmo tempo. Havia planejado fazê-lo nesta noite, mas adiaria, faria a vontade de Sarah, pela última vez...

***

Últimos minutos do ano velho. O tão esperado Ano Novo se aproximava, enfim. Enquanto a família Laurent se reunia à frente da casa, para irem todos juntos à comemoração na praia, como todos da pequena cidade costeira, Snape revisou mentalmente seu plano: aproveitaria os fogos para lançar o patrono com a mensagem para Harry. Viera concentrando suas energias, para que o feitiço fosse forte o suficiente.
Em alguns minutos o grupo inteiro se dirigia a pé pela pequena rua até a praia. Lá, todos se acomodaram pela areia, como se acampassem. Cadeiras e mesas portáteis montadas, comidas e bebidas organizadas, todos alegres por estarem juntos, começando o ano, unidos, a família inteira como há muito não conseguiam fazer.
Snape aproveitou este momento para lançar-lhes o feitiço alterando suas memórias. Entretanto, ele não percebeu que Sarah não estava junto aos outros, correra até o mar, para molhar os pés.
Assim, ela escapou de seu feitiço, sem que ele percebesse o fato.
Em poucos minutos, o grupo inteiro, assim como os demais espalhados por toda a praia, fazia em voz alta a contagem regressiva.
- ...... cinco ...quatro... três... dois... um!
Uma explosão de fogos coloridos, estampidos. Enquanto todos olhavam para o céu ou se abraçavam, ou lançavam ao mar coroas de flores, Snape ergueu a varinha, lançando seu patrono em meio aos fogos, com os quais foi confundido. E então, começou a se afastar discretamente do grupo familiar que o acolhera tão generosamente, por todas aquelas semanas.

Ele já se distanciara bem do grupo ruidoso da família Laurent, comemorando o ano novo que chegava. Caminhara sempre em direção a um ponto mais deserto da praia, longe da concentração de pessoas festivas. Olhava indiferente o show pirotécnico que ainda continuava, embora menos intenso, tentado a produzir o seu particular. Já se arriscara muito, usando toda a sua energia pra projetar o patrono mais forte de toda a sua vida. Estava aliviado por Sarah não tê-lo seguido desta vez, sinal de que seu feitiço funcionara, quando um estalo o fez sacar a varinha, alerta.
Chegara a hora. Sua mensagem alcançara o destinatário.
Como supunha, era justamente aquele a quem esperava, chegando por uma chave de portal bem na sua frente: Harry Potter.
- Então, Snape? Já se cansou de ser esconder no meio dos trouxas?
- Não estou me escondendo, Potter. Apenas não sabia como voltar. Como não cheguei aqui por um processo normal, não quis me arriscar simplesmente aparatando.
- Agora, isso não é mais problema. Estou aqui, como pediu, pra te levar de volta. – Harry olhou para o grupo à distância – Não vai se despedir dos... amigos?
- Não, é melhor não. Eu já preparei tudo, antes de sair. Não notarão minha ausência, lancei um feitiço especial ao me afastar. Irão para casa, e quando acordarem, pensarão que já parti há dias...
- Tem certeza? – Potter sorria, irônico, e apontou com a cabeça pra alguém que corria em sua direção.
Enquanto Snape se virava para ver de quem ele falava, Harry empunhou a varinha mais alto, pronto para qualquer coisa.
Sarah, pois era ela quem corria, o reconheceu de longe, e interpretou a erguida da varinha como um provável ataque a Snape, no momento desprevenido por estar atento a ela, e reagiu de uma forma estranha: correu ainda mais rápido, jogando-se na frente de Snape e estendendo os braços em direção a Harry, como se tivesse intenção de jogá-lo pra longe.
Snape, então, não teve saída. Ergueu a própria varinha, atingindo-a com um feitiço de entorpecimento leve.
E Sarah desmaiou, caindo na areia entre os dois homens.
Depois de certificar-se de que os outros não haviam percebido nada, atentos aos fogos de artifício, ele se ajoelhou para ver como ela estava.
- Por que fez isso? – Harry perguntou, ajoelhando-se também.
- Foi preciso. Eu preciso lançar-lhe um obliviate um pouco mais... abrangente. Ela sabe. Sabe quem sou, o que sou, e pelo jeito, reconheceu você.
- Reconheceu?
- Sim, você não? Lembra da noite em frente ao Caldeirão Furado?
- Claro que sim. Foi quando você sumiu. Quando Lupin chegou, para nos dar apoio, você tinha sumido dentro de uma explosão estranha...
- O comensal? – Snape quis saber.
- Estuporei-o a tempo. Ou aquela... mulher trouxa! Por Merlim! – Harry afastou os cabelos do rosto de Sarah, delicadamente – Era... É ela!
- Sim.
- Então... – Harry estava atônito – Por isso... nossa!
- Se esses seus gaguejos querem dizer que alguma ligação entre nós foi feita naquele instante, sim. Mas só foi possível, porque ela, sem saber evidentemente, trazia consigo uma chave de portal. Ainda não sei o que provocou aquele seu movimento inesperado em minha defesa, mais do que na de si própria, mas foi isso o que acionou a chave... que me mandou para outro mundo... e outro tempo.
- Por isso não tivemos nenhum sinal seu por tantos anos...
- Acredito que sim.
- Mas que chave é esta? – Harry indagou, preocupado. Pensava nos riscos de uma trouxa continuar a carregar um objeto mágico de tão forte poder – E como esta chave não foi detectada pelo Ministério da Magia?
- A chave agora está comigo, não há mais perigo de ser acionada indevidamente.É uma chave especial... e aqui, os controles mágicos devem ser mais suaves, pois executei vários feitiços, e não fui nem notificado com uma coruja... embora aqui talvez eles usem araras...
O comentário divertido não passou despercebido a Harry. Apesar de ainda ter diferenças para acertar com o antigo professor, haviam trabalhado juntos no final da guerra, quando fora obrigado a aceitar o fato de que ele apenas obedecera fielmente às ordens de Dumbledore – como naquela noite estranha – mas nunca o vira fazer um comentário que não fosse mordaz ou irônico. Alguma coisa mudara...menos a aparência de Snape, que parecia não ter envelhecido nem um minuto,desde o momento em que o vira pela última vez.
Mas Snape já se concentrava, tocando a fronte da mulher com sua varinha. Vários fios prateados foram retirados, e Snape os adicionou à própria cabeça. Depois, refez a operação.
- Está feito. Aproveitei as próprias tentativas que ela fez de me identificar a princípio, quando eu ainda estava com amnésia...
- Amnésia? – Harry espantou-se.
- Sim, por isso não fiz contato antes. Ela acordará daqui a alguns minutos, irá para junto dos seus, e se lembrará de mim como o professor de química, que voltou pra Inglaterra há dois dias.
Harry olhou em volta, certificando-se de que ninguém prestava atenção, enquanto colocava no chão um velho tinteiro.
- Pronto? – Harry tocou o tinteiro com a ponta da varinha, que piscou numa luz azul – Um ... dois... TRÊS!
Os dois o tocaram ao mesmo tempo... e desapareceram.

Dali a poucos minutos, Sarah despertou. Meio tonta, estranhou o fato de estar longe de sua família, e caminhou de volta até eles. Suas pernas, porém, estavam bambas, como se ela estivesse bêbada... Chegou perto dos pais, olhou para eles, mas sua visão estava turva. E ela desmaiou.
Quando acordou, estava no Pronto Socorro, com Felipe ao seu lado, preocupado.
Mas logo estava bem, e voltaram todos para casa, aliviados.
Do tal paciente inglês do leito sete da Enfermaria E, ela se recordava apenas de que o Prof. Smith passara o Natal com eles, a convite de seu pai, antes de retornar para a Inglaterra, já que sua pesquisa junto à Universidade Federal estava concluída. E nem mesmo se lembraria de que ele se parecia com um conhecido ator inglês, que fizera papel de bruxo na série “Harry Potter”...

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Mensagempor Morpheus-O- » 05/05/06, 16:19

Me diz q não acabou!
Por favor! Me diz q não a cabou!!!!
Risos...
Legal esse cap.!
Gostei mesmo!
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Mensagempor Sally Owens » 05/05/06, 20:10

:shock: :shock: :shock:
Sally estupefata, aturdida, incapaz de articular palavras sensatas e coerentes!

Que capítulos!!!! :palmas :palmas :palmas :palmas

" Ele mesmo. E se ele realmente já se formou como auror, como imagino que tenha acontecido, deve estar incumbido de me encontrar, embora talvez... – ele pareceu se perder em alguma lembrança - Pode ser... ela também já deve estar... – então, parecendo se recuperar do devaneio, explicou com voz firme - Hoje à noite, mandarei uma mensagem pra ele. Dizendo onde estou".

Acaso foi dessa parte que vc falou? Já nem me arrisco mais a afirmar, porque quase sempre vc me dá um "pialo"como a gente diz no sul.

Hehe! Mas eu adorei, adorei, adorei. E se vc não revelou o "diálogo" Significa que vc não acabou, não é? Aiii, mal posso esperar o próximo!!!

Valeu mesmo Regina.
Um findi maravilhoso para vc!
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Mensagempor Zoé Magnus » 06/05/06, 15:59

Regina se tem um talento pra me deixar na expectativa :mrgreen: ! Simplesmente perfeito :palmas :palmas :palmas ! Já nem fico a imaginar o que vai acontecer a seguir porque vc sempre me surpreende! Tou adorandu!
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Mensagempor Regina McGonagall » 08/05/06, 09:24

Hehe...

Como todo mundo que escreve fanfic já deve ter percebido, tem hoara que a história toma um rumo todo seu, os personagens continuam "sozinhos".
(sabem que até revi um episódio da "Feiticeira" na sexta, falando justamente nisso? A Samantha tentava escrever uma peça, e ela não deslanchava, então os personagens ditaram pra ela o final...)

Então, como Sarah não quis ir embora... vamos lá: nova fase!
============================

Parte IV – Caminhos de Volta
Cap. 15


Sarah suspirou, olhando pela janela do avião a paisagem que se aproximava. Faltava pouco para aterrissarem em Londres. Ela se lembrou vagamente de um filme que assistira, que tinha uma cena de pessoas chegando, tanto no início quanto no final... e lembrou-se de um trecho da canção tema:... “love is all around me”...
Perguntou-se mais uma vez se André estaria esperando por ela, afinal, devia estar atarefado por causa do casamento próximo. Só seu irmão mesmo, escolher se casar às vésperas do Natal, e provocar toda aquela correria...
Nenhum dos outros irmãos pudera vir. Felipe estava nos Estados Unidos, um congresso de medicina importante. Helena e o marido haviam se mudado para Brasília, ele passara em um concurso federal. Assumira há pouco tempo, não podia sair por tantos dias. Berenice, que se casara em abril com um major do Corpo de Bombeiros, filho de um antigo colega de farda do pai, se mudara para outra cidade, onde o marido era comandante de uma unidade da corporação. Então, Sarah seria a única Laurent presente no casamento do irmão caçula. Sim, porque seus pais...
Um soluço escapou de seu peito, e ela olhou em volta, temendo chamar a atenção sobre si. Não queria ninguém perguntando o que ocorria ou tentando lhe consolar com chavões sem profundidade ou sinceridade. Sua dor era sua, embora isso lhe parecesse demasiadamente egoísta, ás vezes.
Mas como explicar que sentira mais a perda dos pais do que os outros? Ela, a filha adotiva? Talvez por isso mesmo... Perdera a referência, mais do que os outros, que ainda se mantinham uma família, embora cada vez mais distantes, como se evitassem se encontrar, para não sentirem que faltavam dois membros tão importantes na família. Justamente a sua base.

Aquele acidente estúpido... aquele motorista idiota e irresponsável! Tirara dela o que tinha de mais precioso: os pais.
Na volta do carnaval, um motorista embriagado desfizera em segundos de irresponsabilidade a felicidade construída em anos de trabalho e união: a família Laurent.
Agora, era cada um pra um lado, e neste primeiro Natal sem os pais, isso ficara ainda mais marcante. Talvez André tivesse a esperança de que seu casamento seria um bom motivo para reunir a todos... mas então, deveria ter escolhido se casar mais perto de casa. Londres? Difícil todos conseguirem ir, assim, de uma hora para outra. Apenas Sarah, porque tinha mais um motivo para ir à Inglaterra.

Sim. Depois de tantos anos, uma pista.
Felipe lhe passara, antes de viajar, informações importantes. Embora as referências fossem confusas, ele encontrara indícios de que os pais biológicos de Sarah fossem ingleses.
Ao falar com André a respeito, ele prometera pesquisar, com a ajuda da noiva, que trabalhava em alguma espécie de órgão governamental. E, enfim, conseguira: havia o registro de uma menina recém-nascida de nome Serenna, seqüestrada e nunca mais encontrada. E Sarah sentiu um forte impacto em seu peito ao ouvir isso. Não fora este o nome que o pai dissera estar gravado em suas roupas? Quem sabe esta pista não a levaria direto para seus pais verdadeiros? E então, teria novamente uma família!
Esta esperança é que a movia agora, enquanto deixava o avião, cuja aterrissagem fora tranqüila.

Graças a Deus, seu irmão cumprira a promessa e a esperava na saída, abraçado a Susan, sua simpática noiva inglesa.
Sarah os abraçou, emocionada. Não via o irmão, desde o enterro dos pais, no início de março, e já era praticamente Natal...
De novo, a canção do filme pairou em sua mente, junto com um rosto que de vez em quando via em seus sonhos... Mas sacudiu a cabeça, afastando os devaneios. André já falava sem parar, e olhando seu rosto redondo e sorridente, Sarah se lembrou de algo que se esquecera completamente: ele também era adotado! Fora abandonado pela verdadeira mãe, com pouco mais de dois anos, e Martinho e Beatriz o adotaram. Mas era tão parecido com todos, que ninguém se lembrava do fato. Com Sarah era diferente, nunca haviam escondido o fato. Não que tivessem escondido de André sua condição. Apenas a esqueceram com o correr dos anos.
Então, Sarah sentiu-se realmente egoísta, por não ter pensado que ele sofria tanto quanto ela. E ficou feliz por ter vindo. Eles, os Laurent adotados, estariam unidos sempre, afinal.
Quando André viu sua bagagem, estranhou.
- Querida, você está de mudança? – ele brincou, e se espantou com a resposta da irmã.
- Claro que sim! Você tem idéia de quanto pode demorar uma pesquisa como a que tenho pela frente? Sem conhecer o país direito?
- Mas pode dar em nada, afinal... – ele comentou, preocupado, sem perceber o olhar divertido da noiva, ao seu lado em silêncio.
- Mesmo assim... Tirei licença de um ano, mais as duas férias vencidas... Ano passado, tirei falsas férias, eram dias que tinha na casa, horas extras, essas coisas... Então, logo depois das festas, começo a minha pesquisa, e também a procurar trabalho por aqui. Se prepare, irmãozinho, se pensou que não ia ter uma Laurent de olho em você, se enganou! Você já passou pra alguém seu velho “ap”? Não? Que ótimo, fico com ele.
- Meu Deus! O que foi que eu fiz? – André levantou os olhos para o céu, num gesto teatral.
A irmã riu, chamando-o de grande bobão, e Susan a acompanhou na risada. Logo, os três estavam em um táxi, necessário pro tanta coisa para ser levada. E dali a pouco estavam no pequeno apartamento perto do Regent Park, que André já desocupara parcialmente.
Juntos, arrumaram tudo, enquanto conversavam sem parar. Os dois irmãos, claro. Susan os observava, curiosa e divertida. Eles falavam numa mistura engraçada de inglês e português, como se não conseguissem se decidir sobre que idioma usar, o que tornava a conversa bastante estranha...

Quando a arrumação terminou, Susan já lhes acenava com o jantar pronto. E, depois de mais algumas horas, Sarah finalmente foi deixada sozinha. Olhou em volta, pensativa.
Estava em seu novo lar, sua nova vida.
Nova vida... O que será que encontraria? Que surpresas estariam reservadas para ela, neste “novo velho mundo”? Já vivera ali por algum tempo, mas era de passagem, um passeio. Agora, não. Era definitivo. Pois já se decidira. Não voltaria ao Brasil, mesmo que as suas pesquisas não dessem em nada. Não tinha nada pra que voltar. Nem seu trabalho a entusiasmava mais, como antes. Trabalhara o ano inteiro, quase como um autômato. Apenas com as crianças da Fundação, se soltara um pouco mais e conseguira se sentir bem, útil, produtiva. Havia também o processo de adoção de Aline e Leo, que estava emperrado em questiúnculas jurídicas...

Não, não poderia continuar naquele marasmo, naquela subvida! Precisava de uma mudança. Uma mudança radical!
E era o que estava fazendo. Com certeza.

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Mensagempor Morpheus-O- » 08/05/06, 10:02

Meu! Uma ano passado...
Tadinha! Agora é a vez dela ficar mais ao Jeito do Sangue?!?
Ps:Entre, leia e comente as minhas fic's:
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