Névoa e Quintessência
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Névoa e Quintessência
Prólogo: De volta ao Mundo Novo
Leon: Estamos de volta, não é?
Firion: Sim. Faz seis meses desde que você saiu daqui, Leon.
Leon: Sim, mas seis anos no lugar onde eu estava. Felizmente, a conversão temporal é relativamente simples.
Firion: Sim. Antes de irmos, tenho que te falar algumas coisas, garoto. As coisas mudaram desde que você foi para o outro lado... o mundo antigo. Um ditador tomou o governo em Atlântida. As tropas dele me procuram por eu ser considerado um desertor. Ewandar está com a gente, mas ele está preso dentro da mente dele.
Leon: A situação não é muito positiva, então. Ótimo, eu adoro desafios.
Firion: Mais uma coisa: Ewandar ORDENOU que você obedecesse a uma ordem dele. Se for necessário, você deve fugir e nos deixar para trás, mesmo que isso signifique a morte para nós.
Leon: Ele sabe que eu não posso concordar com tais parâmetros.
Firion: Você precisa, Leon! Sabe que você é o que eles querem. E você sabe que eu sou só seu guarda-costas!
Leon: Errado. Antes de ser meu guarda-costas, você é meu amigo. E eu não deixarei que nenhum de vocês morra.
Firion: Acho que eu não vou ser capaz de dissuadi-lo dessa idéia, Leon. Então vamos. Este Templo pode estar cheio de armadilhas.
Leon: Tudo bem.
Os dois se levantaram, meio hesitantes. O teletransporte interdimensional fora necessário, mas era uma experiência bem desagradável. Depois disso, desceram as escadas do Templo, de modo calmo e controlado, apesar de estarem tontos e de Leon estar muito preocupado com tudo o que acontecera em apenas seis meses. Depois de muitas escadarias velhas e com pedaços faltando, o que deixava tudo mais tenso, eles saíram em um ambiente bem velho e que parecia poder desabar a qualquer momento. No centro dele, o antigo mestre de magia, Ewandar, estava deitado no chão.
Leon: Ele está aqui.
Firion: Sim. Apenas te esperando, Leon. Apenas te esperando para poder acordar.
Leon chegou até o homem e tocou em sua testa, falando.
Leon: Ewandar... eu estou de volta.
O homem, que estivera imóvel e quieto por vários dias, simplesmente se levantou rapidamente, como alguém que acordara atrasado depois de um longo sono.
Ewandar: Tenha respeito com os mais velhos, Leon. Eu não sou nem de longe tão carismático e bondoso quanto Firion.
Leon: Sim, mas...
Ewandar: E como você deve se referir a mim?
Leon: Ah, Ewandar! Vou ter que discutir com você de novo? A maldição foi revelada!
Firion: Então você é...
Leon: 42 em um? Não, creio que não. Muitos deles não sobreviveram ao meu teletransporte interdimensional. Dos sete restantes, dois se mataram em um conflito eterno. Apenas quatro além de mim prosseguem. O escurecido Kigall, o iluminado Ivaldi, o maligno Excalibur e o enigmático Teremet...
Firion: Nós pensamos que...
Leon: Bem, eu contaria, mas depois do sonho estranho que eu tive, vocês tiveram que me mandar para o mundo antigo.
Ewandar: Sim. Para você ficar mais velho. Eu tinha discutido com você – Firion – que ele não devia voltar antes de ter 15 anos. Ele não tem 15 anos!
Firion: Não. Ele tem 11. Mas para chegar aos 15, seriam mais quatro meses, e creio que a situação chegaria em um ponto irreversível se ele ficasse lá por mais um dia. Então, o que aconteceu lá?
Leon: O resumo da ópera? Bem, primeiro eu pensei que era um garoto meio-humano e meio-dragão. As lembranças foram tão fortes que de alguma forma, uma das outras personalidades criou asas ilusórias nas minhas costas – creio eu que fora o falecido Demorleninth. Depois disso, Kigall e Ivaldi se uniram em uma tentativa de me convencer de que eu era apenas um humano normal e comum. Logo depois, Excalibur tentou tomar minha mente, mas no fim das contas, ele acabou sendo expulso. Demorleninth matou Luterceulx antes que ele se revelasse e tomou meu corpo, mas foi morto por Excalibur, que voltara com uma lâmina espectral. Então depois disso, fiz as pazes com Excalibur e alguns instantes depois Firion apareceu nos Jardins de Hogwarts pra me levar de lá. Em algum momento no meio de tudo isso eu ganhei uma Ocarina azul que chama o pássaro mais magnífico que eu já conheci, ganhei um livro que inconvenientemente perdi e encontrei uma carta de Teremet no meio de um dos livros da Biblioteca.
Firion: Hm... Eu me lembro de ver um livro em suas mãos, Leon. Será que você não o perdeu naquele navio esquisito?
Ewandar: Uma história bem estranha que você me conta, Leon...
Leon: Sim, eu sei. – O garoto pegou sua mochila e começou a tirar um bando de coisas da sua mochila para provar que suas histórias eram corretas – Aqui está o uniforme rasgado da época que eu pensei ser meio-draco, a Ocarina que chama Zeffa, a carta de Teremet... cuidado, essa é a lâmina espectral... e bem, eu tinha me esquecido deste, um medalhão estranho e belo que encontrei na Floresta Proibida. Só não posso provar sobre o livro porque eu o perdi no tal navio estranho.
Firion: Sim, era um navio bem estranho. Um mago que mexia com tecnologias e seu sobrinho moravam nele, mas o mais estranho era que o tal navio voava! Não era um navio grande, mas ele teve espaço para nós. Um homem muito gentil. Ele nos levou até a China.
Ewandar: Mas vocês sabem que o portal fica em...
Leon: Sim, mas espiões de quem quer que seja o ditador nos esperavam lá. Porém, um simples truque envolvendo clorofórmio nos salvou deles. E descobrimos mais coisas que podem nos ajudar. Eu ouvi falar que há um mago como eu preso entre eles. Na verdade, ele é um praticamente um gêmeo meu. E é no
Forte Hydon... logo no litoral do Continente.
Firion: Forte Hydon, é? Ele fica no litoral, então parece um lugar fácil de ser atacado, mas não o é. Ele é cercado pelo rio, ficando em uma simples ilha, rodeada por torres de trebuchetes e catapultas. É um lugar difícil de invadir e fácil de defender, Leon... Não sei como conseguiremos resgatar o garoto que está preso lá.
Leon: Esperem um pouco. Eu posso ver algo pela janela.
Leon olha pela janela. Do lado de fora da Torre, de um barco, saem vários mercenários, liderados por um homem com o emblema de Atlântida em suas ombreiras. Um outro mais baixo e misterioso, encapuzado, o acompanhava.
Leon: Há soldados lá fora. Um barco deles veio para nos atacar.
Os outros se levantaram e observaram pela janela.
Ewandar: Ora, é simples. Se conseguirmos trancar o acesso a essa torre, nós só teremos que esperar até amanhã. A Torre com o portal para o mundo antigo se move para localidades diferentes a cada semana. Amanhã fará uma semana desde a última vez em que ela se moveu, então... ela irá para outro lugar...
Firion: Mas e o Forte? Se esperarmos, talvez ela vá parar do outro lado do mundo! Precisamos sair daqui!
Ewandar: Eles são muitos, Firion! Não há como derrotá-los!
Firion: Mas fugir não é uma solução, Ewandar! Precisamos atacar se queremos garantir alguma chance de encontrar o outro mago!
Ewandar: Não podemos arriscar nossas vidas com uma chance que possa estar errada! Talvez seja uma armadilha!
Leon: PAREM!
Firion: Leon?
Ewandar: É assim que se fala com um mestre, Leon?
Leon: Ah, que se dane! Eu não me importo com o que vocês acham! Pode ser uma armadilha, pode não ser, mas nós temos que sair daqui e lutar!
Ewandar: Você está louco, Leon? É impossível vencermos aqueles números! São muitos para nós!
Leon: Não importa. Temos que fazê-lo.
Firion: E o que o fez decidir?
Leon: Eu o ouvi.
Ewandar: Quem você ouviu, Leon?
Leon: Meu irmão, é claro. Ele me disse apenas: eu o espero no Forte.
Leon: Estamos de volta, não é?
Firion: Sim. Faz seis meses desde que você saiu daqui, Leon.
Leon: Sim, mas seis anos no lugar onde eu estava. Felizmente, a conversão temporal é relativamente simples.
Firion: Sim. Antes de irmos, tenho que te falar algumas coisas, garoto. As coisas mudaram desde que você foi para o outro lado... o mundo antigo. Um ditador tomou o governo em Atlântida. As tropas dele me procuram por eu ser considerado um desertor. Ewandar está com a gente, mas ele está preso dentro da mente dele.
Leon: A situação não é muito positiva, então. Ótimo, eu adoro desafios.
Firion: Mais uma coisa: Ewandar ORDENOU que você obedecesse a uma ordem dele. Se for necessário, você deve fugir e nos deixar para trás, mesmo que isso signifique a morte para nós.
Leon: Ele sabe que eu não posso concordar com tais parâmetros.
Firion: Você precisa, Leon! Sabe que você é o que eles querem. E você sabe que eu sou só seu guarda-costas!
Leon: Errado. Antes de ser meu guarda-costas, você é meu amigo. E eu não deixarei que nenhum de vocês morra.
Firion: Acho que eu não vou ser capaz de dissuadi-lo dessa idéia, Leon. Então vamos. Este Templo pode estar cheio de armadilhas.
Leon: Tudo bem.
Os dois se levantaram, meio hesitantes. O teletransporte interdimensional fora necessário, mas era uma experiência bem desagradável. Depois disso, desceram as escadas do Templo, de modo calmo e controlado, apesar de estarem tontos e de Leon estar muito preocupado com tudo o que acontecera em apenas seis meses. Depois de muitas escadarias velhas e com pedaços faltando, o que deixava tudo mais tenso, eles saíram em um ambiente bem velho e que parecia poder desabar a qualquer momento. No centro dele, o antigo mestre de magia, Ewandar, estava deitado no chão.
Leon: Ele está aqui.
Firion: Sim. Apenas te esperando, Leon. Apenas te esperando para poder acordar.
Leon chegou até o homem e tocou em sua testa, falando.
Leon: Ewandar... eu estou de volta.
O homem, que estivera imóvel e quieto por vários dias, simplesmente se levantou rapidamente, como alguém que acordara atrasado depois de um longo sono.
Ewandar: Tenha respeito com os mais velhos, Leon. Eu não sou nem de longe tão carismático e bondoso quanto Firion.
Leon: Sim, mas...
Ewandar: E como você deve se referir a mim?
Leon: Ah, Ewandar! Vou ter que discutir com você de novo? A maldição foi revelada!
Firion: Então você é...
Leon: 42 em um? Não, creio que não. Muitos deles não sobreviveram ao meu teletransporte interdimensional. Dos sete restantes, dois se mataram em um conflito eterno. Apenas quatro além de mim prosseguem. O escurecido Kigall, o iluminado Ivaldi, o maligno Excalibur e o enigmático Teremet...
Firion: Nós pensamos que...
Leon: Bem, eu contaria, mas depois do sonho estranho que eu tive, vocês tiveram que me mandar para o mundo antigo.
Ewandar: Sim. Para você ficar mais velho. Eu tinha discutido com você – Firion – que ele não devia voltar antes de ter 15 anos. Ele não tem 15 anos!
Firion: Não. Ele tem 11. Mas para chegar aos 15, seriam mais quatro meses, e creio que a situação chegaria em um ponto irreversível se ele ficasse lá por mais um dia. Então, o que aconteceu lá?
Leon: O resumo da ópera? Bem, primeiro eu pensei que era um garoto meio-humano e meio-dragão. As lembranças foram tão fortes que de alguma forma, uma das outras personalidades criou asas ilusórias nas minhas costas – creio eu que fora o falecido Demorleninth. Depois disso, Kigall e Ivaldi se uniram em uma tentativa de me convencer de que eu era apenas um humano normal e comum. Logo depois, Excalibur tentou tomar minha mente, mas no fim das contas, ele acabou sendo expulso. Demorleninth matou Luterceulx antes que ele se revelasse e tomou meu corpo, mas foi morto por Excalibur, que voltara com uma lâmina espectral. Então depois disso, fiz as pazes com Excalibur e alguns instantes depois Firion apareceu nos Jardins de Hogwarts pra me levar de lá. Em algum momento no meio de tudo isso eu ganhei uma Ocarina azul que chama o pássaro mais magnífico que eu já conheci, ganhei um livro que inconvenientemente perdi e encontrei uma carta de Teremet no meio de um dos livros da Biblioteca.
Firion: Hm... Eu me lembro de ver um livro em suas mãos, Leon. Será que você não o perdeu naquele navio esquisito?
Ewandar: Uma história bem estranha que você me conta, Leon...
Leon: Sim, eu sei. – O garoto pegou sua mochila e começou a tirar um bando de coisas da sua mochila para provar que suas histórias eram corretas – Aqui está o uniforme rasgado da época que eu pensei ser meio-draco, a Ocarina que chama Zeffa, a carta de Teremet... cuidado, essa é a lâmina espectral... e bem, eu tinha me esquecido deste, um medalhão estranho e belo que encontrei na Floresta Proibida. Só não posso provar sobre o livro porque eu o perdi no tal navio estranho.
Firion: Sim, era um navio bem estranho. Um mago que mexia com tecnologias e seu sobrinho moravam nele, mas o mais estranho era que o tal navio voava! Não era um navio grande, mas ele teve espaço para nós. Um homem muito gentil. Ele nos levou até a China.
Ewandar: Mas vocês sabem que o portal fica em...
Leon: Sim, mas espiões de quem quer que seja o ditador nos esperavam lá. Porém, um simples truque envolvendo clorofórmio nos salvou deles. E descobrimos mais coisas que podem nos ajudar. Eu ouvi falar que há um mago como eu preso entre eles. Na verdade, ele é um praticamente um gêmeo meu. E é no
Forte Hydon... logo no litoral do Continente.
Firion: Forte Hydon, é? Ele fica no litoral, então parece um lugar fácil de ser atacado, mas não o é. Ele é cercado pelo rio, ficando em uma simples ilha, rodeada por torres de trebuchetes e catapultas. É um lugar difícil de invadir e fácil de defender, Leon... Não sei como conseguiremos resgatar o garoto que está preso lá.
Leon: Esperem um pouco. Eu posso ver algo pela janela.
Leon olha pela janela. Do lado de fora da Torre, de um barco, saem vários mercenários, liderados por um homem com o emblema de Atlântida em suas ombreiras. Um outro mais baixo e misterioso, encapuzado, o acompanhava.
Leon: Há soldados lá fora. Um barco deles veio para nos atacar.
Os outros se levantaram e observaram pela janela.
Ewandar: Ora, é simples. Se conseguirmos trancar o acesso a essa torre, nós só teremos que esperar até amanhã. A Torre com o portal para o mundo antigo se move para localidades diferentes a cada semana. Amanhã fará uma semana desde a última vez em que ela se moveu, então... ela irá para outro lugar...
Firion: Mas e o Forte? Se esperarmos, talvez ela vá parar do outro lado do mundo! Precisamos sair daqui!
Ewandar: Eles são muitos, Firion! Não há como derrotá-los!
Firion: Mas fugir não é uma solução, Ewandar! Precisamos atacar se queremos garantir alguma chance de encontrar o outro mago!
Ewandar: Não podemos arriscar nossas vidas com uma chance que possa estar errada! Talvez seja uma armadilha!
Leon: PAREM!
Firion: Leon?
Ewandar: É assim que se fala com um mestre, Leon?
Leon: Ah, que se dane! Eu não me importo com o que vocês acham! Pode ser uma armadilha, pode não ser, mas nós temos que sair daqui e lutar!
Ewandar: Você está louco, Leon? É impossível vencermos aqueles números! São muitos para nós!
Leon: Não importa. Temos que fazê-lo.
Firion: E o que o fez decidir?
Leon: Eu o ouvi.
Ewandar: Quem você ouviu, Leon?
Leon: Meu irmão, é claro. Ele me disse apenas: eu o espero no Forte.
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Re: Névoa e Quintessência
Capítulo 1: O Mercenário e o Feiticeiro
Firion: Vo-você escutou o seu irmão? Mas isso é...
Leon: Impossível? Improvável? Uma negação às leis da física? Ora, eu sei o que eu ouvi e eu não vou simplesmente ignorar isso. É o dilema do sino de novo.
Ewandar: Dilema do sino?!
Leon: Sim. Percebe? Se eu tocar o sino, tenho que lidar com as conseqüências do meu ato. Se eu não o fizer, eventualmente enlouquecerei pensando no que poderia ter ocorrido se o sino fosse tocado. Eu prefiro tocar o sino, entende. Minha curiosidade faz isso ser tão tentador.
Ewandar: Ainda não creio que seja o melhor, mas você é o líder dessa expedição, Leon. – Ewandar hesitou por um momento, tentando engolir o orgulho - ...Quais são suas ordens?
Leon: Eu sairei sozinho. Se eu precisar de vocês, farei um simples aceno de mão para mostrar. Entendido?
Firion: Mas, Leon-
Leon: Firion. Ewandar disse que eu sou o líder. E essa é a minha escolha. Confie em mim, eu sei o que
estou fazendo.
Leon apenas terminou de descer as escadas depois da conversa. Ele então saiu pela porta e viu vários mercenários o esperando, junto com o feiticeiro misterioso.
????????: É ele, chefe?
?????: Sim, é o garoto que procurávamos. Prendam-no e matem qualquer pessoa que possa estar com ele, Thatcher. É sua missão.
Leon olhou para Thatcher. Ele não parecia estar fazendo aquilo por livre e espontânea vontade...
Thatcher: Eu vou pegar o garoto.
?????: Pegue ele, Thatcher! E você terá tudo o que quiser!
Leon só deu um sorriso; ato estranho para alguém prestes a ser capturado por um servo de um feiticeiro maligno. O garoto simplesmente fechou os olhos, respirou fundo antes de abri-los novamente, estendeu a mão e bradou:
Leon: Liberte a mente do sufocador grilhão, quebre a interna prisão! Krach!
O feiticeiro riu da magia ridícula de Leon, mas um instante depois parou de rir, porque Thatcher deixou sua arma cair. Ele então olhou para Leon, não com ódio, mas impressionado com o jovem.
Thatcher: Quem é você?
Leon: Uma pergunta previsível, meu caro, provavelmente parte das clássicas convenções sociais. Creio eu que eles chamam o dono deste corpo de “Leon”, então devo me limitar a supor que este seja o meu nome. Leon. É um prazer conhecê-lo, Thatcher. Firion, Ewandar, eu sei que vocês estão me olhando e querendo saber como eu fiz isso. Por favor, venham.
Firion e Ewandar saíram, impressionados com a proeza de Leon. Porém, ao saírem, eles deram de cara com o feiticeiro.
?????: Bem, bem, bem... Parece que você conseguiu tirar meu domínio de um deles...
Naquele instante, Leon pegou Firion, Ewandar e Thatcher, segurando-os firmemente, apesar de Ewandar ser o único a entender o porquê daquele ato.
?????: ...mas o que fará contra todos eles? Será capaz de atacar seus próprios amigos, moleque?
O homem sorriu antes de lançar uma onda de Névoa sobre todos. Leon sentiu uma onda intensa de energia tentar penetrar o corpo de seus aliados, mas de alguma forma, conseguiu impedir. Infelizmente o mesmo não ocorreu com os outros mercenários, que foram atingidos e dominados.
????: Então você conseguiu salvá-los? Não importa. Os outros mercenários os subjugarão. Eu ficaria para ver o espetáculo, mas tenho outros afazeres.
Ele aparatou, deixando Leon, Firion, Ewandar e Thatcher sozinhos contra uma horda de mercenários.
Thatcher: Você não poderia, uh... fazer aquela coisa, a tal magia que você usou comigo... neles?
Leon: Você está insano? Um processo de liberação da mente é algo complicado. Pode ter parecido simples, mas você não faz idéia de quantos itens mentais que eu tive de acumular para sintonizar minha mente criando uma chave para seu “grilhão”. Agora você pensa que eu poderia fazer isso contra todos esses mercenários nos simples instantes em que eles estão aturdidos demais com o domínio para nos matar?
Thatcher: É, foi mal. Idéia louca, não?
Firion: Se eles falharem, aquele homem não perceberá?
Leon: É claro que não. Ele não os dominou. Domínio de mentes é uma arte complexa demais para ser feita em instantes. Tudo o que ele fez foi colocar a mente desses soldados em parafuso, deixando como único pensamento claro a vontade de me capturar e matar vocês no ato.
Ewandar: Então fuja, Leon. Nós podemos garantir que você ganhará tempo.
Thatcher: Ei! Do que é que vocês estão falando? Eu tenho aspirações mais altas do que morrer aqui por causa de um garoto lunático!
Firion: Não chame Leon de lunáti-
Leon então cortou a fala de Firion, fascinado:
Leon: Olha só, é uma borboleta! Será ela uma borboleta do campo ou uma borboleta do rio? Hm... seria legal estar perto de um rio agora...
Firion: -co. Ah, esquece. Leon?
Leon: Lunático? Ei, o que eu posso dizer, você está certo. Mas tenho o plano perfeito para salvá-los. Sabem o barco que vocês vieram? É simples. Nós vamos tomá-lo.
Firion: Vo-você escutou o seu irmão? Mas isso é...
Leon: Impossível? Improvável? Uma negação às leis da física? Ora, eu sei o que eu ouvi e eu não vou simplesmente ignorar isso. É o dilema do sino de novo.
Ewandar: Dilema do sino?!
Leon: Sim. Percebe? Se eu tocar o sino, tenho que lidar com as conseqüências do meu ato. Se eu não o fizer, eventualmente enlouquecerei pensando no que poderia ter ocorrido se o sino fosse tocado. Eu prefiro tocar o sino, entende. Minha curiosidade faz isso ser tão tentador.
Ewandar: Ainda não creio que seja o melhor, mas você é o líder dessa expedição, Leon. – Ewandar hesitou por um momento, tentando engolir o orgulho - ...Quais são suas ordens?
Leon: Eu sairei sozinho. Se eu precisar de vocês, farei um simples aceno de mão para mostrar. Entendido?
Firion: Mas, Leon-
Leon: Firion. Ewandar disse que eu sou o líder. E essa é a minha escolha. Confie em mim, eu sei o que
estou fazendo.
Leon apenas terminou de descer as escadas depois da conversa. Ele então saiu pela porta e viu vários mercenários o esperando, junto com o feiticeiro misterioso.
????????: É ele, chefe?
?????: Sim, é o garoto que procurávamos. Prendam-no e matem qualquer pessoa que possa estar com ele, Thatcher. É sua missão.
Leon olhou para Thatcher. Ele não parecia estar fazendo aquilo por livre e espontânea vontade...
Thatcher: Eu vou pegar o garoto.
?????: Pegue ele, Thatcher! E você terá tudo o que quiser!
Leon só deu um sorriso; ato estranho para alguém prestes a ser capturado por um servo de um feiticeiro maligno. O garoto simplesmente fechou os olhos, respirou fundo antes de abri-los novamente, estendeu a mão e bradou:
Leon: Liberte a mente do sufocador grilhão, quebre a interna prisão! Krach!
O feiticeiro riu da magia ridícula de Leon, mas um instante depois parou de rir, porque Thatcher deixou sua arma cair. Ele então olhou para Leon, não com ódio, mas impressionado com o jovem.
Thatcher: Quem é você?
Leon: Uma pergunta previsível, meu caro, provavelmente parte das clássicas convenções sociais. Creio eu que eles chamam o dono deste corpo de “Leon”, então devo me limitar a supor que este seja o meu nome. Leon. É um prazer conhecê-lo, Thatcher. Firion, Ewandar, eu sei que vocês estão me olhando e querendo saber como eu fiz isso. Por favor, venham.
Firion e Ewandar saíram, impressionados com a proeza de Leon. Porém, ao saírem, eles deram de cara com o feiticeiro.
?????: Bem, bem, bem... Parece que você conseguiu tirar meu domínio de um deles...
Naquele instante, Leon pegou Firion, Ewandar e Thatcher, segurando-os firmemente, apesar de Ewandar ser o único a entender o porquê daquele ato.
?????: ...mas o que fará contra todos eles? Será capaz de atacar seus próprios amigos, moleque?
O homem sorriu antes de lançar uma onda de Névoa sobre todos. Leon sentiu uma onda intensa de energia tentar penetrar o corpo de seus aliados, mas de alguma forma, conseguiu impedir. Infelizmente o mesmo não ocorreu com os outros mercenários, que foram atingidos e dominados.
????: Então você conseguiu salvá-los? Não importa. Os outros mercenários os subjugarão. Eu ficaria para ver o espetáculo, mas tenho outros afazeres.
Ele aparatou, deixando Leon, Firion, Ewandar e Thatcher sozinhos contra uma horda de mercenários.
Thatcher: Você não poderia, uh... fazer aquela coisa, a tal magia que você usou comigo... neles?
Leon: Você está insano? Um processo de liberação da mente é algo complicado. Pode ter parecido simples, mas você não faz idéia de quantos itens mentais que eu tive de acumular para sintonizar minha mente criando uma chave para seu “grilhão”. Agora você pensa que eu poderia fazer isso contra todos esses mercenários nos simples instantes em que eles estão aturdidos demais com o domínio para nos matar?
Thatcher: É, foi mal. Idéia louca, não?
Firion: Se eles falharem, aquele homem não perceberá?
Leon: É claro que não. Ele não os dominou. Domínio de mentes é uma arte complexa demais para ser feita em instantes. Tudo o que ele fez foi colocar a mente desses soldados em parafuso, deixando como único pensamento claro a vontade de me capturar e matar vocês no ato.
Ewandar: Então fuja, Leon. Nós podemos garantir que você ganhará tempo.
Thatcher: Ei! Do que é que vocês estão falando? Eu tenho aspirações mais altas do que morrer aqui por causa de um garoto lunático!
Firion: Não chame Leon de lunáti-
Leon então cortou a fala de Firion, fascinado:
Leon: Olha só, é uma borboleta! Será ela uma borboleta do campo ou uma borboleta do rio? Hm... seria legal estar perto de um rio agora...
Firion: -co. Ah, esquece. Leon?
Leon: Lunático? Ei, o que eu posso dizer, você está certo. Mas tenho o plano perfeito para salvá-los. Sabem o barco que vocês vieram? É simples. Nós vamos tomá-lo.
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Re: Névoa e Quintessência
Capítulo 1x: A Faca Sangrenta
Lyon: Ora, quem diria? O livro que aquele maluco perdeu é interessante no fim das contas... Só me sinto meio culpado... como se eu o tivesse roubado...
Lyon estava sentado, quieto, no Expresso de Hogwarts, enquanto lia o livro que o último mochileiro recebido por seu tio, Leon, teria esquecido no estranho e belo veículo que era o Aeronavio em que viviam. Uma ave bateu, querendo que o garoto abrisse a janela.
Lyon: Quem me mandaria uma coruja enquanto eu estou em um trem? Isso é estranho...
Ele abre a janela, deixando a ave entrar. Ela era bem estranha, vermelha, quase flamejante. Ela apenas acena e deixa um embrulho bem estranho no chão antes de sair voando novamente. O jovem abre o embrulho com muito cuidado e quando este embrulho se desenrolou, ele ficou assustado e nem conseguiu tocar o que estava lá dentro. Era uma faca. Uma faca ensangüentada.
Lyon: Mas... mas quem poderia ter feito isso?
Ele cuidadosamente embrulhou a faca de novo, sem tocá-la, e resolveu enviá-la ao seu tio trouxa, que era um investigador da polícia. Deu ao seu corvo, Elvenment, junto com uma carta que ele escrevera rapidamente. Era estranho, porque normalmente as pessoas usavam corujas... Ele com certeza saberia como resolver aquilo. E o trem seguia calmamente seu caminho, com muitas pessoas calmas, que nem sabiam que o prólogo dos eventos seguintes tinha sido feito... e que era tarde demais para alterar o curso do destino...
Lyon: Eu pensei que ele era suspeito no instante em que o conheci... poderia eu... ter alterado tudo?
O garoto tinha suas suspeitas... mas tudo o que ele podia fazer era silenciosamente esperar...
Lyon: Ora, quem diria? O livro que aquele maluco perdeu é interessante no fim das contas... Só me sinto meio culpado... como se eu o tivesse roubado...
Lyon estava sentado, quieto, no Expresso de Hogwarts, enquanto lia o livro que o último mochileiro recebido por seu tio, Leon, teria esquecido no estranho e belo veículo que era o Aeronavio em que viviam. Uma ave bateu, querendo que o garoto abrisse a janela.
Lyon: Quem me mandaria uma coruja enquanto eu estou em um trem? Isso é estranho...
Ele abre a janela, deixando a ave entrar. Ela era bem estranha, vermelha, quase flamejante. Ela apenas acena e deixa um embrulho bem estranho no chão antes de sair voando novamente. O jovem abre o embrulho com muito cuidado e quando este embrulho se desenrolou, ele ficou assustado e nem conseguiu tocar o que estava lá dentro. Era uma faca. Uma faca ensangüentada.
Lyon: Mas... mas quem poderia ter feito isso?
Ele cuidadosamente embrulhou a faca de novo, sem tocá-la, e resolveu enviá-la ao seu tio trouxa, que era um investigador da polícia. Deu ao seu corvo, Elvenment, junto com uma carta que ele escrevera rapidamente. Era estranho, porque normalmente as pessoas usavam corujas... Ele com certeza saberia como resolver aquilo. E o trem seguia calmamente seu caminho, com muitas pessoas calmas, que nem sabiam que o prólogo dos eventos seguintes tinha sido feito... e que era tarde demais para alterar o curso do destino...
Lyon: Eu pensei que ele era suspeito no instante em que o conheci... poderia eu... ter alterado tudo?
O garoto tinha suas suspeitas... mas tudo o que ele podia fazer era silenciosamente esperar...
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Re: Névoa e Quintessência
Capítulo 2: O audacioso roubo
Leon: Aqua Eructo!
Um grande jato de água jogou cinco mercenários para trás enquanto Ewandar levantava um escudo para eles. Thatcher seguiu com Ewandar, mas Firion ficou para pegar Leon. Ele levantou o garoto e o colocou em seus ombros.
Leon: O que você está fazendo?
Firion: Quantas vezes vamos ter que te dizer que você é o visionário que fará tudo dar certo? Então nada de ficar se arriscando por aí, Leon!
Leon: Bem, eu ser um visionário é um fato. É justo. Vamos. Eu tenho um modo de me aproveitar da fraqueza deles.
Eles correram até o barco, onde aparentemente, mais soldados os esperavam. Leon percebeu que Ewandar e Thatcher estavam tendo problemas em se defender dos homens, já que na mente destes, eles poderiam matar qualquer um que não fosse Leon.
Firion: Eles não vão resistir por muito tempo, Leon. Qual é o seu plano?
Leon: Um falso Leon, obviamente.
Firion: Leon... eu ficaria honrado em ser o falso que te salvaria, mesmo que isso significasse a morte para mim.
Leon: Muito heróico, Firion, mas impraticável. Eu fiz um juramento de que conseguiria proteger vocês enquanto eu pudesse e mesmo que não seja um juramento perpétuo, o tratarei como um até que eu não possa mais. Além disso, todos nós sabemos que vocês três são altos demais para se passarem por mim. Não, claro que não. Irei criar um Leon de ilusão.
Firion: Um Leon de ilusão? Mas... mas só os magos mais avançados conseguem fazer isso! Você é realmente capaz, Leon?
Leon: Não se esqueça de que eu já fiz essa proeza antes, no mundo antigo, ao criar asas ilusórias. Além disso, o outro mundo é muito mais velho do que este. Lá não existe tanta magia e a magia que ainda resiste já está um tanto velha, sabe. Então, se eu o fiz naquelas condições negativas, por que eu não o conseguiria aqui?
Firion: Mas, Leon... você não fez isso em seu próprio controle, não é?
Leon: Confie em mim, Firion. Eu sei do que eu sou capaz.
Firion não pode discutir. Leon pulou de seus ombros e caiu entre seus outros dois aliados e a horda de mercenários. Ele apenas sorriu e estalou os dedos, com sua mente focada no que queria. Naquele instante, uma quantidade de Névoa os cercou, se concentrando em um ponto até se tornar um ilusório Leon. O jovem falso sorriu junto com o verdadeiro e naquele simples instante, era quase impossível identificar o verdadeiro. Mas para que o plano desse certo, o Leon real falou, para que o falso o obedecesse.
Leon: Corra para a Torre.
O Leon falso assentiu e saiu correndo, sendo seguido por metade dos mercenários. A outra metade ainda estava ali, pegando cordas para amarrar Leon. Firion então, sabendo o resto do plano, pegou Leon pelo braço e saiu correndo com ele. Os outros dois já estavam conquistando o barco.
Leon: Oh, belo adiantamento deles, eu devo dizer! Apesar de eu achar que isso pode talvez ter de mudar meus planos...
Ewandar: Wingardium Leviosa!
Ele fez dois dos mercenários flutuarem até caírem na água. Thatcher atacava os outros rapidamente, com seu enorme machado de guerra.
Firion: Rápido, antes que os outros nos alcancem! Leon, cuidado!
Leon rapidamente foi obrigado a desviar de uma lâmina gigante. Firion então pegou sua lança e atacou o dono da espada antes que ele pudesse reagir, deixando o homem caído no chão. Outro tentou atacá-los, mas Leon desviou-se de seu machado enquanto Firion lançou um feitiço estuporante. Dois outros hesitaram por um instante, mas resolveram atacar a dupla ao mesmo tempo, na vaga esperança de sucesso. Firion simplesmente pegou Leon pelos pés e começou a girar, fazendo o feitiço Incendio do garoto adquirir um ar perigoso ao circundá-los. Leon então cutucou Firion e pulou para dentro do barco, seguido por seu guarda-costas, enquanto Thatcher jogava os últimos dois mercenários para fora.
Leon: Ótimo, agora estamos no barco! O que faremos?
Ewandar: Ele chegou muito perto da terra, Leon. Preciso da sua ajuda para mover o oceano.
Leon: Oh, é uma boa.
Leon e Ewandar se dirigiram á popa do barco, se concentrando para acumular poder e tentar fazer com que o barco saísse da terra. Felizmente, eles foram capazes de mover as marés, o que os ajudou muito na fuga. Porém, apenas quando já estavam fora do alcance dos mercenários e da maré, uma simples pergunta foi feita. Uma pergunta que definitivamente deveria ter sido feita antes e que, se respondida do modo mais provável de acordo com as condições, poderia certamente significar a perdição para o pequeno e bisonho grupo que sequestrara o barco.
Leon: Alguém sabe pilotar essa coisa?
Leon: Aqua Eructo!
Um grande jato de água jogou cinco mercenários para trás enquanto Ewandar levantava um escudo para eles. Thatcher seguiu com Ewandar, mas Firion ficou para pegar Leon. Ele levantou o garoto e o colocou em seus ombros.
Leon: O que você está fazendo?
Firion: Quantas vezes vamos ter que te dizer que você é o visionário que fará tudo dar certo? Então nada de ficar se arriscando por aí, Leon!
Leon: Bem, eu ser um visionário é um fato. É justo. Vamos. Eu tenho um modo de me aproveitar da fraqueza deles.
Eles correram até o barco, onde aparentemente, mais soldados os esperavam. Leon percebeu que Ewandar e Thatcher estavam tendo problemas em se defender dos homens, já que na mente destes, eles poderiam matar qualquer um que não fosse Leon.
Firion: Eles não vão resistir por muito tempo, Leon. Qual é o seu plano?
Leon: Um falso Leon, obviamente.
Firion: Leon... eu ficaria honrado em ser o falso que te salvaria, mesmo que isso significasse a morte para mim.
Leon: Muito heróico, Firion, mas impraticável. Eu fiz um juramento de que conseguiria proteger vocês enquanto eu pudesse e mesmo que não seja um juramento perpétuo, o tratarei como um até que eu não possa mais. Além disso, todos nós sabemos que vocês três são altos demais para se passarem por mim. Não, claro que não. Irei criar um Leon de ilusão.
Firion: Um Leon de ilusão? Mas... mas só os magos mais avançados conseguem fazer isso! Você é realmente capaz, Leon?
Leon: Não se esqueça de que eu já fiz essa proeza antes, no mundo antigo, ao criar asas ilusórias. Além disso, o outro mundo é muito mais velho do que este. Lá não existe tanta magia e a magia que ainda resiste já está um tanto velha, sabe. Então, se eu o fiz naquelas condições negativas, por que eu não o conseguiria aqui?
Firion: Mas, Leon... você não fez isso em seu próprio controle, não é?
Leon: Confie em mim, Firion. Eu sei do que eu sou capaz.
Firion não pode discutir. Leon pulou de seus ombros e caiu entre seus outros dois aliados e a horda de mercenários. Ele apenas sorriu e estalou os dedos, com sua mente focada no que queria. Naquele instante, uma quantidade de Névoa os cercou, se concentrando em um ponto até se tornar um ilusório Leon. O jovem falso sorriu junto com o verdadeiro e naquele simples instante, era quase impossível identificar o verdadeiro. Mas para que o plano desse certo, o Leon real falou, para que o falso o obedecesse.
Leon: Corra para a Torre.
O Leon falso assentiu e saiu correndo, sendo seguido por metade dos mercenários. A outra metade ainda estava ali, pegando cordas para amarrar Leon. Firion então, sabendo o resto do plano, pegou Leon pelo braço e saiu correndo com ele. Os outros dois já estavam conquistando o barco.
Leon: Oh, belo adiantamento deles, eu devo dizer! Apesar de eu achar que isso pode talvez ter de mudar meus planos...
Ewandar: Wingardium Leviosa!
Ele fez dois dos mercenários flutuarem até caírem na água. Thatcher atacava os outros rapidamente, com seu enorme machado de guerra.
Firion: Rápido, antes que os outros nos alcancem! Leon, cuidado!
Leon rapidamente foi obrigado a desviar de uma lâmina gigante. Firion então pegou sua lança e atacou o dono da espada antes que ele pudesse reagir, deixando o homem caído no chão. Outro tentou atacá-los, mas Leon desviou-se de seu machado enquanto Firion lançou um feitiço estuporante. Dois outros hesitaram por um instante, mas resolveram atacar a dupla ao mesmo tempo, na vaga esperança de sucesso. Firion simplesmente pegou Leon pelos pés e começou a girar, fazendo o feitiço Incendio do garoto adquirir um ar perigoso ao circundá-los. Leon então cutucou Firion e pulou para dentro do barco, seguido por seu guarda-costas, enquanto Thatcher jogava os últimos dois mercenários para fora.
Leon: Ótimo, agora estamos no barco! O que faremos?
Ewandar: Ele chegou muito perto da terra, Leon. Preciso da sua ajuda para mover o oceano.
Leon: Oh, é uma boa.
Leon e Ewandar se dirigiram á popa do barco, se concentrando para acumular poder e tentar fazer com que o barco saísse da terra. Felizmente, eles foram capazes de mover as marés, o que os ajudou muito na fuga. Porém, apenas quando já estavam fora do alcance dos mercenários e da maré, uma simples pergunta foi feita. Uma pergunta que definitivamente deveria ter sido feita antes e que, se respondida do modo mais provável de acordo com as condições, poderia certamente significar a perdição para o pequeno e bisonho grupo que sequestrara o barco.
Leon: Alguém sabe pilotar essa coisa?
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Re: Névoa e Quintessência
Capítulo 3: Problemas em Alto-Mar
Firion: Ainda bem que Thatcher sabe pilotar esse barco.
Leon: Ainda bem que não matamos Thatcher, o que eu tenho certeza de que seria feito se vocês não seguissem meu plano.
Thatcher: Vo-vocês estão falando... de me matar?!
Leon: Ok... – abre um mapa e pega uma bússola para tentar mudar de assunto, colocando-se logo ao lado de Thatcher e se virando na direção que ele olhava – Temos que ir para o Forte Hydon, então...
Thatcher: Opa, opa! O que diabos vocês planejam fazer naquele lugar? Eu tenho que avisá-los que isso é muito perigoso!
Leon: ...Felizmente só precisamos seguir reto por algumas horas. Vamos tentar tomá-lo do ditador de Atlântida, é claro. Meu irmão está preso lá.
Leon então teve de colocar a mão na cabeça por um instante, sentindo algo, o que o fez ignorar o diálogo seguinte.
Thatcher: Esperem um momento aí! Vocês querem mesmo tentar conquistar o Forte?! Mas isso é praticamente uma impossibilidade!
Ewandar: Ah, longa história. Leon acha que o “irmão” dele está preso lá. Como ele é o “visionário” por aqui, ele tem que nos liderar e nós não podemos fazer nada a não ser obedecer seus delírios.
Firion: Você não é capaz de levar isso a sério, Ewan? Leon é obviamente um visionário e você sabe disso! Ele também é o mago com o maior potencial que eu já vi! Acredite, se ele já até mesmo foi capaz de criar uma lâmina espectral, é lógico que ele pode fazer coisas incríveis!
Ewandar: Não me chame de Ewan! Você sabe que eu odeio quando você me chama de Ewan! E mesmo com ele, tentar conquistar aquele Forte é praticamente suicídio!
Thatcher: Então vocês querem tomar um Forte Atlante porque um garoto está preso lá dentro?
Firion: É mais ou menos isso. Leon acredita que somos capazes, então por isso eu acredito nas nossas chances. Afinal, eu tenho certeza de que ele tem a estratégia perfeita.
Ewandar: Quando ele tivesse 15 anos! É cedo demais! Agora, Firion, você nos colocou em uma situação muito complicada!
Firion: Tá bem, tá bem, admito. Eu não o peguei lá só por causa dos problemas aqui!
Ewandar: É mesmo? Então me conte o outro motivo. Me conte o motivo de sua traição!
Firion: Leon me pediu. Ele me disse que já tinha visto mais do que o suficiente do mundo antigo.
Ewandar: Ótimo! Você condenou a todos nós por causa de um simples pedido do garoto!
Leon: ...Meu irmão. Ele avisou que há uma entrada secreta para o forte pelos esgotos e que também há um barco infestado de Inferi vigiando a baía. Ele também me disse... que está bem e que espera ansiosamente para me conhecer.
Firion: Entrada secreta pelos esgotos?!
Thatcher: Barco de Inferi? Seja lá quem for, o atual dono dessa baía quer mantê-la!
Leon: Inferi, huh?
Firion: Deixe-me ver... – pega uma luneta e resolve olhar – Sim, são. Creio eu que são recentes. Uh... Eles nos viram! Vão carregar os canhões!
Ewandar: Mas eles não se importam de quem são?! E se fossem os mercenários? E se eles tivessem obtido sucesso?
Leon: Ah, Ewan... Você pode ser um mago muito inteligente e um filósofo brilhante, mas não sabe nada sobre a realidade da guerra! É simples. Se nós estamos no barco, afundá-lo livra Atlântida de uma ameaça. Se os mercenários estão aqui, afundar o barco deixaria o caso em silêncio e economizaria a oferta de pagamento deles. Ora, de qualquer modo, afundando esse barco, eles ganham.
Ewandar: Não me chame de... – ah, então você sabe sobre meu trabalho filosófico?
Leon: Sim, sim, claro! Era um dos meus interesses. Filosofia, estratégia de guerra, encantamentos e claro, tecnologia.
Firion: Ei! Lá vem as balas de canhão! Ewandar, Leon, uma ajudinha seria legal!
Firion tentava jogar feitiços para desviar as balas de canhão, mas não era capaz de impedir todas sozinho. Ewandar correu para ajudá-lo, enquanto Thatcher fazia as melhores manobras evasivas para salvar o barco. Leon, porém, apenas pensava no que fazer.
Ewandar: Leon! Uma ajuda seria legal!
Leon então vasculhou sua mochila, mas não tirou sua varinha. Ele, com um sorriso, tirou sua Ocarina e a colocou perto da sua boca, pronto para tocar.
Ewandar: Leon! Isso não é hora de um acompanhamento musical!
Leon apenas riu e tocou uma música. Depois de alguns segundos, Zeffa apareceu e pousou sobre a cabeça dele. Mas Zeffa não o levou como normalmente faria. Ela apenas pousou, segurando uma carta.
Firion: Ainda bem que Thatcher sabe pilotar esse barco.
Leon: Ainda bem que não matamos Thatcher, o que eu tenho certeza de que seria feito se vocês não seguissem meu plano.
Thatcher: Vo-vocês estão falando... de me matar?!
Leon: Ok... – abre um mapa e pega uma bússola para tentar mudar de assunto, colocando-se logo ao lado de Thatcher e se virando na direção que ele olhava – Temos que ir para o Forte Hydon, então...
Thatcher: Opa, opa! O que diabos vocês planejam fazer naquele lugar? Eu tenho que avisá-los que isso é muito perigoso!
Leon: ...Felizmente só precisamos seguir reto por algumas horas. Vamos tentar tomá-lo do ditador de Atlântida, é claro. Meu irmão está preso lá.
Leon então teve de colocar a mão na cabeça por um instante, sentindo algo, o que o fez ignorar o diálogo seguinte.
Thatcher: Esperem um momento aí! Vocês querem mesmo tentar conquistar o Forte?! Mas isso é praticamente uma impossibilidade!
Ewandar: Ah, longa história. Leon acha que o “irmão” dele está preso lá. Como ele é o “visionário” por aqui, ele tem que nos liderar e nós não podemos fazer nada a não ser obedecer seus delírios.
Firion: Você não é capaz de levar isso a sério, Ewan? Leon é obviamente um visionário e você sabe disso! Ele também é o mago com o maior potencial que eu já vi! Acredite, se ele já até mesmo foi capaz de criar uma lâmina espectral, é lógico que ele pode fazer coisas incríveis!
Ewandar: Não me chame de Ewan! Você sabe que eu odeio quando você me chama de Ewan! E mesmo com ele, tentar conquistar aquele Forte é praticamente suicídio!
Thatcher: Então vocês querem tomar um Forte Atlante porque um garoto está preso lá dentro?
Firion: É mais ou menos isso. Leon acredita que somos capazes, então por isso eu acredito nas nossas chances. Afinal, eu tenho certeza de que ele tem a estratégia perfeita.
Ewandar: Quando ele tivesse 15 anos! É cedo demais! Agora, Firion, você nos colocou em uma situação muito complicada!
Firion: Tá bem, tá bem, admito. Eu não o peguei lá só por causa dos problemas aqui!
Ewandar: É mesmo? Então me conte o outro motivo. Me conte o motivo de sua traição!
Firion: Leon me pediu. Ele me disse que já tinha visto mais do que o suficiente do mundo antigo.
Ewandar: Ótimo! Você condenou a todos nós por causa de um simples pedido do garoto!
Leon: ...Meu irmão. Ele avisou que há uma entrada secreta para o forte pelos esgotos e que também há um barco infestado de Inferi vigiando a baía. Ele também me disse... que está bem e que espera ansiosamente para me conhecer.
Firion: Entrada secreta pelos esgotos?!
Thatcher: Barco de Inferi? Seja lá quem for, o atual dono dessa baía quer mantê-la!
Leon: Inferi, huh?
Firion: Deixe-me ver... – pega uma luneta e resolve olhar – Sim, são. Creio eu que são recentes. Uh... Eles nos viram! Vão carregar os canhões!
Ewandar: Mas eles não se importam de quem são?! E se fossem os mercenários? E se eles tivessem obtido sucesso?
Leon: Ah, Ewan... Você pode ser um mago muito inteligente e um filósofo brilhante, mas não sabe nada sobre a realidade da guerra! É simples. Se nós estamos no barco, afundá-lo livra Atlântida de uma ameaça. Se os mercenários estão aqui, afundar o barco deixaria o caso em silêncio e economizaria a oferta de pagamento deles. Ora, de qualquer modo, afundando esse barco, eles ganham.
Ewandar: Não me chame de... – ah, então você sabe sobre meu trabalho filosófico?
Leon: Sim, sim, claro! Era um dos meus interesses. Filosofia, estratégia de guerra, encantamentos e claro, tecnologia.
Firion: Ei! Lá vem as balas de canhão! Ewandar, Leon, uma ajudinha seria legal!
Firion tentava jogar feitiços para desviar as balas de canhão, mas não era capaz de impedir todas sozinho. Ewandar correu para ajudá-lo, enquanto Thatcher fazia as melhores manobras evasivas para salvar o barco. Leon, porém, apenas pensava no que fazer.
Ewandar: Leon! Uma ajuda seria legal!
Leon então vasculhou sua mochila, mas não tirou sua varinha. Ele, com um sorriso, tirou sua Ocarina e a colocou perto da sua boca, pronto para tocar.
Ewandar: Leon! Isso não é hora de um acompanhamento musical!
Leon apenas riu e tocou uma música. Depois de alguns segundos, Zeffa apareceu e pousou sobre a cabeça dele. Mas Zeffa não o levou como normalmente faria. Ela apenas pousou, segurando uma carta.
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Re: Névoa e Quintessência
Capítulo 3x: O falso amigo
Lyon teve dias seguintes calmos e movimentados, com o recomeço das aulas. Ele ficou tão ocupado que quase se esquecera da faca sangrenta, apesar de ainda se preocupar com o fato de não ter mais recebido cartas de seu tio. Em um desses dias, ele tomava seu café da manhã calmamente quando uma carta chegou.
Lyon: Elvenment, então a carta finalmente veio...
O seu pássaro deixou a carta ali antes de sair voando. Dentro dela, estava escritas algumas coisas, e um objeto fora deixado ali. O garoto abriu a carta, esperando que fossem notícias e seu tio. Era muito estranho. Seu tio não conseguia deixá-lo sair nem por meia hora, e agora ele tinha simplesmente cortado o contato? Muito estranho...
Lyon: Não é a letra do meu tio Cid...
Lyon,
Eu examinei a faca que você me mandou, e sinto muito em te dizer que o sangue nela era do meu irmão, Cid. Porém, não fui capaz de encontrar digitais. Achei apenas um fio de cabelo, mas os meus sistemas foram incapazes de analisar o DNA presente nele. Deixo aqui o fio para ver se você tem mais sorte com seus meios mágicos de encontrar o dono dele.
Tio Yan.
Tim: Lyon... o que é isso?
Lyon: Uma carta... Você estuda por aqui há mais tempo do que eu... Já ouviu falar de um garoto chamado Leon?
Tim: Ah, claro. Ele era estranho e um tanto maluco, mas não exatamente perigoso...
Lyon: Então você teve sorte, Tim... porque Leon é um assassino... e eu me vingarei dele... Ele fingiu ser uma pessoa confiável, mas esse fio de cabelo prateado só pode ser dele... Além disso, ele é o último que viajou com meu tio, então ele tem que ser o assassino... ele é o assassino...
Tim: Mas-mas Lyon... Como você pode ter tanta certeza?
Lyon: É inexplicável. Eu posso sentir... Leon é o culpado... e a morte do meu tio tem que ser vingada.
Tim: Mas o que você vai fazer?
Lyon: É simples. Ele vai ter que voltar algum dia... e quando o fizer... será seu fim.
Lyon escreveu então uma carta rapidamente, esperando que isso fosse o suficiente... ele então a entregou a Elvenment e viu seu pássaro voar, esperando que seu plano funcionasse.
Lyon teve dias seguintes calmos e movimentados, com o recomeço das aulas. Ele ficou tão ocupado que quase se esquecera da faca sangrenta, apesar de ainda se preocupar com o fato de não ter mais recebido cartas de seu tio. Em um desses dias, ele tomava seu café da manhã calmamente quando uma carta chegou.
Lyon: Elvenment, então a carta finalmente veio...
O seu pássaro deixou a carta ali antes de sair voando. Dentro dela, estava escritas algumas coisas, e um objeto fora deixado ali. O garoto abriu a carta, esperando que fossem notícias e seu tio. Era muito estranho. Seu tio não conseguia deixá-lo sair nem por meia hora, e agora ele tinha simplesmente cortado o contato? Muito estranho...
Lyon: Não é a letra do meu tio Cid...
Lyon,
Eu examinei a faca que você me mandou, e sinto muito em te dizer que o sangue nela era do meu irmão, Cid. Porém, não fui capaz de encontrar digitais. Achei apenas um fio de cabelo, mas os meus sistemas foram incapazes de analisar o DNA presente nele. Deixo aqui o fio para ver se você tem mais sorte com seus meios mágicos de encontrar o dono dele.
Tio Yan.
Tim: Lyon... o que é isso?
Lyon: Uma carta... Você estuda por aqui há mais tempo do que eu... Já ouviu falar de um garoto chamado Leon?
Tim: Ah, claro. Ele era estranho e um tanto maluco, mas não exatamente perigoso...
Lyon: Então você teve sorte, Tim... porque Leon é um assassino... e eu me vingarei dele... Ele fingiu ser uma pessoa confiável, mas esse fio de cabelo prateado só pode ser dele... Além disso, ele é o último que viajou com meu tio, então ele tem que ser o assassino... ele é o assassino...
Tim: Mas-mas Lyon... Como você pode ter tanta certeza?
Lyon: É inexplicável. Eu posso sentir... Leon é o culpado... e a morte do meu tio tem que ser vingada.
Tim: Mas o que você vai fazer?
Lyon: É simples. Ele vai ter que voltar algum dia... e quando o fizer... será seu fim.
Lyon escreveu então uma carta rapidamente, esperando que isso fosse o suficiente... ele então a entregou a Elvenment e viu seu pássaro voar, esperando que seu plano funcionasse.
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Re: Névoa e Quintessência
Capítulo 4: Dança da Espectral
Leon: Ok, ok, depois eu vou ler a carta, Zeffa querida – ele colocou a carta em sua mochila – mas agora eu preciso de um favor seu!
Leon então apontou para o outro barco que os atacava, esperando que pudesse fazer algo.
Leon: Você consegue me levar até lá? Rapidamente?
Firion e Ewandar se viraram nesse instante.
Firion: A... A ave do paraíso?!
Ewandar: Leon?! Como você...
Leon não os ouvia. Ele apenas acariciava a ave. Ela então acenou, mas ao invés de abrir suas asas e tentar voar com o garoto, os dois simplesmente explodiram em neve, deixando apenas uma marca de madeira congelada para trás.
Ewandar: Ele... é mais especial do que eu imaginava...
Firion: Ele foi para o outro barco! Eu vi os dois aparecendo lá! O que ele pensa que está fazendo!?
Thatcher: Segurem-se, garotos! Eles estão começando a preparar bolas de piche flamejante!
No outro barco, porém, as coisas eram ainda mais estranhas, porque a aparição de um garoto e uma ave do nada não fora exatamente bem-recebida. O garoto não poderia saber, porque estava respirando fundo e com os olhos fechados.
Leon: Vamos ver o que eu posso fazer!
Leon pegou a lâmina espectral, presente de Excalibur.
Leon: Nos vemos de novo, não é, querida? Não me decepcione!
Leon então, quase como se estivesse dançando, passou a atacar os Inferi com sua fiel espada. Como ele esperava, a lâmina era capaz de destruir os Inferi, os tornando apenas corpos e esqueletos mortos, no chão. O jovem ria e se divertia com o espetáculo da batalha. De longe, Firion apenas observava com sua luneta.
Thatcher: Firion... o que está acontecendo lá?
Firion: Leon está dançando com sua lâmina... e destruindo os Inferi...
Thatcher: Mas os Inferi... são magia negra avançada! Como ele foi... capaz disso?
Ewandar: Nem eu sei explicar... Ele tem a ave do paraíso, muito potencial e consegue matar Inferis com sua lâmina espectral... Ele é cheio de mistérios...
Firion: E mais do que nunca, eu tenho certeza... Ele é o garoto que fará tudo voltar ao normal...
Thatcher: Uh, pessoal, eu tenho uma boa e uma má notícia...
Firion: Qual é a boa notícia?
Thatcher: O barco dos Inferi está afundando. A má notícia é que aparentemente, o garoto não saiu de lá até agora.
Firion: LEON!
No entanto, não houve nenhum tipo de resposta do outro barco... e Leon não estava sequer visível... onde ele poderia ter parado?
Leon: ...Onde... eu estou?
????: Ora, ora, Leon... Nos encontramos de novo, não é?
Leon: Lyon... Lyon, é você?
Lyon: Deixe o cinismo de lado, Leon, Ele não combina com você. Você sabe muito bem porque eu estou aqui... – ele abre o casaco e tira uma grande espada prateada.
Leon: Cuidado com isso, Lyon!
Lyon: Ah, cale-se, Leon. Você sabe muito bem porque eu estou aqui...
Leon não entendia nada, mas não teve mais tempo para entender.
Ele sentiu um puxão o tirando dali e acordou... Quando deu por si, estava em um lugar estranho e cinzento, com muita Névoa...
Mercenário: E este foi o quinto, senhor... Não faço idéia do porque, mas eles preferem morrer a dizer qualquer coisa...
?????: Hm... Interessante... Vamos interrogar mais um destes soldados hoje. E se ele não falar também, bem... Amanhã tentaremos com o gêmeo do garoto... Ele deve saber mais...
Leon então realmente acordou, ofegante. Ele olhou ao redor, mas tudo o que via era que estava em uma praia. Ele chegara à beira do Forte Hydon, e o único aliado por perto era Zeffa. E o mais terrível: em menos de 24 horas, seu irmão seria colocado como refém.
Leon: Ok, ok, depois eu vou ler a carta, Zeffa querida – ele colocou a carta em sua mochila – mas agora eu preciso de um favor seu!
Leon então apontou para o outro barco que os atacava, esperando que pudesse fazer algo.
Leon: Você consegue me levar até lá? Rapidamente?
Firion e Ewandar se viraram nesse instante.
Firion: A... A ave do paraíso?!
Ewandar: Leon?! Como você...
Leon não os ouvia. Ele apenas acariciava a ave. Ela então acenou, mas ao invés de abrir suas asas e tentar voar com o garoto, os dois simplesmente explodiram em neve, deixando apenas uma marca de madeira congelada para trás.
Ewandar: Ele... é mais especial do que eu imaginava...
Firion: Ele foi para o outro barco! Eu vi os dois aparecendo lá! O que ele pensa que está fazendo!?
Thatcher: Segurem-se, garotos! Eles estão começando a preparar bolas de piche flamejante!
No outro barco, porém, as coisas eram ainda mais estranhas, porque a aparição de um garoto e uma ave do nada não fora exatamente bem-recebida. O garoto não poderia saber, porque estava respirando fundo e com os olhos fechados.
Leon: Vamos ver o que eu posso fazer!
Leon pegou a lâmina espectral, presente de Excalibur.
Leon: Nos vemos de novo, não é, querida? Não me decepcione!
Leon então, quase como se estivesse dançando, passou a atacar os Inferi com sua fiel espada. Como ele esperava, a lâmina era capaz de destruir os Inferi, os tornando apenas corpos e esqueletos mortos, no chão. O jovem ria e se divertia com o espetáculo da batalha. De longe, Firion apenas observava com sua luneta.
Thatcher: Firion... o que está acontecendo lá?
Firion: Leon está dançando com sua lâmina... e destruindo os Inferi...
Thatcher: Mas os Inferi... são magia negra avançada! Como ele foi... capaz disso?
Ewandar: Nem eu sei explicar... Ele tem a ave do paraíso, muito potencial e consegue matar Inferis com sua lâmina espectral... Ele é cheio de mistérios...
Firion: E mais do que nunca, eu tenho certeza... Ele é o garoto que fará tudo voltar ao normal...
Thatcher: Uh, pessoal, eu tenho uma boa e uma má notícia...
Firion: Qual é a boa notícia?
Thatcher: O barco dos Inferi está afundando. A má notícia é que aparentemente, o garoto não saiu de lá até agora.
Firion: LEON!
No entanto, não houve nenhum tipo de resposta do outro barco... e Leon não estava sequer visível... onde ele poderia ter parado?
Leon: ...Onde... eu estou?
????: Ora, ora, Leon... Nos encontramos de novo, não é?
Leon: Lyon... Lyon, é você?
Lyon: Deixe o cinismo de lado, Leon, Ele não combina com você. Você sabe muito bem porque eu estou aqui... – ele abre o casaco e tira uma grande espada prateada.
Leon: Cuidado com isso, Lyon!
Lyon: Ah, cale-se, Leon. Você sabe muito bem porque eu estou aqui...
Leon não entendia nada, mas não teve mais tempo para entender.
Ele sentiu um puxão o tirando dali e acordou... Quando deu por si, estava em um lugar estranho e cinzento, com muita Névoa...
Mercenário: E este foi o quinto, senhor... Não faço idéia do porque, mas eles preferem morrer a dizer qualquer coisa...
?????: Hm... Interessante... Vamos interrogar mais um destes soldados hoje. E se ele não falar também, bem... Amanhã tentaremos com o gêmeo do garoto... Ele deve saber mais...
Leon então realmente acordou, ofegante. Ele olhou ao redor, mas tudo o que via era que estava em uma praia. Ele chegara à beira do Forte Hydon, e o único aliado por perto era Zeffa. E o mais terrível: em menos de 24 horas, seu irmão seria colocado como refém.
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Re: Névoa e Quintessência
Capítulo 5: Ataque em Hydon
Leon: Ok, eles ainda estão no mar... então acho que vamos ter de agir sozinhos, Zeffa. Felizmente –
Leon pegou sua mochila e tirou de dentro dela o mapa, que de alguma forma, tinha ficado seco – Este é o panorama do Forte, huh? Não é tão impenetrável quanto dizem, eu tenho de ressaltar. Hm... mas os guardas o vigiando realmente tornam isso um tanto desafiador... Meu irmão disse que a saída do esgoto ficava em algum lugar ao leste, então... – Leon pegou uma caneta e rapidamente desenhava em seu mapa, marcando as posições dos guardas que ele pode observar por detrás dos arbustos - ...provavelmente é em algum lugar nesse orbital.
O garoto guardou a caneta e tirou a sua espada. Ele sabia que só funcionaria se os guardas tivessem sido afetados por alguma alteração física ou mágica, mas a lâmina ao menos poderia assustá-los. Ela era uma lâmina muito estranha, que tinha uma aura estranha e não era fria e normal, mas ondulava de um modo totalmente inesperado.
Leon: Excelente. Tenho que terminar tudo antes de o dia nascer, porque a noite é uma bela hora de dar o calote em todos eles.
Leon deu uma risada antes de olhar para Zeffa. Zeffa apenas começou a voar, para visualizar o panorama. Ele então pegou sua varinha e a espada, pronto para continuar com seus planos.
. . .
No barco, Firion olhava com sua luneta, percebendo que Leon continuava vivo.
Firion: Ele está vivo, gente! Leon está vivo!
Ewandar: A ave do paraíso, claro. Ela o levou para a praia...
Firion: Ele é muito esperto. Escolheu um lugar oculto para os guardas, mas visível o suficiente para que pudéssemos notá-lo. Leon...
Thatcher: Bem, se quisermos ajudá-los, vocês bem que podiam me ajudar aqui, não é?
Firion: Ah, claro, claro!
Firion e Ewandar se moveram para o fundo do barco, onde tentariam acelerá-lo com encantamentos. Se eles esperassem mais alguns instantes antes de se mexerem, veriam que o Hades caiu nos arredores do Forte.
. . .
O irmão de Leon não estava exatamente “preso”. Ele era sim, mantido contra a sua vontade dentro daquele Forte, mas não em um cômodo único que fosse apertado e fedorento. Na verdade, ele tinha sido colocado em uma suíte relativamente confortável, tendo a sua disposição livros, pergaminhos e muitos outros itens. A única coisa que ele realmente restringiam era a visão do mundo de fora que, ironicamente, era o que o garoto mais queria.
Guarda: Jantar!
A porta se abriu. Porém, ao invés de entrar um único guarda, entraram dois, juntos com um homem baixo que usava um cajado com uma bola de cristal na ponta. Ele tinha cabelos vermelhos e olhos amarelados, com olheiras bem fundas.
?????: Lennart.
Lennart: Daken.
Daken: Agora eu digo o seguinte: eu quero saber sobre o seu irmão... e você vai me contar. Eu deixaria para amanhã, mas...
Um guarda chegou, cansado. Ele apenas disse:
Guarda: O homem não disse nada... Ele-ele se matou!
Daken: Ah, claro. Sim, terei que fazê-lo hoje! Me arrisquei demais esperando! Você vai me dar respostas agora, ou...
Lennart: Faça seu pior. Eu não direi nada.
O homem então estendeu seu cajado, preparado. Mas naquele instante, uma explosão indicou que a confusão começara. Lennart sorriu antes de pular pelos guardas e correr para escapar do Forte, retirando da manga sua varinha, que tinha sido ocultada por ele instantes antes de ser capturado.
Lennart: Bombarda!
. . .
Leon começou acumulando Névoa em toda a área. Isso exigiu uma quantidade enorme de esforço e ele suava ao terminar. Mas era só o começo de seu engenhoso plano. Ele apenas gritou, um único grito que poderia entregá-lo, mas ao mesmo tempo poderia salvá-lo.
Leon: ZEFFA!
A ave apenas desceu, explodindo em gelo no ponto em que estaria mais visível, causando uma confusão entre os soldados e deixando alguns congelados e imóveis. Leon então estendeu a varinha e apenas disse:
Leon: Bombarda!
Várias explosões surgiram, no meio da Névoa. Leon sorriu. A confusão só começava, já que seu irmão lançara o feitiço de modo sincronizado, aumentando seu poder. Leon sabia que era muito arriscado, mas ele simplesmente tirou sua espada e correu.
. . .
Thatcher: E estamos em terra!
Ewandar: Firion já pulou do barco! Temos que seguí-lo!
Os dois pularam do barco e tentaram correr atrás de Firion, que já estava muito à frente deles.
. . .
Firion chegara ao meio da Névoa, mas não via nada. Ele apenas podia dizer que Leon estava lá no meio. Ele viu Leon e o irmão dele o alcançando, mas Leon estava caindo, fraco? Firion sabia o que tinha de fazer: tirar os dois dali.
Firion: Carpe Retractum!
Lennart segurou Leon naquele instante em que os dois foram puxados. O homem os segurou firmemente e sem nem pensar, aparatou.
Lyon: Nos vemos de novo, Leon.
Leon: Lyon.
Lyon: Eu sei o que você fez, seu traidor. E agora, só farei com que pague. – A espada surgiu novamente nas mãos de Lyon.
Leon: Eu não sei do que você está falando! Temos que parar, conversar! Talvez eu entenda o que aconteceu dessa forma!
Leon: Ok, eles ainda estão no mar... então acho que vamos ter de agir sozinhos, Zeffa. Felizmente –
Leon pegou sua mochila e tirou de dentro dela o mapa, que de alguma forma, tinha ficado seco – Este é o panorama do Forte, huh? Não é tão impenetrável quanto dizem, eu tenho de ressaltar. Hm... mas os guardas o vigiando realmente tornam isso um tanto desafiador... Meu irmão disse que a saída do esgoto ficava em algum lugar ao leste, então... – Leon pegou uma caneta e rapidamente desenhava em seu mapa, marcando as posições dos guardas que ele pode observar por detrás dos arbustos - ...provavelmente é em algum lugar nesse orbital.
O garoto guardou a caneta e tirou a sua espada. Ele sabia que só funcionaria se os guardas tivessem sido afetados por alguma alteração física ou mágica, mas a lâmina ao menos poderia assustá-los. Ela era uma lâmina muito estranha, que tinha uma aura estranha e não era fria e normal, mas ondulava de um modo totalmente inesperado.
Leon: Excelente. Tenho que terminar tudo antes de o dia nascer, porque a noite é uma bela hora de dar o calote em todos eles.
Leon deu uma risada antes de olhar para Zeffa. Zeffa apenas começou a voar, para visualizar o panorama. Ele então pegou sua varinha e a espada, pronto para continuar com seus planos.
. . .
No barco, Firion olhava com sua luneta, percebendo que Leon continuava vivo.
Firion: Ele está vivo, gente! Leon está vivo!
Ewandar: A ave do paraíso, claro. Ela o levou para a praia...
Firion: Ele é muito esperto. Escolheu um lugar oculto para os guardas, mas visível o suficiente para que pudéssemos notá-lo. Leon...
Thatcher: Bem, se quisermos ajudá-los, vocês bem que podiam me ajudar aqui, não é?
Firion: Ah, claro, claro!
Firion e Ewandar se moveram para o fundo do barco, onde tentariam acelerá-lo com encantamentos. Se eles esperassem mais alguns instantes antes de se mexerem, veriam que o Hades caiu nos arredores do Forte.
. . .
O irmão de Leon não estava exatamente “preso”. Ele era sim, mantido contra a sua vontade dentro daquele Forte, mas não em um cômodo único que fosse apertado e fedorento. Na verdade, ele tinha sido colocado em uma suíte relativamente confortável, tendo a sua disposição livros, pergaminhos e muitos outros itens. A única coisa que ele realmente restringiam era a visão do mundo de fora que, ironicamente, era o que o garoto mais queria.
Guarda: Jantar!
A porta se abriu. Porém, ao invés de entrar um único guarda, entraram dois, juntos com um homem baixo que usava um cajado com uma bola de cristal na ponta. Ele tinha cabelos vermelhos e olhos amarelados, com olheiras bem fundas.
?????: Lennart.
Lennart: Daken.
Daken: Agora eu digo o seguinte: eu quero saber sobre o seu irmão... e você vai me contar. Eu deixaria para amanhã, mas...
Um guarda chegou, cansado. Ele apenas disse:
Guarda: O homem não disse nada... Ele-ele se matou!
Daken: Ah, claro. Sim, terei que fazê-lo hoje! Me arrisquei demais esperando! Você vai me dar respostas agora, ou...
Lennart: Faça seu pior. Eu não direi nada.
O homem então estendeu seu cajado, preparado. Mas naquele instante, uma explosão indicou que a confusão começara. Lennart sorriu antes de pular pelos guardas e correr para escapar do Forte, retirando da manga sua varinha, que tinha sido ocultada por ele instantes antes de ser capturado.
Lennart: Bombarda!
. . .
Leon começou acumulando Névoa em toda a área. Isso exigiu uma quantidade enorme de esforço e ele suava ao terminar. Mas era só o começo de seu engenhoso plano. Ele apenas gritou, um único grito que poderia entregá-lo, mas ao mesmo tempo poderia salvá-lo.
Leon: ZEFFA!
A ave apenas desceu, explodindo em gelo no ponto em que estaria mais visível, causando uma confusão entre os soldados e deixando alguns congelados e imóveis. Leon então estendeu a varinha e apenas disse:
Leon: Bombarda!
Várias explosões surgiram, no meio da Névoa. Leon sorriu. A confusão só começava, já que seu irmão lançara o feitiço de modo sincronizado, aumentando seu poder. Leon sabia que era muito arriscado, mas ele simplesmente tirou sua espada e correu.
. . .
Thatcher: E estamos em terra!
Ewandar: Firion já pulou do barco! Temos que seguí-lo!
Os dois pularam do barco e tentaram correr atrás de Firion, que já estava muito à frente deles.
. . .
Firion chegara ao meio da Névoa, mas não via nada. Ele apenas podia dizer que Leon estava lá no meio. Ele viu Leon e o irmão dele o alcançando, mas Leon estava caindo, fraco? Firion sabia o que tinha de fazer: tirar os dois dali.
Firion: Carpe Retractum!
Lennart segurou Leon naquele instante em que os dois foram puxados. O homem os segurou firmemente e sem nem pensar, aparatou.
Lyon: Nos vemos de novo, Leon.
Leon: Lyon.
Lyon: Eu sei o que você fez, seu traidor. E agora, só farei com que pague. – A espada surgiu novamente nas mãos de Lyon.
Leon: Eu não sei do que você está falando! Temos que parar, conversar! Talvez eu entenda o que aconteceu dessa forma!
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Re: Névoa e Quintessência
Capítulo 5x: Pesadelos Constantes
Lyon estava paranóico. Ele não era capaz de prestar muita atenção nas aulas, não conseguia comer direito e na hora de ir dormir, quase atacou Dave com um travesseiro porque seu amigo tentou falar com ele. Lyon apenas disse um pedido de desculpas meio fechado e se deitou... Foi nesse instante que os pesadelos começaram...
Leon: ...Onde... eu estou?
????: Ora, ora, Leon... Nos encontramos de novo, não é?
Leon: Lyon... Lyon, é você?
Lyon: Deixe o cinismo de lado, Leon, Ele não combina com você. Você sabe muito bem porque eu estou aqui... – ele abre o casaco e tira uma grande espada prateada.
Leon: Cuidado com isso, Lyon!
Lyon: Ah, cale-se, Leon. Você sabe muito bem porque eu estou aqui...
Ele apenas ouviu Leon fazer um barulho estranho, como um soluço que fora contido e desaparecer... Ele acordou e olhou para os lados... Tudo bem, ele continuava em seu dormitório... Todos dormiam... Não havia nada de errado. Ele então pegou um copo d’água ao lado da cama e o bebeu rapidamente. O garoto então começou a falar sozinho...
Lyon: Era Leon? Não, não podia ser! Mas... eu tive a oportunidade perfeita! E ele... ele fugiu! Calma, Lyon... não se entregue a loucura... você tem que manter um fio de sanidade... para a vingança.
Lyon então respirrou fundo algumas vezes antes de tentar dormir novamente... Ele conseguiu ficar calmo... isto é, até tudo começar novamente. Era um espaço vazio. E os dois estavam lá.
Lyon: Nos vemos de novo, Leon.
Leon: Lyon.
Lyon: Eu sei o que você fez, seu traidor. E agora, só farei com que pague. – A espada surgiu novamente nas mãos de Lyon.
Leon: Eu não sei do que você está falando! Temos que parar, conversar! Talvez eu entenda o que aconteceu dessa forma!
Lyon: Esqueça, Leon. Seu crime não será perdoado ou esquecido... Você sofrerá a punição... pelas minhas mãos. – ele então segurou a espada com força e a estendeu, para que Leon fosse finalmente exterminado. Mas Leon não estava mais nervoso. Ele tinha os olhos fechados e respirava fundo.
Leon: Acho que vou entrar no seu joguinho, Lyon. – ele abriu os olhos e deu um sorriso. Nesse instante, em sua mão esquerda, a lâmina espectral apareceu. Lyon não sabia o que era aquilo, então ficou assustado por um instante, mas ele não podia desistir. Não agora.
Lyon: Venha!
Leon apenas deu uma risada e pulou para cima de Lyon. Ele carregava a lâmina, e Lyon não conseguia desferir nenhum golpe, estava ocupado demais tentando impedir Leon de fatiá-lo.
Lyon: Como você... sabe lutar... tão bem?
Leon: Ora, no meu mundo as pessoas são versáteis! E muito melhores do que um fraco como você!
Leon então desferiu um golpe bem rápido que pegou Lyon de surpresa e fez a espada dele sair voando.
Leon: Matar um ser desprezível como você não vai gastar nem um pouco da minha energia. E creio eu
que sua quintessência não seja boa o suficiente para eu me dar ao trabalho de pegá-la.
Lyon estava preparado para sentir o golpe fatal, mas escutou mais algumas palavras:
Leon: Carpe Retractum.
Leon pegou a espada de Lyon e estava se preparando para desferir o golpe final...
Lyon acordou, ofegante e suado. Aquilo podia ter sido um sonho, uma premonição ou nada de mais... Mas o que quer que tenha sido, fora real demais para ele... e isso o levara a uma simples conclusão: tinha que aprender a se defender.
Lyon estava paranóico. Ele não era capaz de prestar muita atenção nas aulas, não conseguia comer direito e na hora de ir dormir, quase atacou Dave com um travesseiro porque seu amigo tentou falar com ele. Lyon apenas disse um pedido de desculpas meio fechado e se deitou... Foi nesse instante que os pesadelos começaram...
Leon: ...Onde... eu estou?
????: Ora, ora, Leon... Nos encontramos de novo, não é?
Leon: Lyon... Lyon, é você?
Lyon: Deixe o cinismo de lado, Leon, Ele não combina com você. Você sabe muito bem porque eu estou aqui... – ele abre o casaco e tira uma grande espada prateada.
Leon: Cuidado com isso, Lyon!
Lyon: Ah, cale-se, Leon. Você sabe muito bem porque eu estou aqui...
Ele apenas ouviu Leon fazer um barulho estranho, como um soluço que fora contido e desaparecer... Ele acordou e olhou para os lados... Tudo bem, ele continuava em seu dormitório... Todos dormiam... Não havia nada de errado. Ele então pegou um copo d’água ao lado da cama e o bebeu rapidamente. O garoto então começou a falar sozinho...
Lyon: Era Leon? Não, não podia ser! Mas... eu tive a oportunidade perfeita! E ele... ele fugiu! Calma, Lyon... não se entregue a loucura... você tem que manter um fio de sanidade... para a vingança.
Lyon então respirrou fundo algumas vezes antes de tentar dormir novamente... Ele conseguiu ficar calmo... isto é, até tudo começar novamente. Era um espaço vazio. E os dois estavam lá.
Lyon: Nos vemos de novo, Leon.
Leon: Lyon.
Lyon: Eu sei o que você fez, seu traidor. E agora, só farei com que pague. – A espada surgiu novamente nas mãos de Lyon.
Leon: Eu não sei do que você está falando! Temos que parar, conversar! Talvez eu entenda o que aconteceu dessa forma!
Lyon: Esqueça, Leon. Seu crime não será perdoado ou esquecido... Você sofrerá a punição... pelas minhas mãos. – ele então segurou a espada com força e a estendeu, para que Leon fosse finalmente exterminado. Mas Leon não estava mais nervoso. Ele tinha os olhos fechados e respirava fundo.
Leon: Acho que vou entrar no seu joguinho, Lyon. – ele abriu os olhos e deu um sorriso. Nesse instante, em sua mão esquerda, a lâmina espectral apareceu. Lyon não sabia o que era aquilo, então ficou assustado por um instante, mas ele não podia desistir. Não agora.
Lyon: Venha!
Leon apenas deu uma risada e pulou para cima de Lyon. Ele carregava a lâmina, e Lyon não conseguia desferir nenhum golpe, estava ocupado demais tentando impedir Leon de fatiá-lo.
Lyon: Como você... sabe lutar... tão bem?
Leon: Ora, no meu mundo as pessoas são versáteis! E muito melhores do que um fraco como você!
Leon então desferiu um golpe bem rápido que pegou Lyon de surpresa e fez a espada dele sair voando.
Leon: Matar um ser desprezível como você não vai gastar nem um pouco da minha energia. E creio eu
que sua quintessência não seja boa o suficiente para eu me dar ao trabalho de pegá-la.
Lyon estava preparado para sentir o golpe fatal, mas escutou mais algumas palavras:
Leon: Carpe Retractum.
Leon pegou a espada de Lyon e estava se preparando para desferir o golpe final...
Lyon acordou, ofegante e suado. Aquilo podia ter sido um sonho, uma premonição ou nada de mais... Mas o que quer que tenha sido, fora real demais para ele... e isso o levara a uma simples conclusão: tinha que aprender a se defender.
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Re: Névoa e Quintessência
Capítulo 6: O Espectro tem olheiras
Leon acordou do sonho, assustado. Fora tudo muito intenso para ele... ele não mais entendia porque Lyon se tornara um cara são e amigável para um louco que mal sabia se defender...
Firion: Leon! Ah, você ESTÁ bem! Eu estava preocupado, Leon!
Lennart: Uh, não sei se uma apresentação seria necessária, mas eu sou Lennart... irmão de Leon.
Firion: Ok, então nós escapamos deles. E agora?
Leon: Tenho um pressentimento muito ruim. Firion, cadê Ewandar?
Firion: Ele estava bem atrás de mim...Merda! Ele deve ter ido atacar o Forte!
Leon: Temos que voltar para lá então!
Lennart: Mas Leon? E a sua fraqueza?
Leon: Não importa. Temos que voltar... Ewandar deve estar precisando de nós.
Lennart: Ok, irmão. Ewandar vai ter nossa ajuda então.
Firion: É melhor terem cuidado... Pode ser uma armadilha.
Leon: Oh, bem... Acho que eu posso cuidar disso.
Leon riu e começou a voltar, seguido pelos outros. Parecia simples... Ah, como ele estava errado...
. . .
Daken: Que magos incompetentes! Eu tenho que cuidar de tudo eu mesmo?
Ewandar: Um duelo, é? Como nos velhos tempos... É claro que nos lembramos de quem ganhou da
última vez...
Daken: Sim, sim, que seja! Hora de virar a mesa, Ewandar!
Firion: Ewandar!?
Ewandar: Firion.
Daken: Ah, estamos todos aqui, não é? O professor, o guarda-costas, o fujão e o procurado... Isso pode ser muito bom... Estupefaça!
Ewandar: Protego!
O feitiço foi refletido, acertando uma árvore. Leon então pegou sua lâmina espiritual, sorrindo:
Lennart: O que vai fazer com ela, Leon?
Ele então deu um sorriso nefasto, um sorriso que era marca de Excalibur e disse, com o ardor da guerra no olhar:
Leon: Um simples experimento.
Leon então pulou entre dois dos feiticeiros de Daken. Um deles, logo no momento em que o garoto apareceu, bradou, atacando:
Feiticeiro: Glacius!
Era um feitiço que podia ser desviado ou rebatido, mas o garoto fez algo inesperado. Ele simplesmente colocou a lâmina na frente. A espada brilhou por um instante antes de se tornar uma lâmina congelada.
Leon: Ah, interessante!
Outro feiticeiro lançou um feitiço estuporante, mas o garoto deslizou pelo chão, desviando. Antes que o primeiro feiticeiro pudesse atacar novamente, o garoto sem nenhum dó transpassou a espada por ele. A espada simplesmente o atravessou, mas ao contrário das outras vezes, ela deixou seqüelas. O homem ficou congelado naquele momento.
Lennart: Mas o quê?!
Firion: Locomotor Mortis!
Ewandar: Expelliarmus!
Daken: Protego!
É, era uma briga selvagem ali. E Leon sentia que algo de muito ruim estava prestes a acontecer. Como se não soubesse fazer outra coisa, o segundo bruxo bradou novamente:
Bruxo: Estupefaça!
Leon: O que você fará agora, querida?
Leon colocou a espada na frente do feitiço novamente, fazendo com que ela absorvesse seu poder. O garoto rapidamente atacou o homem, mas ele saiu voando assim que a lâmina deu o primeiro toque nele. Naquele instante, Lennart chutou outro homem, mas para o pânico deles, vários reforços chegaram.
Daken: Vocês não podem vencer, Ewandar! Entregue os garotos e eu os deixarei viver!
Ewandar: Nunca! Estupore!
Daken: Avada Kedavra!
Daken se desviou do feitiço de Ewandar, mas o outro não teve a mesma sorte. Viu-se apenas um flash verde e o corpo do mago estava no chão.
Leon: Hm...
Leon não sabia como reagir, mas ele só pode pensar em uma coisa: lutar mentalmente.
Leon: Ah, o velho Avada. Que falta de criatividade, hein...
Daken: É, talvez. Mas é mais do que o suficiente para um inútil como ele.
Firion: Leon... a situação não me parece muito positiva... Se renda e você sobreviverá...
Lennart: Não sei o que mais podemos fazer, Leon... Creio que eles não nos matarão... Pelo menos não tão cedo...
Leon: Não.
Leon puxou Lennart, que compreendeu. Lennart então o segurou e segurou Firion, enquanto seu irmão pegava a ocarina e a tocava. Antes que algo mais fosse feito, Zeffa pousou sobre Lennart, explodindo em neve e levando os três para longe dali.
???????: O que faremos agora, Daken?
Daken: Vocês não farão nada, Aurelia. Me dê uma besta carregada e venha comigo. Acho que é hora de caçar, minha jovem. Hora de caçar um garotinho que pensa saber demais.
Leon acordou do sonho, assustado. Fora tudo muito intenso para ele... ele não mais entendia porque Lyon se tornara um cara são e amigável para um louco que mal sabia se defender...
Firion: Leon! Ah, você ESTÁ bem! Eu estava preocupado, Leon!
Lennart: Uh, não sei se uma apresentação seria necessária, mas eu sou Lennart... irmão de Leon.
Firion: Ok, então nós escapamos deles. E agora?
Leon: Tenho um pressentimento muito ruim. Firion, cadê Ewandar?
Firion: Ele estava bem atrás de mim...Merda! Ele deve ter ido atacar o Forte!
Leon: Temos que voltar para lá então!
Lennart: Mas Leon? E a sua fraqueza?
Leon: Não importa. Temos que voltar... Ewandar deve estar precisando de nós.
Lennart: Ok, irmão. Ewandar vai ter nossa ajuda então.
Firion: É melhor terem cuidado... Pode ser uma armadilha.
Leon: Oh, bem... Acho que eu posso cuidar disso.
Leon riu e começou a voltar, seguido pelos outros. Parecia simples... Ah, como ele estava errado...
. . .
Daken: Que magos incompetentes! Eu tenho que cuidar de tudo eu mesmo?
Ewandar: Um duelo, é? Como nos velhos tempos... É claro que nos lembramos de quem ganhou da
última vez...
Daken: Sim, sim, que seja! Hora de virar a mesa, Ewandar!
Firion: Ewandar!?
Ewandar: Firion.
Daken: Ah, estamos todos aqui, não é? O professor, o guarda-costas, o fujão e o procurado... Isso pode ser muito bom... Estupefaça!
Ewandar: Protego!
O feitiço foi refletido, acertando uma árvore. Leon então pegou sua lâmina espiritual, sorrindo:
Lennart: O que vai fazer com ela, Leon?
Ele então deu um sorriso nefasto, um sorriso que era marca de Excalibur e disse, com o ardor da guerra no olhar:
Leon: Um simples experimento.
Leon então pulou entre dois dos feiticeiros de Daken. Um deles, logo no momento em que o garoto apareceu, bradou, atacando:
Feiticeiro: Glacius!
Era um feitiço que podia ser desviado ou rebatido, mas o garoto fez algo inesperado. Ele simplesmente colocou a lâmina na frente. A espada brilhou por um instante antes de se tornar uma lâmina congelada.
Leon: Ah, interessante!
Outro feiticeiro lançou um feitiço estuporante, mas o garoto deslizou pelo chão, desviando. Antes que o primeiro feiticeiro pudesse atacar novamente, o garoto sem nenhum dó transpassou a espada por ele. A espada simplesmente o atravessou, mas ao contrário das outras vezes, ela deixou seqüelas. O homem ficou congelado naquele momento.
Lennart: Mas o quê?!
Firion: Locomotor Mortis!
Ewandar: Expelliarmus!
Daken: Protego!
É, era uma briga selvagem ali. E Leon sentia que algo de muito ruim estava prestes a acontecer. Como se não soubesse fazer outra coisa, o segundo bruxo bradou novamente:
Bruxo: Estupefaça!
Leon: O que você fará agora, querida?
Leon colocou a espada na frente do feitiço novamente, fazendo com que ela absorvesse seu poder. O garoto rapidamente atacou o homem, mas ele saiu voando assim que a lâmina deu o primeiro toque nele. Naquele instante, Lennart chutou outro homem, mas para o pânico deles, vários reforços chegaram.
Daken: Vocês não podem vencer, Ewandar! Entregue os garotos e eu os deixarei viver!
Ewandar: Nunca! Estupore!
Daken: Avada Kedavra!
Daken se desviou do feitiço de Ewandar, mas o outro não teve a mesma sorte. Viu-se apenas um flash verde e o corpo do mago estava no chão.
Leon: Hm...
Leon não sabia como reagir, mas ele só pode pensar em uma coisa: lutar mentalmente.
Leon: Ah, o velho Avada. Que falta de criatividade, hein...
Daken: É, talvez. Mas é mais do que o suficiente para um inútil como ele.
Firion: Leon... a situação não me parece muito positiva... Se renda e você sobreviverá...
Lennart: Não sei o que mais podemos fazer, Leon... Creio que eles não nos matarão... Pelo menos não tão cedo...
Leon: Não.
Leon puxou Lennart, que compreendeu. Lennart então o segurou e segurou Firion, enquanto seu irmão pegava a ocarina e a tocava. Antes que algo mais fosse feito, Zeffa pousou sobre Lennart, explodindo em neve e levando os três para longe dali.
???????: O que faremos agora, Daken?
Daken: Vocês não farão nada, Aurelia. Me dê uma besta carregada e venha comigo. Acho que é hora de caçar, minha jovem. Hora de caçar um garotinho que pensa saber demais.
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Re: Névoa e Quintessência
Capítulo 7: A Morte de Leon
Firion: Ewandar... está morto...
Leon: Thatcher desapareceu. Provavelmente foi morto também...
Lennart: Tenho um pressentimento ruim...
Firion: Pressentimento ruim!? Como você pode ter um pressentimento ruim? Tudo o que poderia acontecer aconteceu, Lennart! Como nós podemos vencer sem Ewandar?
Leon: É simples. Nós só temos que...
Lennart então ouviu um barulho bem leve e se virou quando já era tarde demais.
. . .
Daken: Veja: mira certeira. Percebe? Além de um grande mago, também sou um excelente arqueiro.
Aurelia: Você sabe que está mirando no irmão errado, não é?
Daken: Ora, é claro... Não vê? Vou fazer um pequeno experimento...
Daken então mirou detalhadamente em um ponto que daria uma morte lenta e dolorosa para Lennart.
Daken: Vamos ver o que você faz agora, Leon... Vamos ver a sua reação em uma situação tão extrema... Huhuhun...
Aurelia: Eu não acho que isso seja...
Daken: Correto? Legal? O jeito honrado de agir? Ora, se não gosta dos meus métodos, então vá embora. Eu não preciso de guerreiros com dilemas morais...
Daken não se importava. Em alguns instantes, a maior oposição aos seus planos estaria destruída. O homem apenas deu uma risada e atirou, com a certeza de que acertaria, terminando tudo.
. . .
Leon: Lennart!
Lennart: Ugh... Isso é muito... ruim... não é?
Firion: Ele mirou com perfeição... Não vejo como poderíamos curá-lo...
Lennart: Leon... me desculpe por ser um irmão tão ruim... te deixando para trás... sozinho...
Firion tirou a flecha do corpo de Lennart. O garoto gemeu, mas pareceu um pouco aliviado. Leon apenas fechou os olhos e respirou fundo. Quando os abriu, ele não estava mais triste, nervoso ou desesperado... Ele na verdade estava calmo. Excepcionalmente calmo, com uma calma que poderia ser até mesmo meio artificial.
Leon: Não. Não está acabado. A vida voltará.
Firion: Leon...? Isso é... impossível...
Leon: Não. Os laços triplos se reunirão. A verdade se revelará.
E não falou mais nada. Ele só estendeu as mãos e começou a brilhar. Lennart também brilhava e depois de alguns momentos, Firion passou a brilhar também. Ele iria fazer o impossível. Ele ressuscitaria Lennart, mesmo se isso custasse a sua própria vida.
. . .
Daken: Ora, uma cartada inesperada! Quem diria que Leon se arriscaria tanto?
Aurelia: Mas... mas o que ele está fazendo?
Daken: Ele vai ressuscitar Lennart. Trazê-lo de volta dos mortos.
Aurelia: I-isso não é...
Daken: Impossível? No mundo antigo, sim. Mas no mundo novo, claro que sim. Só que como toda magia mais avançada, isso tem um preço...
Aurelia: Mas você não vai fazer nada?
Daken: Não preciso. O preço por uma vida é bem simples e claro... O preço por uma vida é outra. E assim, o feitiço se virará contra o feiticeiro.
O brilho fez um flash enorme que cegou Daken e Aurelia por um instante... No outro, nenhum dos três jovens estavam ali.
Firion: Ewandar... está morto...
Leon: Thatcher desapareceu. Provavelmente foi morto também...
Lennart: Tenho um pressentimento ruim...
Firion: Pressentimento ruim!? Como você pode ter um pressentimento ruim? Tudo o que poderia acontecer aconteceu, Lennart! Como nós podemos vencer sem Ewandar?
Leon: É simples. Nós só temos que...
Lennart então ouviu um barulho bem leve e se virou quando já era tarde demais.
. . .
Daken: Veja: mira certeira. Percebe? Além de um grande mago, também sou um excelente arqueiro.
Aurelia: Você sabe que está mirando no irmão errado, não é?
Daken: Ora, é claro... Não vê? Vou fazer um pequeno experimento...
Daken então mirou detalhadamente em um ponto que daria uma morte lenta e dolorosa para Lennart.
Daken: Vamos ver o que você faz agora, Leon... Vamos ver a sua reação em uma situação tão extrema... Huhuhun...
Aurelia: Eu não acho que isso seja...
Daken: Correto? Legal? O jeito honrado de agir? Ora, se não gosta dos meus métodos, então vá embora. Eu não preciso de guerreiros com dilemas morais...
Daken não se importava. Em alguns instantes, a maior oposição aos seus planos estaria destruída. O homem apenas deu uma risada e atirou, com a certeza de que acertaria, terminando tudo.
. . .
Leon: Lennart!
Lennart: Ugh... Isso é muito... ruim... não é?
Firion: Ele mirou com perfeição... Não vejo como poderíamos curá-lo...
Lennart: Leon... me desculpe por ser um irmão tão ruim... te deixando para trás... sozinho...
Firion tirou a flecha do corpo de Lennart. O garoto gemeu, mas pareceu um pouco aliviado. Leon apenas fechou os olhos e respirou fundo. Quando os abriu, ele não estava mais triste, nervoso ou desesperado... Ele na verdade estava calmo. Excepcionalmente calmo, com uma calma que poderia ser até mesmo meio artificial.
Leon: Não. Não está acabado. A vida voltará.
Firion: Leon...? Isso é... impossível...
Leon: Não. Os laços triplos se reunirão. A verdade se revelará.
E não falou mais nada. Ele só estendeu as mãos e começou a brilhar. Lennart também brilhava e depois de alguns momentos, Firion passou a brilhar também. Ele iria fazer o impossível. Ele ressuscitaria Lennart, mesmo se isso custasse a sua própria vida.
. . .
Daken: Ora, uma cartada inesperada! Quem diria que Leon se arriscaria tanto?
Aurelia: Mas... mas o que ele está fazendo?
Daken: Ele vai ressuscitar Lennart. Trazê-lo de volta dos mortos.
Aurelia: I-isso não é...
Daken: Impossível? No mundo antigo, sim. Mas no mundo novo, claro que sim. Só que como toda magia mais avançada, isso tem um preço...
Aurelia: Mas você não vai fazer nada?
Daken: Não preciso. O preço por uma vida é bem simples e claro... O preço por uma vida é outra. E assim, o feitiço se virará contra o feiticeiro.
O brilho fez um flash enorme que cegou Daken e Aurelia por um instante... No outro, nenhum dos três jovens estavam ali.
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Re: Névoa e Quintessência
Capítulo 7x: Está acabado?
Lyon andava cada vez mais transtornado... Ele tinha medo de ser atacado em seu sono mais do que nunca, e quando conseguia dormir, era afetado por enormes pesadelos. Ele dormia pesadamente agora, mas aquele sono não duraria...
Lyon segurava uma besta. Ele ouvia uma garota falando com ele, mas a ignorava e calmamente mirava nas costas de seu arqui-inimigo, Leon. Ele não pôde resistir e deu uma risada. Atirou, acertando a flecha no garoto. Porém, instantes depois, um outro garoto idêntico ao atingido apareceu e fez uma magia muito complicada, que parecia ter a intenção de ressuscitar o outro... Mas isso era impossível, não é? Um flash o cegou e os três que estavam naquele lugar tinha sumido... Ele não pode se controlar e sorriu, malignamente. Aquilo teria acabado com tudo?
...
Ele entrou em um templo que ficava no centro da estranha cidade em que estava, um lugar onde aparentemente, magia e tecnologia se uniram para tornar aquele o local mais resplandecente do mundo. Ele estendeu sua mão e com uma explosão, fez as portas do templo caírem.
Ditador: Oh, é você. Eu já lhe disse que seus serviços não são mais necessários. Agora saia daqui antes que eu mande meus soldados para matá-lo.
Lyon sentiu sua boca se movendo para dar um sorriso cruel. Ele falou:
Lyon: É aí que você se engana, Eron. Sabe, eu o coloquei no poder por uma razão. Precisava de alguém capaz de mandar com punho forte. Um verdadeiro ditador. Porém, ao mesmo tempo, eu precisava colocar alguém fraco, facilmente descartável.
Eron: Já chega dessa maluquice! Guardas, acabem com esse maluco!
Lyon: Hm, qualquer hora é boa para obter mais quintessência.
Lyon estendeu um cajado e o moveu no ar, de modo bem rápido. Ele então o bateu no chão e bradou:
Lyon: Desnecessárias essas vidas são. Quinterceson!
Os guardas de Eron foram atingidos por relâmpagos roxos e caíram, um a um. Refazendo o gesto com o cajado na direção oposta, ele fez com que um tipo de chama azul saísse de dentro dos guardas e fosse até ele. Ele a absorveu.
Lyon: Se esqueceu de quem eu sou, Eron? Eu apenas te emprestei o controle... Você pode devolvê-lo para mim, por bem... – ele pegou o cajado - ...ou por mal.
Eron: Isso é loucura!
Lyon: Sectumsempra.
O ditador caiu no chão, sangrando em vários pontos. Lyon apenas ignorou e saiu andando, falando ao passar pelo homem.
Lyon: Você é um fraco, um inútil. Por isso eu nem quero extrair sua quintessência. Você será lembrado
de modo vergonhoso... E o Império é meu, obrigado.
Lyon saiu, rindo malignamente...
Ele acordou. O que teria sido aquilo? Leon estava... morto? E o que era aquilo... O futuro dele?
Lyon andava cada vez mais transtornado... Ele tinha medo de ser atacado em seu sono mais do que nunca, e quando conseguia dormir, era afetado por enormes pesadelos. Ele dormia pesadamente agora, mas aquele sono não duraria...
Lyon segurava uma besta. Ele ouvia uma garota falando com ele, mas a ignorava e calmamente mirava nas costas de seu arqui-inimigo, Leon. Ele não pôde resistir e deu uma risada. Atirou, acertando a flecha no garoto. Porém, instantes depois, um outro garoto idêntico ao atingido apareceu e fez uma magia muito complicada, que parecia ter a intenção de ressuscitar o outro... Mas isso era impossível, não é? Um flash o cegou e os três que estavam naquele lugar tinha sumido... Ele não pode se controlar e sorriu, malignamente. Aquilo teria acabado com tudo?
...
Ele entrou em um templo que ficava no centro da estranha cidade em que estava, um lugar onde aparentemente, magia e tecnologia se uniram para tornar aquele o local mais resplandecente do mundo. Ele estendeu sua mão e com uma explosão, fez as portas do templo caírem.
Ditador: Oh, é você. Eu já lhe disse que seus serviços não são mais necessários. Agora saia daqui antes que eu mande meus soldados para matá-lo.
Lyon sentiu sua boca se movendo para dar um sorriso cruel. Ele falou:
Lyon: É aí que você se engana, Eron. Sabe, eu o coloquei no poder por uma razão. Precisava de alguém capaz de mandar com punho forte. Um verdadeiro ditador. Porém, ao mesmo tempo, eu precisava colocar alguém fraco, facilmente descartável.
Eron: Já chega dessa maluquice! Guardas, acabem com esse maluco!
Lyon: Hm, qualquer hora é boa para obter mais quintessência.
Lyon estendeu um cajado e o moveu no ar, de modo bem rápido. Ele então o bateu no chão e bradou:
Lyon: Desnecessárias essas vidas são. Quinterceson!
Os guardas de Eron foram atingidos por relâmpagos roxos e caíram, um a um. Refazendo o gesto com o cajado na direção oposta, ele fez com que um tipo de chama azul saísse de dentro dos guardas e fosse até ele. Ele a absorveu.
Lyon: Se esqueceu de quem eu sou, Eron? Eu apenas te emprestei o controle... Você pode devolvê-lo para mim, por bem... – ele pegou o cajado - ...ou por mal.
Eron: Isso é loucura!
Lyon: Sectumsempra.
O ditador caiu no chão, sangrando em vários pontos. Lyon apenas ignorou e saiu andando, falando ao passar pelo homem.
Lyon: Você é um fraco, um inútil. Por isso eu nem quero extrair sua quintessência. Você será lembrado
de modo vergonhoso... E o Império é meu, obrigado.
Lyon saiu, rindo malignamente...
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Re: Névoa e Quintessência
Capítulo 8: Esse é o Submundo?
Leon: Uh... onde eu estou?
???????: No submundo. Quer um sorvete?
Leon: Ewandar?
Ewandar: Sim. Eu vejo você aqui... Isso significa que... você morreu?
Leon: Não sei.
Leon pegou o sorvete e começou a tomá-lo. Ele olhou em volta. O lugar parecia uma cidade normal, apesar de ter um clima meio obscuro e enevoado. Ewandar se sentou em um banco. Leon se sentou em seguida.
Ewandar: Então. Posso lhe contar algumas coisas, Leon?
Leon: Não vejo porque não.
Ewandar: Então vamos começar. Lennart é seu irmão, é claro. Mas vocês dois tem outro irmão.
Leon: Sério? E quem é?
Ewandar: O terceiro gêmeo. Porém, Daken interferiu e o jogou pelo tempo, para que a conexão se quebrasse e vocês perdessem poder... Mas claro, ele subestimou os laços que os unem...
Leon: Firion, não é? Ele é o nosso outro irmão.
Ewandar: Exato. Por isso ele sempre se preocupou com você. Por isso que ele já escolheu se sacrificar para salvá-lo várias vezes...
Leon: Não poderia deixá-lo fazê-lo. Irmãos não deixam que um se sacrifique por outro.
Ewandar: Sim. E creio que eles estão te procurando agora, meu garoto.
Leon: Então eu devo encontrá-los, não é?
Ewandar: A verdade é que sim. Vá, Leon, e lembre-se. Você é o único capaz de trilhar seu caminho.
Leon: Obrigado, Ewandar. Eu realmente precisava falar com você.
Leon então começou a andar, com um pouco de pressa, mas percebeu que Ewandar lhe disse uma última coisa:
Ewandar: Thatcher está vivo! Ele é condenado como desertor, mas está vivo!
Leon: Obrigado, Ewandar! Algum dia eu verei você... de novo!
Leon correu para fora da praça onde estavam... Para fora daquela cidade... aquela âncora utópica que fora criada no começo do tempo, para tornar o submundo habitável. E ele mal sabia o que estava para acontecer, tudo o que iria descobrir.
. . .
Firion: Ok, isso não é tão tenso quanto eu esperava...
Firion se encontrava cercado por coisas muito estranhas. Não eram nenhum tipo de guerreiros, feras ou espíritos. Eram apenas pedras. Pedras estranhas, brilhantes e um tanto assustadoras.
Firion: Leon. Eu preciso achá-lo. Por favor, Leon... esteja aqui... Onde eu possa encontrá-lo.
Ele tentou sair dali, mas ao dar o primeiro passo que passava pelas pedras, ele se viu de volta no meio do círculo estranho... Então ele estava preso ali, por causa de uma magia estranha, inseperada e aparentemente, indestrutível...
Firion: Tá bem... As coisas são mais tensas do que eu esperava.
O homem não gostava nada daquilo. Mas percebeu que algo estava acontecendo... Um plano sob as sombras que parecia ainda mais terrível do que qualquer coisa que ele teriam enfrentado antes.
. . .
Lennart se via dentro de uma caverna. Ele andava pelo lugar e começou a ver coisas... Coisas
estranhas... Vários buracos, dando em simples salas... onde ele via coisas inesperadas... Na primeira delas, Firion e Leon estavam sentados em dois bancos, conversando. Eles nem notaram quando o jovem chegou, continuando a falar.
Firion: ...E seu irmão, Leon? O que acha dele?
Leon: Ele não é como eu esperava. Quando ele falava comigo mentalmente, pensei que ele fosse uma
pessoa esperta e sagaz, mas... ele é meio bobo. Ele apenas acha que pode fazer tudo, mas não é tão
capaz assim...
Firion: Sim, sim... Desprevenido, eu devo dizer... Não acho que precisemos dele.
Leon: Eu podia ter tantos outros irmãos... mais úteis...
Lennart não agüentava mais. Ele saiu dali, mas tropeçou e caiu em outro buraco, onde Daken e uma outra pessoa conversavam.
Daken: Hm, Lennart foi acertado ao invés de Leon. Ótimo, Leon é o irmão útil. Lennart não passava de uma isca, um peso morto.
Aurelia: Um peso morto? É possível. Acho que terminar com a vida dele foi o melhor. Ele atrasaria o talento de Leon e... sem ele, Leon pode perceber que o melhor é se unir a nossa causa.
Lennart começou a correr, querendo sair daquela caverna. Ele não sabia como, mas tinha que impedir que Leon fizesse uma enorme besteira... mesmo que seu irmão não se importasse tanto com ele.
. . .
Leon: Bem, bem, bem... o que é isso?
Leon olhava para o além, mas só via nada. Ele se virou para trás, mas a cidade desaparecera. Um trono apareceu, e sentado nele, um único homem, usando uma máscara de caveira.
???????: Olá, Leon. Sou um profeta. E eu vim aqui para lhe mostrar o que o espera.
Leon: Mas-mas o quê?! Eu não estou... morto?
Profeta: Ora, claro que não. Acha mesmo que seria tão fácil? Então... devo lhe mostrar sua escolha... seu problema. Agora, se olhar à sua direita...
Leon se virou. Firion estava ali, cercado pelas pedras, preso magicamente. Porém, ele parecia incapaz de ver Leon.
Profeta: Você viu sua primeira escolha. Agora, se olhar para a sua esquerda...
Leon olhou. Lennart estava correndo dentro de uma caverna medonha, assustado e nervoso. A caverna parecia ter mensagens assustadoras, porque ele tampava os ouvidos.
Profeta: E essa é a sua segunda escolha, Leon. Qual dos dois você vai salvar... e qual deles você vai deixar morrer?
Ele olhou de novo. A caverna onde Lennart estava começara a desabar e não parecia que o garoto iria ser capaz de sair de lá a tempo. Do outro lado, o círculo de pedras tinha se transformado. Elas eram afiadas e se fechavam... Firion também estava sem escapatória...
Profeta: Escolha, Leon! Ou os dois morrerão!
Leon: Huh... Eu não posso! Não posso sacrificar um deles!
Profeta: Escolha ou os dois morrerão.
Leon suava frio. Ele não era capaz de decidir... Sua mochila caiu no chão quando ele se moveu. Seu instrumento se quebrou ao tocar o chão. Muito estranho. Ele fechou os olhos e respirou fundo, ignorando os gritos de pânico e disse, claramente:
Leon: Isso não é real. Estamos dentro da minha mente, não é?
Os gritos pararam. O Profeta apenas riu, calmo.
Profeta: Pois bem. Você percebeu. A hora não é agora. Mas ela chegará. E isso é um alerta.
Leon: O destino pode ser mudado.
Profeta: E você pode estar certo. Não se assuste: quando você voltar, muito terá mudado... Não entre em pânico.
Leon: E Firion e Lennart? Eles ficarão bem?
Profeta: Claro. Sua magia quase destruiu suas mentes, mas... você é forte, Leon... Por sua causa, eles estão vivos. As mentes deles se recuperaram, na sua... e quando você acordar, eles voltarão ao normal...
O profeta tirou a máscara. Ele na verdade era Ewandar, o antigo mestre de Leon.
Ewandar: ...Eu sei que você é capaz... Leon...
Leon: Eu... me desculpe... eu poderia...
Ewandar: Não. Você fez tudo o que precisava fazer. Obrigado por me deixar ser seu mestre... Leon...
Leon: Ewandar! É verdade? Tudo isso é verdade...
Ewandar: Sim... mas você, mais do que todo mundo, sabe como alterar seu destino... Leon, por favor.
Apenas faça o que você acredita ser o certo... e tudo dará certo.
Leon: Até mais... Ewandar...
Ewandar: Vá, Leon... e seja livre...
Leon então se sentiu cansado... e caiu em inconsciência.
Leon: Uh... onde eu estou?
???????: No submundo. Quer um sorvete?
Leon: Ewandar?
Ewandar: Sim. Eu vejo você aqui... Isso significa que... você morreu?
Leon: Não sei.
Leon pegou o sorvete e começou a tomá-lo. Ele olhou em volta. O lugar parecia uma cidade normal, apesar de ter um clima meio obscuro e enevoado. Ewandar se sentou em um banco. Leon se sentou em seguida.
Ewandar: Então. Posso lhe contar algumas coisas, Leon?
Leon: Não vejo porque não.
Ewandar: Então vamos começar. Lennart é seu irmão, é claro. Mas vocês dois tem outro irmão.
Leon: Sério? E quem é?
Ewandar: O terceiro gêmeo. Porém, Daken interferiu e o jogou pelo tempo, para que a conexão se quebrasse e vocês perdessem poder... Mas claro, ele subestimou os laços que os unem...
Leon: Firion, não é? Ele é o nosso outro irmão.
Ewandar: Exato. Por isso ele sempre se preocupou com você. Por isso que ele já escolheu se sacrificar para salvá-lo várias vezes...
Leon: Não poderia deixá-lo fazê-lo. Irmãos não deixam que um se sacrifique por outro.
Ewandar: Sim. E creio que eles estão te procurando agora, meu garoto.
Leon: Então eu devo encontrá-los, não é?
Ewandar: A verdade é que sim. Vá, Leon, e lembre-se. Você é o único capaz de trilhar seu caminho.
Leon: Obrigado, Ewandar. Eu realmente precisava falar com você.
Leon então começou a andar, com um pouco de pressa, mas percebeu que Ewandar lhe disse uma última coisa:
Ewandar: Thatcher está vivo! Ele é condenado como desertor, mas está vivo!
Leon: Obrigado, Ewandar! Algum dia eu verei você... de novo!
Leon correu para fora da praça onde estavam... Para fora daquela cidade... aquela âncora utópica que fora criada no começo do tempo, para tornar o submundo habitável. E ele mal sabia o que estava para acontecer, tudo o que iria descobrir.
. . .
Firion: Ok, isso não é tão tenso quanto eu esperava...
Firion se encontrava cercado por coisas muito estranhas. Não eram nenhum tipo de guerreiros, feras ou espíritos. Eram apenas pedras. Pedras estranhas, brilhantes e um tanto assustadoras.
Firion: Leon. Eu preciso achá-lo. Por favor, Leon... esteja aqui... Onde eu possa encontrá-lo.
Ele tentou sair dali, mas ao dar o primeiro passo que passava pelas pedras, ele se viu de volta no meio do círculo estranho... Então ele estava preso ali, por causa de uma magia estranha, inseperada e aparentemente, indestrutível...
Firion: Tá bem... As coisas são mais tensas do que eu esperava.
O homem não gostava nada daquilo. Mas percebeu que algo estava acontecendo... Um plano sob as sombras que parecia ainda mais terrível do que qualquer coisa que ele teriam enfrentado antes.
. . .
Lennart se via dentro de uma caverna. Ele andava pelo lugar e começou a ver coisas... Coisas
estranhas... Vários buracos, dando em simples salas... onde ele via coisas inesperadas... Na primeira delas, Firion e Leon estavam sentados em dois bancos, conversando. Eles nem notaram quando o jovem chegou, continuando a falar.
Firion: ...E seu irmão, Leon? O que acha dele?
Leon: Ele não é como eu esperava. Quando ele falava comigo mentalmente, pensei que ele fosse uma
pessoa esperta e sagaz, mas... ele é meio bobo. Ele apenas acha que pode fazer tudo, mas não é tão
capaz assim...
Firion: Sim, sim... Desprevenido, eu devo dizer... Não acho que precisemos dele.
Leon: Eu podia ter tantos outros irmãos... mais úteis...
Lennart não agüentava mais. Ele saiu dali, mas tropeçou e caiu em outro buraco, onde Daken e uma outra pessoa conversavam.
Daken: Hm, Lennart foi acertado ao invés de Leon. Ótimo, Leon é o irmão útil. Lennart não passava de uma isca, um peso morto.
Aurelia: Um peso morto? É possível. Acho que terminar com a vida dele foi o melhor. Ele atrasaria o talento de Leon e... sem ele, Leon pode perceber que o melhor é se unir a nossa causa.
Lennart começou a correr, querendo sair daquela caverna. Ele não sabia como, mas tinha que impedir que Leon fizesse uma enorme besteira... mesmo que seu irmão não se importasse tanto com ele.
. . .
Leon: Bem, bem, bem... o que é isso?
Leon olhava para o além, mas só via nada. Ele se virou para trás, mas a cidade desaparecera. Um trono apareceu, e sentado nele, um único homem, usando uma máscara de caveira.
???????: Olá, Leon. Sou um profeta. E eu vim aqui para lhe mostrar o que o espera.
Leon: Mas-mas o quê?! Eu não estou... morto?
Profeta: Ora, claro que não. Acha mesmo que seria tão fácil? Então... devo lhe mostrar sua escolha... seu problema. Agora, se olhar à sua direita...
Leon se virou. Firion estava ali, cercado pelas pedras, preso magicamente. Porém, ele parecia incapaz de ver Leon.
Profeta: Você viu sua primeira escolha. Agora, se olhar para a sua esquerda...
Leon olhou. Lennart estava correndo dentro de uma caverna medonha, assustado e nervoso. A caverna parecia ter mensagens assustadoras, porque ele tampava os ouvidos.
Profeta: E essa é a sua segunda escolha, Leon. Qual dos dois você vai salvar... e qual deles você vai deixar morrer?
Ele olhou de novo. A caverna onde Lennart estava começara a desabar e não parecia que o garoto iria ser capaz de sair de lá a tempo. Do outro lado, o círculo de pedras tinha se transformado. Elas eram afiadas e se fechavam... Firion também estava sem escapatória...
Profeta: Escolha, Leon! Ou os dois morrerão!
Leon: Huh... Eu não posso! Não posso sacrificar um deles!
Profeta: Escolha ou os dois morrerão.
Leon suava frio. Ele não era capaz de decidir... Sua mochila caiu no chão quando ele se moveu. Seu instrumento se quebrou ao tocar o chão. Muito estranho. Ele fechou os olhos e respirou fundo, ignorando os gritos de pânico e disse, claramente:
Leon: Isso não é real. Estamos dentro da minha mente, não é?
Os gritos pararam. O Profeta apenas riu, calmo.
Profeta: Pois bem. Você percebeu. A hora não é agora. Mas ela chegará. E isso é um alerta.
Leon: O destino pode ser mudado.
Profeta: E você pode estar certo. Não se assuste: quando você voltar, muito terá mudado... Não entre em pânico.
Leon: E Firion e Lennart? Eles ficarão bem?
Profeta: Claro. Sua magia quase destruiu suas mentes, mas... você é forte, Leon... Por sua causa, eles estão vivos. As mentes deles se recuperaram, na sua... e quando você acordar, eles voltarão ao normal...
O profeta tirou a máscara. Ele na verdade era Ewandar, o antigo mestre de Leon.
Ewandar: ...Eu sei que você é capaz... Leon...
Leon: Eu... me desculpe... eu poderia...
Ewandar: Não. Você fez tudo o que precisava fazer. Obrigado por me deixar ser seu mestre... Leon...
Leon: Ewandar! É verdade? Tudo isso é verdade...
Ewandar: Sim... mas você, mais do que todo mundo, sabe como alterar seu destino... Leon, por favor.
Apenas faça o que você acredita ser o certo... e tudo dará certo.
Leon: Até mais... Ewandar...
Ewandar: Vá, Leon... e seja livre...
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Re: Névoa e Quintessência
Capítulo 9: O novo amanhecer
Leon: Uh...
Leon acordou e se levantou. Por um instante, ele pensou que nada tinha mudado. Ele percebeu que havia uma tigela de água perto dele... Ele lentamente a pegou para beber água, mas ao ver seu reflexo, não pode deixar de se sentir impressionado. Ele estava... mais velho! Ele parecia ter 15 anos, mas sua barba para ser feita não mostrava isso.
“É uma influência minha...” ele ouviu Teremet dizer em sua mente “Pode não parecer, mas eu tenho centenas de anos...”
O jovem olhou em volta, mas não reconhecia o local onde estava. Era um quarto relativamente pequeno, com a cama onde ele estava deitado, um armário, uma cômoda e um espelho em uma das paredes. Ele só ao tentar se levantar percebeu que estava completamente nu. O garoto rapidamente colocou uma roupa que tinha sido deixada ali perto. Era um terno um tanto velho, marrom, com um colete e uma camiseta social. Calças sociais igualmente marrons e sapatos bem cuidados, apesar de serem meio antigos. Leon se olhou no espelho e só então ouviu alguém abrindo a porta.
?????: Ah, ele serviu? Que bom...
Leon: Hã, quem é você?
Celia: Me desculpe, meu nome é Celia. Eu achei vocês inconscientes no gramado perto da minha casa e trouxe vocês pra cá. Estive os observando desde aquele dia...
Leon: Quanto... quanto tempo se passou?
Leon olhava para as próprias mãos. Elas eram maiores do que ele se lembrava.
Celia: Seis meses... Eu fiquei surpresa ao ver que dois de vocês envelheciam... e um ficava mais novo...
Firion: Caramba! É inacreditável!
Lennart: Por... Por quanto tempo eu fiquei apagado?
Os dois apareceram ali, vestidos com roupas bem... interessantes. Lennart usava uma capa e uma camiseta meio folgada, usando também calças pretas. Firion usava sua armadura verde de sempre, mas sem as ombreiras – seu corpo agora era menor, então elas não lhe serviam mais – ele colocara ombreiras improvisadas de pedra no lugar.
Celia: Vocês ficaram aqui por seis meses.
Leon: Seis meses?! Nossa, me desculpe, Senhorita, por todo esse trabalho!
Celia: Não, não se preocupem... na verdade, eu até me senti feliz... desde que meu irmão foi obrigado a se alistar, antes de eu encontrá-los, eu vivi só com vocês... e era bom ter alguém que dependia de mim, mesmo que não soubessem...
Firion: E seu irmão é...?
Celia: Não sei se vocês o conhecem... o nome dele é Thatcher.
Lennart: Thatcher?!
Firion: Mas ele nos ajudou! E agora ele está...
Leon: Vivo. Ele está vivo.
Lennart: Mas ele foi levado pelos soldados, não foi?
Leon: Nunca vimos tal coisa ocorrer. Além disso, Ewandar me disse que ele está vivo. Então, ele deve estar, claro. Ok. Eu tenho algumas revelações a fazer. Sentem-se.
Firion e Lennart chegaram perto de Leon, cada um se sentando de um lado do garoto, na cama.
Leon: Firion... sabe porque estamos assim?
Firion: Não, na verdade, eu não entendo.
Leon: Você é nosso terceiro irmão. Daken o tirou de nós e o jogou no passado, para tentar quebrar nossa ligação... isso pareceu dar certo, mas... no fim das contas, falhou. Avancei quatro anos no meu relógio e no de Lennart, mas... foi o suficiente para trazê-lo de volta, não foi? Valeu a pena.
Firion: ...Leon?! Você não fez isso...
Leon: Eu o fiz.
Leon fez com que Firion olhasse para eles. Agora tinham a mesma altura e Leon tinha barba.
Leon: Influência de Teremet. Ele é um sábio milenar... ou algo do tipo.
Lennart: Mas, Leon... e agora?
Leon: Ora, não somos mais dois garotinhos com um guarda-costas meio sobrecarregado. Somos um trio de mentes... ou talvez, melhor dizendo, sete mentes.
Firion: Então eles...?
Leon: Claro. Mas agora, eu sinto uma certa maestria sobre eles. Excelente. Talvez Ewandar estivesse certo, no fim das contas, mas Firion também estava? Engraçado, não é?
Lennart: Então, senhorita, o que aconteceu nos seis meses em que repousamos?
Celia: O grande ditador Eron foi assassinado. Porém, o homem que o fez tomou o poder, sendo muito bem aceito pelos conselheiros... E desde então, o Império é cada vez mais forte, estendendo o seu poder e o mantendo com mão-de-ferro.
Leon e Lennart se olharam por um instante antes de responderem, simultaneamente:
Leon/Lennart: Golpe de estado.
Firion: Este assassino... só pode ser Daken, não é? Temos que fazer Atlântida voltar ao normal tirando-o do poder!
Lennart: Mas... isso vai ser muito difícil, não é? Afinal, ele fica mais forte a cada instante...
Leon: Ora, nós vamos conseguir fazê-lo. Afinal, apenas nós temos alguma chance contra ele.
Firion: Você realmente acredita tanto assim em nós, Leon?
Leon: Nós – não, eu falhei uma vez e o mundo caiu em seis meses de escuridão... Agora, não permitirei que isso aconteça de novo... e não se esqueçam... de que temos um enorme trunfo ao nosso lado.
Lennart: E qual é?
Firion: Somos considerados mortos, não vê? Então não seremos procurados... Pelo menos, não assim. – Ele terminou, olhando para os outros dois e rindo.
Leon: É verdade! Estamos tão diferentes agora! Olha só, se eu quiser, posso até tentar me passar por um velho!
Firion: Sabemos que somos capazes, mas um ataque direto seria imbecil, não é?
Lennart: Sim, claro. Por isso, precisamos criar uma resistência e derrubar os generais de Daken, um a um. Depois disso, o destronamos. É simples, não acham?
Leon: Claro. E nosso primeiro passo é encontrar Thatcher. Ele é uma das chaves para nosso grupo.
Celia: Então... por favor, tenham cuidado. Não há muito que eu possa fazer, mas talvez eu possa tentar formar um contrato com ela...
Leon: Com quem?
Celia: Verona. É uma espadachim sem igual da região, mas ela não trabalha com homens. A não ser que eles provem seu valor para ela.
Leon: Ah, então não temos tempo a perder, temos? Se você puder, traga ela até aqui às três, está bem? Nós vamos recrutar mais pessoas para nossa empreitada... e nos encontramos aqui.
Leon: Uh...
Leon acordou e se levantou. Por um instante, ele pensou que nada tinha mudado. Ele percebeu que havia uma tigela de água perto dele... Ele lentamente a pegou para beber água, mas ao ver seu reflexo, não pode deixar de se sentir impressionado. Ele estava... mais velho! Ele parecia ter 15 anos, mas sua barba para ser feita não mostrava isso.
“É uma influência minha...” ele ouviu Teremet dizer em sua mente “Pode não parecer, mas eu tenho centenas de anos...”
O jovem olhou em volta, mas não reconhecia o local onde estava. Era um quarto relativamente pequeno, com a cama onde ele estava deitado, um armário, uma cômoda e um espelho em uma das paredes. Ele só ao tentar se levantar percebeu que estava completamente nu. O garoto rapidamente colocou uma roupa que tinha sido deixada ali perto. Era um terno um tanto velho, marrom, com um colete e uma camiseta social. Calças sociais igualmente marrons e sapatos bem cuidados, apesar de serem meio antigos. Leon se olhou no espelho e só então ouviu alguém abrindo a porta.
?????: Ah, ele serviu? Que bom...
Leon: Hã, quem é você?
Celia: Me desculpe, meu nome é Celia. Eu achei vocês inconscientes no gramado perto da minha casa e trouxe vocês pra cá. Estive os observando desde aquele dia...
Leon: Quanto... quanto tempo se passou?
Leon olhava para as próprias mãos. Elas eram maiores do que ele se lembrava.
Celia: Seis meses... Eu fiquei surpresa ao ver que dois de vocês envelheciam... e um ficava mais novo...
Firion: Caramba! É inacreditável!
Lennart: Por... Por quanto tempo eu fiquei apagado?
Os dois apareceram ali, vestidos com roupas bem... interessantes. Lennart usava uma capa e uma camiseta meio folgada, usando também calças pretas. Firion usava sua armadura verde de sempre, mas sem as ombreiras – seu corpo agora era menor, então elas não lhe serviam mais – ele colocara ombreiras improvisadas de pedra no lugar.
Celia: Vocês ficaram aqui por seis meses.
Leon: Seis meses?! Nossa, me desculpe, Senhorita, por todo esse trabalho!
Celia: Não, não se preocupem... na verdade, eu até me senti feliz... desde que meu irmão foi obrigado a se alistar, antes de eu encontrá-los, eu vivi só com vocês... e era bom ter alguém que dependia de mim, mesmo que não soubessem...
Firion: E seu irmão é...?
Celia: Não sei se vocês o conhecem... o nome dele é Thatcher.
Lennart: Thatcher?!
Firion: Mas ele nos ajudou! E agora ele está...
Leon: Vivo. Ele está vivo.
Lennart: Mas ele foi levado pelos soldados, não foi?
Leon: Nunca vimos tal coisa ocorrer. Além disso, Ewandar me disse que ele está vivo. Então, ele deve estar, claro. Ok. Eu tenho algumas revelações a fazer. Sentem-se.
Firion e Lennart chegaram perto de Leon, cada um se sentando de um lado do garoto, na cama.
Leon: Firion... sabe porque estamos assim?
Firion: Não, na verdade, eu não entendo.
Leon: Você é nosso terceiro irmão. Daken o tirou de nós e o jogou no passado, para tentar quebrar nossa ligação... isso pareceu dar certo, mas... no fim das contas, falhou. Avancei quatro anos no meu relógio e no de Lennart, mas... foi o suficiente para trazê-lo de volta, não foi? Valeu a pena.
Firion: ...Leon?! Você não fez isso...
Leon: Eu o fiz.
Leon fez com que Firion olhasse para eles. Agora tinham a mesma altura e Leon tinha barba.
Leon: Influência de Teremet. Ele é um sábio milenar... ou algo do tipo.
Lennart: Mas, Leon... e agora?
Leon: Ora, não somos mais dois garotinhos com um guarda-costas meio sobrecarregado. Somos um trio de mentes... ou talvez, melhor dizendo, sete mentes.
Firion: Então eles...?
Leon: Claro. Mas agora, eu sinto uma certa maestria sobre eles. Excelente. Talvez Ewandar estivesse certo, no fim das contas, mas Firion também estava? Engraçado, não é?
Lennart: Então, senhorita, o que aconteceu nos seis meses em que repousamos?
Celia: O grande ditador Eron foi assassinado. Porém, o homem que o fez tomou o poder, sendo muito bem aceito pelos conselheiros... E desde então, o Império é cada vez mais forte, estendendo o seu poder e o mantendo com mão-de-ferro.
Leon e Lennart se olharam por um instante antes de responderem, simultaneamente:
Leon/Lennart: Golpe de estado.
Firion: Este assassino... só pode ser Daken, não é? Temos que fazer Atlântida voltar ao normal tirando-o do poder!
Lennart: Mas... isso vai ser muito difícil, não é? Afinal, ele fica mais forte a cada instante...
Leon: Ora, nós vamos conseguir fazê-lo. Afinal, apenas nós temos alguma chance contra ele.
Firion: Você realmente acredita tanto assim em nós, Leon?
Leon: Nós – não, eu falhei uma vez e o mundo caiu em seis meses de escuridão... Agora, não permitirei que isso aconteça de novo... e não se esqueçam... de que temos um enorme trunfo ao nosso lado.
Lennart: E qual é?
Firion: Somos considerados mortos, não vê? Então não seremos procurados... Pelo menos, não assim. – Ele terminou, olhando para os outros dois e rindo.
Leon: É verdade! Estamos tão diferentes agora! Olha só, se eu quiser, posso até tentar me passar por um velho!
Firion: Sabemos que somos capazes, mas um ataque direto seria imbecil, não é?
Lennart: Sim, claro. Por isso, precisamos criar uma resistência e derrubar os generais de Daken, um a um. Depois disso, o destronamos. É simples, não acham?
Leon: Claro. E nosso primeiro passo é encontrar Thatcher. Ele é uma das chaves para nosso grupo.
Celia: Então... por favor, tenham cuidado. Não há muito que eu possa fazer, mas talvez eu possa tentar formar um contrato com ela...
Leon: Com quem?
Celia: Verona. É uma espadachim sem igual da região, mas ela não trabalha com homens. A não ser que eles provem seu valor para ela.
Leon: Ah, então não temos tempo a perder, temos? Se você puder, traga ela até aqui às três, está bem? Nós vamos recrutar mais pessoas para nossa empreitada... e nos encontramos aqui.
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Re: Névoa e Quintessência
Capítulo 10 – Recrutamento
Os quatro foram até a vila mais próxima, onde Celia saiu para encontrar a misteriosa Verona e os outros resolveram tentar conseguir mais aliados. Primeiro, eles entraram em uma taverna, onde vários homens olharam para eles assim que entraram.
Dono: Ei! O que vocês fazem aqui?! São novos demais para beber!
Leon: Somos? Pois bem, acho melhor irmos direto ao assunto. Estamos criando um pequeno exército com o intuito de encontrar Thatcher e destronar Daken do poder.
Dono: Desafiar o império! Hah, você é louco, garoto!
?????: Ei, Ben, ele tem razão... O continente anda meio negligenciado desde que aquele cara tomou o poder...
Ben: Ah, Devon, você está louco, é? Desafiar o Império é praticamente suicídio!
Devon: Eu posso até ser, mas acho que vou ficar a favor do garoto. Não sei se você topa, mas eu posso colocar meu machado em seu serviço.
Leon: Muito obrigado, senhor Devon. Se puder vir conosco, então...
Devon: Ah, claro. Eu apenas pegarei algumas coisas em minha casa. Além disso, preciso deixar o recado para meu filho.
Firion: Então está bem. Nós vamos até lá com você e depois continuaremos nosso recrutamento.
Depois disso, eles continuaram por algum tempo e conseguiram contar com uma arqueira, Jenna, dois guerreiros usuários de machados, Devon e o filho dele, Aaron, uma jovem curandeira, Evita, e um lanceiro, Hydell.
Lennart: Está quase na hora. Acho melhor irmos logo para a casa de Celia para ver se ela foi capaz de obter a ajuda da tal Verona.
Hydell: Verona?! Oh, não... Acho que eu não posso ajudá-los então...
Firion: Do que você está falando, Hydell?
Hydell: Eu e Verona... não nos damos bem... de forma alguma... algo aconteceu no passado...
Leon: Então acho que teremos que nos provar ainda mais dignos dos serviços dela então. Vamos, Hydell. Não vou trocá-lo.
O grupo então saiu dali, indo para a casa de Celia. Quando chegaram lá, Celia já os esperava, juntamente com Verona.
Verona: Oh, então são... Hydell.
Hydell: Verona.
Verona: Acho que meus assuntos terminaram aqui. Estou indo embora.
Leon: Ah, só por causa de Hydell?! Ora, esta não é a Verona de quem ouvi falar. Pelo que me disseram, você sempre ajuda aqueles que se provam honrados.
Verona: E você acabou de provar que não o é ao ter Hydell ao seu lado.
Firion: Nada disso! Um duelo. Eu e você! Se eu vencer, você entra no grupo. O que me diz?
Verona: Ah, um desafio. Ora, porque não? Mas prepare-se, porque você vai enfrentar Verona, a melhor espadachim daqui.
Todos abriram espaço em um círculo; Celia, que agora trazia chá, ficou sem palavras ao ver todos daquela forma. Firion e Verona se saudaram e desembainharam suas espadas. Elas começaram a se chocar no ar, rapidamente, criando faíscas. A cada movimento, as coisas ficavam cada vez mais tensas e Firion começava a entender o que teria dado para Verona sua fama. Em um movimento bem inseperado e arriscado, ela bateu com o cabo forçosamente na mão de Firion, fazendo o homem deixar cair a espada. Em seguida, ela o chutou, fazendo-o cair no chão e antes que ele fosse capaz de se levantar, ela se preparou para dar o golpe fatal...
E o barulho de lâminas se batendo ecoou novamente.
Leon: Não... ouse. Eu não vou deixar...
Verona: Ora, ora, garoto! Um duelo de espadas geralmente acaba com o fim de uma vida.
Leon: Então que seja.
Leon soltou sua lâmina espectral, deixando-a cair no chão.
Firion: O que você pensa que está fazendo, Leon?!
Leon: O preciso.
Verona: Interessante, garoto... Você pode ter alguma honra, afinal... Ah, que seja! Eu vou ajudá-lo com suas loucuras, mas não pense que eu me sinto satisfeita com isso!
Leon: É, tudo bem. Muito obrigado pela sua hospitalidade, Celia. Mas agora, nós temos que partir... afinal, não poderemos enfrentar o Império parados aqui, não é?
Leon apenas acenou e, em sequência, todos saíram calmamente. Ele sorria, porque estava pronto para enfrentar o Império com apenas uma pequena equipe de aliados de elite.
Firion: Hydell... porque Verona o odeia tanto?
Hydell: Bem, há alguns meses atrás, eu era um soldado do Império... e nós atacamos essa vila. Sabe, um dos outros teve problemas com uma idosa porque ela não cooperava com ele e... ele a matou. Ele então correu e eu fui ver o que tinha acontecido. Naquele instante, enquanto eu tentava amparar aquela mulher... a filha dela, Verona, apareceu. Ela pensou que eu era o culpado... e me atacou. Eu não resisti, estava chocado demais ao ver que meus ideais sobre o Império eram todos falsos... ela não me matou... Mas nunca mais falou comigo. Ela me odeia.
Do outro lado do grupo, Lennart falava com Verona:
Lennart: Então, Srta. Verona... qual é o motivo para a briga entre você e Hydell?
Verona: Hydell... já foi um soldado imperial. Na verdade, ele é o soldado que matou minha mãe... eu
não fui capaz de matá-lo... Mas eu também não posso perdoá-lo.
Lennart: ...Sua mãe a amava?
Verona: Sim. Ela era uma pessoa maravilhosa... e teria vivido mais se não fosse por aquele idiota!
Hydell: Eu já lhe disse que não fui eu! Eu vi outro soldado matá-la!
Verona: Prove!
Leon então parou todos eles bradando “CHEGA!”. Ele os deixou um pouco distanciados antes de prosseguir:
Leon: Eu vou resolver isto. Hoje.
Ele então olhou para Hydell e com a varinha estendida...
Leon: Legilimens!
Ele então viu aquele dia. Casas queimavam, os soldados lutavam contra camponeses e alguns questionavam pessoas. Um deles falava com uma velhinha, mas ela não parecia entendê-lo e ele ficou com raiva. Então, com um rápido golpe de sua espada, ele deixou a velhinha ali, moribunda e correu. Hydell correu até ela, mas não havia mais nada para se fazer...
Verona: Eu sei que foi você!
Leon: Não. Não foi ele.
Verona: Você só tem as lembranças dele como prova! Como sabe que ele não as alterou?
Leon: Ela foi morta por um golpe de espada bem no peito... e Hydell carregava apenas uma lança. A diferença é perceptível... então Hydell é inocente...
Hydell: Era... o que eu queria dizer o tempo inteiro... Verona...
Verona: Hydell... tá, tá, eu entendo... mas não espere que eu fique toda gentil com você depois disso!
Hydell: Claro que não... se você ficasse, aí eu estaria preocupado.
Leon sorriu. Era para isso que ele queria tentar resolver o conflito que existia agora; para que não houvessem tantas separações e conflitos como os que ele sentiu na pele. Ele sorriu, calmo, torcendo para que as coisas dessem certo dali para frente.
Os quatro foram até a vila mais próxima, onde Celia saiu para encontrar a misteriosa Verona e os outros resolveram tentar conseguir mais aliados. Primeiro, eles entraram em uma taverna, onde vários homens olharam para eles assim que entraram.
Dono: Ei! O que vocês fazem aqui?! São novos demais para beber!
Leon: Somos? Pois bem, acho melhor irmos direto ao assunto. Estamos criando um pequeno exército com o intuito de encontrar Thatcher e destronar Daken do poder.
Dono: Desafiar o império! Hah, você é louco, garoto!
?????: Ei, Ben, ele tem razão... O continente anda meio negligenciado desde que aquele cara tomou o poder...
Ben: Ah, Devon, você está louco, é? Desafiar o Império é praticamente suicídio!
Devon: Eu posso até ser, mas acho que vou ficar a favor do garoto. Não sei se você topa, mas eu posso colocar meu machado em seu serviço.
Leon: Muito obrigado, senhor Devon. Se puder vir conosco, então...
Devon: Ah, claro. Eu apenas pegarei algumas coisas em minha casa. Além disso, preciso deixar o recado para meu filho.
Firion: Então está bem. Nós vamos até lá com você e depois continuaremos nosso recrutamento.
Depois disso, eles continuaram por algum tempo e conseguiram contar com uma arqueira, Jenna, dois guerreiros usuários de machados, Devon e o filho dele, Aaron, uma jovem curandeira, Evita, e um lanceiro, Hydell.
Lennart: Está quase na hora. Acho melhor irmos logo para a casa de Celia para ver se ela foi capaz de obter a ajuda da tal Verona.
Hydell: Verona?! Oh, não... Acho que eu não posso ajudá-los então...
Firion: Do que você está falando, Hydell?
Hydell: Eu e Verona... não nos damos bem... de forma alguma... algo aconteceu no passado...
Leon: Então acho que teremos que nos provar ainda mais dignos dos serviços dela então. Vamos, Hydell. Não vou trocá-lo.
O grupo então saiu dali, indo para a casa de Celia. Quando chegaram lá, Celia já os esperava, juntamente com Verona.
Verona: Oh, então são... Hydell.
Hydell: Verona.
Verona: Acho que meus assuntos terminaram aqui. Estou indo embora.
Leon: Ah, só por causa de Hydell?! Ora, esta não é a Verona de quem ouvi falar. Pelo que me disseram, você sempre ajuda aqueles que se provam honrados.
Verona: E você acabou de provar que não o é ao ter Hydell ao seu lado.
Firion: Nada disso! Um duelo. Eu e você! Se eu vencer, você entra no grupo. O que me diz?
Verona: Ah, um desafio. Ora, porque não? Mas prepare-se, porque você vai enfrentar Verona, a melhor espadachim daqui.
Todos abriram espaço em um círculo; Celia, que agora trazia chá, ficou sem palavras ao ver todos daquela forma. Firion e Verona se saudaram e desembainharam suas espadas. Elas começaram a se chocar no ar, rapidamente, criando faíscas. A cada movimento, as coisas ficavam cada vez mais tensas e Firion começava a entender o que teria dado para Verona sua fama. Em um movimento bem inseperado e arriscado, ela bateu com o cabo forçosamente na mão de Firion, fazendo o homem deixar cair a espada. Em seguida, ela o chutou, fazendo-o cair no chão e antes que ele fosse capaz de se levantar, ela se preparou para dar o golpe fatal...
E o barulho de lâminas se batendo ecoou novamente.
Leon: Não... ouse. Eu não vou deixar...
Verona: Ora, ora, garoto! Um duelo de espadas geralmente acaba com o fim de uma vida.
Leon: Então que seja.
Leon soltou sua lâmina espectral, deixando-a cair no chão.
Firion: O que você pensa que está fazendo, Leon?!
Leon: O preciso.
Verona: Interessante, garoto... Você pode ter alguma honra, afinal... Ah, que seja! Eu vou ajudá-lo com suas loucuras, mas não pense que eu me sinto satisfeita com isso!
Leon: É, tudo bem. Muito obrigado pela sua hospitalidade, Celia. Mas agora, nós temos que partir... afinal, não poderemos enfrentar o Império parados aqui, não é?
Leon apenas acenou e, em sequência, todos saíram calmamente. Ele sorria, porque estava pronto para enfrentar o Império com apenas uma pequena equipe de aliados de elite.
Firion: Hydell... porque Verona o odeia tanto?
Hydell: Bem, há alguns meses atrás, eu era um soldado do Império... e nós atacamos essa vila. Sabe, um dos outros teve problemas com uma idosa porque ela não cooperava com ele e... ele a matou. Ele então correu e eu fui ver o que tinha acontecido. Naquele instante, enquanto eu tentava amparar aquela mulher... a filha dela, Verona, apareceu. Ela pensou que eu era o culpado... e me atacou. Eu não resisti, estava chocado demais ao ver que meus ideais sobre o Império eram todos falsos... ela não me matou... Mas nunca mais falou comigo. Ela me odeia.
Do outro lado do grupo, Lennart falava com Verona:
Lennart: Então, Srta. Verona... qual é o motivo para a briga entre você e Hydell?
Verona: Hydell... já foi um soldado imperial. Na verdade, ele é o soldado que matou minha mãe... eu
não fui capaz de matá-lo... Mas eu também não posso perdoá-lo.
Lennart: ...Sua mãe a amava?
Verona: Sim. Ela era uma pessoa maravilhosa... e teria vivido mais se não fosse por aquele idiota!
Hydell: Eu já lhe disse que não fui eu! Eu vi outro soldado matá-la!
Verona: Prove!
Leon então parou todos eles bradando “CHEGA!”. Ele os deixou um pouco distanciados antes de prosseguir:
Leon: Eu vou resolver isto. Hoje.
Ele então olhou para Hydell e com a varinha estendida...
Leon: Legilimens!
Ele então viu aquele dia. Casas queimavam, os soldados lutavam contra camponeses e alguns questionavam pessoas. Um deles falava com uma velhinha, mas ela não parecia entendê-lo e ele ficou com raiva. Então, com um rápido golpe de sua espada, ele deixou a velhinha ali, moribunda e correu. Hydell correu até ela, mas não havia mais nada para se fazer...
Verona: Eu sei que foi você!
Leon: Não. Não foi ele.
Verona: Você só tem as lembranças dele como prova! Como sabe que ele não as alterou?
Leon: Ela foi morta por um golpe de espada bem no peito... e Hydell carregava apenas uma lança. A diferença é perceptível... então Hydell é inocente...
Hydell: Era... o que eu queria dizer o tempo inteiro... Verona...
Verona: Hydell... tá, tá, eu entendo... mas não espere que eu fique toda gentil com você depois disso!
Hydell: Claro que não... se você ficasse, aí eu estaria preocupado.
Leon sorriu. Era para isso que ele queria tentar resolver o conflito que existia agora; para que não houvessem tantas separações e conflitos como os que ele sentiu na pele. Ele sorriu, calmo, torcendo para que as coisas dessem certo dali para frente.
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Re: Névoa e Quintessência
Capítulo 11 – Batalha nas Cavernas do Inferno
Leon: Mentira! Você tem certeza?
Lennart: Sim. Eu ouvi na taverna. Thatcher está preso nas Cavernas do Inferno.
Firion: Cavernas do Inferno?
Leon: É quase como um campo de concentração.
Hydell: E o que exatamente é um campo de concentração?
Leon: Ah, bem, no outro mundo... durante uma guerra, um dos lados criou essas coisas chamadas campos de concentração, onde prisioneiros de guerra e pessoas menos valorizadas eram levadas, sendo escravizadas até a morte... então, nosso próximo passo é simples. Temos que invadir as Cavernas do Inferno e pegar nosso amigo Thatcher de volta.
Verona: Mas Leon! É um lugar cheio de guardas! Não acho que nós possamos simplesmente entrar e sair de lá calmamente! Um grande conflito ocorrerá!
Lennart: Ocorrerá... mas podemos ganhar se usarmos os modos certos.
Firion: E o que vocês pretendem fazer?
Leon: Eu vou entrar lá dentro e incitar os prisioneiros para uma rebelião... e quando estivermos prontos, eu mandarei um sinal, para que ocorra o ataque de duas frentes!
Firion: NÃO! Você não vai se arriscar dessa forma!
Leon: Não vejo porque não. Eu acho que posso me cuidar...
Firion: Ah, eu desisto, Leon. Mas se você se machucar, eu te mato.
Devon: Não será leve. Eu já estive nas Cavernas do Inferno. Eles são bem maldosos lá.
Leon: É porque eles – ele pegou sua lâmina espectral, sorrindo – ainda não se meteram comigo.
Leon deu um sorriso cruel e então começou a planejar, ficando quieto.
Lennart: Ele está criando um plano. Devemos deixá-lo quieto, tá bem?
Várias horas se passaram, mas Leon não falava nada. Quando ele finalmente abriu os olhos e se levantou, apenas disse:
Leon: Vejo vocês mais tarde.
E desapareceu com um rápido aceno da varinha. Ele, por sorte ou azar, reapareceu em um dos dormitórios das Cavernas do Inferno e sua primeira conclusão era que o lugar fedia.
Leon: Ok, isso vai ser pior do que eu pensava.
Guarda: Ah, mas vai mesmo! Ei, eu encontrei um tentando fugir aqui.
Leon fechou os olhos e respirou fundo, pegando rapidamente sua lâmina espectral e abrindo os olhos logo em seguida:
Leon: Tolos. Não se metam com Excalibur, é mais do que podem tolerar...
O guarda que o achara e outro que acabara de chegar foram até Leon para atacá-lo, mas ele simplesmente se esquivou. Apenas dois cortes foram ouvidos e quando Leon saiu, ele deixara os dois guardas para trás, desacordados.
Leon: Agora, vamos causar um alvoroço aqui, sim?
Leon simplesmente correu com a lâmina em uma mão e sua varinha em outra, causando o pandemônio naquele lugar. Guardas caíam, prisioneiros tinham seus grilhões quebrados e as casas daquele lugar desabavam e queimavam, rapidamente. Leon ia muito bem por conta própria, até que um feitiço o acertou nas costas e ele caiu, confuso. Quando se virou, preparando-se para levantar, viu que um homem o olhava com ódio, apontando a varinha para o corpo dele.
Reitor: Não se levante. Eu acabarei com você se o fizer.
Leon: Me tente, amigo, me tente.
Reitor: Sua história acabará aqui, garoto. Crucio!
Leon se contorceu de dor, mas ele era determinado. Em nenhum instante de seu sofrimento, ele soltara a lâmina espectral.
Reitor: Ora, que determinado! Acho melhor esmagar suas esperanças logo que possível!
Leon: VENHA!
Reitor: CRUCIO!
Leon foi mais rápido e colocou a lâmina na varinha do reitor assim que ele lançou o encantamento, absorvendo a essência do poder de tortura. O garoto rapidamente atacou o homem de modo bem poderoso e percebeu que o homem agora se contorcia de dor, antes de cair no chão, desacordado. Leon ouviu um barulho bem forte no instante seguinte, mas antes de poder ser virar para se defender, ele foi agarrado e estava sendo esmagado. Leon pensou que era uma armadilha até ver os cabelos louros e ouvir uma voz familiar.
???????:LEON! LEON! EU NÃO ACREDITO! VOCÊ VEIO MESMO!
Leon: Tha-Thatcher?! Você está se sentindo bem...?
Thatcher: Melhor do que nunca! Graças a você! Você realmente veio! Depois de tanto tempo, eu estava perdendo as esperanças!
Leon: Thatcher... Pode me colocar no chão?!
Thatcher: Ah, claro, claro...
Leon: Bem, excelente... agora, temos que sair daqui.
Thatcher: E como faremos isso? É impossível!
Leon: Não... é só improvável... mas eu tenho uma varinha. E...
Leon tirou um machado que estava amarrado nas costas do reitor e entregou para Thatcher, calmo.
Leon: ...e agora, você tem um machado. Vamos, temos uma rebelião para causar.
Thatcher: Leon... você não faz isso só por minha causa, não é?
Leon: Claro que não. Estou supostamente morto. Então isto é para deixar Daken mais paranóico, alerta... com medo. Quer dizer, provar que eu não sou a única ameaça... ou que algo como a morte não é capaz de me impedir de suprir meus objetivos.
Thatcher: Então tá, Leon... É impressão minha ou você está mais velho?
Leon: Ah, isso? Uma longa história. Firion está mais novo, também...
Thatcher: Firion está mais novo?! Leon, quando sairmos daqui, você vai ter que me explicar muita coisa.
Leon: Claro que vou. Espera, escutou isso?
Thatcher: O quê?
Leon: Espere... É, Lennart vai atacar e abrir os portões. Temos que preparar os prisioneiros para sair daqui.
. . .
Lennart não falava nada. Ele estava calado, sentado, aparentemente meditando. Os outros, principalmente Hydell incomodaram o garoto antes, mas Firion os fizera parar porque ele, mais do que ninguém, entendia o que acontecia. Lennart se concentrava... para tentar ver a situação como Leon estava através da conexão entre mentes. E por isso, um instante antes de Lennart se levantar subitamente, ele soube.
Firion: É a hora.
Lennart: Sim. Temos que atacar.
Firion: Então vamos, pessoal! É hora de acertarem o Império e destruírem este claro símbolo de opressão!
As tropas gritaram e rugiam, animadas.
Lennart: Uau, o que é isso, Firion?
Firion: Discurso de guerra. Aumentar o ânimo das tropas, sabe? Realmente ajuda em uma batalha, ainda mais para nós, que vamos invadir e temos a desvantagem territorial.
Lennart: Será mais um resgate do que uma invasão. E Leon já causou um baita caos lá dentro...
Firion assentiu. Ele então se colocou diante das tropas, desembainhou sua lança e começou a correr, seguido por eles. Logo, eles estavam nos portões do fundo, menos usados...
Hydell: Não são soldados, pelo que eu posso ver. Na maioria, mercenários. Temos que ter mais cuidado, então... o estilo deles vai ser de longe mais selvagem e assassino.
Verona: Deixe que eles conheçam a minha lâmina e sintam o gosto do próprio sangue!
Aaron: Vamos mostrar para eles, não é, pai?
Devon: Sim! Agora eles vão ver do que um verdadeiro guerreiro é capaz!
Jenna: Cheira a armadilha... mas acho que podemos prevalescer.
Evita: Eu vou fazer o meu melhor para manter todos saudáveis...
Lennart: Leon, pode esperar... estamos prontos para resgatá-lo.
Firion: Essa não será a nossa última luta, irmão. Eu prometo. Prontos? Então vamos!
Os mercenários do lado de dentro se assustaram e começaram a atacar. Firion logo começou o contra-ataque, transpassando sua lança pelo corpo de um, o matando.Verona decapitou outro, logo em seguida. Devon foi ferido por um na perna, mas antes do golpe fatal, Aaron enfiou o machado nas costas do mercenário, tirando a vida dele de modo bem doloroso.
Aaron: Tudo bem, pai?
Devon: Sim, eu acho.
Evita: Espere, eu cuido disso...
A curandeira chegou bem perto do ferimento e nem sequer percebeu quando uma flecha passou por cima dela e acertou o braço de um homem. Jenna continuou atirando enquanto Devon via uma pomada ser passada em seu ferimento e a moça entoar um encantamento que junto com o fluido, curou completamente sua perna.
Devon: Oh, muito obrigado, senhorita!
Evita: Só estou cumprindo o meu dever, Sr. Devon.
Jenna acabou com o último mercenário que vigiava a entrada e eles estavam dentro.
Lennart: Teremos que passar por aquele corredor estreito. Então, tenho um plano.
Firion: Um plano?
Lennart: Sim, um plano. Você vai na frente, irmão, para garantir que ninguém passe pela sua armadura.
Quando um inimigo aparecer, eu e Jenna nos livramos dele com nossa magia e arco. Evita fica entre os dois grupos; os outros se mantém na retaguarda, nos protegendo de quaisquer reforços.
Firion: Pois bem, é um ótimo plano, maninho. – Firion colocou a mão na cabeça de Lennart e bagunçou os cabelos dele.
Lennart: Ei, pare! Temos a mesma idade, e você sabe disso!
Firion: Continuo vendo Leon e vocês como meus irmãos mais novos!
Lennart: Ah, tudo bem então... Vamos!
Eles logo se organizaram em tropas como Lennart predefinira e entraram no corredor, continuando sua missão de resgate.
. . .
Leon: Temos que prosseguir, Thatcher.
Thatcher: Estamos cercados! Eles estão esperando nossa rendição, mas logo irão atacar... e não temos chance.
Leon: Eu seguiria sua idéia e escaparia, mas...
Thatcher: Mas?
Leon: Eu vi um dos Generais parados dentro daquele lugar pela janela. Não podemos perder esta oportunidade, Thatcher. A morte de um General realmente abalaria o Império.
Thatcher: Bem, não se a sua vier junto, não é?
Leon: Eu JÁ estou morto, Thatcher. Esta é a minha carta mestre.
Leon riu e com um estalo e muita concentração, acumulou muita névoa à sua volta, deixando Thatcher e os soldados cegos por um momento.
Leon: Acho que é hora de revelar a verdade...
Ele então deu outro estalo e a névoa se concentrou em seu corpo. Quando ela finalmente dissipou, ele usava um sobretudo negro com um capuz e sua lâmina espectral estava sendo firmemente segurada.
Leon: Ousam me incomodar? Aquela que nunca descansa, aquela que só faz seu trabalho e sempre é mal-recebida, aquela que serve para trazer o equilíbrio mas é eternamente xingada!
Guarda: Não pode ser!
Leon: Sim, eu sou. O ceifador, colhedor de almas, o rei dos espectros, lord do submundo... a Morte, em pessoa.
Thatcher: Mas o quê?!
Leon: É hora de irmos. Eu me disfarcei de seu amigo porque é hora de levá-lo... deixaria seu corpo aí, mas...
Guarda: Mas...?
Leon: Acontece que tenho mais uma alma para colher antes de sair daqui... a do General que está lá dentro...
Guarda: Não podemos deixar! Ele é o patrão do nosso patrão! Você não vai passar!
Leon: Ah, vou. Ou querem morrer também? Não é a hora de nenhum de vocês, mas eu... – ele parou, pegando um relógio de bolso prateado de dentro do sobretudo e colocando o dedo sobre ele - ...posso adiantar os ponteiros, não é? Quem me puniria por isso, quem desafiaria as forças da morte?
Guarda: Guh...
Leon: Ah, vamos, Thatcher! É melhor não resistir!
Thatcher: Não! Eu não vou morrer agora!
Leon: Não tenho outra escolha.
Leon riu e começou a olhar para um dos guardas. De modo discreto, usou sua varinha e entonou, apontando para a lâmina espectral.
Leon: Estupefaça.
A lâmina não fez nada por um instante, mas no instante seguinte, brilhou em vermelho e cintilou. Antes que o homem pudesse reagir, Leon pulou para cima dele e o atacou com a lâmina, fazendo o homem voar alguns metros antes de cair, desacordado.
Leon: Ele está só desacordado e fui até que bondoso. Quer se render ou quer ter uma morte ainda mais dolorosa?
Thatcher: Eu... eu... está bem, milorde. Eu não tenho escolha, tenho?
Leon: Não muita. Vocês; vão me deixar passar ou terei que cuidar de todos?
Eles hesitaram por um instante, mas abriram espaço para o ceifador. Ele passou, seguido por Thatcher e os dois entraram naquela sala onde o General estava os esperando.
Guarda: Essa foi por pouco... ai!
Lennart aparecera, com Firion na sua frente e os outros atrás deles. A lança e a armadura de Firion estavam ensangüentadas; a expressão dele era séria e nervosa. Lennart parecia estar ainda mais tenso e os outros, sentindo isso, pareciam estar com medo deles.
Lennart: ONDE ELE ESTÁ! ELE DEVERIA ESTAR AQUI!
Guarda: O que quer com ele?
Lennart: Não é óbvio? Sou irmão dele e vim ajudá-lo com a tarefa dele!
Guarda: São dois...
Firion: Somos três!
Guarda: Gah! É... uh... ele entrou ali!
Lennart: Obrigado. Estranho, eles não deveriam ser tão cooperativos...
Firion: Leon fez alguma coisa.
Lennart: Bem, então vamos! Temos que ajudá-lo, não é?
Lennart correu e arrombou a porta. E naquele instante, uma explosão de névoa os acertou.
. . .
Leon abriu as portas e as fechou rapidamente. Lá estava ele, o General Belias. Era a oportunidade perfeita de deixar o Império sem uma de suas defesas, então porque o garoto hesitava?
Belias: Quem é você?!
Leon: Não sabe? Ora, quem diria? Bem, eu sei quem você é e sei que sua hora chegou.
Belias: Pare com essas bobagens.
Belias então olhou diretamente para Leon e lançou um objeto. A Névoa que cobria Leon explodiu e saiu, acertando Lennart e os outros aliados do garoto, que tinham acabado de abrir a porta. Felizmente, eles foram capazes de entrar e fechar a porta antes dos guardas perceberem. Lá estavam eles, dez contra um... mas o visionário e líder hesitava. E eles não faziam idéia da razão.
Leon: Mentira! Você tem certeza?
Lennart: Sim. Eu ouvi na taverna. Thatcher está preso nas Cavernas do Inferno.
Firion: Cavernas do Inferno?
Leon: É quase como um campo de concentração.
Hydell: E o que exatamente é um campo de concentração?
Leon: Ah, bem, no outro mundo... durante uma guerra, um dos lados criou essas coisas chamadas campos de concentração, onde prisioneiros de guerra e pessoas menos valorizadas eram levadas, sendo escravizadas até a morte... então, nosso próximo passo é simples. Temos que invadir as Cavernas do Inferno e pegar nosso amigo Thatcher de volta.
Verona: Mas Leon! É um lugar cheio de guardas! Não acho que nós possamos simplesmente entrar e sair de lá calmamente! Um grande conflito ocorrerá!
Lennart: Ocorrerá... mas podemos ganhar se usarmos os modos certos.
Firion: E o que vocês pretendem fazer?
Leon: Eu vou entrar lá dentro e incitar os prisioneiros para uma rebelião... e quando estivermos prontos, eu mandarei um sinal, para que ocorra o ataque de duas frentes!
Firion: NÃO! Você não vai se arriscar dessa forma!
Leon: Não vejo porque não. Eu acho que posso me cuidar...
Firion: Ah, eu desisto, Leon. Mas se você se machucar, eu te mato.
Devon: Não será leve. Eu já estive nas Cavernas do Inferno. Eles são bem maldosos lá.
Leon: É porque eles – ele pegou sua lâmina espectral, sorrindo – ainda não se meteram comigo.
Leon deu um sorriso cruel e então começou a planejar, ficando quieto.
Lennart: Ele está criando um plano. Devemos deixá-lo quieto, tá bem?
Várias horas se passaram, mas Leon não falava nada. Quando ele finalmente abriu os olhos e se levantou, apenas disse:
Leon: Vejo vocês mais tarde.
E desapareceu com um rápido aceno da varinha. Ele, por sorte ou azar, reapareceu em um dos dormitórios das Cavernas do Inferno e sua primeira conclusão era que o lugar fedia.
Leon: Ok, isso vai ser pior do que eu pensava.
Guarda: Ah, mas vai mesmo! Ei, eu encontrei um tentando fugir aqui.
Leon fechou os olhos e respirou fundo, pegando rapidamente sua lâmina espectral e abrindo os olhos logo em seguida:
Leon: Tolos. Não se metam com Excalibur, é mais do que podem tolerar...
O guarda que o achara e outro que acabara de chegar foram até Leon para atacá-lo, mas ele simplesmente se esquivou. Apenas dois cortes foram ouvidos e quando Leon saiu, ele deixara os dois guardas para trás, desacordados.
Leon: Agora, vamos causar um alvoroço aqui, sim?
Leon simplesmente correu com a lâmina em uma mão e sua varinha em outra, causando o pandemônio naquele lugar. Guardas caíam, prisioneiros tinham seus grilhões quebrados e as casas daquele lugar desabavam e queimavam, rapidamente. Leon ia muito bem por conta própria, até que um feitiço o acertou nas costas e ele caiu, confuso. Quando se virou, preparando-se para levantar, viu que um homem o olhava com ódio, apontando a varinha para o corpo dele.
Reitor: Não se levante. Eu acabarei com você se o fizer.
Leon: Me tente, amigo, me tente.
Reitor: Sua história acabará aqui, garoto. Crucio!
Leon se contorceu de dor, mas ele era determinado. Em nenhum instante de seu sofrimento, ele soltara a lâmina espectral.
Reitor: Ora, que determinado! Acho melhor esmagar suas esperanças logo que possível!
Leon: VENHA!
Reitor: CRUCIO!
Leon foi mais rápido e colocou a lâmina na varinha do reitor assim que ele lançou o encantamento, absorvendo a essência do poder de tortura. O garoto rapidamente atacou o homem de modo bem poderoso e percebeu que o homem agora se contorcia de dor, antes de cair no chão, desacordado. Leon ouviu um barulho bem forte no instante seguinte, mas antes de poder ser virar para se defender, ele foi agarrado e estava sendo esmagado. Leon pensou que era uma armadilha até ver os cabelos louros e ouvir uma voz familiar.
???????:LEON! LEON! EU NÃO ACREDITO! VOCÊ VEIO MESMO!
Leon: Tha-Thatcher?! Você está se sentindo bem...?
Thatcher: Melhor do que nunca! Graças a você! Você realmente veio! Depois de tanto tempo, eu estava perdendo as esperanças!
Leon: Thatcher... Pode me colocar no chão?!
Thatcher: Ah, claro, claro...
Leon: Bem, excelente... agora, temos que sair daqui.
Thatcher: E como faremos isso? É impossível!
Leon: Não... é só improvável... mas eu tenho uma varinha. E...
Leon tirou um machado que estava amarrado nas costas do reitor e entregou para Thatcher, calmo.
Leon: ...e agora, você tem um machado. Vamos, temos uma rebelião para causar.
Thatcher: Leon... você não faz isso só por minha causa, não é?
Leon: Claro que não. Estou supostamente morto. Então isto é para deixar Daken mais paranóico, alerta... com medo. Quer dizer, provar que eu não sou a única ameaça... ou que algo como a morte não é capaz de me impedir de suprir meus objetivos.
Thatcher: Então tá, Leon... É impressão minha ou você está mais velho?
Leon: Ah, isso? Uma longa história. Firion está mais novo, também...
Thatcher: Firion está mais novo?! Leon, quando sairmos daqui, você vai ter que me explicar muita coisa.
Leon: Claro que vou. Espera, escutou isso?
Thatcher: O quê?
Leon: Espere... É, Lennart vai atacar e abrir os portões. Temos que preparar os prisioneiros para sair daqui.
. . .
Lennart não falava nada. Ele estava calado, sentado, aparentemente meditando. Os outros, principalmente Hydell incomodaram o garoto antes, mas Firion os fizera parar porque ele, mais do que ninguém, entendia o que acontecia. Lennart se concentrava... para tentar ver a situação como Leon estava através da conexão entre mentes. E por isso, um instante antes de Lennart se levantar subitamente, ele soube.
Firion: É a hora.
Lennart: Sim. Temos que atacar.
Firion: Então vamos, pessoal! É hora de acertarem o Império e destruírem este claro símbolo de opressão!
As tropas gritaram e rugiam, animadas.
Lennart: Uau, o que é isso, Firion?
Firion: Discurso de guerra. Aumentar o ânimo das tropas, sabe? Realmente ajuda em uma batalha, ainda mais para nós, que vamos invadir e temos a desvantagem territorial.
Lennart: Será mais um resgate do que uma invasão. E Leon já causou um baita caos lá dentro...
Firion assentiu. Ele então se colocou diante das tropas, desembainhou sua lança e começou a correr, seguido por eles. Logo, eles estavam nos portões do fundo, menos usados...
Hydell: Não são soldados, pelo que eu posso ver. Na maioria, mercenários. Temos que ter mais cuidado, então... o estilo deles vai ser de longe mais selvagem e assassino.
Verona: Deixe que eles conheçam a minha lâmina e sintam o gosto do próprio sangue!
Aaron: Vamos mostrar para eles, não é, pai?
Devon: Sim! Agora eles vão ver do que um verdadeiro guerreiro é capaz!
Jenna: Cheira a armadilha... mas acho que podemos prevalescer.
Evita: Eu vou fazer o meu melhor para manter todos saudáveis...
Lennart: Leon, pode esperar... estamos prontos para resgatá-lo.
Firion: Essa não será a nossa última luta, irmão. Eu prometo. Prontos? Então vamos!
Os mercenários do lado de dentro se assustaram e começaram a atacar. Firion logo começou o contra-ataque, transpassando sua lança pelo corpo de um, o matando.Verona decapitou outro, logo em seguida. Devon foi ferido por um na perna, mas antes do golpe fatal, Aaron enfiou o machado nas costas do mercenário, tirando a vida dele de modo bem doloroso.
Aaron: Tudo bem, pai?
Devon: Sim, eu acho.
Evita: Espere, eu cuido disso...
A curandeira chegou bem perto do ferimento e nem sequer percebeu quando uma flecha passou por cima dela e acertou o braço de um homem. Jenna continuou atirando enquanto Devon via uma pomada ser passada em seu ferimento e a moça entoar um encantamento que junto com o fluido, curou completamente sua perna.
Devon: Oh, muito obrigado, senhorita!
Evita: Só estou cumprindo o meu dever, Sr. Devon.
Jenna acabou com o último mercenário que vigiava a entrada e eles estavam dentro.
Lennart: Teremos que passar por aquele corredor estreito. Então, tenho um plano.
Firion: Um plano?
Lennart: Sim, um plano. Você vai na frente, irmão, para garantir que ninguém passe pela sua armadura.
Quando um inimigo aparecer, eu e Jenna nos livramos dele com nossa magia e arco. Evita fica entre os dois grupos; os outros se mantém na retaguarda, nos protegendo de quaisquer reforços.
Firion: Pois bem, é um ótimo plano, maninho. – Firion colocou a mão na cabeça de Lennart e bagunçou os cabelos dele.
Lennart: Ei, pare! Temos a mesma idade, e você sabe disso!
Firion: Continuo vendo Leon e vocês como meus irmãos mais novos!
Lennart: Ah, tudo bem então... Vamos!
Eles logo se organizaram em tropas como Lennart predefinira e entraram no corredor, continuando sua missão de resgate.
. . .
Leon: Temos que prosseguir, Thatcher.
Thatcher: Estamos cercados! Eles estão esperando nossa rendição, mas logo irão atacar... e não temos chance.
Leon: Eu seguiria sua idéia e escaparia, mas...
Thatcher: Mas?
Leon: Eu vi um dos Generais parados dentro daquele lugar pela janela. Não podemos perder esta oportunidade, Thatcher. A morte de um General realmente abalaria o Império.
Thatcher: Bem, não se a sua vier junto, não é?
Leon: Eu JÁ estou morto, Thatcher. Esta é a minha carta mestre.
Leon riu e com um estalo e muita concentração, acumulou muita névoa à sua volta, deixando Thatcher e os soldados cegos por um momento.
Leon: Acho que é hora de revelar a verdade...
Ele então deu outro estalo e a névoa se concentrou em seu corpo. Quando ela finalmente dissipou, ele usava um sobretudo negro com um capuz e sua lâmina espectral estava sendo firmemente segurada.
Leon: Ousam me incomodar? Aquela que nunca descansa, aquela que só faz seu trabalho e sempre é mal-recebida, aquela que serve para trazer o equilíbrio mas é eternamente xingada!
Guarda: Não pode ser!
Leon: Sim, eu sou. O ceifador, colhedor de almas, o rei dos espectros, lord do submundo... a Morte, em pessoa.
Thatcher: Mas o quê?!
Leon: É hora de irmos. Eu me disfarcei de seu amigo porque é hora de levá-lo... deixaria seu corpo aí, mas...
Guarda: Mas...?
Leon: Acontece que tenho mais uma alma para colher antes de sair daqui... a do General que está lá dentro...
Guarda: Não podemos deixar! Ele é o patrão do nosso patrão! Você não vai passar!
Leon: Ah, vou. Ou querem morrer também? Não é a hora de nenhum de vocês, mas eu... – ele parou, pegando um relógio de bolso prateado de dentro do sobretudo e colocando o dedo sobre ele - ...posso adiantar os ponteiros, não é? Quem me puniria por isso, quem desafiaria as forças da morte?
Guarda: Guh...
Leon: Ah, vamos, Thatcher! É melhor não resistir!
Thatcher: Não! Eu não vou morrer agora!
Leon: Não tenho outra escolha.
Leon riu e começou a olhar para um dos guardas. De modo discreto, usou sua varinha e entonou, apontando para a lâmina espectral.
Leon: Estupefaça.
A lâmina não fez nada por um instante, mas no instante seguinte, brilhou em vermelho e cintilou. Antes que o homem pudesse reagir, Leon pulou para cima dele e o atacou com a lâmina, fazendo o homem voar alguns metros antes de cair, desacordado.
Leon: Ele está só desacordado e fui até que bondoso. Quer se render ou quer ter uma morte ainda mais dolorosa?
Thatcher: Eu... eu... está bem, milorde. Eu não tenho escolha, tenho?
Leon: Não muita. Vocês; vão me deixar passar ou terei que cuidar de todos?
Eles hesitaram por um instante, mas abriram espaço para o ceifador. Ele passou, seguido por Thatcher e os dois entraram naquela sala onde o General estava os esperando.
Guarda: Essa foi por pouco... ai!
Lennart aparecera, com Firion na sua frente e os outros atrás deles. A lança e a armadura de Firion estavam ensangüentadas; a expressão dele era séria e nervosa. Lennart parecia estar ainda mais tenso e os outros, sentindo isso, pareciam estar com medo deles.
Lennart: ONDE ELE ESTÁ! ELE DEVERIA ESTAR AQUI!
Guarda: O que quer com ele?
Lennart: Não é óbvio? Sou irmão dele e vim ajudá-lo com a tarefa dele!
Guarda: São dois...
Firion: Somos três!
Guarda: Gah! É... uh... ele entrou ali!
Lennart: Obrigado. Estranho, eles não deveriam ser tão cooperativos...
Firion: Leon fez alguma coisa.
Lennart: Bem, então vamos! Temos que ajudá-lo, não é?
Lennart correu e arrombou a porta. E naquele instante, uma explosão de névoa os acertou.
. . .
Leon abriu as portas e as fechou rapidamente. Lá estava ele, o General Belias. Era a oportunidade perfeita de deixar o Império sem uma de suas defesas, então porque o garoto hesitava?
Belias: Quem é você?!
Leon: Não sabe? Ora, quem diria? Bem, eu sei quem você é e sei que sua hora chegou.
Belias: Pare com essas bobagens.
Belias então olhou diretamente para Leon e lançou um objeto. A Névoa que cobria Leon explodiu e saiu, acertando Lennart e os outros aliados do garoto, que tinham acabado de abrir a porta. Felizmente, eles foram capazes de entrar e fechar a porta antes dos guardas perceberem. Lá estavam eles, dez contra um... mas o visionário e líder hesitava. E eles não faziam idéia da razão.
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Re: Névoa e Quintessência
Capítulo 12 – Milagre nas Cavernas do Inferno
Belias: Bomba de limpeza. Ela destrói seus truques com a Névoa. Vai me matar, é, garoto?
Leon: Sim. Você, os outros Generais e depois o Imperador.
Belias: Pare com essas mentiras.Você não é capaz de matar. Nunca matou antes, não é?
Leon: É o meu destino.
Belias: Destino? Soa mais como uma sina para mim, garoto. Me diga, quer sofrer e ser bradado como traidor por muito tempo até conseguir cumprir seus objetivos, é isso?
Leon: E você? Por quê? Sabe que o trono foi tomado! Então porque continua a serví-lo?
Belias: Porque o reino continua justo. As taxas econômicas continuam subindo do modo normal, a qualidade de vida dos camponeses está inalterada. Do meu ponto de vista, a única coisa que mudou foi o nome daquele que eu sirvo.
Leon: Daken.
Belias: É. É o meu Imperador. E enquanto não houver injustiça ruim o suficiente, eu estarei do lado dele. Você se diz um salvador, mas quem disse que precisamos ser salvos?! Quem te disse que há algo de errado com nosso Imperador?
Leon: Eu sei que há! Ele matou o meu mestre... e meu irmão... e também quase destruiu meu enlace com meu outro irmão...
Leon olhou calmo para Firion. No fim das contas, Daken era tolo ao crer que poderia tirá-los de si apenas com a força do tempo.
Belias: E daí? Você é o inimigo. Enquanto ele for clemente com seus servos e bondoso com seus aliados, não vejo razão para não batalhar por ele.
Leon: Ele não deve existir...
Belias: Então isso faz de nós inimigos. E agora, você verá que eu luto ao máximo pelo meu chefe.
Leon: Venha, então!
Belias se levantou e tirou uma enorme lança de suas costas, a usando para atacar rapidamente Leon; o garoto mal teve chance de se esquivar.
Belias: Sei que sua espada é inútil se eu não te atacar com magia, então isso será rápido.
Leon não disse nada em resposta, mas quando percebeu que Firion se preparava para atacar, estendeu a mão.
Leon: Esta batalha é minha, irmão. Não se meta.
Belias: Ah, quer honra, não é? Tudo o que terá é seu sangue!
Leon fechou os olhos e respirou fundo. Lennart e Firion fecharam os olhos também . Hydell, Verona e os outros se afastaram, assustados. Mas Belias atacou. A lança dele pareceu transpassar Leon por um instante, mas no momento seguinte, se quebrou e os pedaços caíram no chão.
Belias: Que... que brincadeira é essa?! Você está... brincando com a gente, garoto?! Quer nos manipular, é isso?!
Leon não respondeu. Ele estava bem mais longe, viajando dentro de sua mente, compreendendo bem mais a verdade do que ele imaginava ser possível. Depois de algum tempo, ele e os seus irmãos abriram os olhos. Bem mais calmos.
Leon: Acabarei com Daken. E você não estará em meu caminho.
Ele estalou os dedos e a Névoa cobriu os fragmentos da lança de Belias. O homem tentou lançar uma bomba de limpeza, mas a Névoa a engoliu. Quando ela cessou e desapareceu, Leon segurava a lança de Belias, novamente refeita e intacta.
Leon: Renda-se.
Belias: Não. Eu perderei a minha honra se o fizer.
Leon: Não posso obrigá-lo a deixar sua honra para trás... – o jovem disse, estendendo a lança - ...mas não posso deixar que você morra por um motivo tão tolo.
Firion: Leon...
Lennart: Ele...
Belias: Você é maluco, garoto! Eu não hesitei em te matar... e ainda assim, você continua dessa forma?! Esse pode ser o seu último erro!
Leon: Não, você não me matará. Não pode. Não depois que eu salvei a sua vida... eu posso tê-la salvo de mim mesmo... mas mesmo assim... o débito existe, não é?
Belias: Eu não posso... deixar assim... não tenho escolha...
Leon: Não tem...? Belias... vou lhe pedir mais uma vez... ouça a voz da razão... e venha conosco.
Belias: Voto perpétuo... nunca poderei... traí-lo.
Leon: Um voto perpétuo. Entendo... Firion, mate-o.
Firion: O quê?!
Leon: Não temos escolha. Ele não pode trair o mestre dele e sabe demais para ficar vivo... sou incapaz de destruir um voto perpétuo, então matá-lo é a única opção.
Belias: Agora você entende, não é? Terá de fazer sacrifícios, garoto... terá de deixar pessoas morrerem... só para obter suas metas. É terrível, mas é verdade.
Firion: Eu não consigo, Leon... Ele não é uma má pessoa...
Leon: Eu sei. Então... é hora de encomendar outro milagre.
Belias: Mi-milagre?!
Leon: Sim. Daken matou diretamente meu irmão – este daqui.
Leon puxou Lennart, que acenou, calmo.
Belias: Hã?! Ele está... vivo?!
Leon: É. Eu usei magia, passamos seis meses desacordados, depois eu e ele acordamos quatro anos mais velhos; Firion oito anos mais novo.
Belias: Então é isso? Você conta com milagres para tentar seguir sem dor?
Leon: Eu não conto com milagres. Eu os causo. Essa é a minha alcunha.
Firion: Leon...
Leon: ...
Firion: Leon?
Leon: ...Ah, sim? Um raio de luz que acerta o coração da escuridão... uma grande esperança de uma fonte inesperada... a sabedoria da velhice com o corpo da juventude...
Lennart: Teremet?
Leon: Ah, sim, claro... Sr. Belias... a sua mão direita, por favor. Agora, você fez o voto perpétuo com ela, não foi?
Belias: Sim...
Leon: Pois bem.
Leon sorriu e rapidamente tirou uma adaga do cinto de Hydell e cortou a mão de Belias, deixando o braço dele ali, sangrando. O corte fora limpo e bem feito.
Belias: Gaaaaaah! Uwaaaargh!
Ele chorava e urrava de dor. Todos estavam surpresos e assustados, mas Leon só sorria. Ele olhava calmo para o toco do braço e moveu a Névoa de modo a criar pequenas lâminas. Os elos dourados se mostravam e logo eram cortados até que desapareceram completamente. Leon então pegou a mão caída de Belias e a colocou perto do braço cortado...
Belias: Le-Leon...?! Por... Por quê?!
Leon: ...
A mão e o braço de Belias começaram a brilhar e uma onda de Névoa os envolveu. Leon estava concentrado e quando terminou, caiu no chão. Estava exausto. Belias moveu os dedos e eles se comportaram normalmente, como se nada tivesse acontecido, mesmo que uma clara cicatriz provasse a amputação que fora feita e logo depois desfeita.
Leon: Está feito.
Belias: Leon... por quê?!
Leon: Não posso contar. É segredo.
Belias: Pois bem. Eu não tenho escolha, tenho? É hora de me juntar ao seu bando de tresloucados...
Leon: Excelente. Só não sei agora como vamos sair daqui...
Thatcher: Teremos de sair pelo subsolo.
Aaron: Subsolo?!
Verona: Entendo o que quer dizer. Vamos, não temos tempo a perder.
Belias: Então eu sei como fazê-lo. Vêem aquele trono onde eu estava sentado antes? É uma passagem que poucos sabem existir. E eu posso ativá-la.
. . .
Daken: O Império parece estar funcionando perfeitamente...
Um estrondo. Subitamente, um guarda aparece, apressado.
Guarda: SENHOR!! UMA REBELIÃO ACONTECEU NAS CAVERNAS DO INFERNO!
Daken: Cavernas do Inferno... aquela prisão logo ao norte do Forte Hydon?
Guarda: Essa mesma! Dizem que um grupo de pessoas suspeitas entrou lá e matou a maior parte dos mercenários!
Daken: Hm... Deixe pra lá. Tenho coisas mais importantes para cuidar do que um mero escape de prisioneiros...
Guarda: Mas milorde...
Daken: Hm... você é...?
Matt: Sou o Capitão Matias, senhor!
Daken: Matias, é? Você fala demais.
Um movimento da mão do homem. Um raio púrpura atingiu o homem. Outro. Uma chama azul saiu do homem, indo até Daken, que a absorveu.
Daken: É mais útil para mim dessa forma, Capitão... Hm... bela essência... ora, então se esta é a quintessência que um homem comum pode ter... quem dirá como é a “deles”...
Belias: Bomba de limpeza. Ela destrói seus truques com a Névoa. Vai me matar, é, garoto?
Leon: Sim. Você, os outros Generais e depois o Imperador.
Belias: Pare com essas mentiras.Você não é capaz de matar. Nunca matou antes, não é?
Leon: É o meu destino.
Belias: Destino? Soa mais como uma sina para mim, garoto. Me diga, quer sofrer e ser bradado como traidor por muito tempo até conseguir cumprir seus objetivos, é isso?
Leon: E você? Por quê? Sabe que o trono foi tomado! Então porque continua a serví-lo?
Belias: Porque o reino continua justo. As taxas econômicas continuam subindo do modo normal, a qualidade de vida dos camponeses está inalterada. Do meu ponto de vista, a única coisa que mudou foi o nome daquele que eu sirvo.
Leon: Daken.
Belias: É. É o meu Imperador. E enquanto não houver injustiça ruim o suficiente, eu estarei do lado dele. Você se diz um salvador, mas quem disse que precisamos ser salvos?! Quem te disse que há algo de errado com nosso Imperador?
Leon: Eu sei que há! Ele matou o meu mestre... e meu irmão... e também quase destruiu meu enlace com meu outro irmão...
Leon olhou calmo para Firion. No fim das contas, Daken era tolo ao crer que poderia tirá-los de si apenas com a força do tempo.
Belias: E daí? Você é o inimigo. Enquanto ele for clemente com seus servos e bondoso com seus aliados, não vejo razão para não batalhar por ele.
Leon: Ele não deve existir...
Belias: Então isso faz de nós inimigos. E agora, você verá que eu luto ao máximo pelo meu chefe.
Leon: Venha, então!
Belias se levantou e tirou uma enorme lança de suas costas, a usando para atacar rapidamente Leon; o garoto mal teve chance de se esquivar.
Belias: Sei que sua espada é inútil se eu não te atacar com magia, então isso será rápido.
Leon não disse nada em resposta, mas quando percebeu que Firion se preparava para atacar, estendeu a mão.
Leon: Esta batalha é minha, irmão. Não se meta.
Belias: Ah, quer honra, não é? Tudo o que terá é seu sangue!
Leon fechou os olhos e respirou fundo. Lennart e Firion fecharam os olhos também . Hydell, Verona e os outros se afastaram, assustados. Mas Belias atacou. A lança dele pareceu transpassar Leon por um instante, mas no momento seguinte, se quebrou e os pedaços caíram no chão.
Belias: Que... que brincadeira é essa?! Você está... brincando com a gente, garoto?! Quer nos manipular, é isso?!
Leon não respondeu. Ele estava bem mais longe, viajando dentro de sua mente, compreendendo bem mais a verdade do que ele imaginava ser possível. Depois de algum tempo, ele e os seus irmãos abriram os olhos. Bem mais calmos.
Leon: Acabarei com Daken. E você não estará em meu caminho.
Ele estalou os dedos e a Névoa cobriu os fragmentos da lança de Belias. O homem tentou lançar uma bomba de limpeza, mas a Névoa a engoliu. Quando ela cessou e desapareceu, Leon segurava a lança de Belias, novamente refeita e intacta.
Leon: Renda-se.
Belias: Não. Eu perderei a minha honra se o fizer.
Leon: Não posso obrigá-lo a deixar sua honra para trás... – o jovem disse, estendendo a lança - ...mas não posso deixar que você morra por um motivo tão tolo.
Firion: Leon...
Lennart: Ele...
Belias: Você é maluco, garoto! Eu não hesitei em te matar... e ainda assim, você continua dessa forma?! Esse pode ser o seu último erro!
Leon: Não, você não me matará. Não pode. Não depois que eu salvei a sua vida... eu posso tê-la salvo de mim mesmo... mas mesmo assim... o débito existe, não é?
Belias: Eu não posso... deixar assim... não tenho escolha...
Leon: Não tem...? Belias... vou lhe pedir mais uma vez... ouça a voz da razão... e venha conosco.
Belias: Voto perpétuo... nunca poderei... traí-lo.
Leon: Um voto perpétuo. Entendo... Firion, mate-o.
Firion: O quê?!
Leon: Não temos escolha. Ele não pode trair o mestre dele e sabe demais para ficar vivo... sou incapaz de destruir um voto perpétuo, então matá-lo é a única opção.
Belias: Agora você entende, não é? Terá de fazer sacrifícios, garoto... terá de deixar pessoas morrerem... só para obter suas metas. É terrível, mas é verdade.
Firion: Eu não consigo, Leon... Ele não é uma má pessoa...
Leon: Eu sei. Então... é hora de encomendar outro milagre.
Belias: Mi-milagre?!
Leon: Sim. Daken matou diretamente meu irmão – este daqui.
Leon puxou Lennart, que acenou, calmo.
Belias: Hã?! Ele está... vivo?!
Leon: É. Eu usei magia, passamos seis meses desacordados, depois eu e ele acordamos quatro anos mais velhos; Firion oito anos mais novo.
Belias: Então é isso? Você conta com milagres para tentar seguir sem dor?
Leon: Eu não conto com milagres. Eu os causo. Essa é a minha alcunha.
Firion: Leon...
Leon: ...
Firion: Leon?
Leon: ...Ah, sim? Um raio de luz que acerta o coração da escuridão... uma grande esperança de uma fonte inesperada... a sabedoria da velhice com o corpo da juventude...
Lennart: Teremet?
Leon: Ah, sim, claro... Sr. Belias... a sua mão direita, por favor. Agora, você fez o voto perpétuo com ela, não foi?
Belias: Sim...
Leon: Pois bem.
Leon sorriu e rapidamente tirou uma adaga do cinto de Hydell e cortou a mão de Belias, deixando o braço dele ali, sangrando. O corte fora limpo e bem feito.
Belias: Gaaaaaah! Uwaaaargh!
Ele chorava e urrava de dor. Todos estavam surpresos e assustados, mas Leon só sorria. Ele olhava calmo para o toco do braço e moveu a Névoa de modo a criar pequenas lâminas. Os elos dourados se mostravam e logo eram cortados até que desapareceram completamente. Leon então pegou a mão caída de Belias e a colocou perto do braço cortado...
Belias: Le-Leon...?! Por... Por quê?!
Leon: ...
A mão e o braço de Belias começaram a brilhar e uma onda de Névoa os envolveu. Leon estava concentrado e quando terminou, caiu no chão. Estava exausto. Belias moveu os dedos e eles se comportaram normalmente, como se nada tivesse acontecido, mesmo que uma clara cicatriz provasse a amputação que fora feita e logo depois desfeita.
Leon: Está feito.
Belias: Leon... por quê?!
Leon: Não posso contar. É segredo.
Belias: Pois bem. Eu não tenho escolha, tenho? É hora de me juntar ao seu bando de tresloucados...
Leon: Excelente. Só não sei agora como vamos sair daqui...
Thatcher: Teremos de sair pelo subsolo.
Aaron: Subsolo?!
Verona: Entendo o que quer dizer. Vamos, não temos tempo a perder.
Belias: Então eu sei como fazê-lo. Vêem aquele trono onde eu estava sentado antes? É uma passagem que poucos sabem existir. E eu posso ativá-la.
. . .
Daken: O Império parece estar funcionando perfeitamente...
Um estrondo. Subitamente, um guarda aparece, apressado.
Guarda: SENHOR!! UMA REBELIÃO ACONTECEU NAS CAVERNAS DO INFERNO!
Daken: Cavernas do Inferno... aquela prisão logo ao norte do Forte Hydon?
Guarda: Essa mesma! Dizem que um grupo de pessoas suspeitas entrou lá e matou a maior parte dos mercenários!
Daken: Hm... Deixe pra lá. Tenho coisas mais importantes para cuidar do que um mero escape de prisioneiros...
Guarda: Mas milorde...
Daken: Hm... você é...?
Matt: Sou o Capitão Matias, senhor!
Daken: Matias, é? Você fala demais.
Um movimento da mão do homem. Um raio púrpura atingiu o homem. Outro. Uma chama azul saiu do homem, indo até Daken, que a absorveu.
Daken: É mais útil para mim dessa forma, Capitão... Hm... bela essência... ora, então se esta é a quintessência que um homem comum pode ter... quem dirá como é a “deles”...
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Re: Névoa e Quintessência
Capítulo 13 – Explosões no Subsolo
Belias: Mas... o que é isso?! Eu não os atraí para uma armadilha, foi?
Leon: Inferis... zumbis... e algum outro tipo de criatura, bem sinistro e totalmente diferente de tudo o que enfrentamos... é isso que temos aqui...
Firion: É... eu consigo sentir também. Algo que devamos saber, Sr. Belias?
Belias: Ah! As cestas de tesouro daqui não são reais. São armadilhas feitas para pegar os mais gananciosos...
Devon: Ah, não, eu achei que nossa sorte estava para virar!
Aaron: Tudo bem, pai! Nós podemos cuidar deles! Eu não vou deixar que eles te peguem!
Devon: E eu não deixarei que eles te toquem, filho!
Thatcher: Esperem! Acho que isso é uma armadilha!
Jenna: Mas Sr. Thatcher! Como sugere que nós passemos?
Lennart: Eu posso ver o que querem dizer. Há algo de errado aqui...
Leon: Os baús, é claro! Eles querem nos atrair até eles!
Hydell: Então, mini-gênio, como é que a gente faz para escapar dessa?
Leon: É simples. Ativamos as armadilhas.
Verona: A-ativamos as armadilhas?! Mas isso seria...
Leon: Suicídio? Provavelmente. É por isso que precisamos escolher alguém para fazê-lo... Ah, quem eu estou enganando, eu vou!
Firion: Leon, você... vai conseguir, eu sei.
Belias: Eu vou com você.
Lennart: Hã?
Belias: Ei, eu já devia estar morto agora. Então porque não me aproveitar dessa sorte antes que ela se acabe?
Leon: Vamos, então, Belias. Eu confio em você.
Leon desceu as escadas que o separava das hordas de Inferi, mas Belias foi impedido por Firion:
Firion: Belias. Não tente matar Leon.
Belias: Eu não tentaria. Sei bem o que me acontecerá se eu o fizer.
Ele desceu e seguiu Leon. Porém, um instante depois, Leon parou, vendo que as tropas de Inferi estava correndo na direção deles.
Leon: Belias. Escude-me.
O homem pegou Leon e o colocou atrás de seu escudo, fazendo com que os ataques dos monstros desviassem. O jovem então riu e estendeu a mão, se concentrando.
Leon: Ativar a distância, é claro.
Uma bola de Névoa envolveu a mão dele e logo, se esticou, passando pelos Inferi até que acertou o primeiro cesto de tesouro... KABOOM!
Leon: É... acho melhor não continuarmos com isso...
Devon: Por que não?! Está funcionando, não está?
Leon: Devon?! O que veio fazer aqui?!
Aaron: Viemos todos, Leon. Não podíamos deixá-lo lidar com tudo sozinho.
Lennart: Esse plano não irá funcionar. As explosões desativam suas armadilhas, mas deixam o lugar mais instável... se continuarmos, logo todo aquele lugar cairá sobre nós. Então...
Leon: Verona. Aqui. Você é a melhor de nós, então... vai precisar disto.
Verona: Obrigada, mas não obrigada, Leon! Eu devo lutar com a minha própria lâmina.
Hydell: Então voltamos ao plano A? Lutar pelas nossas vidas?
Thatcher: Esse é um plano que eu posso seguir!
Leon: Devon, Aaron, defendam Evita! Thatcher, cuide de Jenna! Hydell e Verona, cuidem um do outro! Belias e irmãos, vocês virão comigo.
Belias: Eu?! Mas porque vai me colocar com a sua família, Leon?
Leon: Você... se sente como um traidor. Queria me matar para recuperar sua honra, mas não pode. Sabe que as conseqüências seriam duras demais e sabe que me deve uma... então, talvez você decidisse por um suicídio para recuperar a própria honra... coisa feita pelos samurais no Japão Feudal, lá no mundo antigo... Porém, eu não deixarei que você o faça... e por isso, irei manter meus olhos em você o tempo inteiro.
Belias: Leon...?!
Leon: É como eu já disse para Firion. Eu vou ganhar esta guerra sem sacrificar nenhum de meus aliados.
Firion: Leon!
Um dos Inferi quase transpassou uma lâmina pelo garoto, mas Firion a impediu usando sua lança e Lennart explodiu a criatura com magia. Um ronco fundo pode ser ouvido.
Leon: Espera aí... esse ronco foi o mesmo da explosão do cesto... poderia ser que...
Ele não terminou a frase; nunca teve a chance. O jovem sentiu que era puxado pelo colarinho e bem, ele era mesmo. Quando olhou para trás, descobriu porque corriam: um cão de três cabeças estava correndo atrás deles.
Leon: Um cão de três cabeças! Quem diria, achei que eles estavam quase extintos!
Firion: Leon! Pare de ficar fascinado, deveríamos é ficar preocupados! Se o inimigo é capaz até mesmo de manter cães de três cabeças, então...
Leon: Isso é ótimo.
Os outros grupos se uniram ao grupo de Leon e eram seguidos por hordas de Inferis.
Belias: ÓTIMO?! COMO ISSO PODE SER ÓTIMO?!
Lennart: Hm... Entendo... Por que eles manteria uma criatura destas guardando o subsolo de uma prisão que nem sequer abriga traidores e inimigos políticos?
Leon: É simples. Eles escondem algo aqui. Algo importante. O trono serve para que este algo possa ser resgatado se necessário... É como aquela história do menino Potter e a Pedra...
Hydell: Potter?! Quem é Potter?
Leon: Ah, é um herói famoso lá do mundo antigo. Não esperava que soubessem dele, estava falando sozinho... Bem, como eu disse, agora nós TEMOS que abrir as arcas! Uma delas terá algo... bem, é o que a lógica dita.
Leon se soltou de Firion e pulou no cavalo de Hydell. O lanceiro se assustou por um instante, mas assentiu, entendendo.
Lennart: Pessoal! Leon e Hydell vão procurar o tesouro! Nós temos que segurar estes monstros por tempo o suficiente, está bem?
Verona: Tudo bem, acho que temos alguma chance.
Logo depois desta fala, mas dois cães apareceram do lado do primeiro.
Jenna: É... estamos ferrados...
Leon: Oh! Excelente, excelente! Vamos, Hydell!
Hydell:Ah, tudo bem, Leon!
O cavalo de Hydell então passou a trotar em direção as arcas, enquanto o resto da equipe tinha de distrair os monstros.
Firion: Estamos prontos?
Aaron: Nossa, nunca pensei que iria encarar um desses na vida, quem dirá três!
Devon: Vamos mostrar para estes monstros do que a resistência é feita!
Verona: Eles não vão se livrar de mim tão facilmente!
Lennart: Parece que sim, irmão.
Firion: Ótimo, porque eles estão quase encima da gente!
Firion logo destruiu um e Devon enfiou o machado na cabeça de outro, rachando-a. Aaron conseguiu decapitar um deles, mas outro quase acertou seu pé. Eles ouviram o ruído, o mesmo das outras explosões.
Hydell: LEON!
Leon: Opa, arca errada! Vamos para a próxima!
Jenna conseguiu destruir três Inferi, mas a situação deles ainda era negativa. Logo eles se viam prensados contra uma parede, mal sendo capazes de se defenderem contra as hordas de monstros, isso porque nenhum dos cães atacara realmente.
Lennart: Leon! Apresse-se!
Firion: Gah!
Thatcher: Firion! Eu preciso... Ugh!
Devon: Eles estão nos... Ack!
Evita: Eu não vou conseguir curá-los a tempo!
Lennart: LEON!
Belias: Mas... o que é isso?! Eu não os atraí para uma armadilha, foi?
Leon: Inferis... zumbis... e algum outro tipo de criatura, bem sinistro e totalmente diferente de tudo o que enfrentamos... é isso que temos aqui...
Firion: É... eu consigo sentir também. Algo que devamos saber, Sr. Belias?
Belias: Ah! As cestas de tesouro daqui não são reais. São armadilhas feitas para pegar os mais gananciosos...
Devon: Ah, não, eu achei que nossa sorte estava para virar!
Aaron: Tudo bem, pai! Nós podemos cuidar deles! Eu não vou deixar que eles te peguem!
Devon: E eu não deixarei que eles te toquem, filho!
Thatcher: Esperem! Acho que isso é uma armadilha!
Jenna: Mas Sr. Thatcher! Como sugere que nós passemos?
Lennart: Eu posso ver o que querem dizer. Há algo de errado aqui...
Leon: Os baús, é claro! Eles querem nos atrair até eles!
Hydell: Então, mini-gênio, como é que a gente faz para escapar dessa?
Leon: É simples. Ativamos as armadilhas.
Verona: A-ativamos as armadilhas?! Mas isso seria...
Leon: Suicídio? Provavelmente. É por isso que precisamos escolher alguém para fazê-lo... Ah, quem eu estou enganando, eu vou!
Firion: Leon, você... vai conseguir, eu sei.
Belias: Eu vou com você.
Lennart: Hã?
Belias: Ei, eu já devia estar morto agora. Então porque não me aproveitar dessa sorte antes que ela se acabe?
Leon: Vamos, então, Belias. Eu confio em você.
Leon desceu as escadas que o separava das hordas de Inferi, mas Belias foi impedido por Firion:
Firion: Belias. Não tente matar Leon.
Belias: Eu não tentaria. Sei bem o que me acontecerá se eu o fizer.
Ele desceu e seguiu Leon. Porém, um instante depois, Leon parou, vendo que as tropas de Inferi estava correndo na direção deles.
Leon: Belias. Escude-me.
O homem pegou Leon e o colocou atrás de seu escudo, fazendo com que os ataques dos monstros desviassem. O jovem então riu e estendeu a mão, se concentrando.
Leon: Ativar a distância, é claro.
Uma bola de Névoa envolveu a mão dele e logo, se esticou, passando pelos Inferi até que acertou o primeiro cesto de tesouro... KABOOM!
Leon: É... acho melhor não continuarmos com isso...
Devon: Por que não?! Está funcionando, não está?
Leon: Devon?! O que veio fazer aqui?!
Aaron: Viemos todos, Leon. Não podíamos deixá-lo lidar com tudo sozinho.
Lennart: Esse plano não irá funcionar. As explosões desativam suas armadilhas, mas deixam o lugar mais instável... se continuarmos, logo todo aquele lugar cairá sobre nós. Então...
Leon: Verona. Aqui. Você é a melhor de nós, então... vai precisar disto.
Verona: Obrigada, mas não obrigada, Leon! Eu devo lutar com a minha própria lâmina.
Hydell: Então voltamos ao plano A? Lutar pelas nossas vidas?
Thatcher: Esse é um plano que eu posso seguir!
Leon: Devon, Aaron, defendam Evita! Thatcher, cuide de Jenna! Hydell e Verona, cuidem um do outro! Belias e irmãos, vocês virão comigo.
Belias: Eu?! Mas porque vai me colocar com a sua família, Leon?
Leon: Você... se sente como um traidor. Queria me matar para recuperar sua honra, mas não pode. Sabe que as conseqüências seriam duras demais e sabe que me deve uma... então, talvez você decidisse por um suicídio para recuperar a própria honra... coisa feita pelos samurais no Japão Feudal, lá no mundo antigo... Porém, eu não deixarei que você o faça... e por isso, irei manter meus olhos em você o tempo inteiro.
Belias: Leon...?!
Leon: É como eu já disse para Firion. Eu vou ganhar esta guerra sem sacrificar nenhum de meus aliados.
Firion: Leon!
Um dos Inferi quase transpassou uma lâmina pelo garoto, mas Firion a impediu usando sua lança e Lennart explodiu a criatura com magia. Um ronco fundo pode ser ouvido.
Leon: Espera aí... esse ronco foi o mesmo da explosão do cesto... poderia ser que...
Ele não terminou a frase; nunca teve a chance. O jovem sentiu que era puxado pelo colarinho e bem, ele era mesmo. Quando olhou para trás, descobriu porque corriam: um cão de três cabeças estava correndo atrás deles.
Leon: Um cão de três cabeças! Quem diria, achei que eles estavam quase extintos!
Firion: Leon! Pare de ficar fascinado, deveríamos é ficar preocupados! Se o inimigo é capaz até mesmo de manter cães de três cabeças, então...
Leon: Isso é ótimo.
Os outros grupos se uniram ao grupo de Leon e eram seguidos por hordas de Inferis.
Belias: ÓTIMO?! COMO ISSO PODE SER ÓTIMO?!
Lennart: Hm... Entendo... Por que eles manteria uma criatura destas guardando o subsolo de uma prisão que nem sequer abriga traidores e inimigos políticos?
Leon: É simples. Eles escondem algo aqui. Algo importante. O trono serve para que este algo possa ser resgatado se necessário... É como aquela história do menino Potter e a Pedra...
Hydell: Potter?! Quem é Potter?
Leon: Ah, é um herói famoso lá do mundo antigo. Não esperava que soubessem dele, estava falando sozinho... Bem, como eu disse, agora nós TEMOS que abrir as arcas! Uma delas terá algo... bem, é o que a lógica dita.
Leon se soltou de Firion e pulou no cavalo de Hydell. O lanceiro se assustou por um instante, mas assentiu, entendendo.
Lennart: Pessoal! Leon e Hydell vão procurar o tesouro! Nós temos que segurar estes monstros por tempo o suficiente, está bem?
Verona: Tudo bem, acho que temos alguma chance.
Logo depois desta fala, mas dois cães apareceram do lado do primeiro.
Jenna: É... estamos ferrados...
Leon: Oh! Excelente, excelente! Vamos, Hydell!
Hydell:Ah, tudo bem, Leon!
O cavalo de Hydell então passou a trotar em direção as arcas, enquanto o resto da equipe tinha de distrair os monstros.
Firion: Estamos prontos?
Aaron: Nossa, nunca pensei que iria encarar um desses na vida, quem dirá três!
Devon: Vamos mostrar para estes monstros do que a resistência é feita!
Verona: Eles não vão se livrar de mim tão facilmente!
Lennart: Parece que sim, irmão.
Firion: Ótimo, porque eles estão quase encima da gente!
Firion logo destruiu um e Devon enfiou o machado na cabeça de outro, rachando-a. Aaron conseguiu decapitar um deles, mas outro quase acertou seu pé. Eles ouviram o ruído, o mesmo das outras explosões.
Hydell: LEON!
Leon: Opa, arca errada! Vamos para a próxima!
Jenna conseguiu destruir três Inferi, mas a situação deles ainda era negativa. Logo eles se viam prensados contra uma parede, mal sendo capazes de se defenderem contra as hordas de monstros, isso porque nenhum dos cães atacara realmente.
Lennart: Leon! Apresse-se!
Firion: Gah!
Thatcher: Firion! Eu preciso... Ugh!
Devon: Eles estão nos... Ack!
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Re: Névoa e Quintessência
Capítulo 14 – Os Outros Aprendizes
Um ruído bem fundo pode ser escutado. Outra cesta falsa... ou seria outra coisa? Pela primeira vez os monstros viraram e lá estava ele. Leon estava logo atrás dos três cães, parado com os braços cruzados e um sorriso. Ele subitamente começou a bater palmas e nada e ninguém sabia como proceder.
Leon: Ora, ora, ora... Belo truque, Sr. Daken. Quem diria que você era tão perspicaz? Mas não é o suficiente... não se quiser se livrar de mim, “Imperador”.
O jovem estendeu as mãos e pulou para cima de um dos cães, passando direto pelo monstro.
Leon: Isto... não é Névoa. Possivelmente quintessência. Sim, quintessência.
Devon: Quintessência, você diz? Não, não pode ser...
Verona: Se me permitem a pergunta... o que é a quintessência?
Leon: Uma pergunta justa, eu devo dizer. Quintessência... é como a Névoa, uma forma de energia. Uma
energia bem mais poderosa... mas aqueles que a manipulam pagam um preço caro... O preço de...
Firion: Preço de?
Leon: ...Ah, pessoal! Eu encontrei o que procurávamos! Hydell deve estar trazendo para cá agora!
Lennart: Era Teremet, não era?
Firion: Sim, mas aparentemente Leon voltou ao normal.
Aaron: Tá bem, tá bem, eu estou confuso, quem é Teremet?
Leon: Ah, é um dos egos aqui dentro. Há cinco de mim. O normal, predominante, o enigmático Teremet, o iluminado Ivaldi, o obscuro Kigall e o calculista Excalibur.
Devon: Então nós seguimos um garoto com cinco egos?
Leon: É. Lennart, Firion, por favor, protejam os outros.
O jovem estendeu as mãos. Logo, o ambiente começou a tremer e os três cães explodiram não em Névoa, mas sim em quintessência... Leon não sabia exatamente o que era a quintessência, mas sabia que era uma coisa muito ruim... Mas era uma energia muito poderosa. Ele criou uma bolha de quintessência em sua volta e começou a atacar os Inferi, que nem sequer eram capazes de tocá-lo antes de explodirem em inexistência. O jovem ainda era cercado pela energia quando terminou e caiu, desacordado...
“Ele devia saber a verdade... Ele não é um bruxo... É um Windu.”
Firion: Leon? LEON?
Leon: Fi-Firion?! Onde é que estamos?!
Firion: Na casa dela.
Leon: Casa de quem?
Lennart: Lari. O outro aprendiz de Ewandar.
Leon: Ewandar...
Lari: Ah, então você é Leon? Sou Lari. É um prazer conhecê-lo, meu caro.
Leon olhou. Lari era uma jovem de cabelos loiro-esverdeado com olhos verdes. Ela parecia ter a idade de Leon e era belíssima.
Leon: Oh, prazer... então, como nos encontrou?
Lari: Nunca tinha sentido um uso tão grande de Névoa e Quintessência combinadas... quando percebi, pensei que só poderia ser você.
Leon: Você sabia de mim?
Lari: Claro!
Leon: Ah, deixe que eu os apresente aos nossos outros aliados. Aqueles dois de cabelos castanhos são Devon e Aaron, dois valorosos lutadores. Aquela de vestido branco e com uma bolsa enorme é Evita, nossa curandeira. O homem de armadura e cabelos rosados é Hydell, um lanceiro. Esta de tranças é Jenna, uma arqueira, você já conhece Lennart e Firion, o jovem de cabelos ruivos é Thatcher, nosso pirata, a senhorita de cabelos pretos é Verona e aquele ali com um escudo e uma espada longa é Belias.
Lari: Belias? Como o General Imperial?
Belias olhou para eles, tristemente.
Belias: Ex-General. Agora sou um traidor.
Leon: Não vou deixar que se mate, Belias, não adianta. Você, meu caro, será lembrado como o General que preferiu fazer o que era certo sobre o que era fácil e agüentou ser acusado de conspirar por um futuro melhor!
Belias: E quem disse que garantiremos um futuro melhor?
Leon: Eu preciso admitir... o futuro não me parece bom se ele for Imperador. Eu pude sentir uma energia quando estive perto dele... que me parecia muito errada... como se algum tabu bem forte tivesse sido violado por ele.
Firion: Hm... então era isso? Pensei que era apenas a típica sensação quando se está sem escapatória.
Lari: Leon, depois de saber da sua história, eu percebo que DEVO ir com você. É o que o mestre iria querer.
Leon: Mestre Ewandar... ele sempre foi bem rígido comigo... mas sei que, na verdade... era para meu próprio bem...
Lennart: Sente-se melhor, irmão?
Leon: Ah, sim, sim!
Leon levantou-se e cegou perto de Lari, pegando a mão dela e a beijando:
Leon: Permita-me escoltá-la, milady.
Lari: Oh, claro, claro!
Leon riu e saiu andando com a moça, calmamente. O resto do grupo os seguiu, cada grupinho falando um com o outro. Instantes depois, Leon bradou:
Leon: BELIAS! Venha cá.
Belias foi até ele, calmo.
Belias: Leon... eu preciso te perguntar... por quê? Por que se importa tanto comigo?
Leon: Você me lembra de mim, Belias, de parte do meu passado. Muito arrependido por um erro do passado e decepcionado consigo mesmo. Mas eu não vou deixar que entregue para o desespero. Porque eu sei que se você prosseguir... logo, pode encontrar algo maravilhoso á frente.
Belias: Leon... você realmente quer dizer isso?
Leon: Claro! Eu pensei ser um inútil que apenas traria perigo para todos à minha volta lá no mundo antigo e agora... bem, tenho dois irmãos, um objetivo...
Lari: Muito bem, Sr. Leon! Excelente! Você é bem melhor do que eu esperava!
Leon: Sou, é? Huh, que bom. Agora... precisamos obter algumas informações.
Ele parou e o resto do grupo também, mas não sem antes cercar Belias, que parecia confuso.
Leon: Bem, Sr. Belias, agora é a hora de nos ajudar. Precisamos de informações. Informações que só você poderá nos dar.
Belias: Eu?
Firion: Sim. Agora nos diga: quem são os outros Generais do Império?
Belias: Hm, bem... Há a General Flora, uma grande maga que tem maior domínio sobre magias para controlar e dominar plantas... O General Ignatio, um arqueiro de perícia impressionante e usuário de flechas de fogo... A General Larsa, uma perigosa ninja que consegue atacar a distância e se esconder nas sombras... A General Stelmaria, a única capaz de domar animais incrivelmente perigosos... e o mais novo, o General Delfo, que tem poderes bem interessantes e parecidos com os seus.
Lari: Delfo?! Não pode ser... não pode ser...
Leon: Hm... Quem é Delfo?
Lari: O terceiro aprendiz de Ewandar... Na verdade, o primeiro... ele o treinou antes de nós...
Leon: Este tal de Delfo deve ter ciência de seus poderes à bem mais tempo do que nós... então enfrentá-lo será um verdadeiro desafio.
Lari: Enfrentá-lo? Leon, o que pretende?
Leon: Matar os Generais para depois invadir Atlântida e derrotar o Imperador.
Belias: Matá-los... eu... eu serei morto também?
Firion: Se tentar trair Leon –
Leon: Não, você não será morto, Belias. A não ser que percamos a guerra. Aí, amiguinho, você estará perdido.
Lennart: Mas nós não vamos –
Leon: Claro que não. É só uma suposição. Além disso, creio eu que poderia fazer todos vocês escaparem...
Firion: Pois bem... Podemos cuidar de quase todos eles, mas...
Leon: Mas o meu contrato com eles era só até salvarmos Thatcher, então não posso obrigar nenhum de vocês a continuar me ajudando.
Devon: Está brincando comigo? Foi divertidíssimo e eu quero continuar nessa!
Aaron: Acha mesmo que eu vou deixar meu pai brincar sozinho?
Evita: Foi uma prática maravilhosa. Eu quero continuar a prosseguir com meus dons de cura.
Jenna: Ora, não vejo para quê parar.
Verona: Sou uma espadachim honrada – continuarei até o fim.
Hydell: Ei, não tenho mais nada para fazer, então...
Thatcher: Essa situação é de longe mais problemática do que o que eu já passei por toda a minha vida... bem, é para isso que amigos servem, não é?
Leon: Pessoal... eu não deixarei nenhum de vocês na mão! É uma promessa!
Lari: Leon... você é mesmo ingênuo, não é?
Leon: Ah, talvez... mas eu sou um gênio. Um gênio maluco... mas mesmo assim, um gênio. Bem, Srta. Lari, agora você é uma de nós e até mesmo Ewandar disse que EU era o visionário que resolveria tudo. Logo, você deve se submeter as minhas ordens.
Lari: Eu me recuso! Não posso confiar em um... em um tresloucado que é quatro anos mais novo do que eu!
Leon: Quatro anos mais novo? Não, não, temos a mesma idade.
Lari: Então faremos um duelo! O vencedor leva tudo!
Leon: Pois bem, eu sempre quis ver quais eram as suas habilidades, Srta. Lari!
Firion: Mas Leon, nós temos que –
Leon: Não interfira. Então, não pense que pode me derrotar só porque eu sou mais novo!
Leon sorriu e viu os outros criando um círculo em volta deles. Leon riu e disse:
Leon: Então, vamos começar nosso jogo?
Lari riu e estendeu o braço. Uma onda de Névoa passou pela mão dela, passando pelo solo até trazer um pedaço de metal e o moldando em uma espada. Leon olhou para ela impressionado, mas respondeu, usando a Névoa para trazer duas adagas de prata do chão.
Lari: Ah, adagas? Um estilo diferente, eu tenho que admitir.
Leon: Prefiro me arriscar um pouco.
Lari veio e tentou atacar pela direita, mas Leon conseguiu pará-la com uma de suas adagas e com a outra, atacou, mas Lari se esquivou e saiu rodando, mal dando tempo para a evasiva de Leon. O jovem logo pegou as duas adagas e deu um pulo para tentar um ataque, mas a outra foi capaz de parar o movimento das lâminas dele com a sua. Leon sorriu e tentou dar uma rasteira, mas Lari foi mais rápida e se aproveitou do fato para fazer com que ele escorregasse e caísse no chão, deixando as adagas longe dele. Lari riu e se direcionou para o golpe da vitória no momento que Leon bateu palmas e em um gesto desesperado convocou uma onda de Névoa, que fez a espada explodir em milhões de pequenos fragmentos que brilhavam.
Lari: O que é isso?!
Leon: Ora, não esperava por essa, não é?
Leon então reusou o fluxo de Névoa e atacou Lari com Névoa pura, mas a garota foi capaz de redirecionar o fluxo, criando um raio através dele. Leon foi incapaz de sair da trajetória do raio, mas o absorveu, começando a levitar quando o fez. Ele riu sinistramente antes de lançar toda a energia para os céus.
Leon: Ah, um ataque um tanto interessante, Srta. Lari, mas definitivamente insuficiente. Vai precisar de mais para me vencer.
Lari: Leon... eu não acredito! Ewandar nunca me ensinou nada disso!
Leon estava de olhos fechados. Quando os abriu, eles pareciam mais profundos.
Leon: Ensinar...? Bem, acho que é hora de eu lhe ensinar uma bela lição!
O garoto estendeu as mãos e começou a movê-las, de modo cruel. Logo, a grama em volta de seus pés começou a secar e apodrecer, liberando algo que pareciam chamas azuis.
Lennart: Poderia ser...?
Devon: Não me diga que...
Firion: Quintessência.
Leon: Vou te mostrar o verdadeiro poder!
Uma risada extremamente cruel saiu do garoto, o que distraiu Lari o suficiente. Ele logo fez com que a garota caísse e antes que ela pudesse se levantar, a prendeu no chão ao puxar suas adagas e fincá-las nas mangas da garota. Ela tentou jogá-lo para longe com uma onda de Névoa, mas ele a desviou facilmente com sua energia. Daí, com uma mão rodeada de quintessência, se preparou para terminar tudo aquilo.
Leon: Você é fraca, garota! Já que não é capaz de aceitar a magnitude do seu poder... MORRA!
Lennart: LEON!
Leon: ...Gah... Se é assim... Kigall... acho que sou fraco também... Ugh... Aceite, Leon... não há futuro sem o uso de todas as suas habilidades... o poder lhe foi dado para usá-lo... Não! Apenas um monstro usa a energia das coisas vivas dessa forma! Ela é obtida através da quebra de um equilíbrio! O equilíbrio do mundo!
Firion: Leon, o que está acontecendo!?
Leon: Kigall... ou eu deveria dizer, Ereshkigal! Esqueça!
Lari: Mas... mas o que é isso?
Leon: Ah, me desculpe, mas eu sou cinco...
Lari: Seu fardo.
Leon: Desculpe, meu o quê?
Lari: Bem, você não é um bruxo... não um bruxo normal... você é como eu... um Windu.
Lennart: E o que seria um...
Leon: Windu. Eu já ouvi esse nome antes... tem algo a ver com meu poder de controle da Névoa, não é?
Lari: Sim. Windu é uma pessoa mais conectada com a magia do que um mero bruxo e por isso, é capaz de controlar a Névoa, que é a forma da magia mais pura no mundo, sem uma varinha e de modos que pessoas normais podem apenas sonhar... porém, há dois preços a se pagar... o primeiro é o fardo, o problema com o qual esta pessoa tem de conviver, seja ele físico ou psicológico. No seu caso, são as personalidades antigas que...
Leon: Não, não são meras personalidades... São outras pessoas, outros que vivem aqui dentro e já tiveram vidas normais, antes...
Lari: Bem, o seu é este e o meu é um problema físico... de tempos em tempos, eu sinto uma coisa estranha... uma “parada” de todo o meu corpo e mente... é como se eu congelasse por algumas horas... e o segundo preço... é aquele que ninguém quer sentir... nós podemos ser mortos de uma outra forma... se algum dia, alguém cortar o elo de uma pessoa e a magia... será fatal para um Windu.
Leon: Então quer dizer que se Daken conseguir um meio de fazer essa... essa circuncisão...
Lari: Bem, seria fácil demais se livrar de nós se ele o descobrisse...
Eles estremeceram. Leon era o visionário que os livraria de tudo de errado, ou assim diziam... Então, o possuidor do poder era mesmo tão frágil?
Um ruído bem fundo pode ser escutado. Outra cesta falsa... ou seria outra coisa? Pela primeira vez os monstros viraram e lá estava ele. Leon estava logo atrás dos três cães, parado com os braços cruzados e um sorriso. Ele subitamente começou a bater palmas e nada e ninguém sabia como proceder.
Leon: Ora, ora, ora... Belo truque, Sr. Daken. Quem diria que você era tão perspicaz? Mas não é o suficiente... não se quiser se livrar de mim, “Imperador”.
O jovem estendeu as mãos e pulou para cima de um dos cães, passando direto pelo monstro.
Leon: Isto... não é Névoa. Possivelmente quintessência. Sim, quintessência.
Devon: Quintessência, você diz? Não, não pode ser...
Verona: Se me permitem a pergunta... o que é a quintessência?
Leon: Uma pergunta justa, eu devo dizer. Quintessência... é como a Névoa, uma forma de energia. Uma
energia bem mais poderosa... mas aqueles que a manipulam pagam um preço caro... O preço de...
Firion: Preço de?
Leon: ...Ah, pessoal! Eu encontrei o que procurávamos! Hydell deve estar trazendo para cá agora!
Lennart: Era Teremet, não era?
Firion: Sim, mas aparentemente Leon voltou ao normal.
Aaron: Tá bem, tá bem, eu estou confuso, quem é Teremet?
Leon: Ah, é um dos egos aqui dentro. Há cinco de mim. O normal, predominante, o enigmático Teremet, o iluminado Ivaldi, o obscuro Kigall e o calculista Excalibur.
Devon: Então nós seguimos um garoto com cinco egos?
Leon: É. Lennart, Firion, por favor, protejam os outros.
O jovem estendeu as mãos. Logo, o ambiente começou a tremer e os três cães explodiram não em Névoa, mas sim em quintessência... Leon não sabia exatamente o que era a quintessência, mas sabia que era uma coisa muito ruim... Mas era uma energia muito poderosa. Ele criou uma bolha de quintessência em sua volta e começou a atacar os Inferi, que nem sequer eram capazes de tocá-lo antes de explodirem em inexistência. O jovem ainda era cercado pela energia quando terminou e caiu, desacordado...
“Ele devia saber a verdade... Ele não é um bruxo... É um Windu.”
Firion: Leon? LEON?
Leon: Fi-Firion?! Onde é que estamos?!
Firion: Na casa dela.
Leon: Casa de quem?
Lennart: Lari. O outro aprendiz de Ewandar.
Leon: Ewandar...
Lari: Ah, então você é Leon? Sou Lari. É um prazer conhecê-lo, meu caro.
Leon olhou. Lari era uma jovem de cabelos loiro-esverdeado com olhos verdes. Ela parecia ter a idade de Leon e era belíssima.
Leon: Oh, prazer... então, como nos encontrou?
Lari: Nunca tinha sentido um uso tão grande de Névoa e Quintessência combinadas... quando percebi, pensei que só poderia ser você.
Leon: Você sabia de mim?
Lari: Claro!
Leon: Ah, deixe que eu os apresente aos nossos outros aliados. Aqueles dois de cabelos castanhos são Devon e Aaron, dois valorosos lutadores. Aquela de vestido branco e com uma bolsa enorme é Evita, nossa curandeira. O homem de armadura e cabelos rosados é Hydell, um lanceiro. Esta de tranças é Jenna, uma arqueira, você já conhece Lennart e Firion, o jovem de cabelos ruivos é Thatcher, nosso pirata, a senhorita de cabelos pretos é Verona e aquele ali com um escudo e uma espada longa é Belias.
Lari: Belias? Como o General Imperial?
Belias olhou para eles, tristemente.
Belias: Ex-General. Agora sou um traidor.
Leon: Não vou deixar que se mate, Belias, não adianta. Você, meu caro, será lembrado como o General que preferiu fazer o que era certo sobre o que era fácil e agüentou ser acusado de conspirar por um futuro melhor!
Belias: E quem disse que garantiremos um futuro melhor?
Leon: Eu preciso admitir... o futuro não me parece bom se ele for Imperador. Eu pude sentir uma energia quando estive perto dele... que me parecia muito errada... como se algum tabu bem forte tivesse sido violado por ele.
Firion: Hm... então era isso? Pensei que era apenas a típica sensação quando se está sem escapatória.
Lari: Leon, depois de saber da sua história, eu percebo que DEVO ir com você. É o que o mestre iria querer.
Leon: Mestre Ewandar... ele sempre foi bem rígido comigo... mas sei que, na verdade... era para meu próprio bem...
Lennart: Sente-se melhor, irmão?
Leon: Ah, sim, sim!
Leon levantou-se e cegou perto de Lari, pegando a mão dela e a beijando:
Leon: Permita-me escoltá-la, milady.
Lari: Oh, claro, claro!
Leon riu e saiu andando com a moça, calmamente. O resto do grupo os seguiu, cada grupinho falando um com o outro. Instantes depois, Leon bradou:
Leon: BELIAS! Venha cá.
Belias foi até ele, calmo.
Belias: Leon... eu preciso te perguntar... por quê? Por que se importa tanto comigo?
Leon: Você me lembra de mim, Belias, de parte do meu passado. Muito arrependido por um erro do passado e decepcionado consigo mesmo. Mas eu não vou deixar que entregue para o desespero. Porque eu sei que se você prosseguir... logo, pode encontrar algo maravilhoso á frente.
Belias: Leon... você realmente quer dizer isso?
Leon: Claro! Eu pensei ser um inútil que apenas traria perigo para todos à minha volta lá no mundo antigo e agora... bem, tenho dois irmãos, um objetivo...
Lari: Muito bem, Sr. Leon! Excelente! Você é bem melhor do que eu esperava!
Leon: Sou, é? Huh, que bom. Agora... precisamos obter algumas informações.
Ele parou e o resto do grupo também, mas não sem antes cercar Belias, que parecia confuso.
Leon: Bem, Sr. Belias, agora é a hora de nos ajudar. Precisamos de informações. Informações que só você poderá nos dar.
Belias: Eu?
Firion: Sim. Agora nos diga: quem são os outros Generais do Império?
Belias: Hm, bem... Há a General Flora, uma grande maga que tem maior domínio sobre magias para controlar e dominar plantas... O General Ignatio, um arqueiro de perícia impressionante e usuário de flechas de fogo... A General Larsa, uma perigosa ninja que consegue atacar a distância e se esconder nas sombras... A General Stelmaria, a única capaz de domar animais incrivelmente perigosos... e o mais novo, o General Delfo, que tem poderes bem interessantes e parecidos com os seus.
Lari: Delfo?! Não pode ser... não pode ser...
Leon: Hm... Quem é Delfo?
Lari: O terceiro aprendiz de Ewandar... Na verdade, o primeiro... ele o treinou antes de nós...
Leon: Este tal de Delfo deve ter ciência de seus poderes à bem mais tempo do que nós... então enfrentá-lo será um verdadeiro desafio.
Lari: Enfrentá-lo? Leon, o que pretende?
Leon: Matar os Generais para depois invadir Atlântida e derrotar o Imperador.
Belias: Matá-los... eu... eu serei morto também?
Firion: Se tentar trair Leon –
Leon: Não, você não será morto, Belias. A não ser que percamos a guerra. Aí, amiguinho, você estará perdido.
Lennart: Mas nós não vamos –
Leon: Claro que não. É só uma suposição. Além disso, creio eu que poderia fazer todos vocês escaparem...
Firion: Pois bem... Podemos cuidar de quase todos eles, mas...
Leon: Mas o meu contrato com eles era só até salvarmos Thatcher, então não posso obrigar nenhum de vocês a continuar me ajudando.
Devon: Está brincando comigo? Foi divertidíssimo e eu quero continuar nessa!
Aaron: Acha mesmo que eu vou deixar meu pai brincar sozinho?
Evita: Foi uma prática maravilhosa. Eu quero continuar a prosseguir com meus dons de cura.
Jenna: Ora, não vejo para quê parar.
Verona: Sou uma espadachim honrada – continuarei até o fim.
Hydell: Ei, não tenho mais nada para fazer, então...
Thatcher: Essa situação é de longe mais problemática do que o que eu já passei por toda a minha vida... bem, é para isso que amigos servem, não é?
Leon: Pessoal... eu não deixarei nenhum de vocês na mão! É uma promessa!
Lari: Leon... você é mesmo ingênuo, não é?
Leon: Ah, talvez... mas eu sou um gênio. Um gênio maluco... mas mesmo assim, um gênio. Bem, Srta. Lari, agora você é uma de nós e até mesmo Ewandar disse que EU era o visionário que resolveria tudo. Logo, você deve se submeter as minhas ordens.
Lari: Eu me recuso! Não posso confiar em um... em um tresloucado que é quatro anos mais novo do que eu!
Leon: Quatro anos mais novo? Não, não, temos a mesma idade.
Lari: Então faremos um duelo! O vencedor leva tudo!
Leon: Pois bem, eu sempre quis ver quais eram as suas habilidades, Srta. Lari!
Firion: Mas Leon, nós temos que –
Leon: Não interfira. Então, não pense que pode me derrotar só porque eu sou mais novo!
Leon sorriu e viu os outros criando um círculo em volta deles. Leon riu e disse:
Leon: Então, vamos começar nosso jogo?
Lari riu e estendeu o braço. Uma onda de Névoa passou pela mão dela, passando pelo solo até trazer um pedaço de metal e o moldando em uma espada. Leon olhou para ela impressionado, mas respondeu, usando a Névoa para trazer duas adagas de prata do chão.
Lari: Ah, adagas? Um estilo diferente, eu tenho que admitir.
Leon: Prefiro me arriscar um pouco.
Lari veio e tentou atacar pela direita, mas Leon conseguiu pará-la com uma de suas adagas e com a outra, atacou, mas Lari se esquivou e saiu rodando, mal dando tempo para a evasiva de Leon. O jovem logo pegou as duas adagas e deu um pulo para tentar um ataque, mas a outra foi capaz de parar o movimento das lâminas dele com a sua. Leon sorriu e tentou dar uma rasteira, mas Lari foi mais rápida e se aproveitou do fato para fazer com que ele escorregasse e caísse no chão, deixando as adagas longe dele. Lari riu e se direcionou para o golpe da vitória no momento que Leon bateu palmas e em um gesto desesperado convocou uma onda de Névoa, que fez a espada explodir em milhões de pequenos fragmentos que brilhavam.
Lari: O que é isso?!
Leon: Ora, não esperava por essa, não é?
Leon então reusou o fluxo de Névoa e atacou Lari com Névoa pura, mas a garota foi capaz de redirecionar o fluxo, criando um raio através dele. Leon foi incapaz de sair da trajetória do raio, mas o absorveu, começando a levitar quando o fez. Ele riu sinistramente antes de lançar toda a energia para os céus.
Leon: Ah, um ataque um tanto interessante, Srta. Lari, mas definitivamente insuficiente. Vai precisar de mais para me vencer.
Lari: Leon... eu não acredito! Ewandar nunca me ensinou nada disso!
Leon estava de olhos fechados. Quando os abriu, eles pareciam mais profundos.
Leon: Ensinar...? Bem, acho que é hora de eu lhe ensinar uma bela lição!
O garoto estendeu as mãos e começou a movê-las, de modo cruel. Logo, a grama em volta de seus pés começou a secar e apodrecer, liberando algo que pareciam chamas azuis.
Lennart: Poderia ser...?
Devon: Não me diga que...
Firion: Quintessência.
Leon: Vou te mostrar o verdadeiro poder!
Uma risada extremamente cruel saiu do garoto, o que distraiu Lari o suficiente. Ele logo fez com que a garota caísse e antes que ela pudesse se levantar, a prendeu no chão ao puxar suas adagas e fincá-las nas mangas da garota. Ela tentou jogá-lo para longe com uma onda de Névoa, mas ele a desviou facilmente com sua energia. Daí, com uma mão rodeada de quintessência, se preparou para terminar tudo aquilo.
Leon: Você é fraca, garota! Já que não é capaz de aceitar a magnitude do seu poder... MORRA!
Lennart: LEON!
Leon: ...Gah... Se é assim... Kigall... acho que sou fraco também... Ugh... Aceite, Leon... não há futuro sem o uso de todas as suas habilidades... o poder lhe foi dado para usá-lo... Não! Apenas um monstro usa a energia das coisas vivas dessa forma! Ela é obtida através da quebra de um equilíbrio! O equilíbrio do mundo!
Firion: Leon, o que está acontecendo!?
Leon: Kigall... ou eu deveria dizer, Ereshkigal! Esqueça!
Lari: Mas... mas o que é isso?
Leon: Ah, me desculpe, mas eu sou cinco...
Lari: Seu fardo.
Leon: Desculpe, meu o quê?
Lari: Bem, você não é um bruxo... não um bruxo normal... você é como eu... um Windu.
Lennart: E o que seria um...
Leon: Windu. Eu já ouvi esse nome antes... tem algo a ver com meu poder de controle da Névoa, não é?
Lari: Sim. Windu é uma pessoa mais conectada com a magia do que um mero bruxo e por isso, é capaz de controlar a Névoa, que é a forma da magia mais pura no mundo, sem uma varinha e de modos que pessoas normais podem apenas sonhar... porém, há dois preços a se pagar... o primeiro é o fardo, o problema com o qual esta pessoa tem de conviver, seja ele físico ou psicológico. No seu caso, são as personalidades antigas que...
Leon: Não, não são meras personalidades... São outras pessoas, outros que vivem aqui dentro e já tiveram vidas normais, antes...
Lari: Bem, o seu é este e o meu é um problema físico... de tempos em tempos, eu sinto uma coisa estranha... uma “parada” de todo o meu corpo e mente... é como se eu congelasse por algumas horas... e o segundo preço... é aquele que ninguém quer sentir... nós podemos ser mortos de uma outra forma... se algum dia, alguém cortar o elo de uma pessoa e a magia... será fatal para um Windu.
Leon: Então quer dizer que se Daken conseguir um meio de fazer essa... essa circuncisão...
Lari: Bem, seria fácil demais se livrar de nós se ele o descobrisse...
Eles estremeceram. Leon era o visionário que os livraria de tudo de errado, ou assim diziam... Então, o possuidor do poder era mesmo tão frágil?
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Re: Névoa e Quintessência
Capítulo 15 – Ataque na Floresta Arcana!
Daken: Sabe por que está aqui?
Guarda: Não, senhor...
Daken: Quero que vasculhem por todas as bibliotecas e casas pelos estudos de Ewandar.
Guarda: Ewandar, senhor?
Daken: Sim. VÃO! E VOLTEM QUANDO ACHAREM ALGO, INDEPENDENTEMENTE DO QUE FOR!
O homem correu. Daken riu, calmo.
Daken: Você não pode esconder seus conhecimentos para sempre... velho amigo.
. . .
Leon e seus aliados corriam de mais uma tropa de soldados. Eles poderiam ter acabado com aqueles
homens, mas não, Leon disse que tinham que correr... e agora, Firion cavalgava com Lari encostada nele, desacordada, Hydell corria e Belias carregava Leon, que aparentemente seguia a deixa de Lari.
Belias: O que fazemos, Firion?!
Firion: Seguimos para a Floresta Arcana! Foi o que Leon nos mandou fazer!
Lennart: Você não podia ficar acordado, não é, irmão?
Thatcher: E se eu ficar e...
Lennart: NÃO! Leon nos mataria se soubesse que mudamos seus planos de tal forma!
Verona: Ele nos mataria... Hah, ele nem sequer deixa que os outros nos matem...
Devon: Hm... Começo a entender o que Leon quer com isso...
Aaron: É mesmo?! O que é, pai?
Devon: Ele quer atrair Flora. Você sabe, se colocar em desvantagem territorial para logo se livrar dela.
Jenna: Mas a Floresta Arcana é uma grande redoma de plantas! Não há como...
Firion: Se Leon diz que há, então há. Eu não creio que ele arriscaria se não tivesse certeza de um sucesso.
Devon: Leon não jogaria assim se não houvesse uma chance de vitória. Eu realmente acredito nisso.
. . .
“Ué... Leon? É você?”
“Lari! Onde estamos?”
“Estamos dentro do meu ponto inconsciente... é onde eu fico quando desmaio... e se você veio aqui...”
“Bem, eu devo estar desacordado também...”
“Estranho. Ele não está aqui.”
“Quem?”
“Ewandar. Ele estava aqui nas últimas vezes que vim para cá.”
“É mesmo? E quando foi a última vez?”
“Menos de um mês atrás... é, menos de um mês atrás.”
“Isso é impossível!”
“Como assim, impossível?!”
“Eu vi Ewandar morrer!”
“Ele está... morto?!”
“Sim. Eu não sei se... Hã, o que é isso?!”
“Leon?! Ele deve estar... acordando... acho que não demorará até que eu acorde...”
. . .
Leon: Ah! Então... onde é que estamos?
Firion: LEON?! Você está bem!
Leon: É claro que estou. Firion, situação.
Firion: Estamos no meio da Floresta Arcana. Jenna andou espiando pelas árvores e disse que viu Flora vindo com três guardas. Belias confirmou que a mulher entre eles era ela, a General das Plantas.
Belias: Sim, era ela. Leon, eu fiquei muito assustado quando você desmaiou.
Leon: Ficou?
Belias: Sim. A verdade é que você me deu esperanças, Leon. Por sua causa, eu parei de me lamentar e acredito que eu posso ser melhor... então eu vou ajudá-lo como puder, Leon. É mais ou menos isso que quero dizer...
Leon: Obrigado, Sr. Belias. É bom ouvir isso.
Devon: ELA ESTÁ AQUI!
Leon: Então vamos “negociar”, não é?
Leon saiu da barraca, seguido pelos seus guarda-costas, Firion e Belias. Quando estavam do lado de fora, lá estava suas tropas, divididas e entre elas, Flora e os três guardas dela.
Flora: Então é você o líder da resistência, Belias? Ora, o voto perpétuo do Mestre Daken não funcionou, no fim das contas.
Belias: Não, eu não sou o líder da resistência, General Flora... e o voto perpétuo teria me tomado...
Belias estendeu o braço com o qual fizera o voto. Ele estava inteiro, mas podia-se ver distintamente uma cicatriz do corte que Leon fizera.
Leon: Eu sou o líder. Ah, o que foi, Lennart? Lari está acordada? Pois bem. Bom saber. Diga para ela vir aqui.
Flora: Você é o líder! Não me faça rir. Não acredito que a maior ameaça do Império, aquele que é temido, não passa de um garoto!
Leon: Este “garoto” está escutando seus termos.
Flora: Se renda. Eu o levarei até o Imperador e provavelmente, ele os deixará ir depois de fazer um voto perpétuo.
Firion sorriu e pegou uma carta, atirando-a. Ela passou bem perto do pescoço de Flora e acertou o guarda atrás dela.
Firion: Não, que tal nossos termos: você esquece que nos viu e nós deixamos você viver.
Flora: Não posso concordar com isso... não depois de todo o poder que o Imperador me deu!
Devon: Poder?!
Lennart: O Imperador?!
Belias: Ele te deu poder?!
Leon: Era o que eu temia.
Flora: Sim... depois do seu desaparecimento, ele deu mais poder aos Generais para que eles pudessem se defender melhor... que bom que eu encontrei vocês porque agora... EU FINALMENTE TEREI CHANCE DE USÁ-LOS!
Ela riu e tirou um cajado, apontando para as árvores em volta dela. Cipós começaram a descer e vinham na direção deles, preparados para prendê-los.
Belias: Leon! Acabe com ela!
Leon: INCENDIO!
Ele assentiu e criou uma pequena chama. Flora esboçou um sorriso, mas o parou quando Leon moveu um monte de Névoa e fez com que pegasse fogo, criando uma onda de chamas.
Flora: Eu tenho seus amiguinhos nas minhas mãos, garoto. Venha com suas chamas! Carbonize-os!
Leon: Eu não sou tão tolo, General. Não me subestime.
Ela colocou Firion e Lennart logo na frente do jorro de chamas, sendo que eles estavam a milésimos de segundos da morte. Porém, em um movimento rápido, Lari desviou as chamas, as jogando para a esquerda. Um novo movimento de Leon impediu que o fogo atingisse Jenna e Thatcher e logo, Lari desviou-as de Aaron e Devon genialmente, fazendo com que elas passassem por entre os dois, derretendo as vinhas e os libertando. Eles logo tiraram seus machados e se direcionaram para a mulher, mas foram impedidos pelos guarda-costas dela, envolvendo-os em uma batalha. Flora se esquivou do jorro de chamas quando ele chegou até ela.
Flora: Eu acho que o subestimei! Isso não acontecerá de novo!
Ela moveu o cajado mais rapidamente e logo se viu cercada de enormes vinhas e folhas afiadas, além de flores carnívoras e frutas ácidas. Logo, ela os direcionou na direção dos aliados de Leon e o garoto e Lari mal tiveram tempo de libertá-los antes que as “tropas” de Flora chegassem até eles.
Leon: BELIAS!
Belias: SIM!
Os dois saltaram e começaram a andar nas árvores enquanto Leon deixara os outros com a missão de podarem os monstros e distraírem a mulher.
Lennart: Acho que não vamos poder continuar com isso por muito tempo... acho que até o chão está começando a conspirar contra nós.
De fato: a grama embaixo dos pés deles não estava meramente parada, e sim ondulava, tentando derrubá-los.
Flora: Sofram, moleques! Sofram e morram!
Leon: Lhe faltam bons modos, senhorita.
Ele riu, estava do lado da mulher e se preparava para desembainhar sua lâmina espectral. Porém, ela riu mais ainda.
Flora: Acha que sou tola? Guardei minha arma final para pegá-lo, seu moleque imbecil!
Ela lançou um vaso e a planta nele logo começou a tomar Leon. Era um visgo do diabo e se continuasse assim, o garoto teria poucas chances.
Flora: Quem está rindo agora, hein, sua besta?!
Leon: Hahahaha! Você é mesmo uma imbecil, não é, Flora?
Um golpe e o riso apagou-se.A face da mulher agora era um misto de incredulidade e dor. A espada que a cortara foi tirada de seu abdômen e o dono dela, Belias, a limpou sem cerimônia.
Belias: Eu não sei explicar... mas tinha certeza de que acabaria assim.
Flora: Quem diria que uma floresta seria o lugar da minha derrota... Belias... seu rosto mostra que está decidido... e eu vou adorar ver o dia em que seu rosto demonstrará dor...
Ela calou-se e o brilho deixou seus olhos. Estava morta e assim que isso aconteceu, todas as plantas recuaram, voltando ao normal. Com a mesma rapidez, Devon e Aaron mataram os dois guardas que se esforçavam tanto para defender sua senhora.
Leon: Hã, pessoal?! Uma ajuda seria bem vinda!
Firion assentiu e logo atacou a planta, obrigando-a a soltar Leon. Quando se levantou, o jovem espanou suas roupas e andou calmamente até o único guarda que estava vivo, aquele que fora nocauteado pela carta e apenas agora recobrava a consciência. Aquele homem eu por si e percebeu naquele momento que Leon olhava para ele, calmo.
Leon: O que será que ele sabe?
Guarda: Hã?! Você...
Devon: Seus aliados estão mortos. Qualquer resistência de sua parte e o mataremos também.
Leon: Não, não, Devon. Deixe comigo... Então, Sr. Guarda... Quem sou eu?
Guarda: Eu não faço idéia... o suposto líder da resistência?
Leon: Hm, bom saber... Ei, calma, não vamos matá-lo. Pode tirar esse olhar assustado da cara.
Guarda: É só um atraso... Eles disseram que Flora só precisava mantê-los aqui... Um monstro será solto... o pior dos de Stelmaria... e vocês não terão chance... ninguém terá... estamos mortos!
Lennart: E que monstro seria esse? Uma quimera? Uma mortalha-viva?
Leon: Não... o mais temível dos monstros... uma criatura que nunca foi subjugada ou capturada por menos do que cem bruxos qualificados unidos...
Lari: A grande criatura negra que pode dizimar apenas com seu hálito...
Firion: Não pode ser...
Guarda: Sim, é!
Belias: ...Nundu.
Daken: Sabe por que está aqui?
Guarda: Não, senhor...
Daken: Quero que vasculhem por todas as bibliotecas e casas pelos estudos de Ewandar.
Guarda: Ewandar, senhor?
Daken: Sim. VÃO! E VOLTEM QUANDO ACHAREM ALGO, INDEPENDENTEMENTE DO QUE FOR!
O homem correu. Daken riu, calmo.
Daken: Você não pode esconder seus conhecimentos para sempre... velho amigo.
. . .
Leon e seus aliados corriam de mais uma tropa de soldados. Eles poderiam ter acabado com aqueles
homens, mas não, Leon disse que tinham que correr... e agora, Firion cavalgava com Lari encostada nele, desacordada, Hydell corria e Belias carregava Leon, que aparentemente seguia a deixa de Lari.
Belias: O que fazemos, Firion?!
Firion: Seguimos para a Floresta Arcana! Foi o que Leon nos mandou fazer!
Lennart: Você não podia ficar acordado, não é, irmão?
Thatcher: E se eu ficar e...
Lennart: NÃO! Leon nos mataria se soubesse que mudamos seus planos de tal forma!
Verona: Ele nos mataria... Hah, ele nem sequer deixa que os outros nos matem...
Devon: Hm... Começo a entender o que Leon quer com isso...
Aaron: É mesmo?! O que é, pai?
Devon: Ele quer atrair Flora. Você sabe, se colocar em desvantagem territorial para logo se livrar dela.
Jenna: Mas a Floresta Arcana é uma grande redoma de plantas! Não há como...
Firion: Se Leon diz que há, então há. Eu não creio que ele arriscaria se não tivesse certeza de um sucesso.
Devon: Leon não jogaria assim se não houvesse uma chance de vitória. Eu realmente acredito nisso.
. . .
“Ué... Leon? É você?”
“Lari! Onde estamos?”
“Estamos dentro do meu ponto inconsciente... é onde eu fico quando desmaio... e se você veio aqui...”
“Bem, eu devo estar desacordado também...”
“Estranho. Ele não está aqui.”
“Quem?”
“Ewandar. Ele estava aqui nas últimas vezes que vim para cá.”
“É mesmo? E quando foi a última vez?”
“Menos de um mês atrás... é, menos de um mês atrás.”
“Isso é impossível!”
“Como assim, impossível?!”
“Eu vi Ewandar morrer!”
“Ele está... morto?!”
“Sim. Eu não sei se... Hã, o que é isso?!”
“Leon?! Ele deve estar... acordando... acho que não demorará até que eu acorde...”
. . .
Leon: Ah! Então... onde é que estamos?
Firion: LEON?! Você está bem!
Leon: É claro que estou. Firion, situação.
Firion: Estamos no meio da Floresta Arcana. Jenna andou espiando pelas árvores e disse que viu Flora vindo com três guardas. Belias confirmou que a mulher entre eles era ela, a General das Plantas.
Belias: Sim, era ela. Leon, eu fiquei muito assustado quando você desmaiou.
Leon: Ficou?
Belias: Sim. A verdade é que você me deu esperanças, Leon. Por sua causa, eu parei de me lamentar e acredito que eu posso ser melhor... então eu vou ajudá-lo como puder, Leon. É mais ou menos isso que quero dizer...
Leon: Obrigado, Sr. Belias. É bom ouvir isso.
Devon: ELA ESTÁ AQUI!
Leon: Então vamos “negociar”, não é?
Leon saiu da barraca, seguido pelos seus guarda-costas, Firion e Belias. Quando estavam do lado de fora, lá estava suas tropas, divididas e entre elas, Flora e os três guardas dela.
Flora: Então é você o líder da resistência, Belias? Ora, o voto perpétuo do Mestre Daken não funcionou, no fim das contas.
Belias: Não, eu não sou o líder da resistência, General Flora... e o voto perpétuo teria me tomado...
Belias estendeu o braço com o qual fizera o voto. Ele estava inteiro, mas podia-se ver distintamente uma cicatriz do corte que Leon fizera.
Leon: Eu sou o líder. Ah, o que foi, Lennart? Lari está acordada? Pois bem. Bom saber. Diga para ela vir aqui.
Flora: Você é o líder! Não me faça rir. Não acredito que a maior ameaça do Império, aquele que é temido, não passa de um garoto!
Leon: Este “garoto” está escutando seus termos.
Flora: Se renda. Eu o levarei até o Imperador e provavelmente, ele os deixará ir depois de fazer um voto perpétuo.
Firion sorriu e pegou uma carta, atirando-a. Ela passou bem perto do pescoço de Flora e acertou o guarda atrás dela.
Firion: Não, que tal nossos termos: você esquece que nos viu e nós deixamos você viver.
Flora: Não posso concordar com isso... não depois de todo o poder que o Imperador me deu!
Devon: Poder?!
Lennart: O Imperador?!
Belias: Ele te deu poder?!
Leon: Era o que eu temia.
Flora: Sim... depois do seu desaparecimento, ele deu mais poder aos Generais para que eles pudessem se defender melhor... que bom que eu encontrei vocês porque agora... EU FINALMENTE TEREI CHANCE DE USÁ-LOS!
Ela riu e tirou um cajado, apontando para as árvores em volta dela. Cipós começaram a descer e vinham na direção deles, preparados para prendê-los.
Belias: Leon! Acabe com ela!
Leon: INCENDIO!
Ele assentiu e criou uma pequena chama. Flora esboçou um sorriso, mas o parou quando Leon moveu um monte de Névoa e fez com que pegasse fogo, criando uma onda de chamas.
Flora: Eu tenho seus amiguinhos nas minhas mãos, garoto. Venha com suas chamas! Carbonize-os!
Leon: Eu não sou tão tolo, General. Não me subestime.
Ela colocou Firion e Lennart logo na frente do jorro de chamas, sendo que eles estavam a milésimos de segundos da morte. Porém, em um movimento rápido, Lari desviou as chamas, as jogando para a esquerda. Um novo movimento de Leon impediu que o fogo atingisse Jenna e Thatcher e logo, Lari desviou-as de Aaron e Devon genialmente, fazendo com que elas passassem por entre os dois, derretendo as vinhas e os libertando. Eles logo tiraram seus machados e se direcionaram para a mulher, mas foram impedidos pelos guarda-costas dela, envolvendo-os em uma batalha. Flora se esquivou do jorro de chamas quando ele chegou até ela.
Flora: Eu acho que o subestimei! Isso não acontecerá de novo!
Ela moveu o cajado mais rapidamente e logo se viu cercada de enormes vinhas e folhas afiadas, além de flores carnívoras e frutas ácidas. Logo, ela os direcionou na direção dos aliados de Leon e o garoto e Lari mal tiveram tempo de libertá-los antes que as “tropas” de Flora chegassem até eles.
Leon: BELIAS!
Belias: SIM!
Os dois saltaram e começaram a andar nas árvores enquanto Leon deixara os outros com a missão de podarem os monstros e distraírem a mulher.
Lennart: Acho que não vamos poder continuar com isso por muito tempo... acho que até o chão está começando a conspirar contra nós.
De fato: a grama embaixo dos pés deles não estava meramente parada, e sim ondulava, tentando derrubá-los.
Flora: Sofram, moleques! Sofram e morram!
Leon: Lhe faltam bons modos, senhorita.
Ele riu, estava do lado da mulher e se preparava para desembainhar sua lâmina espectral. Porém, ela riu mais ainda.
Flora: Acha que sou tola? Guardei minha arma final para pegá-lo, seu moleque imbecil!
Ela lançou um vaso e a planta nele logo começou a tomar Leon. Era um visgo do diabo e se continuasse assim, o garoto teria poucas chances.
Flora: Quem está rindo agora, hein, sua besta?!
Leon: Hahahaha! Você é mesmo uma imbecil, não é, Flora?
Um golpe e o riso apagou-se.A face da mulher agora era um misto de incredulidade e dor. A espada que a cortara foi tirada de seu abdômen e o dono dela, Belias, a limpou sem cerimônia.
Belias: Eu não sei explicar... mas tinha certeza de que acabaria assim.
Flora: Quem diria que uma floresta seria o lugar da minha derrota... Belias... seu rosto mostra que está decidido... e eu vou adorar ver o dia em que seu rosto demonstrará dor...
Ela calou-se e o brilho deixou seus olhos. Estava morta e assim que isso aconteceu, todas as plantas recuaram, voltando ao normal. Com a mesma rapidez, Devon e Aaron mataram os dois guardas que se esforçavam tanto para defender sua senhora.
Leon: Hã, pessoal?! Uma ajuda seria bem vinda!
Firion assentiu e logo atacou a planta, obrigando-a a soltar Leon. Quando se levantou, o jovem espanou suas roupas e andou calmamente até o único guarda que estava vivo, aquele que fora nocauteado pela carta e apenas agora recobrava a consciência. Aquele homem eu por si e percebeu naquele momento que Leon olhava para ele, calmo.
Leon: O que será que ele sabe?
Guarda: Hã?! Você...
Devon: Seus aliados estão mortos. Qualquer resistência de sua parte e o mataremos também.
Leon: Não, não, Devon. Deixe comigo... Então, Sr. Guarda... Quem sou eu?
Guarda: Eu não faço idéia... o suposto líder da resistência?
Leon: Hm, bom saber... Ei, calma, não vamos matá-lo. Pode tirar esse olhar assustado da cara.
Guarda: É só um atraso... Eles disseram que Flora só precisava mantê-los aqui... Um monstro será solto... o pior dos de Stelmaria... e vocês não terão chance... ninguém terá... estamos mortos!
Lennart: E que monstro seria esse? Uma quimera? Uma mortalha-viva?
Leon: Não... o mais temível dos monstros... uma criatura que nunca foi subjugada ou capturada por menos do que cem bruxos qualificados unidos...
Lari: A grande criatura negra que pode dizimar apenas com seu hálito...
Firion: Não pode ser...
Guarda: Sim, é!
Belias: ...Nundu.
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