Três Vassouras

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Gui M.
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Re: Três Vassouras

Post by Gui M. »

  • Enfim, ar puro. Depois de todos esses anos... Ele estava de volta. Como era agradável a sensação da liberdade. Ainda mais quando essa liberdade vem acompanhada de um novo recomeço, uma nova oportunidade para continuar aquilo que a sua família começou a muito tempo atrás. Sem sucesso, diga - se de passagem. Mas se fosse depender apenas dele mesmo, o fracasso jamais iria lhe abater. Assim como outras coisas que se impusessem em seu caminho, ele não iria hesitar de excluí - las rapidamente... Não cometeria o mesmo erro de antes.

    Munido desses e de outros pensamentos, o jovem professor Ariel Ruthven dirige - se até o estabelecimento mais próximo para fazer uma ligeira pausa, antes de chegar até o seu principal destino. Nunca pensou que um dia seria um verdadeiro professor, ainda mais na mesma escola em que ele brilhara muitos anos atrás. Mas é claro, nunca pode - se saber o dia de amanhã... A matéria a qual lhe fora oferecida não poderia ser no melhor momento a não ser aquele. Até parecia que eles sabiam de seus mais profundos planos... Coincidência ou mero acaso do destino, Ariel não podia queixar - se de nada. As coisas estavam realmente ao seu favor...

    Acompanhado de seu fiel bastão - o qual nada mais é do que um prático suporte para a sua varinha - ele chega até o famoso bar bruxo denominado '' Três Vassouras''. A julgar - se pelo nome, aquele não era o tipo de estabelecimento que ele estava acostumado a freqüentar; mas por falta de opções melhores, seria isso ou passaria a noite na rua. Adentrou o recinto com a sua característica imponência, estranhando de imediato os bruxos que ali estavam presentes. Pessoas caídas, outras bêbadas e um indício de briga foram o que chamaram a sua atenção nos primeiros segundos em que havia entrado no local. Pensou seriamente se não seria melhor ficar na rua, mas não havia tempo para reparar nos outros... estava ali apenas de passagem, assim ele esperava.

    Sentou - se na primeira mesa que viu em sua frente, tentando manter - se o mais afastado o possível do restante de bruxos alterados e felizes que habitavam o bar. Percebeu que alguns olhares desconfiados eram lançados até ele, o que não o deixou nem um pouco desconfortável. Certamente seria pelas suas vestes um pouco fora da ocasião, já que longas vestes negras, um chapéu ligeiramente inclinado sobre a sua cabeça e um bastão incrustado de pedras brilhantes, não são apropriados para um simples bar como aquele...

    Ficou por um momento imóvel, observando as pessoas que estavam no local. Pareciam meio estranhas a princípio, mas iria acostumar - se à elas, aos poucos. Os longos anos que ficou às escuras não lhe permitiu que fizesse muitos contatos com qualquer pessoa que seja. Apenas tinha a companhia de seu sobrinho, por alguns pequenos períodos do ano em que o mesmo estava de férias em Hogwarts. O seu querido sobrinho era realmente uma incógnita para ele. Ainda não entendera a razão para que ele saísse da escola em seu segundo ano... Quem entende a mente desses jovens?

    Os seus pensamentos foram rapidamente refreados quando um garçom mal - humorado postou - se a sua frente, exigindo que fizesse o pedido rapidamente. Lançou um olhar desafiador para o mesmo, que pareceu entender o recado, afastando - se alguns passos da mesa. Era só o que lhe faltava... receber ordens de um simples garçom. Azar o dele não saber com quem estava lidando; azar o dele.


    - Traga - me algo para beber. Rápido! Não tenho o dia todo.

    Suas palavras foram ásperas, mas mesmo assim o seu tom de voz manteve - se no mesmo nível. O que certamente, assustou o pobre garçom que foi aos tropeços providenciar o pedido feito por um impassível Ariel.


Off ~ Estréia do Ariel *weeeee
Sim ele é chato, pessoas uu’ ahsuahash!

Post combinado com a Raisa... ou melhor Sophia o/
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Rah ~
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Re: Três Vassouras

Post by Rah ~ »

  • Estava tudo sombrio. Se não fosse pelo fato das estrelas estarem iluminando, a visão seria completamente ineficaz. Não havia Lua, e o ar gelado dava a sensação de respirar uma espécie de poeira gelada e pesada. Olhando em volta, via-se uma rua trouxa - ou bruxa. Não sabia direito. Só sabia que estava escuro. Havia também várias casas belas com jardins bem cuidados . Em passos largos, a jovem tentava se localizar em meio aquele frio, sentia um pressentimento macabro que subia a espinha fazendo-a sentir arrepio e medo. Não sabia o porque estava ali, como aparecera no local, e muito menos o porque de estar sentindo tanto medo. Parecendo que o destino escutara seus pensamentos, ela olha no horizonte da rua, e vê uma criatura sinistra vindo em sua direção...

    Com um pulo Sophie acorda e sente o medo passar devagar. Um sonho. Sim. Era realmente um alivio acordar de um pesadelo daqueles. Recuperando o folego a jovem senta na cama e respira por alguns segundos e logo levanta para se arrumar .Desde que recebera a carta de Hogwarts com o convite de se tornar professora de Estudo dos Trouxas, Sophie vem tendo o mesmo pesadelo. A rua...a criatura, o sentimento de medo. As vezes se perdendo em seus pensamentos procurando uma resposta para aquilo tudo, mas não vendo uma solução sensata deixava pra lá e ia cuidar de problemas reais.

    Querendo andar um pouco, respirar um ar diferente do quarto de Hotel de Hogsmeade, Sophie pegou o casaco e saiu. A rua estava movimentada e era um dia lindo - apesar do frio - havia muitas pessoas sorridentes olhando as vitrines e comprando coisas. Sophie era o tipo de bruxa que todos reparavam; primeiro porque era bonita e segundo porque usava roupas trouxas. Calça jeans, uma blusa preta e um sobre-tudo marrom escuro era o que mais gostava de usar num dia frio como aquele. Não ligava muito para olhares de bruxos mais...digamos tradicionais. Olhando mais adiante viu os Três Vassouras e logo entrou no bar e sentando perto do balcão olhou as pessoas que estavam no lugar.Havia pessoas ali que realmente não se encaixavam com o jeito do lugar.Esquecendo dos outros, logo foi fazendo o pedido.


    -Ah por favor...um chocolate quente e uma tortinha de caldeirão .Obrigado...

    Não demorou para o pedido chegar.Antes de beber ou comer , ela fitou o chocolate quente, ainda com uma expressão preocupada. A fumaça da bebida parecia dançar pelo o ar e a tortinha tinha um aroma doce e suculento. Ela mordeu levemente a tortinha enquanto ainda pensava no sonho.


Off:o seu personagem me lembro o dom casmurro lá da série da globo xD
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Gui M.
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Re: Três Vassouras

Post by Gui M. »

  • Ainda se perguntava o que ele estava fazendo ali, naquele bar. Seria melhor que tivesse escolhido a opção de ir direto para o castelo de Hogwarts - o que também não era de se total agrado - do que entrar no primeiro estabelecimento em que os seus olhos pudessem enxergar. Afinal, Ariel é um bruxo sofisticado e muito orgulhoso, como pode - se perceber. Apesar de ter passado os seus últimos anos vivendo em uma cabana inapropriada para se dizer que aquilo fosse a sua moradia, ele não dispensava que toda a situação em que ele estava vivendo era meramente passageira.

    E sem dúvida, todos os empecilhos de sua vida haviam se dissipado; pelo menos temporariamente. Como ele havia conseguido tanto dinheiro assim? Bem... isso já é outra história. O que importa é que, Ariel não era mais um pobre coitado que vivia fugindo para todos os lugares que pudesse ir. Agora, mais do que nunca, ele estava de volta. Seria arriscado, sim; mas já estava na hora de mostrar a cara mais uma vez...

    Os seus profundos pensamentos foram rapidamente interrompidos - isso já estava se tornando um hábito - pelo forte baque de uma caneca contendo um líquido desconhecido sobre a sua mesa. Mais uma vez, o pobre garçom do bar estava esperando, estático, a sua frente. O que ele queria, afinal? Um olhar nada amigável não foi o bastante para que ele percebesse que não era bem - vindo ali. Sem outra alternativa, Ariel retirou uma moeda do fundo de suas vestes e a entregou para o sujeito. Como um raio, o garçom havia desaparecido dali. Povo mercenário...

    Permaneceu olhando fixamente para a caneca a sua frente, como se aquilo fosse algo extremamente interessante. Não se surpreendeu ao identificar que a bebida era a então famosa cerveja amanteigada. Desde os seus tempos de aluno, o cardápio daquele lugar nunca mudara. Mas ele preferia negar que um dia chegou a freqüentar bares como aquele, logicamente... enfim, limitou - se a beber apenas um gole da bebida, sentindo uma sensação de nostalgia em todo o seu corpo. Fazia tempos em que não tomava nada parecido com aquilo...

    Toda a sua atenção foi rapidamente deslocada para algo que acabara de entrar no local. Sim, era muito bonita... mas o que as privações eram capazes de fazer com um homem, não...? Uma bruxa sentou - se na frente do balcão e logo realizou o seu pedido. Trajava vestes totalmente trouxas, muito diferentes das dele e a dos outros freqüentadores do local. A cerveja, que até tempos atrás era o seu maior motivo de prazer, fora deixada para o lado enquanto caminhava em direção da jovem bruxa...


    - Vejo que você é bem diferente das demais pessoas daqui. - pronunciou lançando um olhar de desprezo para os outros. - Prazer, sou Ariel Ruthven... o novo professor de Defesa contra as Artes das Trevas de Hogwarts.

    Em circunstâncias normais, ele lançaria um sorriso cativante para conquistar a confiaça da sua nova companheira de imediato. Mas esse gesto não era muito o seu forte, completamente. Apenas deixou que toda a sua bondade transparecesse em sua face... se é que ele tinha alguma coisa disso. Mais do que um belo rosto, Ariel sentia que a bruxa vestida com roupas trouxas poderia ser o início de seus mais sórdidos planos... sentia que alguma coisa a incomodava intensamente.

    Experiência com coisas ruins, aliado a seu bom desempenho em Legimência. É claro que ele estava utilizando - se desses atributos no momento...


    - Alguma coisa lhe incomoda, minha cara? Percebo que as suas noites não têm sido as melhores, ultimamente.

    Não se deixou levar pelo espanto da outra. Toda aquela conversa poderia ser um tanto quanto estranha, a princípio. Mas para Ariel, ela poderia ser o começo daquilo que tanto procurava... alguém que pudesse ter as mesmas idéias do que ele; o que aparentemente não se encaixava na bruxa à sua frente. Contudo, ele só esperava não ter assustado - a ao ponto da mesma sair correndo para longe de sua presença... pelo menos, por enquanto.
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Re: Três Vassouras

Post by Rah ~ »

  • Era tudo tão sem nexo, tudo tão sem explicação. Simplesmente não acreditava que o tal sonho fosse de fato um sonho normal. Nunca sentira medo de dormir a noite e “sonhar”. Sabia que havia algo de errado, talvez fosse real demais, ou então...bem não sabia, e ali no bar não era lugar para ficar pensando sobre isso. Sophie bebeu um gole do seu chocolate quente ao mesmo tempo que observava algumas pessoas do bar, com a idéia principal de esquecer seus pensamentos e a lembrança do pesadelo.

    Era engraçado como a vida de Sophie tinha tomado um rumo completamente diferente do esperado pela jovem. Quando era mais nova pensava em trabalhar no Ministério, e esse era o grande sonho de seu pai, mas não foi esse o caminho que no final acabou escolhendo. Nascida de uma família Sangue-Puro do norte da França sempre foi influenciada a “odiar” trouxas, mas para o desagrado do rígido pai e do resto da família nunca se importo muito com isso, pelo contrário, adorava a moda trouxa.

    No lugar em que havia um bolinho de caldeirão, agora só restava um prato vazio, e seu chocolate quente ainda estava na metade. Ainda olhava para o bar, que a propósito não estava tão cheio - como era de costume, talvez porque era relativamente cedo. Os olhos da mulher se voltaram para um bruxo que caminhava em sua direção, o mesmo “deslocado” que vira ao entrar no estabelecimento.


    Ariel
    [- Vejo que você é bem diferente das demais pessoas daqui. Prazer, sou Ariel Ruthven... o novo professor de Defesa contra as Artes das Trevas de Hogwarts. ]


    -Ah sim realmente... - Deu um sorriso forçado.-Professor de Hogwarts? Que coincidência, também sou a nova professora de Estudo dos Trouxas...Sophie Crawfort, prazer.

    Dessa vez o sorrido não saiu tão forçado. Era um alivio conhecer um colega de trabalho de um jeito não formal. O rosto do professor com o nome de Ariel, aparentava uma certa “simpatia” que Sophie tentou retribuir com um sorriso.


    Ariel
    [- Alguma coisa lhe incomoda, minha cara? Percebo que as suas noites não têm sido as melhores, ultimamente. ]



    Não escondeu a reação de surpresa ao ouvir as palavras do professor. Defesa Contra as Artes das Trevas!? Ou tinha algum “dom” ou a cara de Sophie estava realmente demonstrando que não estava dormindo bem a noite.

    - Nossa eu devo estar com uma aparência horrível mesmo, ou creio que o senhor saiba Legimência...- Sorriu gentilmente. -Bem é verdade. Digamos que eu não tenho tido uma noite de sono perfeita...- Não queria entrar em muitos detalhes sobre aquele assunto , principalmente com um professor que acabara de conhecer. Preferiu então mudar de assunto, mas de modo que Ariel não desconfiasse. Então um jeito brincalhão tomou conta da voz da mulher. - E o senhor!? O que faz alguém tão elegante num lugar como esses?
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Erick Slytherin
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Re: Três Vassouras

Post by Erick Slytherin »

ação
- Fala
'Pensamento'

--

Erick entrou no salão aquecido, mas não tirou o sobretudo. Observou o bar por um instante e decidiu-se por fim pelo balcão. Gostava do fato de não chamar tenção. Quando entrara fazendo a sineta soar alguma scabeças se viraram em sua direção, mas nenhuma se deteve na figura de um rapaz alto e ruivo. Afinal, era como qualquer outro ali. tirando que, na verdade, deveria estar dentro do castelo que abrigava a escola de magia e bruxaria. Os 16 anos do garoto não extavam expostos em sua aparência, parecia ter 18, se não mais. E como o garoto gostava disso. Sentou-se no balcão para fazer seu pedido. Apenas dois bancos à sua esquerda estva um casal de jovens, ambos com vinte e poucos anos, mas que chamavam atenção. Ele usava ropas por demais elegantes e um bastão cravejado de pedras enquanto ela usava roupas trouxas que ele chegava a abominar. Virou-se para frente e deu de cara com uma garçonete sorridente com cara de tonta. Pediu um chocolate quente com vodka. Rápido, se fosse possível. Ah, não havia nada melhor para passar aquele frio.

Enquanto esperava, virou-se de costas para o balcão, desabotoando o primeiro botão do sobre-tudo. Não havia muitas pessoas ali. Duas senhoras conversavam baixo num canto, pareciam contar uma à outra desgraças antigas de família. Reprovavam as atitude dos jovens ou algo assim. na mesa ao lado, um casal apaixonado trocava beijos e carícias enqaunto as xicaras de algo fumegante - provavelmente chocolate quente - esfriavam. Não muito longe um senhr soturno bebia algo que o garoto não pode identificar, mas achou que osse alguma bebida forte. Abriu mais um botão do sobre-tudo, tomando cuidado para que o escudo na sua veste ainda não pudesse ser visto.

Virou-se para encontrar uma xícara fumegante. Tomou um gole. Ah... Era deliciosa aquela sensação de ser esquntado de dentro para fora. Colocou algumas moedas no balcão, mais do que o necessário para pegar pela bebida, e se levantou, decidido a sentar em alguma mesa ao fundo onde pudesse ficar só com seu pensamento.
Porém, antes que pudesse dar mais que três passos, tropeçou em algo que he paeceu uma bola, ou um casaco, não soub dizer. Quando percebeu, estava de joelhos no chão e a sua xicara havia caido e quebrado com um barulho alto. Levantou os olhos para descobrir onde fora parar seu chocolate quente. O jovem distinto estava coberto pela mancha marrom. Aquilo devia estar doendo. Rapidamente levantou-se, sacando a varinha e concertando o estrago, secando o jovem com apenas alguns movimentos. Pronto, parecia que aquilo nunca havia acontecido.


- Desculpe-me senhor. - sua voz, como sempre, soava fria e distante, como se não tivesse realmente pedindo perdão.

Na verdade, não, não estava pedindo perdão, e isso ficou claro. Mas deveria pedir mesmo assim, não é mesmo? Perguntou-se se devia falar mais alguma coisa, mas realmente não sabia. Encarou o homem por alguns instantes, algo nele era tão intrigante! Tentou se conter, desviar o olhar, mas só o fez com bastante esforço. Qual era o seu problema afinal? Voltou a sentar-se, dessa vez logo ao lado da bruxa com roupas trouxas. Esperava que o homem viesse falar com ele, nem que fosse para brigar. Seria divertido brigar com aquele homem! Pediu mais um chocolate quente com vodca.
Last edited by Erick Slytherin on 28/12/08, 11:02, edited 1 time in total.
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You won't admit you love me
And so
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Perhaps, perhaps, perhaps

-
Em busca de mais um oscarito. Até que meu nome seja gravado no hall da fama!
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Re: Três Vassouras

Post by Vinnie »

Fala
Pensamento
Outros Personagens
Narração

Vinnie ainda estava encarando Lily quando viu uma garota caindo próximo a eles, fez menção de ajudá-la a se levantar mas lily o fizera primeiro, e aparentemente se conheciam, enquanto as duas conversavam, a garota ainda um tanto envergonhada pelo tombo, Vinnie observava mais uma vez e agora se dera conta de que o pub estava absurdamente lotado, inclusive alguns conhecidos que deram sorrisos significativos para ele ao encontrar seu olhar, corou novamente
Será que me viram beijar a Lily? só pode ter sido isso, pela expressão nos rostos deles, mas bem..não importa..Ele mal teve tempo de voltar o olhar para a garota e então um beijo doce cobriu sua face, que queimou
_Err.. Já esta anoitecendo e eu realmente preciso ir, mas se você quiser me acompanhar eu não farei objeção mesmo...

Num primeiro momento ele considerou que a garota quisesse ir sozinha, ela se levantou e foi pagar sua conta, após isso ela foi até a porta e parou, ele então deixou um dinheiro na mesa e correu até ela, tropeçando nas pessoas
-Ah, tá, bom, eu te acompanho claro, é perigoso andar por ai a essas horas sozinha né, e eu também to precisando dormir um pouco quem sabe..bom, vamos então!?

[off] tá, to chato pra rpg ultimamente..
[off] em algum lugar com a lily
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E sim, fui segundo mas minha medalha é dourada pq eu posso u.ú



Venha para o Lado Azul da força!


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Leto Black
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Re: Três Vassouras

Post by Leto Black »

Leto sente-se feliz com ele mesmo por deixar uma bomba nas mãos de Gabriella."Pelo menos se ela esganar aquela menininha irritante, será apenas uma estranha e não um parente." Esse tipo de pensamento o deixa muito satisfeito, tanto que ele resolve comemorar. Ao entrar no Tres Vassouras ele tromba com uma bruxa de cabelos rosas bem chamativos. "Bonitinha... acho que já cruzei com ela antes..."

-Ah... você está aí? Sem se desculpar ele dá uma batida em suas vestes tirando um pó imaginário. Solta um sorriso malicioso em direção a jovem bruxa e dirige-se ao balcão proximo a um casal. Um whisky de fogo. Leto dá uma olhada em volta do lugar, mas não considera nada interessante.

"Aquela mulher... me acha infantil... então suporte aquela coisinha" Ele pega o whisky e bebe de um unico gole. Mais um.
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Yuna Urahara
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Re: Três Vassouras

Post by Yuna Urahara »

Yuna percebe mais pessoas entrarem e outras sairem enquanto Serena falava com o menino. Estava distraida porem feliz, até sentir um trombar.

-Ah... você está aí? A professora olhou pasma para o homem que passou por ela. "Usso...(Mentira)De novo??? E onde fica o pedido de desculpas???" Ela pensou em ignorá-lo e continuar esperando a amiga, mas o sorriso cheio de malícia lançado em sua direção a tirou do sério.

Ela tentou evitar, mas não conseguiu, assim que ele terminou de beber a primeira dose de bebida, ela continuou sem perceber as pessoas ao seu redor.


-Ok! Sinto muito por existir e SEMPRE acabar ficando em seu caminho. Talvez na proxima vida eu seja um esquilo! Assim não o incomodaria... a não ser que por infelicidade do destino você tambem nascesse como um esquilo!!!.

Yuna não se incorfomava com aquilo. Na primeira vez tudo bem, talvez ele realmente não a tivesse visto, mas agora era obvio que ele tinha visto e fez novamente de propósito. Sua alta estima não era das melhores e cruzar com aquele homem não era algo que fizesse ela melhorar.

-Céus!!! Qual é seu problema???

A professora percebeu que já estava gritando, seus cabelos já estavam roxo e seus olhos cor de fogo. Yuna olhou para o casal ao lado e se sentiu péssima, a garota parecia realmente ter problemas mais sérios.

-Oh... Me desculpe... sinto muito por essa cena. Yuna falava para o casal com a voz suave e doce, depois sentou-se ao balcão cansada.
-Um suco de abóbora, por favor. "Pelo menos agora eu sei que posso gastar"
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Em caso de dúvidas ou reclamações me mande uma MP

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Spoiler
*ação/narração*
fala Yuna
(pronuncia - tradução)
"pensamento Yuna"
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Re: Três Vassouras

Post by Sheu »

Sheu esteve falando de Nana por alguma razão ainda não clara para a Srta Flay. Talvez só precisasse desabafar que estava preocupada e pronto.

- Bem, eu ei de achar algum lugar pra ficar, mas como vocês se perderam?

Aquilo fez o nó que teimava em sua garganta subir de vez. Não fazia idéia, mas julgava, claro que julgava. João havia lançado um feitiço para que ela não escutasse a conversa...por que diabos ela permitiu? Seria correto manter algumas coisas só entre os gêmeos? Sua intenção não era ficar no Três Vassouras, iria procurá-la imediatamente, mas o estômago roncou, tentou comer e o João se meteu em confusão e tudo levava para aquele momento. Foi tudo até meio que divertido, mas Nana não estava lá e aquilo fez seu estômago embrulhar. Eles tinham que ficar juntos, sempre...então algo começou a surgir em sua cabeça quando se tocou que a senhorita Flay continuava a encará-la e ela ainda não lhe havia respondido.

- Na Dedos de Mel. Ela simplesmente sumiu. Não seu o que aconteceu - e então tentou mudar o rumo da conversa e perguntou mais sobre ela e tirou as dúvidas sobre o Prof Bergerson.

-Professora? Não, nunca tive vocação paro o ensino.Mas seria ótimo poder trabalhar em Hogwarts. Enquanto ao Sr. Bergerson, eu o conheci agora pouco, mas duvido que ele levará esse problema para Hogwarts, ele me parece um homem de caráter.

Mas o olhar que a Srta Flay direcionou à porta estava caregado de curiosidade e um pouco de ciúme. Aproveitou o momento para pegar a cerveja que havia prometido a João e quando retornou, ele estava imerso em pensamentos, com a cabeça encostada nos braços e a coluna curvada. Seus pensamentos eram tão repetitivos, que dava uma pequena dor de cabeça na irmã.

-Moçaa.. err.. desculpa.. eu ..queria.. quer dizerr. me desculpe. Foi sem querer!
...Linda, olhos.. ..nem...bolaaa...daria pra mim..
-OI! Desculpe-me pela cadeirada, e por derrubar vc. quantos anos vc tem?! estuda em horgarts?você.. você está bebada?!


-Manaaaaa, sua voz saia abafada, Não estou muito bem não. Me sinto estranho, e além disso estou com saudade da Nana, Onde ela está?! Vamos procurar ela?!

- Claro. Mas toma isso e come essa barra de chocolate. Vai se sentir melhor - e sorriu, calorosa para o irmão. No mesmo instante, uma nova onda de pensamentos a abalaram novamente e ela se sentou, tentando parecer normal.

-Não, não pode ser, Eu fui um idiota, falar com uma garotaa...falaaar?! eu nem cheguei a falar.. quer dizer só eu falei.. devo ter assustado ela.. Meu Deus!!. o que eu estou fazendo?!
Mas ela é tão linda, aqueles olhos azuis grandes, cabelo e pele clara .Seu sorriso tão radiante...


A moça no balcão de quem João falava estava prestes a ir embora quando mudou de idéia e veio em direção a mesa, lutando para se manter equilibrada e talvez parecer também. Ela parou como se pensasse sobre o que iria fazer e depois se decidiu. Furtivamente, Sheu deixou escapar um murmúrio audível apenas para o seu irmão.

- Sabe, eu acho que você devia olhá-la melhor. Ela parece ser...hum...mais velha.

- Sera que posso roubá-lo por alguns segundinhos? Ahmmm.. se voce quiser conversar um pouco comigo, né? ...

Sheu esperou pela reação do irmão, mas um grito desesperador ao seu lado a fez saltar da cadeira e levar a mão ao coração.

-Nãoooooooooooooooooo!

E a Srta Flay imediatamente caiu no chão, desacordada. A reação da garota de cabelos vermelhos foi imediata: sacou sua varinha e gritou ennervate! Assim que a moça recobrou a consciência, Sheu ajudou Lily a levantar a Srta Flay e colocá-la de volta na cadeira.

- Beba tudo, vai ajudar... Mas vai dar sono... Bem eu preciso me retirar... cuidem-se... Bjs

Sheu ficou um tempo com a srta Flay, fazendo-a tomar a bebida com a poção, que parecia não ter um gosto muito bom. Ainda estava confusa com a repentina retirada de Lily e de Vinnie, que a seguiu, prontamente. Olhou para o casal que saia entre risos e foi aí que Sheu notou a figura que tinha acabado de entrar no Três Vassouras. Parecia uma figura impontente, extremamente elegante para o local. Usava um chapéu ligeiramente inclinado sobre a cabeça, um enorme bastão cravejado de jóias e longas vestes negras.

*Longas vestes negras...*

Aquilo sempre parecia despertar algo alucinante dentro da garota. Sempre fazia seu coração disparar como o trote dos centauros.

*Por que diabos todos aqui usam vestes negras como a noite?* - pensou, consigo, permitindo joão escutar - *Estou com saudades das roupas verde limão, magenta e azul anil que os professores usavam na antiga escola. Tudo aqui parece tão mais sombrio*.

E então esse homem disse algo extremamente rude e áspero para o garçom e Sheu torceu o nariz.

*Definifivamente, não gostei desse cara*

Então um outro grito a fez pular da cadeira. Olhou temerosa para a Srta Flay, mas ela estava olhando boquiaberta para um local próximo a entrada.

-Kyaaaaaaaaaaaaaaa!!!! Sou a nova professora de transfiguração!!! Adeus dias de pobreza!!!

Aquilo definitivamente lhe arrancou de seus pensamentos negativos e a fez sorrir. A nova professora parecia uma garota, saltitando e dando gritinhos, atraindo toda a atenção do lugar. Seu cabelo rosa lhe dava um ar divertido e ela parecia emanar uma vibração muito boa.

- Ahhhh...já vi que vou gostar muito dessa aula - e tentou disfarçar a risada alegre que soltava.

Com a nova dispersão, ninguém havia reparado na figura que parecia ter aparatado sentada no bar, mas Sheu era observadora. Ela vestias trajes trouxas e aquilo parecia tão inapropriado para o local que chamava ainda mais atenção. Sheu simpatizou de cara com ela, tão despreocupada, nem aí para o que os outros pensavam. E então aquele homem estranho e tão educado que chegava a ser mal-educado caminhou até ela e aquilo fez Sheu torcer o nariz e bufar de raiva mais uma vez. Não conseguiu ouvir o que falavam, mas simplesmente aquele homem lhe passava uma sensação que ainda não podia identificar.

Sujeitinho chato e impertinente - sibilou.

Mas a conversa parecia estar agradável pelo sorriso da moça no balcão. Então um garoto de uns 18 anos tropeçou e deixou cair um líquido viscoso e quente em cima das vestes do professor. Sheu realmente teve que se esforçar muito para não gargalhar a altos sons. *Bem feito*, pensava sorridente. Definitivamente, a estática mágica entre eles seria tensa por um bom tempo.

- Olha jão - sussurrou e apontou para o novo desastre - Tem alguém tão atrapalhado quanto você por aqui. Talvez até esqueçam de você. Será que o TrÊs Vassouras é sempre asism, tão divertido?

Mas João não parecia compartilhar do humor negro da irmã. Será que ele não havia sentido nada de negativo pelo Professor? Era só ela? Ou será que João só estava preocupado com a reação daquele homem todo elegante? Sem duvidas, o garoto deveria se meter em problemas. Talvez o seu irmão ainda estivesse abobalhado com a moça que falava com ele.

*Eu acho que é bem mais velha do que você, já te disso isso*, pensou em alto e bom som. *Não vá arranjar confusão de novo*

E então um homem carrancudo entrou no bar e se chocou com a amiga da moça que convidava joão. Ela ficou nervosa e depois gritou, acalmando-se em seguida.

*Merlim, o que há de errado com esse povo da Inglaterra?*

Foi então que ela viu. Ali, bem ali, passando pela rua. Aqueles cabelos negros não a enganariam em lugar algum. Seu coração começou a acelerar, sua respiração ficou inconstante, sua visão focou perfeitamente seu objetivo. Não pôde evitar o que veio a seguir:

- Nana!!! - gritou a plenos pulmões e aquilo chamou a atenção de todo o bar. Mas Nana continuou andando em frente parecendo não notá-la.

- Srta Flay - e começou a desparar numa fala rápida e possivelmente mal articulada - eu achu qui a senhrita precis mesmo decansar. té lhe levaria, mas preciso mesmo ir. A senhrit ntende, né? M´dsculp.

Deixou a Srta Flay sentada em sua cadeira e correu desembestada pelo bar, tentando não perder a prima de vista outra vez *Uma vez só já foi bem ruim*, pensou. Pisou sem querer na longa veste do homem elegante que desgostava, deixando a marca do seu allstar preto e murmurou um desculpe quase inaudivel e muito sem vontade, sem olhar para trás. Seu coração batia acelerado e ela abriu a porta com vontade, para se lançar à rua de Hogsmeade.

Off: Gente, desculpa o mega post, mas eu fikei um tempao fora e tentei me colocar a par das coisas.
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Re: Três Vassouras

Post by Leto Black »

Ao terminar sua primeira dose de whisky, Leto ouve uma voz até então desconhecida, ele vira-se para olhar. "Ela... de novo..." Ele a olha com desdém, mas ela parece nervosa e pronta para revidar.

-Ok! Sinto muito por existir e SEMPRE acabar ficando em seu caminho. Talvez na proxima vida eu seja um esquilo! Assim não o incomodaria... a não ser que por infelicidade do destino você tambem nascesse como um esquilo!!!.

"Esquilo???" Ele olha a jovem bruxa intrigado. "De onde surgiu um tipo desse? É algum mascote ou coisa do tipo?"

-Céus!!! Qual é seu problema???

Depois de todo o falatório a garota pede desculpas a um casal, Leto sente vontade de rir da criatura com personalidade de um coelho felpudo, ainda mais por colocá-lo em uma situação tão ridícula "Tão bonitinha e com uma personalidade tão estupida, que disperdício". Ele espera a bruxa sentar-se e solta um risinho debochado.

-Não sei de que loja você fugiu... mascotes tem de ficar junto com seu donos sabia? Fora isso apenas causam problemas. Você até que é uma coelhinha bonitinha, mas deveria pedir pot cenouras no lugar de suco de abóbora. Mas não creio que nascer como um esquilo faria bem a você. Talvez um filhote de cachorro, parece mais com você.

Leto bebe sua segunda dose de whisky. "Pelo menos mascotes melhoram o humor, assim eu esqueço um pouco daquela mulher arrogante". Traga a garrafa inteira e um osso.Ele a olha de canto, esperando alguma reação que possa lhe proporcionar diversão
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Re: Três Vassouras

Post by Yuna Urahara »

Yuna bebia seu suco jogada no balcão enquanto o homem lhe dava uma resposta.

Não sei de que loja você fugiu... mascotes tem de ficar junto com seu donos sabia? Fora isso apenas causam problemas. Você até que é uma coelhinha bonitinha, mas deveria pedir pot cenouras no lugar de suco de abóbora. Mas não creio que nascer como um esquilo faria bem a você. Talvez um filhote de cachorro, parece mais com você.

Enquanto ele falava, ela levantou-se em choque. "Mas mas mas mascote!?!" Yuna olhou para ele incrédula, mas verificando se ainda tinha orelhinhas na cabeça quando ele disse que ela era uma coelhinha. Que que grosseria... O homem não deu muita importância aos seus protestos.

Traga a garrafa inteira e um osso.

"Osso?" Ela olhou em sua volta para ver se havia algum cãozinho perdido, mas lembrou-se de outras palavras do homem."Talvez um filhote de cachorro, parece mais com você." Seus olhos começaram a encher de lágrimas, aquilo era demais para ela. Hidoio(cruel)"O que foi que eu fiz".

-Ko ko ko KONO INUUUUU(seu cachorro). Suas lagrimas caiam sem parar, ela pegou o que restava do suco de abóbora e jogou nos cabelos brancos do homem, dando um colorido alaranjado aos cabelos. Faça bom aproveito do do os os OSSO. Suas voz saia entre lágrimas e soluços. Ela colocou as mãos no rosto e saiu correndo em direção ao banheiro.

"Kami sama(Deus) me odeia"
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Gaby diz: AII GENTE QUE DO DA YUNA! O Leto não tem coração! ser estupido >.<
Alguém manda ela pra enfermaria, Gaby morder a orelha dela e fica tudo bem ^^ hohoho ~~Yuna é o mascote da Gaby, e eu não permito que o Leto maltrate ela >.<~~
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Re: Três Vassouras

Post by Leto Black »

Enquanto Leto espera sua garrava de whisky de fogo a garota começa a falar palavras totalmente desconhecidas ao seu vocabulário. "Otimo! Ela sequer é inglesa... o que será que ela tá falando" Ele olha para a moça em prantos. "Tá latindo ára quem?" Para sua desagradável surpresa, ele recebe um copo de suco na cabeça. Leto se enfurece com aquilo, pega a garrafa recem chegada e a explode, espalhando cacos de vidro e whisky por todo o local.

-Qual é seu problema mulher!!! Sua voz era imponente e furiosa."É algum tipo de maldição ou o que? A unica mulher que cruzei hoje com uma mentalidade mais adulta tinha 11, 12 anos se tiver!!!" Ele foi atras da mulher que em direção ao banheiro enraivecido.

-Não me venha com choradeira, agora voce vai ter que dar um jeito nisso. Ele a puxa com força, mas algo dá errado. A bruxa escorrega na bebida e cai. "Só me falatava essa!! Vou ser obrigado a socorrê-la, parece que vou voltar a ver aquela inconsequente"

Gaby diz: EU SOU INCONSEQUENTE!? Vc ataca crianças e professores e EU sou a inconsequente da historia ¬¬ Me aguarde Black ¬¬
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Re: Três Vassouras

Post by Yuna Urahara »

Yuna chorava muito. "Temê... espero que seja engolido por um oni" Ela acelerava seu passo de maneira imprudente, ouviu um estouro seguido da voz grosseira daquele homem. "Meu problema??? Com certeza meu problema foi um dia ter cruzado com você, criatura ignóbil"

Ela sentiu seu braço ser puxado bruscamente enquanto ele falava grosseiramente com ela.

-Não me venha com choradeira, agora voce vai ter que dar um jeito nisso.

Yuna puxou se braço com força, tentando se soltar."O unico jeito que eu poderia dar nisso, seria tranformá-lo em um verme" Me larg...Porem antes que conseguisse, sentiu seus pés deslizarem, percebeu que tinha conseguido se soltar, mas ele estava se distanciando rapidamente. Ela ouviu um grande estrondo seguido de uma dor aguda na cabeça que começou a ficar quente e molhada. Suas vistas começaram a escurecer. Ela ouviu vozes ao fundo, junto com um grande tumulto, mas tudo estava ficando mais distante a cada segundo, tinha perdido a noção de tempo, estava confusa, o sono estava tomando conta de seu corpo, até o momento em que não sentia e nem ouvia mais nada.

"Será que estou morrendo??? Que morte estupida..."

off~~ALA HOSPITALAR--> Buuu ai vou eu^^
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Re: Três Vassouras

Post by Biaa Le Flay »

Tudo tinha acontecido de repente, como um filme de terror dentro da cabeça de Biaa e agora ela estava desacordada no chão frio do Três Vassouras. Repentinamente ela despertou, a sua vista estava embaçada e por isso não pode ver direito quando Lily lhe ajudou a se levantar e a acolocou sentada numa cadeira, pode apenas escutar a sua voz.

-Bia, flor, você está bem??

-Estou sim, obrigada. A resposta tinha saído mecanicamente da sua boca.

Lily ainda pediu uma água para a Biaa e o dono do bar ainda enviou uma porção.

-beba tudo, vai ajudar... Mas vai dar sono... Bem eu preciso me retirar.. cuidem-se... Bjs

Sheu acompanhava tudo ao lado de Biaa, a poção tinha um gosto horrível, como toda poção de fortalecimento,mas Biaa bebeu tudu e ao beber ela se sentiu melhor porém sonolenta e tudo que desejava era descansar. -Mais uma vez obrigada Lily por tudo, Bjoss. Com o ohar Biaa acompanhou Lily e Vinnie partirem.

Sheu olhava fixamente para a entrada do bar e Biaa olhou também, afinal estava curiosa para saber pra quem a garota tanto olhava e não demorou para descobri-lo. Um homem bastante elegante acabará de chegar e ele também era bastante rude pelo que Biaa percebeu, mas a sua atenção foi desviada pela chegada de uma mulher com cabelos bastante rosa e muito alegre.

Mas um grito de Sheu assustou Biaa.
- Nana!!!

"ahh, então essa é a famosa Nana"

- Srta Flay - eu achu qui a senhrita precis mesmo decansar. té lhe levaria, mas preciso mesmo ir. A senhrit ntende, né? M´dsculp.

Sheu falava rapidamente e quase que Biaa não a entendia. -Querida não precisa se desculpar, você já me ajudou de mais, muito obrigada.

Mal terminara de falar e Sheu já estava correndo pelo bar em direção a saída. "Bem só resta eu agora"

Biaa pagou pela cerveija, agradeçou a poção, pegou as malas e saiu do bar. Agora preciva descansar.

off: Demorei mas postei! uffa...
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Re: Três Vassouras

Post by £una »

£una chega em frente ao 3 vassouras "semi abre" a porta e olha la dentro como se perguntasse pra si mesma:

~entro ou nao ? ah uma espiada nao faz mal~

e aos poucos vai escorregando para dentro do bar, que esta com um clima muito melhor q la fora, estava mais quente, e ate bem barulhento, com muitas vozes.

~é estou precisando arejar mais a minha cabeça, se é que aqui vou conseguir, nunca se sabe ne, ou melhoro de vez ou pioro ate definhar de vez~pensa £una

* chega ate um canto mais escondido e senta, logo em seguida chama o garçon*

- oi me vê um copo de suco de abobora?-

~nossa quanto tempo nao bebo isto, me faz lembrar de muitas coisas~ pensa

*enquanto aguarda ela puxa um pouco mais as vestes para as maos, pois ainda estava com frio, e solta seus longos cabelos*

-eita nós lembrar de carregar um guarda roupa quando sair de casa- diz ela pra si mesma e começa a rir sozinha, e começa a se distrair com as ranhuras da madeira da mesa.
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Re: Três Vassouras

Post by Gui M. »

  • A conversa não poderia ter sido mais proveitosa do que estava sendo no momento. Para a sua surpresa, a mulher a sua frente nada mais era do que uma professora de Hogwarts - assim como ele. Julgando - se pelas vestes, a matéria que a mesma lecionava não poderia ser de melhor escolha. Estudo dos Trouxas... Nunca viu a matéria com bons olhos, mas a partir de agora quem sabe o seu interesse poderia mudar bruscamente... não pela matéria em si, obviamente. Mas quem sabe, pela própria professora...

    Sohpie Crawford... belo nome. Vasculhou a sua mente rapidamente atrás de algo que a pudesse identificar. Nada. Realmente, nunca a vira antes. Também pudera; alguém que passou os últimos anos de sua vida em um lugar fechado e escondido de todos, não teria a menor chance de manter relacionamentos sociais com outras pessoas. Uma pena...

    Ouvia as palavras de sua mais nova companheira, enquanto pedia para o garçom mais uma dose da bebida. Podre garçom; não tardou e ele estava lá, tremendo com a bandeja da cerveja amanteigada em mãos. Retirou o recipiente e o depositou na mesa bruscamente, deixando que uma parte do líquido se esvaziasse pelas bordas... não se importando muito com esse descuido, Ariel fita os olhos de Sophie profundamente, como se a fosse fuzilar pelo simples olhar.


    - Nada com a sua aparência, é claro. Mas o fato da Legimência... bem, está certa. - inclinou a cabeça em um movimento de reconhecer a astúcia da mulher. - Agora, existem outros fatores que não fazem a menor importância, no momento. Enfim, estou aqui apenas de passagem para...

    Antes que pudesse ao menos pensar em terminar a sua fala, algo rapidamente veio voando em sua direção. Não soube dizer ao certo o que realmente era, mas passado alguns segundos sentiu um líquido fumegante ir descendo por suas vestes e irem penetrando levemente o seu corpo. Uma sensação nem um pouco prazerosa. Sacou a sua varinha imediatamente, temendo que pudesse estar sendo atacado ou alguma coisa do tipo... os longos anos de refúgio não lhe deram uma boa aptidão para enfrentar esse tipo de problema...

    Por todos os lados, procurou o motivo para toda aquela confusão. Foi então que viu que, um jovem estava de joelhos no chão ao lado de uma xícara espatifada. Mas será que era possível? Seria melhor ter ficado na rua mesmo do que ter entrando naquele bar. O ardor do chocolate quente sobre o seu corpo foi passando na medida que o jovem desastrado se prontificou a consertar todo o incidente. Povo estranho... deu de ombros para o pedido de desculpas do mesmo, passando a fita - lo severamente.


    - Mas o que você tem na cabeça... espero que tenha uma boa desculpa se não quiser levar as conseqüências, garoto!

    Acompanhou o ruivo com os olhos até ele se sentar ao lado de Sophie. Por acaso alguém o tinha convidado para fazer companhia? Como os jovens de hoje em dia estão tão audaciosos! Por um momento, reparou mais atentamente nas expressões frias e sem emoções do garoto... se parecia muito com ele quando era mais jovem. Até mesmo o jeito com que havia pedido desculpas... seria a pessoa perfeita para os seus mais novos planos.

    Tentou se recompor do pequeno estado de fúria em que se encontrava à pouco, guardando a sua varinha novamente. Ignorou o fato de uma outra jovem pisar sobre as suas vestes e sair rapidamente do local. Se ainda estivesse com a sua varinha em mãos, ela não teria tanta sorte assim. Voltou a sentar - se na frente da mulher e do mais novo companheiro, olhando os dois por um longo tempo. Certamente, eles saberiam que Ariel não era um homem totalmente benéfico... mas quem saberia se os dois também não eram como ele?


    - Não fomos apresentados ainda, eu acho... Ariel Ruthven, o novo professor de Defesa Contra as Artes das Trevas. E você? O que faz aqui em um lugar como esse?

    Bebericou a cerveja amanteigada, enquanto esperava a resposta do jovem desastrado. Lançou um breve olhar para Sophie, indicando que sabia o que estava fazendo... na verdade, nem ele sabia ao certo. Mas qual seria o problema em tudo isso? Afinal, eles eram dois professores de Hogwarts, e talvez mais um aluno. Aliás, eles eram mais do que isso. Muitos segredos se escondiam naquela mesa, podem acreditar que sim. Segredos esses, que Ariel tentava descobrir por meios nada convencionais.
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Re: Três Vassouras

Post by Erick Slytherin »

ação
- Fala
'Pensamento'
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--

- Mas o que você tem na cabeça... espero que tenha uma boa desculpa se não quiser levar as conseqüências, garoto!

A voz e o tom do jovem teriam feio um adolescente normal tremer, mas Erick sorria internamente. Queria aquela briga, aquela discução. Seria divertido. Mesmo assim, não se deu ao trabalho de responder. Sentiu o olhar do homem sobre si, o examinando da mesma maneiro que o próprio o examinara. Apesar de tudo, gostara do homem. Do seu jeito frio e impertinente. Mas ele o chamara de garoto. Tinha certeza que não parecia tão jovem assim para ser chamado de garoto por um homem de vinte e poucos anos. Manteve o olhar firme enquanto o homem o olhava de volta. Quase não deu atenção à bruxa de roupas trouxas. Ela lhe parecia sem importância, uma tola qualquer.

- Não fomos apresentados ainda, eu acho... Ariel Ruthven, o novo professor de Defesa Contra as Artes das Trevas. E você? O que faz aqui em um lugar como esse?

Por alguns instantes, Erick ponderou sua resposta. Deveria contar-lhe quem era, ou seria melhor não? Decidiu pela segunda opção. Não sabia se o homem dizia a verdade, mas, se disesse, logo o encontraria de novo no castelo. Aquilo era um jogo, não era? Bem, realmente parecia.

- Pode me chamar apenas de Erick. - apesar do tom cortês que essa frase deveria ter fora susbstituido por um frio e aspero na voz do garoto - E o que faço aqui é o mesmo que o senhor ou mesmo qualquer outro nesse bar. Venho atrás de um pouco de conforto e uma bebida decente.

Senhor... O tratamento que indicava respeito perdia o real sentido na voz do garoto. O que ele tinha naquela palavra era quase escârnio. E não só naquele momento, mas sempre. Não via motivos para alguém receber seu respeito a esse ponto. Deu um longo gole no chocolate, com o álcool o esquantando mais que a temperatura da bebida
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Re: Três Vassouras

Post by Thays F. »

Ela já estava em frente ao bar, mas ainda hesitava. Quebrava as regras e iria para a Dedosdemel ou fazia o que prometera que iria fazer? A tentação de passar por cima das ordens do seu pai era alta, mas Thays sabia que se ele descobrisse o preço que iria pagar era alto - sabia que se seu pai ficasse decepcionado com ela, dessa vez não daria para suportar. Ainda não esquecera o medo que teve ao não ser selecionada para sonserina.

"Puff...por que eu tenho que ser tão babaca?"

Somente um pensamento como esse poderia fazer seu organismo se controlar no meio do seu desejo incomum por chocolate e faze-la entrar no bar.
Thays olhou em volta e escolheu uma mesa vazia no canto mais escuro e afastado que conseguiu encontrar.

"Hoje não estou afim de me misturar..."

Após colocar seu sobretudo sobre a mesa, ela foi até o balcão.

"Uma cerveja amanteigada, por favor."

Thays pagou a cerveja, agradeceu e foi se sentar na mesa que reservara. Olhou para as pessoas presentes no bar...reparou nos dois rapazes conversando e voltou seu olhar para a cerveja amanteigada.

"Por que tudo parece tão diferente? Por que ela me faz tanta falta?"

O 5º ano letivo em Hogwarts iria ser muito difícil para Thays agora que sua única e melhor amiga decidira abandonar a escola. Não que estivesse sempre isolada ou que não tivesse amigos...tinha colegas . Mas era muito difícil ficar sozinha, de fato era o que mais odiava, afinal foi criada em meio de muitos irmãos - adotados ou biológicos - e não conseguia viver completamente sozinha. Até mesmo quando entrara em Hogwarts, não ficou um minuto só, porque logo que entrou no trem fez amizade com a fê.

E, enquanto permanecia com seus pensamentos e incertezas sobre o futuro, Thays foi bebendo sua cerveja amateigada, tentando afastar seu maior medo da cabeça.




OFF: Estréia no rpg do GP \o/ . Sobre meus irmãos e família, eles de fato existem, não aqui no GP, mas no outro rpg que eu participava, estou com meu pai há 5 anos e de fato sou a primeira filha dele. Mas como eles não participam do GP, considerem como personagens criados por mim ;D
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Re: Três Vassouras

Post by Rah ~ »

  • A conversa estava interessante. Era realmente uma grande coincidência encontrar um professor em uma espelunca daquelas, principalmente um professor vestido tão formalmente. Conforme conversavam e os minutos passavam, Sophie sentia inquieta. Queria sair daquele lugar, não era por causa do professor e muito menos da conversa, só queria apenas sair do estabelecimento super movimentado de pessoas...inadequadas – è claro, só se salvava umas e outras.

    Ariel
    [- Nada com a sua aparência, é claro. Mas o fato da Legimência... bem, está certa. Agora, existem outros fatores que não fazem a menor importância, no momento. Enfim, estou aqui apenas de passagem para...]

    Antes de terminar o que dizia uma movimentação inesperada a fez desviar os olhos do charmoso professor para uma cabeleira avermelhada que agora estava no chão. Era um jovem. Aparentava ter uns dezenove anos, e sua pele era muito branca marcada por uma terrível olheira.

    Ariel
    [- Mas o que você tem na cabeça... espero que tenha uma boa desculpa se não quiser levar as conseqüências, garoto!]

    A mulher quase esquecera do professor, quando voltou seus olhos para este, viu que suas vestes sujas. Depois de ver a caneca quebrada no chão deduziu o que acontecera. Ela não ajudou o rapaz a levantar, só o lançou um olhar indiferente. Observou em silencio o jovem e o professor se apresentarem. Sim era a hora perfeita para sair daquele lugar.

    - Bem Sr. Ruthven, já esta na minha hora. Foi um prazer conhecê-lo. -Ela deu um aperto de mão. – Acho que no dia do Baile iremos nos encontrar novamente. Tenha um bom dia.

    Dizendo isso ela levantou muito calmamente e foi andando sem olhar para trás. Queria chegar no Hotel o mais rápido possível. Aquele professor tinha algo de diferente. Não sabia ao certo se podia dizer se era bom ou ruim. Mas tinha certeza de uma coisa, era perigoso ter alguém que sabia Legimência por perto. Mas pensando bem, não era um problema tão ameaçador, iria dar um jeito nisso. Ela seguiu pela rua o mais rápido possível, chegando finalmente ao Hotel.
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Re: Três Vassouras

Post by Raven »

  • Tomar ou não tomar... Eis a questão.

    Por um lado, Serghei a proibira terminantemente de se comportar de qualquer forma que não conviesse a si mesma, e por outro... Quais eram as chances, realmente, de haver alguém em um raio de cem milhas que a conhecesse? Fora que, com um pouquinho de algo serelepe, sempre pensava melhor, e poderia deixar de se distrair com toda a confusão das mesas ao redor e, e... O que custava, além, claro, do preço da bebida?

    Um líquido transparente e de cheiro forte foi colocado à sua frente quando a balconista decidiu-se que, na ausência de um pedido mais específico, lhe empurraria aquela porcaria que encomendava por exigência da única pessoa no planeta que bebia aquilo. Não teria sido grande coisa, não fosse a coincidência que Maren não notou a princípio.

    Razão para que não tivesse notado, você pergunta? - um rapaz adorável acabava de se parar logo ao seu lado, com um sorriso nervoso estampado naquele rosto que, seriedade aparente à parte, fazia com que tivesse ânsias de esmagar suas bochechas até a morte. Este lugar não é tão ruim, afinal, foi seu primeiro pensamento... Que chutou de lado ao ouvir as palavras que lhe foram ditas. Uh, uh, uh... Droga.

    Sinalizou para que ele se sentasse, dando de ombros enquanto apanhava sua bebida apenas para ganhar algum tempo. Bebeu um golinho, devagar, colocando seus pensamentos em ordem. Ele parecia surpreso em vê-la ali, mas não tão surpreso quanto deveria... Ele não sabia de seu rapto - e, se não tentava convencê-la a retornar à Dinamarca, provavelmente não tinha contato com a família, e não havia a chance de que soubesse do sequestro e também da devolução.

    Um amigo distante, rá!

    Mas daí... Certamente se lembraria de um amigo tão bonitinho, caso o tivesse estudado. E se não lera seus registros... Ele fora protegido pela fonte de alguma maneira? E como diabos aquela porcaria poderia tê-la enganado desse jeit- Mais um gole da bebida e estava esquecida de toda a linha de raciocínio. Levantou-se em um salto, derrubando a bebida sobre o balcão e apontando a mulher que a servira enquanto exclamava:


    - Mas isto é Arak!?

    O que havia no inocente Arak que ela não deveria estar bebendo, você pergunta, que a levou mesmo a esquecer o fofo amigo distante? Como mencionado, aquela mulher feliz do bar, que trabalhava todo o dia servindo o estranho pessoal de Hogwarts e das redondezas e tinha de aguentar três milhões de desastres, feitiços perdidos e bebidas derramadas por dia em troca de um mísero salário mínimo que mal sustentava seus 49 filhos conhecia uma única pessoa que bebia aquilo.

    E Maren K'raai procurava uma única pessoa - e reconhecia o arak de algum lugar.

    O olhar do moço ao seu lado, no entanto, atraiu sua atenção de volta à realidade antes que gritasse algo como te pego maldita e saísse por aí correndo. Ahn... Certo. O amigo distante. Sorriu para ele, piscando os olhos algumas vezes enquanto se sentava e entregando o copo à mulher mencionada acima - a garçonete, não a maldita.


    - Eu não bebo, senhora, e... Sabe o quanto de álcool tem nessa porcaria? Se eu cheirar isso muito devo sair daqui abraçada com meu caro amigo, ahn... - um nome, um nome, um nome... Por favor, um nome - cabeludinho aqui, dançando a macarena. Não queremos isso, certo?

    Voltando-se para cabeludinho, manteve o sorriso, torcendo para que evitasse uma demonstração prática de suas habilidades quadribolísticas enquanto dava-lhe um tapinha rápido nos ombros e respondia:

    - E por quê mais eu viria? Hogwarts coisa grandes talentos vassouricos todos os anos, meu amigo, e eu é que não vou perder a chance de conferi-los. - apoiou o queixo em uma das mãos, colocando o cotovelo sobre o balcão enquanto o olhava de lado e procurava parecer casual - Mas vem cá... De onde eu te conheço mesmo?

    Ah... Que a resposta seja pervertida, que seja pervertida, que seja p-.
    Uh, droga. Maren era comportada demais para que pudesse realmente esperar algo assim do cabeludinho - será que ele perceberia que havia algo errado se ela tentasse mudar tal conceito?
Cabeludinho = David xD
E, felizo, porfavor não perverta o dvd.

A Maren é ninfomaníaca, não dê confiança pra ela ~morre

E lembra, por favor, de passar o que vc tem que passar antes de perceber o que você tem que perceber u_u'
Ou eu me ferro :3
~cai³

Ei crianças que eu ignorei deliberadamente por preguiça de ler os posts *-*
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