[CASTELO] Biblioteca
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- Salas Wulfric
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Narração
Pensamento
Fala
Salas tentava não deixar transparecer sua felicidade pelo acontecimento, podia estar imundo cheio de limo, mas sempre quisera em toda a sua vida fazer algo com a seção reservada, e agora isso tinha acontecido. Ele olhou para Blood, o professor tinha um tom pesaroso, nem parecia notar que Salas achava aquilo tudo muito engraçado. Todo aquele lugar cheio de limo era mais do que tudo que Salas havia imaginado fazer durante seus tempos de aluno.
Isso é perfeito. Vou pegar o Blood ainda que tá ali se perguntando se eu sou legilimente, hehe.
Salas ia se mecher para falar com Blood, quando Luluka entrou no corredor. Como sempre a diretora dava medo, Salas sabia que ela era uma ótima pessoa, mas a cara dela naquele momento mostrava que ela podia matar os dois professores. Ele olhou para Blood, ambos abriram um leve sorriso, mas se voltaram para a diretora em busca de uma resposta. Da nuvem acima deles ainda caia um pouco de limo, e este começava a sujar as vestes da diretora. A única coisa que vinha a cabeça de Salas era usar a explicação de Blood, de que ele havia errado um feitiço, mas isso faria o professor ficar em maos lençois com a diretora, por sinal sua mãe.
Se a Luluka caisse nesse limo ia ser a melhor coisa do ano se bobiasse.
-Diretora, tudo bem? Eu estava para ir a sua sala havisar que havia chegado ao castelo. Antes tinha decidido lembrar os velhos tempos aqui pelo castelo, e vim parar na bibioteca. O professor Blood estava a me mostrar um feitiço muito difícil e que faria com que toda a biblioteca ficasse em ótimo estado, mas algo que nós não sabemos deu errado e aconteceu isso, mas pode ficar calma nós já temos uma maneira para resolver isso.
Que maneira é essa Salas??? Arrange uma logo antes que ela pergunte.
Salas olhou a volta, nada havia para resolver aquilo, e pior ele ainda tinha que se limpar, a única coisa boa era que ele havia aprendido em suas viagens um feitiço que removia qualquer limo existente, sendo ele mágico ou natural. No momento em que ia retirar sua varinha das vestes para faze isso, Laina a mais nova professora chegou ao corredor, e pergunta o que havia acontecido. Salas havia enventado a desculpa para a diretora e preferia não falar mais nada e não correr nenhum risco de contradizer-se em algum ponto, era ótimo mentiroso, mas era melhor não arriscar.
Falta aparecer um aluno aqui. Aí nós colocamos ele para limpar, a Laine supervisiona essa limpeza, tiramos todos os outros alunos daqui e o Blood e eu podemos ir fazer aquela visita que estamos programando.
Como uma resposta ao pensamento de Salas um aluno chegou ao local perguntando a Laine sobre mandragoras. Viu-se um brilho passar pelos olhos de Salas, que olhou para Blood e viu que o professor estava tendo a mesma idéia. Salas retirou de dentro de suas vestes sua varinha e apontando para si fez um feitiço não-verbal e retirou todo o limo, a boca de Blood abriu, Salas sabia porque. No momento em que havia errado o feitiço Blood havia deixado a mente muito aberta e Salas havia percebido que ele estava mentindo sobre errar o movimento, ele havia sim errado a pronuncia. Também havia passado pela cabeça do professor que Salas iria ter que tomar um belo banho já que para ele não havia feitiço que removeria aquele limo. Salas soltou um leve riso, e foi em direção a Blood e falou baixo de maneira que só o professor podia ouvir.
-Blood eu sei que você errou as palavras, mas fique calmo eu já estou limpo e adorei isso que você causou. Mas temos um problema com a Luluka. Digo para darmos como detenção para aquele aluno com a Laine a limpeza da seção, ela fica de olho nele, e nós tiramos da biblioteca todos os outros alunos. Ele estava aqui na biblioteca falando e também não devia ter vindo atrás dela aqui na seção reservada, você me entende, concorda com a idéia?
Salas parou do lado do professor, a diretora continuava com a mesma cara a espera de uma boa resposta. Só faltava agora Blood dar um leve aceno para Salas que concorda e eles dizerem para a diretora.
Pensamento
Fala
Salas tentava não deixar transparecer sua felicidade pelo acontecimento, podia estar imundo cheio de limo, mas sempre quisera em toda a sua vida fazer algo com a seção reservada, e agora isso tinha acontecido. Ele olhou para Blood, o professor tinha um tom pesaroso, nem parecia notar que Salas achava aquilo tudo muito engraçado. Todo aquele lugar cheio de limo era mais do que tudo que Salas havia imaginado fazer durante seus tempos de aluno.
Isso é perfeito. Vou pegar o Blood ainda que tá ali se perguntando se eu sou legilimente, hehe.
Salas ia se mecher para falar com Blood, quando Luluka entrou no corredor. Como sempre a diretora dava medo, Salas sabia que ela era uma ótima pessoa, mas a cara dela naquele momento mostrava que ela podia matar os dois professores. Ele olhou para Blood, ambos abriram um leve sorriso, mas se voltaram para a diretora em busca de uma resposta. Da nuvem acima deles ainda caia um pouco de limo, e este começava a sujar as vestes da diretora. A única coisa que vinha a cabeça de Salas era usar a explicação de Blood, de que ele havia errado um feitiço, mas isso faria o professor ficar em maos lençois com a diretora, por sinal sua mãe.
Se a Luluka caisse nesse limo ia ser a melhor coisa do ano se bobiasse.
-Diretora, tudo bem? Eu estava para ir a sua sala havisar que havia chegado ao castelo. Antes tinha decidido lembrar os velhos tempos aqui pelo castelo, e vim parar na bibioteca. O professor Blood estava a me mostrar um feitiço muito difícil e que faria com que toda a biblioteca ficasse em ótimo estado, mas algo que nós não sabemos deu errado e aconteceu isso, mas pode ficar calma nós já temos uma maneira para resolver isso.
Que maneira é essa Salas??? Arrange uma logo antes que ela pergunte.
Salas olhou a volta, nada havia para resolver aquilo, e pior ele ainda tinha que se limpar, a única coisa boa era que ele havia aprendido em suas viagens um feitiço que removia qualquer limo existente, sendo ele mágico ou natural. No momento em que ia retirar sua varinha das vestes para faze isso, Laina a mais nova professora chegou ao corredor, e pergunta o que havia acontecido. Salas havia enventado a desculpa para a diretora e preferia não falar mais nada e não correr nenhum risco de contradizer-se em algum ponto, era ótimo mentiroso, mas era melhor não arriscar.
Falta aparecer um aluno aqui. Aí nós colocamos ele para limpar, a Laine supervisiona essa limpeza, tiramos todos os outros alunos daqui e o Blood e eu podemos ir fazer aquela visita que estamos programando.
Como uma resposta ao pensamento de Salas um aluno chegou ao local perguntando a Laine sobre mandragoras. Viu-se um brilho passar pelos olhos de Salas, que olhou para Blood e viu que o professor estava tendo a mesma idéia. Salas retirou de dentro de suas vestes sua varinha e apontando para si fez um feitiço não-verbal e retirou todo o limo, a boca de Blood abriu, Salas sabia porque. No momento em que havia errado o feitiço Blood havia deixado a mente muito aberta e Salas havia percebido que ele estava mentindo sobre errar o movimento, ele havia sim errado a pronuncia. Também havia passado pela cabeça do professor que Salas iria ter que tomar um belo banho já que para ele não havia feitiço que removeria aquele limo. Salas soltou um leve riso, e foi em direção a Blood e falou baixo de maneira que só o professor podia ouvir.
-Blood eu sei que você errou as palavras, mas fique calmo eu já estou limpo e adorei isso que você causou. Mas temos um problema com a Luluka. Digo para darmos como detenção para aquele aluno com a Laine a limpeza da seção, ela fica de olho nele, e nós tiramos da biblioteca todos os outros alunos. Ele estava aqui na biblioteca falando e também não devia ter vindo atrás dela aqui na seção reservada, você me entende, concorda com a idéia?
Salas parou do lado do professor, a diretora continuava com a mesma cara a espera de uma boa resposta. Só faltava agora Blood dar um leve aceno para Salas que concorda e eles dizerem para a diretora.

As bolas do Salas
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- Thammy Lee
- Com a Pedra Filosofal

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Narração
Fala
Pensamento
Após procurar em vários livros o maior número possível de informações para seu dever de Poções, Thammy foi sentindo suas pálpebras ficando pesadas, sua cabeça pendendo, e cada vez tentando se reanimar, pois ainda tinha muito o que fazer.
Ah, não aguento mais, mas preciso de mais alguma coisa complementar..
Após muito esforço para se manter acordada, suas forças foram se esgotando e acabou dormindo em cima de um livro.
Fala
Pensamento
Após procurar em vários livros o maior número possível de informações para seu dever de Poções, Thammy foi sentindo suas pálpebras ficando pesadas, sua cabeça pendendo, e cada vez tentando se reanimar, pois ainda tinha muito o que fazer.
Ah, não aguento mais, mas preciso de mais alguma coisa complementar..
Após muito esforço para se manter acordada, suas forças foram se esgotando e acabou dormindo em cima de um livro.
strawberry field forever.
- Blood Evans
- Com a Pedra Filosofal

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Legenda
narração
pensamento
fala
Blood concordou na hora com a idéia de Salas, mas controlando-se para não suplicar o perdão de sua mãe Luluka Evans, Diretora de Hogwarts Blood vira-se para a mãe e fala.
Mamãe, desculpe, senhora Diretora eu cometi um pequeno erro mas já temos uma solução aquele menino ali ao lado é um bom aluno, mas cometeu o erro de entrar na seção proibida, por isso lhe daremos como detenção limpar esta pequena bagunça.
Pequena bagunça? Isto é um pântano no meio da Biblioteca.
Com um aceno pede que Henry se aproxime e lhe comunica a decisão, e pergunta a laine se pode supervisionar a limpeza do local. Em tom profético começa a discursar em meio ao limo, mas diferente dos outros presentes e com exceção do senhor Salas Wulfric que já havia se limpado, Blood continuava impecável somente com as suas botas um pouco sujas.
Nunca vou me esquecer deste dia, gostaria que nenhum de vocês aqui presentes esquecesse também, tudo que aconteceu aqui é prova do poder que tenho para criar novos feitiços e farei o melhor que puder para melhorar tudo em Hogwarts. Desta vez meu feitiço saiu por de trás da varinha, mas não errarei novamente, não, não errarei eu espantarei esse trasgo que se chama azar.
Depois de tanta baboseira, espero que eles esqueçam tudo que fiz, nossa não falei coisa com coisa. Devo admitir que nem o senhor Lokhart tem tanta capacidade para fazer as outras esquecerem através de minha lábia. Agora eu e Salas temos que ir até a enfermaria, afinal temos um encontro marcado com um certo alguém que repousa nos braços de orfeu.
Tudo bem para você Professora Laine? Pode nos ajudar a cuidar disso tudo? Eu e Salas temos um compromisso inadiável.
Blood fez sua costumeira despedida escrevendo seu nome com a varinha no ar e o fazendo escorrer como sangue logo antes de evaporar sua assinatura, apenas mais um jeito excêntrico de chamar a atenção, mas um gesto do qual Blood nunca abre mão desde criança quando sua mãe lhe disse o quanto devia orgulhar-se de ter um nome forte. Blood olhou para todos ao redor esperando uma resposta e esperando o sinal de Salas para partirem logo. Afinal, aquele limo já estava ficando fétido pior que excremento de hipogrifo ao sol.
narração
pensamento
fala
Blood concordou na hora com a idéia de Salas, mas controlando-se para não suplicar o perdão de sua mãe Luluka Evans, Diretora de Hogwarts Blood vira-se para a mãe e fala.
Mamãe, desculpe, senhora Diretora eu cometi um pequeno erro mas já temos uma solução aquele menino ali ao lado é um bom aluno, mas cometeu o erro de entrar na seção proibida, por isso lhe daremos como detenção limpar esta pequena bagunça.
Pequena bagunça? Isto é um pântano no meio da Biblioteca.
Com um aceno pede que Henry se aproxime e lhe comunica a decisão, e pergunta a laine se pode supervisionar a limpeza do local. Em tom profético começa a discursar em meio ao limo, mas diferente dos outros presentes e com exceção do senhor Salas Wulfric que já havia se limpado, Blood continuava impecável somente com as suas botas um pouco sujas.
Nunca vou me esquecer deste dia, gostaria que nenhum de vocês aqui presentes esquecesse também, tudo que aconteceu aqui é prova do poder que tenho para criar novos feitiços e farei o melhor que puder para melhorar tudo em Hogwarts. Desta vez meu feitiço saiu por de trás da varinha, mas não errarei novamente, não, não errarei eu espantarei esse trasgo que se chama azar.
Depois de tanta baboseira, espero que eles esqueçam tudo que fiz, nossa não falei coisa com coisa. Devo admitir que nem o senhor Lokhart tem tanta capacidade para fazer as outras esquecerem através de minha lábia. Agora eu e Salas temos que ir até a enfermaria, afinal temos um encontro marcado com um certo alguém que repousa nos braços de orfeu.
Tudo bem para você Professora Laine? Pode nos ajudar a cuidar disso tudo? Eu e Salas temos um compromisso inadiável.
Blood fez sua costumeira despedida escrevendo seu nome com a varinha no ar e o fazendo escorrer como sangue logo antes de evaporar sua assinatura, apenas mais um jeito excêntrico de chamar a atenção, mas um gesto do qual Blood nunca abre mão desde criança quando sua mãe lhe disse o quanto devia orgulhar-se de ter um nome forte. Blood olhou para todos ao redor esperando uma resposta e esperando o sinal de Salas para partirem logo. Afinal, aquele limo já estava ficando fétido pior que excremento de hipogrifo ao sol.
- •Pertenço a Confraria de Bombarda•

• eu sou um Evans •
•Eu estou arrependido, não sou mais comensal•
Clique aqui e mande-me uma MP você também![/list:u][/list:u]
- •Pertenço a Confraria de Bombarda•
- laine fernandes
- Conhecendo A Toca

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narraçao
fala
pensamento
outros personagens
off
Laine olhava o lugar todo sujo, não sabia se ficava triste ou um pouquinho alegre pelo feito que o professor fez, pois sempre quis aprontar na biblioteca, apesar de ter aprontado bastante, mais nada como aquilo, que provavelmente lhe daria uma grave detenção.
Mamãe, desculpe, senhora Diretora eu cometi um pequeno erro mas já temos uma solução aquele menino ali ao lado é um bom aluno, mas cometeu o erro de entrar na seção proibida, por isso lhe daremos como detenção limpar esta pequena bagunça.
laine olha pro aluno, que se aproxima do professor, em seguida blood começa a falar um monte de doidice e por fim pergunta:
Tudo bem para você Professora Laine? Pode nos ajudar a cuidar disso tudo? Eu e Salas temos um compromisso inadiável.
Laine olha pro menino, e sorri gentilmente, olha pra blood com há cara um pouco fechada, e responde:
Claro prof° blood, posso ficar aqui com ele sem problemas.
Pobre menino, vai te que limpa essa bagunça toda, esse blood apronta e quem tem que pagar o pato e um pobre aluno.... Não gosto desse professor nem um pouco, me parece tão arrogante.
fala
pensamento
outros personagens
off
Laine olhava o lugar todo sujo, não sabia se ficava triste ou um pouquinho alegre pelo feito que o professor fez, pois sempre quis aprontar na biblioteca, apesar de ter aprontado bastante, mais nada como aquilo, que provavelmente lhe daria uma grave detenção.
Mamãe, desculpe, senhora Diretora eu cometi um pequeno erro mas já temos uma solução aquele menino ali ao lado é um bom aluno, mas cometeu o erro de entrar na seção proibida, por isso lhe daremos como detenção limpar esta pequena bagunça.
laine olha pro aluno, que se aproxima do professor, em seguida blood começa a falar um monte de doidice e por fim pergunta:
Tudo bem para você Professora Laine? Pode nos ajudar a cuidar disso tudo? Eu e Salas temos um compromisso inadiável.
Laine olha pro menino, e sorri gentilmente, olha pra blood com há cara um pouco fechada, e responde:
Claro prof° blood, posso ficar aqui com ele sem problemas.
Pobre menino, vai te que limpa essa bagunça toda, esse blood apronta e quem tem que pagar o pato e um pobre aluno.... Não gosto desse professor nem um pouco, me parece tão arrogante.
- Salas Wulfric
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Narração
Pensamento
--Fala
No momento que Blood abriu a boca e começou a falar com Luluka, Salas quase caiu no chão para segurar o riso. Mas no final ele achou que Blood havia dito tudo para Luluka de uma maneira bem rápida e direta, o professor gostou. Blood chamou Henry e comunicou a ele a detenção e o por que dela, o garoto nada disse ao professor.
Até que ele resolveu tudo muito bem. Agora a gente tem que ir ver aquela outra pessoa.
Blood deveria estar tentando matar Salas, mais uma vez o professor teve que segurar o riso com mais uma das loucuras do colega. Ele falando daqueles acontecimentos estava ótimo, mas Salas não queria que a diretora vice que ele estava achando tudo aquilo muito bom. Blood pediu a Laine que ficasse tomadno conta de Henry na detenção, assim que ela concordou Salas virou para Blood.
-- Blood tudo certo aqui. Agora vamos tirar os outros alunos que estão na biblioteca, pra detenção é melhor o Henry ficar aqui sozinho. Acho que somente quatro alunos ainda estão na biblioteca, Thammy Lee, Kaká, Rodrigo [RPotter] e Helena Watson Black. Vamos fazer o seguinte, antes de irmos ver aquela pessoa, eu retiro a Kaká e o Rodrigo [RPotter] e você a Thammy Lee e Helena Watson Black, certo?
Sem esperar a confirmação de Blood, Salas foi até Rodrigo [RPotter] e pediu para que ele fosse para a torre da grifinória. Depois foi até Kaká, a menina lia um livro de astronomia, Salas achou aquilo estranho, normalmente os alunos não gostavam muito de astronomia, ele mesmo havia demorado a gostar.
--Olá, meu nome é Salas Wulfric serei o professor de astronomia esse ano. Eu vim lhe pedir uma coisa ruim, mas te vi estudando astronomia. Você não deve gostar dessa materia, ou gosta? Eu mesmo demorei a gostar dela, é muito estranha. Se você quiser eu posso te dar algumas aulas particulares antes de voltarmos das férias de natal, o que você acha? Se quiser é só bater lá na torre de astronomia.
Se essa garota gostar de astronomia vai ser a primeria em anos que eu vejo assim, mas tomara que se ela não goste venha a gostar.
--Mas agora eu tenho que lhe pedir aquela coisa ruim que lhe falei. Nós tivemos um pequeno, nada pequeno, problema ali na seção reservada e precisamos que os alunos não esteiam aqui na biblioteca agora durante um tempo. Eu queria que você agora voltasse para o salão comunal da sua casa. Ok?
A garota se levantou, juntou o livro e foi em direção as portas da biblioteca. Salas após alguns segundos fez o mesmo, ele não queria voltar a passar pela seção reservada que começava a feder e Blood já devia ter pedido aos outros alunos. Não deu outra, assim que chegou as portas Blood estava lá parado, a biblioteca agora muito silenciosa, somente com o som do esfregão de Henry, que não podia usar magia para retirar o limo. A diretora ainda estava lá juntamente com Laine. Blood e Salas se viraram e saíram em direção a enfermaria para visitar uma pessoa, Salas conferiu no bolso se uma coisa que havia pego mais cedo ainda estava lá.
[OFF] Kaká, Rodrigo [RPotter], Thammy Lee e Helena Watson Black fora da biblitoeca.
[OFF2] Blood e Salas indo para a enfermaria.
Pensamento
--Fala
No momento que Blood abriu a boca e começou a falar com Luluka, Salas quase caiu no chão para segurar o riso. Mas no final ele achou que Blood havia dito tudo para Luluka de uma maneira bem rápida e direta, o professor gostou. Blood chamou Henry e comunicou a ele a detenção e o por que dela, o garoto nada disse ao professor.
Até que ele resolveu tudo muito bem. Agora a gente tem que ir ver aquela outra pessoa.
Blood deveria estar tentando matar Salas, mais uma vez o professor teve que segurar o riso com mais uma das loucuras do colega. Ele falando daqueles acontecimentos estava ótimo, mas Salas não queria que a diretora vice que ele estava achando tudo aquilo muito bom. Blood pediu a Laine que ficasse tomadno conta de Henry na detenção, assim que ela concordou Salas virou para Blood.
-- Blood tudo certo aqui. Agora vamos tirar os outros alunos que estão na biblioteca, pra detenção é melhor o Henry ficar aqui sozinho. Acho que somente quatro alunos ainda estão na biblioteca, Thammy Lee, Kaká, Rodrigo [RPotter] e Helena Watson Black. Vamos fazer o seguinte, antes de irmos ver aquela pessoa, eu retiro a Kaká e o Rodrigo [RPotter] e você a Thammy Lee e Helena Watson Black, certo?
Sem esperar a confirmação de Blood, Salas foi até Rodrigo [RPotter] e pediu para que ele fosse para a torre da grifinória. Depois foi até Kaká, a menina lia um livro de astronomia, Salas achou aquilo estranho, normalmente os alunos não gostavam muito de astronomia, ele mesmo havia demorado a gostar.
--Olá, meu nome é Salas Wulfric serei o professor de astronomia esse ano. Eu vim lhe pedir uma coisa ruim, mas te vi estudando astronomia. Você não deve gostar dessa materia, ou gosta? Eu mesmo demorei a gostar dela, é muito estranha. Se você quiser eu posso te dar algumas aulas particulares antes de voltarmos das férias de natal, o que você acha? Se quiser é só bater lá na torre de astronomia.
Se essa garota gostar de astronomia vai ser a primeria em anos que eu vejo assim, mas tomara que se ela não goste venha a gostar.
--Mas agora eu tenho que lhe pedir aquela coisa ruim que lhe falei. Nós tivemos um pequeno, nada pequeno, problema ali na seção reservada e precisamos que os alunos não esteiam aqui na biblioteca agora durante um tempo. Eu queria que você agora voltasse para o salão comunal da sua casa. Ok?
A garota se levantou, juntou o livro e foi em direção as portas da biblioteca. Salas após alguns segundos fez o mesmo, ele não queria voltar a passar pela seção reservada que começava a feder e Blood já devia ter pedido aos outros alunos. Não deu outra, assim que chegou as portas Blood estava lá parado, a biblioteca agora muito silenciosa, somente com o som do esfregão de Henry, que não podia usar magia para retirar o limo. A diretora ainda estava lá juntamente com Laine. Blood e Salas se viraram e saíram em direção a enfermaria para visitar uma pessoa, Salas conferiu no bolso se uma coisa que havia pego mais cedo ainda estava lá.
[OFF] Kaká, Rodrigo [RPotter], Thammy Lee e Helena Watson Black fora da biblitoeca.
[OFF2] Blood e Salas indo para a enfermaria.

As bolas do Salas
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- Petyr Van Abel
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Henry nem se importara com o fato de blood ter colocado ele em detenção,sua mente estava preenchida com apenas uma coisa...a folha
quando Blood o chamou ele se aproximou de Blood e disse baixinho:
-Faze o q ne...vou concerta o SEU erro
Henry dera uma grande enfase no SEU,pois sabia q ele era apenas uma maneira dos dois profº de se livrarem de luluka...
apos todos sairem da biblioteca ele olhou p/ a profª e disse:
-Desculpe profª mas nao sei o seu nome...e gostaria de saber sobre as mandragoras...
quando Blood o chamou ele se aproximou de Blood e disse baixinho:
-Faze o q ne...vou concerta o SEU erro
Henry dera uma grande enfase no SEU,pois sabia q ele era apenas uma maneira dos dois profº de se livrarem de luluka...
apos todos sairem da biblioteca ele olhou p/ a profª e disse:
-Desculpe profª mas nao sei o seu nome...e gostaria de saber sobre as mandragoras...

E do riso fez-se o pranto!!!
E hoje em dia... como é que se diz eu te amo?
- Thammy Lee
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fala
pensamento
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A professora laine acompanhou com os olhos os professores que se dirigiam aos outros alunos, depois olhou pra Henry, que já estava com o seu esfregão. O menino olha pra ela e pergunta:
Desculpe profª mas não sei o seu nome...e gostaria de saber sobre as mandrágoras...
Oi meu querido... O meu nome e Laine as man....
laine interrompe a sua resposta quando sente o cheiro do lugar. Coloca a mão no bolso da veste procurando alguns chicletes que andam com sigo quando meche com algumas plantas fedidas. Estende a mão em direção ao Henry e fala:
Henry pegue esse chiclete, ele vai te ajudar a suportar esse cheiro, enquanto estiver com ele na boca vai sentir aroma de menta. E continuando a sua pergunta, o que você quer saber sobre as mandrágoras? Acho que ouvi você perguntar sobre as folhas dela, logo cedo? Não foi?
Esse professor blood....eu aposto que esse acidente não foi sem querer, que cheiro horrível, espero que o gosto do chiclete não acabe rápido.
Laine se afasta pro canto que Henry já tinha limpado e espera resposta do menino.
fala
pensamento
outros personagens
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A professora laine acompanhou com os olhos os professores que se dirigiam aos outros alunos, depois olhou pra Henry, que já estava com o seu esfregão. O menino olha pra ela e pergunta:
Desculpe profª mas não sei o seu nome...e gostaria de saber sobre as mandrágoras...
Oi meu querido... O meu nome e Laine as man....
laine interrompe a sua resposta quando sente o cheiro do lugar. Coloca a mão no bolso da veste procurando alguns chicletes que andam com sigo quando meche com algumas plantas fedidas. Estende a mão em direção ao Henry e fala:
Henry pegue esse chiclete, ele vai te ajudar a suportar esse cheiro, enquanto estiver com ele na boca vai sentir aroma de menta. E continuando a sua pergunta, o que você quer saber sobre as mandrágoras? Acho que ouvi você perguntar sobre as folhas dela, logo cedo? Não foi?
Esse professor blood....eu aposto que esse acidente não foi sem querer, que cheiro horrível, espero que o gosto do chiclete não acabe rápido.
Laine se afasta pro canto que Henry já tinha limpado e espera resposta do menino.
- Petyr Van Abel
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Henry recebe os chicletes da profª seguida da pergunta,o q queria saber sobre mandrgoras...
henry a observou por varios instantes,enquanto se afastava e se sentava,akeles olhos,pq quando olhava p/ ela tinha a impreção q ja vira akeles olhos,ou era a tristeza q transcorria pelos olhjos dakeles q sofrem???sabia como era um de seus dons era legilemencia e a analiase ocular...mas isso nao vem ao caso,ele olha p/ ela e quando esta quase terminando o serviço sente um mal estar...
-Obrigado profª Laine,eu ja terminmei,eu nao estou me sentindo bem, vou a ala hospitalar,Boa noite
<off~>ala hospitala>
henry a observou por varios instantes,enquanto se afastava e se sentava,akeles olhos,pq quando olhava p/ ela tinha a impreção q ja vira akeles olhos,ou era a tristeza q transcorria pelos olhjos dakeles q sofrem???sabia como era um de seus dons era legilemencia e a analiase ocular...mas isso nao vem ao caso,ele olha p/ ela e quando esta quase terminando o serviço sente um mal estar...
-Obrigado profª Laine,eu ja terminmei,eu nao estou me sentindo bem, vou a ala hospitalar,Boa noite
<off~>ala hospitala>

E do riso fez-se o pranto!!!
E hoje em dia... como é que se diz eu te amo?
- Yuri Leon Whollf
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narração
fala
pensamento
Yuri entra na biblioteca, forrada de livros em toda parte que seus olhos podiam ver. Estava exausto, mas precisava encontrar um livro. Dirigiu-se a um corredor, onde havia uma mesa no centro e uma janela atrás. Pela janela a luz da Lua entrava e refletia no chão um brilho intenso, as vezes ofuscado pela aparição de nuvens que anulavam a luz do luar. Aproximou-se de uma estante, e começou a correr os olhos e o dedo por uma fileira, lendo os nomes.
Feitiços rápidos e fotes, Azarações e suas defesas, Enfeitiçando seu oponente, Dementadores - como superar esse medo, As Artes das Trevas e suas Defesas.
Parou diante desse livro, o puxou e viu sua capa: era preta com o titulo escrito em vermelho sangue. Foi até a mesa e sentou-se em uma cadeira, abriu o livro cujas páginas estavam ralamente amareladas e começou a folhea-lo até uma página.
-Aqui está. Defesas para maldições medianas - leu em voz baixa o nome do capitulo.
Começou a ler, concentrado, mas disperso as vezes por barulhos que escutava.
fala
pensamento
Yuri entra na biblioteca, forrada de livros em toda parte que seus olhos podiam ver. Estava exausto, mas precisava encontrar um livro. Dirigiu-se a um corredor, onde havia uma mesa no centro e uma janela atrás. Pela janela a luz da Lua entrava e refletia no chão um brilho intenso, as vezes ofuscado pela aparição de nuvens que anulavam a luz do luar. Aproximou-se de uma estante, e começou a correr os olhos e o dedo por uma fileira, lendo os nomes.
Feitiços rápidos e fotes, Azarações e suas defesas, Enfeitiçando seu oponente, Dementadores - como superar esse medo, As Artes das Trevas e suas Defesas.
Parou diante desse livro, o puxou e viu sua capa: era preta com o titulo escrito em vermelho sangue. Foi até a mesa e sentou-se em uma cadeira, abriu o livro cujas páginas estavam ralamente amareladas e começou a folhea-lo até uma página.
-Aqui está. Defesas para maldições medianas - leu em voz baixa o nome do capitulo.
Começou a ler, concentrado, mas disperso as vezes por barulhos que escutava.
Pensamento
Narração
Fala
Fala de outros personagens
minha fic do sétimo livro:
Harry Potter e o Sétimo Segredo
Narração
Fala
Fala de outros personagens
minha fic do sétimo livro:
Harry Potter e o Sétimo Segredo
- Thammy Lee
- Com a Pedra Filosofal

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Narração
Fala
Pensamento
Aonde que eu tava com a cabeça? Claro Thammy, vc nunca tá com a cabeça no lugar. Agora vc trate de achar esses livros menininha
Andando rápido em direção à biblioteca, chega e tropeça numa mesa
Sim Thammy, o que mais vc quer derrubar?
Se dirige a umas estantes cheias de livros de Transfiguração, analisando os títulos e puxando alguns, acomodando-os em seus braços. Assim que está com um número considerável deles, se dirige a uma mesa, aonde começa a ler, um tanto sonolenta

A Clorofila está escondida embaixo de uma das mesas da Biblioteca.
Fala
Pensamento
Aonde que eu tava com a cabeça? Claro Thammy, vc nunca tá com a cabeça no lugar. Agora vc trate de achar esses livros menininha
Andando rápido em direção à biblioteca, chega e tropeça numa mesa
Sim Thammy, o que mais vc quer derrubar?
Se dirige a umas estantes cheias de livros de Transfiguração, analisando os títulos e puxando alguns, acomodando-os em seus braços. Assim que está com um número considerável deles, se dirige a uma mesa, aonde começa a ler, um tanto sonolenta

A Clorofila está escondida embaixo de uma das mesas da Biblioteca.
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- Yuri Leon Whollf
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fala
pensamento
Yuri lia uma parte interessante, quando escuta um barulho mais alto e sua atenção é desviada. Ele olha em volta a procura da origem do barulho. Levanta e caminha, com o livro seguro na mão, até a frente do corredor, de onde avista Thammy sentada com uma pilha de livros ao seu lado. Pelos titulos, percebeu que se tratavam de transiguração. Andou até ela, sentou-se em uma cadeira e disse:
-Oi Thammy! Transfiguração? A essa hora? Está querendo virar animaga? - sorri para ela carinhosamente.
Pousa seu livro sobre a mesa também e volta a pagina em que havia parado. Nesse corredor não havia janelas, era apenas iluminado pelas luzes que vinham de velas ao canto, muito fracas agora prejudicando a leitura. Retira a varinha das vestes e murmura:
-Lumus - uma luz aparece na ponta de sua varinha e ele a coloca entre si e Thammy para que ambos se beneficiem da luz.
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Yuri lia uma parte interessante, quando escuta um barulho mais alto e sua atenção é desviada. Ele olha em volta a procura da origem do barulho. Levanta e caminha, com o livro seguro na mão, até a frente do corredor, de onde avista Thammy sentada com uma pilha de livros ao seu lado. Pelos titulos, percebeu que se tratavam de transiguração. Andou até ela, sentou-se em uma cadeira e disse:
-Oi Thammy! Transfiguração? A essa hora? Está querendo virar animaga? - sorri para ela carinhosamente.
Pousa seu livro sobre a mesa também e volta a pagina em que havia parado. Nesse corredor não havia janelas, era apenas iluminado pelas luzes que vinham de velas ao canto, muito fracas agora prejudicando a leitura. Retira a varinha das vestes e murmura:
-Lumus - uma luz aparece na ponta de sua varinha e ele a coloca entre si e Thammy para que ambos se beneficiem da luz.
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minha fic do sétimo livro:
Harry Potter e o Sétimo Segredo
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- Thammy Lee
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Logo que se senta percebe alguém a se aproximar. Levanta os olhos e se depara com um garoto, fazendo perguntas embaraçosas sobre seus objetivos na Transfiguração
Eu, ã.. eu, ah. É ilegal, né? Vc acha que eu faria alguma coisa dessas?
Sua fala sai com um certo tom de riso, ao que tenta desfarçar, baixando a cabeça e continuando a ler, com a visão agora privilegiada pela varinha de Yuri acesa no meio da mesa, entre os dois.
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Pensamento
Logo que se senta percebe alguém a se aproximar. Levanta os olhos e se depara com um garoto, fazendo perguntas embaraçosas sobre seus objetivos na Transfiguração
Eu, ã.. eu, ah. É ilegal, né? Vc acha que eu faria alguma coisa dessas?
Sua fala sai com um certo tom de riso, ao que tenta desfarçar, baixando a cabeça e continuando a ler, com a visão agora privilegiada pela varinha de Yuri acesa no meio da mesa, entre os dois.
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- Yuri Leon Whollf
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fala
pensamento
Yuri lia, quando ouve a voz de Thammy lhe respondendo, ele sorri diante da resposta, ergue os olhos do livro e a olha e diz:
-Eu sei que vc não faria isso...foi só uma brincadeira...Mas de qualquer jeito, eu não posso falar nada, meu livro não seria um dos mais recomendados - e aponta para o dele.
Fica olhando-a por uns segundos, sem conseguir voltar sua atenção para o livro, enfim o faz.
Que que deu em mim? Fiquei olhando para ela muito tempo E a olha mais uma vez rapidamente.
Volta então sua atenção para o livro, mas o sono agora era muito pesado e não conseguia concentrar, sem contar que a figura de Thammy entrava em sua mente a toda hora. Resolve deitar-se.
-Eu vou indo. Termino de ler depois, estou muito cansado. Vai ficar aí mais? Bom, em todo o caso. Pega a sua varinha e a apaga, então aponta para umas velas que haviam se apagado e murmura:
-Incendio! Elas pegam fogo e voltam a iluminar bem o local. Então, uhm, boa noite
Queria lhe dar um beijo na bochecha de boa noite, mas não, melhor não...
Vira-se então e sai, andando vagarosamente em direção a sala comunal da Grifinória.
[OFF]Dormitório da Grifinória[OFF]
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pensamento
Yuri lia, quando ouve a voz de Thammy lhe respondendo, ele sorri diante da resposta, ergue os olhos do livro e a olha e diz:
-Eu sei que vc não faria isso...foi só uma brincadeira...Mas de qualquer jeito, eu não posso falar nada, meu livro não seria um dos mais recomendados - e aponta para o dele.
Fica olhando-a por uns segundos, sem conseguir voltar sua atenção para o livro, enfim o faz.
Que que deu em mim? Fiquei olhando para ela muito tempo E a olha mais uma vez rapidamente.
Volta então sua atenção para o livro, mas o sono agora era muito pesado e não conseguia concentrar, sem contar que a figura de Thammy entrava em sua mente a toda hora. Resolve deitar-se.
-Eu vou indo. Termino de ler depois, estou muito cansado. Vai ficar aí mais? Bom, em todo o caso. Pega a sua varinha e a apaga, então aponta para umas velas que haviam se apagado e murmura:
-Incendio! Elas pegam fogo e voltam a iluminar bem o local. Então, uhm, boa noite
Queria lhe dar um beijo na bochecha de boa noite, mas não, melhor não...
Vira-se então e sai, andando vagarosamente em direção a sala comunal da Grifinória.
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- Thammy Lee
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Pensamento
Sua concentração já não era tanta, perturbada pelo sono e pela presença daquele garoto, que de uma forma inexplicável atraía sua atenção de modo que ela não conseguia se desvencilhar, surpreendendo-se com os olhos presos nele, disfarçando logo em seguida e se voltando para seu livro
Será que.. ah, não
Ouve a despedida de Yuri
Ah, sim. Também estou indo, o sono me pegou de jeito. Bom.. até, ã.. qualquer dia desses.
Fica observando ele se retirar, logo em seguida fecha seus livros e sai vagarosamente, em direção aos dormitórios, os pensamentos longe.
Fala
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Sua concentração já não era tanta, perturbada pelo sono e pela presença daquele garoto, que de uma forma inexplicável atraía sua atenção de modo que ela não conseguia se desvencilhar, surpreendendo-se com os olhos presos nele, disfarçando logo em seguida e se voltando para seu livro
Será que.. ah, não
Ouve a despedida de Yuri
Ah, sim. Também estou indo, o sono me pegou de jeito. Bom.. até, ã.. qualquer dia desses.
Fica observando ele se retirar, logo em seguida fecha seus livros e sai vagarosamente, em direção aos dormitórios, os pensamentos longe.
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- laine fernandes
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off
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Laine cruzou os braços e olhou para o menino, que ainda não tinha falado nada. Laine ia falar algo e percebe que o Henry a olhava de um modo estranho, como se ficasse um tanto triste por isso.
Por... Por que ele me olha dessa forma?...Droga minha mão ta suando, por que estou nervosa... Não faz sentido.
Quando laine ia quebrar o silencio Henry, fala:
Obrigado profª. Laine, eu já terminei, eu não estou me sentindo bem, vou a ala hospitalar, Boa noite.
A professora queria falar algo mais, porem não conseguia então só balançou a cabeça permitindo que o menino fosse embora.
O que será que ele tem?... Agora quem não esta se sentindo bem sou eu...
A professora vai a sua mesa e pega a sua capa e o resto de suas coisas, sua cabeça fervilhava de pensamentos tristes, em seguida segue pra porta e sai pela noite.
por ai..
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Laine cruzou os braços e olhou para o menino, que ainda não tinha falado nada. Laine ia falar algo e percebe que o Henry a olhava de um modo estranho, como se ficasse um tanto triste por isso.
Por... Por que ele me olha dessa forma?...Droga minha mão ta suando, por que estou nervosa... Não faz sentido.
Quando laine ia quebrar o silencio Henry, fala:
Obrigado profª. Laine, eu já terminei, eu não estou me sentindo bem, vou a ala hospitalar, Boa noite.
A professora queria falar algo mais, porem não conseguia então só balançou a cabeça permitindo que o menino fosse embora.
O que será que ele tem?... Agora quem não esta se sentindo bem sou eu...
A professora vai a sua mesa e pega a sua capa e o resto de suas coisas, sua cabeça fervilhava de pensamentos tristes, em seguida segue pra porta e sai pela noite.
por ai..
- Lady_Black
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Lady entra na biblioteca...
Era de manhã, na noite anterior ela tinha sonhado que era um pássaro e estava voando pela Floresta do castelo.
As vezes quando fica olhando pela janela, lá do alto no salão comunal de sua casa, tem a sensação de que se pulasse dali ela saía voando..
Sempre gostara muito de voar isso ela nunca negara, mas em uma vassoura. Sempre jogara quadribol...mas essa sensação era diferente.
Esta noite o sonho do vôo se repetiu, mas de uma forma diferente. Havia sido tão intenso...
Durante metade da manhã ela não conseguiu tirar da cabeça, resolveu então ir ate a biblioteca procurar algo interessante para se distrair...talvez algo sobre quadribol que ela ainda não tivesse lido...
Estava nas estantes procurando algum livro interessante quando viu: Animagos.
Uma coisa alfinetou no fundo da sua mente...
Não....que doidera....
Continuou passando os olhos nos livros. Parou, voltou e pegou o livro.
Afinal, não estou procurando nada específico mesmo...é bom que eu aprendo um pouco mais sobre...
Não deixa de ser um assunto que me interessa.
Pensou Lady enquanto caminhava em direção a uma mesa...
Sentou e começou a ler...
A biblioteca estava vazia, mas depois de algum tempo alunos começavam achegar e ocupar algumas mesas...
Pensamento
Lady entra na biblioteca...
Era de manhã, na noite anterior ela tinha sonhado que era um pássaro e estava voando pela Floresta do castelo.
As vezes quando fica olhando pela janela, lá do alto no salão comunal de sua casa, tem a sensação de que se pulasse dali ela saía voando..
Sempre gostara muito de voar isso ela nunca negara, mas em uma vassoura. Sempre jogara quadribol...mas essa sensação era diferente.
Esta noite o sonho do vôo se repetiu, mas de uma forma diferente. Havia sido tão intenso...
Durante metade da manhã ela não conseguiu tirar da cabeça, resolveu então ir ate a biblioteca procurar algo interessante para se distrair...talvez algo sobre quadribol que ela ainda não tivesse lido...
Estava nas estantes procurando algum livro interessante quando viu: Animagos.
Uma coisa alfinetou no fundo da sua mente...
Não....que doidera....
Continuou passando os olhos nos livros. Parou, voltou e pegou o livro.
Afinal, não estou procurando nada específico mesmo...é bom que eu aprendo um pouco mais sobre...
Não deixa de ser um assunto que me interessa.
Pensou Lady enquanto caminhava em direção a uma mesa...
Sentou e começou a ler...
A biblioteca estava vazia, mas depois de algum tempo alunos começavam achegar e ocupar algumas mesas...

Meu pai, meu filho, meu irmão, meu amigo...meu amor!
Saudades eternas.
Você agora é meu anjo e continuará comigo, me protegendo.
Te amo pra sempre!


Amor além da vida.
- Thammy Lee
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Yuri entra na biblioteca, depois de um Natal muito divertido, onde ganhara vários presentes. Vai ao mesmo corredor em que pegara o livro As Artes das Trevas e suas Defesas, pega o livro novamente. A mesa que havia no corredor estava ocupado por outros alunos, então foi a procura de outra. Viu então novamente a Thammy, seu coração pulou e despencou para o estomago.
Por que eu me sinto assim quando a vejo?
Estava com medo de ir até ela, mas venceu-o e se dirigiu a ela.
-Oi Thammy? Nos encontramos de novo aqui, hein? Então, posso me sentar? - e apontou idiotamente para uma cadeira de madeira reta ao lado dela.
Por que me comporto assim? Pra que fui apontar pra cadeira?
E se sentiu completamente idiota, e começava a corar, mas a luz da vela ao seu lado impedia que transparecesse muito.
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Yuri entra na biblioteca, depois de um Natal muito divertido, onde ganhara vários presentes. Vai ao mesmo corredor em que pegara o livro As Artes das Trevas e suas Defesas, pega o livro novamente. A mesa que havia no corredor estava ocupado por outros alunos, então foi a procura de outra. Viu então novamente a Thammy, seu coração pulou e despencou para o estomago.
Por que eu me sinto assim quando a vejo?
Estava com medo de ir até ela, mas venceu-o e se dirigiu a ela.
-Oi Thammy? Nos encontramos de novo aqui, hein? Então, posso me sentar? - e apontou idiotamente para uma cadeira de madeira reta ao lado dela.
Por que me comporto assim? Pra que fui apontar pra cadeira?
E se sentiu completamente idiota, e começava a corar, mas a luz da vela ao seu lado impedia que transparecesse muito.
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- Thammy Lee
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Pensamento
Thammy estava absorta em sua leitura, em um capítulo exepcionalmente interessante e importante, seus cabelos castanhos caíam sobre suas boxexas e uma de suas mãos os acariciava inconcientemente. Assim, ouviu a voz de Yuri, interrompendo sua concentração e um certo frio tomou conta de seu estômago, um nó na garganta, algo totalmente sem explicação.
Thammy, o que vc tem? Ah, não.. vc não, claro que não.
Ãh.. Oi Yuri.. tudo, ãhm, bem? Claro que pode se sentar, fica a vontade.
Olha ao redor, pensando em qualquer assunto pra puxar, como se isso fosse questão de vida ou morte, isso sendo mais importante que qualquer coisa no momento
Ah.. vc teve um bom Natal?
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Thammy estava absorta em sua leitura, em um capítulo exepcionalmente interessante e importante, seus cabelos castanhos caíam sobre suas boxexas e uma de suas mãos os acariciava inconcientemente. Assim, ouviu a voz de Yuri, interrompendo sua concentração e um certo frio tomou conta de seu estômago, um nó na garganta, algo totalmente sem explicação.
Thammy, o que vc tem? Ah, não.. vc não, claro que não.
Ãh.. Oi Yuri.. tudo, ãhm, bem? Claro que pode se sentar, fica a vontade.
Olha ao redor, pensando em qualquer assunto pra puxar, como se isso fosse questão de vida ou morte, isso sendo mais importante que qualquer coisa no momento
Ah.. vc teve um bom Natal?
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