Ala Hospitalar

Curta as magias do Castelo de Hogwarts!
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Stella Di Fiore
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Re: Ala Hospitalar

Post by Stella Di Fiore »

  • Narração / - Fala / - Nan *_* ~foge
    _________________________________

    De um jeito ou de outro, deu para perceber - ela não fazia lá muito questão de esconder - que a mocinha machucada, se pudesse, pegaria Stella pelo pescoço e faria o mesmo que se faz com um peru na véspera de Natal. Percebendo que praticamente tinha uma arma apontada para o peito com jeito ferino, apesar de cansado, Stella ouviu relato virando os olhos para todos os lados, contendo um riso debochado. Não que fosse rir delas. Riria de si mesma e de seu jeito perdido, enquanto um homem pouco mais velho que ela - sendo ela pouca coisa mais velha que a moça machucada - escutava um relato obviamente talhado e entrecortado do que realmente deve ter acontecido.

    E se permitiu acreditar quando a mocinha relatou que uma voz a tinha chamado para a Floresta Proibida. Oras, a própria Stella escutava uma voz que lhe dizia, lá no íntimo, para tocar no professor Renan, nem que fosse rapidinho e... Bom, era são da parte dela ignorar aquilo, em nome do bom-senso, do auto-controle, do amor próprio e do orgulho. Tinha medo que apenas um toque a fizesse perder sua mísera vitória, seu primeiro passinho em nome da independência que tanto sonhara depois de tudo e...

    Era ruim, afinal, parecer uma desmiolada completa, olhando pros cantos ao invés de focar o que acontecia. Havia duas escolhas: Olhar para a mocinha com olhos de fuzil ou mirar o diretor. Certamente observar o diretor era muito mais interessante, especialmente na forma com que ele mexia nos cabelos... Stella admoestou-se que poderia estar beirando a indiscrição. Mas era só uma olhadinha para o único ser - apesar de sério - amigável naquela bendita budega!


    - Então, senhorita Vance, relata que adentrou a Floresta Proibida na companhia de mais dois colegas; enfrentaram, os três, um bando de centauros; tomaram uma passagem supostamente secreta para a Casa dos Gritos; e voaram para a Torre de Astronomia nesse estado... Impressionante.

    Oh, não! Ele não estaria usando de ironia num momento como aquele... Não mesmo... Um riso indiscreto da bibliotecária virou uma tossidela inconveniente, bem como o brilho nos olhos castanhos da mesma. "Culpa do cansaço!", ela mentalizou diversas vezes para não entrar em parafuso e brigar com a própria consciência sobre seus modos recentes, que se revelavam nada cortezes.

    Mas qualquer vestígio de qualquer sentimento positivo ou feliz sumiu, dando lugar a preocupação quando viu o resultado da execução do feitiço do diretor. Era Magia Negra! - Ah, qual é? Stella não é tão burra assim para não reconhecer. Aliás, qualquer um perceberia... - Sem sequer se atentar ao fato, já estava tocando o ombro tenso do professor em sinal de um apoio singelo e solidário e, dessa vez, olhou para as meninas com sinal de preocupação.


    - Eu não sei em que pé anda a biblioteca, mas eu me boto a disposição para procurar o que for preciso e auxiliá-las de alguma forma. - Ela falou de pronto, a voz profunda, séria e segura, pela primeira vez naquele novo local.

    Stella só esperava que o Professor Renan, de alguma forma, entendesse que o aperto involuntário que ela deu no ombro tenso dele servia para dizer que aquele oferecimento também se estendia a ele. E foi quando Stella entendeu que a voz dentro de si havia sido escutada. E o pior: Ela nem estava em si para curtir o toque. Para piorar, percebeu que sua mente tinha, novamente, desviado do assunto principal. Mas tudo bem, o foco naquele momento já era outro, completamente diferente.

    O diretor setenciou a detenção e Stella rezou para que a professora Yuna tivesse quase nada de pertences. Faxina com magia já era complicado, o que dirá sem... Mas o toque final das palavras a deixou sem outra reação que não fosse a tussida - que nada mais era do que riso impróprio mal contido. Aquele homem era, definitivamente, sinal de problemas! Mas, oras, quem com 16/17 anos pensa em prudência? Ela mesma não pensara e...

    Bem, ele se retirou com um aceno de cabeça e um daqueles sorrisinhos discretos que ela já aprendera - em tempo recorde, repare - a apreciar. Sem evitar, ela respondeu com um sorrisão aberto e verdadeiramente alegre, apesar da situação. Mas assutador mesmo foi perceber que, da mesma forma que os sorrisos surgiram, dissolveram-se quase ao mesmo tempo e ambos ostentavam um jeito sóbrio e sério novamente, numa sincronia marcada pela mera coincidência - ou não, quem sabe?

    Por fim, virou-se para as meninas, enquanto o diretor se retirava ela não sabia para onde.


    - Aaaaah... -Ela começou, com um bocejo inesperado. - Desculpe, é o cansaço. Mas reitero aqui minha oferta. A biblioteca sempre esteve aberta para vocês, desde antes mesmo de eu ser contratada, mas EU - Ela apontou para si mesma, como se enfatizasse o que havia dito. - estou a disposição para o que precisarem, afinal vai ser minha função conhecer minúcias daquele acervo e... Bem, eu no lugar de vocês, certamente não ficaria passiva, digamos assim. Agora, se me dão licença, eu preciso achar uma sala vazia para dormir. - Ela deu um sorriso cansado e as pálpebras relaxavam sem o consentimento da dona.

    Virou-se com toda a classe e elegância - os resquícios dos resquícios - para a porta da ala e viu mais uma mocinha de brasão vermelho e dourado. Esta fervilhava de ódio ao olhar e fazer certos gestos para uma mocinha de brasão azul e bronze e Stella se permitiu intrometer:


    - Olá, mocinha. Eu sei que a gente nem se conhece, mas eu tenho algo que pode servir de calmante para os seus nervos: O diretor é aquele cara ali. - Ela o caçou e o apontou quase que instantaneamente, mordendo os lábios para não deixar escapar um sorrisinho indiscreto. - Ele tá doido para recrutar mão de obra gratuita com detenções. - A voz se tornou um sussuro quase conspiratório. - Você realmente vai querer perder o controle na frente dele assim de mão beijada,
    signorina?
    - Ela concluiu com um sorriso malandro.


Off: Que bíblia! =O
Agatha Saphira
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Post by Agatha Saphira »

  • Ohanna estava esperando aquele aluno da Corvinal se aproximar, algo que não demorou muito a acontecer, mas sua atenção foi redirecionada. Sem entender o porque, uma “onda” de raiva começou a fluir em seu corpo e ela nem precisou se concentrar muito para compreender o que estava por perto.

    Sheu, aquela garota da Grifinória que Ohanna infelizmente encontrou no Expresso de Hogwarts, estava parada ali perto e estava olhando diretamente para a garota. Sem virar muito tempo para ela não perceber, Ohanna rapidamente se virou para ter certeza que era ela que estava lá, e se concentrou um pouco para tentar ler a mente da outra guria.

    Diferentemente do que haviam lhe ensinado, logo que ela se concentrou no rosto de Sheu, ela conseguiu ver o que ela estava pensando. Ela estava pensando sobre o encontro com Ohanna no Expresso, era algo sobre ela não ter se acovardado, esquecido.

    Aquela breve discussão que elas haviam começado no Expresso, havia sido interrompida pelo irmão da guria e pela rápida chegada a Hogwarts. Aquela conversa havia ficado pendente e Ohanna resolveu ir atrás da guria. Elas não poderiam “conversar” próximo da Ala Hospitalar, pois ali tinha muitas pessoas, incluindo professores.


    - Olá, mocinha. Eu sei que a gente nem se conhece, mas eu tenho algo que pode servir de calmante para os seus nervos: O diretor é aquele cara ali. Ele tá doido para recrutar mão de obra gratuita com detenções. Você realmente vai querer perder o controle na frente dele assim de mão beijada, signorina?

    Ohanna foi pega de surpresa com aquela mulher. Ela não sabia quem era, devia ser alguma professora ou alguma funcionária da Escola, mas isso não importava, ela tinha assuntos a tratar.

    - Não se preocupe, querida, eu sei me cuidar muito bem e não estou anciosa por denteção. Vim aqui para devolver a varinha que este Corvinal deixou cair. - falou aprontando para Vinnie e olhou de relança para a guria, ela havia ido embora - De qualquer modo, ela já foi embora e já está ais do que na hora de eu dormir. Com licença!

    Entregou rapidamente a varinha do garoto, melhor dizendo, deixou numa mesinha que tinha ali perto, e saiu rapidamente da Ala Hospitalar e foi atrás da guria. Não havia mais sonos, parecia que ela havia recém acordado, tamanha era sua energia.

    "Eu e esta garota temos uma conversa pendente e iremos terminá-la agora."


    OFF [1] Maninhaaa.
    OFF [2] Não se preocupem, Hogwarts continuará inteira.
    OFF [3] Stella, eu amaria conversar com você, mas minha vontade de falar com a Sheu é muito maior.
    OFF [4] Divo, eu e a Sheu não vamos nos matar, só conversar.
    no máximo rolará um crucio, coisa básica.
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G. R. Martins
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Re: Ala Hospitalar

Post by G. R. Martins »

Lugh ainda estava meio insegura quanto a revelar tudo quando Elizabeth se dirigiu a ele:

- As paredes escutam nesse castelo, literalmente. Se quiser contar sua história, sugiro a torre de astrônomia, que costuma ficar bem vazia quando não está teno aula, ou alguma das salas abandonadas. Elas são abundantes no cominho pra torre da corvinal.

-Literalmente? Tá, eu entendi. Posso ter sido lerdo e avoado ano passado, mas não tanto assim...

"Tenho que confiar que nada vazará. Pode não ser bom para mim... Afinal, Nergal pode descobrir meu paradeiro."

Lugh pensou de novo em Nergal. Seu punho se fechou com raiva ao pensar nesse nome. Apesar disso, ele acabou sorrindo.

"Isso é o mais próximo de um sentimento que ele pode ter. E nisso, eu tenho minha vitória."

-Hm..é, ela está certa.

Lugh deu um leve suspiro, aliviado por não terem percebido a onda rápida de raiva que passara por ele. Isso envolveria contar a história antes da hora, no local errado.

"Um corvinal aparentemente amigável e uma sonserina não tão amistosa com ele... Que grupinho engraçado que eu reuni... Até parece aqueles livros... Mas se fosse, eles eventualmente... Ew, não! O Vinnie tem namorada! E a Elizabeth... bem, ela é bem restrita em relação a amizades..."

-Não poderia pensar em um local melhor.

-ok então, vamos subindo? você me conta o que tá acontecendo no caminho, se quiser também, eu não vou pressionar você a isso, só tome cuidado com os segredos que voce guarda, muitos alunos já caíram aqui, enganados por seres que vagam por esses corredores, nenhum objeto sequer é considerado inofensivo aqui..quanto mais frascos de poção para garotos de sua idade..mas ok, vamos?

-É o que eu pensei, mas Raye não se importava com isso... Não se importava em MENTIR para mim. Então vamos. A Torre me soa como um bom lugar.

Lugh começou a andar para fora até que viu uma varinha encima de uma mesinha. Antes que pensasse em fazê-lo, sua mão sacou a varinha que lhe pertencia do bolso da capa. Então o objeto perdido não era dele. Ele continuava segurando sua varinha, deixando a outra intocada...

"Outro mistério... Interessante como as coisas se desenrolam por aqui..."

Lugh sorriu novamente, não um sorriso calmo, alegre ou atrapalhado, mas um sorriso deliciosamente maligno, como se uma peça para sua trama tivesse se encaixado perfeitamente.

"Um garoto inocente, sem conhecimento das artes das trevas, ironicamente com um livro que ensina sobre várias delas... Nergal deve pensar que eu leio as magias, que eu as aprendo... Não pensar, temer... Isso pode me dar um tempo para arquitetar melhor meu plano. E L. Eu arrancarei sua máscara assim que terminar com Nergal. Huhuhun..."

Off: Lugh anda meio bipolar...
Off²: O que viraram os trocentos livors que caíram da minha mochila?!
Off³: L. é um outro mistério que se revelará ainda mais tarde.
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Gui M.
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Re: Ala Hospitalar

Post by Gui M. »

  • A cena beirava o ridículo. Em um termo mais leve, poderia ser facilmente taxada como cômica. O fato é que, Ariel Ruthven não sabia como agir, quais medidas tomar e, inacreditavelmente, estava perdido em suas próprias reflexões profundas. O fator surpresa o havia incomodado ao ponto de desregular completamente o seu instinto altivo, frio e falsamente superior. Pela primeira vez em muitos anos, não tinha nenhum controle sobre a situação a qual estava vivenciando. Seus pais sentiriam vergonha, se o vissem assim. Pais? Não era hora para ter pensamentos familiares; na verdade, a sua cabeça apenas computava esse tema. Mas no caso, não tinha nenhuma relação com quem lhe fazia perder a compostura. Apenas sabia que era mais próxima daquele garoto do que muitos bruxos que achavam – se íntimos dele.

    Fincou o pé no chão, perdendo o equilíbrio por alguns segundos. Sua respiração tornou – se ofegante mais uma vez, mesmo que os seus esforços físicos tenham sido mínimos. Observou com sutileza o grifinório assumir uma certa distância de onde estava, apressando – se em um impulso para conseguir se emparelhar com o garoto, no caminho para a ala hospitalar. Mesmo que relutasse, os seus olhos insistiam em cair sobre o pequeno Feather. Havia algo de instigante e perturbador naquela noite movida ao luar, acentuando a ansiedade do famigerado professor. O coração – se é que havia algum, simbolicamente – iria lhe saltar pela boca.

    Os poucos metros em direção a enfermaria lhe pareceram dias, anos... Agradeceu aos céus ou a quem quer que seja por finalmente chegar ao destino desejado. Ainda pelo lado de fora do local, na companhia de Daniel, constatou com olhares rápidos que, talvez, não teria sido uma boa idéia dirigir – se para um recinto repleto de enfermos. Pareceu – lhe, a princípio, que uma explosão atômica atingira o castelo de Hogwarts. A ala hospitalar estava com um número maior de alunos do que os próprios dormitórios. Alunos e... professores. Sim, estava começando a pensar que não fora convidado para a pós – festa da cerimônia de abertura, que supostamente acontecia por ali.

    Reencontrou – se com a docente de poções, Meig@, no momento em que a professora saía do interior da ala hospitalar. Pelo jeito a festa não estava sendo agradável. Apenas lançou – lhe um olhar indiferente, esperando ter espaço suficiente para entrar no local, na medida que a bruxa sumia entre os corredores. Estendeu a mão, sinalizando para que Feather o acompanhasse, no exato instante em que os dois se juntavam aos demais. Não poderia perdê – lo de vista. Jamais.


    - Onde está o jogo de luz....?

    Para destruir os seus pensamentos sarcásticos acerca da impossível chance de ocorrer uma festa no lugar, a ala hospitalar estava semelhante a uma, adivinhem.... ala hospitalar. Alunos nos leitos, gemendo e dramatizando uma doença mortal, seus respectivos amigos sentados ao lado, nas cadeiras de visitas, além da presença da sempre ausente curandeira. Para completar a paisagem, os professores também davam o ar de suas graças, assim como aquele amador em bebidas, o... David Bergerson! Oh não. Lá vamos nós novamente.

    Não é preciso mais nenhuma linha para expressar o desapontamento de Ariel ao avistar o mesmo ser infeliz que lhe causara problemas horas antes, no salão principal. Para ser mais exato, ele sempre lhe causou problemas em toda a vida. Não estava disposto a continuar com aquela discussão desnecessária, cansando – se em algo que não lhe traria nenhum tipo de proveito. Mas, existia algo maior que o puxava para não seguir tais decisões. Segurou no braço de Daniel, guiando – o junto ao seu corpo até onde se encontrava o leito do mestre de Astronomia. Abriram caminho abruptamente pelos demais doentes, vindo a postarem – se diante dos olhos de seu melhor amigo de infância.

    Sentou – se em uma cadeira próxima, ao lado da cama, puxando outra para o menino. Seu olhar encontrou – se pela primeira vez com o de David, aproveitando da situação para acenar – precisa dizer que foi irônico? – como sinal de cumprimento.


    - Sente – se aqui, pequeno senhor Feather. Aceita um chocolate?

    Fez questão de frisar no sobrenome do aluno, dividindo as suas descobertas com o outro professor. Retirou a varinha calmamente, conjurando uma barra de chocolate no que se encaixaria como um tamanho “médio” para um gigante. Não soube explicar qual o motivo de tal ação bizarra; apenas sentiu que estava agindo da forma certa. Entregou o exagerado doce para Daniel, praticamente jogando – o sobre o garoto, o qual sumiu em meio a enorme barra lançada em seu colo.

    Voltou a manter contato visual com o professor, enquanto com um outro floreio de sua varinha, uma garrafa de hidromel e dois recipientes ligeiramente grandes apareceram em sua outra mão. Colocou a garrafa sobre a mesa – de – cabeceira do leito, depositando o líquido nos dois copos, enchendo – os até a capacidade máxima. Deu um longo gole, soltando um sorriso de excitação.


    - ... E para nós, uma bebida leve sempre é bem – vinda. Afinal, nesse assunto, eu assumo a sua superioridade. Vamos, compartilhe deste momento comigo. Aposto que já está totalmente disposto e recuperado para uma segunda rodada. Saúde!

    Outro gole. Não existia nada mais satisfatório. O triunfo em seu rosto estava estampado. Dessa vez, Ariel estava comandando as peças deste tabuleiro imprevisível.
Off ~ Mals a demora, mas enfim, postei \o/
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Elizabeth Maives
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Re: Ala Hospitalar

Post by Elizabeth Maives »

- hm..é, ela está certa.

Disse Elizabeth já sabia, não precisava de ninguém para lhe informar

ok então, vamos subindo? você me conta o que tá acontecendo no caminho, se quiser também, eu não vou pressionar você a isso, só tome cuidado com os segredos que voce guarda, muitos alunos já caíram aqui, enganados por seres que vagam por esses corredores, nenhum objeto sequer é considerado inofensivo aqui..quanto mais frascos de poção para garotos de sua idade..mas ok, vamos?

Por algum estranho motivo, Elizabeth sentiu-se um pouco excluida da fala de Vinnie, mas não ligou. Aquela história era sua agora,f aria o necessário para saber a fudno sobre aquilo. O corvinal ainda não sabia nada de sua força de vontade.

-É o que eu pensei, mas Raye não se importava com isso... Não se importava em MENTIR para mim. Então vamos. A Torre me soa como um bom lugar.

Então estava decidido. Iriam para torre, todo aquele mistério seria esclarecido. Elizabeth estava pronta para sair do local quando reparou que Lguh não se mexera. Por algum motivo, que a sonserina não podia perceber, ele ostentava no rosto um sorriso com algo quase maligno que não combinava de todo com seu semblante ainda infantil.

"O que mais esse garoto vai ter mais em comum comigo? O que será que já aconteceu com ele?"

A curiosidade lhe tomava o corpo e seu rosto quase traia sua ansiedade. Caso alguém pudesse parar para encarar seus olhos cinzas, entretanto, perceberia que o rosto impassivel escondia algo. Com um gesto um tanto nervoso, ajeitou uma mecha do cabelo loiro atrás da orelha

- Vamos logo, então. Quanto mais tarde vai ficando mais o castelo se enche.

Um pequeníssimo sorriso encorajador surgiu em seu lábios finos e ela deu o primeiro passo em direção a porta, esperando ser seguida pelos dois corvinais. E foi então que o professor de defesa contra as artes das trevas adentrou a saa e, por um mísero instante, Elizabeth perdeu o ar. Recuperou-se rapidamente, porém e avançou um pouco mais em direção à saida.

off:indo pra torre de astronomia, sigam a Eliza, por favor ;D
off²:lugh, amei o pensamento sobre o grupinho xD
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G. R. Martins
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Re: Ala Hospitalar

Post by G. R. Martins »

- Vamos logo, então. Quanto mais tarde vai ficando mais o castelo se enche.

-Hey, Torre de Astronomia, então! Vinnie, sua varinha. - disse Lugh, entregando, fora de seu surto de calculismo e planejamento maligno. Um sorriso calmo apareceu em seu rosto e depois do gesto, se virou e seguiu Elizabeth, pronto para acabar com aquilo. O Sr. Ruthven adentrou o ambiente, mas Lugh estava desinteressado demais para se preocupar ou sentir algo. O suor frio não apareceu, então ele prosseguiu calmamente sem reparar nada.

"Vinnie e Elizabeth... Duas pessoas sem praticamente nada em comum... E ao mesmo tempo, unidas pelo mistérios do garoto excêntrico com uma seita cruel em suas costas e dois adultos; dois destinos, á sua frente."

Off: Post curtinho, só pra liberar pra Torre.
Off²: Eu sei, Elisa, foi uma sacada cômica... Huhuhu...
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Re: Ala Hospitalar

Post by Vinnie »

Vinnie estava observando o garoto ainda, então aquele sorriso estranho surgiu, ele nunca vira um garoto tão novo e tão misterioso antes Eu não sei o que diabos eu ainda estou fazendo aqui, esse papo anda muito estranho, mas esse garoto, não sei..é como se eu pudesse sentir sangue corvinal percorrendo as veias dele, é muito curioso..até no modo de falar..

Nesse momento ele percebeu que duas garotas abandonaram o lugar após uma movimentação estranha, uma delas era corvinal e outra grifinória, uma deles foi repreendida por uma senhorita mais velha que ele não conhecia.

- Vamos logo, então. Quanto mais tarde vai ficando mais o castelo se enche. Novamente suas atenções se voltaram para os outros dois próximos a ele Certo, não teve jeito, de qualquer forma, eu não deveria impedir essa garota de vir conosco, afinal, ela é quem estava com ele, e além do mais, estando claro ou não, ela mostrou alguma preocupação com ele, vindo aqui..ou seria apenas curiosidade?wow..aquilo foi um sorriso..não foi?

-Hey, Torre de Astronomia, então! Vinnie, sua varinha Aquilo pareceu estranho, mas só então ele percebeu que sua varinha estava com o garoto, se lembrou então das tentativas de acordar o rapaz na cozinha, estava claro que haviam trazido a sua varinha, mas quem? a sonserina não parecia estar disposta a fazer a boa ação do dia..ficou mais uns segundos paralizado até que uma gota de sangue azul iluminou seus pensamentos, a garota que estava ali segundos antes, ela estava parada a porta da Ala, como se esperasse alguém, antes de sair, ela havia trazido sua varinha.

Preciso agradecer mais tarde..

-Muito obrigado Lugh, eu acabei me esquecendo..vamos então.

off: post tosco só pra liberar também XD
off²: torre de astronomia
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E sim, fui segundo mas minha medalha é dourada pq eu posso u.ú



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Re: Ala Hospitalar

Post by Emmeline Lupin »

Narração
Fala

Pensamentos
Diretor
Senhorita Di Fiore


Não fora exatamente ruim contar o que lhes havia acontecido. Apesar do cansaço, tentou ser fiel ao que acontecera. Relembrando aos poucos os acontecimentos daquela longa noite.
Emmeline fitava os olhos do diretor durante todo o relato. Por algum motivo, não conseguia desviar. Olhava avidamente aquele par azul acinzentado.

Assim que terminara de falar, prestou um pouco mais de atenção ao diretor. Ele parecia pensativo, fitando-a. Emmeline começava a ficar curiosa. Ele permaneceu assim por um tempo.


“Então, senhorita Vance, relata que adentrou a Floresta Proibida na companhia de mais dois colegas; enfrentaram, os três, um bando de centauros; tomaram uma passagem supostamente secreta para a Casa dos Gritos; e voaram para a Torre de Astronomia nesse estado... Impressionante.”


Sarcasmo? Talvez fosse. Levantando a varinha acendendo uma luz púrpura na direção das marcas nos corpos das grifinórias, as feições do diretor mudaram para preocupação.


“Certo, certo...Se as duas estão tratadas, peço que se recolham para seu salão comunal. Mais tarde cumprirão sua detenção: irão esvaziar a sala da Profª Yuna Urahara sem magia, sob supervisão de algum professor, e farão o inventário de tudo o que estiver lá. Também comunicarei seu amigo – que aliás poderia encontrar conforto em um dos leitos aqui –, fiquem tranqüilas...por menos prudente que seja.”


"Esvaziar a sala da professora Yuna sem magia...vai ser cansativo...Ficar tranquila? Certamente não farei isso..."
Com um aceno de cabeça ele se afasta. Ficando as duas ali na presença da bibliotecária, que por algum motivo agora expressava preocupação. Prestativamente ofereceu-se para ajudá-las na biblioteca no que precisassem acerca das marcas.

- Aaaaah... Desculpe, é o cansaço. Mas reitero aqui minha oferta. A biblioteca sempre esteve aberta para vocês, desde antes mesmo de eu ser contratada, mas EU - ela apontava para si mesma, enfatizando o que dissera - estou a disposição para o que precisarem, afinal vai ser minha função conhecer minúcias daquele acervo e... Bem, eu no lugar de vocês, certamente não ficaria passiva, digamos assim. Agora, se me dão licença, eu preciso achar uma sala vazia para dormir. - Ela deu um sorriso cansado.

Por mais que aquela bruxa a tivesse irritado boa parte do tempo, teve que admitir que certamente, precisaria da ajuda da mesma. Expressando pela primeira vez um sorriso durante aquele período em que esteve na Ala Hospitalar, Emmeline agradecera com cordialidade a oferta proposta.
Como não havia mais ferimentos abertos em nenhuma parte de seu corpo e de sua amiga, as duas foram para o dormitório.



off - post sem sal, só para finalizar as ações na ala
off² - provavelmente na detenção ou biblioteca...rsrs
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Re: Ala Hospitalar

Post by Rah ~ »

  • No final das contas, a história dos gêmeos Castells era realmente interessante. As lembranças das palavras ditas pela aluna Sheu, voavam por sua mente, procurando desesperadamente por uma resposta, uma conclusão plausível para aquilo tudo, mas infelizmente nada vinha. Sophie andava pelos corredores indo em direção ao lado exterior do Castelo, seus passos eram calmos, e seus olhos sem muito interesse em sua volta.

    “Projeção Presencial...Mas é claro!”

    Ao concluir seus pensamentos, Sophie parou de andar imediatamente. Como não havia percebido isso antes? A parte mais importante da conversa...como pode esquecer? Já havia lido em um livro antigo sobre a tal projeção presencial. Ainda parada no meio do corredor , ostentando um sorriso, como se tivesse ganhado em um duelo contra um inimigo. Lembrava das palavras da aluna Sheu Castells...

    ” ...Que pode ser uma lembrança de alguém que sem querer os bruxos captam. Mas eu não sei se para isso o bruxo tem que estar presente ou se basta estar no lugar... mas não havia ninguém lá além de nós dois, Nana e a senhorita, não é? Então eu realmente não sei.”

    - Como não pensei nisso antes? Idiota...

    Ela falou para si própria em um quase sussurro. Já estava na altura do portal para o exterior do castelo, quando deu meia volta e seguiu em direção à Ala Hospitalar. Com certeza ele ainda estaria lá. Seria algo tão...empolgante. Diante dos fatos ela poderia arrancar informações de um modo mais fácil do que imaginara, e pelo o que parecia, nenhum daqueles “dois” eram santos...nem chegavam perto disso.

    Já avistando a grande porta de carvalho da Ala Hospitalar, sua mente afundava nas lembranças do ano anterior, e na conversa que tivera com David Bergerson no Expresso de Hogwarts. So9phie nem reparo no grande numero de alunos saindo da Ala, sua mente de fato, estava preocupada no que poderia acontecer futuramente.

    Chegando finalmente na Ala Hospitalar, viu um grande numero de funcionários, acenou de leve com a cabeça, mas seus olhos procuravam pelo professor de Astronomia, não demorou muito para encontrá-lo, sem notar, novamente desabrochou seu sorriso um tanto triunfante. Andou calmamente até a maca onde estava , não apenas o professor de Astronomia David Bergerson, mas também Ariel Ruthven e um aluno grifinório que Sophie não recordava o nome.


    - Bom dia professores! – Sophie sorria, de um modo diferente, de um jeito que nunca sorrira diante de nenhum professor ou aluno de Hogwarts. Não deixou de notar a garrafa de hidromel em cima da mesa ao lado da maca.- Hum...achei que beber após aquele ocorrido seria algo que o senhor não faria tão cedo, Sr. Bergerson. Enfim, creio que já está bem disposto não? Gostaria de ter uma palavrinha a sós com o senhor...- Olhou para Ariel com um ar meio enigmático, como se avaliasse o comportamento deste diante as palavras dita por ela. – Claro, se os senhores estiverem ocupados, posso entrar em contato mais tarde Sr. Bergerson...
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David Bergerson
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Re: Ala Hospitalar

Post by David Bergerson »

Não, não era mesmo nada educado. Mas enquanto David mantinha a mão estendida em auxílio à professora de Poções, acabou perdendo-se quase que completamente em seus pensamentos. Ainda que seus olhos estivessem voltados na direção da sra. Woodrcroft, sua mente já estava - novamente - bem longe dali. E não fosse pela força exercida pela mulher ao tomar sua mão para se levantar, talvez ele não mais a tivesse notado - ao contrário de há pouquíssimos instantes atrás.

Sim, ele ouviu as palavras atravessadas de Meig@, que vieram logo em seguida. Talvez tivesse se incomodado mais caso lhes tivesse dispensando toda a atenção que deveria - mas quando se deu por si, a professora de Poções já deixava o local, a passos lentos, mas firmes. Demorou alguns segundos para notar que não estava sozinho ali, como gostaria. Uma outra presença fazia agora questão de ser percebida. Voltou os olhos na direção da garota que adentrara há pouco no lugar. Lily Aaron, sua afilhada.

Ele ouviu, também, quando ela lhe perguntou se estava bem, e depois se dirigira à sra. Woodcroft - que ainda se fazia presente, então - dizendo que esperava "não estar atrapalhando". Fitou a afilhada com olhar sério, sabendo - e bem - que suas intenções não eram exatamente aquelas. Sua característica analítica lhe permitia enxergar de maneira perspicaz as intenções das pessoas - ainda mais daquelas que já conhecia há anos, como no caso de Lily. Ainda com expressão totalmente fechada, disse a ela:


- Eu estou bem, Lily, obrigado. Sei que não é somente por isso que veio até aqui, mas não é hora de discutir sobre assuntos de menor importância. Você deveria estar aproveitando o tempo para descansar, já que todos tivemos uma noite agitada...

Teria continuado o "sermão" se não tivesse sido interrompido pela curandeira - a srta. Skuli -, que acabara de chegar. A mulher foi curta e grossa em suas colocações - e David constatou que de fato todos ali não estavam em seus melhores dias. Bem, e não era para menos. Levou a mão esquerda discretamente ao rosto quando a curandeira fez referência a "expelir uma substância vermelha e viscosa", imaginando que seu rosto ainda estava sujo - e por isso tentando limpá-lo ainda mais discretamente. Sem perder tempo, respondeu, tentando soar um tanto mais gentil desta vez:

- Obrigado, senhorita, mas já estou bem. Creio que pode tratar de seus afazeres, embora eu ache que...

"... não tenha nenhum aluno ferido", era o que ele iria dizer. No entanto, ao espiar pela cortina do pequeno recinto, notou uma profusão de alunos quase que enchendo as macas da ala. Alguns feridos, outros não, mas ainda assim, uma verdadeira balbúrdia. Perguntou-se se algo mais havia acontecido enquanto ele estivera atordoado fora de si. Impossível. Ou ele teria relação com aquilo? Não. Não seria tão ignorante.

O diretor também estava presente (com a nova bibliotecária ao seu lado), falando com alguns alunos, o que fez David se perguntar se realmente não acontecera algo. No entanto, seu instinto dizia que não passava de mais uma aventura de alunos que não tinham mais o que fazer - ou assim esperava. Não deu mais importância ao fato, e virando-se novamente na direção da curandeira e de sua afilhada, disse, já ajeitando a capa para sair dali:


- Bem, acho que tem muito o que fazer, srta. Skuli, portanto não se preocupe comigo. E quanto a você, srta. Aaron, conversaremos mais tarde. Agora se me permitem, vou tentar descansar um pouco.

Deu dois passos à frente - tão somente. Parou imediatamente onde estava quando viu surgir, pelas portas da ala, ninguém menos que Ariel. Pior que isso. Caminhando ao seu lado, como se fossem amigos de longa data, Daniel. Daniel Feather. Cerrou o punho - e a expressão do rosto - quando McKinnon fez o garoto assentar-se quase a sua frente, oferecendo-lhe chocolate - não sem antes lançar-lhe um aceno de falso cumprimento. Mas o pior ainda estava por vir - ouviu claramente quando Ariel chamou o garoto pelo sobrenome. Feather. Ele já sabia.

Estava estático. Não podia acreditar. Se Ariel sabia mesmo a origem de Daniel, poderia atrapalhar seus planos - e David estava certo de que isso acabaria acontecendo. Fechou ainda mais sua expressão quando o outro - por pura provocação - aproximou-se e conjurou uma garrafa de hidromel, além de dois copos, os quais encheu até a boca. Ruthven deu um longo gole na bebida, e em seguida disse, "oferecendo" a David o outro copo:


- ... E para nós, uma bebida leve sempre é bem – vinda. Afinal, nesse assunto, eu assumo a sua superioridade. Vamos, compartilhe deste momento comigo. Aposto que já está totalmente disposto e recuperado para uma segunda rodada. Saúde!

Conteve-se para não voar com as mãos no pescoço do outro ou qualquer coisa parecida. Desejou acabar com a raça de Ariel ali mesmo, sem se importar com as consequências. Chegou a movimentar sutilmente o braço esquerdo na direção do bolso onde se encontrava a varinha, enquanto o homem bebia outro gole lentamente. O mataria rapidamente, lai na frente de Daniel, Lily, e quem mais fosse, antes que o próprio Ariel percebesse. Sim... Não escondeu, sequer por um segundo, o que estava sentindo - sua expressão era bastante clara. E provavelmente teria no mínimo tentado qualquer coisa caso não tivesse sido novamente interrompido...

- Hum...achei que beber após aquele ocorrido seria algo que o senhor não faria tão cedo, Sr. Bergerson. Enfim, creio que já está bem disposto não? Gostaria de ter uma palavrinha a sós com o senhor. Claro, se os senhores estiverem ocupados, posso entrar em contato mais tarde Sr. Bergerson...

Precisou conter-se, mais uma vez, para não lançar à mulher o mesmo olhar que até então estava dispensando ao bruxo a sua frente. Respirou fundo enquanto a ouvia falar, felizmente parando para raciocinar e achando que aceitar conversar com a srta. Crawfort seria uma boa - no caso, a melhor - escapatória para aquela situação. Forçou um sorriso - que surgiu em seu rosto mais como uma expressão de cansaço do que qualquer outra coisa - e então se dirigiu, embora num tom ainda "intermediário" entre a raiva e a gentileza:

- Sim, estou bem, srta. Crawfort. E, claro, podemos conversar agora mesmo. Na verdade já estava prestes a me despedir do sr. Ruthven. Receio que nosso drinque tenha de ficar para uma outra hora, Ariel. Se me dá licença... - acenou com a cabeça num gesto curto, contido, mas sem qualquer intenção irônica; pensaria no que fazer mais tarde. No momento, precisava sair dali, além de saber de que assunto se trataria a conversa da professora - Vamos, senhorita?



Off- Demorei, mas postei .-. *cai

Desculpem a demora u.u²
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Re: Ala Hospitalar

Post by May WP »

Narração
Fala
Outro Personagem

May estava tão anciosa para sair da ala hospitalar, que nem viu o diretor falando com Emme, só percebeu a movimentação que se formou quando sua amiga de casa deixou o recinto. Ela ficou pasma quando o diretor aproximou-se dela, e le fez uma pergunta.

-Minha Jovem o que você fazia no jardim ontem a noite

May não sabia o que fazer, tinha que inventar um história, então respondeu.

- A diretor e que meu gatinho havia fugido para os jardins, então fui atrás dele, só me lembro depois eu caindo

- Foi isso mesmo que aconteceu, minha cara

May com um embargo na voz respondeu - Sim

Após perguntar o que havia acontecido, o diretor a liberou dali. May ficou muito agradecida e saiu o mais depressa que suas pernas aguentavam, com a promessa de continuar tomando todas as poções.

off: Eu sei que não foi um dos meus melhores post's mais e que quase ñ estou com tempo por isso, passei aqui só para me tirar da ala hospitalar

off: Eh ainda ñ sei o proximo lugar que irei
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Re: Ala Hospitalar

Post by Lily Weasley Potter »

Seu olhar estava firme. Não que desmerecesse qualquer hipótese de como a faria sair correndo dali. Mas Lily saiu de seus pensamentos assim que ouviu a resposta da prof Meig@. Lily nao compreendia do porque a professora estava brava, tentou se manter passiva, olhou para seu padrinho e deu com os ombros. Tentou falar, mas a professora saiu da Ala e Lily ficou ali batendo os pes em busca de uma resposta.

-Eu estou bem, Lily, obrigado. Sei que não é somente por isso que veio até aqui, mas não é hora de discutir sobre assuntos de menor importância. Você deveria estar aproveitando o tempo para descansar, já que todos tivemos uma noite agitada...

Por sorte a curandeira Gabriela entrou na Ala Hospitalar ja dando suas ordens triviais e se aproximou de David. Lily ficou livre do que estaria por vir. Seu padrinho nao estava em seus melhores dias -mas quando esteve?

- E quanto ao Sr professor... Professor... Como ia dizendo, professor, Há algo que posso fazer pelo Sr, algum indicio de ressaca? - por certo que David parecia mais palido como um zumbi do que estar de ressaca- ou quem sabe indicio de tuberculose, ou qualquer coisa que lhe faça expelir uma substancia vermelha e viscosa?

Lily desviou o olhar no momento que Gabriela conversava com David. Viu seu namorado Vinnie adentrando a Ala carregando o outro corvinal, Lugh, que parecia desacordado. E, atras dele aquela garota sonserina que tambem se encontrava na cozinha ha poucos momentos. Semicerrou os olhos.

Nem havia percebido que o diretor estava ali tambem. Pelo jeito, a Ala estava mais movimentada que qualquer outra parte do Castelo. Lily odiava lugares cheios, ja estava querendo sair dali. Ouviu a voz do diretor, firme e com tom de ironia.


-Muito bem, fico feliz que a Ala Hospitalar esteja tão cheia quanto sempre esteve – o que quer dizer que as pessoas ainda só se machucam.

Revirou os olhos com o sarcasmo do diretor. "ele deveria agradecer se nao tivesse ninguem ali, isso sim...e porque...". Saiu de seus pensamentos vendo a indagacao do diretor com as grifinorias que pareciam ter lutado com centauros na floresta proibida. Atras dele, como uma sombra, a bibliotecaria, Srta. Stella, observava tudo.

Pelo canto dos olhos viu Vinnie mais uma vez, cuidando do seu amigo corvinal e depois conversando com a sonserina, sorrindo.
"Ele, ele... hunf.. Conheco aquele olhar...". Se ele nao fosse seu namorado ela nao teria ciumes, mas ele e. Nao se zangaria justo agora que tinha que guardar sua raiva para outro proposito, entao nao se importou, confiava em Vinnie. Logo depois da recuperacao de Lugh eles sairam e Lily observou Ohanna com a varinha de Vinnie na mao, para rente a porta, entregando-a a Lugh. Voltou o olhar para seu padrinho que ajeitava a capa.

- Bem, acho que tem muito o que fazer, srta. Skuli, portanto não se preocupe comigo. E quanto a você, srta. Aaron, conversaremos mais tarde.Lily engoliu em seco e desviou o olhar de seu padrinho. Ela estava brava, mas sabia o que viria depois. Agora se me permitem, vou tentar descansar um pouco.

Nao que seja dificil para Lily implicar por qualquer coisa, mas quando queria. Hoje, definitivamente o dia nao havia comecado bem. Resolveu endurecer o olhar ao padrinho, que percebeu, girou os calcanhares e quando ia partir dali viu um dos professores que ela admirava: Professor Ariel. DCAT era a materia que ela estudara mais nas ferias, pois tinha que recuperar suas notas e ir bem nos exames. Estava falhando demais e frequentando de menos a biblioteca que antes era sua melhor amiga.

Observou o prof Ariel sentando-se em uma cadeira proxima, trazendo consigo um menino que ela lembrava ser o grifinorio que ficara paralisado no corredor do Expresso. Prof Ariel acenou para David de uma forma incompreensiva para Lily. Nao que eles se amassem. Os alunos percebiam gestos, palavras. Mas aquilo era um odio mais profundo. Ela ignorou, nao importava. Tinha admiracao pelo prof Ariel e por seu padrinho.
"Eles que sao bruxos que se entendam...". Tentou desviar seu olhar do prof Ariel, mas os pensamentos...Voltou sua atencao quando, de repente, viu o prof Ariel oferecendo bebida a seu padrinho David, brindando. "devo sair antes de ver meu padrinho estourar?"

Ja estava cansada de estar ali, queria ir para a biblioteca, ler. Assim, ao menos, sua mente seria ocupada por coisas interessantes. Ou, ir a beira do lago escrever. Talvez estivesse indecisa, porque na verdade queria estar com seu namorado, mas nao era o momento e, antes de qualquer coisa, precisava conversar com ele. Mas tambem queria conversar com prof Ariel sobre suas anotacoes em seu livro de DCAT avancado.

Olhou seu padrinho conversando com a Profa Crowfort, e viu que ele sairia dali sem cometer um homicidio. Fez uma cara carrancuda para ele. Precisava fazer algo que acabara de lhe ocorrer: procurar seu namorado.


_Tchau padrinho, tchau professores.Saiu correndo e nao olhou pra tras


Off: acho que vou pra torre ou jardin, num sei
E Dudel, quase enfartei esperando vc postar..haha
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Gui M.
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Re: Ala Hospitalar

Post by Gui M. »

  • A dissimulação tomava forma a cada segundo que passava. Os longes e exasperados goles no copo – gigante - de hidromel comprovavam essa teoria. Enquanto esperava por uma atitude ofensiva por parte do professor David, juntamente com outra acusação de assassinato – afinal, o seu adversário sempre perdia a compostura – os seus olhos iam migrando de Daniel, o pequeno Feather, para o copo da bebida logo a sua frente, em uma tentativa inútil de controlar todos os movimentos do segundanista.

    Outro gole. Da maneira como as coisas iam indo, o próximo a ficar bêbado seria Ariel. Mas é claro; a classe continuaria ao seu lado. Diante do silêncio do outro, não teve outra escolha:
    "vem cá, hidromel". Apenas para ressaltar, em seus momentos normais, não se rebaixaria a tal nível. Estava nervoso, tenso, desesperado. Uma descoberta daquelas era a notícia que ele tanto esperou por décadas. Agora, estava ali, ao seu lado.

    Sorriu, voltou a permanecer sério em sua expressão, para depois, lançar um olhar pensativo para o indefinido. Característica própria de uma mente doentia. Por Merlin! O que estava acontecendo? O sono, talvez; não dormia a dias. Ou então, era a bebida mesmo que lhe estaria causando alucinações. Nunca se sabe o que esses malditos garçons injetam em seus produtos vendidos.

    Mal se deu conta quando a professora Crawford, até então com o mesmo ar enigmático, aproximou – se dos dois, intrometendo – se prontamente na conversa entre os companheiros de longa data. Onde estavam os modos dessas pessoas jovens? Teve impulsos de estuporá – la e servi – la de comida à lula gigante do lago, mas conteve – se o máximo que pôde. Sua fama não estava das melhores para cometer delitos dessa maneira. Ou ao menos, teria que preservar a sua estadia em Hogwarts, ainda mais com a sua nova descoberta pisando o mesmo chão em que andava.


    - Professora... Crawfordyford... Junte – se a-a nós, e comemore também a união do corpo docente de Durmstrang... ops, Hogwarts.

    Sentiu que o jurássico hidromel que havia conjurado começava a fazer efeito. Perdera o costume, definitivamente. Trovejou contra a empresa fabricante da bebida, assim como a todos que a consumiam, esquecendo – se do pequeno detalhe de que ele mesmo havia gerado o famigerado produto. Como se já não bastasse, a sua visão começava a ficar turva e, por um rápido momento, pensou ter visto um hipogrifo sobrevoar sobre a sua cabeça.

    Apenas voltou - se para a realidade – parcialmente – quando percebeu a movimentação de Bergerson para escapar da sua deliciosa companhia. Levantou – se, em um impulso, estendendo – se à sua frente. Os olhares se cruzarem, sem que qualquer palavra quebrasse a tensão existente. E, em um gesto inesperado, até mesmo para o próprio bruxo, Ariel o abraçou. Sim, isso mesmo. O professor de DCAT lançou – se contra o outro, em um abraço que, estranhamente, não fazia sentido algum. Não estava sendo cínico como o habitual; até por que, não tinha condições. Estava alterado, apenas.

    Mesmo sem ter compreendido o que acabara fazer, algum resquício de sobriedade restava em Ariel, o qual decidiu sair de uma vez por todas daquela ala, antes que provocasse outra situação constrangedora como aquela. Com um sorriso bobo, andou até Daniel, despedindo do garoto com um tapa excessivamente forte, capaz de lhe deslocar o ombro. Como se já não bastasse o papel ridículo que estava perpetuando, recolheu a garrafa de hidromel sobre a pequena estante e depositou o líquido em seu chapéu. Calmamente, bebeu – o como se tudo não passasse de um gesto simplista, corriqueiramente imitado. Para finalizar, ainda dirigiu – se até a professora Crawford e colocou o chapéu-copo (vazio) sobre a cabeça da mesma. Sorte a dela que tinha bebido todo o seu conteúdo antes de fazê – lo.


    - Professor, professora e... e o que seja. Espero terminarmos o nosso happy hour em qualquer outro momento. Mas lembrem – se, dessa vez, vocês pagam. Ah, e mais uma coisa... vocês são demais!

    Por essas e outras que a bengala se torna útil. Apoiando – se sobre o objeto, foi andando em direção da saída do local, tentando manter a postura que sempre ostentou. Ainda permanecia altivo em sua expressão, excetuando – se a sua face pastosa e indiferente. Um sorriso foi esboçado, sabe – se lá porque. Só desejava ir para os seus aposentos e, jogar – se em um sono profundo e reparador. Assim ele imaginou que seria... mal sabia que ainda teria que suportar muitas outras chateações.
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Re: Ala Hospitalar

Post by Daniel Feather WP »

Daniel entrou na ala ao lado do professor de DCAT, se sentindo um pouco "aliviado" por haver ali muitas pessoas - muitas mesmo, inclusive o próprio diretor, o sr. Skuli, além do sr. Bergerson, da curandeira e uma dúzia de alunos. Bom, assim estava a salvo, não? Ou pelo menos assim ele esperava. E também só então ele notou que as coisas só poderiam ficar ainda mais piores, afinal Ariel e David voltariam a ficar frente a frente, pela primeira vez depois de toda a confusão na cerimônia de abertura.

Ele se sentiu assustado novamente quando Ariel caminhou até David, praticamente o puxando, e então pediu para que ele se sentasse em uma maca ao lado, dizendo:

- Sente – se aqui, pequeno senhor Feather. Aceita um chocolate?

Em seguida, antes que Daniel respondesse alguma coisa, o professor de DCAT conjurou uma enorme, enorme mesmo, barra de chocolate, e praticamente a jogou em cima de Daniel, que quase caiu da maca com o tamanho do doce. Ele o colocou na maca, ainda pensando o que devia fazer com aquilo, e se o sr. Ruthven realmente achava que ele ia comer aquilo tudo. Ele balançou a cabeça, e então somente ficou olhando quando o professor de DCAT começava a beber alguma coisa, e oferecia para David. Daniel apenas torceu para que nada mais viesse a acontecer, mas não era o que parecia.

Como que sentindo o clima mais "pesado" no ar, vários dos alunos saíram dali, inclusive uma garota mais velha, que estava ao lado do professor de Astronomia, e que falou com ele antes de ir. A partir de então, Daniel só observou a "conversa" dos dois professores, e notou que David já estava ficando muito irritado, quando felizmente a srta. Crawfort se aproximou deles e pediu para falar com David em particular. Daniel quase saiu do lugar e pediu para o sr. Bergerson ir mesmo, mas nem precisou, já que ele mesmo disse que iria.

Porém quando David já saía ao lado de Sophie, Ariel se levantou, e sua aparência era bastante... esquisita. Mas ainda mais esquisito foi o que ele fez depois: deu um abraço no sr. Bergerson, como se os dois fossem velhos amigos. Daniel arregalou os olhos, não acreditando no que estava vendo, aliás, como provavelmente qualquer outro que visse aquela cena. Depois de algum tempo, o sr. Ruthven soltou o professor de Astronomia, e continuou suas coisas estranhas - no caso, agora ele era que parecia estar fora de si. Chegou a colocar bebida no chapéu para bebe-la. Por fim, ele se despediu de todos, dizendo que eles "eram demais", e saiu dali.

Daniel apenas olhou para os dois professores que continuaram, quase não acreditando no que vira, talvez como eles. Ele balançou os ombros, um tanto sem jeito, e sem saber se dizia alguma coisa, ou se saía logo dali, se é que poderia fazer isso. Ainda olhando para o sr Bergerson e para a srta. Crawfort, ele resolveu falar, antes de se levantar dali:

- Bom, é.. eu acho que eu.. é, eu vou indo, depois quando o senhor puder, gostaria de conversar com o senhor, sr. Bergerson. Quer dizer, não é nada urgente, eu só.. bem, depois eu digo. Até logo, sr. Bergerson, até logo srta. Crawfort.

Então o garoto virou-se e saiu, sem saber exatamente para onde iria. Talvez fosse para o dormitório, finalmente descansar um pouco, estava exausto. Mas isso se não fosse "capturado" mais uma vez por alguém no caminho...



Off vou pra algum lugar (ainda não sei onde =z )
Spoiler
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Contagem inversa:
1

*Ainda não acabou...*

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Re: Ala Hospitalar

Post by Rah ~ »

  • Ariel Ruthven
    [- Professora... Crawfordyford... Junte – se a-a nós, e comemore também a união do corpo docente de Durmstrang... ops, Hogwarts.]



    Após ouvir a resposta do professor de Astronomia, Sophie soltou um pequeno sorriso e já ia em direção à saída quando Ariel resolveu se “manifestar”. De longe dava para sentir o odor da bebida no hálito do professor, e a julgar pelo seu modo de falar, sóbreo ele já não estava mais, quando chegou a confundir Hogwarts com Durmstrang, Sophie teve a certeza que Ariel estava totalmente bêbado.


    Rapidamente Sophie lançou um olhar para o professor Bergerson, como se perguntasse o que fariam com Ariel, deixariam ele lá ou ajudariam de alguma forma. Claro, David não ligava muito para Ariel então começou a andar na direção da porta da Ala até que novamente Ariel interrompeu com um ato... Digamos estranho. O professor de DCAT levantou a abraçou do “nada” o professor de Astronomia, não demorou muito para Sophie e o pequeno aluno que estava ali perto soltarem olhares confusos. Parecia que era sina dos professores de Hogwarts ficarem bêbados, e cometer atos um tanto vergonhosos.


    Já estava mais do que disposta a sair da Ala Hospitalar e ficar o mais distante possível do tal professor alcoólatra quando este levantou. Parecia alguma espécie de feitiço, mas todos ali – Sophie, David e o aluno Grifinório – estavam parados olhando os atos de Ariel, cada um com sua cara de “espanto” ou repudia. Como se já não bastasse aquele cheiro de álcool, as esquisitices já feitas o professor resolve beber o Hidromel em seu chapéu, mas o pior ainda estava por vir. Pelo menos para Sophie.


    Após o professor bêbado de DCAT beber todo o conteúdo dentro do chapéu, foi em direão a Sophie e o colocou sobre sua cabeça o chapéu-copo, logo depois saiu da sala. A professora demorou alguns segundos para “acreditar” que estava mesmo com o chapéu totalmente fétido do cheiro da bebida, mas quando voltou à realidade, rapidamente retirou o acessório do professor da cabeça, o xingando de vários nomes através de seus pensamentos.



    -Mas que... Ah, sinto muito Sr. Bergeson, mas o senhor tem toda a razão quanto a este homem! Enfim... Vamos logo antes que algo mais desagradável aconteça.


    Ela aparentava irritação. Andava em passos largos em direção a saída sem ver se o professor de Astronomia a acompanhava, segurando firme o chapéu, indo em direção aos corredores.





    off:Davieeeeeeeeel slash mais legaaaaal xD
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Re: Ala Hospitalar

Post by Renan »

  • Tão logo se aproximou da irmã, a bruxa distanciou-se. Renan não soube dizer se ela o tinha visto ou não, se sua saída indiscreta fora falta de atenção ou na verdade ignorância e indelicadeza. De todo modo, não havia muito que dizer a alguém que não estava ali.

    (Deveria querer gostar daquela ausência).

    Mas existia alguém ali. Alguém em especial em meio ao tumulto da Ala Hospitalar. O bruxo girou nos calcanhares para contemplar os arredores e detectou as coisas que lhe eram mais visíveis, apenas (começava a pensar que houvesse algo errado com sua visão), mas havia no recinto poucos concorrentes ao prêmio de cena mais notória que pudessem competir de igual para igual com a conflagração de David Bergerson e Ariel Ruthven às proximidades de uma maca inocente. Por ali passaram alguns alunos, como Lily Aaron e o jovem Feather, mas nada conseguiria desanuviar a tensão que turvava o ar como se num dia de muito calor. Nada, a não ser o álcool – e o abraço que Ariel largou deu em David.

    Renan estreitou os olhos para o quadro, perplexo. Coisas erradas ali se passavam, certamente. Apertou o livro contra o corpo e pensou qual estrago seria causado se ele fosse aberto no meio daquela Ala repleta de gente...

    Virou-se mais um tanto para a esquerda – já era hora de sair dali e pelo menos guardar os objetos recolhidos confiscados. O que os olhos viram, antes da porta de acesso ao hospital, foi a figura atônita de Stella ao receber uma resposta ardida da corvinal Ohanna Andersen e pensou antes tê-la visto acenar em sua direção. Pela fineza, enfim, constatou que de todas as pessoas que estavam ali, Di Fiori – Stella – era seguramente a única que inspirava tranqüilidade. Talvez, a única que não tomasse, ali, nenhum partido. Talvez, a única isenta de acusações... e maldições.

    De novo, aquele assomo elétrico pelos nervos. Sentiu mais uma vez o frio do vira-tempo no interno das vestes pesadas que o acompanhavam já há dias e noites sem dormir. Cravou os olhos cinzentos na bruxa com aquela mesma petulância, aquela mesma curiosidade de mais cedo. Ela estava de costas; a cabeleira adornando a nuca

    “Não me surpreenderia se estivesse desejando deitar-se tanto quanto eu; quer dizer –”, falou à bruxa, aproximando-se em silêncio, enquanto reaprendia (com certa destreza, agora) a desenhar um sorriso nos contornos da face severa. E a frase - tão supreendentemente despida de todo o amargo tão característico de Renan nos últimos tempos -, é claro que deixou morrer propositalmente.

    Deixou o dito ecoar e procurou com brevidade pelas garotas envolvidas na perseguição (ou que quer que fosse) da floresta. Nenhuma. Olhou em volta pelo tempo de mais duas pulsações e voltou-se mais uma vez para a bibliotecária.

    “Sair logo daqui, assim sem dizer nada, seria no mínimo conveniente, não acha? Passamos no meu escritório para que se familiarize e depois te acompanho pra onde quer que tenhamos de ir, certo?”

    Renan se limitou a menear a cabeça uma vez e parar para analisar qual seria a reação da mulher. Ela já parecia muito mais à vontade, sim, mas ainda conservava aquele brilho meio bobo e cativante misturado a uma tensão que – ele tinha certeza – nem todo mundo via. Não mesmo.

    “Vamos, então?”, sentenciou com uma pergunta.
RPG // Renan Shellden Skuli

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Stella Di Fiore
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Re: Ala Hospitalar

Post by Stella Di Fiore »

Narração - Stella - Renan =3

~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

Ultraje! Nem tinha falado com aquela pirralha, mas ela se achava no direito de responder atravessado para Stella! E o respeito com os mais velhos?

Mas, sem dúvidas, era uma pirralha "bem nascida". E bem nascida entre aspas, porque bem-nascidos tinha uma coisa simples, que beirava o obrigatório para aquele tipo de gente: Classe. E isso ela não tinha, definitivamente.

Era só observar: de tão ansiosa que estava para se vingar, fazia tudo de qualquer jeito, falava com todo mundo de qualquer jeito, como se a vingancinha fosse o centro daquele mundo. Podia empregar sua energia em coisas mais úteis, certamente. Não que ela fosse visualizar isso antes de se vingar, mas...

O fato é que, enquanto buscava justificativas plausíveis para o que havia acontecido, estava de cara para a porta, sem o mínimo de pose ou pó para disfarçar as imperfeições.

- Não me surpreenderia se estivesse desejando deitar-se tanto quanto eu; quer dizer...

DE ONDE ELE TINHA SAÍDO?! O susto virou arrepio quando ela tomou ciência do dono da voz. Quer dizer, se fosse só o susto, não? Quer dizer, era ele. EEEELE, se é que você entende. Mesmo porque nem mesmo Stella entendia o que queria dizer com o fato de ser ele ali, convidando-a para...

PARA O QUÊ?! Para tudo, ela tinha escutado direito? Voltemos ao ano que aprendemos a somar. Deitar-se + eu... Calma! Deitar-se + TANTO QUANTO + eu. Saindo da matemática e indo para interpretação de texto: Deitar-se tanto quanto eu não era... Era... Er... Outra coisa!

Tudo isso passando em um segundo na sua protegida mente. Depois de visualizar tamanha idiotice, só lhe restou prender o riso. Riria de si mesma e dele, com a sua falta de tato com as palavras. Mordendo os lábios, virou-se para ele.

Os lábios generosos da italiana curvaram-se num sorriso, contido pelo fato de ainda morder os lábios. Tinha cara de quem faria travessuras quando o pai não estivesse olhando. Renan não a via, buscava alguma coisa na cena que ela não sabia qual era. E nem tinha interesse de saber, já que, curiosamente achou mais interessante ver como as primeiras marcas de expressão de felicidade ao redor dos lábios e no canto dos olhos se formavam com certa dificuldade. Como se sorrisse pouco. E aquilo era um pecado, ela concluiu de forma marota, sendo denunciada por um brilho nos olhos.

Ele prosseguiu:

- Sair logo daqui, assim sem dizer nada...

E completou sua frase, mas ela não ligou. Parece que as palavras "sair" e a expressão "sem dizer nada" ecoavam na sua mente. Deve ter dito algo como "escritório, acompanho...", não importava. Ele queria fugir dali. E queria levá-la junto!

Dessa vez a conclusão mudou a expressão da moça, que deixou o sorriso genuíno brotar, enquanto olhava para ele como quem tivesse oferecido o mundo. E talvez fosse algo mais ou menos assim para ela.

- Vamos, então?

Era um tom mandão que ela precisaria corrigir mais tarde, mas, no momento, sua atenção era voltada para outra coisa. Olhou de relance, percebendo que não olhavam para eles, enquanto abria de costas a porta. Não sabia como tinha conseguido não fazer isso, apenas sabia que as coisas conspiravam quando precisavam dar certo.

Encarando-o nos olhos de forma direta e eloquente, ela pegou suas mãos - estavam geladas demais, causando-lhe um arrepio bom - e o puxou pra fora, com o mesmo sorriso que abriu quando recebeu o convite. Talvez fosse o choque. Tinha de ser!

- Parte um do plano executada, capitão. - Ela respondeu, batendo continência. - Antes que achem que o senhor está disponível.

Em uma fuga, não se delibera muita coisa. Apenas se foge e, depois analisa as consequências. E era isso que ela aprendia nas festas de caridade da alta-sociedade italiana. Depois da fuga, só Deus sabia o que rolava com as damas da alta sociedade e...

- Eu adoraria conhecer a sua sala. Ela é para lá ou para cá? - Ela finalizou com um sorriso amplo e natural, e o brilho alegre no olhar - ela esquecera que a mão ainda estava na mão agora não tão fria do seu chefe.

Quando ele a guiou, Stella sussurrou, corada sem ajuda de blush:

- Obrigada. É o melhor convite que eu recebi desde que cheguei a Hogwarts.

Não sabia se ele tinha escutado, mas ao menos tinha dito.

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Off: Bloco de Notas: Tirando sua noção de tamanho since ever. -Q
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Renan
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Re: Ala Hospitalar

Post by Renan »

  • “Le pido al cielo solo um deseo –”, pensou, enquanto deixava que a mão direita fosse capturada por Stella. Sentiu uma vontade imensa de jogar o embrulho negro em algum canto para libertar a outra mão, mas de fato não seria sensato fazê-lo.

    “Parte um do plano executada, capitão” falou a feiticeira – e só então deteve-se por um segundo a pensar o quão nova era a mulher –, em seguida batendo continência. “Antes que achem que o senhor está disponível.”

    Ela riu. Ele riu. O rasgo que se pretendia um sorriso se suavizava enquanto os passos o levavam para fora da Ala Hospitalar. A frieza era menos sensível, também. E era fácil ficar daquele jeito, no corredor – em qualquer parte.

    Não que o diretor frio e contido já tivesse ficado em outra página da história, não. A questão era que Stella se mostrava uma novidade, e uma novidade capaz de clarear a névoa densa que envolvia o mago já havia um tempo. Também tanto não significava que Stella logo passaria de novidade para a obsolescência, de modo algum. Era, na verdade, bem capaz de a mulher se tornar uma espécie de anti-matéria para Renan; algum tipo lânguido e suave de enobrecimento ou felicidade – como um estado de espírito, não necessariamente perene e não obrigatoriamente bom.

    Da perenidade ou efemeridade que Stella significaria, o mago pouco podia saber até então. Simplesmente limitou-se a refletir o brilho que emanava do sorriso da outra bruxa (como deve ser qualquer astro sem luz própria que se preze, a propósito) enquanto se dirigiam naturalmente na direção do escritório do Diretor. O silêncio – que não pareceu ser um silêncio – foi oportunamente quebrado por uma colocação tão simples e ingênua que, por isso, tornou-se tão mais bela quanto a linha poderia sugerir:


    “Obrigada. É o melhor convite que eu recebi desde que cheguei a Hogwarts”, falou Stella, corada.

    Nesse momento, Renan olhou-a com curiosidade – mais curiosidade. Ela parecia encantada demais com o simples curso dos acontecimentos. O estranho, e mais curioso, foi que o próprio bruxo, só a alguns passos das portas do Hospital, parecia fazer parte de uma outra conjuntura, de um outro planeta, quase. A profa. Yuna parecia mais uma figura distante que o corpo gélido tão presente de horas atrás; e Ryan Goodwill, o menino, quase não mais existia. Nem a aflição, nem seu pai: nem o Profeta...


    “Certo, um convite”, principiou, rindo de si mesmo. “Então pode dispensar o bater de continência, se quiser - melhor não, achei feliz -, como também o ‘senhor’. É que me faz parecer mais chato e velho, apesar de eu realmente estar absurdamente cansado e minha cara parecer um objeto a ser recalcado-por-favor.”

    Parou por um segundo. Pensou. Mirou o teto. Voltou.

    “Não sei você, mas essa deve ser a primeira conversa casual que inicio há, não sei, dois meses? Bem...”, tentou prosseguir, em meio ao tímido e ao desacostumado com as nuances da vida social. “Não creio que a senhorita, Stella de Fiori, esteja tão desabituada quanto eu em relação à sociedade e à civilização, pois então tome a liberdade de diagnosticar-me, sim?”

    Dito, deu-se conta que segurava ainda a mão da bruxa. Lançou às mãos dadas um olhar de esguelha e seu sorriso pareceu mais natural. “Por ali”, indicou com a cabeça e finalmente começou a se mover. A mulher o acompanhou, ainda um tanto corada pelo que pôde ver. Era no mínimo engraçada a ocasião, os dois quase-estranhos encontrando num curto trajeto um lugar de ressonância tão frágil e súbito que parecia já “ser” por definição.

    E foram-se, assim mesmo.




    OFF: Corredores.
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Re: Ala Hospitalar

Post by David Bergerson »

Se as coisas já estão ruins, tendem a piorar, certo? Bem, depende do ponto de vista. David poderia ter simplesmente se irado ainda mais quando Ariel, já de uma maneira levemente perceptível de que não se encontrava em seu perfeito juízo após algumas doses do hidromel que conjurara, levantou-se e num impulso se colocou à sua frente, impedindo que prosseguisse seu caminho em direção à saída. E quando, subitamente, o homem lançou-se a David num abraço, o professor de Astronomia chegou a tomar, em uma fração de segundos, a decisão de definitivamente acabar com o outro ali mesmo.

- O que pensa que está fazendo, McKinnon? – disse num tom de voz extremamente baixo, de modo que só Ariel escutasse - se estivesse em condições.

No entanto, ainda enquanto o outro mantinha o estranho gesto, David pôde raciocinar - apesar de ainda estar, ao mesmo tempo, surpreso e irritado com aquilo. Era óbvio que aquilo não era um ataque, e nem uma dissimulação. O professor de DCAT definitivamente não estava em seu melhor estado - um dia da caça, outro do caçador -, e isso só poderia pesar mais contra ele, ao menos aos olhos dos que estavam ali presentes. E David teria, no mínimo, a situação novamente equilibrada - se ele passara do ponto no dia anterior, agora era Ariel quem o fizera.

Deixou que o outro o soltasse espontaneamente, e em seguida limitou-se a observar que outras situações constrangedoras Ariel armaria para si mesmo. E, obviamente, não demoraram a acontecer. Viu quando ele preparou-se para sair (?), despedindo-se de Daniel, que ainda jazia ali ao lado, com um tapa extremamente forte, ao qual o garoto felizmente sobreviveu; depois, despejou todo o conteúdo restante da garrafa de hidromel em seu chapéu, e como se não bastasse, o bebeu ali mesmo; para completar, depositou o chapéu que fizera de copo sobre a cabeça da pobre srta. Crawfort.


- Professor, professora e... e o que seja. Espero terminarmos o nosso happy hour em qualquer outro momento. Mas lembrem – se, dessa vez, vocês pagam. Ah, e mais uma coisa... vocês são demais! - Ariel disse ainda, antes de finalmente deixar o lugar, apoiado em seu bengala.

David não disse e nem fez nada. Nem precisaria. Quando a figura irritante de Ariel finalmente desapareceu pelo corredor, ele voltou-se para a srta. Crawfort, que não tinha no rosto expressão das mais felizes, e por motivos muito óbvios. Num instante, a professora retirou o chapéu-cheirando-a-bebida da cabeça, e disse:


- Mas que... Ah, sinto muito Sr. Bergerson, mas o senhor tem toda a razão quanto a este homem! Enfim... Vamos logo antes que algo mais desagradável aconteça.

- Eu estou certo de que tenho, srta. Crawfort. E ainda irei provar tudo o que disse... - David respondeu, os olhos agora encarando o nada.

Deixou seus pensamentos ao notar que a professora já deixava a ala, e imediatamente cruzou as portas, poucos depois dela. Uma ponta de preocupação lhe surgiu – que tipo de conversa ela queria ter, afinal? Descobriria logo logo... ou não.




Off- Indo para... tan dam u_u
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Re: Ala Hospitalar

Post by Stella Di Fiore »


  • Tinha sonhos de quem não deveria ter desejado ficar inconsciente. Ou de quem desejava não ter mexido com a pessoa errada. Não que soubesse da missa o terço. Por vias de fato, Stella estava tentando atravessar suas primeiras 24 horas em Hogwarts com um mínimo de vida que lhe permitisse acordar e vê-lo de novo...
    Enquanto isso, não sabia se eram verdade ou delírio as dores desumanas que sofria. Por baixo das roupas, o corpo ardia em febre, a costa estava em posição desconfortável, mas não se sabe se melhoraria quando ela deitasse de coluna reta. Era como se enfiassem uma ponta afiada em pelo menos cinco partes do seu corpo a cada segundo. Afinal, ela não sangrava mais, mas ninguém tirou de si a maldição que lhe foi lançada.
    Stella, por sua vez, gostaria de estar acordada, ver tudo se desenrolar, tentar interceder por Ariel, preocupar-se com Katerina, ficar chocada com a confissão de Meig@, ir à Casa dos Gritos, resgatar o chapéu e não dar dor de cabeça por ser mais uma vítima da professora de Poções. Mas ela baixara suas defesas em momento crucial. Não, ele baixara suas defesas. E o pior, ela gostara. E se entregara. E agora era culpa dela uma parte - ainda que mínima - da dor de cabeça do diretor. Talvez ele gostasse dela. Ou assim suspeitava, senão ele não a teria beijado. Ou teria?
    A insegurança, aliada à maldição não curada, trouxeram mais sonhos ruins, mais dores...
    E o que Renan viu quando deitou Stella na cama próxima a de Katerina foi uma cara retorcida das dores da maldição. Enquanto ela não acordasse - curada, de preferência-, ele nunca saberia o quanto a bibliotecária desejou que tudo fosse diferente...
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