[CASTELO] Floresta Proibida

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Gaby Lovegood
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Post by Gaby Lovegood »

*Gaby sentiu seu rosto corar ao ouvir Ana falar, não conseguia encarar a garota*

- Tudo bem, eu tambem não devia ter gritado com você...Você ainda gosta muito dele não é? Gaby...- ela ficou de frente para Gaby, a olhando nos olhos, mas não sustentou por muito tempo, logo baixou a cabeça - Eu posso ser "o amor do Henry" como você mesma disse, mas eu quero que fiue claro, eu não o amava, não como eu tenho certeza que você o amou. Eu tinha e ainda tenho um carinho muito forte por ele, e sou muito grata por tudo que ele me fez - a voz dela saia baixa e trancada, ela de fato não amava Henry, mas ainda doia falar dele desse jeito - Só..só queria que você soubesse disso.

- Eu acho que a muito tempo o que eu sentia por ele deixou de ser amor Ana, na verdade Henry passou a ser um grande odio na minha vida, e algo extremamente mal resolvido... *Gaby olhou para o teto se lembrando do passado* - No final eu nunca entendi o que sentia por ele, ou o que aconteceu entre agente, passamos muito tempo juntos, mas... no final acho que era só orgulho de ambas as partes de não adimitir uma derrota, tanto que eu quase fui morta por ele... *Gaby olhou para Ana e sorriu* - Meu passado com Henry, me traz boa recordações, mas a ferida que abriu foi imensa e a cicatriz é horrivel... não queria ter voltado para o castelo depois que soube que ele estava aqui, mas por varios motivos tive que voltar... e devo adimitir, que quando o reencontrei só sentia odio e confusão, pois queira ou não tive momentos bons com ele.... e conversar com ele antes de sua morte, foi estranho, era como se nunca tivessemos nos conhecido de verdade, Henry tinha personalidades demais pro meu gosto... *A garota estava confusa, falava sem parar e mal se dava conta do que falava* - Eu acho que o que eu quero dizer, é que no final, eu nunca soube o que sentia por ele, e muito menos o que ele pensava de mim, mas doi pensar nele, ele foi muito cruel comigo, além disso quando eu o conheci eu era muito mais nova, ingenua, boba, burra... não que o que eu sinti o dia não era amor, eu acho que um dia foi, mas um amor um tanto que estranho, não sei se realmente sei o que é amar, entende? *Gaby coçou a cabeça e sorriu para Ana* - Ok eu estou falando demais já... ^^ Mas acho que no final vc entendeu *Gaby levantou a varinha e em um moviemento rápido abriu todas as janelas da casa, permintindo que a luz do sol entrasse* - Vc tem razão isso aqui precisa de uma ajeitada urgênte... aquele ser tinha gostos muito triste!


*Já se passavam do meio dia e a tarde, caminhava rapidamente, Gaby se lembrou de encontro que marcará com Mordred nos Jardins, e ainda se perguntava se deveria ou não comparecer*
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Nana_zinha
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Post by Nana_zinha »

["Eu acho que a muito tempo o que eu sentia por ele deixou de ser amor Ana, na verdade Henry passou a ser um grande odio na minha vida, e algo extremamente mal resolvido... *Gaby olhou para o teto se lembrando do passado* - No final eu nunca entendi o que sentia por ele, ou o que aconteceu entre agente, passamos muito tempo juntos, mas... no final acho que era só orgulho de ambas as partes de não adimitir uma derrota, tanto que eu quase fui morta por ele... *Gaby olhou para Ana e sorriu* - Meu passado com Henry, me traz boa recordações, mas a ferida que abriu foi imensa e a cicatriz é horrivel... não queria ter voltado para o castelo depois que soube que ele estava aqui, mas por varios motivos tive que voltar... e devo adimitir, que quando o reencontrei só sentia odio e confusão, pois queira ou não tive momentos bons com ele.... e conversar com ele antes de sua morte, foi estranho, era como se nunca tivessemos nos conhecido de verdade, Henry tinha personalidades demais pro meu gosto... *A garota estava confusa, falava sem parar e mal se dava conta do que falava* - Eu acho que o que eu quero dizer, é que no final, eu nunca soube o que sentia por ele, e muito menos o que ele pensava de mim, mas doi pensar nele, ele foi muito cruel comigo, além disso quando eu o conheci eu era muito mais nova, ingenua, boba, burra... não que o que eu sinti o dia não era amor, eu acho que um dia foi, mas um amor um tanto que estranho, não sei se realmente sei o que é amar, entende?"]

[ Nana escutou tudo em silencio, não fez um comentario, só escutou e ficou observando o chão. Gaby falou tudo como se precisasse falar aquilo rapido, pelo menos foi isso que Nana entendeu. Quando Gaby mudou que a jovem voltou a olhar prar a amiga]

["- Ok eu estou falando demais já... ^^ Mas acho que no final vc entendeu (...) Vc tem razão isso aqui precisa de uma ajeitada urgênte... aquele ser tinha gostos muito triste! "]


- É eu entendi... E chega de tristeza...quero vida nova agora, vivi muito tempo de minha vida mergulçhada na tristeza e no sombriu.

[ Com a ajuda de Gaby Nana mudou toda a casa, ilunimou os comodos, limpou as estantes, a garota parou iteresada nos livros, olhando os nome, ummmais estranho que o outro, a maioria de arte das trevas, mas deixou isso pra depois. Assim que acabaram a limpeza por cima ela virou em torno de si e voltou rpar Gaby]


- Acho que está bem melhor agora não? Com o tempo eu vou arrumando o resto. Acho melhor voltarmos pro castelo, está ficando tarde. Gaby você tem certeza que isso aqui é seguro a noite?

[ Ela olhou pela janela pra fora, a floresta começava a ficar escura e Nana se assustou com o que poderia ter ali a noite]
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Gaby Lovegood
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Post by Gaby Lovegood »

- Acho que está bem melhor agora não? Com o tempo eu vou arrumando o resto. Acho melhor voltarmos pro castelo, está ficando tarde. Gaby você tem certeza que isso aqui é seguro a noite?


*Gaby estava contente, apesar de tudo a tarde foi divertida com Ana, arrumando a casa*

- A casa é segura a noite, porém apenas a casa, nunca saia dela sozinha a noite, ou tente vir para cá a noite, eu iria até te pedir que pelo menos no começo, chamasse alguém para te acompanhar aqui... até vc se habituar com o caminho.... *A garota encostou-se na porta e olhou para as arvores da floresta, o dia começava a cair, logo seria noite* - Henry sabia muitas magias de proteção, e as aplicou aqui afim de proteger o local, há também um testralio, que sempre acompanhava Henry que vive nas redondesas da casa, mas acho que seria interesante se pesquisarmos alguma mágia de proteção que vc mesma possa aplicar *Gaby sorriu e olhou para Ana* - Como uma marca sua aqui ^^

*Gaby se espriguiçou, e deu um passo para fora da casa* - É melhor nos apresarmos, Logo a noite chega e não é muito agradavel andar pela floresta a noite, Além disso saimos sem falar nada para o Nan, né ^^
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Nana_zinha
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Post by Nana_zinha »

["A casa é segura a noite, porém apenas a casa, nunca saia dela sozinha a noite, ou tente vir para cá a noite, eu iria até te pedir que pelo menos no começo, chamasse alguém para te acompanhar aqui... até vc se habituar com o caminho.... *A garota encostou-se na porta e olhou para as arvores da floresta, o dia começava a cair, logo seria noite* - Henry sabia muitas magias de proteção, e as aplicou aqui afim de proteger o local, há também um testralio, que sempre acompanhava Henry que vive nas redondesas da casa, mas acho que seria interesante se pesquisarmos alguma mágia de proteção que vc mesma possa aplicar *Gaby sorriu e olhou para Ana* - Como uma marca sua "]

- Vamos ver isso depois. - Nana sorriu, estava contente afinal, teria uma casa, e agora tinha amigos novamente - Ai que sono..arrumar essa casa deu uma canseira.


[ Ela se espreguissou no sofá]

[" É melhor nos apresarmos, Logo a noite chega e não é muito agradavel andar pela floresta a noite, Além disso saimos sem falar nada para o Nan, né ^^"]


- É verdade, ele deve estar preocupado, se bem que a Ala estava tão cheia, acho que não seria bom irmos pra lá... Eu não vou odrmir essa noite aqui, ainda não...

[Ela saiu da casa e parou do lado de fora.]


- Vamos andando então?

off~ CASTELO
Last edited by Nana_zinha on 31/10/07, 19:05, edited 1 time in total.
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Post by Gaby Lovegood »

*Gaby se adiantou enquanto Ana fechava a porta, o caminho de volta estava muito mais tenebroso, a noite chegava com pressa, e as garotas apressavam o passo para sair da floresta*

- Ana,ainda assim eu vou passar na enfermaria, quero ver como o Nan está, vc também vai?

*O caminho de volta foi aparentemente mais rápido, talvez porque a chegada da noite fez com que as meninas andassem rápido, ou talvez pq não encontraram ninguém no caminho, de fato logo estavam fora da floresta. Olhando para traz, Gaby sentia que cada fez mais, enterrava Henry em sua vida*

"Mas ainda tem uma coisa por resolver... Mordred... Pivete, arrogante e prepotente.. Será que eu devo ir ao encontro... alias... eu acho que ele proprio nem vai.. a forma como me tratou.. tudo bem que ninguém pode saber de nos dois. mas não precisava agir daquela forma.... idiota"


OFF>> Ala Hospitalar
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David Bergerson
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Post by David Bergerson »

David entrou silenciosamente na floresta; com aquela confusão toda no castelo, ninguém sequer o viu saindo do castelo. Estava preocupado com Kirchner, mas sabia que o garoto ficaria bem. A floresta era mesmo um tanto assustadora. Nunca havia entrado ali.. Era proibida, mas justamente por isso escolhera ir para o local. Precisava ficar sozinho. Estava irritado, triste, chateado, e sentindo-se inútil. Ficaria um tempo ali, e depois pensaria no que fazer. Se perguntou onde estariam Ph, Prii e Seth nesse momento...

David adentrou um bocado para dentro da floresta. Só então percebeu o quanto estava cansado. Praticamente não havia descansado depois que saíra da ala.. Sentou-se embaixo de uma árvore. Tomou a espada de dentro da casaco, retirou-a da bainha e ficou observando. Era mesmo linda, feita de prata.. Imaginou que estava sendo covarde por estar ali. Talvez só precisasse de algum tempo sozinho...

De repente, ouviu barulhos de passos; depois percebeu que algumas árvores e arbustos balançavam. O coração do garoto começou a bater mais rápido. Pensou ter visto um vulto passando a alguns metros dele, por trás das árvores. Se levantou num pulo, apontando a espada para frente.

- Quem tá aí? - disse, sem conseguir disfarçar o medo na voz -Não se aproxime! Ou vai se machucar!

Houve silêncio por alguns segundos; depois, David ouviu uma gargalhada.. A mesma.. Era ele. David fincou a espada no chão (depois perceberia que isso tinha sido um erro) e pegou a varinha, que estava no bolso do casaco. Viu alguém saindo por detrás das árvores. Era mesmo um homem. Tinha cabelo, barba e olhos escuros. E uma feição ameaçadora. Se aproximava cada vez mais de David. Sem saber o que fazer, o garoto fez a primeira coisa que lhe veio a cabeça:

-Vingardium leviosa! Vingardium leviosa!

No desespero, pronunciou duas vezes e sacudiu a varinha exageradamente. Nada aconteceu com o homem, muito menos nenhum objeto levitou. No entanto, várias árvores começaram a pegar fogo. "Esse negócio não é pra mim..."[/, David pensou. O homem parou e começou a rir, como que debochando. Disse, com a mesma voz grave e sombria do "sonho":

- Acha mesmo que pode me vencer com essa magiazinha barata, garoto? Tudo isso me pertence..

David arregalou os olhos; não entendera o que o homem queria dizer. De qualquer forma, estava em apuros...
Kimdin
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Post by Kimdin »

# Kirchner estava adentrando pela floresta proibida e viu alguns relampejos perto dele, sem sombra de dúvidas kirchner foi ver o q era, e David o garoto q lhe salvou estava em apuros, com um ser na sua frente mto horrivel, com vestes pretas#

¨¨DAVID !... \ PROTEGO !/¨¨

# Exclamou kirchner quando o homen apontou a varinha para david#

¨¨ \Tronhare/¨¨

# logo um trovão saiu da ponta da varinha de kirchner fazendo o homen misterioso se abaixar com a luz do relampejo e o som do trovão#

# Kirchner chega perto de David e o pega pelos braços#

¨¨ Vamos onde vc estava com a cabeça quando veio aki !... vc È LOKO !!!!... vamso para o castelo anda !!!!... quer dizer corre !!!!!...¨¨

# kirchner e David sairam disparados seguindo pro castelo, mas Auro o gato de kirchner estava junto e bem neste momento David atropessou#

¨¨ Auro faça algo !...¨¨

# um relampejo de luz vermelha saiu das patas do gato... logo kirchner e david estavam no lago negro#

[off1] próximo post lago negro[/off]

[off2] David me deve uma !..,. quer dizer estamos kits !... posta lá primeiro[/off]


Mas não faz sentindo falar com pessoas que têm um lar, elas não têm ideia de como é procurar segurança em outras pessoas, procurar um lar onde você possa descansar a cabeça.

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Toda noite eu costumava rezar para achar pessoas como eu - e finalmente achei - na estrada. Não tínhamos nada a perder, nada a ganhar, nada que desejássemos mais - exceto transformar nossas vidas em uma obra de arte.Viva rápido. Morra jovem. Seja selvagem. E se divirta.
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David Bergerson
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Post by David Bergerson »

- Eu o trouxe aqui, David... O fiz acreditar que fui eu quem matou aquela garota... Alguem anda aprontando nesse lugar. Mas nao tenho nada a ver com isso.. Pelo menos diretamente.. - o homem continuou, sorrindo de modo estranho - Pouco me importa o que vai acontecer com essa escola.

David ficou espantado.. Afinal, se o homem estava falando a verdade, havia sido enganado esse tempo todo. Mas entao, o que aquele homem queria afinal? Antes que David dissesse algo, o homem continuou:

- Sabe, David, eu conheci seus pais.. Nao, nao fui quem matou eles, mas fui eu que mandei mata-los. Agora chegou a hora de acabar com isso. Sinta-se privilegiado: vou matar voce pessoalmente!

O homem apontou a varinha para David, que fechou os olhos. Nesse momento, David ouviu alguem gritando:

-DAVID !... \ PROTEGO !/

David abriu os olhos rapidamente; era Kirchner. O garoto disparou um trovao com a varinha para o homem, que se abaixou, surpreso. Kirchner se aproximou de David e o segurou pelo braço.

- Vamos onde vc estava com a cabeça quando veio aki !... vc È LOKO !!!!... vamso para o castelo anda !!!!... quer dizer corre !!!!!...

- Eu nao sei, eu vim pra descansar um pouco, mas.. - David respondeu, mas nao havia tempo para dizer mais nada.

David pegou a espada e a guardou na bainha, depois correu junto com Kirchner e o gato para o castelo, mas acabou tropeçando no caminho. Kirchner disse alguma coisa que David nao pode entender, e uma luz vermelha saiu das patas do gato, levando os dois para longe dali.

Off- 1. No lago... {ai, ai, ai hehe... }
2. Ok, valeu, Kirchner, vou postar la!
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Nana_zinha
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Post by Nana_zinha »

[O caminho da Ala até a orla da floresta foi lento e calmo, perdia em seus pensamento ela nem viu por onde andava e com quem cruzava. Já estava se sentindo forte novamnte e ficar na ala só atrapalharia.]

*por onde será que Renan anda?*

[Engraçado, era segunda vez que ia até a floresta, mas não sentia mais medo. A escuridão tomava conta daquele lugar e Nana mantinha a varinha iluminando o caminho. andou em assoas apresados até a entrada da casa e atravessando os feitiços de proteção entrou na pequena sala. A mudança que ela e Gaby haviam feito no local era notavel, não tinah mais um aspecto sombriu, com grandes janelas encantadas para amnter o lugar iluminadoe arejado, as paredes mantinham-se escuras e com os livros que Henry deixará.]


*ele realmete gostava de ler*

[ A garota tirou a capa preta e a jogou num dos sofás, se encaminhou até a cozinha, pegou um copo de suco e apanhou um livro qualquer e subiu ara o segundo pavimento. Elas quase não tinham mexido naqeula aprte da casa, a decoração era a mesma que Henry mantinha, só que agora mais limpa. A casa tinha 3 quartos, o primeiro do corredor era o de Nana, os outros dois provavelmente Renan e Gaby ocupariam.
A garota entrou em seu quarto e largou-se na cama, abrindo o livro e correndo os olhos pela primeira pagina]


*magia negra... obvio!*

[Colocou o livro de lado e deitou a cabeça sobre o braço, não tinha sono, apesar de seu corpo pedir por um descanço e ela permaneceu deitada, brincando com o anel que usava na mão direita, era de sua mãe, ela o pegou quando voltou para casa no dai que seus pais morreram.]

*eu sinto tanto a falta de vocês*
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Petyr Van Abel
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Post by Petyr Van Abel »

Mordred sabia onde aquela casa ficava.Sim era a casa de Henry. O que ele buscava devia estar lá. O livro... Tomara que pudesse acha-lo.Não suportaria mais memórias tênues,sem nexo. Precisava de uma resposta e já!

"Tenho que achar! Tenho que achar! Tenho que achar! Tenho que achar! Tenho que achar! Tenho que achar! Tenho que achar! Tenho que achar! Tenho que achar! Tenho que achar! Tenho que achar! Tenho que achar! Tenho que achar! Tenho que achar!"

Mordred sentiu seu corpo vibrar.A raiva dominou. Esquecera! Liquido vermelho... Precisava dele. Num simples movimento um copo avermelhado surgiu. Ele bebeu ate o fim. Entrou na casa na esperança de não ser notado. Foi ate um livro de capa preta,numa das estantes e puxou. A estante fez um barulho pequeno.Ele a puxou mostrando uma passagem "secreta".

"Aquele Encoleirado, verme... Adorava isso. Deve estar lá."

Foi e voltou. O Livro não estava.Colocou a estante no lugar e ficou a ler o titulo de cada livro na estante...
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E do riso fez-se o pranto!!!


E hoje em dia... como é que se diz eu te amo?
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Post by Nana_zinha »

[Nana permanecia na cama..deitada, olando o anel]
*que saudade de vocês*

[O barulho da porta se abrindo, no andar inferior fez ela saltar da cama e sacandoa varinha desceu correndo as escadas]

-Quem está ai? Como ousa...
- ela parou derepente... era Mordred, andano pela sala olhando livro por livro - Ah! é você! O QUE VOCÊ PENSA QUE ESTÁ FAZENDO? COMO OUSA ENTRAR NA MINHA CASA. MINHA CASA!. NUCNA OUVIU FALAR ME PROPRIEDADE PRIVADA? dE ONDE VOCÊ VEM NÃO TEMR ISSO? SAIA JÁ DAQUI!
[ela olhava fico e com furia para o jovem a sua frente. Como ele conseguirá entrar? os feitiços que ela e Gaby colcaoram era suficientemente fortes. Como ele entrou?]

- SAIA JÁ DAQUI! NÃO TEM ANDA NA MINHA CASA PRA VOCÊ. Não vejo o que a Gaby vê em você..você é igual a ele.. pior que ele. Você nã é bem vindo em minha casa Mordred e muito menos vai levar algo daqui.

[Ela não sabia de onde vinha tanta raiva. AMs ver Mordred ali, dentro de sua casa, mexendo nos livros a irritava profundamente.]

*POr que eu acho que ele não vai sair!? Esse garoto tem algo muito estranho apra o meu gosto*
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Post by Petyr Van Abel »

Mordred estava calmo.Sua felicidade acabou ao ouvir passos.Havia sido notado.Detestava saber que era um berrador ambulante.Ana...

Ana wrote:-Quem está ai? Como ousa... - ela parou derepente... era Mordred, andano pela sala olhando livro por livro - Ah! é você! O QUE VOCÊ PENSA QUE ESTÁ FAZENDO? COMO OUSA ENTRAR NA MINHA CASA. MINHA CASA!. NUCNA OUVIU FALAR ME PROPRIEDADE PRIVADA? dE ONDE VOCÊ VEM NÃO TEMR ISSO? SAIA JÁ DAQUI! SAIA JÁ DAQUI! NÃO TEM ANDA NA MINHA CASA PRA VOCÊ. Não vejo o que a Gaby vê em você..você é igual a ele.. pior que ele. Você nã é bem vindo em minha casa Mordred e muito menso vai levar nada daqui.



Mordred voou nela,pegou em seus pulsos,colocou na altura da cabeça e a prensou na parede com força.O baque que fez deu a perceber que devia ter doido.A raiva crescia.

-Vamos começar a conversa.1º Nunca ouvi falar de propriedade particular.Venho de uma tribo do deserto chamado Corrino.Lá tudo é de todos. Então não tem. Segundo:

Ele se afastou e desferiu uma bofetada,com a mão direita que havia dois anéis, que fez a garota cair no chão.

-Eu sou pior que ele de fato. Se gritar novamente comigo serei obrigado a ser menos...delicado. Agora se sou ou não bem vindo na sua casa...Não me lembro de ter perguntado. Creio que vim pegar algo que pelo visto não esta aqui! Aquele verme...onde ele pos?

Voltou seu olhar à garota no chão.Houve um súbito choque.Ele havia batido nela sem querer...De novo aquela doença destruía as coisas que ele amava. Por quê?Agora se lembrava por que havia sido expulso do Tabr. Foi ate ela e curvou-se

-Desculpe-me,eu não tinha a intenção de te ferir.P-perdoe-me por isso.Eu...Arrrg

Quando ele tocou no rosto de Ana outro assalto.Outra lembrança.Outra dor.Ele caiu no chão.Eram duas dores.A sede por aquilo voltava. A mente,insana, doía com a lembrança.

Lembrança

Algo acontecera,ele não se lembrava o que.Um anel em seu dedo e ele na chuva.Sentia-se triste.Fora expulso do Tabr.Algo faltava.Ele estava com as costas na chuva.Em sua mão papel e caneta e ele escrevia os seguintes versos:

'O pôr-do-sol expande a minha sombra
Longa e fina
Sua cor profunda tinge o meu coração
Quando você disse que essa seria
Provavelmente a ultima vez
Eu segurei suas lagrimas
As lembranças são sempre tristes
Eu só queria esquecê-las
Eu continuarei a assistir o próximo pôr-do-sol
E as suas costas que eu deixaria de ver.
O sol lentamente, lentamente se põe.
Agora mesmo, eu estou me molhando nessa chuva
Estará tudo bem se eu chorar agora?
Você não esta mais aqui
Mesmo se eu me afogar em lagrimas
Deixe-me continuar chorando
Chuva, congele meu coração
Eu só quero, silenciosamente, desaparecer por completo
Pare o pôr-do-sol!
Não cante agora!
O sol lança suas cores tristes como se tivesse morrendo afogado no oceano
Só me deixe ficar aqui sozinho...'

Foi então que uma sombra veio ate ele e ...

Fim da lembrança.


"O que era aquilo?Quem era?Arrrrrrg!Dói!Preciso de... Preciso de..."

Ele conseguiu esticar o dedão a boca e o mordeu ferozmente.Bebeu cada gota de sangue.Sentiu a fúria se controlar.Logo esticou-se no chão.Dormente, indefeso,triste,fraco, parecendo um morto...Arrependido por ter batido em Ana. Agora isso não fazia diferença.Ela o odiaria para sempre.Não o deixaria se aproximar...Ele não tinha outra escolha...Queria contar a ela que Henry nunca lhe pediu nada...Queria lhe dizer que fazia aquilo apenas por gostar dela.No fim isso de nada valia...Ele olhou o teto da casa.Não lembrava dela tão grande. Ficou lá esperando que ela o matasse rapidamente pra que ele tivesse paz...
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E do riso fez-se o pranto!!!


E hoje em dia... como é que se diz eu te amo?
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Post by Nana_zinha »

[Nana aliviou toda sua raiva gritando, mas assim que fez uma pausa Mordred voou até ela a erguendo, sua cabeça bateu contra a parede e uma dor latejante a atingiu]
["Vamos começar a conversa.1º Nunca ouvi falar de propriedade particular.Venho de uma tribo do deserto chamado Corrino.Lá tudo é de todos. Então não tem. Segundo: "]

[O jovem lhe deu uma bofetada, a mao deveria ter algo cortante, dois na verdade, porque assim que ela levou a mao até o rosto sentiu dois profundos cortes e a garota escorregou pela parede]


*aii..idiota*

["Eu sou pior que ele de fato. Se gritar novamente comigo serei obrigado a ser menos...delicado. Agora se sou ou não bem vindo na sua casa...Não me lembro de ter perguntado. Creio que vim pegar algo que pelo visto não esta aqui! Aquele verme...onde ele pos? "]

-Como eu poderia saber..não leio mentes..ao contrário de vocês dois - a voz dela saía fraca pela dor mas não deixava de ser ironica e cortante.
[Mordred se afastou derepente e a ficou olhando, mas o mais estranho foi o que se passou a seguir]
["Desculpe-me,eu não tinha a intenção de te ferir.P-perdoe-me por isso.Eu...Arrrg "]
[Ele tocou o rosto da garota e ela comprimiu contra a parede para se afastar dele. Os olhos do jovem se arregalaram e ele aprecia ser consumido por uma dor horrivel. Assim que voltou ao "normal" Mordred esticou o dedo até a boca e o mordeu fortemente]


-o..o que você...

[Ela não conseguia falar, ele era muito estranho de fato, a garota tinha nojo dele, mas agora..ele aprecia tão fraco e..e alucinado. Mordred começou a beber a sangue que escorria de seu dedo e aos poucos seu corpo pareceu relaxar]

*o que esse garoto tem? Por que ele faz essas coisas? Não seja boba garota. Ele acabou de te bater. Vai ficar com pena dele agora?*


[De onde estava Nana via Mordred deitado no chão parecendo fraco. Esguendo a varinha de forma defenciva ela se levantou e se aproximou dele. Queria ajudar, ams não conseguia, aquela criatura lhe dava nojo e repulsa. Num debate interior se deveria ou não ajudar ela se ajoelhou ao lado dele]

-Você é um idiota sabe. Fraco. Vocês nucan aprendem não? Isso aqui - ela apontou para as feridas que sangravam- não são nada, eu aprendi a conviver com marcas e cicatrizes. E você? o que ganhou com isso? Agora está ai, jogado, fraco. E eu sou a uncia que posso ajudar. Que ironia não? A quem você feriu agora é quem pode te ajudar. - a voz da garota ela suave quese sussurante. Seus olhos brilhavam - O que você quer de mim? O que você quer desta casa Mordred?
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Petyr Van Abel
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Post by Petyr Van Abel »

Ana wrote:-Você é um idiota sabe. Fraco. Vocês nucan aprendem não? Isso aqui - ela apontou para as feridas que sangravam- não são nada, eu aprendi a conviver com marcas e cicatrizes. E você? o que ganhou com isso? Agora está ai, jogado, fraco. E eu sou a uncia que posso ajudar. Que ironia não? A quem você feriu agora é quem pode te ajudar. - a voz da garota ela suave quese sussurante. Seus olhos brilhavam - O que você quer de mim? O que você quer desta casa Mordred?


Mordred sorriu. A dor que sentira o cansaço, era passageiro e rápido. Em poucos instantes era o suficiente pra que ele se levantasse. O problema eram aquelas memórias. Se ele visse mais uma, naquele estado... Ele não correria perigo, pena não poder dizer o mesmo de Ana, que havia se aproximado.A alucinação que deveria vir em seguida começava a brotar e ele riu.Ria.Alucinado.Louco.Perdido.Talvez essa fosse a sua face...Ele nunca fora Repressão.Agora se lembrava...

"Loucura... Esse é meu nome entre os Anjos. Isso mudou depois que Henry mudou minha mente."

Rapidamente sentou-se.Ficou cara a cara com ela.Puxou-a pra perto,a tal ponto que pudesse falar em seu ouvido.

-É eu sou um idiota e idiotas nunca aprendem.Você não é a única que sabe viver no meio da dor e de cicatrizes e também não sabe o que é ironia.Minha fraqueza é passageira.Ah sim...o que eu ganhei com isso? Acrescentei mais uma pessoa ao grande e espantoso numero de pessoas que me odeiam e sentem repulsa,nojo e coisas do tipo.Também acrescentou mais um pouco de insanidade.Acrescentei mais uma dor ao meu coração,já que quem eu feri era uma pessoa que de fato,era importante por algum motivo.Mais tudo isso eu já aprendi a conviver.Sem nunca me arrepender do que fiz...Arrependo-me de outras coisas...Como não ter sido mais educado,mais gentil,ter feito o que eu podia fazer...Mas de que isso importa agora não é?

Mordred a soltou,pegou sua varinha.A lendária varinha de ossos,mais lembrava uma faca do que uma varinha de fato.Apontou para o rosto da garota.
Usou um encantamento de seu povo usado na cura.Ao termino das palavras não havia uma marca sequer no rosto dela.Não havia nem indícios de que fora agredida.Não devia haver dor também.Era um encantamento poderoso. Ele levantou-se.Olhou-a por um tempo.Abaixou-se.


-Sabe... Existem coisas que somente os insanos podem entender... Aqueles que nunca sabem da realidade são aqueles que mais entendem dela.Tome cuidado Ana.A sua realidade pode não ser o que você imagina. Pense, reflita... Se no fim realmente me odiar... Não precisa me ver mais...Eu procuro o livro que me devolvera a verdade e a sanidade.Um verme chamado Leto Morzan Black,meu irmão gêmeo conhecido por você como Henry escondeu em algum lugar. Daqui eu nada preciso.Precisava ate saber que não estava aqui.No fim o que eu preciso dessa casa era apenas ver você...E ter mais um pequeno ataque.Adeus...

Mordred a beijou.Nunca pensara em fazer aquilo.Parecia ate reflexo.Mas sentia...Aquela devia ser a ultima vez.Em qualquer caminho do futuro ele nunca se lembrava de vê-la.Isso significava que ela não estaria lá...Infelizmente.Mordred deu as costas a Ana e saiu.Enquanto caminhava na floresta o ataque veio.Tardio mais veio.A lembrança mostrava o primeiro encontro.

Lembrança
Gwydion estava de volta ao Tabr. Tabr era o nome dado à caverna onde vivia o povo "Corrino", que preservava seus costumes do deserto sem serem influenciados pelos "avanços tecnologicos". Sietch Tabr. Ele estava parado.Com um anel no dedo.O anel babilônico. Ao seu lado uma bela garota. Ele não sabia quem era.Mas usava o bracelete. A 4ª relíquia. Eles riam e brincavam. Cantavam. Ele escrevia as mais belas poesias naquele instante quando ouviu:

-Shai-hulud fala.Vocês obedecem.

Gwydion se dirigiu ate o local de onde vinha o som.Era Leto que lá estava.

-Shai-hulud,O poderoso deus do deserto?Não eu vejo Coan-Teeen

Henry, ou Leto, congelou perante seu próprio rosto.E também pelo que ouvira.

-Ousa me chamar de o espírito da morte que caminha sem os pés?Quem é você?

-Seu irmão,Leto Morzan Black.As pessoas me chamam de Gwydion Mortar Black.

-Bom já deve saber o que venho fazer aqui "Irmão".Entregue as relíquias.

-Nunca! Essas relíquias não foram feitas pra ficarem juntas.Não entregarei!

A garota que estava com ele se escondeu atras de Gwydion.Aquela era uma lembrança confusa.Passageira.Tenue.Sem sentido.Gwydion pegou a varinha e esperou.Quando olhou para a garota Leto atacou.

-Nunca mais me chame de Leto.Eu sou Henry agora e você não me da outra escolha! IMPERIO!

Fim da Lembrança


"Você...usou uma maldição imperdoável.Quem era a garota que estava comigo?Porque sinto gostar tanto dela?Porque voltei ao Tabr?Não tinha sido expulso?o que eu fiz sob o seu comando Henry?Estou fraco..."

Mordred afundou-se na floresta.Ele precisava do livro ou morreria em sua fraqueza.Ficou lá durante um bom tempo.Depois sumiu.

Off~> Só Shai-Hulud sabe!

(P.S.: Se vocês não estão entendendo esse negocio de "Povo Corrino", Henry/Leto x Gwydion/Mordred. Shai-Hulud,Coan-Teen e coisas do tipo
Não esquentem, a insanidade da narração é proporcional a insanidade do personagem xD)
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E do riso fez-se o pranto!!!


E hoje em dia... como é que se diz eu te amo?
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Nana_zinha
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Post by Nana_zinha »

[NAna fiocu observando Mordred por algusn segundos então ele se levantou]
["É eu sou um idiota e idiotas nunca aprendem.Você não é a única que sabe viver no meio da dor e de cicatrizes e também não sabe o que é ironia.Minha fraqueza é passageira.Ah sim...o que eu ganhei com isso? Acrescentei mais uma pessoa ao grande e espantoso numero de pessoas que me odeiam e sentem repulsa,nojo e coisas do tipo.Também acrescentou mais um pouco de insanidade.Acrescentei mais uma dor ao meu coração,já que quem eu feri era uma pessoa que de fato,era importante por algum motivo.Mais tudo isso eu já aprendi a conviver.Sem nunca me arrepender do que fiz...Arrependo-me de outras coisas...Como não ter sido mais educado,mais gentil,ter feito o que eu podia fazer...Mas de que isso importa agora não é? "]


- O que importa..o que..

[MAs ela se calou a ver ele se aproximar dela, cocando seu rosto coma varinha e logo seus machucados estavam curados.]

*O que ele quer? Me machuca e depois me cura.*

["Sabe... Existem coisas que somente os insanos podem entender... Aqueles que nunca sabem da realidade são aqueles que mais entendem dela.Tome cuidado Ana.A sua realidade pode não ser o que você imagina. Pense, reflita... Se no fim realmente me odiar... Não precisa me ver mais...Eu procuro o livro que me devolvera a verdade e a sanidade.Um verme chamado Leto Morzan Black,meu irmão gêmeo conhecido por você como Henry escondeu em algum lugar. Daqui eu nada preciso.Precisava ate saber que não estava aqui.No fim o que eu preciso dessa casa era apenas ver você...E ter mais um pequeno ataque.Adeus... "]

-Irmão gê...

[MAs denovo ele a fez calar. Mas agora com um beijo. MAs ao contrario que fez com Henry, Nana não o afastou nem ignorou. Ela rertibuiu o beijo]

*O que está acendo com você garota? Retribuindo o beijo dele? Pára, Pára..se afasta logo.*
[Como se levasse um choque Nana empurrou-o, colocandoa mao sobre a propria boca. Ela o viu dar as costas e sair. A garota ficou parada olhadno a prota se fecahr e então caiu de joelhos no chão. Agora que ela parou a escutr com atenção o que el disse]


*"Também acrescentou mais um pouco de insanidade.Acrescentei mais uma dor ao meu coração,já que quem eu feri era uma pessoa que de fato,era importante por algum motivo." O que ele quer de mim? O que ele quer da Gaby? Por que eu não posso simplesmente viver minha vida em paz?*


[Ela ficou ali, de joelhos, com as maos afundadas no tapete velho e empoeirado. As lágriams corriam por seu rosto]


*Acho que ele não é o unico que está insano. Céus, eu vou enlouquecer se continuar assim.*

[A garota não sabia quanto tempo ficou ali..mas seus joelhos já começavam a doer. Ela levantou-se, pegou a caoa que aidna estava no sofá e saiu da casa. Não queira mais ficar ali. Precisava dar uma volta. Reforçou todos os feitiços e saiu em diração ao castelo]

off~Lago
off²~ Henry/Mordred... tipo.. só isso? seu sem graça ¬¬'
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Post by Nana_zinha »

[Ela entrou correndo em casa, o caminho todo, desde o lago até ali a garota fez correndo. Ainda ofegando ela se jogou no sofá e fechou os olhos. estava segura agora. Não que não estaria lá fora, mas aquela monitora não parecia muito feliz. Mesmo a outra não podendo fazer nada contra Nana, a garota havia levado um susto.]
[Onde será que estaria Mordred agora? Aquele garoto...ele era igual ao irmão, se é que eram irmãos mesmo, mas a questão era que eles sempre a deixavam confusa. Nana tinha certeza que não amava Hnery, ele foi muito importante para ela, mas não o amava. MAs e quanto a Mordred? O que ela sentia por ele? A garota passou a mao nos cortes reabertos em seu rosto. ainda latejavam de dor, mas nada que não fosse suportável.]


*Você é uma idiota garota. *

[Ela levou a mao até o bolso, seus dedos tocaram em um objeto de metal frio.]

*Oh céus! eu esqueci. tenho que quardar isso em algum lugar. Mas aonde?*

[Com o bracelete que havia ganho de Mordred, para que guardase, preso em uma das mãos ela saiu pela sala a procura de alguma passagem para guardar-lo]

*Vamos, deve ter algum lugar aqui. Henry não deixaria a casa tão vunerável. Tem que tem algum cofre ou algo do tipo. Pense, pense.*

[A garota mexia em todos os objetos do lugar. até que ao mover um livro do lugar uma porta se abriu do lado oposto da sala. Ela foi até lá e colocou o bracelete enrrolado em um pano de veludo entre alguams coisas que estavam lá já. Nem se deu ao trabalho de olha-los. Fechou a porta e foi em direção ao segundo pavimento. Ela entrou em seu quarto, despio a capa e os calçados e se deitou. Precisava fazer uam visita na Ala, mas isso ficaria para depois. Não demorou muito para que dormisse]

off~ dormindo
off²~assim que todos estiverem de volta ao castelo e ela acordar: Ala
Last edited by Nana_zinha on 14/01/08, 22:13, edited 1 time in total.
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Raven
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Post by Raven »

    Narração
    Fala
    Pensamento
    Off

    Raven nunca gostara muito de eventos escolares, mesmo quando ainda era aluna, de forma que não houve nenhum pesar em sua decisão de faltar à Festa Black’n White. Depois de todo o custo que fora para arrumar alguém para decorá-la, é claro que gostaria de ter visto o resultado final, mas de forma alguma isso influenciaria quando um mínimo vestígio de dor de cabeça surgiu. Por algum tempo, havia passeado pelos gramados desertos apesar do frio que fazia. O frio acabou por vencer, no fim das contas, e quando decidiu que já seria tarde demais para aparecer havia se deitado direto. Cedo.

    Dormindo cedo, diferente de seu usual, era mais do que natural que acordasse cedo demais. E às cinco da manhã já tinha perdido todo o sono. No momento em que percebera que não conseguiria tornar a dormir de forma alguma, se pusera de pé e trocara as roupas, colocando a primeira sobreveste que viu apenas para se proteger do vento.

    Foi até as cozinhas, já estando bastante mais acordada após descer os diversos andares. Como não havia a menor possibilidade de que com o céu ainda escuro o café já estivesse servido, apanhou uma maçã e tornou a subir, voltando aos Jardins. Aquele era o único horário em que o local era tranqüilo, e não cabia desperdiçar tal oportunidade. Deu a volta pela lateral do castelo, degustando a fruta lentamente graças à total ausência de fome. Quando estava logo abaixo da janela de seus aposentos – andares abaixo – se recostou contra a parede que se erguia como uma muralha, fechando os olhos e se recostando como para tentar um breve cochilo ali até que o sol começou a surgir por detrás das árvores.

    Piscou, logo se acostumando à claridade contra sua pálpebras cerradas, mas logo um som diferente quebrou o clima. Algo cortou o ar velozmente, atingindo seu objetivo com um baque seco. Se pôs de pé logo, sacando a varinha e se aproximando furtivamente da orla da Floresta Proibida. Apenas quando já estava a cinqüenta metros do início das árvores, identificou um aluno como sendo a fonte do som.

    Guardou a varinha, se aproximando por trás ao mesmo tempo em que o aluno puxava outra flecha e o agarrando pela orelha sem a menor consideração quanto a isso o fazer disparar a flecha acidentalmente. Ainda o levando junto de si, andou até a árvore e arrancou a flecha que estava no alvo e a outra, que atingira o tronco, com a mão livre, em seguida agarrando a alça da mochila precariamente com a mesma mão e saindo pelo gramado, sem dizer nada, levando o aluno consigo.

    Se pronunciou apenas quando já estavam próximos à entrada do castelo, olhando de esguelha para o aluno enquanto largava os objetos que levava no chão sem fazer o menor caso.


    - E então, sr. WildStorm, vai me dizer logo que idéia idiota é essa ou vai esperar que eu arranque sua orelha?
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Rah ~
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Post by Rah ~ »

Raisa acordara bem cedo, ainda estava escuro, como estava sem sono resolveu dar uma volta.No dormitorio feminino todas as garotas dormiam, ela se vestiu e saiu do dormitorio na ponta do pé.Descendo as escadas não foi a surpresa não ter ninguem.Ela passou pelos corredores, seus passos ecoavam naquele lugar mal iluminado.Ouviu alguns quadros reclamarem pelo pequeno , mas importuno barulho, mas não deu muita confiança.Era fato que toda vez que voltava para Howgarts era acompanhada pelo Griffo que ficava morando na floresta.Felizmente Godric já fizera amizades por lá , então sempre era bem vindo aos bando.Logo uma brisa fria bateu no rosto de Raisa, sim, já estava nos jardins, sem esperar foi correndo até a floresta, para encontrar o amigo incomum.Ao encontrar o animal quase no meio da floresta, a garota passou um bom tempo no meio dos animais.Vendo que o ceu negro agora estava clareando ela se despediu do Grifo e foi sainda da floresta, até que som de vozes a faz parar.Espioru atras de uma moita: Era Raven com Biel.Obviamente o garoto tambem resolveu dar um passei mas foi pego pela megera.

Raven
[- E então, sr. WildStorm, vai me dizer logo que idéia idiota é essa ou vai esperar que eu arranque sua orelha?]


Raisa escutou atentamente as palavras da professora.Sem se importar muito ela caminhou até os dois.Com as maos no bolso e com uma cara de que não era surpresa aquela cena entre aluno e professora.Ela falou com calma e um tom um pouco frio.Certamente não era para estar ali, mas ela não ligou muito.Seu rosto agora não demonstrava sentimento algum, olhando para ela era dificil saber o que estava pensando.

-Bom dia Biel...professora Raven.O que traz os dois aqui numa manha tão fria como essa?

A garota falava com certa ironia.Uma aluna perguntando o que uma professora estava fazendo num lugar daqueles?Certamente ela se esquecera que era aluna.Raisa continuava a encarar Raven, e acenou com um pequeno sorriso a biel, e novamente encaro Raven com um olhar ironico.Aquela ceno foi realmente estranha.
Last edited by Rah ~ on 15/01/08, 12:51, edited 1 time in total.
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Lilith von Gothard
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Post by Lilith von Gothard »

narração
fala própria
Cartas e escritos
fala de outro personagem
pensamentos

A jovem tinha decidido ir á floresta proibida naquela manhã, mas tal não aconteceu, pois felizmente ela viu Raven sair de lá com um aluno que era Biel. A Riddle observa alguém a aproximar-se e vê que era Raísa.

" Bem penso que vou me juntar á festa!"

Aryahnnah foi-se aproximando com um enorme sorriso cínico estampado na cara

- Professora Raven há quanto tempo!

A agora professora de DCAT olhou para a aluna que continuou a falar cinicamente, não estava a ir contra regra alguma logo não poderia ter detenção se tivesse falaria com Fled. Afinal só estava a ser simpática.

- Não faça essa carinha á sua aluna favorita! As férias foram boas?

Este ano Raven iria pagar por a ter ameaçado...Ary Riddle seria o seu maior pesadelo.

Off- MUHAHAHAHA
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Lilith Rehnaxia von Gothard
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Post by Bea »


    Narração
    Fala
    Pensamento
    Outros personagens


    Beatrice dormira pessimamente. Apesar do cansaço que sentia na noite anterior, passara toda a noite se virando e revirando na cama. Não sabia o motivo ao certo de tal insónia. Estranhara a cama? Talvez. Um certo nervosismo? É, podia ser. De qualquer modo, não importava o motivo. O que importava, é que quando finalmente estava pegando no sono, o dia começou a amanhecer e a claridade entrou pelas janelas de seus aposentos, cujas cortinas tinha esquecido de fechar. Como resultado ficara com um terrível mau humor, muito pouco habitual na professora.

    Desistira de dormir. Se levantou e com um pouco de água gelada, afastou os vestígios de sono de seu rosto. Comera algumas bolachas rapidamente e bebera café, apenas para não andar de estômago vazio, pois fome não sentia. E tentando se animar, pensou que acordar tão cedo era ótimo pois lhe daria a oportunidade única de explorar o Castelo sem a presença de alunos e professores.

    E assim, depois de ter vagueado a esmo pelo castelo, atravessou o sagão de entrada. Uma brisa fria lhe bateu no rosto. Estava uma manhã fria e por momentos, pensou em voltar a sua sala para vestir algo mais quente. Por algum motivo não o fez, talvez porque a ideia de voltar a subir ao quinto andar não a atraia. Decidiu ignorar o frio e começar suas explorações pelos jardins. No entanto, não teve muito tempo para o fazer, pois, ouviu uma voz um tanto desagradável:


    -Bom dia Biel...professora Raven.O que traz os dois a floresta proibida numa manha tão fria como essa?

    Outras vozes se seguíram mas Beatrice não lhes deu atenção. Intrigada, olhou em volta, procurando a fonte daquela voz. Não demorou a avistar um pequeno grupo: três alunos e um adulto que, a avaliar pelo vulto, só podia ser Raven. Sem hesitar, se aproximou, observando com interesse os alunos ali presentes. Um deles, que ela conhecera no trem, estava sendo agarrado por uma orelha por Raven. As duas alunas encaravam a professora. Qual delas teria proferido a frase petulante que ouvira? Franziu o sobrolho, não gostando da arrogância que as duas exibiam. Será que Jéssica estava certa e os alunos estavam precisando de professores mais rigorosos? Não queria acreditar que se enganara tanto.

    - Ora, ora, que temos nós aqui? Eiluned, que bom vê-la! Não sabia que seu hobby era arrancar orelhas! Interessante, sem dúvida... Acho que devia experimentar, parece ser divertido - e se virando sorridente para as duas alunas - Querem ser as primeiras?

    O tom não era agressivo, pelo contrário. Olhou em expetativa para as alunas como se estivesse realmente ansiosa por uma resposta afirmativa. Sem que os alunos percebessem, piscou disfarçadamente para Raven, um sorriso divertido nos lábios.

.: B de Bea B de Bolacha :.

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Raven wrote:~agarra bolacha com uma mão e trompete com a outra
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~morde Raven
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