*Raisa estava muito entediada e resolve respirar ar puro, e vai para os jardins.Ela senta de baixo de uma árvore e retira da mochila um livro de capa preta, e logo depois um pergaminho com uma pena.Ela coloca o pergaminho sobre o livro e começa a escrever.*
-Nossa...como eu vou fazer isso...?
*A garota largou os objetos e colocou as mãos em sua face.O tedio estava a cansando.*
"Eu não posso fazer isso...não tenho coragem...e se acontecer o pior...?E se eu me ferrar...como posso me declarar...?"
*Logo depóis ficou observando a grande porta de carvalho na esperança de alguem conhecido aparecer.*
Victor chega nos jardins, ele estava seguindo seu "amigo" Armand. Victor sabia que Armand não se comportava direito quando estava sosinho. Por isso estava seguindo ele.
Quando viu ele esbarrando no lufano, ficou com muito ciumes. Tinha medo do que Armand era capaz. Mas antes que Armand pudesse fazer algo demais com o garoto Victor vai ate a turminha:
-Oi pessoas. Oi Armand, preciso falr com você, a sós.
Lá estava Armand, entre aqueles que acabara de conhecer, em busca do tal coelho. A tarefa que parecia divertida, logo mostravasse tediosa, principalmente pelo fato de que não conseguiria nada demais entre aqueles ali. Eram todos felizes, contentes e inocentes. Já revirava os olhos, denotando seu desinteresse. Foi então que ouviu uma voz conhecida, falando com ele.
- Oi pessoas. Oi Armand, preciso falar com você, a sós.
Virou-se com sue mais malicioso sorriso. Viu prostado diante de si um rapaz alto, forte, moreno, de cabelos lisos e castanhos. Mordeu os lábios mirando-o. Victor Romanov, antigo amante de Armand. Por Döhn, já estariam juntos há muito tempo, mas Victor era assaz preocupado com o que pensariam dele para assumir a relação. Virou-se para o pessoal.
- Desculpem-me, Victor precisa de mim, sabe-se lá Merlim para quê. - e riu gostosamente, mirando o outro que parecia enfurecer-se. - Vejo-os depois, espero. E você é uma delícia, Léo.
Sorrindo descaradamente deu as costas, deram somente alguns passos quando Victor deu-lhe um puxão forte no braço. Armand podia ser forte, mas não tanto quanto seu affair. Por um instante, receou. Restava-lhe saber no que aquilo resultaria...
[/- Desculpem-me, Victor precisa de mim, sabe-se lá Merlim para quê. - e riu gostosamente, mirando o outro que parecia enfurecer-se. - Vejo-os depois, espero. E você é uma delícia, Léo.
Victor não estava gostando das provacações de Armand, então quando se afastaram do grupinho, Victor da um puxão no braço de Armand e diz:
-Vai começar a se explicar porque tava se engraçando para aquele rapaz ali?
Quando Armand tenta começar a falar, Victor o interrompe:
-As vezes você é tão ridiculo. Porque você faz isso? Tem sempre que chama a atenção desses outros garotos. Você ja me tem, oq mais você quer?
- Vai começar a se explicar porque tava se engraçando para aquele rapaz ali? - Impetuoso, Armand revirou os olhos e a língua ferina já estava pronta pra destilar de seu veneno quando Victor começou de novo. - As vezes você é tão ridiculo. Porque você faz isso? Tem sempre que chama a atenção desses outros garotos. Você ja me tem, oq mais você quer?
Riu, riu gostosamente. Armand valorizava tanto as expressões humanas, ria e chorava frequentemente. Ah! Se todos pudesse saber o valor do riso e do choro!
- Ora, meus ouvidos me enganam, ou Victor Romanov, está possesso de ciúmes? Não te devo explicações, devo? Somos namorados ou algo assim? Não! Deixe-me lembrar que você insiste em não assumir nada sério comigo, logo posso me fretar com quem eu quiser. Se você acha ridículo essas atitudes que eu tomo, nada posso fazer, só lamento! E não pareço realmente tê-lo, Victor. Somente no ápice do prazer, ai sim, o tenho totalmente. Mas basta isso acabar para você ter vergonha de mim, a ponto de não assumir algo sério.
Falava irritadamente. E as lágrimas já cobriam os olhos. Já falei como Armand adora o choro, não o considera uma fraqueza, ao contrário. Olhava os lábios de Victor, tão bem formados e mexendo-se, sem produzir som algum diante do que o outro falara. Ah, como queria beijar-lhe muito. Agarrar-se a ele, sentir o calor de seu corpo! Mas não. Estava na hora de por um fim nessa lamúria toda.
- Ora, meus ouvidos me enganam, ou Victor Romanov, está possesso de ciúmes? Não te devo explicações, devo? Somos namorados ou algo assim? Não! Deixe-me lembrar que você insiste em não assumir nada sério comigo, logo posso me fretar com quem eu quiser. Se você acha ridículo essas atitudes que eu tomo, nada posso fazer, só lamento! E não pareço realmente tê-lo, Victor. Somente no ápice do prazer, ai sim, o tenho totalmente. Mas basta isso acabar para você ter vergonha de mim, a ponto de não assumir algo sério.
-Eu com ciúmes? Não mesmo. E nós temos uma relação. Assumida ou não, continua sendo uma relação. Bom, flerte com quem quiser, mas se fizer isso, sinta-se livre. Mas depois não venha me procurar.
Antes de Victor sair dos jardins, ele chega bem perto de Armand e fala em seu ouvido:
-Mas se você quiser se desculpar por isso, vou te esperar de noite.
Ouvia tudo que ele dizia, quase nem ouvindo, seu olhar se perdia por entre o caminho bem dividido do abdômen de Victor, que ficava parcialmente à mostra, devido os botões não estarem totalmente fechados. Mordia os lábios desejoso. Quando viu Romanov afastar-se, foi a seu encalço. Parou rente a ele, e sussurrou em seu ouvido.
- À noite? Quero agora.
E saiu junto à Romanov, indo em direção à um lugar vazio da Floresta Negra.
*Patricia estava junto com seus amigos a procura do dita do coelho que se perdeu... todos estavam chamando por seus nomes até que Patricia se encostou perto de uma árvore e pisou em um papel, que ela logo reconheceu como uma carta*
-Hey alguém perdeu uma carta?
*Patricia se abaixou e pegou a carta e a foto que estava junto dela, logo reconheceu seus pais e a ela mesma na foto, ela estranhou aquilo e começou a ler a carta quando percebeu o que realmente aquela carta queria dizer... ela possui uma irmã...*
Regressou aos jardins apressada. Tinha esquecido a maldita carta! Queria nem pensar no que aconteceria se aquela carta junto com a foto, fosse pega por algum fofoqueiro. A última coisa que queria era que a história se espalhasse por Hogwarts.
Olhou em volta, tentando recordar-se onde, exatamente, tinha deixado a carta. Virou à direita, sabia que era por ali. De repente, viu Patricia com um pergaminho, parecia uma carta nas mãos. Sem hesitar, se dirigiu apressada para a garota e arrancou a carta e a foto das mãos da corvinal.
- Ei, com que direito vc pega no que não é seu?! Isso - apontou para a carta - é pessoal!
Não gritou mas a voz mostrou o quão desesperada estava. E se ela tivesse lido? Não, ela não tinha lido, isso seria muito ruim! Bea evitou olhar Patricia nos olhos. No seu rosto ainda haviam vestigios de lágrimas e os seus olhos ainda estavam vermelhos. Não conseguia encarar Patricia, encarar sua própria irmã e ter que lidar com essa realidade. Tentou fixou o olhar no rosto da menina e se viu procurando semelhanças físicas. Era só impressão sua ou o nariz de ambas era igual?
.: B de Bea B de Bolacha :.
Raven wrote:~agarra bolacha com uma mão e trompete com a outra
*Patricia estava muda, não conseguia acreditar no conteudo da carta, estava em frente de sua irmã e a mesma acabará de se fazer de desentendida*
-Eu... eu...eu não li nada... eu só encontrei esse papel aqui nem sabia que era seu... mais vc é tão avuada que suspeitei desde o principio... sai e fica sujando os jardins com seu lixo.
*Patricia precisava se manter como sempre se comportou quando bea estava presente... a menina estava fingindo que não era sua irmã... então Patricia faria o mesmo, até porque ser irmã de alguém como ela... jamais...*
Pensamento: O pior é que o nosso sangue é tão o mesmo que pertencemos a mesma casa...
-Eu... eu...eu não li nada... eu só encontrei esse papel aqui nem sabia que era seu... mais vc é tão avuada que suspeitei desde o principio... sai e fica sujando os jardins com seu lixo.
- Aquilo que vc chama de lixo é uma carta de minha mãe falando que... esquece. Apenas respeite um pouco os outros.
Guardou a carta e a foto no envelope e começou a se afastar. Ouviu Patricia a dizer uma última coisa:
-Tome mais cuidado com suas coisas corvinalzinha.
Sem se conter, Bea se virou e respondeu:
- Mande comprimentos ao seu papai, novatazinha.
E depois daquela frase, aparentemente, sem sentido, Bea saiu dali rapidamente, em direção à sala da professora Lana, onde a professora a esperava.
Off: aposentos da professora Lana
.: B de Bea B de Bolacha :.
Raven wrote:~agarra bolacha com uma mão e trompete com a outra
<narraçao>
**pensamento**
- fala
[off]
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<Josh continua andando pela redondeza do castelo>
<senta debaixo de uma arvore>
<pega seu caderno de desenho e começa a desenhar a linda paisagem>
**Lindo lugar**
-Valeu pelo apoio<rindo> Claro q começei<josh olha pra folha e vê que Kelly está certa,vira outra pagina e começa a desenhar Kelly sem q ela perceba>-Fique parada não se mexa.<Desenhando, passa um tempo Josh termina o desenho e assina>-Isso é para que vc se lembre do novo amigo<Arranca a folha e entrega a Kelly>-Meu nome é Josh e o seu?
Bea wrote:
- Mande comprimentos ao seu papai, novatazinha.
*Patricia sentiu seu rosto pegar fogo, ficará tão vermelho que um passaro que estava ao seu redor correu para seu ninho que ficava no topo da árvore que Patricia encontra-ra a carta*
-Você quiz dizer... ai que ódio desse menina... como meu pai pode fazer isso com a minha mãe, eles sempre se amaram tanto.
*Patricia andava de um lado para o outro, segurava o cabelono topo da cabeça, parecia um louca que planejava um jeito de fugir do hospício*
-Isso não é verdade! Ela não é minha irmã.... nunca vai ser... nunca aceitarei isso!
*Patricia era tão criança e estava vivendo um pesadelo que não acabava nunca, Hogwarts começará a parecer um lugar maravilhoso, estava fazendo amigos, estava sentindo sensações novas sempre que estava perante ao aluno da Lufa-Lufa cujo os olhos Patricia se recordará também que poderia desenhá-los sem ao menos estar olhando para eles. Era só ela cerrar seus olhos e Carlitus estava ali, a olhando com um lindo sorriso*
Pensamento: Você foi a melhor coisa que aconteceu comigo esses ultimos meses que estamos aqui! Logo terminará o ano e as férias me assombram, como ficarei tanto tempo sem noticias suas?
*Patricia estava aguniada, Carlitus poderia esquecê-la durante as férias, encontrar outra pessoa, ao mesmo tempo Patricia temia voltar para casa, como poderia encarar seu pai, como ele pode fazer uma filha e não assumir isso? As perguntas eram praticamente impossiveis de serem respondidas em um momentos tão ruim, então Patricia resolveu pedir que a deixasse passar as férias em Hogwarts*