- Travessa do Tranco
Diziam alguns que a Travessa do Tranco era sinônimo de magia negra. Muitos consideravam aqueles becos escuros e muitas das vezes mal frequentados o "point" dos bruxos que mexiam com a mais pura arte negra.
Várias lojas sinistras, apertadas umas a outras, disputando a clientela misteriosa que passava pelo estreito beco sombrio. Para se chegar a entrada da Travessa do Tranco, devia-se pegar o segundo corredor à esquerda do Beco Diagonal. Sinalizada com uma tabuleta de escrita esverdeada e brilhante, a entrada desembocava numa estreita viela, que mais além bifurcava-se em mais dois corredores.
A Borgins & Burkes se localizava por ali também. A famosa loja de artigos de magia era bastante visitada. Em sua vitrine vários objetos estranhos podiam ser vistos, reluzindo como se fosse ouro aos olhos dos transeuntes.
[LONDRES] Travessa do Tranco
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Lana
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Destraído, Will acaba virando num lugar errado e vai parar na travessa do Tranco.
Logo ao chegar ao loca, percebe que o ambiente ali era diferente. Após andar por alguns segundos, repara que haviam bruxos suspeitos naquela região, então dá meia volta e retorna ao Beco Diagonal.
#-o
by Will·i·am Hara
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Re: Travessa do Tranco
Manuela não sabia descrever aquele dia, mas não era o melhor. Seu aposento, ou melhor, o aposento da laine, estava frio, todas as plantas estavam murchas. Isso acontecia sempre, as malditas plantas, como ela dizia, reconheciam a dona. A coruja, que trouxera uma carta, estava no chão, dura. Clorofila estava escondida embaixo da cama da mulher. Com o aposento nesse aspecto, manuela deixa o castelo.
“Encontre-me no mesmo lugar e na mesma hora. Traga a ultima parte.”... – Manuela releu, com um sorriso nos lábios. – enfim, achei que levaria mais de três meses... será que a minha sorte esta mudando? – perguntou-se, certa de que a resposta seria um sim.
Sua roupa estava diferente, agora, ela vestia algo mais escuro e mais fechado. Sua identidade não poderia ser revelada. As mãos não saiam do seu bolso, seguravam com força, a base de um punhal e a varinha. Qualquer cuidado era pouco! O sol quase não aparecia naquela parte da travessa do tranco, apenas fechos de luzes, quando rasgavam alguns panos que cobriam, como telhados, as ruelas do lugar. Pareciam às ruas da pérsia, pensou. Pelo menos as ruas que Manuela freqüentava.
Poucas pessoas andavam pela travessa, e, as que cruzavam pela Manuela, quase que, se escoravam nas paredes, em busca de distancia. A causa disso, fora um incidente nas férias. Ela duelou com um homem, o mesmo que lhe mandara a carta, logo cedo. Suas botas quebravam o selênio, quando batiam na calçada de pedras hexagonais do lugar.
Enfim, o lugar de sempre, no qual o homem se referia, estava na sua frente. A fachada tinha uma péssima aparecia, aliais, fazia tempo que não via algo tão estranho. Era único: uns sinais estranhos na parede, mas não tinham significados, não para Manuela, ela nunca soubera o nome do lugar. Algumas ossadas velhas estavam nos cantos das paredes, formando uma espécie de “pegador de sonho”, mas com cordas feitas de cabelo, aparentemente, humano.
Sua mão, com uma luva de dragão escura, parou milímetros, antes de encosta na maçaneta da porta, pois estava suja de sangue. O nojo fez a mulher dar um paço pra trás, porém, o sangue era velho, pensou nas possibilidades de pegar alguma doença. Tirou a varinha do bolso e abriu a porta.
Dentro do lugar, era mais estranho que o lado de fora. A quantidade de bebidas atrás do balcão era impossível de ser contada em um dia. Nada parecia diferente: as mesas de madeira desgastada, as janelas vedadas com madeiras, que não permitiam que muita claridade entrasse; os espelhos que te deformavam e a poeira, nada, absolutamente nada estava diferente, talvez, a mancha de sangue na maçaneta, alem disso, nada.
-aqui! – uma voz rouca exclamou. – você sempre faz à mesma coisa...
-ah, claro, sempre me perco nessa... decoração. – comentou, ainda olhando um espelho que a deixava enorme.
-sente-se. – ele convidou, empurrando uma cadeira, com o pé esquerdo, por baixo da mesa.
-obrigado! – ela disse, olhando o envelope em cima da mesa, mas antes de sentar-se, limpou a cadeira. – espero que tenha conseguido tudo, você sabe, eu não posso me expor, andando por esse lugar. – disse sem delongas.
-calma, achei que iria tomar um drinque antes d...-fora interrompido, por Manuela, que jogara um saco de pano, do tamanho de um balaço em sua frente.- o que é isso?
- não se faça de idiota, abra! – falou grossamente. – e, seja discreto. – acrescentou.
Assim que o saco foi aberto, o homem perdeu a cor, sua face tinha um terror estranho nos olhos, cor verde. Manuela acompanhou o suor, que escorria pela costeleta dele, a mão, meio tremula, folgava o colarinho da camisa branca, que teimava em parecer apertada. Ele encarou-a, ela sorriu, apenas seus lábios estavam amostra. Ele desviou os olhos em direção ao saco, novamente, engoliu alguma coisa em seco.
-onde você... como você, meu deus! – fechou o saco. – deus! isso é, você matou...
-por que todo esse drama, eu disse que conseguiria e consegui... – ela disse, escorando seu corpo na cadeira. – agora, o envelope... e, cada um segue seu rumo... quando ficar pronto, mande uma coruja, okay?
- como vou sair com isso? e a criança? – perguntou quase que em desespero, levantando-se, fazendo sua cadeira cair e algumas pessoas, duas na verdade, olharem para ambos.
- ela já estava morta, tinha menos de 13 anos, era pura... não foi isso que queria? – respondeu com outra pergunta, mas não deu tempo de escutar o que ele iria falar, logo voltou a dizer. – tive que violar o tumulo de uma criança e se pensar em desistir, eu te mato.não me venha com peso, nessa sua cabeça de merda – disse a ultima parte em um tom baixo, jogando outro saco cheio de dinheiro. – esta aqui, isso cobre as despesas, certo?
Ele não disse nada, seus olhos passavam de um saco de ossos para um cheio de dinheiro. Sentou-se, colocando cotovelo na mesa e apoiou o rosto na mão. Estava nervoso. Era habilidoso naquele tipo de magia negra, mas nunca fizera nada com restos mortais humanos, muito menos de algo tão puro, como de uma criança. Empurrou o envelope em direção a mulher. Se mudasse de opinião morreria, tinha que fazer aquilo e rápido. Passara maior parte do tempo, praticamente rezando para que ela mudasse de idéia, mas sempre fora firme. Nunca praticou nada do gênero, seria a primeira vez que tiraria algo do papel.
- preciso de uma semana... - ele disse, colocando os dois sacos no casaco.- depois siga as instruções que estão no envelope... então pode executar a sua vingança. Aliais, ainda é praquela pessoa?
- não que eu te deva explicação, mas não é... aquela já não esta viva, agora, tenho duas novas pedras-no-meu-caminho...- disse dando um sorriso malicioso.
-entendendo...enfim – levantou-se-, espero não ver você novamente, e, espero que não abra a boca... adeus, Fernandes.
Ele saiu e depois de alguns minutos, ela também seguiu seu caminho. Sua sorte estava mudando.
OFF:
“Encontre-me no mesmo lugar e na mesma hora. Traga a ultima parte.”... – Manuela releu, com um sorriso nos lábios. – enfim, achei que levaria mais de três meses... será que a minha sorte esta mudando? – perguntou-se, certa de que a resposta seria um sim.
Sua roupa estava diferente, agora, ela vestia algo mais escuro e mais fechado. Sua identidade não poderia ser revelada. As mãos não saiam do seu bolso, seguravam com força, a base de um punhal e a varinha. Qualquer cuidado era pouco! O sol quase não aparecia naquela parte da travessa do tranco, apenas fechos de luzes, quando rasgavam alguns panos que cobriam, como telhados, as ruelas do lugar. Pareciam às ruas da pérsia, pensou. Pelo menos as ruas que Manuela freqüentava.
Poucas pessoas andavam pela travessa, e, as que cruzavam pela Manuela, quase que, se escoravam nas paredes, em busca de distancia. A causa disso, fora um incidente nas férias. Ela duelou com um homem, o mesmo que lhe mandara a carta, logo cedo. Suas botas quebravam o selênio, quando batiam na calçada de pedras hexagonais do lugar.
Enfim, o lugar de sempre, no qual o homem se referia, estava na sua frente. A fachada tinha uma péssima aparecia, aliais, fazia tempo que não via algo tão estranho. Era único: uns sinais estranhos na parede, mas não tinham significados, não para Manuela, ela nunca soubera o nome do lugar. Algumas ossadas velhas estavam nos cantos das paredes, formando uma espécie de “pegador de sonho”, mas com cordas feitas de cabelo, aparentemente, humano.
Sua mão, com uma luva de dragão escura, parou milímetros, antes de encosta na maçaneta da porta, pois estava suja de sangue. O nojo fez a mulher dar um paço pra trás, porém, o sangue era velho, pensou nas possibilidades de pegar alguma doença. Tirou a varinha do bolso e abriu a porta.
Dentro do lugar, era mais estranho que o lado de fora. A quantidade de bebidas atrás do balcão era impossível de ser contada em um dia. Nada parecia diferente: as mesas de madeira desgastada, as janelas vedadas com madeiras, que não permitiam que muita claridade entrasse; os espelhos que te deformavam e a poeira, nada, absolutamente nada estava diferente, talvez, a mancha de sangue na maçaneta, alem disso, nada.
-aqui! – uma voz rouca exclamou. – você sempre faz à mesma coisa...
-ah, claro, sempre me perco nessa... decoração. – comentou, ainda olhando um espelho que a deixava enorme.
-sente-se. – ele convidou, empurrando uma cadeira, com o pé esquerdo, por baixo da mesa.
-obrigado! – ela disse, olhando o envelope em cima da mesa, mas antes de sentar-se, limpou a cadeira. – espero que tenha conseguido tudo, você sabe, eu não posso me expor, andando por esse lugar. – disse sem delongas.
-calma, achei que iria tomar um drinque antes d...-fora interrompido, por Manuela, que jogara um saco de pano, do tamanho de um balaço em sua frente.- o que é isso?
- não se faça de idiota, abra! – falou grossamente. – e, seja discreto. – acrescentou.
Assim que o saco foi aberto, o homem perdeu a cor, sua face tinha um terror estranho nos olhos, cor verde. Manuela acompanhou o suor, que escorria pela costeleta dele, a mão, meio tremula, folgava o colarinho da camisa branca, que teimava em parecer apertada. Ele encarou-a, ela sorriu, apenas seus lábios estavam amostra. Ele desviou os olhos em direção ao saco, novamente, engoliu alguma coisa em seco.
-onde você... como você, meu deus! – fechou o saco. – deus! isso é, você matou...
-por que todo esse drama, eu disse que conseguiria e consegui... – ela disse, escorando seu corpo na cadeira. – agora, o envelope... e, cada um segue seu rumo... quando ficar pronto, mande uma coruja, okay?
- como vou sair com isso? e a criança? – perguntou quase que em desespero, levantando-se, fazendo sua cadeira cair e algumas pessoas, duas na verdade, olharem para ambos.
- ela já estava morta, tinha menos de 13 anos, era pura... não foi isso que queria? – respondeu com outra pergunta, mas não deu tempo de escutar o que ele iria falar, logo voltou a dizer. – tive que violar o tumulo de uma criança e se pensar em desistir, eu te mato.não me venha com peso, nessa sua cabeça de merda – disse a ultima parte em um tom baixo, jogando outro saco cheio de dinheiro. – esta aqui, isso cobre as despesas, certo?
Ele não disse nada, seus olhos passavam de um saco de ossos para um cheio de dinheiro. Sentou-se, colocando cotovelo na mesa e apoiou o rosto na mão. Estava nervoso. Era habilidoso naquele tipo de magia negra, mas nunca fizera nada com restos mortais humanos, muito menos de algo tão puro, como de uma criança. Empurrou o envelope em direção a mulher. Se mudasse de opinião morreria, tinha que fazer aquilo e rápido. Passara maior parte do tempo, praticamente rezando para que ela mudasse de idéia, mas sempre fora firme. Nunca praticou nada do gênero, seria a primeira vez que tiraria algo do papel.
- preciso de uma semana... - ele disse, colocando os dois sacos no casaco.- depois siga as instruções que estão no envelope... então pode executar a sua vingança. Aliais, ainda é praquela pessoa?
- não que eu te deva explicação, mas não é... aquela já não esta viva, agora, tenho duas novas pedras-no-meu-caminho...- disse dando um sorriso malicioso.
-entendendo...enfim – levantou-se-, espero não ver você novamente, e, espero que não abra a boca... adeus, Fernandes.
Ele saiu e depois de alguns minutos, ela também seguiu seu caminho. Sua sorte estava mudando.
OFF:
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Re: Travessa do Tranco
*Observo atentamente*
Infelizmente, meu medo supera minha tamanha curiosidade.
*Tento sair rapidamente*
*Aconteçe algo inesperado*
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- Gaby Lovegood
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