Coooooooooooorre!
Eu quero participar da página 1000!
Eu sou a madrinha, oras! ò.ó
[EDIT] Agora que já garanti meu post na página mil posso falar direitinho.
*chega vestida como uma mini Hagrid, cheia de peles e com a cara redonda*
*segura a irmã pelo colarinho*
Eu tenho uma mini história pra postar, só que não sei se o momento é esse.
Geeeente o que foi o capítulo final de House? Eu sei que ninguém assiste, mas tenho que comentar. *-*
Uhhhhhh. Sei lá, faltou um final mais conclusivo, mas mesmo assim... y.y
*cry a river*
[EDIT 2] Por que a Fuxa quer aparecer com essa sing todo photoshopada e pans? Quem ela pensa que é na noite?
Hump!
[EDIT 3]
Tá, vou postar meu textículo:
A RAPOUSA E A UVA
Era uma vez uma rapousa carioca. Apesar de o Rio de Janeiro não ser, obviamente, o habitat das raposas, todos hão de convir que aquela não era uma raposa normal. Além de ter sido criada em cativeiro e de não ser tão laranja quanto deveria, ela também tinha uma letra a mais no nome (algo a ver com Numerologia, diz a própria, mas desconfio que na verdade seja uma tentativa se diferenciar – mal sabe ela o quanto é original).
Numa vinícola mais ao sul, e alguns anos depois da criação da tal rapousa (até hoje não se sabe como de fato ela nasceu), brotou de uma pomposa parreira uma simpática uvinha. A fruta, que cada vez foi ficando mais redonda e púrpura, foi criada solta e feliz nos pampas gaúchos. Por vezes a pobre uvinha era distanciada das outras frutas da parreira, só porque ela era diferente das outras, todas verdes.
Mesmo à distância, as duas, não se sabe como, conseguiram se conhecer. E, juntando todas suas diferenças, por vezes tão incompreendidas, elas resolveram se acertar de vez. E elas sabiam que eram almas gêmeas, antes mesmo de se tornarem grandes amigas (amizade essa que veio com o tempo).
A família de ambas tentou interferir.
“Você vai acabar virando uva-passa se sair daqui!” dizia a matriarca do cacho de uvinha.
“Vocês são de Reinos diferentes!” interfiriu a criadora da rapousa.
“Mas nós nos amamos” argumentavam de volta.
Porém, com o apoio de vários outros amigos, (desde gêneros alimentícios, como Amandita’s, até seres celestiais mais chamados de anjinhos e mandiocas do centro do país) os dois oficializaram sua união na página mil de uma longa história.
E eu tenho certeza que eles viverão felizes para sempre e para todo o sempre. Por que, mesmo que nossa cara uvinha acabe se tornando uma passa num arroz de Natal ou que nossa rapousa preferida perca todos os pelos de sua bela cauda, um sempre terá o outro para o apoiar, pois foi justamente a diferença que os uniu.
P.S.: Espero, pelo bem da minha adorada uvinha, que a rapousa não a coma até o caroço.
P.S.2: Eu jamais desconfiaria da masculinidade do Roonil fazendo um trocadilho com “fruta”.
Vídeo da música do Reginaldo Rossi, pra se inspirar:
http://br.youtube.com/watch?v=2tQ6LEmtc ... re=related
Por Mandy, com muito amor e carinho, porque você super merecem
Ahhhhh, to ton feliz *-* E... e...
*pega um lenço do tamanho de uma toalha de mesa*
Cadê a padra que não chega? ù.ú