Gata, pra qdo é a ficlet?
Se não for pra amanhã eu beto pra vc...rs... é q eu to fechando as notas do Ensino Médio hj e amanhã... e já to cansada só de imaginar.
Família, olha o absurdo, eu saí de TC pra ir com a minha sogra num cara q "benze" numa cidade vizinha. Disseram pra ela q nessa cidade tem um cara muito bom, caridoso e coisa e tal, q o pessoal faz fila na porta da casa dele etc. A gente saiu daqui as 2 da tarde e chegamos lá as 4 horas... metade desse tempo passamos em estrada de terra, engolindo poeira e errando caminho... hauhauhauhau
Chegamos lá, o cara é super normalzinho, igual o pessoal daqui da cidade mesmo que faz isso. E na volta, ela consegue cair com o carro num buraco e furar o pneu... resultado, cheguei em casa as 10 da noite e to acabada!
Deixa eu ir lá pros meus diários maravilhosos, dar presença pra todo mundo, pq eu num faço chamada...rs...
Qualquer coisa grita no messene!
Editado: estou ultra-hiper-mega-master-power revoltada... Vcs acreditam que tem uns babacas na comunidade da minha cidade no orkut dizendo que jornalista não precisa de faculdade, de diploma, pra ser profissional????? Claro que eu não podia deixar quieto e postei um textinho básico. Vejam se eu não peguei muito pesado, por favor.
Eu raramente me manifesto aqui na comunidade, mas como a questão abordou os profissionais formados em comunicação eu me senti no dever de postar a minha opinião.
Que me desculpem as pessoas que trabalham na área de comunicação e não têm um diploma para confirmar seu profissionalismo. Para mim, tais pessoas não são jornalistas, elas apenas "escrevem para jornais". Não desmereço o trabalho delas e não digo que é por isso que os erros de português aparecem nos jornais.
Também não é um problema de concordância que vai fazer deste ou daquele veículo um jornal melhor ou mais honesto.
O que me incomodou na discussão de vocês foi ver o pouco caso com o jornalista diplomado. Acho que essa é a primeira vez que vejo alguém dizendo que o errado é quem tem Ensino Superior. Quem ralou pra estudar. Porque eu ralei muito pra conseguir ser jornalista. Passei quatro anos economizando cada centavo para poder comprar meus livros. Trabalhava o dia inteiro e estudava a noite, e me formei com todas as honras possíveis. Sem pegar uma única prova final, com uma turma que foi reconhecida pelo ENC, o famoso Provão do MEC, como a melhor do estado, com nota superior até mesmo de faculdades federais.
Mas eu devia esperar isso mesmo, já que vivemos num país onde o presidente da República não tem escolaridade sequer para prestar concurso público para coveiro e enche a boca para falar disso, como se não ter escolaridade fosse motivo de orgulho.
Voltando ao assunto dos jornalistas profissionais, no meu modo de ver jornalista é aquela pessoa que passou quatro anos numa faculdade aprendendo não só gramática, mas também ética, técnicas de entrevista e pesquisa, fotografia, comunicação visual etc.
Os veículos de cidades pequenas não contratam profissionais formados por dois motivos:
1° - Acreditam que não podem pagar o piso salarial e que o jornalista não vai aceitar negociar. A título de curiosidade, o piso para jornal diário com carga horária de 25 horas semanais na capital mineira é de 740,00 aproximadamente.
2° - Porque dificilmente algum jornalista aceitará fazer a imprensa marrom que os veículos estão acostumados a fazer.
Se o problema fosse apenas a questão do piso salarial, então estava tudo resolvido. Eu mesma já enviei propostas aos jornais da cidade de fazer a revisão das matérias por um valor quase ridículo de tão baixo. Meu objetivo era apenas que os veículos da cidade tivessem um nível mais elevado e deixassem de ser motivo de piada em cidades como Varginha e Pouso Alegre.
Mas tanto faz, seja na administração pública ou nos veículos de comunicação o que falta para que a situação melhore é apenas boa vontade.
Espero não ter magoado ou ofendido ninguém aqui. Não tenho a menor intenção de ser a "dona da verdade", mesmo porque o conceito de verdade é relativo e vai de acordo com a realidade de vida de cada um.
Apenas quis desabafar. No momento eu não trabalho como jornalista. Acabei virando professora de Redação. Mas me incomoda sempre que alguém vem me dizer que eu estou ocupando o lugar de algum profissional formado em Letras...
Só me resta dizer que eu vou continuar ocupando o lugar de um profissional formado em Letras enquanto alguém formado em outra coisa, ou em coisa nenhuma, estiver ocupando o meu lugar...rs...