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Grimmauld Place • Exibir tópico - Alvo Potter e a Lenda Esquecida

Alvo Potter e a Lenda Esquecida

Publiquem suas fics aqui para os outros opinarem.
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Moderadores: O Ministério, Equipe - Godric's Hollow

Alvo Potter e a Lenda Esquecida

Mensagempor Lennon62 » 30/06/10, 22:24

Olá pessoal! Minha história começa onde o sétimo livro termina e terá como protagonista Alvo Potter, o filho de Harry. A idéia é escrever uma história para cada ano escolar de Alvo, assim como foi com Harry, e aqui está o início da primeira! Ela também está na Floreios e Borrões: (http://fanfic.potterish.com/menufic.php?id=37610), gostaria de saber a opnião de vocês, vlw!!!

SINOPSE: Uma lenda muito antiga como qualquer outra, com uma história fantasiosa como qualquer outra, com apenas uma diferença: Ela não foi passada de geração em geração, pois todos na época foram proibidos de falar sobre o assunto. Ela foi esquecida, mas agora o assunto está de volta e se a lenda for verdadeira o mundo da magia pode nunca mais ser o mesmo.


CAPÍTULO 1 - UMA VISITA INESPERADA



Um belo relógio enfeitava a parede daquele elegante gabinete. Feito de carvalho escuro ornamentado com pedras preciosas de cores variadas. Ele era um presente um bruxo importante de algum país distante, ninguém lembrava exatamente de qual. Seus belos ponteiros encantados que soltavam faíscas multicoloridas a cada hora já não funcionavam há muito tempo, o ponteiro maior marcava uma hora, quando certamente já passavam das dez da noite. Kingsley Shacklebolt já havia pensado inúmeras vezes em mandá-lo para o conserto, mas ele já havia percebido há muito tempo que quando se é 1º Ministro da Magia, sempre existe algo mais importante na frente.


Depois de observar distraidamente o relógio por alguns instantes, Kingsley voltou sua atenção para o memorando que estava a sua frente, “De novo não!”, pensou ele. A mesma história que ele ouvia há dezenove anos estava novamente ali, com um novo lugar e personagem.


Kingsley sempre fora um homem que apreciou a ação e apesar de seu temperamento natural contido, a vida burocrática há muito tempo vinha acabando com seus nervos. Nos últimos anos ele pensava todos os dias que já era tempo de deixar aquele cargo, mas sempre havia um último problema, um último assunto a resolver...


Os anos sob pressão não fizeram bem a fisionomia do 1º Ministro, apesar de ter completado cinqüenta anos há pouco tempo, seus cabelos já haviam ultrapassado tranquilamente o tom de grisalho, seu corpo, antes musculoso estava flácido; havia acontecido o que ele sempre temeu, ele era a caricatura viva de um burocrata.


Seus melancólicos pensamentos foram interrompidos pelo soar de um gongo acompanhado por uma voz profunda e ressonante que anunciou: “Minerva McGonagall chegará em instantes”, “Eu tenho que mandar alguém desinstalar esse sistema idiota!”, pensou o Ministro pela centésima vez naquela semana. Logo apareceu em sua lareira uma mulher alta e imponente, vestindo uma longa túnica verde com seus cabelos firmemente amarrados num coque, Minerva McGonagall, a diretora de Hogwarts.


_Como vai Minerva? _ perguntou o ministro no tom diplomático que ele havia aprendido e que tanto detestava.


_Eu vou indo Kingsley, você por outro lado não parece nada bem.


_Muito trabalho, você sabe como é.


_Posso imaginar, mas não consigo entender o porquê de sendo o senhor um homem tão atarefado, perder tempo com assuntos como estes.


_Eu também penso assim Minerva, mas as coisas são...


O que as coisas são McGonagall nunca chegou a saber porque o Ministro foi interrompido pelo suar de um gongo seguido da voz que anunciou, : James Ismael, Sabrid Conell, Heitor Biller e Lucky Banton chegarão em instantes”. A diretora olhou feio para o Ministro como se ele houvesse dito aquilo e instantes depois quatro homens apareceram espremidos na lareira.


_Como vão os senhores? _ disse o Ministro _ Minerva estes são os senhores parlamentares Ismael, Conell e Biller e este é o Sr. Banton, funcionário do Ministério.


Os três primeiros homens eram burocratas clássicos: gordos, velhos e com ar importante, enquanto o quarto homem era jovem, trajava uma jaqueta lilás que recebeu um olhar de reprovação de McGonagall e transmitia de aura de confiança inabalável.


_Eu já os conheço ministro, obrigada. Espero que sua capacidade de transfiguração tenha melhorado Sr. Banton, pois você foi um aluno sofrível.


_Ah! Mas é claro Professora Minerva! _ disse Banton bem-humorado.


_Já chegaram todos? _ perguntou a professora _ podemos ir direto ao assunto?


_Claro _ disse o Ministro _ por favor, sentem-se. E então Sr. Banton, o que tem a nos dizer?


_Bem Sr. Ministro, desde nosso último encontro, em que revelei a gravidade da situação em que nos encontramos, nada de grande relevância aconteceu, mas eu volto a afirmar que...


_E o senhor nos chamou aqui para isso? _ disse indignada Minerva mais para o Ministro do que para o Sr. Banton _ acha mesmo que devemos tomar medidas tão extremas nos baseando numa lenda tão ridícula?


_Minerva tem razão _ disse o Ministro _ não tomaremos medidas drásticas sem termos evidencias Sr. Banton, já ouvi essa história mais vezes do que o senhor pode imaginar.


_Mas Ministro! O senhor precisa entender que...


O gongo soou mais uma vez.


_Kingsley, esse tipo de dramatização é realmente importante? _ disse Minerva impossibilitando os presentes de saber o nome que estava sendo anunciado. Instantes depois apareceu um homem de meia idade aos frangalhos, suas roupas estavam rasgadas e seu corpo repleto de escoriações, ele parou um instante se apoiando numa mesa de canto para recuperar o fôlego e em seguida anunciou:


_O Tirante de Gáia se moveu!


_O que? _ berraram o Ministro e Minerva ao mesmo tempo _ pois então, o Sr. Banton estava certo, a lenda é verdadeira! Alguém discorda?


Os parlamentares balançaram suas cabeças concordando com o Ministro, o Sr. Banton inchou de orgulho e Minerva crispou os lábios de descontentamento, mas não conseguiu encontrar palavras.


_Se todos estão de acordo, só temos uma coisa a fazer: Chamar Harry Potter.
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CONTINUAÇÃO

Mensagempor Lennon62 » 02/07/10, 01:41

CAPÍTULO 2 - A SURPRESA BEM-VINDA



No dia seguinte...

_E então um duende vira para um gigante e diz: Você se acha grandão? Pois eu penso que...

_Porque você parou de contar a piada? _ perguntou o garoto lacrimejando de tanto rir.

_Só um segundo Fred. O que você pensa que está fazendo? _ perguntou Tiago Sirius Potter ao pequeno garoto que o seguia.

_Ora... eu... estou andando com você _ respondeu Alvo Severo Potter de forma insegura.

_Você ouviu isso Fred? O pequeno Alvo andando comigo! Temos um piadista à bordo!

_Mas... qual o problema? _ disse Alvo enquanto Fred Weasley II se acabava de rir. _ eu sou seu irmão!

_Fale baixo! Eu tenho uma reputação a zelar, as pessoas não podem saber que você é meu irmão, não até que você faça algo importante como colocar um sapo na cadeira da Prof. McGonagall ou capturar a lulu gigante!

_Ei Potter! Quem é seu amiguinho? _ perguntou uma linda garota de cabelos dourados e olhos verdes que passava pelo corredor do trem.

_Ah! Olá Anne! Quem? Este aqui? Não é ninguém... um pequeno fã... quadribol... você sabe como essas coisas são.

_Certo... nós vemos mais tarde?

_É claro! _ respondeu Tiago enquanto Fred soltava um longo assovio.

_Tiago Potter! O conquistador de Hogwarts!

_Cale a boca Fred! _ respondeu Tiago mal-educado, mas sem conseguir disfarçar um pequeno sorriso _ e você pequeno Alvo, suma da minha frente!

Alvo se virou mal-humorado caminhando aos tropeços em busca de um vagão vago. Haviam se passado poucos minutos desde deixara a estação e embarcado no trem que o levaria a escola, mas para ele já parecia uma eternidade. Ele sentia muita insegurança, será que faria amigos? Conseguiria boas notas? Seria respeitado e importante como seu pai? E principalmente: iria ele para Grifinória? Apesar da conversa de ultima hora que tivera com seu pai, Alvo ainda não estava convicto de que o chapéu aceitaria sua decisão em relação à escolha das casas. Cenas terríveis povoavam sua cabeça onde um Chapéu Seletor irritadíssimo zombava de seus pensamentos, “Você em Grifinória? Eu não posso acreditar em tal absurdo!”. Perdido em seus pensamentos tenebrosos, Alvo nem percebeu que havia alguém em seu caminho até sofrer uma trombada violenta. Malões, corujas, livros e vestes voaram por toda parte, ainda um pouco tonto, Alvo levantou sem jeito e viu quem havia derrubado, não era outra pessoa senão Rose Weasley.

_Rose! Me desculpe, eu não vi que você estava...

_Oh! A culpa foi minha!

_Bem... vamos encontrar um vagão?

_Claro! _ Alvo se sentiu bem mais aliviado, Ele já conhecia Rose há vários anos, no momento de desespero até se esquecera que ela seria de sua turma.

Os dois arrumaram seus malões na medida do possível, guardaram suas corujas e seguiram cambaleando em busca de um vagão vago. Encontraram um quase no final do trem e se assentaram agradecidos por tê-lo encontrado.

_E então Rose, como está se sentindo? _ Alvo se sentiu aliviado ao descobrir que a sensação de ter um pomo de ouro entalado na garganta desaparecera ao encontrar um rosto conhecido.

_Estou muito animada _ disse Rose um pouco sem jeito_ bem... na verdade... estou um pouco assustada.

_Pra ser sincero... eu também estou.

Os dois se encararam por um instante e em seguida viraram os rostos para a janela como se puxados por um feitiço magnético, se seguiu um momento constrangedor, onde ninguém queria ser o primeiro a falar sobre “o assunto”.

_Você acha que o Chapéu Seletor vai nos mandar para Grifinória? _ perguntou finalmente Rose soltando todas as palavras de uma vez.

_Eu... eu tenho certeza! _ respondeu Alvo tentando encorajar mais a si mesmo do que a garota.
_Você não parece tão confiante! _ disse Rose sorrindo, logo os dois caíram na gargalhada e a tensão se desanuviou. Logo eles estavam apreciando a paisagem que nunca haviam visto, os longos campos verdes que só terminavam no horizonte, quando se fundiam com o céu azul pálido, tão claro quanto um lago. Os cenários iam mudando dando lugar a grandes plantações, seguidas por florestas e pequenos vilarejos.

_Papai disse que não ficou nem um pouco nervoso no primeiro dia na escola _ disse Rose _ mas mamãe disse que ele estava com cara de quem estava passando muito mal quando desembarcaram na estação.

_Meu pai disse que nunca havia ouvido falar de magia antes de receber a carta de Hogwarts; e que realmente não se sentia muito confiante no seu primeiro dia.

_Quantas coisas os três aprontaram juntos! Logo no primeiro ano encararam Fofo, o cachorro com três cabeças!

_E quando meu pai conta que enfrentou cem dementadores! Ele adora essa história!

_E eles estiveram na Câmara Secreta! Imagine só! Tudo isso em Hogwarts.

_Eles realmente não podem ralar com a gente! Independente do que agente faça! _ Alvo riu descontroladamente enquanto Rose assumiu uma expressão séria.

_Mamãe sempre disse que tudo o que eles aprontaram tinha um motivo e que agora os tempos são outros!

_Mas seu pai diz que eles bem que gostavam de toda aquela ação e aventura!

Rose continuou observando Alvo desconfiada, enquanto ele se divertia com sua expressão. As horas se passaram, por volta de 1 hora, uma mulher idosa empurrando um carrinho vendeu aos meninos um monte de guloseimas: sapos de chocolate, feijoezinhos de todos os sabores e a novidade do momento, jujubas surpresas, que faziam quem as comia, ficar por alguns minutos com uma voz completamente nova; Rose adorou quando Alvo ficou com a voz de uma menina de cinco anos, enquanto ele se divertiu quando ela ficou com a voz rouca feito um pato. Eles também adoraram as figurinhas dos sapos de chocolate encontrando inclusive entre elas o pai de Rose.

_Ei! Eu conheço esse homem! _ exclamou Rose.

_Esse é Alvo Dumbledore _ disse Alvo ao examinar a foto do bruxo ancião com sua longa barba branca e seu nariz torto.

_Ah sim! É por causa dele que você tem esse nome.

_Sim, meu pai diz que ele foi um dos maiores homens que ele já conheceu.

_E quanto ao Severo? Papai diz que ele era um professor carrasco!

_Sim. Mas meu pai diz que ele tinha seus motivos e que também foi um grande homem. Ei! Olhe só!
Uma coruja cinza vinha voando ao lado da janela carregando um bonito envelope.

_Eu acho que ela quer entrar, abra a janela! _ disse Rose.

Alvo fez o que ela disse e a coruja entrou no vagão um tanto aborrecida e despejou a carta num acento vazio. Alvo olhou o envelope que dizia: “Ao Prof. Pickwick, vagão 32, trem de Hogwarts.”

_Estamos nesse vagão _ disse Alvo _ mas não há nenhum Prof. Pickwick aqui.

A coruja que estava com cara de poucos amigos não estava disposta a aceitar uma negativa como resposta, olhou uma ultima vez para os garotos e levantou vôo, sumindo logo no plácido céu azul.

_O que faremos? _ perguntou Rose.

_Não sei.

_Acho que devemos procurar um monitor e lhe entregar a carta.

_Será que a coruja se enganou?

_É realmente muito estranho.

_Talvez o tal Prof. Pickwick esteja vindo para cá. Você já ouviu falar dele?

_Não. Ele deve ser novo, pois meus pais nunca falaram dele. E se ele estiver aqui?

_Como?

_Ele pode ter uma capa de invisibilidade!

_Elas são muito raras. E porque ele estaria escondido?

_Eu não sei.

_E se nós descemos uma olhadinha na carta?

_Alvo! Você não pode fazer isso! _ Rose assumiu uma expressão escandalizada muito parecida com a que sua mãe fazia com freqüência.

_Vamos lá! É só uma olhadinha, além do mais a carta pode ser importante.

_Por isso mesmo deveríamos procurar um responsável e...

Mas Alvo já não a ouvia mais, sem pensar novamente ele abriu o envelope e retirou a carta:

Caro Prof. Pickwick


Gostaríamos primeiramente de dar-lhe as boas-vindas a Hogwarts, é um grande prazer para nossa escola, receber um professor com sua bagagem e conhecimento. Gostaríamos também de informa-lhe que Hogwarts estará este ano, passando por uma situação extraordinária e desagradável, certos rumores levaram o 1º Ministro da Magia a tomar algumas previdências em relação à escola, medidas de segurança estão sendo implantadas e um destacamento de aurores liderados por Harry Potter estará conosco por algum tempo. Maiores detalhes serão explicados em sua chegada juntamente com o restante do corpo docente, esta carta tem por finalidade apenas alertar, de que qualquer situação estranha que por ventura o senhor venha a presenciar, deverá imediatamente ser informada, mesmo antes de sua chegada, presumo que não seja necessário dizer que o conteúdo desta carta deve permanecer em sigilo, desde já agradecida.

Minerva McGonagall
Diretora de Hogwarts


_Você ouviu isso Rose? _ perguntou Alvo mal contendo a euforia.

_Sim. Mas não deveria ter ouvido, nem você lido.

_Rose! Meu pai estará em Hogwarts!

_Sim. E isso é realmente estranho.

_Estranho! Isso é ótimo! Eu tenho que contar ao Tiago!

_Você não te que contar a ninguém! Esqueceu que você nem deveria ter lido está carta? Como a Prof. McGonagall destacou, o conteúdo da carta é segredo! Ninguém além do professor deveria saber disso.

_É verdade.

_Sim. E é muito estranho.

_O que é tão estranho?

_Seu pai, o chefe dos aurores em pessoa vir para Hogwarts, alguma coisa muito séria está acontecendo; e ainda por cima a coruja...

_O que tem a coruja?

_Ela se enganou!

_Mas isso deve acontecer de vez em quando...

_Ora Alvo você nunca leu nada sobre corujas?

_Não.

_Coitada desse pobre animal _ disse Rose apontando para a coruja branca como neve de Alvo, presente de seu pai que segundo ele era idêntica a uma coruja que ele havia tido.

_Corujas não se enganam Alvo, mas elas podem ser enganadas.

Sem que nenhum dos dois percebesse, a porta do vagão se abriu e um homem entrou no aposento. Ele era alto, devia ter por volta de trinta anos, sua pele estava queimada pelo sol, mas ele estava impecavelmente vestido como um trouxa, com um terno preto bem alinhado, uma gravata azul marinho e sapatos lustrados.

_Boa tarde meus jovens, posso me sentar aqui?

_É cl-claro. _ disse Rose tremendo, Alvo rapidamente havia escondido a carta em suas vestes.

_Obrigado. Estou um pouco cansado,venho de uma longa viagem. À propósito, eu sou o Professor Pickwick.
Rose deixou escapar um gemido e Alvo quase saltou da poltrona.

_Vocês estão bem?

_Sim professor... primeiro dia... um pouco nervosos... _ disse Rose

_Ah! É compreensível, me lembro bem do meu primeiro dia quando...

_Professor! Nós precisamos lhe contar uma coisa! _ disse Rose desesperada, Alvo desejou ter o poder da oclumência para manda-la se calar.

_O que foi?

_Antes de falar, gostaria de pedir ao senhor que não peça nossa expulsão da escola, por favor professor!

_Por Merlin! O que foi que vocês andaram aprontando?

_Entregue a ele Alvo _ o garoto teria preferido mil vezes que ela o tivesse mandado fazer a travessia do lago a nado, mas sem ter o que fazer, ele simplesmente tirou o envelope de suas vestes.

_Esta carta chegou para o senhor à pouco professor; e nós a abrimos _ disse Rose.

_Na verdade quem abriu fui eu! _ disse Alvo _ qualquer punição deve ser dada...

_Ora, ora! Se acalmem, por favor! _ disse o professor _ um pouquinho de curiosidade não faz mal a ninguém, não é mesmo? Todo grande gênio sempre teve esse fraco... mas vocês devem tomar cuidado!

Os dois jovens se entreolharam abismados.

_Então, nós não estamos de detenção? _ perguntou Rose.

_É claro que não, mas que sirva de lição! Outras pessoas podem encarar esse tipo de atitude por uma ótica diferente! Vamos ver o que vocês descobriram então.

O professor se abaixou os olhos para a carta enquanto os outros dois mal respiravam.

_Vejam só! O grande Harry Potter em pessoa! Que honra! Sempre quis encontrá-lo pessoalmente, vocês certamente já ouviram falar dele! O Escolhido! O Menino-que-Sobreviveu!

_Sim, já ouvimos falar bastante dele.

_É claro! Todos já ouviram! À propósito, como vocês se chamam?

_Rose Weasley.

_Alvo Potter.

_Não! Você é filho de Harry Potter! É um grande prazer conhece-lo garoto! Ora essas, dessa forma eu não tenho que lhe desculpar! Você tinha todo o direito de ler a carta, seu pai estará na escola! Mas isso fica sendo um segredo só nosso, certo? Bem, agora eu preciso ir, tenho alguns assuntos para resolver antes de desembarcar, até a vista garotos!

Pickwick deixou o vagão e os garotos permanecerem em silêncio por alguns instantes.

_Você acredita nisso? _ disse Alvo _ ele nem se importou, foi muita sorte!

_Bem, mamãe sempre disse para tomar cuidado com esse tipo de gente.

_Que tipo de gente?

_Os que irão gostar da gente por causa do nosso nome, eu lhe digo uma coisa Alvo, eu não gostei dele.

_Bobagem! Ele é ótimo!

_Pode até ser... mas o que você me diz da coruja?
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