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Grimmauld Place • Exibir tópico - focinho peludo coração humano

focinho peludo coração humano

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focinho peludo coração humano

Mensagempor josh hagrid » 11/05/10, 00:24

[center] focinho peludo Coração humano
Inicio(cap1)



Já era meia noite e ia ao mercado vinte quatro horas, não era fácil chegar la lembro de ter que subir uma ruazinha de terra desabitada para chegar ao meio trouxa, subia de vagar sem preocupações, há menos de uma semana faria uma prova para me tornar um auror, tinha dado duro para chegar até lá não e fácil ser um auror, meu pai era um auror mas naquela época ele já aposentado, vivia em casa ainda dizendo sobre sua vida de auror, nunca vi um homem mais alegre em minha vida como quando contei para meu pai qual era meu sonho.
Já estava na metade do caminho quando ouvi um barulho nas moitas ao redor, fiquei com os olhos congelados, apenas ouvia minha respiração e podia ver um vapor saindo de minha boca em direção a gélida noite, continuei a andar com o barulho aumentando, quando apertei meus pés em direção ao final da rua que não estava muito próximo.
Foi ali, foi ali que aconteceu, algo enorme pulou em cima de mim cujo o único sinal de defesa que pude dar foi colocar meus braços a frente de mim, precisava pegar minha varinha estava no bolso de traz e a criatura prensava ela contra o chão, então dei um forte empurrão que fez o monstro largar das minhas mãos, peguei a varinha a apontei para o peito dele, ele se aproximava mais ainda não era tempo, ainda não, ainda não, quando seu peito estufou em maneira de me intimidar foi quando gritei:
_ estubefa... –então um barulho de uma forte derrapada de uma moto fez a criatura se afastar.
Olhei para os lados e deitei no chão cheio de terra, não podia acreditar que corria o risco de ser mordido por um lobisomem, mas, quando olhei para a direita meu braço sangrava, era dentes eu fui mordido! .
Corri para a farmácia onde mesmo pouco conhecimento de remédios que eu tinha serviria para algo, corri até a farmacia puxando meu braço para trás da manga da minha blusa para que ninguém percebesse, e adentrei na loja quentinha e iluminada com uma luz fortemente branca.
-com... er...preciso de bandagens- o senhor pegou um pacotinho atrás dele em uma prateleira e me entregou.
-dezenove e noventa senhor - disse sem sinal de ter notado que minha blusa começava a pingar sangue.
Peguei algumas notas e moedas na minha carteira e depositei no balcão, guardei de volta 1 nota e 3 moedas peguei as bandagens e fui para a saída, seria melhor eu ir a um lugar calmo, então parei um pouco e olhei em volta.
- o estacionamento!-disse a mim mesmo caminhando para la.
Era fechado por muros altos com uma única entrada, agachei em um canto escuro e comecei a enrolar meu braço, pensando o que eu ia fazer, seria um lobisomem em menos de uma semana justo em um dia antes da prova, a prova!.
Não poderia ser um auror, bateu um desespero em mim que senti vontade de me deitar e que o problema se resolvesse sozinho, mas não podia tinha que ir ao mercado e comprar o que foi me mandado para que ninguém suspeitasse.
Ao chegar em casa minha mãe e meu pai estavam dormindo, fui até a cozinha deixei as sacolas em cima da mesa,peguei as bandagens e subi as escadas para chegar em meu quarto, deitei na cama como uma pedra não conseguindo mover nada, meu braço estava doendo e as bandagens já estavam encharcadas de sangue, eu levantei obrigatoriamente e comecei a refazer os curativos.


A primeira transformação agente nunca esquece(cap2)
(obrigado por ler até aqui agradeço muito)

Já se passara uma semana desde quando fui mordido, tinha acabado de chegar da farmácia com mais uma caixa de bandagens quando me deparei com o calendário do armário da cozinha, era neste dia, eu tinha que fazer algo, faltavam apenas 6 horas para a meia noite de lua cheia eu tinha que fazer algo, quando subi as escadas escutei meu pai entrando pela porta da cozinha, abri rapidamente a porta e fui fazer os curativos.
Mais tarde naquele dia eu me deparei com meu pai no corredor que levava para os quartos, ele encheu-se de orgulho e disse:
-Finalmente encontro o futuro auror- ele abriu os braços- venha aqui de um abraço neste seu velho pai.
Velho apenas de idade pois meu pai ainda exibia alguns músculos em seu corpo, meu pai tinha o cabelo totalmente preto e olhos castanhos, tinha o rosto robusto e quadrado que dava a impressão de que ele tinha muita experiencia de vida auror contra varias pessoas e pouco perdeu, pena que ele não poderia contar com esse sonho, pena que ele nunca iria ver seu filho um auror, tentei falar alguma coisa mas minha boca fechou rapidamente e eu esperei ele descer as escadas, quando ele já não era mais visto fui direto para meu quarto e agachei encostado na minha cama, com a cabeça apoiada nos braços tive os piores pensamentos possíveis, que terminou com a idéia de eu fugir, abri a janela que ficava bem ao lado da minha cama, coloquei meu braço para fora e:
-accio vassoura.
Mas quando a vassoura encostou em minha mão eu senti meu corpo puxar para trás, cai com uma batida na minha cabeça que fez ela quicar no chão, senti como se meu cérebro estivesse doendo, uma dor aguda que fez eu contrair os dentes e derrubar minha cabeça de lado, vi meu relógio marcando 8:12 olhei para fora e vi a lua cheia como se estivesse me encarando pela janela, meus olhos fecharam e senti meu corpo se arrepiar, senti a pele do meu rosto esticar para frente e meus braços crescerem, como se tivesse tido um pesadelo abri os olhos, minha visão estava embaçada e a luz me dava dor nos olhos, senti uma vontade de pular a janela que por mais que eu não quisesse uma voz dizia para eu pular, um lindo salto e senti o ar gelado da noite bater em meu rosto, era bem melhor lá fora, a minha visão não era limitada a escuridão, ela ia muito alem dando a impressão que nunca tinha visto o sol, olhai ao redor com minhas garras balançando, e meu peito para frente então, uivei e corri em direção a algumas pessoas que estavam jogando cartas em uma calçada, eles não demonstraram nenhum sinal de ter me visto se não quando eu pulei ao meio das mesas jogando elas de lado, muitas pessoas caíram na calçada outras bateram na sarjeta e caíram na rua, a minha sorte é que ali não havia nem um trouxa e meu azar é que ali não havia nenhum trouxa, logo feitiços coloridos começaram a vir até a mim(...)




leia tambem em floreios e borrões
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